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PCDIGA - Recebi um produto faltando peças e a empresa não fornece suporte
Olá, Boa tarde Efetuei a compra da “Cadeira de Escritório Ergonómica Offy Lyca Cinza/Preta” no site da PCDIGA e, ao iniciar a montagem, para minha surpresa, verifiquei que a embalagem continha dois apoiadores de braço esquerdo, quando o produto requer um para cada lado devido ao formato ergonómico. Como resultado, a cadeira não pode ser utilizada adequadamente, ficando desalinhada e ergonomicamente inviável. Estou desde o dia 28/11 tentando contacto com o suporte da plataforma, tenho vários números de tickets guardados, todos sem nenhum retorno por parte da PCDIGA. Sigo sem suporte, e com o produto faltando peças.
Encomenda não recebida
Dia 29/11/2025 comprei na PCDIGA uma televisão Smart TV Xiaomi S (2025) 65”, associada à encomenda Nº 400622095 com referência na transportadora 8201605230. A entrega foi atribuída à transportadora TTM/Totalmédia, que agendou a entrega para 04/12/2025 entre as 08:00 e as 14:00. Permaneci na morada durante todo esse período, mas a entrega não foi efetuada. Desde então, não recebi qualquer nova janela de entrega. O portal de seguimento deixou de apresentar data/hora e, perante os meus contactos, a transportadora respondeu por email que o artigo “não foi disponibilizado pela loja”, pedindo-me para contactar a PCDIGA. Tenho, portanto, informação escrita da transportadora de que a televisão nunca lhes foi entregue ou registada, apesar de já me terem sido comunicadas datas de entrega. Contactei a PCDIGA por vários emails a pedir esclarecimentos e nova data de entrega, mas não obtenho resposta útil nem indicação do paradeiro do bem, ficando sem produto e sem solução. Considero que a loja está a incumprir os prazos e o dever de informação ao consumidor: é o vendedor que deve resolver o problema com a transportadora e garantir a entrega ou o reembolso, não o cliente. Solicito, com o apoio da DECO PROteste: 1. Esclarecimento formal sobre onde se encontra a encomenda e se o produto saiu do armazém da PCDIGA. 2. A fixação de uma nova data e janela horária de entrega em prazo muito curto; ou, se tal não for possível, a resolução do contrato com reembolso integral dos valores pagos, nos termos dos direitos do consumidor em compras online.[deco.proteste +1] Anexo à reclamação cópias dos emails da transportadora e dos contactos efetuados com a PCDIGA. Com os melhores cumprimentos, José Rodrigues
Protudo a ser reparado há 5 meses
Entreguei um produto para reparação em agosto de 2024 e paguei pelo respetivo serviço. Estamos agora em dezembro, ou seja, cinco meses depois, e continuo sem o produto reparado. Ao longo destes meses, contactei a PC DIGA várias vezes por email. As respostas que recebo são sempre variações da mesma mensagem: “foram pedidas informações e, assim que tivermos novidades, entraremos em contacto”. Considero esta situação inaceitável. Cinco meses para uma reparação ultrapassam qualquer prazo razoável, e é ainda mais grave que não me saibam dar qualquer previsão concreta para a conclusão do processo. Peço uma resolução urgente, seja através da reparação imediata ou substituição do produto. Aguardo uma resposta clara e definitiva.
Encomenda atrasada
Reclamação por atraso de entrega, falta de suporte e prejuízos causados Venho por este meio apresentar uma reclamação referente à compra de uma televisão realizada na vossa loja, cuja entrega estava prevista para o dia 02. Até ao presente momento, a encomenda não foi entregue, causando-me prejuízos e enorme transtorno. Foram três dias de trabalho perdidos à espera da entrega, sem qualquer aviso de atraso ou nova previsão. O contacto telefónico da loja não atende em horário nenhum, apresentando sempre a mensagem de “elevado número de chamadas”. O e-mail de suporte permanece sem resposta há mais de 48 horas, o que considero inaceitável. A transportadora responsável, LOWLOW, não disponibiliza qualquer forma eficaz de contacto: O rastreio não funciona; Não existe um contacto telefónico disponível; Não há forma de obter informação sobre o paradeiro da encomenda. Esta situação torna-se ainda mais grave porque necessito da televisão com urgência. O meu marido encontra-se em casa em recuperação após uma cirurgia, e a televisão é essencial para o seu repouso e conforto durante este período. A falta de informação e de solução imediata está a causar stress e grande frustração. Solicito que esta situação seja resolvida com máxima urgência, com: Entrega imediata da televisão, com data e hora confirmadas. Aguardo uma resposta rápida e uma solução definitiva para este problema.
não efetuaram a resolução de contrato.
Resumo do processo para efeito de denúncia: Adquiri um portátil Gigabyte 15.6" G5 MF5-52PT353SD Blackº ZFAT BZA1/9180847603 na loja Pcdiga, lda. O equipamento apresentou graves problemas de sobreaquecimento (CPU Intel i5-13500H a atingir 100 ºC) que por sua vez causa instabilidade no desempenho durante jogos e tarefas normais, pelo facto de o acontecer throttle no cpu pela temperatura atingida. Relembrando que 100 graus é a temperatura maxima para aquele cpu. Solicitei assistência na loja por três vezes: 1.º RMA: Pedido n.º 4100129683 (entregue 06/09/2025, devolvido 25/09/2025 — 20 dias sem portátil). Voltou igual. "Marca disse ter feito um ajuste de componentes" 2.º RMA: Pedido n.º 4100131557 (entregue 27/09/2025, devolvido 24/10/2025 — 28 dias sem portátil). Marca não detetou nenhum problema, veio igual 100 graus. 3.º RMA: Pedido n.º 4100134004 (entregue 25/10/2025, devolvido 19/11/2025 — 26 dias sem portátil). Desta vez a marca disse ter efetuado a substituição da massa termica e limpeza, no entanto veio igual e veio com o teclado mal montado ou danificado. Em todas as intervenções, o defeito técnico manteve-se. No levantamento do 3.º RMA, experimentei o portátil na presença do colaborador da loja. Verifiquei imediatamente que o CPU continuava a atingir 100 ºC e detetei, adicionalmente, o teclado mal montado — novo defeito introduzido pelo serviço técnico. Recusei aceitar o portátil nestas condições e pedi o livro de reclamações em loja e efetuei a reclamação. Exigi o reembolso, responderam que não o efetuam pois é a marca que tem que dizer que tem defeito 3 vezes, queriam que eu levasse o computador para casa, rejeitei. A loja, em vez de proceder ao reembolso, abriu um 4.º RMA (Pedido n.º 4100136499) e informou verbalmente que não reembolsava porque o “fabricante não reconhecia a avaria”, apesar de tal ter sido comprovado em loja, ainda argumentaram que 100 graus é normal podendo ser o defeito do portatil. Acontece que cerca de 1 mês ja tinha efetuado o pedido via email, de resolução de contrato com os tais 14 por lei e nada me foi feito, responderam não ser possivel a devolução do dinheiro, ja tinha reclamado no livro de reclamações online e obtive uma resposta, sem me responderem a reclamação, inédito ou seja responderam porque são obrigados mas não responderam a reclamação. Já soma 74 dias sem portátil funcional, permanecendo o defeito original e agravando-se a situação com novas falhas. Adicionalmente agora os restantes dias sem portatil. Encontro-me na universidade politecnica militar, sem o portatil que o adquiri para trabalhar e jogar. Citei e exigi o cumprimento do artigo 35.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, que obriga à devolução integral do valor pago ao consumidor quando, após tentativas reiteradas de reparação, a desconformidade persiste. Não sei que mais fazer, a não ser denunciar a Asae, ou seguir para os julgados de paz, pois possuo todas as provas e emails trocados.
Mau tratamento do processo de garantia
Resumo da situação: Após quase 3 anos de utilização normal de uma motherboard aquirida na PCDIGA e sem qualquer alteração ao hardware original, deixou subitamente de funcionar. Dirigi-me à loja da PCDiga no Porto e procedi à entrega do equipamento em loja, onde a desmontagem do resto dos componentes foi na presença de um colaborador da PCDIGA. Eu e o colaborador verificamos visualmente o bom estado geral da motherboard e do socket, confirmando que não existiam pinos tortos. O mesmo colaborador tirou fotografias no momento da entrega que comprovam o bom estado do componente nessa altura. Posteriormente, fui informado via e-mail de que o artigo se encontrava com a garantia “condicionada”, por se tratar do terceiro ano, e que seria enviado para o reparador oficial para análise. Após essa análise, a PCDIGA comunicou-me que a reparação não poderia ser feita ao abrigo da garantia, alegando "pinos do socket de CPU tortos", apresentando um orçamento de 81,18 €. Contestei de imediato esta conclusão, uma vez que: O equipamento foi entregue em perfeitas condições, conforme testemunho do colaborador da loja e as fotografias tiradas no momento da entrega; Não há qualquer evidência de que o dano existisse antes da entrega; A PCDIGA não apresentou qualquer prova de que os alegados danos não tenham ocorrido após a receção, durante o transporte ou manuseamento pelo reparador. Apesar de várias tentativas de contacto e pedidos de reavaliação, a resposta da PCDIGA limitou-se a reiterar o parecer do reparador oficial, sem analisar as provas apresentadas nem demonstrar vontade de resolver a situação de forma justa. Principais motivos da reclamação: Mau tratamento do processo de garantia, com base numa interpretação restritiva e pouco colaborativa do Decreto-Lei n.º 84/2021; Falta de transparência e rigor na verificação técnica e comunicação do diagnóstico; Ausência de consideração das provas fornecidas (testemunho do colaborador e fotografias); Recusa em reavaliar o caso de forma imparcial, mesmo após contestação fundamentada. Solicito que a PCDIGA reavalie o caso de forma justa, considerando as evidências existentes e assumindo a responsabilidade pelos danos que possam ter ocorrido após a entrega do artigo em loja. Importa referir que possuo formação na área da informática, o que me permite afirmar com segurança que o equipamento foi sempre manuseado de forma adequada e que o socket não apresentava qualquer dano no momento da entrega.
Comprei uma trotinete elétrica com bateria externa extra
Fui ao website da PCDiga e encontrei uma trotinete elétrica que me agradou, é o modelo Segway Ninebot E3 E, no website davam a entender que a trotinete vinha com uma bateria externa extra que daria mais autonomia à trotinete, então tentei ligar para eles mas não me atenderam. Enviei um e-mail e eles confirmaram me duas vezes que a trotinete vinha com essa bateria externa extra. Comprei a trotinete, chegou a casa, abri e não vinha com a bateria externa extra que eles confirmaram que vinha. Respondi ao e-mail onde eles me confirmavam que a trotinete vinha com essa bateria extra e questionei porquê que não veio, porque até podiam ter enviado num pacote separado e ainda podia estar pra chegar ou podia haver uma falha, são coisas que acontecem. Responderam-me ao e-mail e disseram que ela não vinha com a bateria extra como tinham anunciado, e a única solução que me deram foi devolver a trotinete, no entanto, eu já abri e preciso dela para me locomover até ao meu emprego. Questionei se não havia mais nenhuma solução tendo em conta que o erro foi deles e eu só tinha comprado no website deles precisamente por vir com essa bateria extra, e disseram-me que não, que a solução que tinham era eu devolver a trotinete, não há mais nenhuma solução? Envio anexo um documento PDF com os e-mails trocados entre mim e a loja.
Recusa no exercício do direito de livre resolução
Boa tarde, Comprei recentemente um telemóvel através da loja online da PCDiga, que recebi na minha morada no dia 23 de Setembro de 2025. No dia 3 de Outubro de 2025 abri um ticket no portal da PCDiga a solicitar a devolução, dentro do prazo legal de 14 dias previsto. No dia 6 de outubro de 2025 desloquei-me a uma loja PCDiga para exercer o meu direito. O telemóvel encontra-se em perfeito estado (sem riscos ou microriscos), com todos os acessórios, embalagem original. No entanto, foi-me comunicado que a devolução não seria aceite porque o produto não está selado, conforme as políticas internas da empresa. Também foi recusada a emissão de um documento que registasse essa decisão. Gostaria de saber: 1. Se esta exigência de apenas aceitar devoluções de produtos “selados” é válida perante o disposto no Decreto-Lei n.º 24/2014 (direito de livre resolução em compras à distância). 2. Se a recusa que enfrentei está conforme a lei. 3. Quais os passos que devo seguir para fazer valer os meus direitos enquanto consumidor. Notas: - Link apresentado pelo assistente: https://www.pcdiga.com/trocas-e-devolucoes - Ponto indicado: 4) (ii) Agradeço desde já a vossa ajuda. Cumprimentos, Marco
Recusa Indevida de Garantia e Encerramento Arbitrário de Pedido de Suporte
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa PCDIGA, relativamente ao processo de assistência técnica de um computador adquirido em dezembro de 2024, na loja da PCDIGA sito na R. Pedro e Inês Nº11, 1990-074 Lisboa. No dia 23 de setembro de 2025, entreguei o equipamento na loja para resolução de uma falha de funcionamento, ainda dentro do período de garantia legal. A empresa através do pedido de assistência nº 8000007240, informou que o problema residia na Motherboard, alegadamente com pinos tortos, e que tal situação não estaria coberta pela garantia. Foi-me sugerida a aquisição de uma nova Motherboard Micro- Atx Msi Pro B650M-B SktAM5, com o preço de 109,90€ através de link disponibilizado no email, acrescida de 39,90€ pela montagem. Contestei esta avaliação, por considerar que: 1. O computador foi adquirido pré-montado, precisamente por não possuir conhecimentos técnicos para montagem ou intervenção no hardware. 2. O equipamento é utilizado exclusivamente por um menor de 12 anos, que também não possui qualquer conhecimento técnico. 3. O computador nunca foi aberto ou manipulado desde a compra, facto corroborado pelo técnico da loja que referiu a presença de pó acumulado. 4. A falha ocorreu de forma espontânea, com o aparecimento de um ecrã cinzento com opções desconhecidas, seguido de um ecrã negro com cursor intermitente, sem qualquer intervenção física no equipamento. Posteriormente após troca de emails com a equipa de suporte e contestação da minha parte dos factos, a empresa alegou que o equipamento apresentava pasta térmica recente e em excesso, o que indicaria abertura e montagem incorreta por parte do utilizador. Esta alegação é falsa e contraditória, pois: • Nunca foi feita qualquer intervenção no equipamento por mim ou pelo utilizador final. • A montagem foi realizada pela própria PCDIGA, no momento da compra. • A presença de pó acumulado reforça que o equipamento não foi aberto. • A empresa não apresentou qualquer prova técnica, como fotografias, relatório detalhado ou perícia independente, que comprove a alegada intervenção externa. Na minha última comunicação, solicitei o contacto com um responsável pelo serviço prestado, demonstrando abertura para diálogo e resolução. Em resposta, a empresa encerrou unilateralmente o pedido de suporte, sem apresentar qualquer solução ou abertura para reavaliação, remetendo-me apenas para a loja física. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, que regula os direitos dos consumidores na compra de bens móveis, o vendedor é responsável por defeitos que se manifestem no prazo de três anos após a entrega do bem, salvo prova de uso indevido — o que claramente não se verifica neste caso. Solicito intervenção junto da PCDIGA para: • Garantir a reparação gratuita do equipamento, conforme previsto na legislação. • Ou, em alternativa, a substituição do produto ou reembolso, caso a reparação não seja possível. • Avaliar a conduta da empresa no âmbito da defesa dos direitos dos consumidores, nomeadamente no que respeita à transparência dos diagnósticos técnicos, à responsabilização por erros de montagem e à forma como encerram processos de suporte sem resolução. Adicionalmente, após pesquisa em plataformas públicas de reclamação como a DECO Proteste, Portal da Queixa, Trustpilot e fóruns como o Reddit, constatei que existem várias reclamações semelhantes à minha, nomeadamente: • Recusa de garantia com base em alegados pinos tortos na motherboard, mesmo em equipamentos pré-montados e sem qualquer intervenção do cliente. • Alegações de pasta térmica mal aplicada, utilizadas como justificação para exclusão da garantia, sem qualquer prova técnica ou contraditório. • Encerramento unilateral de pedidos de suporte, sem resolução efetiva ou contacto com responsáveis técnicos. • Substituição de componentes por unidades usadas ou defeituosas, contrariando o direito à reposição da conformidade previsto na legislação. • Má conduta técnica e diagnósticos errados, que resultam em custos adicionais injustificados para o consumidor. Estes casos aparentemente demonstram um padrão de atuação, que compromete a confiança dos consumidores e levanta sérias dúvidas quanto à qualidade e integridade do serviço pós-venda da PCDIGA. Por este motivo, solicito análise não só do meu caso, mas também do comportamento sistemático da empresa no tratamento de garantias e assistência técnica. Com os melhores cumprimentos, David Simões
Recusa de devolução de máquina de lavar defeituosa – Encomenda nº 400480428
Assunto: Pedido de apoio – Recusa de devolução de máquina de lavar defeituosa (PCDIGA) Prezados Senhores, Venho solicitar o apoio da DECO Proteste relativamente a uma situação de incumprimento contratual por parte da empresa PCDIGA. No dia 2 de setembro de 2025, recebi em casa a máquina de lavar roupa referente à encomenda nº 400480428. Desde a primeira utilização, a máquina apresenta ruídos metálicos invulgares, evidenciando defeito de fabrico. No dia 3 de setembro, enviei email à PCDIGA a reportar o problema. No dia 11 de setembro, contactei telefonicamente e fui atendida pelo funcionário Miguel Dias, que me informou que teria de contactar diretamente a marca (LG) e que apenas por “exceção” poderia ser analisada a situação. No mesmo dia, enviei novo email a exercer o meu direito de livre resolução, dentro do prazo legal de 14 dias, pedindo a recolha da máquina no meu domicílio e o reembolso integral. No dia 12 de setembro, recebi resposta informando que a situação tinha sido encaminhada para a LG para visita técnica. Esta resposta é inaceitável: A PCDIGA recusa assumir as suas responsabilidades, remetendo-me para o fabricante, o que considero uma clara violação da lei e um desrespeito pelos meus direitos enquanto consumidora. Peço, assim, o apoio da DECO Proteste para que a empresa seja notificada a: Proceder à recolha da máquina no meu domicílio, a expensas próprias. Efetuar o reembolso integral do valor pago no prazo legal. Agradeço desde já a vossa intervenção e apoio na defesa dos meus direitos. Com os melhores cumprimentos,
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