Venho apresentar uma reclamação relativamente ao meu contrato com o Ginásio Impulse de Famalicão.
A minha mensalidade era de 14 €. Entretanto, fiquei desempregado. Por esse motivo, fui ao ginásio, apresentei a documentação comprovativa do desemprego e solicitei o cancelamento do contrato.
Na reçeção, foi-me informado pela funcionária que estava tudo tratado e que o cancelamento estava resolvido. Fiquei, portanto, convencido de que o contrato tinha sido encerrado.
Posteriormente, descobri que o contrato continuava aberto e que continuavam a ser acumulados valores. Quando tentei esclarecer a situação, disseram-me que a documentação apresentada não era válida para o cancelamento.
Neste momento estão a exigir-me 415,65 apesar de a mensalidade ser de apenas 14 € e de eu ter tentado cancelar o contrato e apresentado a documentação solicitada.
Fui recentemente contactado pela empresa FACILIS, que exigiu o pagamento dos 415,65 €. Informei que não reconheço este valor e que não concordo com a cobrança. E a mulher que me contactou foi extremamente grosseira fui explicar a situação ela não quis nem saber já foi me cortando e foi-me então dito que, caso não pagasse, o assunto poderia seguir para tribunal.
Não me recuso a pagar valores que sejam efetivamente devidos. O que contesto é que este valor não pode estar certo, uma vez que tentei cancelar o contrato e fui informado de que o processo estava resolvido.
Solicito à DECO orientação sobre os meus direitos e ajuda para esclarecer:
Qual a base contratual para a cobrança dos 415,65 €;
Como foi calculado esse valor;
Quais os valores efetivamente em dívida e quais são penalizações ou taxas;
Por que motivo o meu pedido de cancelamento e a documentação apresentada não foram considerados.
Pretendo resolver a situação de forma justa e estou disponível para pagar eventuais valores que sejam comprovadamente devidos, mas não concordo em pagar esse valor sem uma fundamentação clara.
Tenho o contrato e documentação relativa ao desemprego, bem como outras comunicações, que posso apresentar para análise.
Ao consultar outras reclamações sobre o Ginásio Impulse, encontrei relatos de outros consumidores com situações semelhantes, nomeadamente cobranças relacionadas com cancelamentos e posterior encaminhamento de valores para a empresa FACILIS, com montantes bastante superiores aos inicialmente indicados pelo ginásio. Por esse motivo, gostaria também de saber se a DECO tem conhecimento de outros casos semelhantes e se existe algum procedimento que possa ser adotado para contestar este tipo de cobrança.