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Revogação de contrato
Venho por meio deste abrir uma reclamação contra a Medicare saúde, pois entrei em contato com a mesma para solicitar o cancelamento do seguro e a mesma informou que não terá como cancelar porque o contrato foi renovado automaticamente. Eu solicitei o cancelamento por está desempregada e por não estar fazendo uso do serviço, acho uma falta de respeito com os clientes e ocultação de informações, pois quando contratei o serviço o atendente não informou isso. Como pode a Medicare renovar um contrato sem se quer consultar o cliente se tem interesse em permanecer com o serviço? Isso é um absurdo! Peço a ajuda de vocês para sanar esse problema, desejo revogação do contrato.
Cirurgia Adiada
Venho por este meio apresentar uma reclamação o Doente: Tiago Miguel Silva Chambel, utente Nº 492872533. Na passada Segunda Feira dia 06/04/26 fomos contactados pelos serviços do Hospital Dona Estefania tinha cirurgia para dia 08/04/2026. Hoje dia 08/04 na hora marcada estavamos lá para internar o nosso filho para o procedimento, chegaram 2 medicos que nos perguntaram pelas Analises, não tinhamos ainda feito que era da responsabilidade do hospital, acabaram por serem feitas, nisto horas a espera. No periodo da tarde cerca das 15h os medicos voltaram a aparecer nos avisar que a cirurgia ficaria remarcada para o dia 22/04 relatei com gasto de combustivel, auto estrada, refeição e perda de trabalho quem pagaria? pouco depois chega o anastesista para fazer consulta, na qual relatou nao tinham disponiveis anastesistas para que a cirurgia fosse feita, voltei a falar o mesmo assunto. Com toda a nossa indignação o nosso filho passou horas sem comer, sendo que houve 1 enfermeira se dispos para que a criança comesse algo e agradecemos pelo gesto. O Serviço Clinico seja quem for não tem competencia sequer para gerir da melhor forma, e inadmissivel estes tipos de ocorrencias, uma gestão com boa organização nao haveria faltas de incompetencia.
RECLAMAÇÃO E CANCELAMENTO IMEDIATO – Contrato N.º 51100015176
À Administração / Apoio ao Cliente da Medicare, Venho por este meio comunicar a minha oposição formal à renovação do contrato N.º 51100015176 (celebrado telefonicamente a 23/10/2024) e exigir o seu cancelamento imediato, sem qualquer penalização ou carência. Esta decisão fundamenta-se nos seguintes pontos: Dificuldades Financeiras: Por motivos de força maior, não tenho capacidade financeira para suportar este custo, tendo mantido, até à data, todos os pagamentos em dia, apesar do esforço pessoal. Violação do Dever de Informação: No contacto de ontem, dia 02/04/2026, fui surpreendida com a informação de que estaria vinculada até 23/09/2026. Aquando da venda telefónica, não fui informada de períodos de fidelização nem de renovações automáticas sem aviso prévio. A renovação automática sem notificação atempada ao consumidor configura uma prática abusiva. Inexistência de Vínculo Legal (DL 24/2014): O contrato foi celebrado por telefone e, até hoje, nunca assinei qualquer documento nem enviei consentimento escrito (e-mail ou carta) a aceitar as condições, conforme exige o Artigo 5.º, n.º 7 do Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro. Segundo a lei, o consumidor só fica vinculado após a assinatura da oferta ou envio de consentimento escrito. Na ausência deste, o contrato é nulo no que toca a obrigações de fidelização. Face ao exposto, não reconheço a validade da renovação imposta e informo que: Considero o contrato rescindido a partir desta data; Procedi ao cancelamento da autorização de débito direto no banco; Não autorizo qualquer nova cobrança. Caso a Medicare insista na manutenção forçada de um contrato sem base legal de consentimento escrito, apresentarei queixa formal junto da ASAE e no Livro de Reclamações Eletrónico, invocando a violação direta dos direitos do consumidor. Fico a aguardar a confirmação por escrito do cancelamento. Atentamente Ana Carvalho
Ausencia de reembolso
No dia 10 de março de 2026, realizei a compra de artigos no valor de 135,97€ no site da vidaXL, tendo efetuado o pagamento imediato via MB WAY. Após várias tentativas de contacto para perceber o atraso na confirmação, a empresa informou-me recentemente que a encomenda foi cancelada. No entanto, quase um mês depois da transação original, o valor não me foi devolvido. A empresa recusa-se a apresentar um comprovativo bancário do estorno (documento PDF ou código ARN), limitando-se a enviar prints de sistema interno que não têm validade financeira. O meu banco confirma que não existe qualquer reembolso pendente.
Dificuldade em cancelar
Tento entender como essa empresa consegue ser tao ruim , liguei dia 30 /3 para fazer o cancelamento, dai fui informada que o mesmo seria cancelado, dai hoje me liga uma pessoa da medicare informando que nao ser cancelado por meu contrato vence dia 27/4 ou seja nem tem 1ANO e nao posso cancelar???? Que política e essa ?? Se o contrato e de 1 ano e nem 1 ano tem ainda pois so faz dia 27/4 dizem que vai ser Renovado novamente .. SEM EU QUERER . FALTA DE RESPEITO TOTAL .
Não consigo efetuar o cancelamento
Venho externar minha indignação e insatisfação com a Medicare, no que diz respeito as informações sobre cancelamento. Em 2025 fui surpreendido com a renovação automatica do plano. Algo que, pelos relatos no aqui, aparentemente é comum na prestação de serviço deles. Neste mesmo contato, fui informado que em Abril de 2026 poderia efetuar o cancelamento do serviço. Antes da faturação, que é feita no dia 15. Hoje, 06/04/26, fui novamente surpreendido. Fui informado que teria até o dia 03/04/26 para realizar o cancelamento. Vale lembrar que dia 03/04 foi feriado e o dia o útil subsequente seria no dia 06/04/23. As informações são sempre divergentes, quando entro em contato antes nunca há a possibilidade de cancelamento. Dizem que temos que informar 30 dias antes da última faturação. E agora informam que é o dia de celebração do contrato. Terei que buscar medidas judiciais para solucinar o problema?
Recebi uma encomenda por engano muito inferior ao valor pago
Paguei uma máquina de soldar da Festool por 50 euros e enviaram-me uma caixa de ferramentas no valor de 5 euros
Práticas agressivas na venda de aparelho auditivo e recusa da resolução dentro do prazo legal
Quero reportar uma situação grave ocorrida com uma pessoa idosa da minha família, de 72 anos, diabética e vulnerável, relacionada com a venda forçada de um aparelho auditivo. No dia 21.03.2026, foi contactada por telefone para um alegado rastreio auditivo gratuito. Apesar de inicialmente recusar, acabou por aceitar devido à insistência, acreditando tratar-se de uma consulta legítima, tendo-lhe sido oferecido transporte de ida e volta. Foi então conduzida para uma tenda na zona de Santo António, ilha da Madeira, onde permaneceu das 11h00 às 15h00, sem que lhe fosse permitido regressar a casa apesar de o solicitar repetidamente. Durante esse período, estando sem comer e com problemas de saúde, foi sujeita a forte pressão psicológica para adquirir um aparelho auditivo com valor superior a 7000 EUR. Foram feitas afirmações alarmistas e enganosas, incluindo que, caso não adquirisse o equipamento, poderia ficar surda, desenvolver Alzheimer ou até ficar acamada. Após cerca de quatro horas sob pressão, acabou por assinar um contrato de crédito com a Credibom para possibilitar a compra do aparelho. No dia 24.03.2026, dentro do prazo legal de livre resolução, tentámos devolver o aparelho e cancelar o contrato na loja física da Madeira. A empresa dificultou o processo e recusou aceitar a devolução, alegando a falta de um acessório que nunca foi entregue. Com orientação da DECO, o equipamento foi enviado por correio registado para a sede, mas a empresa recusou recebê-lo, encontrando‑se a encomenda ainda nos CTT. Consideramos existir a prática de métodos comerciais desleais e agressivos, coação e aproveitamento da vulnerabilidade de uma pessoa idosa, que foi literalmente recolhida na sua própria casa para ser conduzida a este processo de venda. Solicito apoio para: Garantir a aceitação da devolução do equipamento; Assegurar o direito à resolução do contrato de crédito dentro do prazo legal; Apoiar os procedimentos necessários para responsabilização da empresa. Trata-se de uma situação que coloca em risco outros consumidores, especialmente pessoas idosas. O mais preocupante é que, após contacto com diversas entidades competentes, fomos informados de que situações semelhantes estão a acontecer frequentemente, todos os dias. A pergunta que deixo é: como é possível que isto esteja a acontecer repetidamente sem que sejam tomadas medidas eficazes? Quem presencia estas práticas e nada faz torna-se cúmplice destes esquemas.
Reclamação — Recusa Indevida de Reembolso
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente à recusa de reembolso de despesas médicas referentes a sessões de psicoterapia realizadas a 10/11/2025, 17/11/2025 e 24/11/2025, no valor total de 180€ (três sessões de 60€ cada). I. DOS FACTOS 1. O reclamante realizou três sessões de psicoterapia nas datas de 10/11/2025, 17/11/2025 e 24/11/2025, no valor de 60€ cada, totalizando 180€. 2. Ao tentar submeter o pedido de reembolso através da aplicação da ASISA/AdvanceCare, o reclamante deparou-se repetidamente com impedimentos técnicos que impossibilitavam o envio das despesas pela via digital. Esta situação foi reportada à ASISA em múltiplas ocasiões, tendo sido recusado um método alternativo de submissão. 3. O reclamante submeteu o pedido de reembolso em 12/12/2025, dentro do prazo de 90 dias contados da data da última despesa (24/11/2025), conforme exigido pelo artigo 22.º, n.º 4, alínea e) das Condições Gerais. 4. Em 15/12/2025, a ASISA recusou o pedido por alegada falta de informação, sem identificar qualquer prazo para entrega da mesma e sem qualquer comunicação escrita nesse sentido. 5. O reclamante procedeu à obtenção de novo relatório médico junto do prestador de saúde e resubmeteu toda a informação em 20/03/2026. 6. Em 24/03/2026, a ASISA recusou novamente o pedido, alegando que haviam decorrido mais de 90 dias desde a data das despesas. Adicionalmente, um colaborador da ASISA indicou por via telefónica que, a partir da primeira resposta da seguradora, contaria também um novo prazo de 90 dias para resubmissão de informação. II. DO DIREITO 1. O prazo de 90 dias previsto no artigo 22.º, n.º 4, alínea e) das Condições Gerais é contado exclusivamente a partir da data de realização do ato médico. O pedido inicial foi submetido em 12/12/2025, dentro desse prazo, tendo a obrigação contratual sido integralmente cumprida pelo reclamante. 2. As Condições Gerais não preveem, em nenhuma das suas cláusulas, qualquer prazo de resubmissão contado a partir de uma resposta da seguradora. A regra invocada verbalmente por um colaborador da ASISA carece de qualquer suporte contratual e não pode, por isso, ser oponível ao reclamante. 3. O artigo 26.º das Condições Gerais estabelece que as comunicações e notificações entre as partes devem revestir forma escrita e ser prestadas por qualquer meio de que fique registo duradouro. Uma instrução transmitida verbalmente por telefone não preenche este requisito e não produz efeitos contratuais. 4. Os impedimentos técnicos da aplicação, reportados pelo reclamante em diversas ocasiões e sem que tenha sido disponibilizado um método alternativo de submissão, constituem um obstáculo imputável à própria seguradora, não podendo o reclamante ser prejudicado por dificuldades que lhe são alheias. 5. Não seria conforme à boa-fé contratual que a seguradora beneficiasse da sua própria recusa, e dos obstáculos técnicos por si não resolvidos, para criar uma situação de incumprimento de prazo por parte do reclamante. III. DO PEDIDO Face ao exposto, vem o reclamante solicitar: 1. A revisão e deferimento do pedido de reembolso no valor de 180€, relativo às sessões de psicoterapia realizadas a 10/11/2025, 17/11/2025 e 24/11/2025; 2. A identificação, por escrito, da cláusula contratual concreta que suporta a regra dos 90 dias contados a partir da primeira resposta da seguradora, invocada em chamada telefónica; 3. Resposta escrita e fundamentada à presente reclamação no prazo de 20 dias, nos termos do artigo 28.º das Condições Gerais. O reclamante reserva-se no direito de, não sendo obtida resposta satisfatória, escalar a presente reclamação ao Provedor do Cliente e à Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF).
Negligência Clínica e Diagnóstico à Pressa (10 minutos)
Procurei esta psiquiatra, Dra Sofia Nava, num momento de vulnerabilidade, pedindo ajuda específica para questões metabólicas e de peso, confiando no vasto currículo anunciado. A experiência foi traumática e clinicamente irresponsável. - Falta de Escuta e Histórico: A médica praticamente não olhou para mim durante as consultas, mantendo o foco exclusivo no computador. Nunca demonstrou interesse pelo meu histórico clínico ou pelas minhas queixas reais. -Diagnóstico 'Flash': Num tempo recorde de 10 minutos (na primeira consulta, porque as restantes foram ainda menos tempo), diagnosticou-me com Fibromialgia — um diagnóstico complexo que exige exclusão de outras patologias e uma análise profunda que nunca existiu. - Medicação Pesada para Diagnóstico Errado: Prescreveu-me Duloxetina, uma medicação fortíssima, ignorando o meu pedido de ajuda para o peso. O resultado foi um ganho de peso drástico (9kg em 3 meses), retenção de líquidos severa e um desequilíbrio metabólico que agora estou a tentar reverter com outros profissionais. - Consultas de 6 Minutos: As consultas seguintes eram meros atos administrativos de 'passar receita'. Duravam entre 6 a 10 minutos, com um claro objetivo de 'despachar' o paciente, exigindo visitas mensais apenas para renovar a medicação, sem qualquer acompanhamento terapêutico ou avaliação de efeitos secundários. Sinto que fui tratada como um número numa linha de montagem e não como um ser humano. Graças a uma segunda opinião, descobri que o diagnóstico estava errado e que a medicação era totalmente desadequada para o meu caso (Ciclotimia/TDAH). Não recomendo Esta 'profissional' a ninguém que procure um diagnóstico sério e cuidado. Ainda or mais falamos de uma áres muito sensivel e com cuidados redobrados. Com os melhosres cumprimentos, SC
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