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Rescisão cancelamento de contrato
Exmos. Senhores, O meu contrato de dois anos foi renovado automaticamente por mais um ano sem eu ser informado . Fiz a rescisão e não foi aceite, com o argumento que não cancelei dentro do prazo. Então foi renovado automaticamente por mais um ano. Eu não concordo com essa prática de renovação automática sem cominicar ao cliente, por norma da lei da UE. Que diz que depois do vencimento do contrato é possível fazer mensalmente a rescisão . Acho isso um tipo de enganar o consumidor. Não tem como eu pagar por um produto que não necessito mais ! Cumprimentos.
Cobrança indevida
Exmos. Senhores, Contratualizei o serviço da Securitas Direct em Dezembro de 2018 , com período de fidelização de 2 anos. Ao fim de 6 anos resolvi rescindir o contrato, como é meu direito enquanto consumidor. No dia 01 de Outubro foi enviada carta registada com aviso de receção para vossas excelências, conforme indicado nas condições do vosso contrato. Passado uns dias fui contatada para me darem a indicação que receberam a carta e o porquê da rescisão, ao qual eu respondi sem ter de o fazer claramente. Nesse contato indicaram que iriam proceder à faturação do mês de Novembro e dos dias até 6 de Dezembro. Não aceito pagar qualquer fatura emitida pois considero que não está a ser cumprida a lei , este tipo de renovação é abusiva. Agradeço a nota de credito referente à fatura emitida indevidamente. Os meus melhores cumprimentos,
Contrato abusivo
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, solicitar a imediata rescisão do contrato com o número de instalação 688879, celebrado em 2021 com a Securitas Direct. Na época, subscrevi o serviço apenas para beneficiar de condições vantajosas no meu crédito habitação, num momento em que a pandemia ainda estava ativa, a economia das famílias estava sob pressão e eu, como profissional de saúde na linha da frente, necessitava de uma reavaliação financeira cuidadosa. Desde então, nunca usufruí do serviço de alarme. Fiz múltiplas tentativas para resolver a situação por telefone e e-mail, canais que a Securitas usa regularmente para comunicar comigo. No entanto, fui informado repetidamente de que apenas poderia rescindir o contrato por carta registada, uma exigência desproporcional e desatualizada que dificulta intencionalmente o processo, especialmente para um profissional de saúde com horários restritos. A prática de refidelização automática do contrato, que limita a rescisão a uma janela de 30 dias e obriga ao envio de carta registada, é abusiva e contrária à boa-fé. Como tal, invoco o Decreto-Lei n.º 24/2014, a Diretiva Europeia 93/13/CEE e a Lei n.º 24/96, que defendem os direitos do consumidor contra práticas que limitam a liberdade de escolha e impõem cláusulas que favorecem apenas o prestador do serviço. Solicito que esta comunicação seja suficiente para a rescisão do contrato e que seja tratado sem mais entraves, sob pena de ter de recorrer a instituições competentes, incluindo o Portal do Consumidor, Portal do Cidadão, Centro Europeu do Consumidor e DECO. Aguardo uma resposta breve e objetiva.
contrato
Exmos. Senhores, Em Julho de 2021 fiz a compra de uma casa através do banco Bpi , conta que já tenho alguns anos. No acto da compra a minha gestora convenceu a aderirmos aos alarmes da securitas que durante os 3 primeiros anos não iríamos pagar nada. Isto porque para se ter algumas vantagens no crédito. Até aqui tudo bem. Senão teríamos nenhuma despesa extra acabamos por ceder. Sendo algo que não necessitávamos. O que nos foi informado através do banco é que ao fim de 3 anos senão quisesse não precisava de fazer nada. Era anulado automaticamente. Como é óbvio acreditei no que ela me estava a dizer. Vou ser sincera quando aceitamos assinei o contrato sem o ler. Porque a minha gestora disse resumidamente o que constava no contrato. Contrato esse que ficou de ser enviado pela securitas por email ou por correio, porque assinei o contrato através de um tablet, que até hoje o mesmo não foi enviado. Passados os 3 anos fiz o que me foi informado no acto do contrato. Até porque o que me foi instalado de nada me serve que nos até o acabamos por desligar ao fim de 1 ano. Fui informado pela securitas que para anular teria que 1 mês antes de acabar o contrato , teria de ter enviado uma carta registada para suspender o serviço. Não o fiz porque não foi isso que me foi dito e estão a exigir para as mensalidades de Julho para a frente. Não concordo ter de pagar estes valores. Para além de não concordar são super arrogantes a falar. A educação falta a vários funcionários que lá trabalham. Cumprimentos.
Contrato
Exmos. Senhores, Entrei em contacto telefónico e via email em setembro com a securitas para saber como proceder ao cancelamento do serviço de segurança que tinha com eles, porque as circunstancias mudaram, foi feita a venda da casa e o local que está assegurado já não faço tenho propriedade sobre o mesmo, sendo efetuada a escritura no passado dia 23OUT2024, pelo que me foi dito que deveria enviar uma carta registada, carta essa que foi enviada e recebida pelos mesmos, contudo continuam a insistir no facto de eu ter de avisar 30 dias antes da renovação da fidelização (sendo essa renovação automática que consta no contrato, o que também não consta no contrato é o aumento do valor sem que seja comunicado com antecedência coisa que não foi feita), mas como sempre usufrui do serviço não reclamei, no entanto sendo que a casa foi vendida e eu não tinha maneira de prever que iria ser vendida na altura na renovação que é em julho, e a casa foi vendida agora em outubro, não conseguia cumprir com a data que eles estipulam, deram opção de utilizar o alarme em outra residência (sendo que não é compatível porque estou temporariamente em casa da minha mãe) , e não sei se vou comprar nova residência se vou imigrar, face ao exposto, continua a securitas a dizer que tenho de pagar o valor até junho que é quando poderia cancelar., pelo que conheco quando existe alteração de circunstancias principalmente esta que é por venda a casa legalmente, não haverá solução para que eu não pague o valor sem estar a usufruir do serviço. Cumprimentos.
Resolução Contrato 632372
Exmos. Senhores, Pretendo rescindir o contrato celebrado no dia 01/10/22 com a Securitas Direct, e que previa uma fidelização de 24 meses. Após vários contactos com o serviço de apoio a clientes / fidelização fui informado de que estou novamente fidelizado por mais um ano. A empresa invoca uma clausula que refideliza automaticamente os clientes por 12 meses, podendo estes requerer a rescisão do contrato apenas nos 30 dias que antecedem a data de renovação, por escrito e em carta registada. Ora de acordo com a legislação europeia, esta situação configura a aplicação de uma clausula potencialmente abusiva, uma vez que findo o período de fidelização obrigatória, o consumidor é condicionado a poder rescindir apenas num janela temporal muito curta, ficando sujeito a ter de pagar 12 meses de um produto de que não usufrui. Ou seja, trata-se de uma refidelização ilegal, que tenciono expor às instituições reguladoras do ramo, assim como no Portal do Cidadão/Portal do Consumidor, Centro Europeu do Consumidor e DECO. Exigem que esta comunicação de rescisão seja enviada por carta registada, com o intuito claro de criar entropia no processo e adiar o mais possível sendo quando todas as comunicações desta empresa ( e outras dos mais variados sectores de actividades são feitas por email e telefone, sem ser menos válidas para efeitos contratuais. Além de, juridicamente, ser uma fidelização abusiva, também é uma pratica eticamente reprovável por parte da empresa. Cumprimentos.
Renovação Automatica de contrato
Exmos. Senhores, Eu realizei um contrato de 2 anos com a empresa securitas direct o qual iniciou em 12/10/2022, tendo adquirido os equipamentos e apenas ficado com contrato para o serviço. À cerca de 6 meses contactei telefonicamente os serviços daquela empresa a informar que por motivos da venda da moradia ia solicitar que o alarme fosse desactivado a fim de retirar os equipamentos, desconhecendo quando iria voltar a ter um sitio onde o colocar, tendo sido informado que deveria cumprir o contrato até ao final. Perto do final do contrato tentei inumeras vezes solicitar através do site da empresa a rescisão do referido contrato mas aparentemente o site não funciona, contactei telefonicamente a dar conhecimento da minha intenção tendo sido informado que ficavam com o registo dessa informação mas que seria necessário remeter uma carta. Por lapso meu remeti a carta no dia 16/09/2024, sendo que o contrato termina a 12/10/2024, segundo a securitas deveria ter remetido a carta até dia 12/09/2024, por esse motivo fui contactado no dia 18/09/2024 sendo informado que face à demora o contrato seria renovado por mais 1 ano, algo que claramente não concordo. Reforço ainda que não sou proprietário de qualquer imovél pelo que não tenho onde instalar o alarme. Não devo nada à empresa uma vez que cumpri os dois anos de contrato e que paguei os equipamentos no ato da instalação. A senhora que me contactou telefonicamente (chamada gravada) disse que ia mandar o prolongamento do contrato com uma suspensão provisória de 6 meses , documento esse que só me foi enviado no dia 25/09/2024 a fim de remeter para solicitar apoio a resolução desta situação. Informei ainda que compreendo se tivesse de compensar a empresa pelo meu atraso em remeter a carta (4 dias), contudo a empresa já tinha a informação da minha intenção de rescisão, tanto que foi contactado por eles mesmo antes de receberem a minha carta, a informar que essa comunicação de rescisão estava atrasada. Face ao descrito não compreendo como uma marca como esta pode agir desta forma para obrigar um cliente cumpridor a ter mais um ano de contrato. Cumprimentos. Alexandre Lopes
avaria alarme
Assunto : Incumprimento contratual e respetiva resolução do Contrato nº 240003 Em 18 de Abril de 2024, por volta das 24 horas, ao ligar o alarme da minha moradia verifico que o mesmo não está a funcionar. Procurei de imediato um contato telefónico da empresa “securitas direct” na Internet e, obtida a informação, liguei de imediato para a empresa. A resposta que obtive foi que o número para o qual tinha ligado não era para reclamações e que deveria ir à placa que está instalada na entrada do lado exterior da casa, onde consta o nº do telefone para onde poderia ligar. Como estava sozinha em casa (que posso comprovar) e receando sair à rua, acabei por só no dia seguinte de manhã contactar telefonicamente a vossa a empresa. Após o telefonema, logo ao início da manhã, alertei para o estado de ansiedade em que me encontrava e que agradecia intervenção urgente, sendo que, me foi respondido que iam verificar da disponibilidade do técnico para a reparação da avaria, pelo que não era garantido resposta no próprio dia. Em 20 de Abril indignada com a situação e continuando sozinha em casa num local relativamente isolado (de referir que minha casa já foi assaltada) escrevi carta à empresa a denunciar o meu contrato a partir de 01 de junho de 2024. Não obtive qualquer reação ou resposta, até que, no dia 29 de abril os serviços técnicos foram fazer a reparação da avaria. Nesse dia não me encontrava em casa, pois estava a trabalhar, porém, foram atendidos pela minha empregada, que lhes deu acesso a casa e a quem informaram depois de algum tempo de “reparação” que já estava tudo em ordem e a funcionar. (Doc. 2). No final do dia, quando regressei a casa fui experimentar o alarme, e qual não foi o meu espanto, quando verifiquei que o alarme continuava sem funcionar, situação de imediato reportado à empresa, via telefone, uma vez que a rescisão tinha apenas efeitos a partir de junho, portanto em maio deveria ter ainda o alarme a funcionar… Em resposta ao meu contato telefónico informam-me que iriam de novo enviar, assim que possível, um técnico para solucionar a avaria, situação que só ocorreu em 09 de maio de 2024. Em 17 de maio de 2024 a empresa respondeu à minha carta, de 20 de abril, a dizer que o contrato apenas terminava em 31 de janeiro de 2025 pelo que só nessa data poderia ser considerada a rescisão do contrato. Na mesma carta, aparentemente como forma de me compensar, propõem-me a redução da mensalidade, situação que não me interessava porque o meu objetivo é sentir-me segura em casa e a confiança nos serviços da vossa empresa deixou de existir . Em 29 de maio de 2024, em reposta à carta da empresa enviei nova carta registada a reiterar o pedido de cancelamento do contrato e mais uma vez, indicando os motivos da falta de confiança na empresa, nomeadamente ter estado 3 semanas sem alarme. Continuo a ser importunada com avisos de cobrança e mails solicitando pagamentos e ainda com ameaças de ação jurídica. O incomodo que me foi causado é suficiente, pelo que solicito que este tema seja definitivamente encerrado e evitarmos inconvenientes futuros, que advenham de um tratamento já por si desgastante. Maia. 02 de setembro de 2024
Rescisão de contrato
Exmos. Senhores Sou titular do contrato nº 684712, celebrado em 31 de julho de 2021 com a Securitas Direct, para instalação de um sistema de alarme na minha residência. Em julho de 2024 enviei à empresa um aviso de rescisão do contrato, por carta registada, recebida por esta a 17 de julho de 2024. Foi respondido que, ao abrigo de uma das cláusulas do contrato, já me encontrava novamente fidelizado por um período de mais um ano pelo que a rescisão só produziria efeitos a partir de 31 de julho de 2025. Como esta posição contraria a minha vontade e direito de rescindir a qualquer altura, decorrido o período de fidelização obrigatório de 2 anos-já prescrito, considero este procedimento da Securitas abusivo, imoral e até ilegal ao impor o pagamento de um serviço que não pretendo continuar a usufruir, solicito a Vossa intervenção e apoio para resolver este impasse. Agradecido pelo atenção dispensada Com os melhores cumprimentos. Ângelo Rodrigues
Cancelamento contrato
Exmos. Senhores, Prezados Representantes da DECO,Venho por este meio, na qualidade de consumidor e titular do contrato n.º 687137 com a Securitas Direct, expressar o meu descontentamento e solicitar o vosso apoio para resolver uma situação que considero ser uma violação flagrante dos meus direitos enquanto consumidor, conforme estabelecido pela Lei n.º 24/96, de 31 de Julho, e pelo Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro.Em resumo, dois meses antes da renovação automática do meu contrato com a Securitas Direct, prevista para 27/28 de agosto de 2024, iniciei tentativas de cancelamento do serviço tanto por telefone, explicitando a minha vontade de não continuar vinculado a um serviço que não desejo manter. Estive fora de Portugal dois meses, tornando impraticável a exigência da empresa de que o pedido de rescisão seja enviado exclusivamente por carta registada, para um endereço diferente do indicado no seu site oficial.Esta exigência, além de desproporcionada, não foi comunicada no momento da adesão ao serviço, realizada através de uma oferta promocional de um banco parceiro, violando, assim, os princípios de transparência e boa-fé, bem como o direito à informação clara e acessível sobre as condições do contrato, tal como estipulado no Artigo 8º do Decreto-Lei n.º 24/2014.A resposta da Securitas Direct às minhas tentativas de cancelamento foi a reiteração da necessidade de cumprimento desta formalidade obsoleta, ignorando as minhas circunstâncias particulares e a antecedência com que procurei resolver a questão, o que considero ser uma prática comercial desleal e não alinhada com os princípios de proteção ao consumidor vigentes em Portugal.Dada a dificuldade imposta, voltei esta semana a portugal onde informam que por mais que envie agora a carta, onde falta ainda 20 dias para a renovação, que a resposta seria sempre a mesma, que teria que ficar fedilizado a um serviço que não quero continuar. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO para:Avaliar a legalidade e justiça das práticas de rescisão de contrato adotadas pela Securitas Direct, particularmente no que diz respeito à exigência de cancelamento por carta registada para consumidores residentes no exterior ou que estejam foram do país. Apoiar-me na resolução desta situação, assegurando o cancelamento efetivo do meu contrato sem penalizações adicionais, dada a clara manifestação da minha vontade de rescindir e os esforços empreendidos para cumprir com as exigências da empresa.Promover uma revisão das práticas comerciais da Securitas Direct, garantindo que futuras políticas de rescisão estejam alinhadas com a legislação de proteção ao consumidor em Portugal, promovendo a transparência, a justiça e o respeito pelos direitos dos consumidores.Confio na vossa experiência e compromisso na defesa dos direitos dos consumidores e agradeço antecipadamente pela vossa atenção e apoio nesta matéria.Atenciosamente luis cliente numero 687137 Cumprimentos.
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