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Produto Danificado
Assunto: Produto entregue danificado — recusa de recolha e pedido de responsabilização da Conforama Apresento nova reclamação diretamente contra a Conforama, na sequência da reclamação anterior e da falta de resolução do problema. Em 03/10/2026, adquiri no site da Conforama um sommier de casal baú Canapé Luxury, pelo valor de 332,50 €, tendo efetuado o pagamento à Conforama através dos meios disponibilizados na sua plataforma. O produto foi entregue em 09/10/2026. Cerca de duas horas depois, ao iniciar a montagem, constatei que a base apresentava várias marcas de impacto e partes da madeira arrancadas. Comuniquei imediatamente os danos e voltei a colocar o produto na embalagem, solicitando a devolução e o reembolso. Após uma recusa inicial, de 13/10/2026, e na sequência da minha reclamação, a Duehome, vendedora do Marketplace, confirmou por escrito que poderia encarregar-se da recolha para efetuar o reembolso, a seu cargo. Pediu que o produto estivesse embalado e que voltasse a contactar a partir de 23/10. Em 23/10/2026, solicitou fotografias do produto embalado para agendar a recolha. Enviei essas fotografias em 24/10/2026, cumprindo as instruções recebidas. Contudo, em 26/10/2026, a Duehome alterou a sua posição, alegando que a informação anterior tinha sido prestada por engano e que não faria a recolha porque a montagem já tinha sido iniciada. Indicou que, para obter o reembolso, teria de devolver o produto por minha conta às suas instalações em Espanha. Não aceito esta exigência. Os danos foram detetados precisamente ao iniciar a montagem e comunicados logo após a entrega. O simples início da montagem não demonstra que os danos tenham sido causados por mim nem justifica, por si só, a recusa dos meus direitos perante um produto entregue danificado. Trata-se de uma reclamação por falta de conformidade, e não de uma devolução por mera mudança de opinião. Nos termos do artigo 16.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, a manifestação da falta de conformidade nos primeiros 30 dias permite solicitar a resolução do contrato. O artigo 20.º, n.º 4, alínea a), prevê que a devolução decorrente dessa resolução seja feita a expensas do profissional. Quanto à posição da Conforama de remeter a responsabilidade para o Marketplace, a compra foi realizada no seu site e o pagamento foi efetuado à Conforama. Invoco, por isso, o artigo 44.º do mesmo diploma, que prevê a responsabilidade solidária do prestador de mercado em linha quando seja parceiro contratual do vendedor, incluindo situações em que o contrato e o pagamento são efetuados exclusivamente pelos meios disponibilizados pela plataforma. Solicito que a Conforama assuma a resolução efetiva desta situação, sem se limitar a encaminhar novamente a reclamação para o vendedor. Concretamente, solicito: 1. A resolução do contrato e o reembolso integral dos 332,50 € pagos, sem custos para mim; 2. O agendamento da recolha do produto na morada de entrega, sem encargos, conforme já tinha sido aceite por escrito; 3. A confirmação escrita da data da recolha e do procedimento e prazo de reembolso; 4. Caso a Conforama mantenha a recusa de responsabilidade, uma resposta fundamentada que explique a sua posição face ao artigo 44.º e às circunstâncias concretas da contratação e do pagamento. O produto encontra-se embalado e disponível para recolha. Não aceito suportar os custos de transporte para Espanha de um artigo cujos danos foram comunicados imediatamente após a entrega. Anexo o histórico das comunicações, incluindo a aceitação da recolha, o pedido e envio das fotografias e a posterior recusa de 26/10/2026. Solicito uma solução concreta e o cumprimento dos meus direitos enquanto consumidora.
MOVEL APARADOR COM DEFEITOS CONSECUTIVOS
Ao longo dos últimos anos, comprei móveis para quatro quartos, incluindo colchões, mesas de cabeceira e cómodas. Todos os móveis foram adquiridos no Conforama, sendo que apenas um aparador está a dar problemas, pois parece-me mal projetado: não existe folga suficiente entre as portas e as gavetas, o que faz com que batam umas nas outras ao abrir e fechar, provocando danos. Neste momento, algumas gavetas e portas já nem sequer abrem e fecham em condições. Adquiri e levantei quase tudo na loja do Montijo, mas este aparador tive de levantar no Conforama de Setúbal, pois não havia stock no Montijo. Agora, o Conforama Montijo afirma que a resolução do problema tem de ser feita em Setúbal, empurrando-me de uma loja para a outra. Sinto que estão apenas a empatar até que a garantia prescreva. Considero inaceitável, visto que o número de contribuinte do Conforama é o mesmo para ambas as lojas, por isso esta distinção não faz sentido. As arestas tem danos não fruto de maus tratos mas sim por as portas e gavetas sem folga nenhuma roçarem entre elas.
Reclamação – cama Conforama com defeito e falta de resposta
Comprei na Conforama, no dia 13 de junho de 2026, um “CHAISE LONGUE DIREITA COM CAMA SELVA COR AZUL”. Poucos dias após a utilização, o produto começou a apresentar um ruído ao sentar-me. Em julho de 2026, contactei a Conforama através do formulário disponível no site, solicitando a avaliação do problema. Não tendo obtido resposta, efetuei vários contactos telefónicos para o número 210 270 797. No dia 17 de agosto de 2026, um técnico da loja de Corroios avaliou o problema e indicou que não foi possível identificar a origem do ruído, tendo referido que seria necessário contactar o fornecedor. Até à data, apesar de vários pedidos meus, tanto por formulário online como por telefone, a Conforama não apresentou qualquer solução. A resposta tem sido sempre a mesma: “estamos à espera da resposta do fornecedor”. O produto encontra-se em garantia. Considero inaceitável que, passados mais de três meses desde a compra e mais de dois meses desde a primeira comunicação do defeito, a empresa não tenha dado uma resposta atempada nem apresentado uma solução. Pedido: Solicito a devolução integral dos encargos associados à compra, dado que não foi apresentada qualquer solução eficaz para o problema.
Encomenda Danificada
Exmos. Senhores, Em 03/10/2026 comprei-vos, através do vosso site, uma Sommier casal baú Canapé Luxury por 332,50€. A referência da encomenda é 40740509M. Contudo, 2 horas após receber a encomenda, no dia 09/10/2026 e quando começamos a fazer a montagem percebi que a base da cama estava totalmente danificada, cheia de marcas de batida com pedaços da madeira arrancados. A cama em nada parecia com o que estava a venda na internet. Qualidade péssima, uma verdadeira vergonha. Fiz a reclamação na mesma hora e coloquei a cama de volta na caixa que veio. Recebi, entretanto, a vossa comunicação de 13/10/2026 em que me negavam o exercício deste meu direito, e transmitiam que não me devolveriam o valor que paguei. Não aceito esta posição de modo algum, e exijo a restituição imediata do preço que paguei e devolução do artigo com defeito, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Garantia recusada
Exmos. Senhores, Adquiri na Conforama Sintra um conjunto de duas cadeiras altas Mateo, referência 123740, série E0505293, antes do Natal. Cerca de três meses depois da compra, as cadeiras começaram a apresentar ferrugem. O problema continua a progredir. As cadeiras são utilizadas dentro de casa, não estão expostas à água e não vivo junto ao oceano. Não são cadeiras de exterior, de piscina ou de um bar. A ferrugem não resultou de qualquer contacto com água. Há cerca de três meses que tento resolver esta situação com a Conforama. Dois técnicos enviados pela própria loja deslocaram-se à minha residência, inspecionaram as cadeiras e gravaram um vídeo dos danos. Após observarem o estado do produto, disseram-me claramente que a Conforama deveria efetuar a troca. É inaceitável que a Conforama envie técnicos para inspecionar o produto, que estes registem os danos e indiquem a troca como solução e, depois, a loja ignore completamente essa avaliação e atribua a responsabilidade a mim, sem apresentar uma justificação técnica concreta. A ferrugem surgiu apenas três meses após a compra e continua a aparecer. O estado das cadeiras e as condições em que são utilizadas foram observados pelos vossos próprios técnicos. Tudo isto aponta para um defeito do produto, e não para uma utilização inadequada da minha parte. No momento da compra foi-me indicada uma garantia de três anos. Solicito que a Conforama cumpra a garantia e resolva efetivamente esta situação: peço a reparação gratuita das cadeiras ou, em alternativa, a troca do produto, conforme indicado pelos técnicos. Não aceito mais respostas genéricas que atribuam o problema à utilização ou à conservação das cadeiras sem explicarem, com base em elementos concretos, como chegaram a essa conclusão. Aguardo uma solução concreta. Alina Skliaruk
Conforama – Falta de resposta e solução
Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio da DECO PROteste relativamente a uma situação que mantenho com a Conforama desde Junho de 2026 e que continua sem resolução. Pretendia adquirir mobiliário para a minha residência nos Açores, nomeadamente: * 1 Roupeiro; * 2 mesas de cabeceira; * 1 cómoda. Desde o primeiro contacto, o processo tem sido marcado por sucessivos erros, respostas demoradas e informação contraditória. Apesar de ter indicado repetidamente a referência exacta do roupeiro pretendido, a Conforama enviou sucessivos orçamentos com referências erradas. Cheguei a enviar prints do próprio website para deixar claro qual era o artigo pretendido, mas os erros continuaram. As respostas demoraram frequentemente vários dias e, em algumas situações, semanas. A empresa não dispõe de uma linha telefónica que permita ao cliente resolver rapidamente estas questões, pelo que toda a comunicação se tornou extremamente demorada. Posteriormente, foi apresentada uma solução através de um transitário. No entanto, o primeiro orçamento de transporte que nos foi apresentado nem sequer correspondia à ilha correcta dos Açores. Durante o processo foram também apresentadas justificações relacionadas com as férias/indisponibilidade do transitário durante o mês de Agosto. Mais tarde, durante uma chamada telefónica, foi-nos inclusivamente sugerido que procurássemos nós próprios um transitário. Considero esta situação inadequada, uma vez que não temos qualquer relação contratual com o transitário escolhido pela empresa nem consideramos que seja responsabilidade do cliente resolver a logística necessária para concretizar uma compra à Conforama. Após vários meses de contactos e sucessivos erros, enviei uma reclamação formal à empresa. Na sequência dessa reclamação, fui contactada telefonicamente pela Conforama na manhã de 20 de Setembro de 2026. Durante essa chamada foi-me transmitido, pela primeira vez, que o roupeiro pretendido apenas poderia ser adquirido através da loja online. Esta informação nunca nos tinha sido comunicada anteriormente, apesar de o primeiro contacto ter ocorrido em Junho e de, desde então, termos realizado vários contactos precisamente para obter um orçamento e concretizar a compra. O problema é que o website da Conforama não permite aparentemente concluir uma encomenda quando é introduzido um código postal dos Açores. Ou seja, depois de meses a tentar obter um orçamento, somos agora informados de que o artigo apenas pode ser comprado online, quando o próprio sistema online não permite aparentemente concluir a compra para uma morada nos Açores. Durante todo este período nunca fomos informados de que existia esta limitação. Pelo contrário, continuaram a ser apresentados orçamentos, referências de produtos e soluções de transporte, levando-nos a acreditar que a compra poderia ser concretizada. A chamada telefónica de 20 de Setembro acabou também por ser interrompida a meio da conversa. O número através do qual fomos contactados não permite efectuar uma chamada de retorno e, apesar de a comunicação ter sido interrompida, não houve posteriormente qualquer tentativa da Conforama para voltar a contactar-nos e concluir a conversa. Após essa chamada enviei novo email à empresa, com o assunto “Reclamação formal – esclarecimento adicional sobre a comunicação de 20/09 e impossibilidade de concretização da encomenda”, onde solicitei esclarecimentos concretos sobre a impossibilidade de compra online nos Açores, desde quando existe essa limitação, por que motivo nunca nos foi comunicada e qual a solução disponibilizada pela empresa. Até à presente data não obtive qualquer resposta a esse email. Importa esclarecer que não efectuei qualquer pagamento à Conforama, pelo que não existe prejuízo financeiro directo. O problema é que, desde Junho, temos perdido tempo e realizado sucessivos contactos para tentar concretizar uma compra, sem que a empresa tenha conseguido apresentar uma solução clara. Gostaria, por isso, de solicitar à DECO PROteste apoio na análise desta situação e esclarecimento sobre os meus direitos enquanto consumidora residente nos Açores. Em particular, gostaria de saber: 1. Se a impossibilidade de efectuar uma encomenda online utilizando um código postal dos Açores é compatível com as regras aplicáveis às vendas online e ao bloqueio geográfico. 2. Se uma empresa pode disponibilizar um produto na sua loja online e simultaneamente impedir que um consumidor residente nos Açores conclua a compra através do website. 3. Se a empresa tem obrigação de informar previamente e de forma clara os consumidores de que determinado artigo não pode ser adquirido ou entregue nos Açores. 4. Se é legítimo transferir para o consumidor a responsabilidade de encontrar um transitário para concretizar a entrega. 5. Que mecanismos posso utilizar para obter uma resposta formal da empresa e, caso necessário, avançar para resolução do conflito através de uma entidade competente. Tenho disponíveis para apresentar toda a documentação relevante, incluindo o histórico de emails desde Junho, os diferentes orçamentos enviados pela Conforama, o orçamento do transitário com a ilha incorrecta, os prints enviados à empresa, screenshots do website e do problema com o código postal dos Açores, bem como os emails de reclamação enviados e a ausência de resposta ao último contacto. Agradeço a análise da situação e a indicação dos passos que devo seguir para defender os meus direitos enquanto consumidora.
Reclamação de Garantia – Sofá Elétrico Reclinável – Ref. 6312526700277712
Número de caso Conforama - 15246222 Referência Livro de Reclamações - nº ROR00000000045745245 Exmos. Senhores, Em 24 de setembro de 2025 adquiri um sofá elétrico reclinável por 678,00€. A referência da encomenda é 6312526700277712. Sucede que este apresenta defeito: com menos de 9 meses de uso, surgiram rasgos no tecido de estofamento, simétricos e idênticos nos dois lugares de sentar, localizados precisamente na linha de dobra do mecanismo elétrico de reclinação — ou seja, no ponto onde o tecido é submetido a tensão mecânica repetida pelo movimento do próprio produto. Este padrão de dano é incompatível com desgaste normal de utilização e constitui um defeito de conformidade nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021. Comuniquei o problema em 10 de junho de 2026, para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o produto não tem garantia, o que desrespeita a legislação aplicável. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximos 15 dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos. Número da fatura: 6312526700277712
Cozinha da conforama com diversas desconformidades e recusa da conforama e resolver o contrato
Encomendei uma cozinha completa com eletrodomesticos de encastre na conforama da Amadora com o serviço incluido de entrega e montagem tendo a entrega sido agendada para o dia 9 de Setembro de 2026 e a montagem para o dia seguinte, 10 de Setembro de 2026. No dia 9 de Setembro foi feita a entrega da cozinha, naturalmente ainda com tudo embalado, e no dia 10 de Setembro aquando da instalação deparei-me com diversas desconformidades, nomeadamente tampos riscados, falta da maquina de lavar roupa e da maquina de lavar loiça, móvel do exaustor com furações erradas e o próprio exaustor danificado, móveis mal montados, e o pior de tudo móveis com diferentes tonalidades de cor. Foi tudo fotografado e no próprio dia dirigi-me à loja da conforama Amadora onde relatei o sucedido e enviei as fotos para o Sr. Rui Castro que se identificou como coordenador da loja. Foi-me informado que iriam proceder à averiguação da situação e que entrariam em contacto para apresentar uma solução. Dia 21 de Setembro, após várias insistências da minha parte ao longo dos dias para saber como a conforama pretendia resolver a situação a conforama quis instalar as maquinas em falta para e passo a citar "a cozinha ficar funcional". Deixei claro desde o primeiro momento que isso para mim não era uma solução e que não queria uma cozinha "funcional" cheia de desconformidades e pretendia que a conforama assumisse uma posição formal e por escrito de uma solução integral. O Sr. Rui disse me então via telefone que tinha existido um erro de fábrica e que teriam de ser fabricados novos tampos e novas portas e ilhargas laterais para regularizar a questão da diferença de cores. Eu perguntei qual era o prazo estimado disso ao que a resposta foi que "não havia prazo" que ainda estavam em troca de email's com a fábrica mas que nunca seria inferior a 60/70 dias. Eu disse que isso era inaceitável e repeti que queria essa informação por escrito. A partir daqui o Sr. Rui foi super mal educado e recusou mais uma vez apesar de desde dia 10 ter por mim sido solicitado por diversas vezes que me fosse informado por escrito o estado do processo bem como a solução integral e prazos da mesma. Face a esta atitude decidi enviar o seguinte email: "Exmos. Senhores, Venho, pela presente, comunicar formalmente a resolução do contrato relativo à cozinha objeto do Orçamento/Encomenda n.º 623_51010/1/1, ao abrigo do direito de rejeição previsto no artigo 16.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro. A cozinha foi entregue e instalada apresentando, desde o primeiro momento, diversas faltas de conformidade, todas elas manifestadas dentro dos primeiros 30 dias após a entrega. Entre as desconformidades verificadas encontram-se, designadamente: – tampo entregue com riscos/danos visíveis, apesar de se tratar de um produto novo; – deficiências nos acabamentos/orlas do tampo, com zonas que apresentam já sinais de descolamento; – duas portas do móvel do exaustor que foram incorretamente furadas durante a montagem, tendo sido posteriormente realizadas novas furações e permanecido visíveis os furos anteriores; – diferenças de cor entre diversos elementos da cozinha; – outras deficiências de acabamento e montagem já comunicadas à Conforama. Relativamente às diferenças de cor, foi-me inclusivamente comunicado telefonicamente pelo responsável da loja que ocorreu um erro de fábrica e que, para solucionar a situação e assegurar a uniformidade da cor, será necessário proceder novamente ao fabrico/substituição de portas e alargadores. Não estamos, portanto, perante uma imperfeição estética isolada, mas perante múltiplas faltas de conformidade existentes e manifestadas desde a entrega e instalação, algumas das quais implicam, segundo informação transmitida pela própria Conforama, a refabricação e substituição de diversos componentes da cozinha. Nos termos do artigo 16.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, quando a falta de conformidade se manifesta no prazo de 30 dias após a entrega do bem, o consumidor pode solicitar a imediata substituição do bem ou a resolução do contrato. Assim, entre as soluções legalmente previstas, opto expressamente pela RESOLUÇÃO DO CONTRATO. Esta decisão não depende da possibilidade de a Conforama vir agora a proceder à reparação ou substituição dos elementos desconformes num prazo de 30, 60, 70 ou mais dias. Estou a exercer o direito de rejeição decorrente das faltas de conformidade manifestadas nos primeiros 30 dias após a entrega. Acresce que, após os vários contactos já efetuados, o primeiro dos quais logo no dia 10 de Setembro, não me foi apresentado qualquer prazo concreto para a reposição integral da conformidade da cozinha, tendo-me sido transmitido que não era possível garantir um prazo para a respetiva resolução. Foi entretanto proposta a instalação dos eletrodomésticos em falta com o objetivo de deixar a cozinha "funcional". Esclareço que a minha recusa dessa intervenção não representa qualquer impedimento ilegítimo à conclusão dos trabalhos. Não pretendo uma solução provisoriamente "funcional", mas sim a cozinha nova e conforme com o projeto que contratei e paguei. Tendo-me sido comunicado que diversos componentes terão de ser novamente fabricados e substituídos, não considero razoável proceder à instalação definitiva dos restantes equipamentos numa cozinha que terá necessariamente de ser novamente intervencionada. A resolução é exercida relativamente à totalidade da encomenda/projeto, incluindo móveis, tampos, eletrodomésticos de encastre, sanitário, acessórios e serviços associados. Os eletrodomésticos foram adquiridos conjuntamente com a cozinha e especificamente para integração no respetivo projeto, existindo inclusivamente mobiliário destinado e/ou adaptado ao seu encastre. Não tenho interesse razoável em manter autonomamente esses equipamentos depois de resolvido o contrato relativo à cozinha em que se destinavam a ser integrados. Esta extensão da resolução aos bens adquiridos conjuntamente encontra-se igualmente prevista no artigo 20.º, n.º 3, do Decreto-Lei n.º 84/2021, quando não seja razoavelmente expectável que o consumidor aceite manter o contrato apenas relativamente aos bens conformes. Em consequência da resolução, solicito: 1. Confirmação escrita da receção da presente comunicação; 2. No prazo máximo de 5 dias, indicação da data proposta pela Conforama para a desmontagem e recolha integral da cozinha, eletrodomésticos e restantes elementos fornecidos no âmbito da encomenda; 3. Que a desmontagem e remoção sejam integralmente realizadas pela Conforama e a expensas desta, conforme previsto no artigo 20.º do Decreto-Lei n.º 84/2021; 4. A restituição dos montantes pagos no âmbito da encomenda, nos termos e prazos legalmente aplicáveis; Esclareço que o prazo de 5 dias acima indicado se destina à comunicação e agendamento da recolha, não constituindo qualquer concessão de prazo adicional para reparação ou substituição dos bens, solução pela qual não optei. A presente comunicação constitui uma declaração expressa e inequívoca de resolução do contrato e não um pedido de reparação, assistência ou substituição. Caso a Conforama entenda não reconhecer a resolução ora comunicada, solicito que essa posição e respetiva fundamentação me sejam comunicadas por escrito. Ficam expressamente reservados todos os meus direitos, incluindo o recurso aos mecanismos de resolução de conflitos de consumo e/ou aos meios judiciais competentes, bem como o direito de reclamar os prejuízos que eventualmente resultem do incumprimento das obrigações da Conforama. Solicito que todas as comunicações relativas a este processo sejam, a partir desta data, efetuadas por escrito. Com os melhores cumprimentos, Fernão Pacheco" De referir que ainda não obtive qualquer resposta ao email. Considero escandalosa a postura da conforama neste assunto e em específico a postura do Sr Rui Castro. Face a tudo isto vejo-me obrigado a proceder judicialmente contra a Conforama.
Atraso na encomenda e falta de informação
Bom dia, meu nome é M.A e queria ajuda a resolver um problema com a empresa da conforama, mais corretamente conforama cascais. No dia 22 de Agosto de 2026 fiz uma compra de uma cama e de um roupeiro, a cama já chegou e ainda nada do roupeiro, tentei enviar mensagem disseram que vão resolver o meu problema e nada, tentei entrar no site e vi levantamento na loja sabendo que não solicitei isso, consegui o contacto da empresa e informei a eles sobre o atraso e disseram que vão verificar o prazo para a entrega, isso já mais de uma semana e então voltei a enviar um email a eles e só confirmaram a entrega do email e nenhuma atualização da entrega do roupeiro, entrei no chat online da empresa e só aparece que eles vão ligar para defenir um prazo de entrega, queria resolver essa situação pois só falta um pagamento do roupeiro
Artigo diferente do encomendado
Exmos. Senhores, No dia 10/8/2026 adquiri um sofá na loja de Matosinhos da Conforama. Na data acordada para a entrega, dia 19/08/2026, foi-nos entregue um sofá diferente daquele que adquirimos, nomeadamente com dimensões superiores às contratadas, o que faz com que não caiba na nossa sala. Para além do artigo entregue não corresponder ao que foi comprado, verificámos ainda as seguintes situações: - Falta uma almofada; - O sofá não foi entregue nas embalagens originais; - Tudo indica que se trata de um artigo que se encontrava em exposição, situação que nunca nos foi comunicada nem por nós aceite; - Apesar de o sofá estar manifestamente incorreto, foi deixado na nossa residência, sem que nos fosse apresentada qualquer solução ou informação concreta relativamente à entrega do sofá que efetivamente adquirimos. No passado dia 19 de agosto, apresentei a situação através do vosso serviço de Apoio ao Cliente, por email, solicitando uma resolução. Até à presente data, 26 de agosto, não obtive qualquer resposta, permanecendo em nossa casa um sofá que não corresponde ao adquirido e que, pelas suas dimensões, nos causa um transtorno significativo na utilização da sala. Considero esta situação particularmente grave. O consumidor não pode ser obrigado a aceitar um bem diferente daquele que adquiriu, muito menos um artigo aparentemente de exposição, incompleto e com dimensões diferentes das contratadas. Já reportei 2 vezes ao apoio a cliente que abriu dois incidentes diferentes, mas da loja de Matosinhos nunca responderam. Tenho enviado email's diários a solicitar uma resposta e nunca ninguém respondeu. Exijo que me entreguem o objeto que vos encomendei, e que levantem o que me entregaram por engano. Caso não me resolvam a situação e não me entreguem o que encomendei nos próximos dias, considerarei o contrato como incumprido e terão que me devolver o valor que paguei. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos Aurora Almeida 962583111
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