Reclamações públicas

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A. R.
18/06/2026

TAP cancelou voo TP753, reencaminhou passageiros 48h depois e dificultou pedido de compensação

A TAP Air Portugal cancelou/reagendou o voo TP753 Copenhaga (CPH) - Lisboa (LIS), previsto para 03/06/2026, colocando dois passageiros familiares apenas no voo TP753 de 05/06/2026. O resultado foi uma chegada a Lisboa cerca de 48 horas depois da hora inicialmente prevista. A TAP comunicou a alteração/cancelamento pela primeira vez por email em 29/05/2026 às 20:40, para um voo previsto para 03/06/2026 às 12:45. Ou seja, o aviso foi dado menos de 7 dias antes da partida. Mesmo admitindo a existência de uma greve geral em Portugal nesse dia, essa greve era conhecida antes da data do voo. A TAP tinha obrigação de planear, informar os passageiros atempadamente e procurar alternativas razoáveis. O que está em causa não é apenas a greve: é a falta de aviso útil, a ausência de uma alternativa de regresso antes de 05/06/2026 e o facto de os passageiros terem ficado retidos em Copenhaga cerca de 48 horas. No momento do cancelamento, a TAP disponibilizou na app a opção de pedir reembolso ou aceitar/reagendar o voo. Porém, para passageiros que precisavam de regressar a Portugal, o reembolso não era uma solução prática. A única alternativa de viagem efetivamente apresentada pela TAP foi um voo cerca de 48 horas depois. Assim, o facto de a TAP ter disponibilizado uma opção de reembolso não resolve o problema. A questão central é que a TAP não apresentou uma alternativa razoável de regresso antes de 05/06/2026, nem demonstrou ter procurado soluções como voo no próprio dia, voo no dia seguinte, ligação alternativa, outro aeroporto razoável, outra companhia aérea ou outro meio de transporte disponível. Os passageiros aceitaram o reagendamento porque precisavam de regressar a Portugal. Essa aceitação não elimina o prejuízo causado por ficarem retidos em Copenhaga durante mais dois dias, nem as despesas adicionais causadas pela situação. Um dos passageiros tem mobilidade limitada, o que tornou a situação ainda mais difícil. Durante a estadia adicional forçada, foram suportadas despesas de alojamento no valor de 378 EUR e despesas de transporte Uber/Bolt, devidamente documentadas. Submeti reclamação formal no site da TAP ao abrigo do Regulamento (CE) n.º 261/2004, solicitando: * compensação fixa de 400 EUR por passageiro, total de 800 EUR; * reembolso das despesas necessárias de alojamento e transporte; * explicação escrita da causa concreta do cancelamento/reagendamento; * prova específica caso a TAP pretenda invocar circunstâncias extraordinárias. A reclamação direta à TAP tem a referência 2026-0000988833. Também submeti reclamação no Livro de Reclamações com a referência ROR00000000045629326. O formulário de reclamação da TAP foi também problemático. Indicava limites de anexos pouco claros, impôs limite total de tamanho e número máximo de ficheiros, e a primeira tentativa falhou com uma mensagem genérica “Description”, sem explicar o erro nem indicar que campo ou documento estava a causar o problema. Só depois de reduzir texto, comprimir documentos e reorganizar anexos foi possível submeter a reclamação. Considero que este processo cria obstáculos injustificados ao exercício dos direitos dos passageiros previstos no Regulamento (CE) n.º 261/2004. Solicito que a TAP: 1. responda formalmente à reclamação; 2. pague a compensação devida de 800 EUR; 3. reembolse as despesas necessárias causadas pelo reagendamento, incluindo alojamento e transporte; 4. explique de forma concreta a causa do cancelamento do voo TP753 de 03/06/2026; 5. apresente prova específica caso pretenda invocar circunstâncias extraordinárias; 6. demonstre que alternativas de reencaminhamento foram analisadas e por que razão nenhuma foi disponibilizada antes de 05/06/2026.

Em curso

FALTA DE REEMBOLSO

Exmos. Senhores, Agradeço o vosso contacto e a confirmação do reembolso parcial. Contudo, não posso aceitar a proposta apresentada, uma vez que a mesma não corresponde às garantias que me foram dadas pelos vossos serviços. Reitero que todas as despesas submetidas foram efetuadas rigorosamente dentro dos parâmetros e valores indicados pelo vosso call center. Gostaria de sublinhar os seguintes pontos: Validação Prévia: No momento do check-in no hotel, (chamada feita por volta das 14h do dia 3 de março)contactei o vosso apoio telefónico especificamente para confirmar se os valores em questão seriam aceites. Foi-me garantido, de forma inequívoca, que as despesas estavam "dentro do aceitável" e seriam reembolsadas na totalidade. Evidência em Áudio: Existem, pelo menos, 3 chamadas registadas no vosso sistema onde estas instruções me foram passadas. Solicito que procedam à audição das mesmas, pois servem de prova do compromisso assumido pela vossa equipa. Também pedimos numa 2ª chamada para nos marcarem pelo menos a primeira noite de hotel, pois estava a ser muito difícil de encontrar hotel, mais uma vez nos foi dito que o melhor era sermos nós porque as respostas que estavam a ter de confirmação eram lentas e sem certezas. Boa Fé do Consumidor: Agi de total boa fé, consultando os vossos canais oficiais antes de realizar qualquer gasto. Questionei várias vezes se existia algum plafond para nos guiarmos, disseram que não, após termos ido pessoalmente a 5 hotéis, uma vez que os sites online, não estavam a deixar marcar e este tinha último quarto, estão me a propor um valor de 66,50Euros por noite para duas pessoas com uma refeição não é um valor minimamente aceitável. Também questionei se havia valor para refeições, apenas comemos um prato e água, não existe qualquer extra. Também nos foi dito que pagavam o táxi, tivemos de ir ao aeroporto porque o aluguer do nosso carro que era para ser entregue no dia 3 e ai nunca iríamos usar taxi Não posso agora ser penalizado por uma falha de comunicação interna ou por uma discrepância entre o que o call center autoriza e o que a equipa de análise processa. Face ao exposto, solicito a revisão da vossa análise e o reembolso integral das despesas apresentadas, conforme prometido telefonicamente. Fico a aguardar a vossa resposta num prazo breve, antes de considerar avançar com esta exposição para instâncias de mediação de conflitos de consumo. Melhores cumprimentos, Ana Boarding Pass: EJU7636

Em curso
E. R.
14/06/2026

VOO CANCELADO E REMARCAÇÃO DE PASSAGEM

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal, visto que a reclamação que fiz no site da companhia sem encontra ainda sem respostas, relativamente à alteração da minha reserva de voo entre Florianópolis (Brasil) e Porto (Portugal), com escala em Lisboa. A passagem foi adquirida diretamente junto da TAP em fevereiro de 2026, tendo toda a viagem sido planeada com vários meses de antecedência. O meu regresso estava programado para o dia 03 de junho de 2026, contudo verifiquei por iniciativa própria que a minha reserva havia sido remarcada para o dia 08 de junho de 2026 somente no dia 08 de junho. Importa salientar conforme irei anexar que só recebi e-mails e comunicações gerais da greve, não recebi qualquer comunicação da TAP informando a alteração específica da minha viagem, seja por e-mail, SMS ou outro meio de contacto. Tomei conhecimento da alteração apenas ao consultar a minha reserva no website da companhia para fazer o check-in do meu voo. Recebi comunicações anteriores da TAP relacionadas com a operação dos voos, o que demonstra que os meus contactos se encontravam corretos e atualizados junto da companhia. Por esse motivo, causa-me estranheza não ter sido informada da alteração da reserva através dos canais habitualmente utilizados. A nova data de viagem representou um adiamento de quase cinco dias relativamente ao voo originalmente contratado, causando diversos transtornos e prejuízos .A data inicial foi escolhida especificamente por anteceder um feriado, permitindo que familiares realizassem o meu transporte até ao aeroporto sem impacto nas suas atividades profissionais. Com a alteração para o dia 08 de junho, essa logística deixou de ser possível, gerando custos adicionais de transporte ou a necessidade de terceiros se ausentarem do trabalho para me acompanhar ao aeroporto, bem como de estadia. Acresce que resido em Criciúma, Santa Catarina, cidade localizada a aproximadamente 220 km do Aeroporto Internacional de Florianópolis. O deslocamento até ao aeroporto exige cerca de quatro horas de viagem entre preparação, trajeto e procedimentos de embarque, o que torna necessária uma organização prévia de transporte e horários. A data originalmente contratada foi escolhida precisamente para permitir essa logística sem impactos profissionais e financeiros. Com a alteração da viagem para uma data útil, essa organização deixou de ser possível, gerando transtornos e custos adicionais que não estavam previstos. Além disso, resido e trabalho em Portugal, possuindo vínculo laboral ativo. O adiamento do meu regresso comprometeu a minha disponibilidade para retomar as atividades profissionais na data inicialmente prevista, causando impacto na minha organização laboral e financeira. Em virtude da nova data de chegada, deixei igualmente de exercer a minha atividade profissional durante vários dias que se encontravam previamente planeados para trabalho. Compreendo que a situação possa estar relacionada com a greve anunciada para o dia 03 de junho. Contudo, considerando que tal situação já era do conhecimento público há algum tempo, considero legítimo questionar a ausência de comunicação prévia adequada e a escolha de uma reacomodação com um intervalo tão significativo relativamente à data original da viagem visto se tratar de uma viagem internacional, e não um simples voo doméstico. Desta forma, solicito: Avaliação dos prejuízos e transtornos causados por esta alteração; Informação sobre eventuais direitos de assistência, reembolso de despesas adicionais e demais compensações aplicáveis ao caso concreto; Agradeço a atenção dispensada e aguardo uma resposta formal. Com os melhores cumprimentos, Emili.

Em curso
M. R.
11/06/2026

Voos cancelados, remarcados e atrasados

Exmos. Senhores, Em 4 de junho de 2026 dirigi-me ao aeroporto de Porto para embarcar no vosso voo (TP1931) para o aeroporto de Lisboa, voo de ligação para o nosso destino final de Ponta Delgada. Sucede que o voo foi cancelado pelas 16h58 (uma hora antes do voo) sem indicação de justificação e remarcado para as 21h15 voo (TP2469) com chegada a Lisboa pelas 22h20. O nosso voo de ligação de Lisboa para Ponta Delgada manteve-se marcado com saida às 22h15 (5 minutos antes de chegarmos a Lisboa. Voo TP1865) Foi-nos indicado por funcionários no Aeroporto que os voos com partida de Lisboa estavam atrasados e que haviam mais pessoas neste voo que iriam fazer a ligação para Ponta Delgada no mesmo voo que o nosso. Chegados a Lisboa, o transbordo do autocarro foi demorado, mais de 25 minutos, acabando por perdermos o voo de ligação. Esse voo saiu às 22h32. Recebi informação da TAP pelas 22h25 (antes do voo sair) de que teria novo voo para Ponta Delgada às 22h00 do dia 5 de junho de 2026, ou seja, no dia seguinte. Fomos colocados em hotel com pequeno almoço assim como nos foram fornecidos vouchers para alimentação no aeroporto e deslocação aeroporto-hotel, hotel-aeroporto. No entanto e pela distância horaria entre voos, o almoço, lanches e deslocações em cidade foram de meu custo. Este voo também descolou atrasado tendo eu e a minha familia chegado a Ponta Delgada às 00h20 de dia 6 de junho de 2026, ou seja, quase 25 horas depois da data inicialmente agendada. Estes "contra-tempos" implicaram perda de 1 dia de estadia paga. Significa isto que entre atrasos, remarcações e cancelamentos, excedeu mais que 3 horas, pelo que tenho direito a uma indemnização, de acordo com as regras de transporte aéreo sobre atrasos nas viagens aéreas. Exijo que me paguem este valor o mais rapidamente possível, ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos. Mónica Rodrigues

Em curso

Cancelamento de voo, recusa de reencaminhamento e falta de reembolso

Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação relativamente à reserva KBGV8F3, referente ao voo EJU7681 Lisboa–Praga, previsto para 15 de maio de 2026, adquirido por €132,48. Em 20 de novembro de 2025 fui informado pela easyJet do cancelamento unilateral do referido voo, cerca de seis meses antes da data prevista da viagem. Embora reconheça que, por ter sido avisado com mais de 14 dias de antecedência, não existe direito à compensação prevista no artigo 7.º do Regulamento (CE) n.º 261/2004, tal circunstância não elimina os direitos previstos no artigo 8.º do mesmo Regulamento. Após o cancelamento, solicitei expressamente o meu reencaminhamento para o destino final na primeira oportunidade disponível, tendo inclusive identificado um voo alternativo operado pela TAP Air Portugal na mesma data. A easyJet recusou o pedido, alegando que, por o cancelamento ter ocorrido com mais de 15 dias de antecedência, não existiria obrigação de assegurar tal reencaminhamento. Esta resposta confunde claramente o regime da compensação financeira previsto no artigo 7.º com o direito ao reencaminhamento previsto no artigo 8.º. Posteriormente solicitei por diversas vezes que a easyJet identificasse a disposição legal que sustentaria essa interpretação do Regulamento, sem nunca obter resposta substantiva. Entretanto, apresentei a questão à ANAC, que confirmou que, mesmo quando o cancelamento é comunicado com mais de duas semanas de antecedência, o passageiro mantém o direito de optar entre reembolso ou reencaminhamento nos termos do artigo 8.º do Regulamento (CE) n.º 261/2004. Face à recusa da easyJet em assegurar o transporte alternativo solicitado, fui obrigado a adquirir uma nova viagem por meios próprios junto da TAP Air Portugal, através da reserva Y3IZHS, no valor de €227,63. Acresce que tinha igualmente uma reserva não reembolsável em Praga, efetuada antes do cancelamento do voo, no valor de €220,50, tendo organizado toda a viagem com base no transporte inicialmente contratado. Posteriormente, em março de 2026, solicitei o reembolso do valor pago à easyJet. Recebi confirmação da companhia de que o pedido seria processado no prazo de 7 dias, mas até à presente data não recebi qualquer pagamento nem qualquer esclarecimento relativamente ao protocolo 111141328. Assim, solicito: • O pagamento imediato do reembolso de €132,48 referente à reserva KBGV8F3; • A reapreciação da recusa de reencaminhamento e o reconhecimento da incorreta aplicação do Regulamento (CE) n.º 261/2004; • Uma proposta de compensação pelos prejuízos, transtornos e custos adicionais suportados em consequência da atuação da companhia; • Resposta formal ao protocolo 111141328, até agora ignorado. Na ausência de uma resolução adequada, reservo-me o direito de recorrer aos mecanismos de resolução alternativa de litígios e aos tribunais competentes para obtenção do ressarcimento integral dos prejuízos sofridos. Anexo os comprovativos da reserva original, do cancelamento do voo, das comunicações trocadas com a easyJet, da resposta da ANAC, do pedido de reembolso e da viagem alternativa adquirida. Com os melhores cumprimentos.

Resolvida
P. P.
03/06/2026

Voo cancelado

Exmos. Senhores, A 10 de maio de 2026 fiz uma reserva na vossa companhia para um voo entre Faro e Tirana através dos voos FR6313 (Faro - Bruxelas (Charleroi)) e FR8236 (Bruxelas (Charleroi) - Tirana) a ter lugar no dia 03 de junho de 2026. Fiz igualmente uma reserva para voos de regresso FR8350 (Tirana - Milão (Bérgamo)) e FR5139 (Milão (Bérgamo) - Faro). Sucede que, a 2 de junho de 2026, isto é, menos que 2 semanas antes da data do voo, fui por vós informado o voo de ida FR6313 tinha sido cancelado, sem mais. Uma vez que fui impossibilitado de efetuar a viagem de ida, venho por isso exigir que me sejam devolvidos os 45,58€ que paguei pelos bilhetes de regresso, bem como a indeminização legalmente prevista pelos prejuízos sofridos. Exijo que me paguem este valor o mais rapidamente possível, ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Em curso
L. B.
23/05/2026

Descaso: TAP se recusa a reembolsar passagem aérea devido a doença grave na família

É um absurdo que a TAP não tenha qualquer política minimamente humana para casos de doença grave na família. Comprei uma passagem e precisei cancelar devido ao agravamento do estado de saúde de um familiar próximo. Tenho laudo médico, documentação comprobatória e consegui resolver a situação com outros serviços e empresas. Mas, infelizmente, com a TAP a resposta foi simples: sem reembolso, sem crédito, sem alternativa. Entendo que existam regras tarifárias e que eu tenha comprado uma tarifa mais económica. Mas é inacreditável que uma companhia aérea internacional não tenha qualquer flexibilidade para situações excepcionais e comprovadas como esta. Parece que a lógica é apenas uma: lucro acima da relação com os clientes e acima de qualquer sensibilidade humana. Não estamos a falar de “mudança de planos” ou turismo. Estamos a falar de doença grave na família. Fica um enorme sentimento de frustração e indignação. Péssima experiência.

Em curso
A. S.
13/04/2026

Cancelamento do Voo

O voo Funchal–Porto (reserva EQ244Y, 29/03/2026) foi cancelado, tendo sido apenas comunicado via sistema de som no aeroporto, sem aviso prévio individual. Após o cancelamento, fomos instruídos pela GroundLink a dirigir-nos para um hotel e a submeter todas as despesas (alojamento, transportes e refeições) através dos links fornecidos. Nesse contexto, foi prestada apenas assistência parcial, tendo sido assegurada uma única noite de alojamento e o respetivo transporte para o hotel. No dia seguinte, o hotel informou que a estadia não seria prolongada, não tendo sido apresentada qualquer solução alternativa pela companhia aérea. Dirigimo-nos então ao aeroporto, onde nos foi proposta apenas uma alternativa de voo 7 dias depois, o que não cumpre o requisito de reencaminhamento “na primeira oportunidade”, conforme previsto no artigo 8.º do Regulamento (CE) n.º 261/2004. Foi ainda indicado que apenas uma noite de alojamento seria suportada, em incumprimento do dever de assistência previsto no artigo 9.º do mesmo regulamento. Perante a ausência de uma solução adequada — e considerando que viajávamos com um bebé de 1 ano — fomos obrigados a organizar o regresso por meios próprios (ferry para Porto Santo e voo alternativo Porto Santo–Porto), incorrendo em despesas adicionais. Ficamos mais uma noite no hotel, fomos de ferry até Porto Santo e viajamos no dia 30/03/2026 de Porto-Santo até ao Porto. Adicionalmente, e induzidos em erro pelos links fornecidos pela GroundLink, submetemos inicialmente um pedido onde apenas foi processado o reembolso do bilhete (189,47€), não tendo sido consideradas as restantes despesas. Assim, considero que a assistência prestada foi manifestamente insuficiente e não cumpriu o disposto no Regulamento (CE) n.º 261/2004. Total de despesas: 861,96€ Valor já reembolsado: 189,47€ Valor em falta: 672,49€ Solicito o reembolso do valor remanescente: 672,49€.

Encerrada
A. P.
26/03/2026

Cancelamento de voo - recusa de reembolso de despesas (EU261)

Apresento reclamação relativa a um voo operado pela KLM Royal Dutch Airlines / Air France no dia 3 de janeiro de 2026 (LYS–AMS–OPO), cancelado no próprio dia devido a condições meteorológicas. A minha reclamação não se refere a compensação, mas sim à falta de assistência e reencaminhamento adequado nos termos do EU Regulation 261/2004. Já no aeroporto, aguardei mais de uma hora no balcão sem receber assistência eficaz e tentei contactar a companhia por vários canais, sem sucesso. Foi-me apenas proposta uma alternativa para o dia seguinte, não permitindo chegar ao destino no mesmo dia. Perante a ausência de solução atempada, fui obrigada a adquirir o único voo alternativo no próprio dia (TAP), no valor de €499,64, para chegar ao destino final. Solicito o reembolso das despesas adicionais incorridas, uma vez que a companhia não assegurou reencaminhamento na primeira oportunidade nem prestou assistência adequada. Apesar de várias tentativas de resolução direta, o pedido foi recusado sem fundamentação adequada.

Encerrada
C. V.
24/03/2026

Voo Cancelado|Reembolso de despesas

Exmos. Senhores, O voo SATA S4128 (cod. reserva X75XTY) foi cancelado no dia 04-02-26, resultando em transtornos pessoais e profissionais. Assumi as despesas de alimentação de ambos os passageiros, e parqueamento de viatura no local de destino. Segui a instruções fornecidas pela companhia aérea e enviei no dia 09-02-2026 dois formulários para envio de reembolso/reclamação (Processos CAS-301598-C3J1Y6 e CAS-301604-P1W8Y7), com os respetivos comprovativos de despesa e IBAN. Um mês e meio depois os processos mantêm-se “em análise”. Aguardo reembolso urgente das despesas. Com os melhores Cumprimentos, César Vagarinho

Encerrada

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