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Reclamação – Atraso na substituição de peça
Venho por este meio expressar a minha insatisfação relativamente à situação da minha carrinha Citroën, que se encontra na oficina Citroën Barreiro & Vilas desde o início de setembro de 2025, para substituição de uma peça do travão de mão. Desde o momento da entrega, foi-me indicado que a reparação demoraria cerca de duas semanas, no entanto, passados quase dois meses, a situação permanece sem resolução. Sempre que entro em contacto com a Citroën Barreiro & Vilas, sou informado de que a peça ainda não está disponível para entrega, sem previsão concreta para a reposição ou conclusão do serviço. Considero este atraso inaceitável, tendo em conta que o veículo é essencial para o meu dia-a-dia, e que o prazo inicialmente comunicado foi largamente ultrapassado. Solicito, portanto: Uma explicação clara sobre o motivo do atraso na disponibilização da peça; Uma data previsível e garantida para a entrega e conclusão da reparação; Caso a peça continue indisponível a curto prazo, que me seja apresentada uma solução alternativa, como veículo de substituição ou compensação adequada. Aguardo uma resposta formal e célere à presente reclamação.
Prazo de reparação ultrapassado
Exmos. Senhores, No final de agosto de 2024, adquiri um veículo novo da marca Citroën no Stand A MATOSCAR, Portalegre. Um novo C4 ,1200 gasolina (Chassis - VR7BAHNSAPE088255). Em agosto de 2025, efetuei a revisão no mesmo concessionário, em Portalegre. Sucede que este no dia 8 de setembro de 2025, o veículo deixou de funcionar. Apareceram várias luzes amarelas no painel e o veículo ficou sem potencia, ao tentar arrancar. Comuniquei-vos de imediato o problema e, nesse dia 8 de setembro de 2025, o reboque levou a viatura para o vosso concessionário STELLANTIS, em Paço de Arcos, conforme sugerido telefonicamente, para que procedessem à reparação. O artigo encontra-se na vossa posse desde essa data. Acresce que até à data não obtive qualquer previsão concreta de entrega e nas últimas 2 semanas ninguém atende o telefone. Da última vez que consegui, há 15 dias, pedi para falar com o chefe de oficina e até ao momento ninguém me contactou (uma indiferença inacreditável). Até agora já se passaram mais de 30 dias sem que me devolvessem o artigo reparado ou me fosse apresentada uma previsão concreta para a sua entrega. Exijo, portanto, que procedam à reparação imediata do veículo defeituoso, ou, caso tal não seja possível, à sua substituição por um novo (substituição da viatura, nos termos legais da garantia). Se tal não acontecer, considerarei o contrato incumprido da vossa parte, pelo que tomarei todas as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos enquanto consumidora. Cumprimentos. Luís Carvalho
Reparação de Veículo Novo Atrasada
Exmos. Senhores, Em 6 de março de 2025, adquiri um veículo novo da marca Citroën no Stand Filinto Mota Braga. Um Novo C4 Híbrido 136 e- DCS6 MAX (Chassis - VR7BAHPY2RE083069). Sucede que este apresenta defeito: no dia 22 de março de 2025, o veículo desligou-se subitamente em andamento, colocando em risco a minha segurança e a da minha família. O carro tinha apenas cerca de 500 km e poucos dias de utilização. Comuniquei-vos de imediato o problema, em 22 de março de 2025, para que procedessem à reparação. O artigo encontra-se na vossa posse desde essa data, mas até agora já se passaram mais de 30 dias sem que me devolvessem o artigo reparado ou me fosse apresentada uma previsão concreta para a sua entrega. Exijo, portanto, que procedam à reparação imediata do veículo defeituoso, ou, caso tal não seja possível, à sua substituição por um novo. Se tal não acontecer, considerarei o contrato incumprido da vossa parte, pelo que tomarei todas as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos enquanto consumidora. Cumprimentos. Fábio Miguel Araújo Cruz
Avaria na correia de distribuição
Exmos. Senhores, No dia 21/12/2024 o meu carro citroen c3 air Cross apresentou uma mensagem de pressão de óleo no motor, levando-me a chamar o reboque e encaminhar para AMF em Vila Nova de Gaia, onde foi comprado em Dezembro de 2020 para análise de problema. Local onde merecia a nossa confiança, dado todo o processo de venda e de solução para a situação, uma vez que estamos a falar de um carro bem cuidado, com todas as revisões e com apenas 4 anos. No dia 23 informaram-me que não era possível fazer nenhum diagnóstico pois o colega que fazia os mesmos estaria ausente até início de Janeiro, por férias. Obviamente dado o momento em que nos encontrávamos, aceitamos a situação. O diagnóstico só seria realizado na semana de 6 de Janeiro com o custo associado. No início dessa semana foi deixada uma mensagem pela receção da oficina a solicitar as faturas das últimas revisões do carro, sem qualquer explicação ao problema do carro. Após imensas tentativas de contato sem resposta, foi enviada uma msg a exigir uma resposta com aviso de que se não fosse respondida teria de fazer uma reclamação, e só assim devolveram a chamada. Disseram que o carro tinha um problema relativo ao óleo do motor, e que o responsável da oficina poderia explicar mas não estava disponível. Dirigi-me no dia 10/01 pessoalmente á oficina para perceber o que se passava e mais uma vez obtive uma resposta muito generalizada. Só me disseram que havia um problema na correia de distribuição do óleo e que a reparação seriam 1500€. Depois deste episódio, foi enviada a documentação solicitada para análise da situação. Curiosamente obtivemos a resposta em horas, a dizer que o arranjo não seria coberto pela citroen. Questionei se tinham enviado o processo para a citroen Portugal , ao qual a colaboradora diz que não, pois não valeria a pena. No dia 14 de Janeiro, eu e o meu marido tivemos de ir novamente às instalações da AMF Vila Nova de Gaia para tentarmos apurar o que se estava a passar de facto, sendo que no mesmo dia tivemos de fazer uma exposição á Citroen Portugal para nos resolver toda esta situação, e também pedimos que fosse feita pela AMF,ao qual concordaram pois a nossa situação merecia essa análise dado que este problema ,que desconhecíamos, é frequente nestes carros. Após contactos com Citroen Portugal, informaram-nos que já tinham solicitado no dia 22/01, o livro das revisões e a quilometragem do carro e que iriam dar uma resposta em breve. Estamos a 29 de Janeiro e continuamos sem resposta a toda situação. Estamos sem carro e sem o nosso meio de transporte próprio desde 21 de Dezembro, existe um desgaste psicológico e financeiro enorme com esta situação, porque todos os dias dependemos de boleia e custos de Uber. Como uma marca como á Citroen não consegue responder a estas situações num tempo útil. Não conseguimos compreender esta falta de respostas e resolução da situação. Simplesmente vergonhoso. Cumprimentos. Nuno Sousa / Andreia Duarte
Avaria airbags citroen c3
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa à situação do meu veículo Citroen, em virtude das avarias relacionadas com os airbags. Fui contactada pela Citroen para a necessidade de interromper a utilização do meu veículo Citroen C3 até que as avarias fossem resolvidas. Após dois meses de espera, fui finalmente contactada para programar a substituição das peças. Contudo, para meu espanto, informaram-me de que as minhas opções de mobilidade eram andar de transportes públicos, pagar um táxi ou alugar uma viatura. O problema que levou à imobilização do meu veículo é da responsabilidade da marca e, em situações como esta, de forma a evitar mais transtornos ao cliente, deveria haver um veículo de substituição fornecido pela Citroen para todos os clientes afetados. Não tenho culpa nem responsabilidade pela avaria. Desloco-me para diferentes pontos da cidade diariamente devido à minha profissão. A solução que me apresentaram é completamente inadequada. Aguardo uma resposta e uma solução para esta situação, de forma a que possa usufruir dos meus direitos enquanto cliente. Cumprimentos.
C3 - correia de distribuição danificada leva a substituição do KIT de distribuição só porque sim...
Exmos. Senhores, No passado dia 1 de abril de 2024, foi substituído o kit de distribuição do meu veículo C3 (1.2 P.Tech a gasolina - 90824 Km). Esta data foi agendada pelo ponto de venda 01006 (Rangel e Oliveira Lda, Aveiro), uma vez que, em janeiro, quando foi detetado o problema (85000 Km), a oficina não tinha disponibilidade. Apesar do agendamento, fui contactada telefonicamente e informada de que seria necessário substituir o kit completo (e não apenas a correia de distribuição), mas, devido à indisponibilidade deste, as peças necessárias teriam de ser adquiridas separadamente, resultando num custo mais elevado para mim. Entre esta situação e a possibilidade de deixar a correia deteriorada, sujeita a partir, fui aconselhada (“obrigada”...) a adquirir o kit. Ora, de acordo com o Plano de Manutenção que tenho firmado com a marca, a substituição do kit de distribuição deveria ocorrer apenas aos 200.000 Km. Contudo, todas as manutenções anteriores foram realizadas em conformidade com as recomendações DA Citroën e NA Citroën, pelo que a situação verificada levantava questões quanto à fiabilidade do serviço e da marca. Assim, questionei a necessidade de substituir o kit completo de distribuição uma vez que o procedimento exigido aos 100.000 Km era apenas a troca da correia, a qual, de facto, estava completamente deteriorada. Adicionalmente, questionei se caso fosse imprescindível a substituição do kit (o que contrariava o plano de manutenção assinado...), por que motivo o mesmo não estava disponível em stock, obrigando à sua aquisição em separado e resultando num custo agravado? Ora, as respostas fornecidas pelo centro de apoio ao cliente têm sido vagas e revelam falta de profissionalismo, uma vez que não respondem diretamente às questões colocadas, sugerindo práticas dilatórias. Além do mais, deram a seguinte resposta, apesar de ter transmitido que a comunicação teria de ser por escrito e não telefonicamente: “ Informamos que após várias tentativas de contacto, sem sucesso, vamos proceder ao encerramento do seu expediente por falta de informação que nos permita dar continuidade à análise.” Considerem as reclamações nº 05937950, nº 05608420, nº06214716 e os emails trocados com o Centro de Contacto de Cliente (Renata F. , Gabriela A. e Ana C.). Na última resposta (semelhante a tantas outras), 1/7/24, mencionam: "A recomendação da substituição da correia de distribuição indicada no plano de manutenção não implica uma garantia específica para este componente. A quilometragem e o prazo indicados na referida recomendação correspondem à vida útil máxima do componente em condições ideais de utilização. A sua vida útil pode ser reduzida por diversos fatores, tais como contaminação por líquidos (óleo do motor, combustível, líquido de refrigeração), contacto com objetos estranhos, sobrecargas mecânicas, etc.". No entanto, como referido anteriormente, todas as manutenções foram realizadas na Marca e as condições de utilização foram sempre "óptimas", exceto pelo facto de, devido a uma infeliz decisão da marca de fazer passar a correia de distribuição pelo interior do depósito do óleo, ter causado um desgaste prematuro da correia. Mas outra questão, que não é de menor importância, foi o facto de a Marca ter substituído não apenas a correia (que apresentava sinais de desgaste), mas também o KIT de distribuição, que estava previsto ser mudado apenas aos 200.000 km! Como se isso não bastasse, ainda me obrigaram a adquiri-lo em peças separadas, aumentando o preço final das mesmas. Se o problema estava na correia de distribuição e esta era vendida separadamente, qual a razão para adquirir o KIT? Assim, considerando que estes factos levantam dúvidas quanto à transparência e justiça dos serviços prestados, solicito a devolução integral do valor despendido com o kit de distribuição na última manutenção realizada. Cumprimentos.
Falta de Assunção Total do Custo de Reparação do Motor do Citroën C5 Aircross 1.5 Blue HDi de 2020
Exmos. Senhores, Venho por este meio manifestar a minha insatisfação em relação ao atendimento recebido por parte da Citroen, referente à reparação da corrente de distribuição do meu veículo Citroën C5 Aircross 1.5 BlueHDi de 2020, com matrícula AE-05-OH e VIN VR7ACYHZSLL095094 Recentemente, o meu veículo apresentou uma falha na corrente de distribuição com 178.000 km rodados. Fui informado, posteriormente, de que a Citroën cobre esse tipo de avaria apenas até os 150.000 km ou 5 anos de uso, o que ocorrer primeiro. Compreendo a existência dessa política, mas gostaria de destacar alguns pontos que justificam minha solicitação de cobertura integral dos custos de reparação: 1. Histórico de Cliente Fiel: Sou cliente fiel da Citroën desde 2008 e, ao longo desses anos, adquiri cinco veículos novos da marca, incluindo o atual. Todos os meus carros sempre foram mantidos exclusivamente em concessionários oficiais da Citroën, seguindo rigorosamente o plano de revisões e manutenção recomendado. 2. Manutenção em Concessionários Autorizados: Todas as revisões e manutenções do meu veículo atual foram feitas dentro dos prazos recomendados e exclusivamente em concessionários Citroën. 3. Problema de Fabricação Conhecido: É do meu conhecimento que houve uma modificação na corrente de distribuição dos motores produzidos a partir de 2023, passando de 7 mm para 8 mm. Essa alteração demonstra que a empresa está ciente da existência de um problema na versão anterior da corrente. Além disso, quando há falha na corrente em motores anteriores a 2023, a Citroën realiza a substituição pelo kit de conversão de 7 mm para 8 mm, evidenciando o reconhecimento do problema. Tendo este conhecimento, a Citroen deveria incluir no plano de manutenção dos 150.000 km a substituição dessa mesma corrente, o que evitaria situações como a descrita. 4. Assistência Parcial: A Citroën ofereceu uma contribuição de 30% nos custos de mão de obra e 50% nas peças para a reparação. Contudo, considero essa assistência insuficiente, dado que a falha está relacionada com um problema de fabricação previamente identificado pela empresa. Diante dos pontos expostos, solicito que a Citroën reassuma a totalidade dos custos de reparação do motor do meu veículo. Acredito que essa solicitação é justa, considerando a minha longa relação com a marca, a minha dedicação em seguir todas as orientações de manutenção e o reconhecimento implícito da falha na corrente de distribuição. Espero que a Citroën reveja a minha solicitação e assuma integralmente os custos de reparação, mantendo assim a confiança e satisfação que sempre tive na marca. Aguardo uma resposta favorável e rápida para resolver essa questão de maneira mais satisfatória. Atenciosamente, Sérgio António Capêlo Duarte
Problema com garantia da citroen
Venho, por este meio informar que a citroen não está querendo cobrir a garantia da minha viatura por conta da primeira manutençao que foi feita na quilometragem correta mais alguns meses depois do indicado mais a viatura não andou nesse prazo pois tinha outra viatura e da para se ver pela que quilometragem de quando se comprou e de quando se fez manutenção so que isso nao influênciou em nada pois isso foi na primeira manutençao e quando a viatura quebrou com 90 mil km e o que quebrou no motor é um problema crónico do motor 1.5 da citroen tendo varias viaturas com os mesmos problemas na oficina e várias reclamações na internet também
Problema no motor de Citroen C3, devido a defeito de fabrico e negligência
Tenho uma viatura da marca Citroën, modelo C3, que deu entrada no dia 7/11 na oficina Filinto Mota em Guimarães completamente imobilizada, em cima de um reboque. O diagnóstico, após mais de uma semana, foi o “o motor precisa de ser trocado”, sem qualquer explicação da sua razão. Trata-se de uma viatura com 6 anos e com cerca de 79500Km. Tendo em conta que se trata de um carro com poucos quilómetros, apenas 6 anos, um histórico minucioso de manutenções na marca cumpridas à risca, sem nunca esperar pela luz com indicação para manutenção, cumprindo religiosamente, todos os prazos e indicações de quem as fazia.Em fevereiro de 2022 apercebi-me de um anómalo consumo de óleo pelo motor, sendo que imediatamente entrei em contacto com a oficina e expus o problema. Da parte da pessoa com quem falei, foi-me dito e afirmado que era normal a necessidade de reposição de níveis do óleo entre manutenções, dizendo-me que eu próprio o podia fazer, sem nunca se mostrarem interessados no sentido de averiguar a dimensão do problema e qual sua origem. Na data da manutenção, ainda nesse ano (abril 2022, ou seja, cerca de menos de dois meses depois), voltei a frisar o problema tendo-me sido dada a mesma resposta e sem investigação do problema. Tal como disse, e perante a minha confiança, até então, na marca e concessionário, acreditei. O problema continuou. Na revisão do corrente ano (março 2023), o problema continuava, pelo que voltei a falar no assunto e obtive a mesma resposta e despreocupação. Hoje, percebo que afinal era um problema sim, recuso a ideia de que foi apenas uma coincidência. Ainda nesta linha, refiro que a última revisão, na marca, tal como todas as outras, foi feita em março do ano corrente, tendo-me sido transmitido que tudo estava em conformidade.Considero que não se admite tal situação e que as responsabilidades têm de ser apuradas!No dia 15/11/2023, depois deste tempo à espera, foi-me dado um orçamento astronómico, do qual obviamente discordei. Além disso, voltei a frisar a questão relacionada com o excessivo consumo de óleo para o qual alertei, sendo que a resposta que me foi dada, foi algo como “não temos o registo da sua queixa, acreditamos que o tenha feito, mas não estando registado é a sua palavra contra a nossa”, não posso aceitar tal argumento que além de lamentável é incongruente. Porque primeiro não tinham o registo mas depois afinal lembravam-se de ter visto, mas sem registo. Foi-me fácil, e será a qualquer pessoa, perceber a tentativa em esconder/disfarçar o seu erro, sem assumir qualquer responsabilidade, e agindo de má fé para comigo, sendo eu cliente há 14 anos, religiosamente. No dia 16/11/2023, a meu pedido, reuni com o Engenheiro responsável pela oficina de Guimarães. Pedi-lhe que me explicasse exatamente, e ao pormenor, o problema que tiveraacontecido. No desenrolar da conversa, assumiu que o problema parece tratar-se de um defeito de engenharia no fabrico daquele motor, e não tinha sido o primeiro caso. Assim comoeu posso, também e autonomamente, facilmente perceber através de uma breve pesquisa acessível a todos. Deu-me, ainda, a indicação de que por norma, o máximo de acréscimo de óleo admitido pela marca entre revisões seria de 2.5 litros a cada 10 000Km, fazendo uma estimativa de aproximadamente 250ml por cada 1000Km. Neste sentido, devo dizer que entre a última revisão (março, 2023, com 72400Km) até a data da avaria (79500Km), percorri 7100Km, e neste espaço de tempo e Km, o carro precisou de 2.5litros, e, em breve, iria precisar novamente a julgar pelo nível. Assim, não está de todo, dentro dos parâmetros considerados normais. Penso que é mais do que óbvio que o problema já existia na minha viatura, foi por mim sinalizado e pelo concessionário negligenciado. Na minha conversa com o Engenheiro, foi percetível a sua noção em relação a esta negligência, assumindo que tem pedido aos técnicos, com quem parece descontente (haverá por isso alguma razão), que tudo fique registado para evitar problemas destes, “pois já aconteceu mais vezes”. Assim, e se o pediu, tal como admitiu, já terá acontecido mais vezes e já por eles foi reconhecido. E contra este facto não há qualquer argumento. Reconheceu, ainda, o defeito no fabrico deste material.Depois de voltar a tentar reclamar, desta vez junto da marca, e depois de aguardar mais de 1 semana para uma resposta, foi-me dito hoje que não poderiam dar-me uma solução pois não conseguiram obter qualquer informação junto do concessionário. Vergonhoso! Isto não pode acontecer! Não se justifica que a marca não procure essa informação e que o concessionário não a dê, como forma de garantir a satisfação dos clientes.Ainda antes de terminar, devo apontar a falta de profissionalismo com a que fomos atendidos por parte da rececionista da Filinto Mota Guimarães (D Andreia), sem apresentação de soluções depois de mostramos o descontentamento. É vergonhoso o tratamento e tom irónico com que ao cliente se dirige. Reconheço e normalizo a exaltação depois de um descontentamento por parte de um cliente, no entanto, a formação, valores, profissionalismo e ética, têm de estar presentes. Do mesmo modo, agora junto da pessoa com quem falei por parte da marca no dia de hoje (D Iasmim), depois de me ter dito que não assumiriam, desligou-me o telemóvel na cara. Serviço inadmissível e pouco voltado para o consumidor.Infelizmente, eu arquei com as consequências de uma equipa, neste momento, ineficaz e pouco experiente. Por fim, e dados estes parâmetros, não posso, de forma alguma, aceitar a proposta que me fazem para resolução do problema. A correção do defeito pelo carro apresentado e admitido em oficina, terá de ser por eles assumido. Terão de ser apuradas as responsabilidades relativasà minha queixa em relação ao consumo de óleo e que de nada valeu. Não posso arcar com uma despesa deste calibre quando existe responsabilidade por parte do concessionário e marca. Não é admissível! Exijo a resolução deste problema!
Reserva de propriedade
Dia 25/07 comprei um Citroen C3 1.1i 2003 gasolina. Quando fui ao IRN para fazer o registo de transferência de propriedade foi-me Informado que o veículo tinha uma reserva datada de 18/06/2003 dos Automóveis Citroen SA.Ao me deslocar à Citroen onde a viatura foi adquirida a informação foi que eu teria de recorrer ao Banco. Para este foi enviada pela proprietária anterior toda a documentação, porque devido ao tempo não havia nenhum registo.Como é possível haver uma reserva e não haver um registo?Agora não há uma data específica para isso ser resolvido.Após falar com o serviço pós venda da Citroen ficaram de entrar em contacto com o departamento jurídico mas até o momento sem nenhuma resposta.Eu tenho um documento que informa o fim de contrato, mas que pelos vistos não é suficiente.Não posso utilizar o automóvel sem por no seguro e estar em meu nome.Preciso do documento de extinção de reserva de propriedade com a máxima brevidade possível que tem me causado um grande incomodo
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