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Reclamação - Mau serviço
Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação formal e agravada relativa ao processo de substituição do ecrã do meu Oppo Reno15 Pro, cuja gestão por parte da iServices/Worten constitui, neste momento, uma violação grave dos deveres legais de prestação de serviços, diligência profissional e responsabilidade contratual. No sábado, encomendei o ecrã correto via telefone com o colaborador Filipe e desloquei-me à loja na terça-feira, onde deixei o meu telemóvel plenamente funcional, apesar do ecrã partido. Após o tempo de espera indicado, fui informada pelo colaborador Diogo de que o display enviado estava incorretamente etiquetado e pertencia a outro modelo. O próprio colaborador admitiu que não verificou a diferença de tamanho antes de remover o meu ecrã, deixando-me agora sem qualquer equipamento funcional — situação que não existia antes da intervenção. Fui ainda confrontada com a verificação, por parte do colaborador, de que eu tinha efetivamente indicado o modelo correto, o que demonstra que tentaram inicialmente apurar se existiria alguma falha da minha parte, quando o erro é exclusivamente interno. Hoje, fui novamente contactada pela colaboradora Sara, da loja iServices do Alameda, que me informou que todos os ecrãs existentes na central estão igualmente mal etiquetados, impossibilitando qualquer reparação imediata. Estão a tentar contactar fornecedores externos, sem qualquer garantia de prazo, não sabendo indicar quando — ou sequer se — o ecrã correto estará disponível. Esta ausência de prazo viola o dever de informação e transparência previsto no art.º 4.º da Lei de Defesa do Consumidor. Para agravar a situação, foi-me sugerido o empréstimo de um Huawei P Smart 2019, um equipamento com características manifestamente inferiores ao meu, o que não constitui uma solução adequada nem proporcional ao prejuízo causado. Tal proposta não cumpre o princípio da reposição da funcionalidade equivalente, previsto no art.º 12.º da mesma Lei. Recordo que necessito do meu telemóvel para fins profissionais e tenho um evento importante na sexta-feira, sendo que a privação do equipamento está a causar-me danos significativos, tanto materiais como imateriais. Face ao exposto, exijo: A resolução imediata e prioritária da situação; A disponibilização de um equipamento de substituição equivalente ou superior ao meu até à entrega do telemóvel reparado; Uma resposta formal urgente com o plano de ação e prazos concretos. Mais informo que, caso o meu telemóvel não me seja entregue até quinta-feira, iniciarei os procedimentos legais necessários, incluindo: pedido de indemnização por danos patrimoniais e não patrimoniais, participação no Livro de Reclamações Eletrónico, comunicação à DECO, ASAE e demais entidades competentes. Não admito que uma cadeia de erros internos coloque o cliente numa situação de total desamparo, incerteza e prejuízo continuado. Aguardo resposta urgente. Mariana Pinheiro
Equipamento danificado após reparação de ipad pro 10,5 na iservices amoreiras
Exmos. Senhores, No dia 24 de novembro de 2024 dirigi‑me à iServices das Amoreiras (Lisboa) para substituir a bateria do meu iPad Pro 10,5. O equipamento funcionava normalmente, apenas com desgaste natural de bateria devido à idade. Tinha um protetor de ecrã aplicado e o ecrã encontrava‑se sem qualquer dano visível. Após a substituição da bateria, ainda dentro da loja, o iPad desligou‑se sozinho e deixou de ligar. Voltei de imediato ao balcão; o funcionário confirmou que o aparelho não ligava e pediu que o deixasse. No dia seguinte informaram‑me que já estava “normal” e entregaram‑mo sem qualquer explicação adicional. Em casa, ao fim de algumas horas de utilização, o iPad voltou a desligar‑se sozinho e só consegui ligá‑lo após várias tentativas. Regressei à loja, deixei novamente o equipamento e, mais uma vez, foi‑me devolvido a funcionar, com a indicação de que estava tudo bem. Desde então, ao longo de cerca de um ano, o iPad foi apresentando desligamentos súbitos ocasionais, que não existiam antes da intervenção, mas que eu conseguia contornar voltando a ligá‑lo. Em novembro de 2025 reparei que o ecrã começou a descolar da estrutura, apesar de o equipamento nunca ter sofrido quedas ou danos físicos. A partir daí a autonomia da bateria degradou‑se drasticamente: carregava até 100% e o iPad desligava‑se por volta dos 60%, passando depois a indicar percentagens de bateria incoerentes. Desloquei‑me à iServices no inicio deste mês de Março, explicando que a bateria não a funcionar bem, e mostrando o estado do ecrã. O funcionário confirmou a substituição em garantia. No dia seguinte ligaram‑me a informar que a bateria instalada anteriormente tinha inchado e que não era a bateria correta para o meu modelo, alegando um “erro de catalogação” de logística, e que iriam encomendar e instalar a bateria correta. Além disso, ao abrirem novamente o iPad para instalar essa bateria correta, fui informado de que tinham partido uma ligação interna e que o equipamento teria de seguir para o laboratório para soldadura, garantindo que se tratava de uma reparação simples. Fiquei cerca de uma semana e meia sem o iPad. Quando me entregaram o iPad já com a bateria correta instalada, o equipamento já não tinha o protetor de ecrã que sempre teve desde antes da primeira reparação. Aceitei essa situação. Levei o iPad para casa e, ao final do dia, quis carregá‑lo: só à terceira tentativa é que o carregamento iniciou. No dia seguinte surgiram mais problemas: • reparei numa faixa vertical estreita, mais clara/deslavada/pixelizada, onde o brilho e as cores ficam diferentes do resto da imagem, visível por exemplo sobre os ícones e textos dos atalhos, e posteriormente em partes de outros textos e imagem – defeito que não existia antes; • liguei um teclado que utilizo há anos através do Smart Connector e ele não funcionava; ao testar o mesmo teclado noutro iPad com Smart Connector, funcionou perfeitamente; • tentei ligar o iPad por USB ao meu computador para transferência de ficheiros e não houve qualquer reconhecimento; testei com outro cabo e nada; experimentei ligar o cabo de carregamento e o iPad simplesmente não carregava. Regressei à loja na semana passada e expliquei todos estes problemas. Deixei novamente o iPad. À tarde no mesmo dia, ligaram‑me a informar que o problema do Smart Connector se devia a uma ligação que não tinha ficado bem conectada numa das aberturas anteriores do iPad, e que já tinham resolvido. O problema de carregamento, segundo a iServices, exigia novo envio para o laboratório durante cerca de mais uma semana. No dia 25 de março de 2026 ligaram‑me a dizer que o iPad estava pronto. Fui buscá‑lo levando o teclado para testar o Smart Connector; na loja, o teclado funcionou e o iPad aparentava carregar. No entanto, ao chegar a casa e tentar carregar o iPad com bateria baixa, o problema de não iniciar o carregamento voltou a repetir‑se. A faixa vertical mais clara/deslavada/pixelizada no ecrã mantém‑se. Neste momento, o Smart Connector é praticamente a única coisa que ficou a funcionar de forma consistente. Resumindo, após as sucessivas intervenções da iServices: • o iPad continua com problemas de carregamento – neste momento não carrega de todo; • o ecrã apresenta agora uma faixa vertical com defeito e já teve descolagem, danos que não existiam antes. O defeito no ecrã surge numa faixa vertical que parece começar precisamente na zona inferior, junto ao botão Touch ID, local onde o ecrã é aberto para acesso à bateria, o que reforça que se trata de dano resultante das intervenções. Antes da primeira reparação o iPad não apresentava qualquer falha de ecrã, de carregamento, de Smart Connector ou desligamentos aleatórios, apenas menor autonomia normal pela idade. Estou cansado desta sucessão de intervenções incompletas e novas avarias. Tenho‑me deslocado repetidamente à loja, onde os funcionários demonstram boa vontade, mas os problemas nunca ficam definitivamente resolvidos e não são feitos testes exaustivos antes da entrega ao cliente. Por deixar de acreditar que novas deslocações à loja tragam uma solução efetiva, recorro aqui para expor a situação e obter uma resolução adequada.
Troca de bateria e estragaram telemóvel
Venho por este meio formalizar uma reclamação contra a Iservices Dia 31/07/205 desloquei-me a loja no Algarve para mudarem a bateria e ao mudarem a bateria estragaram outros periféricos que deixaram o telemóvel completamente lento e a aquecer onde foi relatado no livro de reclamações. Ontem fui a uma loja oficial Apple (fnac colombo) para substituir a bateria porque já não estava boa e foi trocada a pouco tempo e o técnico certificado pela Apple fez os testes antes de iniciar os trabalhos e disse me que não podia mexer no telemóvel porque estava quente e com anomalias e quando mostrei o que a Iservices tinha trocado (factura do serviço) disse logo que foi desses componentes que são componentes que ao serem trocados o telemóvel nunca mais fica igual. Contactei a Iservices onde assumiram a culpa e deram-me 2 opções - Trocar por um modelo acima e pagar a diferença que não me compensa claramente uma vez que eu paguei 1853 euros pelo telemóvel ( tenho factura) e agora vale muito menos. - trocarem me por outro telemóvel iPhone 14 Pro Max 512gb igual ao que tenho mas recondicionado e claramente eu não quero outro telemóvel usado que ainda pode vir pior do que o meu. Pedi via email onde tenho todas as provas que fosse dado um iphone igual ao meu selado 100% original o que a Iservices não quer dar. Posto isto vou para o tribunal de paz, uma vez que, estou muito desiludido e este problema afectou me tanto a nível pessoal como a nível profissional. Obrigado Gonçalo
Equipamento vendido com defeito
Venho reportar problemas graves e persistentes com um equipamento adquirido na loja online da iServices (iPhone 16 128GB, encomenda IQRHAWMGS, 28/11/2025, 768,93€). Logo após a compra, o telemóvel apresentou falhas de rede constantes e, mais recentemente, bloqueou no processo “a confirmar atualização”. Na fase inicial, dirigi-me a uma loja iServices, na cidade de Leiria (Av.Herois de Angola), para reportar o problema e solicitar orientação. Foi-me indicado que deveria primeiro tentar soluções alternativas, como atualizar o sistema operativo e solicitar uma segunda via do cartão SIM. Segui estas instruções de boa-fé, mas o problema manteve-se. Importa salientar que nessa primeira visita não me foi fornecido qualquer comprovativo de atendimento, registo de ocorrência ou documento que confirmasse que reportei o defeito dentro do prazo legal. Hoje fui informada de que, caso tivesse um talão ou outro documento que comprovasse essa primeira visita, poderia ser possível proceder ao reembolso. No entanto, a falta de documentação não resulta de falta de diligência da minha parte, mas sim da ausência de registo fornecido pela própria loja. Em 6 de março de 2026 voltei à mesma loja iServices com o mesmo problema. O equipamento foi retido durante cerca de uma hora e meia para intervenção técnica, tendo-me sido indicado que em princípio o problema estaria resolvido, e que caso não estivesse seria necessário enviar o equipamento para laboratório caso persistisse. Infelizmente, no dia seguinte o telemóvel voltou a ficar sem rede. No dia 10 de março de 2026 dirigi-me novamente à loja, desta vez com o mesmo problema de rede e com um novo problema: o equipamento encontrava-se bloqueado no processo “a confirmar atualização”. Após verificação, foi-me indicado que se tratava de um erro de software e que a única solução seria então enviar o equipamento para laboratório, com um prazo estimado de cerca de um mês. O telemóvel é essencial para o meu trabalho e para a minha atividade académica, pelo que esta situação me causa prejuízos significativos. Adquiri o equipamento confiando na descrição apresentada no vosso website, que indicava tratar-se de um dispositivo em excelente estado e totalmente funcional, submetido a testes. A persistência de múltiplos problemas técnicos desde praticamente o início da utilização levanta sérias dúvidas sobre o estado real em que o equipamento foi vendido. Face ao exposto, considero que a situação não corresponde às condições anunciadas no momento da compra e solicito que este caso seja analisado com vista ao reembolso do valor pago pelo equipamento, ou outra solução que não implique que eu suporte os prejuízos decorrentes da venda de um equipamento com defeito. Agradeço desde já a atenção e aguardo uma resposta com a maior brevidade possível.
garantia recusada
Exmo. Senhor(a), Assunto: Reclamação por defeito em iPhone 13 Pro recondicionado adquirido na iServices – Pedido de ativação da garantia e resolução do problema Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa a um iPhone 13 Pro recondicionado (cor: Prateado, estado: Excelente, armazenamento: 128 GB), adquirido na loja online da iServices em 8 de setembro de 2025 (referência da encomenda: FLUNUXGYG; referência do item: #13PRO1489; número de série: 355677819924594), conforme fatura FRLO/76083 anexa. O equipamento foi comprado por mim, Juliana Bentes Pontes (NIF: 311631320, morada: R. Choupela N80 1D, Águeda, 3750-314, Portugal), no valor total de 524,28€ (incluindo Starter Kit), pago via Floa 4X. O produto foi recebido em perfeitas condições aparentes e utilizado de forma normal e cuidadosa, sempre com proteção (capa e película), sem exposição a líquidos, quedas, impactos ou qualquer tipo de mau uso que pudesse danificá-lo. Não apresenta arranhões, amolgadelas ou sinais de dano externo visível, o que confirma que o problema não resulta de acidente ou negligência por parte do utilizador. Cronologia dos problemas observados: • Início dos sintomas (algumas semanas após a compra, por volta de final de início de outubro de 2025): A tela começou a apresentar travamentos intermitentes. Ao pressionar o botão para desligar e religar a tela (bloqueio/desbloqueio), o funcionamento voltava ao normal temporariamente. Em ocasiões isoladas, surgiam bugs visuais, como linhas estranhas ou cores anormais (manchas ou distorções), que desapareciam após reinício. Atribuí isso inicialmente a um possível problema de software e atualizei o iOS, mas os sintomas persistiram esporadicamente. • Tentativa de resolução inicial (novembro de 2025): Dirigi-me a uma loja física da iServices para avaliação. Os técnicos indicaram que seria necessário deixar o equipamento para investigação detalhada. No entanto, não foi possível fazê-lo na altura, pois o iPhone continha dados pessoais e profissionais essenciais, e precisei de transferi-los para um dispositivo alternativo antes de o entregar. Planejei retornar em breve, mas os sintomas não pioraram imediatamente, permitindo o uso contínuo. • Agravação do defeito (janeiro/fevereiro de 2026, cerca de 4-5 meses após a compra): Sem qualquer incidente (queda, impacto ou exposição a humidade), a tela subitamente apresentou manchas generalizadas de cor azul, semelhantes a vazamentos ou infiltrações internas (como se houvesse um "derrame" de tinta ou líquido no display). Essas manchas cobrem grande parte da tela, tornando o uso difícil ou impossível em certas áreas, com distorções de cor e perda de funcionalidade. O problema surgiu de forma espontânea durante o uso normal, sem sinais prévios de dano externo. Visita à loja e negação de garantia (13 de fevereiro de 2026): Dirigi-me novamente à loja da iServices para ativar a garantia. Após uma inspeção superficial, os funcionários negaram qualquer cobertura, alegando que o defeito seria resultado de "culpa do utilizador" ou mau uso, sem fornecerem uma explicação técnica detalhada ou relatório escrito. Insisti que o equipamento não sofreu qualquer dano causado por mim, mas recusaram-se a proceder a reparo, substituição ou reembolso, limitando-se a afirmar que "não cobre garantia por estar assim". Não me foi dada oportunidade de uma avaliação mais aprofundada, nem justificativa baseada em evidências. Argumentação para cobertura pela garantia: Conforme as condições de venda da iServices (indicadas na fatura), os iPhones recondicionados estão cobertos por uma garantia limitada de até 3 anos (exceto bateria, com 1 ano), ao abrigo do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, que transpõe a Diretiva Europeia 2019/771 relativa à venda de bens de consumo. Este regime presume que defeitos manifestados nos primeiros anos de uso existiam à data da compra, cabendo ao vendedor (iServices) provar o contrário (inversão do ónus da prova). O defeito descrito – manchas azuis e distorções no display OLED – é consistente com problemas internos de hardware comuns em iPhones recondicionados, como falhas na laminação do ecrã, desgaste prematuro do painel OLED ou anomalias elétricas (ex.: falta de voltagem ou corrosão interna de cabos flexíveis), conforme relatos amplamente documentados em fóruns especializados e sites de suporte técnico. Esses issues frequentemente surgem sem causa externa, especialmente em unidades refurbished, e não são atribuíveis a "mau uso" sem prova concreta. No meu caso, a ausência de danos visíveis reforça que se trata de um vício oculto ou defeito de fabrico pré-existente, coberto pela garantia. A exclusão para danos por líquidos ou quedas não se aplica, pois não há evidências disso.
iPhone 13 Pro Max 256 GB com defeito omitido e reparação não genuína - iService São Miguel
Exmo.(s) Senhor(es), Reitero a minha total insatisfação com o iPhone 13 Pro Max adquirido a 23/12. O equipamento foi vendido com bataria degradada (81%) sob o rótulo de "Estado do Equipamento-Muito bom" e, após uma intervenção vossa, apresenta agora mensagens de erro de peça não genuína, o que desvaloriza o bem. Como Prazo legal de 15 dias úteis para resposta à minha reclamação no Livro (Folha nº 33119436) termina dia 20 de Janeiro sem qualquer solução da vossa parte, informo que, caso o reembolso não seja processado até essa data, o processo seguirá para o Centro de Arbitragem (CIMARA) e para a ASAE. Não aceito mais reparações, apenas a resolução do contrato com o reembolso integral dos valores pagos.
Apple Watch defeituoso
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar a intervenção da DECO Proteste na defesa dos meus direitos enquanto consumidora, face à total inércia e incumprimento por parte do vendedor relativamente a um bem adquirido ainda dentro do período legal de garantia. No dia 09 de junho de 2025, adquiri um Apple Watch, pelo valor de 244 €. Em 27 de julho de 2025, o equipamento deixou pura e simplesmente de funcionar. Importa referir que, desde algum tempo antes, o relógio apresentava aquecimento anómalo durante o carregamento, situação que sempre considerei preocupante. Desloquei-me à loja para ativação da garantia. Fui informada de que o equipamento não poderia ter contacto com água, afirmação que me causou estranheza, uma vez que se trata de um produto anunciado como resistente à água. Ainda assim, esclareço que o relógio nunca foi submerso, tendo apenas estado ocasionalmente exposto a salpicos ao lavar as mãos, sendo sempre retirado antes do banho. Aquando da abertura do equipamento em loja, foi-me comunicado que este se encontrava completamente corroído e com ferrugem no interior, tendo sido inicialmente informado que não teria reparação possível. Apesar disso, reclamei de imediato, por se tratar de um bem ainda dentro do prazo de garantia legal, recordando que qualquer reparação ou substituição deve respeitar as características e a qualidade do produto original. Face à ausência de resposta e de solução por parte do vendedor, apresentei reclamação formal no Livro de Reclamações em 08 de outubro de 2025, anexando toda a informação relevante. Contudo, até à presente data — volvidos mais de dois meses — não obtive qualquer resposta, solução, reparação, substituição ou reembolso, o que configura um claro incumprimento dos deveres legais do profissional. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, que transpõe a Diretiva (UE) 2019/771, o consumidor tem direito à reposição da conformidade do bem num prazo razoável e sem inconvenientes significativos, bem como à resolução do contrato com restituição integral do preço pago, quando tal não seja assegurado. O silêncio prolongado do vendedor, a inexistência de solução e a ultrapassagem clara de todos os prazos legais tornam insustentável a manutenção deste contrato. Assim, declaro de forma inequívoca que não pretendo reparação, substituição ou qualquer outro produto, pretendendo apenas a resolução do contrato e a devolução integral do montante pago (244 €). Anexo à presente exposição: • Cópia da reclamação apresentada no Livro de Reclamações. Com os melhores cumprimentos Joaquina Rodrigues
Telefone novo sem utilidade
Comprei um ícone em novembro 2024 em setembro de 2025 pedro a passe da cloud após várias tentativas bloquei a conta da Apple ao iPhone no entanto contatei a Apple que me pediu a factura o mail da conta na qual passado um dia tive resposta que necessitava da factura original ou seja a factura do primeiro comprador fui a Iservice e disseram que não podiam facultar a factura original fica assunto resolvido casa me tivessem fornecido a factura para enviar a Apple neste momento tenho o telefone novo sem qualquer utilidade pois não me resolveram o problema e dei 359€ pelo telefone neste caso não deveriam estar aptos a vender telefones em segunda mão pois a factura passada por eles não tem qualquer tipo de serventia
Fraude documental iServices – Cobrança duplicada e serviço nunca realizado (€104,90)
No dia 20-10-2025 paguei €99,95 na iServices Alma Shopping (Coimbra) por “Technical Intervention Windows” que, segundo o técnico, incluía limpeza completa + troca de pasta térmica + diagnóstico (qualquer peça seria deduzida desse valor). Dias depois pediram €54,95 extra pelo DC jack. Recusei inicialmente. Mais tarde aceitaram fazer por apenas +€4,90 (total €104,90). Quando abri o portátil confirmei: - Pasta térmica 100 % original de fábrica HP (fotos + comparações em anexo) - Apenas trocaram o DC jack Provas irrefutáveis: 1. Dois recibos oficiais (em anexo): - 20-10-2025 → €99,95 por “Technical Intervention Windows” - 06-11-2025 → €49,95 pela mesma intervenção + €54,95 pela peça → Cobrança duplicada da mesma intervenção para disfarçar o preço da peça 2. Fotos da pasta térmica nunca mexida A iServices recusa reembolso total sem eu devolver o DC jack antigo (já removi eu próprio) e insiste em mexer novamente no portátil. Exijo: - Reembolso integral e imediato dos €104,90 - Sem devolução de peças nem nova intervenção Em anexo: - 2 recibos originais - Fotos da pasta de fábrica - Troca de mensagens Portal da Queixa Data da ocorrência: 20-10-2025 / 06-11-2025 Valor em causa: €104,90 Empresa: iServices – Alma Shopping Coimbra Peço intervenção urgente da DECO.
Iphone defeituoso
No Passado dia 21 de Julho a minha esposa comprou um Iphone 13 na loja iservice do C.C. Vasco da Gama em Lisboa, na altura da compra mencionaram que o estado da bateria estava nos 86% mas que não havia problema algum pois ao baixar dos 85% nos poderíamos deslocar á loja e fariam a substituição da mesma sem qualquer custo embora não fosse por uma bateria original da marca mas seria nova. no passado dia 8 de Novembro e porque o funcionamento do telefone já não esta satisfatório no que toca á bateria pois a partir dos 10% fica difícil usar o telefone porque ele desliga-se e volta a ligar pouco depois já com informação de 1% de bateria. A informação que nos foi dada então é que afinal a substituição da bateria só seria feita em garantia caso esta estive-se a baixo de 79% quando não foi essa a informação dada pelo vendedor na ocasião da venda. o que me leva a pensar que para proceder á venda vale tudo até dar informação errada ao cliente induzindo em erro e levando á compra de um produto defeituoso.
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