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MEO - 17 dias sem serviço: prazos falsos, ausência de resposta da provedoria e impedimento de soluçã
Venho, por este meio, expor a situação insustentável que enfrento com a MEO. Desde o dia 22 de dezembro, a minha residência está totalmente privada dos serviços de Internet, TV e Telefone Fixo. Hoje, dia 8 de janeiro, somam-se 17 dias de interrupção total, sem que a operadora apresente uma solução concreta. Esta falha de serviço é particularmente grave dado que ambos os residentes trabalhamos em regime de teletrabalho. A ausência de internet impossibilita o cumprimento das nossas obrigações profissionais, causando transtornos que a MEO parece ignorar, oferencendo apenas a possibilidade de ir a uma loja buscar um router com 30GB de internet, que estaria gasto, no máximo, em 2 dias de teletrabalho. Ao longo destas duas semanas, temos sido alvo de uma sucessão de informações contraditórias e previsões de resolução que nunca se concretizam: No dia 22/12, garantiram a resolução até às 23h. No dia 23/12, deram nova garantia até às 20h, que foi depois alterada para "após o Natal". No dia 26/12, deram nova previsão para 29/12. Hoje, dia 8 de janeiro, continuamos na mesma situação. O contacto com o apoio ao cliente tornou-se infrutífero: enquanto uns operadores garantem prazos, outros afirmam que "nada está a ser feito" ou que as datas dadas são "apenas previsões" sem valor contratual. Para agravar o cenário, já contactámos a Provedoria do Cliente MEO, que nem sequer se dignou a responder até ao momento. Embora estivéssemos satisfeitos com o serviço até aqui e não tenhamos a intenção de cancelar o contrato, não podemos aceitar ficar reféns de uma operadora que não presta o serviço contratado. Quando questionada sobre o direito à resolução por incumprimento (segundo a Lei n.º 16/2022), a MEO afirma que tal não é possível devido à fidelização, impossibilitando-nos de procurar alternativa noutro operador. Exigimos: - A reposição imediata do serviço; - O crédito correspondente a todos os dias em que estivemos privados do serviço por vossa responsabilidade - que já fomos informados que terá acerto nas faturas. Esperamos que esta exposição pública motive uma resposta séria e a resolução definitiva de um problema que já ultrapassou todos os limites do razoável.
FACTURAÇÃO
Exmos Senhores, Há bastante mais de 10 anos que não sou cliente MEO, na altura em que deixei de ser cliente lembro-me de ter entregue todo o equipamento que tinha em meu poder na loja Meo do Continente da Guia (Albufeira) e ninguem me falar em dividas para com a empresa. Agora, passado todos estes anos comecei a receber SMS e telefonemas da empresa Intrum a exigir um pagamento á Meo , qie inicialmente era de 548.38 € e actualmente é de 894.37. Fiz queixa no Portal da queixa a invocar a prescrição dessa suposta divida e a Meo respondeu-me que a prescrição não se aplicava porque tinha iniciado um processo no Balcão Nacional de Injunções no Porto com o nº 172779/09.OYPRT. Entrei em contato com o provedor do cliente Meo e a Meo enviou-me um plano de pagamento para liquidar tres facturas que supostamente eu sou devedor. As facturas tem os nº 98402577937 de 19/01/2009 no alor de 90.52€, 95402577939 de 16/02/2009 no valor de 324.01€ e 95402577935 de 16/03/2009 novalor de 133.85€. Gostaria de ter a vossa ajuda para me informar se essas faturas são validas, não prescritas, ou se terei mesmo que aceitar o plano que me foi proposto . Neste momento estou a tratar da minha reforma pois devido a um acidente de trabalho fiquei com uma incapacidade de 80% em atestado multiusos passado pelo SNS.. Desde já agradeço a atenção.
Alteração de morada
No dia 1 de janeiro, entrei em contacto com a MEO para iniciar o processo de mudança de casa. Rapidamente recebi uma chamada, e juntamente com o comercial da MEO acertámos os detalhes relativamente ao novo contrato. Ficando apenas a faltar a marcação da instalação do serviço da nova morada, e as condições do contrato que seriam enviadas por email. No dia 2, ainda não tinha recebido qualquer informação (normalmente estas coisas são feitas quase instantaneamente por parte da MEO) e entrei novamente em contacto com a MEO. O comercial com quem falei, disse-me que não havia sido feito qualquer pedido e que a única solução era fazer o pedido novamente. O mesmo, apresentou exatamente as mesmas condições que o outro comercial, mas com um preço da mensalidade mais elevado. Não concordei, explicando que tinha sido acertado outro valor com as mesmas condições, e a resposta foi que não seria possível por parte deste comercial confirmar o outro valor. Não avancei com nada, e liguei novamente para a mesma linha, para falar com outra pessoa. A terceira pessoa com quem falei, disse-me que estava um pedido em andamento, e que como se tratava de uma questão de “preço especial”, que estava a aguardar confirmação por parte de um superior. E que, assim que possível, o colega entraria em contacto comigo para confirmar a data de instalação, e enviar as condições. Quatro dias passaram, e esta segunda feira (5 Jan), entrei novamente em contacto com a MEO, e atendeu-me o segundo comercial com quem falei no início. Expliquei a situação antes de sequer saber que era ele, ao que o mesmo voltou a vincar que não seria possível avançar com o outro valor oferecido pelo primeiro comercial. Eu disse, novamente, que não iria avançar com o valor que este me estava a oferecer, e que iria aguardar o contacto do primeiro comercial. De seguida, tentei novamente contato com a MEO, onde me foi dito que de facto já estava um pedido em andamento, e que o colega (o primeiro comercial com quem falei), estava a trabalhar e iria entrar em contacto comigo nos próximos minutos. Não aconteceu. Mais tarde, liguei novamente, e informaram que o pedido feito no dia 1 Jan, já tinha sido aceite com o “preço especial”, mas que estava um pré pedido feito posteriormente, a bloquear o avanço desse pedido. A forma que eu tinha de conseguir desbloquear esta situação, era ligar para outra linha, e pedir que fosse cancelado este pré pedido (feito pelo segundo comercial com quem nunca avancei ou aceitei qualquer condição), para que pudesse avançar com o primeiro. Assim fiz. Hoje (5 Jan), liguei para saber como estava o processo, disseram que tinha sido cancelado o pedido feito a 1 de Jan para o pré pedido feito posteriormente poder avançar. Completamente o oposto do que fiz, e do que me sugeriram fazer. Cancelaram um pedido feito a 1 de Jan, com condições acertadas, para avançar um pré pedido que, passe a redundância, não foi pedido. Esta pessoa, informou-me também que para reverter a situação tinha de esperar até 3 dias úteis, que tinha de esperar. Durante estes dias falei com várias pessoas, todas elas me deram notícias não satisfatórias mas sempre tiveram empatia e sensibilidade a explicar o que se estava a passar no lado da MEO. Hoje, para além de uma arrogância gigante por parte de quem me atendeu, estava também presente um tom de gozo e falta de empatia. Juntando a completa incapacidade de explicar quem poderia resolver este assunto, como é que eu poderia ajudar ou fazer com que isto avançasse. À incapacidade de resposta às perguntas, remeteu todas as respostas para a “política da empresa”. Algo que previamente foi resolvido no espaço de 1/2 dias, esta mudança de casa da MEO, já está quase numa semana. Tendo havido má fé do segundo comercial com quem falei, por ter mentido e ter dito que não havia nenhum processo a ser tratado, e por esta última funcionária da MEO que mostrou inadaptabilidade na função, e obvia incapacidade de lidar com a mesma.
Ausência de previsão para serviço fibra
Venho solicitar o apoio da DECO PROteste na mediação de um conflito com a MEO – Serviços de Comunicações e Multimédia, S.A., relativo a incumprimento contratual, falta de informação, ausência de previsibilidade e atendimento desrespeitoso. Enquadramento No dia 30 de outubro, celebrei contrato numa loja MEO (Fórum Montijo) para um serviço de fibra ótica, destinado a uma morada da qual já era titular de Contrato-Promessa de Compra e Venda, tendo ficado acordado que a instalação ocorreria no primeiro dia de residência efetiva. No dia 13 de dezembro, o técnico deslocado ao local informou que a morada não possuía ligação de fibra do exterior, situação que não me era possível conhecer previamente. Foi-me indicado que a resolução demoraria cerca de duas semanas. Desde essa data até ao presente, a MEO não apresenta qualquer previsão para a instalação da fibra, apesar dos múltiplos contactos efetuados. Problemas verificados Desde então, tenho sido confrontado com: Ausência total de prazo ou previsão concreta para instalação do serviço contratado; Demora injustificada na ativação de serviços adicionais (ex.: SPORT TV); Risco de perda de dois números móveis (portabilidade a partir da Vodafone), devido a informações contraditórias; Informações incoerentes e contraditórias entre loja física e apoio telefónico, inclusive em simultâneo; Chamadas pagas para apoio ao cliente, sem resolução efetiva, com sucessivas transferências; Uma chamada em que, enquanto expunha a reclamação, fui transferido sem aviso para um atendimento automático, situação que considero inadmissível. Todos estes factos são comprováveis através das gravações de chamadas e por testemunho dos colaboradores da loja MEO do Fórum Montijo. Impacto profissional Tanto eu como a minha esposa trabalhamos em regime de teletrabalho. Exerço funções de formador e terapeuta, recorrendo frequentemente a videochamadas com clientes. O serviço atualmente instalado (satélite, sugerido pela própria MEO) não garante qualidade mínima, tendo já sido obrigado a cancelar sessões profissionais, com prejuízo financeiro e reputacional. A situação é agravada pelo facto de a MEO deter exclusividade do serviço de fibra na zona, impossibilitando a mudança de operador. Pedido à DECO PROteste Solicito o apoio da DECO PROteste para: Intervir junto da MEO no sentido de obter uma previsão concreta e escrita para a instalação da fibra; Avaliar o incumprimento dos deveres legais de informação e de prestação do serviço; Apoiar a obtenção de compensação pelos prejuízos causados; Considero que a atuação da MEO demonstra uma falta grave de respeito pelo consumidor, especialmente numa situação de dependência do serviço para o exercício da atividade profissional. Agradeço o apoio da DECO PROteste na defesa dos meus direitos enquanto consumidor.
Mudança de morada para outro país/ cobrança INDEVIDA de fidelização
Exmos. Senhores, Sou cliente de serviço de internet residencial e pedi o cancelamento do serviço pois vou me mudar para outro país pois aceitei proposta de trabalho fora de Portugal, eu apresentei esse motivo para cancelar o contrato antes do fim da fidelização, e é um motivo aceito para não aplicar a multa da quebra da fidelização, de acordo com a lei, mas a MEO mesmo assim está a me cobrar multa. Face ao problema detetado, solicito a não aplicação da multa, e que o contrato seja cancelado de acordo com meus direitos. Solicito a correção imediata da situação e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
Falha de rede movel
Exmos. Senhores, Em (DATA) denunciei o contrato de prestação de serviços de telecomunicações com a vossa empresa com o n.º (COLOCAR REFERÊNCIA). Sucede que até hoje, passados que são (N.º DE DIAS) dias, o serviço ainda se encontra ativo, mantendo-se os diversos problemas técnicos que têm sido reportados e são do conhecimento do vosso serviço de apoio ao cliente. Considerando o exposto, venho relembrar a denúncia do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização por via desta decisão. Cumprimentos.
Alteração de contrato ilegal sem informar ao cliente
Em Abril de 2025 fiz a alteração de Vodafone para MEO. Em loja me garantiram que seria possível posteriormente associar o serviço ao programa de parceria da Siemens, empresa em qual ao trabalho. Foi dito pelo colega da MEO de parcerias que essa informação era mentirosa e não poderia ser feito posteriormente. Foi me dito que o contrato deveria estar ativo a 6 meses para utilizar a loja e serviços de parcelamento (mesmo período que os concorrentes oferecem) Pois bem, fui hoje (janeiro/2026) a loja adquirir um novo telemóvel e me foi informado que recentemente foi alterado para 12 meses e não poderia realizar a compra. Bem, isso não foi o acordado quando a venda foi feita e eu adquiri o pacote MEO, em nenhum momento fui informado e não faz sentido uma mudança ser aplicada retroativamente dessa forma, o que denota um caráter ilegal e fraudulento da empresa. Estou extremamente insatisfeito com o serviço e o apoio ao cliente da MEO e me sinto profundamente lesado com as mentiras e enganacoes que a empresa pratica com o consumidor.
Cancelamento indevido de pedido de compra
No dia 22 de dezembro passado efetuei a compra, parcelada, de um notebook Asus, pedido número C002898723 . No dia 27 de dezembro recebi um e-mail solicitando o envio de Título de Residência ou equivalente. Efetuei o envio de cópia de meu Título de Residência no mesmo dia, e fiquei aguardando as informações posteriores. No e-mail com o resumo do pedido consta explicitamente "...enviaremos um email e sms para a realização do pagamento da entrada e do custo administrativo. ..." Para minha infeliz surpresa recebi, no dia de hoje, 02 de janeiro, e-mail informando o cancelamento de meu pedido "por falta de pagamento". Como efetuar o pagamento se não recebi nenhuma informação de como proceder ? Ao manter contato telefônico com a empresa me foi informado que nada poderia ser feito pois o pedido já estava cancelado. Me foi sugerido realizar a compra novamente no sitio meo.pt. Dirigi-me até a loja da MEO no Minho Center com a esperança de, presencialmente, conseguir resolver o problema. Para nenhuma surpresa, me foi informado que nada poderia ser feito quanto ao pedido cancelado. Mas, para minha total surpresa, o atendente me disse que o pedido havia sido cancelado porque o Título de Residência tinha validade inferior ao período do parcelamento da compra, ou seja, o mesmo expira sua validade em 09 de fevereiro próximo e a compra teria 24 prestações, que ultrapassariam essa data. Não discordo deste critério, mas deveria ter-me sido comunicado esse problema e me oferecido alternativas de pagamento, o que não ocorreu. O problema se agravou ainda mais ao tentar efetuar novamente a compra no sitio da loja.meo.pt, onde o produto está com um preço bem mais elevado (150 euros, para ser exato, ou 20 % superior). Diante destes fatos e por considerar-me absurdamente prejudicado com tais procedimentos por parte da MEO, solicito a reativação do meu pedido de compra do equipamento (C002898723), facultando-me a possibilidade de pagamento à vista. Comunico, outrossim, que esta reclamação também está sendo registrada junto à DECO PROTESTE e no Livro de Reclamações Eletrônico, aguardando uma solução pacifica, sem recurso às vias jurídicas cabíveis.
Reclamação – Voucher PlayStation Store 50 € sem código de ativação
No dia 12 de dezembro de 2025 adquiri, através da MEO, um comando PS5 e um voucher PlayStation Store de 50 €, com levantamento em loja. Na fase inicial do processo já houve problemas com a alteração da loja de entrega: solicitei a mudança de loja um dia após a compra, foi-me comunicado telefonicamente que a alteração estava confirmada, mas acabei por receber SMS a indicar levantamento na primeira loja, obrigando-me a deslocações desnecessárias. No dia 23 de dezembro levantei a encomenda (comando e voucher). No momento do levantamento, foi-me informado pela colaboradora da loja que o código de ativação do voucher seria enviado para o meu email até ao final do dia. Tal não aconteceu. Desde essa data tenho contactado várias vezes a MEO, tendo-me sido garantido em várias ocasiões que o código seria enviado “até ao dia de hoje”, o que já aconteceu por diversas vezes sem que o compromisso fosse cumprido. Hoje é dia 2 de janeiro de 2026 e continuo sem receber o código do voucher, apesar de este já estar pago e de a encomenda constar como levantada. Esta situação é inaceitável, traduz-se numa clara falha na prestação de serviço e deixa-me numa posição em que paguei por um voucher que, na prática, não consigo utilizar. Nestes termos, exijo: -O envio imediato do código de ativação do voucher PlayStation Store de 50 € para o meu email e/ou disponibilização do mesmo em fatura/área de cliente; ou, em alternativa, -O reembolso integral do valor pago pelo voucher, caso não consigam fornecer o código num prazo máximo de 48 horas. Solicito ainda uma resposta formal por escrito e a correção definitiva desta situação, bem como a análise de uma eventual compensação pelos transtornos causados.
Cobrança indevida e processo de cancelamento abusivo.
Exmos. Senhores, No início de 2025, mudei de morada e solicitei o cancelamento do meu contrato. Todo o processo revelou-se extremamente complexo e marcado por falta de informação clara, em total contraste com a facilidade com que é possível contratar o serviço. Ao aceder ao MyMeo, encontrei a opção “Desassociar serviço”, que interpretei como sendo o cancelamento do contrato. No entanto, passados dois meses, constatei que continuava a ser cobrado por débito direto — inclusive em duplicado, pois já estava a pagar pelo serviço na nova residência. Sem acesso à faturação no MyMeo e sem possibilidade de consultar regularmente o correio, não consegui obter esclarecimentos sobre a razão desta cobrança, sendo que na morada anterior o novo residente já tinha contratado o seu próprio serviço. Perante esta situação, decidi cancelar o débito direto, assumindo tratar-se de um erro da MEO, pois julgava que a desassociação do serviço seria suficiente para encerrar o processo. Mais tarde, fui informado pelo novo morador de que tinha correspondência para levantar, onde descobri que estava a ser alvo de um processo por incumprimento. Apenas após contacto telefónico com o apoio ao cliente recebi instruções para concluir o cancelamento — não sem antes tentarem persuadir-me a manter um serviço do qual já não usufruía. Após devolver o equipamento, tive ainda de liquidar os meses em atraso e pagar uma penalização. Contudo, mesmo depois disso, continuei a ser cobrado durante seis meses por um serviço que não utilizei. Para agravar, passado um ano, recebi uma cobrança adicional de 37,97€ através da empresa INTRUM PORTUGAL, sem qualquer explicação sobre a origem desse valor, apesar de todos os pagamentos estarem regularizados. Em suma, sem usufruir do serviço, a MEO conseguiu, através de um processo burocrático e comunicação deficiente, reter mais de 150€ do que seria devido caso o cancelamento tivesse sido tão simples quanto a contratação. Esta prática demonstra uma clara falta de transparência e prejudica gravemente o cliente. Em anexo apresento o exemplo de comunicação que é enviada pela a empresa de cobrança , a qual mais parece um e-mail fraudolento, tendo o mesmo ido para á caixa de spam. Eles não facilitam o cancelamento e pelo contrario, prolongam ao máximo o processo e fazem o cliente pagar pela demora do processo. É vergonhoso e Exploratório.
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