Reclamações públicas

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R. D.
17/09/2026

Falta de informação e acompanhamento de reparação de vinoteca Cecotec

Venho apresentar uma reclamação relativamente à assistência prestada pela Cecotec no âmbito da reparação da minha vinoteca, que foi recolhida no dia 31/08/2026 para ser encaminhada para a assistência técnica. Desde a recolha, não recebi qualquer informação concreta sobre o estado do equipamento, diagnóstico, reparação ou previsão de devolução. Já contactei o serviço de apoio ao cliente da Cecotec por telefone nos dias 03/09, 10/09 e 17/09/2026. Nas três ocasiões fui atendido pela colaboradora Gabriele. Em todas as chamadas foi-me transmitido essencialmente o mesmo: o processo continua com o estado genérico "em processo" e seria enviado um pedido de urgência ao departamento responsável para que este entrasse em contacto comigo. Na chamada de 10/09, fui informado de que já tinha sido efetuada uma reclamação junto do departamento responsável e que seria contactado assim que houvesse uma resposta. No entanto, até ao dia 17/09/2026, não recebi qualquer contacto ou informação desse departamento. Na terceira chamada, realizada em 17/09, a colaboradora Gabriele confirmou novamente que o processo continua apenas como "em processo" e que o serviço de apoio ao cliente não tem qualquer informação adicional sobre o equipamento. Mais uma vez, foi efetuado um pedido de urgência ao departamento responsável. Ou seja, apesar de já terem sido realizados três contactos telefónicos e sucessivos pedidos de urgência, continuo sem saber sequer: onde se encontra atualmente a minha vinoteca; se o equipamento já foi analisado pela assistência técnica; qual é o defeito identificado; se o equipamento será reparado ou substituído; qual a previsão para conclusão do processo; quando poderei receber novamente o equipamento. Compreendo que uma reparação possa exigir algum tempo. No entanto, considero particularmente insatisfatório que, após mais de duas semanas desde a recolha do equipamento e após três contactos com o serviço de apoio ao cliente, a única informação disponível continue a ser simplesmente "em processo", sem qualquer contacto por parte do departamento responsável. Importa ainda salientar que, em nenhuma das três chamadas, o serviço de apoio ao cliente conseguiu fornecer qualquer informação concreta ou encaminhar a situação para um responsável/supervisor, limitando-se a efetuar novamente um pedido de urgência. O que pretendo é uma resposta concreta sobre o estado do equipamento, o diagnóstico e a solução prevista, bem como uma previsão para a conclusão do processo e devolução da vinoteca. Solicito, por isso, a intervenção da DECO PROteste no sentido de ajudar a obter uma resposta efetiva da Cecotec e a resolução deste processo. Tenho disponíveis os comprovativos da recolha do equipamento e os registos/comunicações efetuados com a Cecotec, que poderei anexar à reclamação. Pretendo que a Cecotec me informe concretamente sobre o estado da reparação e proceda à reparação ou substituição do equipamento dentro dos prazos legalmente aplicáveis.

Em curso
P. P.
17/09/2026

Ikea não muda

Temos de começar a falar do que realmente se passa dentro da IKEA Portugal. Há colaboradores e ex-colaboradores que falam de assédio, perseguição, pressão, medo, abuso de poder, favoritismo e pessoas que foram tratadas de forma injusta simplesmente por terem entrado em conflito com determinadas chefias ou por terem levantado problemas. E isto não pode continuar a ser tratado como se fossem apenas "queixas de colaboradores". Há casos concretos . Por exemplo, o caso da Maria, da IKEA Food, que, segundo os relatos, viu o seu posto e responsabilidades serem reduzidos. Em vez de sentir apoio, terá sentido cada vez mais pressão e que a culpa era dela., Adirecao, Service Office e People and Culture fizeram pressão e perseguicão. Também existem relatos sobre a pressão exercida por pessoas ligadas ao People & Culture e ao Service Office, fazendo colaboradores sentirem-se mal, culpados e responsáveis pelos problemas que estavam a denunciar. E a Maria não é a única. A Inês, a Carla, a Sandra e muitos outros colaboradores e ex-colaboradores relatam situações que lhes causaram sofrimento e que ainda hoje têm consequências para eles. Há pessoas que foram silenciadas. Há pessoas que deixaram de falar porque perceberam que falar podia trazer problemas. Há pessoas que dizem ter sido pressionadas a assinar cartas de rescisão ou a sair da empresa, porque sentiam que, se não aceitassem, a sua vida dentro da IKEA iria tornar-se impossível. Também existem relatos envolvendo chefias como Bruno Nabias, João Ventura, Ivo, Sergio Botelho e outras pessoas em posições de responsabilidade. Segundo colaboradores e ex-colaboradores, algumas destas chefias terão contribuído para situações de pressão, perseguição e desgaste, com o conhecimento ou apoio de outras estruturas da empresa. Não pode ser sempre o colaborador a ser considerado o problema. Não pode ser sempre a chefia a ser protegida. Não pode ser sempre o colaborador a sair, enquanto quem está no poder continua no mesmo lugar. É preciso ouvir pessoas como Maria, Inês, Carla, Sandra e tantos outros que dizem ter passado por situações semelhantes. E é preciso ouvir essas pessoas sem as colocar frente a frente com as chefias de quem têm medo. A IKEA fala muitas vezes de valores, respeito, igualdade e de criar um bom ambiente de trabalho. Então esses valores também têm de existir quando um colaborador denuncia uma chefia. Não podemos ter uma IKEA bonita por fora e colaboradores com medo por dentro. Também está na altura de questionar o papel de Bárbara Graf, Lélia Pontes, People & Culture, Service Office e das chefias envolvidas nestes casos. Chegou o momento de mudar. Porque ninguém deveria ter medo de ir trabalhar. Ninguém deveria ser perseguido por falar. Ninguém deveria perder responsabilidades por levantar a voz e ter medo de ser sindicalizado, pois a Ikea não deixa os sindicatos entrarem.

Em curso
P. P.
17/09/2026

Algo que Ikea não quer mudar

Temos de começar a falar do que realmente se passa dentro da IKEA Portugal. Há colaboradores e ex-colaboradores que falam de assédio, perseguição, pressão, medo, abuso de poder, favoritismo e pessoas que foram tratadas de forma injusta simplesmente por terem entrado em conflito com determinadas chefias ou por terem levantado problemas. E isto não pode continuar a ser tratado como se fossem apenas "queixas de colaboradores". Há casos concretos . Por exemplo, o caso da Maria, da IKEA Food, que, segundo os relatos, viu o seu posto e responsabilidades serem reduzidos. Em vez de sentir apoio, terá sentido cada vez mais pressão e que a culpa era dela., Adirecao, Service Office e People and Culture fizeram pressão e perseguicão. Também existem relatos sobre a pressão exercida por pessoas ligadas ao People & Culture e ao Service Office, fazendo colaboradores sentirem-se mal, culpados e responsáveis pelos problemas que estavam a denunciar. E a Maria não é a única. A Inês, a Carla, a Sandra e muitos outros colaboradores e ex-colaboradores relatam situações que lhes causaram sofrimento e que ainda hoje têm consequências para eles. Há pessoas que foram silenciadas. Há pessoas que deixaram de falar porque perceberam que falar podia trazer problemas. Há pessoas que dizem ter sido pressionadas a assinar cartas de rescisão ou a sair da empresa, porque sentiam que, se não aceitassem, a sua vida dentro da IKEA iria tornar-se impossível. Também existem relatos envolvendo chefias como Bruno Nabias, João Ventura, Ivo, Sergio Botelho e outras pessoas em posições de responsabilidade. Segundo colaboradores e ex-colaboradores, algumas destas chefias terão contribuído para situações de pressão, perseguição e desgaste, com o conhecimento ou apoio de outras estruturas da empresa. Não pode ser sempre o colaborador a ser considerado o problema. Não pode ser sempre a chefia a ser protegida. Não pode ser sempre o colaborador a sair, enquanto quem está no poder continua no mesmo lugar. É preciso ouvir pessoas como Maria, Inês, Carla, Sandra e tantos outros que dizem ter passado por situações semelhantes. E é preciso ouvir essas pessoas sem as colocar frente a frente com as chefias de quem têm medo. A IKEA fala muitas vezes de valores, respeito, igualdade e de criar um bom ambiente de trabalho. Então esses valores também têm de existir quando um colaborador denuncia uma chefia. Não podemos ter uma IKEA bonita por fora e colaboradores com medo por dentro. Também está na altura de questionar o papel de Bárbara Graf, Lélia Pontes, People & Culture, Service Office e das chefias envolvidas nestes casos. Chegou o momento de mudar. Porque ninguém deveria ter medo de ir trabalhar. Ninguém deveria ser perseguido por falar. Ninguém deveria perder responsabilidades por levantar a voz e ter medo de ser sindicalizado, pois a Ikea não deixa os sindicatos entrarem.

Em curso
T. M.
16/09/2026

Encomenda não recebida

Caros, A única mensagem que recebi da empresa foi após o pagamento e confirmação da encomenda. Após isso, nenhum retorno a mensagem, nenhuma informação sobre a encomenda e nenhuma previsão de entrega. Fiz uma encomenda grande e gostaria de receber ela ou o dinheiro de volta.

Em curso
S. F.
16/09/2026

Condicionamento do acesso às máquinas SDR (Volta) nos parques mercadona

Assunto: Condicionamento do acesso às máquinas do Sistema de Depósito e Reembolso (Volta) nos parques de estacionamento Mercadona -Canidelo Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente às condições de acesso às máquinas de recolha de embalagens integradas no Sistema de Depósito e Reembolso (SDR – Volta) existentes em estabelecimentos Mercadona-Canidelo. Recentemente, o parque de estacionamento do estabelecimento Mercadona onde utilizo as máquinas Volta passou a funcionar com cancelas e controlo de acesso/saída. Esta alteração criou uma situação que considero incompatível com o espírito e os objetivos do Sistema de Depósito e Reembolso. Um cidadão que se desloque ao estabelecimento exclusivamente para devolver embalagens abrangidas pelo SDR entra no parque para aceder às máquinas Volta, mas, se não realizar uma compra no Mercadona, não beneficia da validação do estacionamento. Assim, para conseguir sair do parque, fica perante duas alternativas: realizar uma compra que não pretendia fazer ou pagar o estacionamento pelo tempo necessário para proceder à devolução das embalagens. Esta situação parece-me particularmente problemática porque as máquinas Volta não constituem um serviço privado destinado exclusivamente aos clientes que efetuem compras naquele supermercado. Fazem parte de um sistema nacional de depósito e reembolso cuja finalidade é permitir aos consumidores devolver as embalagens abrangidas e recuperar o valor do depósito anteriormente pago. Consequentemente, não considero razoável que o exercício desse direito fique, na prática, sujeito à realização de uma compra adicional no estabelecimento ou ao pagamento de uma quantia para estacionar. A situação é ainda mais relevante atendendo ao modo como a rede de recolha está implementada: as máquinas de devolução encontram-se predominantemente associadas aos estabelecimentos comerciais e, muitas vezes, localizadas no interior ou na área dos respetivos parques de estacionamento. O consumidor necessita, portanto, de conseguir aceder efetivamente a esses equipamentos, independentemente de pretender ou não efetuar compras nesse estabelecimento. Não contesto o direito do Mercadona de estabelecer regras de utilização ou de cobrança pelo seu parque de estacionamento. O que contesto é que essas regras sejam aplicadas de uma forma que torne oneroso o acesso a um equipamento do SDR por parte de quem apenas pretende devolver embalagens. A solução parece, aliás, extremamente simples: deverá ser disponibilizada a validação gratuita do estacionamento às pessoas que utilizem as máquinas Volta, mesmo quando não efetuem qualquer compra no Mercadona, eventualmente através do comprovativo emitido pela própria máquina de devolução ou de outro mecanismo de validação. Não considero aceitável que um consumidor que já pagou o depósito associado às embalagens tenha posteriormente de suportar um custo adicional para conseguir aceder ao equipamento destinado precisamente a permitir a sua devolução e o respetivo reembolso. Esta situação pode ainda funcionar como um desincentivo à devolução das embalagens, contrariando diretamente os objetivos ambientais, de circularidade e de aumento das taxas de recolha que justificam a implementação do SDR. Assim, solicito: 1. Ao Mercadona, que reveja esta prática e implemente um mecanismo que permita validar gratuitamente o estacionamento de qualquer utilizador das máquinas Volta, independentemente da realização de compras; 2. À entidade gestora/responsável pelo Sistema de Depósito e Reembolso – Volta, que esclareça se considera admissível que o acesso a um ponto de recolha do SDR fique sujeito, direta ou indiretamente, ao pagamento de estacionamento ou à realização de uma compra; 3. À DECO e às entidades competentes em matéria de defesa do consumidor, que analisem se esta prática respeita os direitos dos consumidores e as regras aplicáveis ao funcionamento e acessibilidade da rede de recolha do SDR; 4. Que seja esclarecido quais são os requisitos de acessibilidade efetiva aos pontos de recolha que os estabelecimentos aderentes ao SDR têm de assegurar, designadamente quando os equipamentos estão instalados em parques de estacionamento privados sujeitos a pagamento. Considero fundamental que esta questão seja esclarecida também para o futuro. O sucesso do Sistema de Depósito e Reembolso depende de uma rede de recolha verdadeiramente acessível à população. Devolver uma embalagem não pode implicar ser obrigado a comprar alguma coisa no supermercado onde está instalada a máquina nem pagar para conseguir aceder à máquina e sair do local. No mínimo, quem comprovar a utilização da máquina Volta deverá beneficiar da validação do estacionamento pelo período necessário à devolução das embalagens, independentemente de qualquer compra. Agradeço resposta por escrito e informação sobre as medidas que serão adotadas relativamente a esta situação. Com os melhores cumprimentos,

Em curso
C. P.
16/09/2026

CREATE - Atraso na substituição de peça danificada em artigo novo

Exmos srs., Adquiri um candeeiro de teto com ventoinha incorporada, que chegou com o óculo de proteção partido, no dia 17/08/26. No próprio dia, participei a situação através do site e enviei um email, incluindo fotografias da peça partida e da embalagem, onde os danos eram visíveis. Após várias semanas de espera, a CREATE solicitou-me novamente a confirmação da peça danificada com base no manual do artigo. Respondi com uma descrição detalhada e novas fotos, esclarecendo qualquer possível dúvida, no dia 02/09/26. Mais tarde, fui informada por email que o assunto tinha sido encaminhado para o serviço técnico. No entanto, apesar de tudo isto, quando verifiquei o estado do processo, indicavam que estavam a aguardar a minha resposta desde o início do mês, o que não corresponde à verdade, pois já tinha respondido e até me enviaram a confirmação. Já passou um mês desde que apresentei a reclamação e continuo sem qualquer indicação sobre o procedimento de troca. Comprei este artigo para ser utilizado durante o verão e, a este ritmo, daqui a pouco deixará de fazer sentido. Peço apoio e uma solução para este problema, pois considero a situação inaceitável.

Resolvida
J. P.
16/09/2026
Padaria e pastelaria Katia

Arrogância da responsável

Venho desta forma demonstrar o meu profundo desagrado pelos serviços prestados pela empresa acima sitada, a empregada que nos serviu enganou-se no bolo por 2 vezes e quando me dirigi ao balcao fui mal atendido pela gerente, a forma que a senhora falou foi no minimo indecente, nao tem os bolos identificados e querem que nós cliente saibamos o bolo de todos os bolos à maneira deles, no fim ainda fui questionado o que iriam fazer com os bolos que levaram erradamente para a mesa, pois não era o solicitado

Em curso
S. L.
15/09/2026

Recusa de troca

No dia 31 de agosto, comprei um The One Pro na ourivesaria Atlantis, no Fórum Montijo. No dia 13 de setembro, apercebi-me de que o relógio não vibrava. Ontem, dia 14, tentei fazer o reset e desemparelhar o relógio do telemóvel para ver se resolvia o problema, mas sem sucesso. Por isso, fui pessoalmente à ourivesaria Atlantis, no Fórum Montijo, por volta das 17h15, para pedir a troca do relógio, já que só tinha 15 dias de uso. Na loja, disseram-me logo que o relógio provavelmente teria de ser enviado para a fábrica. Considero isto completamente inaceitável, pois o relógio é praticamente novo. Disseram então que me iam ligar até às 19h, porque era a hora de fecho dos escritórios. Como me tinha esquecido do carregador em casa, tive de lá voltar e insisti com a funcionária, que me respondeu que era política da empresa. Hoje de manhã, recebi uma chamada a informar que ou o relógio vai para a fábrica ou sou eu a contactar a marca para resolver o problema. Resumindo: compro um relógio, dão-me garantia, ao fim de 15 dias deixa de funcionar corretamente e a solução apresentada pela loja é só enviá-lo para a fábrica ou então ser eu própria a tentar resolver com a marca.

Em curso
J. R.
15/09/2026

Conta congelada na shein

Exmos. Senhores, ( Tenho uma conta na shein a anos, compro sempre e agora eles congelaram minha conta sem motivos, falei com atendente online e o mesmo disse q não pode resolver o problema e quem resolve o próprio e sistema, sendo q não diz o motivo pelo qual foi congelada e nem da um prazo para q o problema seja resolvido, conta essa que e sempre ativa, contem saldo na carteira e pontos. Quero uma solução.) Cumprimentos.

Em curso
C. C.
15/09/2026

Incidente grave em escadas rolantes, vestido inutilizado e ausência de resposta da loja

No passado dia 30 de agosto, na loja Maisons du Monde de Alfragide/Carnaxide, o meu vestido ficou preso nas escadas rolantes, colocando-me em risco real de queda. O técnico encontrava-se em loja e tentou resolver a situação, nomeadamente através da paragem das escadas rolantes. Não tendo sido possível libertar o vestido em segurança, acabou por ser necessário cortá-lo, ficando o mesmo completamente inutilizado. A situação foi ainda mais preocupante por eu ter antecedentes médicos relevantes, pelo que uma eventual queda poderia ter tido consequências físicas sérias. O incidente foi reportado de imediato em loja e posteriormente por telefone e email. Desde então, tenho solicitado uma resposta concreta relativamente ao sucedido, às medidas tomadas e à forma como a empresa pretende compensar-me pelo risco, pelo transtorno causado e pelo dano material sofrido. Apesar de me ter sido comunicado que o processo tinha sido encaminhado para o departamento responsável e, posteriormente, escalado à Direção do Serviço de Apoio ao Cliente e à equipa de Segurança com “caráter de máxima urgência”, passaram já mais de duas semanas desde o incidente sem qualquer conclusão, esclarecimento ou proposta concreta de resolução. Tenho recebido apenas respostas a indicar que o assunto se encontra “em análise”, sem qualquer prazo ou desfecho. Considero esta situação inaceitável, sobretudo tratando-se de um incidente de segurança que poderia ter tido consequências graves e que resultou também na destruição de um bem pessoal. Pretendo uma resposta formal e conclusiva, esclarecimento sobre as medidas tomadas relativamente ao incidente e uma proposta de compensação adequada face à gravidade da situação, ao risco a que fui exposta, ao transtorno causado e ao vestido que ficou inutilizado. Aguardo uma resposta concreta e célere por parte da Maisons du Monde.

Encerrada

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