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Reclamação contra a PCDIGA – Publicidade enganosa relacionada com campanha de cashback MSI
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa PCDIGA – Lojas de Informática, com base numa situação em que considero ter sido lesado enquanto consumidor, através de uma prática comercial enganosa por omissão, conforme o disposto no Decreto-Lei n.º 57/2008, artigo 10.º. 📌 Enquadramento: No dia 26 de abril de 2025, adquiri uma fonte de alimentação MSI MAG A850PCIE5 através da loja online da PCDIGA (fatura n.º ZFAT BZA1/9181077067). A compra foi feita com base numa campanha de cashback de 20€ divulgada no próprio site da loja, e promovida pela marca MSI. Após o período de 14 dias exigido pela MSI, submeti o pedido com todos os documentos solicitados (fatura, número de série, comprovativo). O pedido foi recusado com a justificação de que o produto era "inválido" para a campanha, mesmo tendo sido claramente promovido como participante na loja onde foi comprado. Contactei a PCDIGA com todos os dados e comprovativos, mas a empresa recusou qualquer responsabilidade, alegando que a campanha era da MSI e que apenas “divulgou” a promoção. ⚖️ Fundamentação jurídica: O consumidor tem direito a receber informação clara, completa e verdadeira sobre as condições de qualquer promoção ou campanha comercial. A ausência de informação clara sobre a não elegibilidade do modelo vendido configura, em meu entender, uma omissão intencional ou negligente de facto relevante, nos termos do Art. 10.º do DL n.º 57/2008, constituindo publicidade enganosa. Além disso, o facto de o pedido de cashback só poder ser feito após 14 dias (prazo legal de devolução) agrava ainda mais a posição do consumidor, pois impede qualquer reação imediata em caso de problema — o que considero uma prática desleal e desequilibrada. ✅ O que pretendo: Solicito à DECO o apoio na mediação deste caso, com o objetivo de: 1. Obrigar a PCDIGA a assumir responsabilidade pelo produto vendido no âmbito da campanha; 2. Solicitar a devolução do valor prometido (20€) ou, em alternativa, permitir a devolução ou troca do produto por outro elegível. Trata-se de um princípio, não de um valor. Considero que o consumidor foi induzido em erro, e que o retalhista tem responsabilidade pela informação veiculada nas suas plataformas, especialmente quando está diretamente ligada à decisão de compra. Agradeço desde já a atenção e apoio jurídico nesta questão. Com os melhores cumprimentos, José Carlos Tavares Almeida
portatil lento
Exmos. Senhores, comprei um portatil supostamente "gaming" no qual eu pensava que nao iria sofrer nenhum problema a rodar jogos...... coisa que nao aconteceu.... para começar a caixa de envio chegou amassada pela trasnportadora situaçao a qual reportei a pc diga por email segundo liguei o pc e instalei o windows e os respetivos drivers ja nessa altura o pc encravava um pouco, pensava eu que seria por estar a instalar as atualizaçoes mas depois percebi que nao era. o portatil nao e capaz de rodar 1 jgo sequer sem encravar e ter lag as vezes ate fica bugado e tenho de desligar no botao de arranque.... para nao falar da bateria que descarrega em menos de 1h.... tanto esta a 100 como passa a 85..... uma vergonha este pc estar assim custou quase 900 euros...... venho pedir que seja feita a recolhe deste portatil e que me seja devolvido o dinheiro para comprar um portatil que funcione corretamente tenho videos a demonstar os problemas. Cumprimentos.
Encomenda não recebida
Boa tarde venho por meio dessa queixa espressar o quanto estou insatisfeito com a pcdiga pois comprei um aparelho dia 7/06 e estava apontado q chegaria dia 10, hoje já é dia 15 e até hj não chegou já fui a loja dia 11 eles me falaram q já tinha enviado e que chegaria no dia 12 ou 13 hj e 15 mandei email o funcionário que me respondeu foi super sem educação, não recomendo essa loja para ninguém além de não comprir prazo são super arrogantes
Reclamação por avaria de eletrodoméstico e má conduta do vendedor (PCDiga)
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativa à compra de uma máquina de lavar loiça adquirida na loja PCDiga, em novembro de 2022, que desde o início apresentou problemas de funcionamento, nomeadamente ao nível das temperaturas utilizadas nos ciclos de lavagem. Em março de 2025, a situação agravou-se substancialmente: a máquina começou a apresentar erros constantes, falhas no funcionamento, lavagem deficiente e sinais evidentes de ferrugem nos cestos — o que considero inaceitável para um equipamento com pouco mais de dois anos. No dia 18/03/2025, contactei a loja PCDiga para ativar a garantia, tendo-me sido dito que, por se tratar de um eletrodoméstico de grande porte, teria de ser eu a contactar diretamente a marca — uma resposta que considero inaceitável e contrária aos direitos dos consumidores, uma vez que a responsabilidade da garantia cabe, em primeira instância, ao vendedor. Seguindo a orientação, entrei em contacto com a marca, que enviou um perito para avaliação do equipamento. Este confirmou a existência de avarias e problemas técnicos. Após um longo período de espera, apenas no dia 03/06/2025 fui informada pela marca de que a mesma iria contactar a loja para viabilizar uma solução, nomeadamente um crédito ou a substituição do equipamento. No entanto, a 13/06/2025, fui contactada pela loja PCDiga com uma comunicação muito vaga, apenas a solicitar os meus dados de morada e informando que o equipamento seria recolhido, sendo exigido que o embalasse em papel bolha e cartão. Quando questionei se, aquando da recolha, seria entregue o novo equipamento, responderam que não — apenas iriam recolher o danificado para então iniciar o processo de substituição ou devolução. Durante todo este processo, o contacto com a loja revelou-se extremamente difícil — por telefone, as linhas estão constantemente ocupadas; por email, as respostas são tardias, vagas e sem explicações concretas. Sinto-me completamente desamparada, tendo sido eu a fazer todo o esforço de contacto com a marca e de gestão do processo, sem qualquer tipo de apoio ou responsabilidade assumida por parte da loja. Neste sentido, venho solicitar a vossa intervenção com urgência, exigindo: • Uma solução célere, concreta e transparente (substituição imediata ou reembolso total); • Que a loja cumpra os seus deveres legais enquanto entidade vendedora, assegurando a assistência ao cliente durante o processo de garantia; • Uma compensação pelo tempo de espera e pelo transtorno causado, tendo em conta que estou privada de um bem essencial desde março de 2025. Junto a esta comunicação posso fornecer todos os comprovativos da compra, contactos realizados e eventuais relatórios técnicos. Agradeço desde já a atenção e apoio da vossa parte. Com os melhores cumprimentos,
Encomenda nao recebida
Efectui uma compra na PCdiga Encomenda: #400342960 no valor de 299,8€ +transporte totalizou 311,8€. Não entregaram o material, eletrodoméstico, depois de várias mentiras e aldrabices com pessoas a espera do material em casa. Enviaram o Nota de Crédito 3188057081 no valor de 299,8€ assinei e devolveram o dinheiro, mas entendo que foi uma burla a empresa teve o dinheiro na hora, devolveu parte tarde e no meu entender ROUBOU 4% do valor, parece pouco 12€ mas para eles deve ser muito pois devem fazer isto regularmente.
Produto não recebido
Exmos. Senhores, No dia 29 de abril de 2025 fui à loja da pdiga no Porto para reparar o meu headset cuja dobradiça partiu ao serem colocados. No dia 9 de maio informam-me que a garantia não cobre este problema e que por isso iriam-me devolver o produto como eu entreguei. Respondi a dizer que achava uma vergonha e que ao menos me dessem um orçamento de reparação. No dia 13 de maio respondem-me que a marca não faz reparação deste problema e que o headset vai ser entregue como está. Entretanto eu contactei diretamente a marca a qual foi muito prestável e aprontou-se a fazer a substituição do meu headset por um novo com a condição de lhes enviar o meu headset ou mandar foto com o número de processo e o headset inutilizável. Ora estou desde 13 de maio há espera que a pcdiga me devolva o headset. Hoje liguei e dizem que tenho que aguardar mais uns dias e que não há nada a fazer. Eu não quero ter nada mais a haver com esta loja, só quero o meu headset de volta para poder dar fim a esta situação. Cumprimentos.
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Venho por este meio conseguir auxilio para meu problema. Encomendei no dia 09/05/2025 com a PCDIGA, foi processada dia 10/05/2025 e enviada via CTT com entrega prevista pro dia 12/05/2025. Como não me foi entregue nada no dia 12 nem sofreu alterações no site do CTT, no dia 14/05/2025 entrei em contato com o CTT via telefone para saber da encomenda e eles não sabem onde ela está. Tentei resolver via suporte com a PCDIGA no dia 14/05/2025 e só fui respondida no dia 16/05/2025 com a promessa de entrega agendada para o dia 19/05/2025, no entanto, dia 19 não me foi entregue e voltei a contactar a PCDIGA. Foi me informado que estaria agendada para dia 22. Então a empresa não me fornece a encomenda, nem me estorna o dinheiro, “esperando” os CTT achar minha encomenda que eles podem ter perdido porque eu ligo lá e eles so sabem me dizer o qur esta atualizado no site que foi dia 11/05/2025 a ultima atualização. Gostaria de uma solução de uma vez por todas. Cumprimentos.
Dano provocado por equipamento
Ex.mos Senhores, - A 19 de Janeiro de 2024, eu e a minha esposa procedemos à compra de um aquecedor (Mi Smart Heater) no site online do estabelecimento PD DIGA (www.pcdiga.com). - No dia 22 de Janeiro de 2024, efectuei a recolha do aludido equipamento no estabelecimento PC DIGA, situado na rua Fernão Magalhães nº 2949, Porto, pelas 19H10. - Nessa noite, pelas 21H45, experimentei o referido equipamento pela primeira vez, ligando-o no quarto dos meus filhos (com 3 e 8 anos, à data), enquanto os adormecia. - Pelas 22H10 constatei cheiro a queimado mas, ao olhar para o aquecedor a não vendo fumo, não relevei. - Às 22H30, perante a persistência do cheiro a queimado, decidi desligar o equipamento e retirar a ficha da tomada. - Quando o fiz, queimei-me ligeiramente, percebendo que a mesma estava a uma temperatura muito elevada e maleável, aparentando estar a derreter (ao contrário da rigidez que normalmente aparenta). - Assim, puxei o cabo de forma a conseguir desligar o equipamento, vindo o “espelho” da tomada acoplado à ficha do aquecedor. - Aqui, aferi que a ficha do aquecedor havia queimado e derretido a tomada, conforme fotografias que apenso. - Do supra descrito, resultou danos na tomada, papel de parede e, pelo que se via superficialmente, na cabelagem da mencionada tomada. - Assustado e revoltado (com o que poderia ter extrapolado os meios materiais, uma vez que, relembro, é o quarto dos meus filhos menores), enderecei imediatamente uma mensagem ao contacto de Whastup da PC DIGA e um e-mail, a reportar o incidente e a requerer ser atendido pela gerência. - Ainda guardo essa mensagem, devidamente alicerçada em fotografias. - Apenas no dia 31 de Janeiro tive feedback dos serviços da loja, questionando-me se já me havia deslocado à loja física, ao que respondi negativamente, por estar a aguardar instruções da parte deles. - Assim, dia 01 de Fevereiro desloquei-me à aludida loja, tendo exposto a situação. - O funcionário assumiu imediatamente a responsabilidade, devolvendo-me o valor despendido. Contudo, quando fiz alusão ao dano sofrido na tomada, o mesmo procurou descartar qualquer ressarcimento por isso, tendo então solicitado ser contactado pelo seu superior hierárquico. - Contacto esse que nunca aconteceu. - Durante essa interação, disponibilizei-me a receber uma equipa de peritagem em casa de forma a aferirem e inspecionarem a área afectada, contudo, o funcionário disse que isso não seria possível, mas que iria reportar superiormente a questão. - Num outro email endereçado à marca, fiz referência aos artigos 562º, 563º e 564º n°1 do Código Civil, assim como aos meus direitos enquanto consumidor, vertidos no Decreto Lei 24/96 de 31 de Julho, alterado pela Lei 28/2023 de 4 de Julho, pelo que não poderão alegar desconhecimento. - Posteriormente o serviço de suporte online contactou-me a referir que haviam verificado que já me haviam reembolsado pelo equipamento, descartando outras indemnizações. - A 18 de Fevereiro de 2024 procedi a reclamação junto da Direcção Geral do Consumidor que apenas se limitou a responder-me com um e-mail standard, sem qualquer eficácia ou poder resolutivo. - Entretanto, como encostei um móvel à zona afectada, suprimindo o risco, a situação esmoreceu. - Contudo, agora que tive necessidade de o retirar, deixando a tomada exposta novamente, vinha solicitar a ajuda da DECO, com vista a uma resolução para o que acima descrevi. - Realço o facto de que, ao assumir o defeito do equipamento, e procedido à devolução do valor pago, o deveriam fazer a outros danos adicionais com nexo causal com a avaria no aquecedor. - Em tese, se o aquecedor incendiasse um imóvel, a PC DIGA entende que apenas havia lugar a indemnizar pelo equipamento em si… Obrigado. Atentamente, Ricardo Ribeiro
Reclamação contra a empresa PCDIGA – Substituição de componente com sinais de uso e defeito funciona
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a empresa PCDIGA – Informática, Lda., na sequência de um processo de garantia (RMA nº 410018363) referente a uma placa gráfica adquirida nova, dentro do período de garantia legal. O produto original apresentou defeito, e no momento em que solicitei o RMA, requisitei expressamente o reembolso do valor pago, estando ainda dentro do prazo legal de 30 dias após a entrega, conforme previsto no Decreto-Lei n.º 84/2021, artigo 13.º, n.º 4. A empresa, no entanto, ignorou este pedido e procedeu à substituição por uma unidade usada. A placa gráfica enviada apresenta: Sinais evidentes de uso, incluindo marcas de dedos visíveis e uma sensação gordurosa ao toque, incompatíveis com um produto novo; Aspeto físico claramente desgastado, não equivalente ao estado de novo exigido por lei; E, além disso, falha funcional: após a instalação no sistema e instalação dos controladores gráficos, a gráfica apresentou imagem defeituosa, demonstrando que não está 100% funcional, contrariando a afirmação da empresa. Estas condições representam uma violação direta do artigo 13.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, que garante ao consumidor o direito à reposição da conformidade, exigindo que o bem substituído: Seja equivalente a novo, tanto em funcionalidade, como em aparência, durabilidade e fiabilidade; E que, dentro dos primeiros 30 dias, o consumidor possa optar pelo reembolso, se assim o entender. Solicito assim, por este meio, a vossa intervenção para garantir: A substituição imediata da gráfica por uma nova e funcional, ou; O reembolso total do valor pago, tal como requerido inicialmente e dentro do prazo legal. Em anexo envio: Comprovativo de compra; Cópia do pedido de RMA com solicitação de reembolso; Comunicações com a PCDIGA; Fotografias e evidências do estado físico da gráfica recebida; Prints ou vídeos da falha apresentada após instalação. Fico ao dispor para qualquer esclarecimento adicional. Com os melhores cumprimentos, Vitor Santos
Garantia
Exmos. Senhores, (Mandei o meu telefone pixel 8 para garantía por causa do ecrã verde, exigieron mandar tudo, caixa, accesorios, manuais, tudo, recebi um relatório de que o telefone já estava nas mãos deles e o telefone estava em condições de uso, com uma pequena moça na esquina superior direita, , o segundo relatório eu descarreguei da página, que o telefone estava ser mandado a marca, de aí para frente nunca mais recebi um relatório, mandaram o telefone para cara quando abri a caixa para ver o telefone e o relatório para saber o que foi o que fizeram com ele, o telefone estava dentro de um saco, sem caixa, sem nada, sem relatório, NADA, dei uma olhada no telefone e o telefone não era o meu, mandei um email para saber o que aconteceu, e disseram que a marca trocou o telefone por outro recondicionado, pois recondicionado, com 4 moças e um risco na base da câmera, mandei fotografias, e a resposta deles foi, "isso foi a decisão da marca, mandaram um telefone com as mesmas condições do outro telefone", MENTIRAAAAAAAAAAAA o telefone está todo usado, mandei email ao suporte de Google e me disseram que a PC diga é uma loja não autorizada pela Google que tenho que resolver isso com. Eles, a PC diga disse que a decisão da troca do telefone recondicionado é decisão da marca não deles, já liguei, mandei emails, já pedi o link para o livro de reclamações, que é isso, mandaram um telefone recondicionado com mais marcas de uso que o meu, mandaram sem caixa, sem nada, sem relatório do porque a decisão, e além disso, ninguém me dá garantia que o telefone vai se estragar novamente com o ecrã verde, a pior decisão que eu tive até agora foi comprar nessa loja, agora estou com um telefone usado, golpeado, riscado, e com indícios que o ecrã verde volte novamente, não estão me dar uma solução a Convencer-me e servir-me Cumprimentos.
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