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Reembolso em Voucher MEO KALORAMA
Tremendamente frustrante e desleal o serviço prestado pela Fever. Realizámos a 08/05/2026 a compra de 2 bilhetes para o dia 28/08/2026 do festival MEO KALORAMA 2026, sendo que, tristemente, por questões de ordem pessoal, não teremos mesmo possibilidade de marcar presença no evento. Estando ainda a uma distância considerável acreditámos que pudesse existir uma opção de cancelamento com reembolso, que seria o mais justo e adequado, mas, pelo que foi possível entender, tal opção, estranhamente, não é aplicável neste caso. Tentámos então esclarecer pelas diferentes vias possíveis a possibilidade de cancelar os bilhetes e usar o respetivo saldo para outras futuras experiências na plataforma, tal qual sugerido, visto que nas datas do festival, infelizmente, não conseguimos mesmo estar presentes (em qualquer dos dias). Recorremos por diversas vezes ao suporte via Chat, na tentativa de esclarecimento de dúvidas, visto que, lamentavelmente, a opção de chamada telefónica não funciona sequer (via APP no iPhone), nem há nenhum outro contacto direto disponível, o que não será mero acaso. Pelo Chat, francamente, é uma salada russa. A cada contacto uma resposta diferente, muito pouca objetividade, é o que dá falar com máquinas. Ainda assim, e pela informação transmitida, fomos induzidos a escolher a opção disponível de “Pedir o reembolso em voucher”, confiando que podíamos assim recuperar o valor despendido. Qual o espanto quando, ao concretizar a ação, somos surpreendidos com a informação, nunca antes apresentada, de que o valor creditado, afinal, só dará para usar no próprio festival, ainda por cima, especificamente, no de 2026. Isto não faz qualquer sentido, nem é coerente com a informação prestada até aqui e apresentada ao longo deste procedimento. Que lógica tem limitarem a utilização para o próprio festival, ainda por cima, apenas e só, na edição de 2026? Quer dizer, atribuem validade de 20/09/2026, quando o festival é um mês antes, ou seja, para isso a validade deveria ser então coincidente com o último dia do mesmo, não uma data futura. Peço desculpa, mas é tremendamente revoltante esta situação. É brincar com as pessoas. Solicito, encarecidamente, que analisem esta situação e nos permitam, no mínimo, usar o saldo correspondente aos 2 bilhetes numa outra experiência futura disponível na plataforma. Obviamente que preferíamos o reembolso, mas claro que entendemos que existam regras e, por isso, não queremos ser exceção. Em todo o caso, e em coerência com a informação prestada e com uma lógica de bom-senso e razoabilidade, apelamos, por favor, a que esta situação seja devidamente revista e nos ajudem a resolver o problema. Obrigado!
Reclamação Urgente: Cobrança Indevida de Subscrição Prime (Cancelamento e Reembolso)
Exma. Equipa de Apoio ao Cliente da eDreams, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa a uma cobrança indevida efetuada hoje, dia 20 de julho de 2026, no valor de 80 euros, referente à subscrição do serviço eDreams Prime.Recentemente, efetuei a compra de uma viagem para Espanha através da vossa plataforma. Durante o processo de reserva, a subscrição deste serviço Prime foi-me ativada de forma silenciosa e pouco clara, sem o meu consentimento explícito ou conhecimento informado.Não tinha qualquer intenção de aderir a este plano anual pago. Assim que me apercebi do débito na minha conta bancária, acedi imediatamente à plataforma para tentar cancelar o serviço. No entanto, exijo também a devolução integral do valor cobrado, uma vez que fui induzido em erro pelas práticas de venda do vosso website.Face ao exposto, solicito:O cancelamento definitivo de qualquer subscrição ou renovação associada à minha conta.O reembolso imediato dos 80 euros retirados indevidamente.Fico a aguardar a vossa resposta por escrito com a confirmação do reembolso no prazo legal de 14 dias (direito de livre resolução). Caso a situação não seja resolvida, avançarei com uma queixa formal junto do Centro Europeu do Consumidor e do Portal da Queixa.Com os meus cumprimentos, Maria Hilma Rocha Silva hilmarochas@gmail.com Número da reserva, 25158768147
Colocação de um menor num voo diferente dos pais, sem a autorização dos mesmos
Venho apresentar reclamação relativamente à atuação da companhia aérea Iberia na gestão da reserva da minha família para o voo Madrid–Budapeste, inicialmente prevista para o dia 15 de agosto de 2026. A reserva foi efetuada em janeiro de 2026 através da plataforma Kiwi.com. Desde essa data, fomos alvo de sucessivas alterações aos voos, alterações essas que nos foram sempre comunicadas pela Kiwi.com como tendo origem na Iberia. Apesar dos constantes constrangimentos, aceitámos todas as alterações de boa-fé, uma vez que, até determinado momento, continuávamos a conseguir chegar a Budapeste no dia 15 de agosto, conforme planeado. Toda a nossa viagem foi organizada em função dessa data, incluindo voos de ligação, alojamento já pago e diversas atividades previamente reservadas. A situação agravou-se quando, na última alteração efetuada pela Iberia, eu e o meu marido fomos colocados num voo no dia 14 de agosto (N44XR), enquanto o nosso filho Francisco, de apenas 15 anos, foi colocado sozinho num voo diferente, no dia 16 de agosto ( N45BY). Com esta alteração o meu marido teria que faltar um dia ao trabalho e seríamos obrigados a adquirir, com custos adicionais, novos bilhetes de avião entre o Porto/Madrid para conseguirmos embarcar no voo para Budapeste no dia 14 de agosto. Por sua vez, o nosso filho Francisco, de apenas 15 anos, teria de realizar sozinho o voo Porto–Madrid já adquirido para o dia 15 de agosto, permanecer sozinho durante uma noite em Madrid, numa cidade que não conhece, e, no dia 16, embarcar sozinho para Budapeste. Trata-se de uma situação manifestamente inadmissível e totalmente incompatível com o dever de proteção e assistência que deve ser assegurado a um passageiro menor de idade. Nunca autorizámos, nem autorizaríamos, que o nosso filho viajasse desacompanhado ou permanecesse sozinho num país estrangeiro. Esta alternativa, além de colocar em causa a segurança e o bem-estar de um menor, obrigava-nos ainda a suportar despesas adicionais exclusivamente provocadas pelas sucessivas alterações introduzidas pela Iberia. Por indicação da Kiwi.com, contactei telefonicamente a Iberia no dia 13 de julho de 2026 para tentar resolver a situação. Expliquei que a nossa única intenção era manter a viagem no dia 15 de agosto, uma vez que já tínhamos alojamento pago, atividades reservadas e toda a viagem organizada para essa data. Perante a enorme angústia causada pela separação do nosso filho menor num voo diferente, acabei por aceitar viajar dia 17 de agosto para podermos viajar todos no mesmo voo. Essa decisão foi tomada num momento de elevado stress e pressão emocional, tendo como única prioridade garantir que o nosso filho viajasse connosco. Após terminar a chamada e analisar cuidadosamente todas as consequências dessa alteração, percebi que essa decisão compromete completamente a nossa viagem. A chegada apenas no dia 17 de agosto à tarde implica perder duas noites de alojamento já pagas em Budapeste, perder atividades previamente reservadas para os dias 15 e 16 e suportar um prejuízo económico significativo, tudo isto em consequência das sucessivas alterações efetuadas pela Iberia. Considero que a aceitação da alteração para o dia 17 não resultou de uma escolha livre e ponderada, mas sim de uma decisão tomada sob forte pressão emocional, criada por uma situação que nunca deveria ter ocorrido: a separação de um menor de 15 anos dos seus pais em voos distintos. Assim, solicito que esta situação seja urgentemente revista e que a Iberia nos volte a colocar no voo inicialmente previsto para o dia 15 de agosto de 2026, o qual, tanto quanto é do meu conhecimento, continua a existir e a operar. Caso tal não seja possível, solicito que a Iberia assuma integralmente todas as despesas de assistência a que temos direito em consequência da alteração do voo, nomeadamente o pagamento de duas noites de alojamento em Madrid para os três passageiros, todas as refeições e bebidas durante esse período de espera, os transportes entre o aeroporto e o hotel, bem como quaisquer outras despesas indispensáveis até ao embarque no voo para Budapeste. Estas despesas resultam exclusivamente das alterações introduzidas pela Iberia e não podem, de forma alguma, ser suportadas pelos passageiros.
Colocação de um menor num.voo diferente dos pais
Venho apresentar uma reclamação relativamente à atuação da Kiwi.com na gestão da reserva da viagem da minha família entre Madrid e Budapeste, prevista inicialmente para o dia **15 de agosto de 2026**. A reserva foi efetuada em janeiro de 2026, com vários meses de antecedência, precisamente para garantir estabilidade na organização da viagem. Desde essa data, fomos sucessivamente informados pela Kiwi.com de alterações aos voos, sempre justificadas como sendo consequência de alterações efetuadas pela companhia aérea Iberia. Apesar dos sucessivos transtornos, aceitámos todas as alterações de boa-fé, uma vez que, apesar das mudanças de horário, continuávamos a chegar a Budapeste no dia 15 de agosto, data em função da qual organizámos toda a viagem, incluindo voos de ligação, alojamento já pago e diversas atividades previamente reservadas. A situação tornou-se particularmente grave quando, na última alteração, eu e o meu marido fomos colocados num voo diferente do nosso filho Francisco, de apenas 15 anos. Fomos transferidos para um voo no dia 14 de agosto, enquanto o nosso filho foi colocado sozinho num voo no dia 16 de agosto. Nunca autorizámos, nem alguma vez autorizaríamos, que um menor viajasse desacompanhado dos seus pais. Perante esta situação, contactei a Kiwi.com, tendo sido aconselhada a resolver diretamente o problema com a Iberia. No dia 13 de julho de 2026 contactei telefonicamente a Iberia e expliquei que a nossa prioridade era viajar no dia 15 de agosto, uma vez que já tínhamos toda a viagem organizada para essa data. Fui informada de que não existia qualquer alternativa para manter essa data. A única solução apresentada foi colocar também o meu filho no voo do dia 14, opção que nos causava graves transtornos, uma vez que já tínhamos reservado o voo Porto-Madrid para a manhã do dia 15 e essa alteração obrigaria ainda o meu marido a faltar ao trabalho. Num momento de enorme ansiedade e preocupação, motivado exclusivamente pelo facto de o nosso filho menor estar separado dos pais, acabei por aceitar a alternativa proposta pela Iberia para viajar no dia 17 de agosto. Essa decisão foi tomada sob forte pressão emocional e não correspondeu à nossa verdadeira vontade. Depois de refletir calmamente sobre a situação, apercebi-me de que essa alteração compromete completamente a nossa viagem. A chegada apenas no dia 17 implica perder duas noites de alojamento já pagas em Budapeste, perder atividades previamente reservadas para os dias 15 e 16 e suportar um prejuízo económico muito significativo. Solicitei posteriormente à Kiwi.com que tentasse, junto da Iberia, obter o cancelamento desta última alteração e a emissão do respetivo crédito, uma vez que verifiquei existir na própria plataforma da Kiwi.com um voo de outra companhia aérea no dia 15 de agosto, que nos permitiria manter a viagem na data inicialmente prevista. A nossa intenção era utilizar esse crédito para efetuar uma nova reserva através da própria Kiwi.com. Considero que a Kiwi.com não prestou a assistência que seria expectável numa situação desta gravidade. Para além de nos remeter para a companhia aérea, não conseguiu encontrar uma solução que salvaguardasse a unidade da nossa família nem minimizar os prejuízos decorrentes das sucessivas alterações da reserva. Solicito, por isso, a intervenção da DECO PROteste para que a Kiwi.com reveja este processo e diligencie, junto da Iberia, uma solução que permita cancelar a última alteração da reserva e emitir o respetivo crédito ou reembolso, possibilitando a aquisição de um voo alternativo para o dia 15 de agosto de 2026. O nosso objetivo nunca foi obter qualquer vantagem económica, mas apenas conseguir realizar a viagem na data inicialmente contratada, evitando prejuízos que resultaram de sucessivas alterações totalmente alheias à nossa vontade.
Wizz Air não efetuou reembolso prometido após cancelamento de voo
No dia 3 de junho de 2026, o voo W4 6220 da Wizz Air Malta, entre Lisboa e Roma Fiumicino, foi cancelado pela companhia aérea poucas horas antes da partida. Após o cancelamento, solicitei o reembolso da reserva, tendo a Wizz Air informado que o mesmo seria processado no prazo de 7 a 10 dias úteis. Esse prazo nunca foi cumprido. Posteriormente, a Wizz Air decidiu proceder apenas ao reembolso do voo de ida, recusando o reembolso do voo de regresso com a justificação de que este não foi cancelado. Esta posição é incompreensível, uma vez que o cancelamento do voo de ida impossibilitou totalmente a realização da viagem, tornando inviável a utilização do voo de regresso. Além disso, até à presente data, apenas foi efetuado o reembolso correspondente a uma das referências da reserva (2 passageiros), mantendo-se os restantes 4 passageiros "em processamento", sem qualquer previsão concreta para a conclusão do reembolso. Contactei igualmente a eDreams, agência através da qual efetuei a reserva. Fui informada de que a eDreams não pode proceder ao reembolso enquanto não receber os respetivos valores da Wizz Air, alegando que já pagou os bilhetes à companhia aérea. Como consumidora, considero inadmissível ficar prejudicada por um conflito administrativo entre a companhia aérea e a agência intermediária. Encontro-me, assim, quase dois meses após o cancelamento do voo e cerca de um mês após o pedido formal de cancelamento junto da eDreams, sem ter recebido o reembolso integral da reserva e sem uma solução definitiva. Solicito a intervenção da DECO Proteste para que sejam salvaguardados os meus direitos enquanto consumidora, garantindo o reembolso integral dos seis passageiros abrangidos pela reserva, incluindo o voo de regresso, cuja utilização foi inviabilizada exclusivamente pelo cancelamento do voo de ida pela Wizz Air.
Cancelamento sem consentimento
Venho solicitar a intervenção da DECO relativamente a um conflito de consumo com a Rede Expressos. Adquiri bilhetes internacionais para uma viagem programada para agosto. Posteriormente, submeti um pedido de cancelamento através do formulário disponibilizado pela empresa. No entanto, o formulário não informava que o cancelamento seria automático nem indicava qualquer prazo para análise ou execução do pedido. Após a submissão do pedido, não recebi qualquer resposta ou esclarecimento por parte da Rede Expressos durante cerca de uma semana. Durante esse período procurei obter informações adicionais sobre as condições e prazos aplicáveis, mas não obtive qualquer resposta que me permitisse tomar uma decisão informada. Apesar da ausência de comunicação, a Rede Expressos procedeu ao cancelamento dos bilhetes, sem qualquer aviso prévio ou esclarecimento sobre o estado do pedido. Quando tomei conhecimento da situação e tentei voltar a adquirir os mesmos bilhetes para as mesmas datas, verifiquei que os preços tinham aumentado significativamente, causando-me um prejuízo financeiro que não teria existido caso a empresa tivesse respondido atempadamente ou informado claramente sobre o tratamento do pedido. Considero que houve uma falha de informação e de comunicação para com o consumidor, uma vez que fiquei privada da possibilidade de manter a reserva inicial ou de agir em tempo útil para evitar os prejuízos sofridos. Solicito, por isso, a intervenção da DECO junto da Rede Expressos, com vista à reposição dos bilhetes nas condições originalmente contratadas ou, em alternativa, à atribuição de uma compensação adequada pelos prejuízos causados. Junto os comprovativos da reserva, do pedido submetido e das restantes comunicações efetuadas. Com os melhores cumprimentos,
Reembolso em falta após 100 dias
Exmos. Senhores, No dia 04 de março de 2026, adquiri através da eDreams dois bilhetes de ida e volta para os voos entre Lisboa e Argel (operados pela Iberia e com escala em Madrid). Em 07 de abril, recebi a informação do cancelamento dos referidos voos, com proposta de alteração para datas que não serviam os meus interesses (ida atrasada em um dia e regresso antecipado em dois dias). Deste modo, a opção recaiu pelo cancelamento da reserva, com previsão de reembolso do valor integral num prazo que se poderia estender por até trinta dias, conforme informação da própria eDreams. Depois de ultrapassado esse tempo, iniciei contactos semanais com a eDreams, tendo-me sido prestadas diferentes informações em vários destes, como sejam: (1) que a Iberia ainda não fizera o reembolso integral, mas apenas parcial; (2) que o valor já havia sido devolvido pela Iberia, estando já no departamento de reembolsos (financeiro ou faturação) da eDreams para conclusão do processo; (3) de novo, que o valor restituído pela Iberia continuava a ser parcial. Face ao exposto, procurei informações junto da Iberia, que começou por dizer que deveria obter a solução junto da eDreams e que não lhes cabiam responsabilidades. Fiz novo contacto junto da Iberia, tendo-me sido informado verbalmente que o reembolso por esta à eDreams foi feito no dia 08 de abril, portanto, logo no dia seguinte ao cancelamento dos voos por parte da companhia aérea. Com esta informação, encetei novo contacto com a eDreams, que procurou desvalorizar a informação que recolhera, perguntando se a Iberia o tinha verbalizado ou escrito. Nessa altura, apenas tinha informação verbal. Tornei à Iberia, desta vez, iniciando uma queixa/pedido de esclarecimentos via site da companhia, tendo obtido a confirmação por escrito de que o reembolso foi mesmo feito no dia 08 de abril e pelo valor integral (conforme anexo). De seguida, prestei essa informação à eDreams, que se tem limitado a enviar e-mails com a seguinte informação: "Enviámos o teu pedido de reembolso à companhia aérea para que esta o analise e determine se tens direito a um reembolso. Podem demorar até 30 dias a processar os reembolsos. Podes acompanhar o progresso nos detalhes da viagem." Face ao exposto, concluo que a eDreams não está preocupada com o cumprimento das suas obrigações, dando mostras de não prestar um serviço confiável. Neste caso, se a situação se mantiver inalterada nos próximos dias, ver-me-ei obrigado a encaminhar o assunto a um advogado, pugnando depois igualmente pelo reembolso das despesas associadas ao processo. Com os melhores cumprimentos. pf
Cruzeiro cancelado pela Costa Cruzeiros
Em janeiro de 2027 teria início um cruzeiro no navio Costa Pacífica, com embarque e desembarque no Funchal, associado às reservas n.º 35496266, 35496088 e 35496158 (7 passageiros). A Costa Cruzeiros alterou unilateralmente o navio, prometendo um crédito de 100€ por passageiro como compensação. Posteriormente informou que o novo navio não faria escala nem embarque no Funchal, tornando a viagem impraticável a partir do porto de origem acordado. A compensação prometida nunca foi cumprida. O valor da reserva foi reembolsado através da agência de viagens, mas este reembolso não cobre os danos reais causados: despesas adicionais com reorganização das férias, meses de coordenação entre 7 pessoas, perda de datas e planos importantes, desgaste emocional e impossibilidade prática de reorganizar uma viagem desta dimensão. Apresentei reclamação formal à Costa Crociere, ao abrigo do Regulamento (UE) n.º 1177/2010, exigindo indemnização proporcional aos danos materiais e morais sofridos. A resposta da empresa foi considerar o assunto encerrado apenas por ter havido reembolso pela agência, ignorando por completo o incumprimento contratual, a alteração unilateral das condições essenciais e a falta de cumprimento da compensação prometida. Considero a resposta da Costa Cruzeiros insatisfatória e desproporcional à gravidade da situação.
Cobrança indevida após cancelamento gratuito de reserva na Booking.com
Efetuei uma reserva através da Booking.com com direito a cancelamento gratuito. Dentro do prazo previsto, cancelei a reserva e recebi um e-mail da própria Booking.com a confirmar o cancelamento sem qualquer custo. No entanto, ao consultar o extrato da minha conta bancária, verifiquei que, no dia 8 de julho, foi efetuado um estorno de 128,22 €, mas logo de seguida foi realizada uma nova cobrança exatamente no mesmo valor (128,22 €) identificada como “Cars On Booking”. Não efetuei qualquer nova reserva nem autorizei uma nova cobrança. Assim, considero que este débito é indevido, uma vez que a reserva foi cancelada gratuitamente e confirmada pela própria Booking.com. Pretendo que esta situação seja esclarecida com urgência e que o valor de 128,22 € seja devolvido, caso se confirme que a cobrança foi efetuada por erro. Gostaria ainda de saber quais são os meus direitos enquanto consumidor e quais os procedimentos mais adequados para obter o reembolso caso a Booking.com não resolva esta situação de forma célere.
Reembolso não efetuado
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar, com caráter de urgência, o reembolso do valor da minha viagem, que continua pendente há cerca de seis meses, sem que tenha recebido qualquer pagamento ou informação concreta sobre a sua resolução. Dados da reserva: * Companhia emissora do bilhete: Hahn Air Technologies * Número do bilhete: 169-6022086300 * Itinerário: Praia (Cabo Verde) – Sal * Data de partida: 14 de janeiro de 2025 * Itinerário de regresso: Sal – Praia * Data de regresso: 18 de janeiro de 2025 * Valor total a reembolsar: 196,97 € Apesar das várias tentativas para obter informações sobre o estado do reembolso, continuo sem receber o montante devido, o que considero um atraso excessivo e injustificado. Solicito, assim, que procedam ao pagamento do reembolso no valor de 196,97 € com a maior brevidade possível e que me informem, por escrito, da data prevista para a sua conclusão. Caso esta situação não seja resolvida num prazo razoável, verei-me obrigado a apresentar reclamação junto das entidades competentes de defesa do consumidor e das autoridades responsáveis pela supervisão dos direitos dos passageiros, sem prejuízo de recorrer a outros meios legais para salvaguardar os meus direitos. Agradeço a vossa atenção e aguardo uma resposta urgente. Com os melhores cumprimentos, Cláudio Tavares
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