Reclamações públicas

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Encomenda não recebida

Exmos senhores, venho por este meio fazer uma queixa contra a Radio Popular. Fiz a encomenda dia 5/12 no mesmo dia diz que foi enviada. Ao qual ainda não chegou. Liguei para a linha no dia 11/12 com muita insistência porque a linha está sempre ocupada lá me atenderam. Não sabem da encomenda porque foi feita online. Mas iam ver e enviavam email. Hoje dia 15/12 volto a ligar que está sempre a linha ocupada. Pela 3 vez consegui que me atendessem. Ao qual a sra que me atendeu dizer que não era com aquele departamento. Passou para o departamento e fiquei 25 minutos em espera e nada... ninguem atende... não é com ninguem... ou está a linha sempre ocupada. Uma vergonha

Encerrada

Instalação com preço extra

Exmos. Senhores, Comprei uma máquina de roupa de encastre com um serviço de instalação da mesma e remoção da antiga na rádio popular online. Pagando 80 euros extra pelo serviço de instalação e remoção. Ora, aquando instalação da mesma, os técnicos repararam que teriam de fazer uns furos extra na porta para esta alinhar com a nova máquina. Cobrando-me então uns 50 euros extra. Eu sem saber o que fazer acabei por aceitar mas senti-me roubado. Pois o serviço que comprei era especificamente mais caro para máquinas de encastre, logo deveria estar ciente destes ajustes. A minha questão é se fui roubado ou se realmente este serviço não cobria tais ajustes. A rádio popular não tem responsabilidade? Obrigado e cumprimentos, Nuno Fangueiro

Encerrada

Encomenda não recebida

Exmos. Senhores, Em 01/11/25 adquiri um forno, da marca BEKO, pelo valor de 252,01 €. O pagamento foi efetuado no momento. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços, quer por email quer por chamada e a resposta é sempre que irão entrar em contato, coisa que nunca aconteceu. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, a comunicação é fraca ou inexistente e continuo sem forno, solicito a devolução do valor pago para poder comprar o artigo em outro sítio. Cumprimentos.

Resolvida

Prestação de serviço em atraso

Exmo(s). Senhor(es), Venho por este meio apresentar nova reclamação formal contra a Rádio Popular, no seguimento do incumprimento continuado relativo à instalação de um termoacumulador elétrico, adquirido ao abrigo da campanha E-Lar. Esta reclamação surge na sequência da reclamação anteriormente submetida no livro de reclamações online, com o número ROR00000000045429349, a qual foi considerada “resolvida” pela Rádio Popular, embora tal não corresponda à realidade, uma vez que o serviço contratado continua por executar. Após essa reclamação, fui contactado pela Rádio Popular em 25/11/2025 com o orçamento necessário para a instalação do termoacumulador, o qual aceitei de imediato. No entanto, até à presente data (13/12/2025) continuo sem qualquer contacto para agendamento da instalação, apesar de o serviço se encontrar integralmente pago desde outubro. Importa esclarecer que o esquentador existente na habitação já apresentava sinais de avaria há várias semanas, mas encontrava-se ainda funcional. A sua utilização foi apenas uma solução temporária, uma vez que a previsão acordada era que a instalação do termoacumulador não demorasse quase dois meses desde a data da compra. Adicionalmente, a habitação encontrava-se em obras e só passou a ser habitada na data inicialmente prevista para a instalação do termoacumulador, razão pela qual o esquentador foi mantido apenas como medida transitória. Contudo, devido ao atraso grave e injustificado da Rádio Popular, a situação agravou-se. No dia de hoje, 13/12/2025, fui obrigado a adquirir uma nova garrafa de gás no valor de 33,00 €, uma vez que a anterior se encontrava quase vazia e associei inicialmente a falta de água quente a esse facto. No entanto, verificou-se posteriormente que o esquentador avariou definitivamente, encontrando-me neste momento sem qualquer acesso a água quente na habitação. Esta situação coloca-me agora perante alternativas que não deveriam existir, nomeadamente: • chamar um técnico para reparar o esquentador atual; • adquirir um novo esquentador; • ou contratar, por minha conta, um técnico externo para instalar o termoacumulador que a Rádio Popular se comprometeu a instalar há quase dois meses. Saliento ainda que, desde a aceitação do orçamento, já solicitei por duas vezes, através da linha de apoio ao cliente da Rádio Popular, que a loja me contactasse com urgência, não tendo recebido qualquer contacto até ao momento. Face ao exposto, é evidente o incumprimento contratual grave, bem como os prejuízos diretos e evitáveis causados pela má organização e falta de resposta da Rádio Popular. Realizei a compra e efetuei o pagamento em outubro, e estamos em dezembro. Assim, exijo formalmente: 1. A instalação imediata do termoacumulador pela Rádio Popular, com isenção total de quaisquer custos; ou, em alternativa, 2. O pagamento integral da instalação por um técnico externo à minha escolha; 3. O reembolso de todas as despesas consequentes, incluindo: • a garrafa de gás adquirida no valor de 33,00 € (fatura em anexo); • eventuais custos de reparação ou substituição do esquentador, caso venha a ser obrigado a avançar com essa solução devido ao atraso da Rádio Popular. Em anexo junto fotografia da fatura da garrafa de gás adquirida em 13/12/2025. Com os melhores cumprimentos, Alexandre

Encerrada

Produto com promoção aplicável, removida no ato de compra.

Produto que se encontra sinalizado e anunciado como aplicável à promoção, vale é aceite no momento de compra no entanto é cobrado o valor total do produto. Tentativa de contacto pelo chat. Publicidade enganosa.

Encerrada

Cobrança indevida de seguro + recusa de cancelamento dentro do prazo por falha da loja (Rádio Popula

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a Rádio Popular e contra a seguradora associada ao seguro da televisão adquirida, devido a falhas graves no processo de cancelamento do seguro. Linha temporal dos factos: 07/11/2025 – Comprei uma televisão na Rádio Popular e, por insistência da loja, foi-me vendido um seguro, com a informação de que o mesmo poderia ser cancelado dentro de 30 dias. 06/12/2025 – Contactei a seguradora para cancelar o seguro. A seguradora informou-me que, por estar dentro dos 30 dias, o cancelamento tinha obrigatoriamente de ser feito presencialmente na loja até ao dia seguinte, 07/12. 07/12/2025 – Dirigi-me à loja da Rádio Popular dentro do prazo indicado. A funcionária recusou efetuar o cancelamento, alegando que “o prazo de 30 dias já tinha passado”, o que é falso. Estive na loja nesse dia, o que posso comprovar através do registo de entrega de um aspirador em garantia, feito exatamente nesse momento. A funcionária não realizou o procedimento obrigatório nem comunicou à seguradora que estive na loja dentro do prazo com a intenção de cancelar o seguro, o que teria resolvido a situação de forma imediata. Ao falar posteriormente com a seguradora, fui informada de que, caso a loja não conseguisse processar o cancelamento no sistema, deveria ter comunicado diretamente o meu pedido, servindo como prova formal de que compareci na loja dentro do prazo legal com esse propósito. Questionei-lhe sobre a possível cobrança indevida, uma vez que o pagamento estava pendente. Ao que me respondeu que devia cancelar o débito direito, questionei qual seria o procedimento caso não tivesse débito direito e caso o dinheiro me saísse da conta. Garantiu-me que a seguradora tinha tolerância e que me seria devolvido. Nos dias seguintes, tentei resolver a situação. A Rádio Popular empurrou a responsabilidade para a seguradora e vice-versa. Dia 08/12/2025 não consegui falar com a seguradora por ser feriado. No dia 09/12/2025 liguei para a seguradora a explicar toda a situação. Informaram-me que o procedimento foi mal realizado desde o início e que, infelizmente, não podiam resolver o problema porque a responsabilidade era da Rádio Popular. Disseram-me ainda que me foram dadas informações erradas, uma vez que não basta cancelar o débito direto para cancelar um seguro. Acrescentaram também que, se a funcionária tivesse aberto a minha ficha, teria verificado que não era possível aparecer aquele pagamento em débito direto, porque o valor estava a ser cobrado como uma compra normal — algo que nem entendo como é possível. Como não existe qualquer prova de que estive na loja no dia 07/12 a pedir o cancelamento, e como a chamada foi feita apenas no dia 09/12, a seguradora explicou que já não podia dar seguimento ao pedido. Realçaram que a funcionária da Rádio Popular deveria ter cumprido o procedimento correto para que ficasse registado que estive efetivamente na loja dentro do prazo, o que teria evitado toda esta situação. 09/12/2024 – Dirigi-me à loja ao final da tarde onde voltei a explicar a situação e o funcionário da loja chegou a registar uma reclamação interna para a seguradora, mas associou-a de forma incorreta à apólice de outra pessoa, comprovando a falta de rigor e prejudicando-me diretamente. O valor do seguro acabou por ser cobrado pela seguradora devido à falha da loja em cancelar o seguro quando me apresentei dentro do prazo. Ainda nesse dia voltei a contactar a seguradora, consegui cancelar a minha apólice, no entanto não me garantiam que o dinheiro me seria devolvido. 12/12/2025 Recebi um email da seguradora a pedirem para os contactar, pois já tinham uma resposta. Contactei-os por volta das 11h e disseram-me que a responsabilidade era da loja (e eu afirmo que é) e que por isso não podiam pagar, tinha de me entender com a loja. Fui novamente à loja por volta das 15h30 e voltei a explicar toda a situação. Abriram a nota registada pelo funcionário no dia 09/12 e informaram-me de que o pagamento já tinha sido devolvido. De facto, tinha uma resposta da seguradora a indicar que iriam proceder à gestão do caso. Insisti para ligar para a seguradora ainda dentro da loja. Foi então que se aperceberam de que aquela apólice nem sequer era minha. Em nenhum momento me pediram desculpa pelo erro, nem procuraram falar com a colega que me atendeu na primeira vez para resolver o problema de forma definitiva. Para piorar, decidiram redigir uma nova reclamação para o seguro, mas distorcendo os factos. Em nenhum momento admitiram que estive na loja dentro do prazo com a intenção de cancelar a apólice. Escreveram apenas que no dia 07/12 eu “tentei cancelar o seguro cancelando o débito direto” e que, como o pagamento não aparecia, não consegui fazê-lo dentro do prazo. Informei de imediato que não autorizava que colocassem essa informação, pois era falsa, e porque eu própria já tinha falado com a seguradora, que me garantiu que não é dessa forma que se cancela um seguro. Além disso, as regras são claras: para cancelar a apólice, eu teria de o fazer presencialmente no balcão, dentro dos 30 dias. Ainda assim, o funcionário continuou a distorcer os factos e disse: “eu posso bem com eles”. A questão é que alegar algo falso apenas atrasa o processo e transmite informações incorretas à seguradora, prejudicando-me ainda mais. A Rádio Popular continua a distorcer os factos, a negar que estive na loja no dia 7 com o propósito de cancelar o seguro e tenta imputar a responsabilidade à seguradora, que agiu com base na falta de comunicação da loja. O que solicito: A devolução integral do valor cobrado indevidamente pela seguradora, no mesmo método de pagamento. A responsabilização da Rádio Popular pela informação errada e pelo procedimento incorreto. Documentos que posso fornecer se solicitado: Comprovativo de compra da televisão Registro da entrega do aspirador em garantia em 07/12 Registo de chamadas para a seguradora Registo da reclamação interna errada da loja Comprovativos do valor cobrado Agradeço o vosso apoio para resolver esta situação injusta e que me está a causar prejuízo devido a erros que não me são imputáveis. Com os melhores cumprimentos, Bruna Almeida

Encerrada

Diversas faltas de conformidade

Assunto: Reclamação – Falta de Conformidade / Rádio Popular – TV ELECTRONIA SMART E24 (Encomenda n.º 25138914) Exmos. Senhores, O meu nome é Sandra Vidal e venho solicitar o apoio da DECO relativamente a uma situação de falta de conformidade não resolvida pela Rádio Popular, apesar das diversas tentativas de resolução extrajudicial já realizadas. 1. Descrição dos factos Adquiri online à Rádio Popular uma televisão ELECTRONIA SMART E24, associada à encomenda n.º 25138914. Após a receção e subsequente desembalamento cuidadoso, verifiquei um dano na moldura do ecrã, apenas visível após remover a película protetora. Reportei o problema de imediato, solicitando a substituição do produto. Contudo, a Rádio Popular recusou a restituição do bem, alegando que o consumidor teria apenas 24h após a entrega para denunciar qualquer dano — prazo esse manifestamente ilegal. 2. Contactos já efetuados Até ao momento, já tomei as seguintes diligências: Diversas trocas de emails com a Rádio Popular, enviando fotografias e descrevendo o defeito. Submissão de reclamações através do Livro de Reclamações Eletrónico (sem obter resolução adequada). Apresentação de pedido junto do Centro de Arbitragem de Lisboa (sem qualquer resposta material até à data). A empresa mantém sempre a mesma posição: recusa de substituição com fundamento no alegado prazo de 24h. 3. Fundamentação jurídica A posição da Rádio Popular viola várias normas de proteção do consumidor: O dano constitui falta de conformidade existente no momento da entrega, nos termos dos arts. 12.º e 13.º do DL 84/2021. Opera a presunção legal de que a desconformidade já existia no momento da entrega. O prazo de 24h é nulo e ilegal, por violação: do art. 16.º do DL 84/2021, do art. 8.º da Lei 24/96, e das regras sobre cláusulas contratuais gerais (DL 446/85). Em compras online, é legítimo detetar defeitos apenas após desembalamento, conforme art. 14.º, n.º 2, do DL 24/2014. 4. Pedido Face ao exposto, solicito o apoio da DECO para que a Rádio Popular: Reconheça a existência de falta de conformidade, e Proceda à substituição da TV por um bem novo, sem qualquer custo, ou, em alternativa, Efetue a resolução do contrato, com reembolso integral do montante pago. Junto fotografias do defeito e as comunicações relevantes. Agradeço o apoio da DECO na defesa dos meus direitos enquanto consumidora. Com os melhores cumprimentos, Sandra Vidal Email: sandravidal1973@hotmail.com Telefone: 936 256 894

Encerrada

Vale de 10% do valor da compra

Exmos. Senhores, Venho por este meio comunicar que a Rádio Popular não me está a fornecer um vale no valor de 10% da compra que efetuei, uma TV que era um dos artigos elegíveis da campanha Cyber Monday, que teve o valor de 799,99€. A compra foi efetuada no dia 1 e no URL anexado pode ser verificado que o artigo que está na fatura é um dos elegíveis no filtro/lista das Televisões Cyber Monday. https://www.radiopopular.pt/cyber-monday/?srsltid=AfmBOooxWGSjEC-YV7eaqzScNeY6Eey1JjxCIvC_ye7o4uXvTC4G-XoH Cumprimentos.

Encerrada

Campanha menor preço garantido

RECLAMAÇÃO – RÁDIO POPULAR No dia 22/11/2024 adquiri na Rádio Popular do Mar Shopping uma TV Hisense 65U8Q pelo valor de 999,99 €. O aparelho teve de ser posteriormente levantado na Rádio Popular da Maia, uma vez que a unidade disponível no Mar Shopping apresentava a caixa danificada. A Rádio Popular anuncia publicamente que devolve a diferença caso o preço do produto baixe de preço dentro do prazo estipulado. Dentro desse prazo (dia 1de dezembro), o preço da mesma TV desceu para 899 € e apresentei a minha fatura para devolução dos 100 € correspondentes nesse mesmo dia pelas 20:00 na loja onde efetuei a compra, uma vez que a publicidade obriga o cliente a deslocar-se á loja da compra apesar de ter lojas perto de minha casa. Contudo, a loja recusou cumprir a política anunciada, alegando que o uso do talão promocional associado à compra tornava a venda “negativa”. Tal justificação é falsa e ilegal: O talão é uma promoção autónoma atribuída pela compra e utilizada noutros produtos; O valor faturado da TV mantém-se 999,99 €, conforme documento fiscal; Nada na lei permite reclassificar retroativamente o preço pago nem excluir consumidores da política publicitária. A recusa configura: Violação do art. 7.º do Código da Publicidade, pois a publicidade vincula a empresa; Prática comercial enganosa, nos termos dos arts. 5.º, 6.º, 7.º e 7.º-A do DL 57/2008, ao alterar ou limitar unilateralmente condições anunciadas; Violação dos arts. 9.º e 10.º do DL 70/2007, ao contrariar regras das promoções e reduções de preço; Violação do dever de boa-fé (art. 762.º do Código Civil), ao criar entraves artificiais à aplicação da garantia de preço. Adicionalmente, o funcionário apenas escreveu na fatura o meu número de telemóvel, disse que "alguém" entraria em contacto comigo posteriormente e reteve a segunda via da minha fatura e recusou entregar comprovativo de receção, dizendo apenas que não tinha nada para me dar, o que constitui prática irregular, violando: O DL 28/2019, que obriga à correta emissão e entrega de documentos fiscais; O DL 156/2005, quanto ao dever de assegurar meios adequados de prova e reclamação ao consumidor. A empresa argumentou ainda que a devolução só pode ser feita na loja de compra, o que não tem qualquer base legal. Tal prática é abusiva, especialmente porque a própria Rádio Popular já me obrigou a deslocar-me entre lojas (Mar Shopping → Maia) por motivos internos da empresa. Isto cria obstáculos artificiais ao consumidor, o que constitui prática comercial desleal (DL 57/2008). Além disso, em muitos casos, os custos de deslocação ultrapassam o valor a devolver, o que demonstra má-fé na aplicação desta política. Solicito: O cumprimento integral da política publicitada; A devolução dos 100 € em falta em qualquer loja da Radio Popular; A correção imediata desta prática desleal em todas as lojas da cadeia; A reposição das normas legais relativas à entrega de documentos e ao atendimento ao consumidor. Compensação adequada pelos transtornos, deslocações adicionais, tempo perdido e falhas no cumprimento das obrigações legais, ao abrigo do art. 12.º da Lei de Defesa do Consumidor e dos arts. 483.º e 798.º do Código Civil.

Encerrada

Instalação com danificação do equipamento

Exmos. Senhores, No dia 12 de Outubro, adquiri um forno na Rádio Popular, incluindo o serviço de instalação técnica especializada. O número da nota de venda é 4564826867. A instalação foi realizada no dia 03 de Novembro, mas o forno ficou danificado devido a erro da equipa técnica, que o deixou ligado durante uma hora sem retirar os acessórios do interior. Tal originou fumo intenso, cheiro forte e danos internos graves: calhas queimadas, cinzas espalhadas e vidro interno totalmente chamuscado. No dia 07/11, expusemos a situação no Livro de Reclamações em loja. Na semana seguinte foi-nos solicitado o envio de fotografias a comprovar o sucedido. A Rádio Popular informou-nos que a empresa da instalação (Casa Vantagem) já assumiu a responsabilidade, tendo um técnico se descolado para verificar os danos e que posteriormente nos iriam contactar com urgência, o que nunca aconteceu. Em anexo adiciono o relatório do técnico. À data de hoje, 07 de Dezembro, um mês depois da reclamação em loja, continuamos sem forno funcional e sem resposta efetiva à reclamação apresentada. Exijo a substituição do forno por um novo ou, em alternativa, o reembolso total dos custos do equipamento e instalação bem como a indicação de como e quando irão proceder à recolha do equipamento danificado. Tendo em conta que já decorreu mais de 30 dias da instalação, considero o contrato incumprido e exijo que solucionem este problema com a máxima urgência, dado que estou há um mês sem equipamento por falha alheia ao consumidor. Cumprimentos.

Encerrada

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