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Exmos. Senhores, (DESCREVER SITUAÇÃO) Cumprimentos. Boa noite à cerca de 6 ou 7 meses atrás tentei cancelar um serviço de internet móvel por falta de uso devido à fraca rede e velocidade, na altura cheguei a enviar montes de proves, horas e horas em conversas com a Nos, que me desligavam o telemóvel na cara, gozavam e riam literamente com a minha pessoa, pediam para aguar um momento, e depois deixavam me 20 30 min à espera, e desligavam a chamada, resumindo não consegui cancelar o contrato apesar da falta de serviço provetido quando me foi vendido. Exigiam que paga-se o montante total até ao fim do contrato. Deixei ,, esperei o fim do contrato , no dia 21-10-25 , liguei a exigir que me cancelassem o contrato, voltaram a gozar comigo , não consegui cancelar o mesmo, voltei a ligar uma data de vezes e nunca consegui, acabei por ir a um loja meu, penso que ficou tratado, assinei, mas agora recebo mensagens que tenho de pagar tudo o que usar até ao dia 16-01-2026, então mas o cartão está na gaveta faz meses, não estou a usufrui pois não funciona, chegou o fim do contrato tentei cancelar , não me deixam, e agora eles ainda decidem a data que querem que termine ? Epa eu não pago NADA desde o dia 21-10-2025, tenho um outro contrato com a nos do atual numero que uso, pago cerca de 13 euros por mês, se esta situação não ficar resolvido deixo de pagar ambos. Eu literalmente sinto que estou a ser borlado, gozado e ignorado, em anexo segue comprovativos fo aqui mencionei. Cumprimentos
Cancélamento serviço golpista nos
Após ter enfrentado inúmeros problemas com o serviço de internet na zona de Martim Longo, em Alcoutim, e conforme solicitei por diversas vezes por telefone, email e pessoalmente na vossa loja, solicito com urgência o cancelamento do meu serviço. Considerando as várias queixas que fiz sobre o mau serviço durante o primeiro mês do meu contrato, informo que não posso suportar qualquer multa por má utilização, pois esta prática é ilegal de acordo com a legislação da União Europeia. Caso continuem a ameaçar-me e a tentar lesar-me por ter solicitado o cancelamento, e não o tenham processado, serei obrigado a tomar as medidas legais adequadas para impedir que me cobrem por um serviço e uma taxa de cancelamento que não me são devidos. Exmos. Senhores, Em (DATA) denunciei o contrato de prestação de serviços de telecomunicações com a vossa empresa com o n.º (COLOCAR REFERÊNCIA). Sucede que até hoje, passados que são (N.º DE DIAS) dias, o serviço ainda se encontra ativo, mantendo-se os diversos problemas técnicos que têm sido reportados e são do conhecimento do vosso serviço de apoio ao cliente. Considerando o exposto, venho relembrar a denúncia do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização por via desta decisão. Cumprimentos.
Renovação ilegal de contrato
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a NOS, devido à renovação indevida, não autorizada e ilegal de um contrato de prestação de serviços em meu nome. Eu era cliente da NOS e o meu contrato terminaria definitivamente em dezembro de 2025. No mês de outubro, solicitei apenas a um amigo que se deslocasse a uma loja NOS (Centro Comercial Vasco da Gama) exclusivamente para efetuar o pagamento da mensalidade, e não para qualquer alteração contratual. No entanto, de forma totalmente irregular e grave, o assistente da NOS: Procedeu à renovação do contrato em meu nome. Obteve uma assinatura que não é minha , aceitou essa assinatura sem a presença do titular do contrato sem qualquer documento de identificação meu sem procuração, autorização escrita ou verbal válida. O meu amigo não tinha qualquer legitimidade legal para renovar um contrato em meu nome. Tal ato configura uma violação grave dos meus direitos enquanto consumidor, sendo potencialmente enquadrável como falsificação de assinatura e prática contratual abusiva. Apesar de já ter contactado a NOS anteriormente, até à data a situação não foi resolvida, nem o contrato indevidamente renovado foi cancelado, o que é inaceitável. Assim, exijo: O cancelamento imediato do contrato renovado indevidamente A reposição das condições contratuais originais, com término em dezembro de 2025 A confirmação por escrito de que nenhuma penalização, fidelização ou custo adicional me será imputado A abertura de um processo interno de averiguação sobre a atuação do colaborador envolvido Caso esta situação não seja resolvida com urgência, informo que avançarei com reclamação junto do Livro de Reclamações, ANACOM, se necessário, por via judicial, de forma a fazer valer os meus direitos. Aguardo uma resposta célere e uma solução definitiva. Com os melhores cumprimentos, Florenço Fonseca
Porque tenho de pagar uma chamada do telefone fixo para a rede móvel que não é atendida?
Porque tenho de pagar uma chamada do telefone fixo para a rede móvel que não é atendida? Várias vezes usei o meu telefone fixo para localizar o meu telemóvel (ambos do meu pacote NOS), não tendo, obviamente, atendido a chamada. Bastou-me ouvi-lo e localizá-lo. Foi sempre e apenas aquilo que se chama um “Toque”. Fazendo as contas, usei 11 vezes o telefone fixo para este efeito desde Fevereiro deste ano, até agora, e a NOS cobrou-me, a meu ver indevidamente, um total de 5,328€. Indevidamente (para não chamar outra coisa), porquê? Porque efectivamente liguei para o número desse telemóvel, mas não atendi. Foi apenas um “Toque”, como disse. Aliás, sempre foi assim, pelo menos “antigamente”. As chamadas só começavam a ser cobradas quando alguém do outro lado atendia. Na sua página “https://www.nos.pt/ai-em-duvida/plano-de-poupanca-fixo” a NOS diz que o custo de uma chamada para as redes móveis a partir de um telefone fixo é de 0,413€ (a mim cobraram-me sempre 0,444€). Mas não define o que é chamada! Não diz que é depois de ser atendida ou não! Também no contrato (VENDA367844119INFORMACAO_PRECONTRATUAL.pdf) não refere nada! Os operadores do Apoio da NOS dizem que essa cobrança é devida. No entanto acho que é ilegítimo cobrarem esses “toques”, pelo que irei fazer um protesto junto da defesa do consumidor, da DECO (da qual sou subscritor) e da ANACOM. Nuno Onofre (Subscritor nº 40740-97 da DECO Proteste) (Cliente nº C210546502 da NOS)
Cobrança de aluguer de equipamento
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato de fornecimento de serviços de comunicações eletrónicas com o nº C963631011. Alerto-vos para o erro existente nas 2 ultimas faturas enviadas – uma vez que me está a ser cobrado o aluguer de um equipamento relativamente ao qual não fui informada à priori do valor desse aluguer nem sequer se eu estava interessado no mesmo mediante o pagamento de um aluguer. Solicito a correção imediata da(s) fatura(s) e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
Alteração de plano sem autorização – Pedido de esclarecimentos
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar esclarecimentos formais relativamente à alteração do meu plano, ocorrida no dia 16/12, sem a minha autorização. Há vários meses que venho a receber contactos telefónicos com o intuito de me convencerem a mudar de plano, proposta que nunca aceitei. Pelo contrário, numa dessas chamadas deixei claramente expresso que não tinha qualquer interesse em proceder a essa alteração. No dia 16/12, recebi uma nova chamada da vossa parte e, ao perceber a origem do contacto, desliguei de imediato, sem atender, sem falar e sem seleccionar qualquer opção (solicito, inclusive, que verifiquem o registo dessa chamada). Minutos depois, fui surpreendido(a) com uma mensagem a informar que o meu plano tinha sido alterado. Perante esta situação, questiono: • Quem autorizou a alteração do meu plano? • Com base em que consentimento foi esta mudança efectuada? Reforço que não autorizei, em momento algum, qualquer alteração contratual. Exijo, por isso, que o meu plano seja imediatamente reposto para o original. Adicionalmente, considero inadmissível a forma como têm vindo a pressionar para a mudança de plano, incluindo o bloqueio do meu próprio acesso à aplicação, impedindo-me de efectuar recargas. Este tipo de prática é abusiva e inaceitável. Desde a alteração do plano, a qualidade do serviço deteriorou-se significativamente. Durante uma viagem recente, a ligação à internet era extremamente deficiente, não sendo possível, sequer, enviar uma fotografia de forma adequada. Face ao exposto, exijo explicações claras e urgentes, bem como a reposição do serviço nas condições originalmente contratadas. Aguardo uma resposta célere. Com os melhores cumprimentos
Serviço encerrado indevidamente
SOU CLIENTE NOS A ALGUM TEMPO, RECENTEMENTE TROQUEI O MEU PLANO PARA UM PACOTE PARA CASA COM TELEMÓVEL ASSOCIADO. É UM SERVIÇO SATÉILITE, COM ROUTER, SEM BOX PARA CANAIS. ATÉ ENTÃO TUDO ESTAVA BEM, ATÉ Q NO DIA 09/12 UMA COMERCIAL BATEU EM MINHA PORTA PARA Q PUDESSÊMOS FAZER A TROCA DOS SERVIÇOS PARA A FIBRA. NO DIA 12/12 CORTARAM TODOS OS MEUS SERVIÇOS, SEM ANTES FAZER A TROCA. E DESDE ENTÃO, ATÉ ESSA DATA DO DIA 18/12, JÁ A 6 DIAS ESTOU SEM INTERNET EM CASA, E SEM SERVIÇOS NO TELEMÓVEL, O Q É UM ABSURDO. GOSTARIA DE UMA SOLUÇÃO DE IMEDIATO, E EU SÓ NÃO MUDO DE OPERADORA DEVIDO A FIDELIZAÇÃO. MAS O DESCASO DEIXA IMENSAMENTE DESCONTENTE.
Reclamação a NOS Cinemas – Pagamento retido / compra não concluída
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativa a uma tentativa de compra online de bilhetes para o cinema NOS Glicínias Plaza, realizada no dia 17/12/2025. Na segunda tentativa de compra, utilizei cartão bancário Visa. O valor de 25,50 € foi debitado/autorizado, no entanto os bilhetes nunca foram emitidos nem enviados por email, impossibilitando a conclusão da compra. Ao consultar a minha conta bancária (BPI), o montante encontra-se ainda como “pagamento cativo / pendente”, o que indica que a autorização de pagamento não foi libertada pela entidade comerciante. Para conseguir assistir à sessão, fui obrigado a adquirir novos bilhetes diretamente na bilheteira do cinema, pagando novamente o valor correspondente. Assim, solicito a anulação da operação e a libertação imediata da autorização de pagamento, ou, em alternativa, a devolução do montante indevidamente retido. Encontro-me disponível para facultar qualquer informação adicional necessária (extratos bancários, data/hora da operação, etc.). No entanto, hoje, ao reclamar no banco BPI, informaram-me que a transação «cativa» será liberada no dia 22 de dezembro (daqui a quatro dias), o que considero uma falta de consideração, uma vez que, nessa segunda tentativa, não recebi os bilhetes e, além disso, o banco não mostra nenhuma transação recente, tanto nas caixas do multibanco como na aplicação do BPI. Aguardo a vossa resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos,
Mudança de residência e indisponibilidade de serviço
Venho solicitar o apoio da DECO relativamente a um conflito de consumo com a operadora NOS Madeira, decorrente de incumprimento grave do contrato de prestação de serviços de comunicações eletrónicas. No dia 3 de dezembro recebi uma notificação escrita que me obrigou a abandonar a minha residência no prazo de 15 dias, situação que configura uma mudança de residência forçada e não voluntária. Perante esta circunstância, solicitei à operadora, no dia 12 de dezembro, a alteração de morada dos serviços. Fui informada de que a primeira disponibilidade para a transferência seria apenas no dia 22 de dezembro, o que resultaria numa interrupção do serviço fixo por um período de 11 dias, situação não imputável a mim. Adicionalmente, um dos números de telemóvel associados ao contrato esteve totalmente sem serviço móvel durante 5 dias consecutivos, entre 12 e 16 de dezembro, não sendo possível efetuar ou receber chamadas, enviar mensagens ou utilizar dados móveis. Acresce ainda que, na nova morada, a cobertura de rede móvel é inexistente no interior da habitação, o que impossibilita a utilização normal do serviço móvel contratado, tornando o serviço inadequado à finalidade para a qual foi contratado. Apesar de ter solicitado uma solução atempada, nomeadamente atendendo ao facto de um dos residentes exercer a sua atividade profissional a partir de casa e depender do serviço de comunicações como bem essencial, a operadora não se mostrou disponível para apresentar qualquer alternativa técnica eficaz ou solução razoável. Os factos descritos consubstanciam incumprimento contratual grave e impossibilidade objetiva de prestação do serviço, nos termos da Lei n.º 16/2022 (Lei das Comunicações Eletrónicas), bem como violação dos direitos do consumidor previstos na Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor), não sendo tais situações imputáveis à consumidora. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO no sentido de obter: - A rescisão do contrato por justa causa, sem qualquer penalização de fidelização; - A devolução dos valores faturados relativos aos períodos em que os serviços não foram prestados;
Valor cobrado indevidamente na fatura
Eu, Tiago Gonçalves e no seguimento da reclamação anterior, relativa a danos causados por falha da box fornecida pela NOS após a trovoada ocorrida na noite de 4 para 5 de novembro de 2025, a NOS procedeu à substituição da box original por uma box Android, por ser a única solução que elimina o risco de novos danos em equipamentos. Na fatura mais recente, foi cobrado o valor de 40€ referente à instalação da box, cobrança essa que não tem qualquer fundamento legal ou contratual. A substituição da box: - Não resultou de um pedido voluntário do consumidor; - Foi realizada para corrigir uma falha grave e imputável ao equipamento fornecido pela NOS; - Não foi acompanhada de qualquer informação ou aceitação prévia de custos; - Constitui uma intervenção corretiva da responsabilidade do fornecedor. A cobrança configura, assim, imputação indevida de custos ao consumidor, violando os princípios da Lei de Defesa do Consumidor, nomeadamente o dever de fornecimento de bens conformes e seguros, bem como a proibição de cobrança de encargos não acordados. Nestes termos, solicito: 1. Anulação imediata da cobrança dos 40€, com respetivo crédito em fatura; 2. Confirmação escrita de que não serão cobrados quaisquer valores associados à substituição da box efetuada. Caso a situação não seja regularizada, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes, incluindo ANACOM, sem prejuízo de outros meios legais.
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