Reclamações públicas

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A. L.
15/09/2026

Cobrança indevida e abusiva

Venho apresentar uma reclamação relativamente ao meu contrato com o Ginásio Impulse de Famalicão. A minha mensalidade era de 14 €. Entretanto, fiquei desempregado. Por esse motivo, fui ao ginásio, apresentei a documentação comprovativa do desemprego e solicitei o cancelamento do contrato. Na reçeção, foi-me informado pela funcionária que estava tudo tratado e que o cancelamento estava resolvido. Fiquei, portanto, convencido de que o contrato tinha sido encerrado. Posteriormente, descobri que o contrato continuava aberto e que continuavam a ser acumulados valores. Quando tentei esclarecer a situação, disseram-me que a documentação apresentada não era válida para o cancelamento. Neste momento estão a exigir-me 415,65 apesar de a mensalidade ser de apenas 14 € e de eu ter tentado cancelar o contrato e apresentado a documentação solicitada. Fui recentemente contactado pela empresa FACILIS, que exigiu o pagamento dos 415,65 €. Informei que não reconheço este valor e que não concordo com a cobrança. E a mulher que me contactou foi extremamente grosseira fui explicar a situação ela não quis nem saber já foi me cortando e foi-me então dito que, caso não pagasse, o assunto poderia seguir para tribunal. Não me recuso a pagar valores que sejam efetivamente devidos. O que contesto é que este valor não pode estar certo, uma vez que tentei cancelar o contrato e fui informado de que o processo estava resolvido. Solicito à DECO orientação sobre os meus direitos e ajuda para esclarecer: Qual a base contratual para a cobrança dos 415,65 €; Como foi calculado esse valor; Quais os valores efetivamente em dívida e quais são penalizações ou taxas; Por que motivo o meu pedido de cancelamento e a documentação apresentada não foram considerados. Pretendo resolver a situação de forma justa e estou disponível para pagar eventuais valores que sejam comprovadamente devidos, mas não concordo em pagar esse valor sem uma fundamentação clara. Tenho o contrato e documentação relativa ao desemprego, bem como outras comunicações, que posso apresentar para análise. Ao consultar outras reclamações sobre o Ginásio Impulse, encontrei relatos de outros consumidores com situações semelhantes, nomeadamente cobranças relacionadas com cancelamentos e posterior encaminhamento de valores para a empresa FACILIS, com montantes bastante superiores aos inicialmente indicados pelo ginásio. Por esse motivo, gostaria também de saber se a DECO tem conhecimento de outros casos semelhantes e se existe algum procedimento que possa ser adotado para contestar este tipo de cobrança.

Resolvida
H. C.
09/09/2026

Cobrança indevida e abusiva

Eu e a minha esposa fizemos o cancelamento do contrato do Ginásio impulse no dia 26/11/2025, sendo que a fidelização terminava no dia 24/12/2025, a Impulse nos cobrou, em nome de uma senhora chamada Joana, o valor de 64,85, valor esse superior ao que nos restava para pagar até o final de nosso contrato, a mesma também nos informou que em caso de atraso era acrescido 2 euros por semana, valor esse que não faço ideia que seja legal, ok, pagamos. No inicio deste ano, um senhor, chamado Carlos( se não me engano)entrou em contacto comigo informando que eu estava a dever o valor da rescisão, eu expliquei que a minha esposa tinha feito o pagamento do valor, o mesmo tinha me informado um valor que era até inferior que a minha esposa tinha pago, eu disse novamente que foi pago e informei o dia, o mesmo disse que iria verificar, me deixou em chamada sem desligar por muitos minutos e não me respondeu, desliguei a ligação e o retornei, pelo menos 2 vezes, e o mesmo não me retornou, pra mim estava tudo certo, tanto que alguns dias depois a Impulse me contacta perguntando se eu gostaria de retornar ao ginásio e eu disse que não pois estava chateado com essas cobranças indevidas. Para a minha surpresa fui contactado por uma empresa chamada Facilis(no qual, pelo Google se nota uma péssima reputação) informando que eu estou devendo a Impulse o valor de 529 euros, isso mesmo, um valor totalmente abusivo e indevido, recebo ligações no qual sou cobrado de uma forma totalmente constrangedora no qual a senhora não me deixa falar, de uma grosseria absurda e desrespeitosa, primeiro o valor é indevido e segundo, que taxa de juros cobrada (nem o banco cobraria)para um valor que nem era 60 euros e depois de 8 meses viraram 529 euros, sendo que tem e-mail da senhora Joana da impulse dizendo 2 euros por semana! Isso é uma vergonha, uma burla para quem ficou quase 1 ano de ginásio e esteve a meses sem frequentar antes do cancelamento. Por essa falta de respeito, sou obrigado a consultar os meus direitos com profissionais e estou em todas as redes sócias informando as pessoas sobre a burla no qual sofro, irei expor na rádio de Braga e todas as midias sociais possíveis, para que ninguém passe por tal constrangimento

Em curso
A. G.
05/08/2026

Debito direto exigido

Inscrevi me no ginásio e disseram que era obrigatório dar um iban para debito direto apesar de eu dizer que sempre iria fazer o pagamento em dinheiro e de ter um contrato sem fidelização. Paguei sempre a tempo mas mesmo assim tentam debitar a conta que dei e que nem sequer é minha pois nao tenho conta num banco. Hoje fui ao ginásio e apesar de ter o mês pago nao me deixaram entrar porque estavam a obrigar me a assinar uma autorização de debito direto de uma conta que eu nao sou titular. Foram super arrogantes.

Encerrada
P. R.
29/07/2026

Cobrança de dívida após pedido de cancelamento por motivos de saúde

Por motivos de saúde, solicitei o cancelamento da minha inscrição através de e-mail enviado em 12/05/2026, anexando a respetiva declaração médica do meu médico de família, onde é indicado que não posso realizar atividades físicas. Apesar de ter enviado toda a documentação comprovativa e feito o pedido formal de cancelamento, não obtive qualquer resposta, confirmação de receção do pedido ou informação sobre o tratamento do mesmo por parte da entidade. Para meu espanto, no dia 29/07/2026, recebi um contacto telefónico de uma empresa de gestão de cobranças, informando-me de uma alegada dívida no valor de 157,65 €, associada à cliente deles. Considero esta situação inaceitável, pois comuniquei atempadamente a minha impossibilidade de continuar as atividades por razões de saúde, apresentando comprovativo médico, e nunca obtive resposta da empresa. Ainda mais preocupante é a tentativa posterior de cobrança após o pedido de cancelamento, incluindo a faturação de serviços de nutrição que nunca chegaram a ser prestados.

Resolvida
H. C.
13/05/2026

Contestação de dívida indevida (136€) e recusa de cancelamento por motivos de saúde

Exmos. Senhores da DECO PROTESTE, ​Venho por este meio solicitar a vossa mediação num conflito de consumo com o ginásio IMPULSE (Strong Scenery, Lda.), relativo à recusa de cancelamento de contrato e à cobrança indevida de prestações que totalizam, à data atual, o valor de 136,00€. ​Sou detentora do contrato n.º 22633 e, desde há aproximadamente seis meses, tenho tentado rescindir o mesmo por motivos de saúde incapacitante. Para o efeito, apresentei o respetivo atestado médico, cumprindo integralmente o disposto na Cláusula 9.ª, ponto 1 das Condições Gerais do contrato assinado, que prevê expressamente a resolução em situações de "doença ou invalidez permanentemente impeditivas da prática das atividades". ​Inexplicavelmente, o ginásio tem ignorado este direito, mantendo a faturação ativa e gerando uma dívida artificial de 136,00€, referente a mensalidades posteriores à minha comunicação de desistência e entrega do comprovativo médico. Acresce que tenho sido contactada telefonicamente com o intuito de procederem a uma renovação forçada do contrato, o que demonstra uma total má-fé e desrespeito pela lei e pela Cláusula 7.ª (Direito de Oposição à Renovação). ​Face ao exposto, exijo: ​A anulação imediata da dívida de 136,00€, uma vez que as prestações foram faturadas após a comunicação da justa causa para rescisão; ​O cancelamento definitivo do contrato com efeitos retroativos à data da primeira apresentação do atestado médico; ​A cessação de qualquer tentativa de cobrança ou renovação forçada; ​A confirmação por escrito de que nada mais devo a esta entidade e que o meu processo se encontra encerrado. ​Informo que já procedi ao cancelamento da autorização de débito direto e que não reconheço qualquer valor em dívida, estando a agir em conformidade com os meus direitos contratuais. ​Anexo o contrato e a ficha de inscrição, estando disponível para fornecer o atestado médico que o ginásio recusa aceitar. ​Atentamente, ​Helena Raquel Silva Da Costa

Encerrada
A. C.
24/09/2025

Cancelamento de Inscrição

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação contra o ginásio Impulse de Vila Nova de Famalicão, relativamente a um processo de cancelamento de inscrição que se encontra pendente há mais de um mês e que considero abusivo e lesivo dos meus direitos enquanto consumidor. 1. Situação Solicitei o cancelamento da minha inscrição no ginásio, fundamentado na minha situação de desemprego, devidamente comprovada através de documento já remetido à entidade. Apesar de a situação de desemprego constituir fundamento válido, o ginásio tem apresentado valores contraditórios e sem fundamentação objetiva: Inicialmente foi-me exigido o pagamento de 112€; Posteriormente, outro colaborador comunicou o valor de 66€. Tal variação evidencia incoerência e ausência de critérios claros. 2. Cláusulas abusivas O ginásio fundamenta agora a cobrança de 66€ na alegada existência de uma cláusula contratual que obriga ao pagamento de 30 dias de aviso prévio. No entanto, perante a legislação em vigor, essa cláusula é considerada abusiva, consequentemente nula. 3. Má-fé contratual Durante todo o processo, o ginásio tem demonstrado resistência e má-fé na resolução do assunto, protelando deliberadamente a decisão e tentando impor novos pagamentos acrescidos aos já comunicados. A colaboradora responsável não demonstrou qualquer disposição para resolver a situação, mesmo após apresentação de prova documental da minha condição de desemprego. 4. Pedido Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO Proteste para que: Seja garantido o cancelamento imediato da inscrição, sem cobrança de valores adicionais abusivos, a contar da data do despedimento; Sejam apuradas as responsabilidades do ginásio pela prática de cláusulas abusivas e pela falta de transparência na relação contratual; Seja assegurada a defesa dos meus direitos enquanto consumidor. Sem outro assunto de momento, apresento os melhores cumprimentos, André Tavares Carvalho

Resolvida
E. F.
26/12/2024

Reclamação por Falsificação de Assinatura e Má Prática Comercial

Exmos. Senhores, Exmo./a. Sr./a., Venho apresentar uma reclamação formal contra o ginásio Impulse em Braga devido a graves irregularidades no processo de inscrição e gestão contratual. No dia 2 de outubro de 2023, visitei o ginásio após ser contactada por uma colaboradora. Durante a visita, fui pressionada a inscrever-me naquele dia para aproveitar uma promoção de aniversário, sendo-me garantido que não existiria qualquer fidelização e que poderia cancelar a inscrição sem penalizações. Por confiar na informação prestada, forneci dados pessoais e efetuei o pagamento inicial de 22,80€ via MB Way, com o compromisso de que o contrato seria enviado por email para análise e assinatura presencial. Apesar de múltiplos pedidos, nunca recebi o contrato. Após avaliar que os horários das aulas não eram compatíveis com a minha rotina, solicitei o cancelamento da inscrição no dia 4 de novembro e procedi ao cancelamento do débito direto. No entanto, a 8 de novembro, fui informada por um colaborador de que a rescisão estava sujeita a cláusulas contratuais desconhecidas, pois nunca tive acesso ao contrato. Quando questionei, recebi um contrato contendo nove assinaturas falsificadas da minha autoria, incluindo a autorização de débito direto. Informei de imediato sobre este crime, previsto no artigo 256.º do Código Penal, e disponibilizei provas como mensagens trocadas com a colaboradora. Apesar de um contacto inicial, o ginásio demorou mais de um mês para responder e limitou-se a afirmar que “não foram identificadas provas concretas”, ignorando a gravidade da situação. Exijo o reconhecimento formal do erro, a anulação do contrato falsificado, a cessação de qualquer tentativa de cobrança e a devida responsabilização pelas práticas ilícitas. Esta situação reflete falsificação de assinaturas, práticas comerciais desleais e total falta de transparência. Fico à disposição para esclarecimentos e apelo à intervenção para garantir a devida investigação e responsabilização. Elsa Quinteiro Cumprimentos.

Resolvida
J. M.
13/09/2024

Cancelamento de contrato

Exmos. Senhores, Fui fisicamente lá para cancelar o proximo contrato, pois o que tinha feito era só de um ano, e disseram para enviar email, passado 5 minutos ligaram a dizer para ir lá, e quando disse que estaria disponível para ir no momento, tinha de marcar com antecedência 24h pois disseram que não tinham pessoa disponível, (mas quando é para entrar no ginásio esta sempre muita gente livre) e quando fui lá fazer o pedido tinha igualmente as mesmas pessoas, e notar que a única coisa que tinha de fazer era assinar um papel, para não falar do pior de não avisarem que era necessário ter exatamente um mês de antecedência para anular o contrato seguinte (que ainda não tinha começado), deveriam de dar aviso prévio e avisar o cliente antes de dar margem para tal acontecer, porque tive de pagar um total de +40€ por tal situação. O meu concelho para futuras ocasiões é não entrar em ginásios com este tipo de contrato, porque é inadmissível ter este tipo de procedimento. Reparei também que eles tem dois espaços diferentes de pagamento em que um deles não conta como ginásio no IRS. No meu ver geral saí de lá por não compensar por ser longe de casa, mas na realidade também é que nas horas que ia (18h, 19h, 20h) estava sempre cheio a um ponto de não me sentir confortável. Não sou pessoa de me queixar das coisas mas achei toda a situação desconfortável. Cumprimentos.

Encerrada
A. C.
10/07/2024

Rescisão contato

Exmos. Senhores, Venho por este meio fazer uma reclamação sobre o ginásio impulse Braga. Estou numa situação de saúde complicado, com problemas osteo-articulares bem como uma descida de peso abrupta. A minha fisioterapeuta indicou-me que teria que sair do ginásio e passou-me uma declaração, ou pelo menos fazer uma pausa durante um período ainda razoável e depois voltar. Ao qual no ginásio indicaram que ela não era médica e como tal não tinha competências para me passar uma declaração e neste caso não era válido, só seria se fosse passada pela médica de família. No entanto, expliquei a situação toda, que andava a pagar todos os meses 40 euros e faziam-me muita falta, e não estando a usufruir para tentarmos resolver a questão, porque para marcar uma consulta ainda demora o seu tempo, meses. Ao qual me indicaram para marcar uma consulta de urgência (e faltar ao trabalho) para pedir uma declaração. Isto foi pedido no final de Maio e no início de Junho já. Entenranto oassdo mais de 1 mês, consegui, e tinha uma declaração passada pela médica de família que diz “…. que ANA **** nascido(a) a *****, portador(a) do BI / CC n.° *****, se encontra impossibilitada de realizar atividades físicas/desportivas por patologia osteoarticular com contra indicação para exercicio físico….” Para meu espanto dizem que não é válido, apenas é válido para suspender por um período de apenas 15 dias. A médica diz que este documento está correto e têm que aceitar mas eles dizem que não! Obrigada.

Encerrada

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