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Parceria com a DECO não cumprida
Exmos/as Srs/as. Venho por este meio manifestar a minha indignação pelo serviço prestado pela fidelidade. Iniciei o processo de subscrição de um seguro na PetFidelidade no modelo PET 3 para uma gatinha . Uma das condições seria a colocação do microship na gatinha , o que achei muito precoce num gatinho de cerca de 2 /3 meses. Porém achei por bem por fazê-lo no sentido de subscrever a exigência do seguro. Foi feita a analise e propuseram um valor. Referi que sendo sócio da DECO haveria um acordo com um pequeno desconto percentual com esta parceria. Foi confirmado pela operadora que seria possível o mesmo e foi apresentando um valor ligeiramente mais baixo. Hoje dia 9 de setembro foi-me comunicado via telefone que a equipa técnica não aceitou o acordo com a DECO... Manifesto o meu profundo desagrado por esta situação, a fidelidade fez com que antecipasse a colocação do microchip precocemente num animal com 2 meses precocemente ( condição para efetuar o seguro) e agora recusam o acordo... A fidelidade não cumpre o acordo com DECO, a Fidelidade induziu-me a antecipar a colocação do microship num animal precocemente para agora não respeitar o acordo com a DECO. Cordialmente Carlos Leal
Reclamação Formal – Práticas Comerciais Desleais e Indução em Erro (Campanha "4 Presentes por 0€")
Fui induzido pelo vosso marketing desonesto a realizar compras com a promessa de itens a 0 euros, mas afinal apenas gastei em produtos que nem precisava tanto assim, a não ser pelas ofertas à 0€. Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à vossa campanha publicitária "4 Presentes por 0€", atualmente ativa na vossa plataforma, por considerar que a mesma viola as diretrizes europeias relativas a Práticas Comerciais Desleais e à proibição de Dark Patterns (padrões de design enganosos que manipulam o comportamento do consumidor). A vossa interface induz deliberadamente o utilizador em erro através dos seguintes pontos: Falsa Sensação de Progresso e Omissão de Informação: A interface afirma textualmente que "Falta apenas 68,6% para desbloquear mais PRESENTES", utilizando um botão de ação direta que exige um gasto mínimo de 8€ ("Finalizar a compra 8€ Min."). No entanto, a barra de progresso real indica que os 8€ adicionais são matematicamente insuficientes para desbloquear sequer o primeiro prémio (que exige 25 estrelas, estando o utilizador retido em 7,85). Metas Móveis (Moving Goalposts): A publicidade promete "4 presentes", mas omite visualmente na página principal que a escala de dificuldade triplica para os prémios seguintes (exigindo 75 estrelas para cada um dos restantes), tornando a promessa inicial virtualmente impossível de atingir apenas com o gatilho financeiro sugerido de 8€. Uso de "Letra Miúda" como Escudo: O facto de a plataforma disponibilizar um extenso texto de termos e condições não invalida o facto de a interface visual ser desenhada para confundir e apressar o consumidor, o que configura uma prática de publicidade enganosa por indução em erro. Exijo o esclarecimento desta situação e a atribuição correta dos artigos conforme a expectativa legítima criada pela vossa publicidade inicial, sob pena de encaminhar esta denúncia formal às entidades reguladoras competentes de proteção do consumidor na Europa (como a Direção-Geral do Consumidor e a rede CPC - Consumer Protection Cooperation).
Renovação de contrato não aceita
Exmos. Srs. Acabo de entrar em contato com a linha de atendimento para rescindir o contrato relativo a Rua dos Mouros, 6, Lisboa, e a atendente me informou que houve uma renovação do contrato em 26/12/2026. No entanto, verificando o histórico dos meus sms, jamais fiz nenhuma renovação/inovação no meu contrato... Naquele dia, entrei em, contato com a NOS para receber os dados da minha conta e ativar o NOS cinema e a vinculação do meu contrato da NOS ao meu cartão Continente. EM MOMENTO ALGUM aceitei a renovação de contrato com a Nos. Solicito a rescisão IMEDIATA, sem nenhuma despesa de multa contratual.
Falta de segurança, higiene e prática pouco transparente
Ex.mos Senhores, Solicito a vossa atenção para o que se passou no evento musical "North Festival" na Maia. 1. No dia 7 de junho, o recinto encontrava-se sobrelotado, com circulação muito difícil e acessos ao palco feitos por escadas insuficientes e perigosas (para o público sem entrada VIP só vi 3 escadas). 2. As condições dos WC eram inaceitáveis, sem luz nem água em grande parte da zona. A partir de certa hora era quase impossível lá chegar, pois estavam do lado de fora do recinto do palco, sendo necessário circular pela sobrelotada zona de restauração e pelas escadas, enquanto outras pessoas circulavam em sentido contrário. 3. A área de restauração revelou-se incapaz de responder à afluência, com filas excessivas e sem espaços adequados para comer. Além disso, situava-se entre as escadas de entrada e o recinto do palco, obrigando à circulação das pessoas que estavam a entrar ou ir à zona dos WC. 4. O sistema cashless revelou-se pouco transparente. Em anexo envio print da informação, onde se pode verificar que a zona de restauração está no quadro “Onde usar o teu saldo” embora com um “x” à esquerda em vermelho, cor muito semelhante à do fundo do cartaz, sem qualquer realce. Não me parece uma informação clara para o consumidor, uma vez as três restantes situações são locais onde se podia, efetivamente, usar o cartão. 5. No mesmo print, informa-se que não há lugar a reembolsos. Pergunto se isto é legal. 6. Ao anoitecer, as filas para bebidas tornaram-se longas e muito demoradas, sendo extremamente difícil fazer o consumo do saldo do cartão. 7. Tentei usar o saldo restante do cartão nas bancas das bandas, mas também aí as filas eram intermináveis. 8. Saí do recinto por insistência da segurança sem conseguir gastar o saldo, pois as condições não o permitiram. 9. Em conclusão, considero que a organização falhou em aspetos essenciais de segurança, higiene e atendimento ao público.
Falsificação de folha de diagnóstico OCB
Apresento esta reclamação formal contra a Norauto Évora devido a uma manifesta incompetência técnica, irregularidade documental, falsidade de informações fiscais e total negligência pelo impacto social gerado na cobrança do serviço de "Diagnóstico Eletrónico" no valor exato de 65,95€, conforme a Fatura Simplificada N.º FS 26NORPT0627P54IS/0013223. No dia 15/05/2026, o veículo deu entrada na oficina de reboque após uma avaria decorrente de um curto-circuito na instalação de um rádio. Foi-me transmitido verbalmente pelos funcionários o veredito de que a centralina do carro (BSI) estava "queimada e sem qualquer comunicação com a máquina", sendo necessária a sua substituição total, sem que me tivessem prestado qualquer assistência ou relatório formal fidedigno. Contesto a competência do serviço prestado e exijo a devolução integral do valor pago e o reembolso das despesas geradas, com base nas seguintes ilegalidades: Incompetência e Contradição Técnica: O serviço de diagnóstico cobrado foi incapaz de especificar com rigor técnico a avaria. Enquanto verbalmente afirmaram que a unidade BSI não comunicava, no e-mail enviado pela gerência no sábado (16/05/2026) a oficina alterou a sua versão, alegando textualmente que o erro afinal "refere-se à unidade de controlo de comunicação da coluna de direção", misturando ainda falhas antigas e irrelevantes no sistema de ABS (as quais já eram do conhecimento da proprietária e não causavam o bloqueio de arranque do motor). A Norauto cobrou por um diagnóstico contraditório e inconclusivo. Omissão de Dados do Veículo e Falsidade de Identidade: O relatório técnico entregue em papel omitiu os campos fundamentais de identificação (Matrícula, Nome do Mecânico, VIN e Quilometragem), tornando-o um documento anónimo sem validade legal. Acresce que a fatura emitida indica falsamente que fui "Atendida por: Maria" e que o pagamento foi efetuado via "Cartões Multib / Visa". Trata-se de uma adulteração grave da realidade: devido à impossibilidade de deslocação presencial da reclamante, o pagamento foi realizado à distância via MB WAY para o contacto pessoal de uma funcionária. A emissão de um documento fiscal contendo um método de pagamento falso e um pseudónimo de um funcionário não envolvido indicia uma manipulação de dados informáticos para mascarar a operação. Duplicação Fraudulenta de Relatórios: A gravidade da situação adensa-se pelo facto de a oficina ter entregue à reclamante dois relatórios de diagnóstico impressos com datas diferentes (um com data de dia 15/05 e outro com data de dia 16/05) relativos a uma única leitura eletrónica, o que comprova uma manipulação ativa do sistema informático para tentar camuflar o desfasamento cronológico entre a entrada do carro e a emissão da fatura (emitida a 16/05/2026 às 16:58:13). Ressarcimento de Danos Patrimoniais Diretos (Reboque): Face à total incapacidade da oficina em realizar um diagnóstico estruturado e resolver o bloqueio com o software adequado, fui forçada a suportar o custo adicional de um segundo reboque para transferir o automóvel da Norauto para um eletricista automóvel independente que pudesse realmente solucionar o problema elétrico. Exijo o reembolso integral deste valor, cuja fatura/comprovativo detenho. Danos Morais Graves e Negligência Social: Expõe-se o gravíssimo impacto psicológico e familiar causado. A reclamante reside num meio rural isolado (Monte Branco, Azaruja), sendo o veículo o único meio de transporte disponível para prestar assistência e cuidados urgentes a um familiar doente que se encontra ao seu encargo. O diagnóstico deficiente, associado à retenção indevida do valor de 65,95€, à ausência de soluções de mobilidade e à imobilização do automóvel, gerou uma situação de profundo desamparo, ansiedade extrema e isolamento, deixando uma família vulnerável sem qualquer segurança. Face ao exposto, exijo o reembolso imediato dos 65,95€ cobrados abusivamente por um diagnóstico manifestamente irregular e administrativamente adulterado, bem como o pagamento integral do reboque. Esta reclamação é formalizada para efeitos de fiscalização pelas autoridades competentes (ASAE) e aplicação das devidas sanções legais.
APROPRIAÇÃO INDEVIDA DO NÚMERO E SALDO EXISTENTE
Exmos. Senhores, A 1 do corrente mês, desloquei-me à vossa loja sita no Alameda Shopping, junto ao Dragão, no Porto. Uma vez mais, o meu telemóvel com cartão pré-pago e número 916070709 estava por vós desactivado. Tal circunstância era recorrente, mas anteriormente, sempre foi possível reactivá-lo. Agora foi-me dito que, pela pouca utilização dada ao telemóvel, os Senhores, desde 6 de fevereiro passado, caçaram o número - minha pertença desde há mais de 20 anos! - como também absorveram o saldo existente no cartão. É intolerável que, desta forma prepotente e unilateral, se apropriem, de forma indevida, do património que é meu: saldo e número de telefone que exijo que me devolvam no mais curto espaço de tempo. Nessa expectativa, apresento melhores cumprimentos. A.M.
Assédio
Boa tarde, Esta empresa tem passado o último mês ligando-me e mandando mensagens quase todos os dias, perguntando se podem falar com um Ricardo, que não sou. Já pedi várias vezes para o meu número ser eliminado da base de dados deles, o que nunca aconteceu e esta situação só tem um nome e é assédio moral. Peço encarecidamente que parem de me contactar ou vou ter que tomar outras medidas. Cumprimentos,
GLOVO ENCOMENDA PAGA E NAO RECEBIDA
Fiz uma encomenda na primor de 50 euros, não recebi encomenda e ainda não me reembolsaram!!!!! Estou nisto ha uma semana!!!! Uma vergonha!!!!! Diversas reclamações e nada!!!!!!
Passatempo
Exmos. Senhores da Betclic Portugal, Venho por este meio solicitar um esclarecimento relativamente ao passatempo promovido na vossa página de Instagram para atribuição de 6 bilhetes (3 bilhetes duplos) para o jogo Portugal–Nigéria. Participei no passatempo cumprindo as condições indicadas na publicação, nomeadamente seguir a página Betclic Portugal, colocar gosto na publicação e comentar identificando a pessoa que levaria comigo e o motivo. De acordo com as regras divulgadas, os 3 comentários com mais gostos seriam os vencedores. O meu comentário alcançou 559 gostos, número que, pelo que consegui verificar, era superior ao número de gostos associado aos comentários posteriormente identificados como vencedores. Por esse motivo, fiquei surpreendida por não ter sido selecionada nem contactada, pelo que gostaria de compreender quais foram os critérios efetivamente aplicados no apuramento final. Gostaria igualmente de esclarecer que não solicitei, comprei, troquei ou incentivei qualquer tipo de interação fraudulenta. Sendo uma publicação pública e com elevada visibilidade, é perfeitamente possível que algumas contas desconhecidas ou até falsas tenham interagido com o meu comentário sem o meu conhecimento ou consentimento. Caso tenha sido identificada alguma atividade considerada suspeita entre os utilizadores que colocaram gosto no meu comentário, considero importante referir que não tenho qualquer controlo sobre quem decide interagir com uma publicação pública do Instagram. Não tive qualquer participação em práticas de manipulação de resultados, nem adotei qualquer comportamento contrário às regras divulgadas. Por esse motivo, agradeceria que me fosse esclarecido: Qual foi a data e hora exatas consideradas para a contagem dos gostos; Qual foi o número oficial de gostos contabilizado no meu comentário no momento do apuramento; Se a minha participação foi considerada inválida ou desqualificada; Em caso afirmativo, qual foi o fundamento concreto dessa decisão; Se foi efetuada alguma análise aos gostos recebidos e quais os critérios utilizados para determinar uma eventual desqualificação. Acredito que a transparência é fundamental em qualquer passatempo e, por esse motivo, solicito uma revisão da minha situação ou, pelo menos, uma explicação detalhada que permita compreender o motivo pelo qual uma participação com um número de gostos superior ao dos vencedores anunciados não foi considerada vencedora. Agradeço desde já a atenção dispensada e aguardo o vosso esclarecimento.
Incumprimento de serviço e falta de documentação – Listrucks
Exmos. Senhores, Vimos por este meio apresentar reclamação relativa ao serviço prestado pela empresa Listrucks no âmbito da compra/venda, serviço pós-venda e preparação de um veículo pesado. A nossa empresa sempre demonstrou boa-fé com a Listrucks, tendo inclusive pago 30% do valor acordado no início dos trabalhos (sem ter sido solicitado pela Listrucks). No dia 06/04, deslocámo-nos do Porto a Leiria apenas para perder tempo, portagens e combustível, uma vez que não trouxemos o camião para o nosso estaleiro, apesar de já termos efetuado o pagamento final nesse mesmo dia. Tinha ficado previamente combinado que seriam realizados diversos trabalhos no veículo, nomeadamente pintura, substituição de plásticos e guarda-lamas partidos, colocação da caixa de bateria, substituição de espelhos partidos e caixas de espelhos partidos e colados com fita cola, bem como a certificação do tacógrafo e da grua. No entanto, quando nos deslocámos para levantamento do camião no dia 06/05 (confirmado pelo Sr. David Carreira e a Sra. Edite Alexadre no dia 5/05 que o camião estava pronto), um mês depois, apenas foi realizada a pintura do para-choques frontal e colocada a caixa de bateria. Não foram substituídos os elementos partidos, tendo sido um funcionário a trocar peças à última da hora, na nossa presença. Além disso, não nos foram entregues quaisquer documentos relativos à certificação da grua até ao dia de hoje, apesar das múltiplas tentativas de contacto com o Sr. David Carreira e com a funcionária de escritório Sra. Edite Alexandre, as quais não obtiveram sucesso. Durante a viagem de regresso ao nosso estaleiro, surgiram dois avisos de erro relativos à caixa automática do veículo, situação que presumimos já existir anteriormente e que poderá ter sido apagada na oficina, sem qualquer comunicação da vossa parte. Atualmente, continuamos com o camião parado no nosso estaleiro, uma vez que a grua se encontra sem certificação. No dia 28/05, a Sra. Edite finalmente atendeu e informou que o engenheiro que realizou a inspeção da grua iria entregar-lhe a documentação nesse dia à hora de almoço, e que da parte da tarde nos enviaria os documentos digitalizados para consulta e posteriormente por correio. Contudo, a mesma informou que apenas enviará os originais do certificado por correio após a nossa empresa proceder ao pagamento de 134,11€ relativo à certificação do tacógrafo solicitada em nome da nossa empresa. Importa ainda referir que, hoje dia 1 de junho, continuamos sem receber a documentação da certificação da grua, apesar das insistências realizadas. Consideramos igualmente inaceitável a forma como este processo tem sido conduzido, tanto pela falta de resposta como pela condicionante imposta de pagamento para envio dos originais. A nossa empresa sempre agiu de boa-fé, tendo procedido ao pagamento de 30% inicial e posteriormente ao pagamento final, mesmo sem trazer o veículo para as nossas instalações, deixando o camião em Leiria fora do nosso alcance. Mais informo que, durante a última comunicação com a Sra. Edite, ao ser referido que um serviço destes não é normal numa compra e venda de um camião que ultrapassou os 50.000€, a mesma reagiu com desvalorização, rindo-se, referindo que esse valor “não é nada” e que realizam vendas de camiões por 200.000€. Solicitamos que a Listrucks assine a declaração em anexo, onde afirma assumir a responsabilidade por quaisquer multas, coimas, portagens ou outros encargos decorrentes da utilização do veículo até à data da sua entrega. Uma vez que o Sr. David Carreira se ausentou sorrateiramente da nossa presença sem qualquer aviso, não tendo assinado a declaração no dia do levantamento do camião, não foi possível formalizar o referido compromisso nesse momento. Após várias tentativas de contacto com o Sr. David Carreira, o mesmo informou que tinha saído para se encontrar com o engenheiro que realizou a certificação da grua, para recolher a documentação, e que estaria “quase a regressar” à oficina da Listrucks, onde nos encontrávamos. No entanto, nunca mais apareceu. Ficámos à espera durante cerca de 2 horas, tendo sido posteriormente obrigados a tomar a iniciativa de regressar ao Porto pelas 20H00, realizando uma viagem noturna desnecessária. É lamentável que uma empresa de compra e venda de veículos pesados tenha originado esta situação, deixando o veículo incompleto, sem certificações essenciais e com falhas não comunicadas, o que impede a sua utilização, nomeadamente pelo facto de a grua se encontrar sem certificação. Aguardamos o envio da documentação relativa à certificação da grua, assim como a assinatura da declaração de auto de entrega e receção do veículo em anexo.
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