Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
P. S.
28/10/2026
jop land rover

Serviço automóvel

No passado mês de Junho de 2025 adquiri uma viatura Range Rover Sport de serviço neste stand. Desde logo o veículo foi-me entregue cheio de manchas nos estofos de pele e uma pintura defeituosa no para-choques frontal que havia de formar uma bolha e cair. Durante pouco mais de um anos os problemas foram recorrentes: desde não conseguirem encaixar o para-choques do carro à primeira, nem à segunda, apenas à terceira quando se soltou; montagem defeituosa de um vidro frontal que resultou numa inundação do carro; enviarem o carro para casa sem fazerem o que estava combinado na oficina; mandarem o carro com jantes com massa e com a reparação a meio; etc etc. No total o carro esteve 12 vezes na oficina por defeitos em intervenções simples, por vezes por períodos ate 1 semana de cada vez. Em todas estas 12 vezes o carro foi sempre entregue sujo e sem aspirar; em mais do que uma vez com os pneus com pressão irregular; o trato da generalidade dos funcionários péssimo, de extrema falta de cortesia e até de educação, tendo até eu andado a transportar o carro entre oficinas durante reparações; nunca me foi oferecido um carro de cortesia, e mesmo quando o exigi na ultima intervenção, inicialmente foi-me negado; ambiente péssimo na recepção com vários clientes sempre a fazer grandes escândalos. No passado mês de abril de 2026 encaminhei uma reclamação escrita para a empresa e vários responsáveis, reclamação essa que até hoje não motivou sequer uma resposta. Enfim: serviço deplorável, falta de organização, péssima qualidade nas intervenções e faltpura e simples de controlo de qualidade. A cereja no topo do bolo: falta de respeito total pelos clientes.

Em curso
P. M.
28/10/2026

Alarme Verisure

Exmos. Senhor ( Alarme Verisure) 28/10/2026 Apos os vários incidentes de intrusão resultando danos consideráveis a minha residência, mesmo com participação policial, a Verisure não assume responsabilidade neste caso. logo não faz sentido continuar com este contrato para este serviço. Mesmo existindo um contrato entre mim e o BPI para este Serviço, o mesmo deixa de ser valido por in comprimento de uma das partes Por esse motivo pretendo rescindir contrato. Cumprimentos.

Encerrada

APOIO TECNICO DEFECIENTE E FRACO APOIO PEDAGOGICO

Venho manifestar o meu desagrado em relação ao serviço prestado. Há cerca de 10 meses, celebrei um contrato de formação, mas tenho tido vários problemas sérios com a plataforma de estudo disponibilizada. Existem erros técnicos constantes e falhas (bugs) que dificultam ou até impossibilitam o normal funcionamento da plataforma. Por exemplo, o corte de palavras prejudica a leitura dos conteúdos e o sistema de reconhecimento de voz, essencial para a evolução no curso, simplesmente não funciona. Além disso, o serviço de apoio técnico, que estava incluído no contrato, não funciona. No dia 28/10/2026, tentei entrar em contacto com o suporte durante mais de 10 minutos, mas a chamada foi interrompida sem qualquer resposta ou apoio da vossa parte. Sinto que estou a estudar sozinho numa plataforma ultrapassada e com inúmeras dificuldades. Perante esta situação, considerando que não estão a cumprir as condições básicas de acessibilidade nem o acompanhamento prometido, peço o cancelamento imediato da minha inscrição bem como o fim de futuras cobranças. Solicito ainda o reembolso proporcional dos valores já pagos pelo serviço que não foi prestado com a qualidade devida.

Em curso
L. M.
28/10/2026

Cobrança indevida

A 18 Out 2026 detectei que tinha um saldo negativo de 3.43 euros na minha conta com a Bolt (Portugal). Não havendo nenhuma explicação para esse saldo, tentei perceber o que se passava. Pelas datas indicadas, imaginei que se tratasse duma taxa de cancelamento correspondente a um pedido de viagem de Charneca de Caparica para o aeroporto de Lisboa no dia 7 Jul de manhã. Se fosse esse o caso, tal devia-se a uma falha do condutor que, após aceitar a viagem, simplesmente foi deixando passar o tempo sem se aproximar do ponto de pickup. Aliás, essa é uma situação frequente, possivelmente porque alguns condutores não querem passar a ponte 25 de Abril de manhã. Após esse cancelamento de imediato repeti o pedido e efectuei a viagem com outro condutor da Bolt. Tentei contactar a Bolt Portugal e após inúmeras tentativas, via aplicação e via emails, com envio de screen shots, etc, finalmente obtive uma resposta a 22 Out (enviada por Ruan), num Português muito deficiente, dando uma explicação totalmente diferente falando em retenções temporárias que depois são restituídas, etc ... basicamente dizendo que não tinha nenhum saldo negativo. A 25 Out (10:03) voltei a usar o serviço (da Charneca de Caparica para o aeroporto de Lisboa) e, para minha surpresa, cobraram-me os tais 3.43 euros adicionais! Voltei a iniciar o processo complicadíssimo de contacto com a Bolt Portugal, via email e via aplicação. Após inúmeras tentativas, no dia 26 Out (às 15:25) informam-me que essa taxa não foi cobrada !!! Contudo o recibo continuava a mostrar essa cobrança e o meu banco confirmava que a taxa foi cobrada. Portanto mentiam. Mais um longo ciclo de tentativas de contacto com a Bolt, sempre repetindo todo o historial pois parece que a Bolt não tem “memória” dos contactos anteriores (ou os funcionários não querem ter o trabalho de verificar o que se passa), a 27 Out (10:38) enviam-me uma mensagem (Karthik) dizendo que não tinha saldo negativo nenhum!!! O que era óbvio, pois já tinham cobrado isso do meu banco! O problema, que fingiram não entender, era exatamente terem-me cobrado uma taxa não explicada. Ao longo de todo este processo fui sendo sucessivamente enviado para a Aplicação que me conduzia a um agente de IA que não resolvia nada. Os contactos por email recebiam sistematicamente respostas estereotipas do tipo: - Contacte pela aplicação (o que me levava ao tal agente IA) - Precisamos mais informação (que eu repeti vezes sem conta) - Contacte pela conta email associada à conta Bolt (o que eu sempre fiz!!!) - Contacte o administrador da sua conta email (uma resposta sem sentido) - etc. Ou seja, a Bolt tem um portfólio standard de mensagens que envia aleatoriamente só para não ter de atender as reclamações. Cada resposta por email era enviada por um suposto funcionário diferente (João, Ruan, Mirella, Surya Kumar P, Ayo, Mariam, Karthik, etc.) e nenhum tentou ver o historial da reclamação (o que seria fácil pois todos os emails que enviei tinham o mesmo Assunto. Aliás, toda esta interface dá a impressão que as respostas não vinham de pessoas reais mas sim de “bots” de IA. Pedi várias vezes para ser atendido por um humano e até para passar o assunto para um nível superior (administrador), mas sem sucesso. Em conclusão: Foi-me cobrada uma taxa injustificada de 3.43 euros e apesar de todas as tentativas de contacto (dezenas de emails) continuo sem o problema resolvido. Claro que todo o tempo que me fizeram perder com este assunto é muito mais caro que a tal taxa, mas agora é uma questão de princípio. Fica a sensação que a Bolt montou um sistema blindado de manter os clientes num circuito sem saída e sem resposta. Será que se trata mesmo duma empresa responsável?

Em curso
A. C.
28/10/2026

Burla/fraude

Exmos. Senhores, Venho solicitar a vossa intervenção relativamente a uma situação de possível fraude numa compra efetuada online, envolvendo uma encomenda entregue pela CTT Expresso, identificada pelo número DS244717550PT, com o número internacional 0082800082909726502082001. O destinatário efetuou uma encomenda de uma pistola de tiro desportivo da marca HUBEN GK1, pelo valor de 169,00 €. No momento da entrega, foi efetuado o pagamento integral dos 169,00 €, através do serviço de envio à cobrança dos CTT. Contudo, após a abertura da embalagem, verificou-se que o artigo recebido era completamente diferente do encomendado: uma máquina portátil de lavagem à pressão, aparentemente a bateria, com mangueira e mala de transporte. Na mensagem enviada pelos CTT, o remetente encontrava-se identificado como EATT EURO, associado ao endereço eletrónico aan039738@gmail.com. Posteriormente, foram identificadas outras reclamações públicas de consumidores relativas a situações semelhantes, envolvendo encomendas à cobrança entregues pelos CTT e associadas à designação EATT EURO, nas quais os produtos recebidos também não correspondiam aos artigos adquiridos. Esta situação levanta sérias suspeitas de uma eventual prática comercial fraudulenta, com um prejuízo de 169,00 € para o destinatário. Assim, solicito: Que a CTT Expresso confirme se o montante de 169,00 € já foi transferido para o expedidor. Caso o dinheiro ainda esteja na sua posse, que avalie a possibilidade legal e operacional de suspender a transferência até ao esclarecimento da situação. Que sejam facultados os elementos de identificação do expedidor que possam legalmente ser comunicados ao destinatário. Que seja indicado o procedimento necessário para contestar o pagamento e solicitar a devolução integral dos 169,00 €. Que sejam analisadas eventuais reclamações semelhantes relacionadas com o remetente EATT EURO. Solicito ainda o apoio da DECO PROteste na defesa dos direitos do consumidor e na identificação dos mecanismos adequados para tentar recuperar o valor pago. Existem provas fotográficas da embalagem, da etiqueta de transporte e do equipamento recebido, bem como a mensagem de entrega e os dados de seguimento da encomenda. Aguardo uma resposta escrita e uma intervenção célere para o esclarecimento e resolução desta situação. Com os melhores cumprimentos, António Cruz

Em curso
P. O.
28/10/2026

Encomenda não recebida

Exmos. Srs. Venho por este meio divulgar aquilo que considero um exemplo de gestão de cliente e seu apoio pós venda. Pedi, através da eurosender, que me enviassem um chapéu deixado num hotel em Sevilha no último verão. Sim, apenas um chapéu, mas que pelo baixo valor do envio, achei por bem fazê-lo. Acontece que o chapéu não me chegou, e foi devolvido ao hotel, depois de ser levantado e aceite pelo agente para que seguisse para a minha morada em Portugal. Eu reclamei, e disseram que por motivos de segurança a encomenda tinha sido devolvida. Eu respondi, perguntando qual o motivo ou a justificação para que um chapéu de cabeça fosse considerado não seguro. Com várias respostas sem sentido pelo meio de muitos emails, foi declarado que a encomenda tinha sido extraviada e que preenchesse um formulário de queixa e no qual teria de enviar cópia da minha identificação. Eu respondi humildemente que os ajudaria porque sabia que o chapéu tinha sido devolvido ao hotel porque o mesmo me enviou um email a confirmar. Sugeri que fosse reenviado sem custos. Até agora só recebi respostas feitas tipo IA e não devolvem o processo que seria simples de solucionar. Eu pergunto o que é necessário hoje para ter uma ajuda e competência numa situação destas. Não é certamente pelo valor de um simples chapéu, mas a minha insistência é sobretudo pela análise de competências humanas que estão em falta. Cumprimentos

Em curso

Exmos. Senhores do Centro de Gestão de Reclamações da Fidelidade,

Dados do processo: Seguradora: Fidelidade Número do processo de sinistro: 26AA217443/002 Número da apólice: 756403794 Matrícula da viatura: 14-AO-97 Data do acidente: 01/09/2026 Na sequência do acidente, a Fidelidade considerou a viatura como perda total e comunicou que o valor da indemnização seria de 2.000,00 €, correspondente ao valor venal da viatura, de 2.200,00 €, deduzido do valor do salvado, de 200,00 €. A seguradora informou igualmente que aceitaria pagar 351,94 € relativos às despesas de transporte apresentadas, excluindo uma fatura anterior à data do acidente e recusando o pagamento de uma despesa de ginásio. Contudo, a Fidelidade limitou o período de reconhecimento das despesas de transporte a 19 de outubro de 2026, alegando que essa foi a data da comunicação definitiva dos valores relativos à perda total. O problema é que, até à presente data, não recebi qualquer pagamento, nem da indemnização pela perda total da viatura, nem das despesas de transporte já reconhecidas pela seguradora. Considero necessário esclarecer se é legítimo limitar o reconhecimento das despesas de transporte a essa data quando a indemnização ainda não foi paga e continuo a suportar as consequências da privação da minha viatura. Já apresentei uma reclamação junto da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF), mas pretendo obter apoio adicional para defender os meus direitos enquanto consumidora. Assim, solicito à DECO PROteste: A análise da situação e o esclarecimento dos meus direitos perante a Fidelidade. A avaliação da legitimidade da limitação temporal das despesas de transporte, tendo em conta que ainda não recebi a indemnização. O aconselhamento sobre a possibilidade de reclamar as despesas de transporte suportadas após 19 de outubro de 2026. O apoio na contestação dos valores e das despesas recusadas pela seguradora, incluindo a despesa de ginásio, caso exista fundamento para o seu reembolso. A orientação sobre os meios adequados para exigir o pagamento dos montantes já reconhecidos pela Fidelidade. Posso disponibilizar o e-mail da seguradora, a documentação do sinistro, as faturas das despesas de transporte e os comprovativos das reclamações já efetuadas. Agradeço a vossa atenção e aguardo as vossas orientações sobre os próximos passos a seguir. Com os melhores cumprimentos, Paloma Sousa

Em curso
A. S.
28/10/2026

Encomenda errada

Boa tarde, No dia 01 de outubro fiz uma encomenda (encomenda #50974), como até 19 de outubro a encomenda se encontrava em processamento (ainda está), enviei um email a solicitar informações relativamente à minha encomenda #50974, realizada no dia 1 de outubro de 2026. Não obtive resposta a esse email, no entanto, a 22 de outubro de 2026 recebi a encomenda. A mesma no site ainda está em processamento. Quando verifiquei a encomenda, dos dois artigos encomendados (camisolas personalizadas), um deles, não veio como solicitado. Tinha pedido a gravação "Maria" e o que recebi diz "Maria Kiki". A 23 de outubro de 2026, enviei um email a reportar a situação com fotos da encomenda e do artigo rececionado, e a pedir resposta e solução ao acontecido. Até ao momento não recebi qualquer resposta e tenho uma camisola que não cumpre com o solicitado. Gostaria, por isso, de saber se existe alguma novidade relativamente a solução desta encomenda "errada". Como devo proceder para solucionar este erro? Agradeço uma resposta com a maior brevidade possível. Obrigado. Cumprimentos

Em curso
L. S.
28/10/2026

Impossibilidade de submeter candidatura

PORTA 65+ | QUATRO MESES DE IMPOTÊNCIA, DESESPERO E SILÊNCIO PERANTE UMA FALHA DO ESTADO ATÉ QUANDO TERÃO OS CIDADÃOS DE SUPORTAR AS CONSEQUÊNCIAS DA INOPERÂNCIA DOS SERVIÇOS PÚBLICOS? Escrevo esta reclamação num sentimento de profunda indignação, desespero e impotência perante uma situação que considero absolutamente inadmissível num país que afirma defender o direito à habitação e a proteção das famílias economicamente mais vulneráveis. Desde junho de 2026 que tento, sem sucesso, efetuar uma atualização de dados na plataforma eletrónica do IHRU, necessária para prosseguir com a minha candidatura ao programa Porta 65+. Estamos a 28 de outubro de 2026. Passaram mais de quatro meses. O erro informático continua exatamente igual. Nada foi resolvido. Quatro meses de tentativas, contactos, reclamações e pedidos de ajuda. Quatro meses em que continuo impedida de apresentar uma candidatura a um apoio que poderá ser determinante para a sobrevivência económica do meu agregado familiar. Sou mãe de uma menor, constituo uma família monoparental, sou reformada por invalidez e tenho uma incapacidade permanente de 73%, devidamente reconhecida por Atestado Médico de Incapacidade Multiuso. Pago uma renda mensal de 800 euros. O meu rendimento é uma pensão de invalidez de valor muito reduzido. Não estou a pedir um favor, um privilégio ou qualquer tratamento especial. Estou simplesmente a tentar exercer o direito de apresentar uma candidatura a um programa público de apoio à habitação. Já fui beneficiária do Porta 65+, tendo a minha candidatura anterior sido aprovada e recebido um apoio de 200 euros mensais. Sei, portanto, a diferença que este apoio pode fazer na vida de uma família como a minha. E é precisamente por isso que esta situação se tornou tão angustiante. Cada mês que passa é mais um mês de incerteza, de dificuldades económicas e de receio de perder um apoio essencial, sem sequer me ser dada a possibilidade de apresentar a candidatura para avaliação. Perante a ausência de uma solução, apresentei reclamações junto das entidades competentes e recorri inclusivamente ao Provedor de Justiça. A resposta recebida deixou-me profundamente preocupada. O Provedor de Justiça informou-me, por escrito, que: «A questão geral que está na base da sua comunicação é já conhecida do Provedor de Justiça.» Acrescentou que se encontra em curso a sua análise, em termos globais, com as diligências necessárias ao seu esclarecimento. Contudo, concluiu: «Não se justifica, assim e por ora, intervenção nos casos concretos.» Ou seja, o problema é conhecido, está a ser analisado, mas, entretanto, a minha situação concreta continua sem qualquer solução. E eu pergunto: QUEM PROTEGE AS FAMÍLIAS ENQUANTO AS ENTIDADES PÚBLICAS ANALISAM OS PROBLEMAS? Quem paga as rendas enquanto os processos ficam bloqueados? Quem assume a responsabilidade pelos meses de apoio que poderemos perder por não conseguirmos apresentar uma candidatura devido a uma falha informática? Quem garante que, quando o sistema finalmente funcionar, não seremos prejudicados pela impossibilidade de apresentar os nossos pedidos atempadamente? Como pode o Estado exigir o cumprimento rigoroso de prazos aos cidadãos quando os seus próprios serviços permanecem meses sem lhes permitir cumprir os procedimentos necessários? É profundamente desolador sentir que, enquanto cidadã, tenho de cumprir todas as minhas obrigações, pagar a minha renda, suportar as minhas despesas e respeitar todos os prazos, mas, quando preciso que uma instituição pública cumpra a sua função, encontro uma plataforma que não funciona e uma sucessão de respostas que não resolvem absolutamente nada. A habitação não é um luxo. Para uma família monoparental com rendimentos reduzidos, o apoio à habitação pode representar a diferença entre conseguir manter uma casa ou entrar numa situação de enorme fragilidade financeira. Não estamos a falar de números, estatísticas ou processos administrativos. Estamos a falar de pessoas. De famílias. De crianças. De vidas reais. Atrás de cada candidatura bloqueada pode estar uma mãe que não sabe como conseguirá pagar a próxima renda, uma família que já esgotou as suas poupanças ou alguém que vive diariamente com o receio de perder a sua casa. É desesperante sentir que estamos entregues à nossa sorte por causa de um problema técnico que não temos qualquer possibilidade de resolver. Não sei quantas outras famílias estarão na mesma situação. Mas sei que nenhuma deveria ser obrigada a passar por isto. Por tudo isto, EXIJO PUBLICAMENTE AO IHRU: 1. Uma explicação clara e transparente sobre a persistência deste problema informático desde junho de 2026. 2. A disponibilização urgente de um procedimento alternativo que permita apresentar candidaturas enquanto a plataforma não estiver operacional. 3. O reconhecimento das tentativas de candidatura efetuadas durante o período de indisponibilidade do sistema. 4. O esclarecimento sobre a salvaguarda dos direitos dos candidatos e a eventual atribuição de apoios relativos aos meses em que estiveram impedidos de apresentar os respetivos pedidos, desde que cumpridos os requisitos legais. 5. Uma resposta concreta, com indicação das medidas que estão a ser tomadas e dos prazos previstos para a resolução do problema. NÃO É ACEITÁVEL QUE UMA FALHA DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA POSSA TRANSFORMAR-SE NUM PREJUÍZO PARA QUEM MAIS PRECISA DE APOIO. Estou cansada de reclamar. Estou cansada de tentar resolver um problema que não provoquei. Estou cansada de ver os meses passar enquanto a minha situação económica se torna cada vez mais difícil. E, acima de tudo, estou cansada de sentir que a minha voz não é ouvida. Não peço caridade. Peço respeito, responsabilidade e o direito de aceder a um serviço público que deveria estar ao alcance de todos os cidadãos. Apelo também à comunicação social e às entidades responsáveis pela fiscalização da Administração Pública para que olhem para esta situação e procurem perceber quantas famílias estarão a ser prejudicadas. A dignidade das famílias não pode ficar eternamente à espera de que alguém resolva um erro informático. Quatro meses já foram tempo demais. QUANTO TEMPO MAIS TEREMOS DE ESPERAR?

Em curso
F. L.
28/10/2026

Conta Instagram desativada

: Desativação arbitrária de conta de Instagram e violação dos direitos do consumidor / RGPD Exmos. Senhores do Apoio Jurídico da DECO, Venho por este meio solicitar a vossa intervenção junto da empresa Meta Platforms Ireland Limited, devido à desativação injustificada da minha conta de Instagram com o utilizador [ @djfabio_lux ]. No dia [23 de outubro de 2026 desativação], a minha conta foi desativada sem qualquer aviso prévio ou explicação fundamentada. Descarreguei os meus dados pessoais fornecidos pela plataforma, o que prova a minha titularidade, mas continuo privado(a) de aceder à minha rede de contactos e ao meu histórico. Considero esta ação uma prática comercial abusiva, unilateral e uma violação do direito à informação e transparência. A plataforma não me permitiu exercer o direito ao contraditório através de uma revisão humana célere. Face ao exposto, exijo: 1. A reativação imediata da referida conta; 2. Alternativamente, uma fundamentação detalhada e humana sobre o motivo do bloqueio. Atenciosamente, Fabio Justiniano luz Telefone 963316364 E-mail :Fabioperilo71@gmail.com

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