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Cobrança não autorizada de Conteúdos Digitais
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato de fornecimento de serviços de comunicações eletrónicas para o nº 965839244. Face ao problema detetado, cobrança não autorizada de conteúdos digitais desde Jan 2024 , solicito o reembolso da quantia em causa. Na sequencia de cobranças não identificadas dirigi-me à loja da MEO do Forum Almada onde me disseram que não podiam identificar a origem pois consideravam que seria Conteúdos Digitais e eu é que teria que os identificar parta solicitar diretamente o cancelamento á empresa. Ora, na ausência de mensagens no meu telemovel sobre a suposta subscrição foi-me imposivel identificar pelo que deixei de pagar a mensalidade na esperança que houvesse suspensão dos mesmos. Sucede que mesmo com o nr. sem funcionar a MEO continuou a cobrar serviços sem a minha autorização em momento nenhum, de uma entidade que desconheço e para um nr com serviço suspenso. Assim contatei o meu advogado que me instruiu a vos contatar através da linha de apoio e solicitar a devolução dos valçores por vós cobrados sem o meu consentimento. Recebi há dias a vossa resposta a identificar a empresa com a qual a MEO tem parceria comercial na cobrança destes serviços. AFIRMO UMA VEZ MAIS nunca tive contato com essa empresa, não tenho nenhuma mensagem no meu telemovel a confirmar a subscrição do serviço e EXIJO que me seja creditado todos os montantes em causa, por vós cobrados desde Janeiro 2024 sem o meu consentimento. Ressalto que: 1 - tentei cancelar na VOSSA loja e não fui ajudada 2 - deixei de pagar a mensalidade e tive naturalmente o serviço suspenso e ainda assim continuaram a cobrar-me, 3 - Reclamei na linha de apoio ao cliente e por vossa demora na resposta à reclamação ainda me cobraram valores após o meu pedido de cancelamento. 4 - Quero que me comprovem qual foi o documento da empresa vossa parceira que prova a minha suposta adesão aos conteúdos digitais.. É um abuso de confiança da vossa parte no intuito do vosso lucro fazerem cobranças aos vossos clientes sem a confirmação prévia do seu consentimento. Acredito que por trás destas cobranças está um esquema de obtenção ilicita de números de telemovel. Hoje liguei a reclamar da vossa decisão e falei com a Bárbara Loredo que inicialmente se recusou a registar a minha reclamação sobre as novas cobranças e vossa decisão de não creditar o total dos valores cobrados. A muito custo sei que acabou por registar nova reclamação mas informou-me que só pediu a devolução das cobranças de Abril o que está errado pois eu solicito o crédito desde Jan2024 por ter conhecimento pessoal de ser possível a restituição até 12 meses. Solicito a correção imediata da situação e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
Devolução não aceite
Exmos. Senhores, Eu comprei uma trotineta elétrica da marca Xiaomi, modelo 4Go, pois estava em promoção no site da MEO até ao dia 31 de Maio de 2024, a menos 70€ do que o preço a que é normalmente praticado. Acontece que, ao recebê-la em casa e ao tirá-la da caixa para a montar, eu percebi que não houvera verificado que não era dobrável e que seria demasiado pesada para mim, pessoa com menos de 50kg. Neste sentido, eu procurei devolver a trotineta, cumprindo todos os requisitos para que a devolução não fosse rejeitada. Não a usei nem uma vez. Apenas a montei e desmontei e guardei na caixa, as quais foram sem mazela alguma, quer a caixa quer a trotineta. Assim que me deparei com isto, eu procurei logo saber como é que se processaria a devolução do equipamento junto dos colegas do atendimento de apoio ao cliente da Meo, os quais me disseram que seria possível priceder-se à devolução. Disseram que teria de o ser em loja, e, assim, dirigi-me à loja mais perto da minha área de residência, a qual fica em Vila Franca de Xira (Lisboa), e assim que lá cheguei, o colega que me atendeu disse que me tinham indicado mal o lugar onde deveria ter executado a devolução - um colega da Meo a dizer que outro colega da Meo indicou mal o lugar a devolver o equipamento - e que teria de o fazer num posto dos CTT, juntamente com uns documentos que me passou em mãos, os quais precisavam de ser entregues em anexo ao equipamento. Ou seja, além de me terem direcionado mal sobre o lugar onde deveria devolver o equipamento, também não me tinham passado os documentos necessários para o processamento da devolução. Desta feita, já tendo pedido à minha patroa para sair mais cedo para consrguir chegar a tempo de encontrar a loja de Vila Franca de Xira aberta, a qual encerra às 18h30, ainda fui às pressas até aos Foros de Salvaterra (zona onde resido) antes que se dessem as 19h (hora a que fecha o posto CTT da zona) para entregar, o mais rapidamente possível, a trotineta, onde me disseram que a remessa livre não era possível de concretizar, porque ultrapassava os 10kg. No entanto, um outro colega da Meo lá me auxiliou e deu para entregar, ainda que tenha sido um processo um pouco moroso em linha. A trotineta foi entregue em armazém a um colaborador chamado Jaedson (o que soube por e-mail) e no mesmo dia eu liguei a questionar sobre a aceitação da devolução, ao que não me souberam responder, nem nesse dia, nem nos dias subsequentes. No entanto, com a minha insistência, a qual é provada pelo número de vezes que os contactei (pela pressa de querer ter isto resolvido, de ser reembolsada e de conseguir comprar uma outra trotineta urgentemente) disseram que me dariam um feedback do armazém até terça, dia 4 de junho, entre as 13h e as 14h (hora previamente combinada com o sr. Gonçalo). Antes que isto se desse, estava eu à espera de uma encomenda de roupa para a minha bebé, e recebo uma chamada a questionar se me encontrava em casa, ao que respondi que lá se encontrava a minha avó (pois eu estava no trabalho), e o que não estranhei, porque o acordo de chamada já houvera sido combinado com a Meo. Eram umas 10/11h da manhã quando isto se sucedeu, e como não tinham dito que era para entregar a trotineta, eu avisei a minha avó que iria chegar a encomenda que aguardava. Acontece que, quando o senhor lá chegou com a trotineta para a devolver, coagiram a minha avó, de 76 anos de idade, a assinar o documento para devolução, enquanto ela tinha expressamente dito que não queria assinar nada. Assim que cheguei a casa à hora de almoço, depois de cuidar da minha bebé, liguei a reclamar esta situação, e já que não me puderam ajudar pedi para falar com algum superior, a qual me ligou posteriormente a dizer que iriam fazer uma nova análise do equipamento. Questionei como a fariam sem terem o equipamento, e a chefe respondeu-me que poderiam fazer a recolha da trotineta para nova análise. No entanto, posteriormente, simplesmente me disseram que reiteravam a informação já concedida: de que a trotineta houvera sido rejeitada porque ia com riscos e com as rodas utilizadas, ao que contrapus, pois não a usara uma vez sequer. Apenas admiti a suposta sujidade da roda com algum vestígio de comida, pois tenho uma bebé de 1 ano que está a aprender a comer, e neste sentido, deita muita comida para o chão, mas nada que não se colmate. Agora, riscos, não. Ainda assim, para ser reembolsada, pedi que resolvessem a situação, pois preciso de comprar outra trotineta para efeitos laborais no trajeto casa-trabalho-casa urgentemente, porque não tenho viatura própria e estou dependente, tanto de transportes públicos, como de boleia alheia. Simplesmemte me responderam que não seria possível, de todo, o efetuar da devolução, ao que respondi que eu mesma já trabalhei num armazém dos CTT, na área das devoluções e que já houvera partido material, e bem sei que podem ter sido ainda que sem querer, ou o colega da distribuição, ou o colega da devolução. No decurso disto que lhes respondi, já disseram que poderia enviar uma carta para a morada da Meo a expôr a situação. Como sei que isto demoraria muito, e poderia nem ficar resolvido com unicamente os meus braços, redijo esta reclamação por meio da Deco a solicitar uma resposta urgente de solução a este caso. Cumprimentos, Catarina Torcato.
faturação de serviços não contratados
Normalmente quando faço contrato com alguém (empresa) baseio me na confiança que deve existir de ambas as partes e, como tal não costumo fiscalizar uma coisa que tem por base um contrato escrito e, penso que essa confiança deve existir dos 2 lados. Qual não foi o meu espanto ao verificar no mês de maio, (porque achei a conta elevada para o que estava contratado), que estavam a ser efetuados débitos nunca autorizados por mim. Refiro me a: ClicNScorese e Cozinha Facil que não faço ideia do que se trata, não dei qualquer consentimento escrito para o facto. De salientar que um desses débitos é efetuado desde setembro de 2020 e outro desde março desde ano. Fazendo as contas a totalidade dos débitos efetuados ilegalmente prefaz a quantia de cerca de 400€ €, que exijo que me seja devolvido o mais rápido possível. Contatei a meo e fiz a reclamação por via telefónica, pois acho que é a única maneira de o fazer. Disseram que cancelaram os respetivos débitos e que iria ser contatada nos 5 dias seguintes à reclamação (23 maio). Apos 15 dias sem qualquer contato, liguei para saber do ponto de situação ao que me responderam que iriam cancelar as subscrições (que ja tinham dito isso há 15 dias), e me devolviam os ultimos 2 meses, pois a meo não tem nada a ver com esse tipo de subscrições. O que fazer ?
Os serviços que foram contratados não estão a ser fornecidos
Contratei o serviço de fibra da MEO há meses atrás, e sendo um prédio novo disseram que faltava o PDO e iriam proceder à instalação do mesmo. Até hoje, nada. Continua em construção. Continuo com internet de satélite, cheia de lag e lenta. Nem o serviço de TV sequer me instalaram, tenho aqui a box encaixotada e nem isso. Gostaria de saber como é possível isto, visto que o prédio é novo e já tem bastantes outros inquilinos e vários também pediram serviços da MEO e estarão na mesma situação que eu. Será a construção dum PDO equivalente à dum prédio? É que parece impossível. E ainda por cima o valor que estou a pagar é o mesmo que pagaria se tivesse de facto o serviço contratado, o que é só absurdo pois a qualidade nem se compara. Agradecia uma solução para além de "tem de aguardar". Obrigada
FATURAS EXTREMAMENTE ALTAS
Exmos. Senhores, Vai fazer quase 1 ano que somos cliente MEO e o nosso combo está EXTREMAMENTE CARO e desatualizados dos preços atuais. Atualmente estamos pagando 100 euros aproximadamente por internet e 2 telemóveis, está um absurdo! Fomos presencialmente as lojas MEO para alterar, ver o que poderia ser feito e disseram que não poderia fazer nada (como assim?) e teria que esperar mais 3 meses para tentar de novo. Gostaria que fosse resolvido de alguma maneira porque não está dando para sustentar, vamos resolver cancelar. Cumprimentos.
Faturas indevidas e renovação de contrato não solicitada
Exmos. Senhores, Venho por meio desta formalizar uma queixa contra a MEO - Serviços de Comunicações e Multimédia, S.A., referente aos seguintes pontos: 1. Em abril de 2024, recebemos uma fatura no valor de 130 euros, contendo subscrições a canais de adultos e alugueres de filmes no vídeo. Gostaríamos de salientar que não efetuámos tais subscrições, nem as compras mencionadas na fatura. 2. Após contacto com a MEO, fomos informados que os alugueres dos filmes ocorreram em março de 2024 e as subscrições aos canais adultos foram feitas no dia 15 de abril de 2024, por volta das 2h da manhã, a partir do nosso router. 3. Entrámos em contacto com o apoio técnico da MEO, onde um colaborador nos informou que o nosso router poderia ter sido hackeado. O mesmo colaborador verificou a presença de dispositivos estranhos conectados ao nosso router e afirmou que poderia confirmar se esses dispositivos acederam ao nosso router no dia 15 de abril de 2024, por volta das 2h da manhã, o que provaria que não fomos nós a fazer as subscrições. 4. No entanto, o colaborador informou que necessitava de autorização superior para fornecer essa informação e que nos contactaria posteriormente. Até à data, não recebemos qualquer contacto da MEO com esta informação. 5. Após sermos nós a entrar em contacto novamente e explicar toda a situação, outro colaborador da MEO informou-nos que não havia registo da chamada ao apoio técnico mencionada anteriormente e que não era do interesse da MEO proporcionar qualquer tipo de ajuda para provar que não fizemos as subscrições e compras referidas. 6. Efetuámos duas queixas formais sobre este assunto, ambas foram indeferidas pela MEO. 7. Posteriormente, decidimos cancelar o contrato e deslocámo-nos a uma loja para efetuar o cancelamento. Fomos informados que não poderíamos cancelar o contrato devido a uma fidelização até 2025, quando, na verdade, a fidelização deveria ter terminado em 2023. 8. Recebi uma chamada em dezembro de 2023, quando o contrato M3 estava a terminar, com a proposta de passar para M4. Este contrato foi aceite mas acabou por ser cancelado pelo titular da conta no prazo inferior a 10 dias, sendo-nos informado que ficaria sem efeito. No entanto, na aplicação My MEO, a fidelização foi estendida por mais dois anos. 9. Após novo contacto com a MEO, foi-nos dito que o contrato M4 foi cancelado, mas que foi feito um novo contrato M3 com fidelização. Gostaríamos de frisar que não solicitámos este novo contrato e que o contrato que deveria estar em vigor é o antigo, sem qualquer nova fidelização. Face ao exposto, solicitamos a intervenção da DECO para resolver as seguintes questões: - Cancelamento imediato das subscrições e alugueres não autorizados e correção da fatura de abril de 2024. - Investigação completa e transparente sobre os acessos não autorizados ao nosso router. - Cancelamento da renovação de fidelização não solicitada e regularização do nosso contrato de acordo com o inicialmente estabelecido. Cumprimentos.
Internet não funciona
Exmos. Senhores, Na qualidade de vosso cliente com o contrato de prestação de serviços de telecomunicações n.º 1410447429, comunico que os problemas técnicos reportados ainda se mantêm. Assim sendo, solicito a resolução imediata dos mesmos, nomeadamente: Frequentemente não consigo acesso à internet com o 4G do telemóvel que possui o plano ilimitado. O problema existe há muitos meses, inicialmente, quando entrei em contato com o suporte MEO, disseram que o problema era uma sobrecarga na rede da operadora. Quando a alta temporada passou e o problema persistia, disseram que era por causa das intempéries climáticas e ainda hoje o problema existem. A minha atividade profissional depende do serviço prestado pela operadora MEO e este já foi muitas vezes prejudicado pela má qualidade da internet, inclusive cheguei a perder contratos por não conseguir honrar compromissos online por causa da falta de internet. Cumprimentos.
Desinformação e grosseria da Loja Meo de Ponte de Sor
Exmos. Senhores, Assunto: problemas no atendimento na sequência de um pedido de cessação de serviço com base no direito a livre resolução. Após contacto telefónico com a MEO, fui informada que este serviço só poderia ser realizado numa loja física, por meio do preenchimento in loco de formulário específico. Dando cumprimento ao que nos fora indicado, fomos hoje – 31/5/24 - meu marido e eu, à loja MEO de Ponte de Sôr, a 30 km de nossa residência, no Alto Alentejo. Entretanto, e para nossa surpresa, a jovem que nos atendeu disse não ser ali o local para o que pretendíamos, mas, sim, na linha de Apoio ao Cliente da MEO, precisamente o contrário daquilo que nos fora indicado por essa mesma linha telefónica! Insisti, dizendo que já havia feito isso, mas a atendente em Ponte de Sor foi categórica: ali eles não davam seguimento ao serviço! Ainda dentro da loja, contatei novamente a linha telefónica da MEO e, após vários minutos de espera, fui novamente informada que sim, o pedido só podia mesmo ser formulado em loja! Face ao que me estava a ser reiterado, respondi: “Estou justamente numa loja MEO e a sua colega aqui está a dizer que não, que não é na loja, mas convosco, na linha”. Ao que responderam que isso não podia ser, e que sim senhora, o serviço teria que ser feito na loja. Então, ainda em linha, dirigi-me à jovem na minha frente, do outro lado do balcão, dizendo-lhe o que acabara de ouvir. Ao que ela, já em tom de voz alterado e visivelmente irritada, insistiu em dizer que não, não era com ela e que não daria andamento ao pedido. A isso pedi então para que ela própria falasse com a colega da MEO em linha, e esclarecesse o impasse, já que estavam a dizer coisas diferentes e contraditórias. E aqui entra minha queixa: a jovem atendente da loja MEO de Ponte de Sôr, disse de forma bastante grosseira, quase agressiva que ela não tinha nada que falar com sua colega e que isso era problema meu: eu que resolvesse! Inacreditável! Problema meu?!! A loja de Ponte de Sor da MEO não se entende com a linha de Apoio de Apoio ao Cliente e o problema é meu? A atendente da loja se nega a prestar um serviço que na linha de Apoio ao Cliente da MEO dizem que devem prestar, e o problema é meu e eu é que resolva?!! Acham isso certo? E ainda com o desplante de gritar, com dedo em riste na cara do meu marido quando este reivindicou energicamente nosso direito, e o dever dessa loja, já que, como é evidente, o problema é da MEO e cabe a ela, por meio de seus operadores, resolver. Ela chegou até a fazer uma ameaça velada, afirmando: “Você sabe com quem está a falar?”! Nunca, em nenhuma cidade, em nenhum país que já vivemos, tivemos experiência comercial deste baixíssimo nível. Estamos em estado de choque com tamanha grosseria e descaramento desta atendente da Loja MEO de Ponte de Sôr. Face ao exposto, solicito que investiguem a situação e tomem as medidas necessárias para que ocorrências desse tipo não voltem a repetir, evitando a outros clientes o destrato e a humilhação a que fomos submetidos dentro dessa loja de Ponte de Sôr. Cumprimentos. Elaine de Amorim
MEO
Prezados representantes da DecoProtesto, O meu nome é Alena Kostyagina, e estou a escrever para vos apresentar uma reclamação contra a empresa MEO e a empresa Intrum. No final de janeiro, não tinha dinheiro suficiente na minha conta para pagar a mensalidade pelos serviços prestados pela MEO. Assim que tive dinheiro no início de fevereiro, no dia 5 de fevereiro, paguei o valor necessário de 26,48 euros, indicando corretamente todas as referências e dados. No entanto, o sistema da MEO não reconheceu este pagamento e continuou a tentar debitar este valor da minha conta. O meu banco bloqueia todos os pagamentos não autorizados, e estas tentativas de débito não foram bem-sucedidas. Fiz várias tentativas para entrar em contacto com a MEO. Fui ao escritório, liguei, enviei e-mails, mas ninguém quis ou tentou ajudar-me. Disseram-me que devia resolver o problema sozinha. Em março, decidi mudar para outro operador móvel, onde me ofereceram um melhor serviço e estou muito satisfeita com a qualidade do atendimento. No entanto, a MEO continua a enviar-me faturas, e o valor inicial de 26,48 euros aumentou para 86 euros. A empresa Intrum começou a ligar-me e enviar-me mensagens, tentando cobrar este valor. Dados da Intrum: N/ REF: 20968012, Nº CLIENTE: 001446035602. Peço a vossa ajuda para resolver esta situação, pois acredito na prestação de um serviço de qualidade e no respeito pelos clientes no país onde vivo. Espero que, com a vossa ajuda, consiga alcançar uma solução justa. Atenciosamente, Alena Kostyagina
Má qualidade no sinal da Internet
Exmos. Senhores, Sou vosso cliente desde 2008 (cliente 1209323481) numa 2 habitação que fica localizada na rua das Zalias nº 28 em Esmoriz, que além se ser usada pela minha família tambêm é um alojamento local. Tenho tido muitas reclamações por parte de estrangeiros quanto ao fraco sinal. Falei com um amigo que percebe destes assuntos que me informou que o local onde está o Router, dentro de um armário não poderia dar grande sinal para a casa e que deverá estar instalado num sitio o mais possível no centro da casa e se possível a 1 metro do chão. Na renovação do último contrato o técnico que foi proceder à troca dos equipamentos (conforme fotografia que anexo) instalou o Router dentro de um armário e o serviço ficou tão mal feito que a porta da caixa dos cabos não fecha. Feita a reclamação do assunto que acabo de expor à MEO, tanto pelo telefone como em loja, não aceitaram a minha reclamação, tendo me dito que teria de pagar para ser resolvido o problema. Cumprimentos.
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