Reclamações públicas

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FAUDE seguro automóvel FIDELIDADE

Eu apresento um seguro da Fidelidade (todos os riscos, sem franquia, Plano Liber 3G Total, nº apólice 754189685). Na sequência de um acidente de viação ocorrido no dia 15/10/18 que resultou num ligeiro choque entre dois automóveis e do qual não tenho culpa, eu fui informada no dia 22/10/18 pelo Gestor de Sinistros da Fidelidade (Sr. João Pedro Caldeira, Nº 1011/18AU264868/001) da decisão de perda total definitiva. Segundo o perito da GEP (Sr. Bruno das Dores Silva, bruno.filipe.gep@gmail.com, 961225268) o orçamento da reparação automóvel na oficina da Audi (nº GPS0599169, JapSport, Faro, vendas@japsport.pt, 289 897 980) é 14 273.16 €, mas este valor é demasiado elevado porque inclui várias peças novas da marca Audi que são desnecessárias (Ex. porta frontal esquerda, jante frontal esquerda, espelho retrovisor esquerdo, porta luvas, escovas limpa-livros, etc.). Além disso este orçamento é suspeito porque foi elaborado com extrema rapidez (no próprio dia) e nem sequer está devidamente assinado pelo responsável. O automóvel apenas apresenta danos na faixa lateral esquerda e sistema de segurança. Trata-se de um carro da Audi (A3, Sportback 1,6 TDI, Diesel, cilindrada 1600, apenas tem 4 anos e 60 000 km). Eu acionei os danos próprios do meu seguro por se tratar de todos os riscos e como sou médica necessito de ter o carro disponível para o trabalho. Enquanto que o outro condutor apenas apresenta um seguro contra terceiros, acionou o meu seguro e segundo ele a decisão da seguradora foi perda total condicional. Eu considero esta situação absurda porque este Sr. tem um veiculo velho (Hyndai, 16 anos) cuja reparação é muito superior ao seu valor comercial. Este facto é mais uma prova de que estou a ser alvo de uma burla porque a Fidelidade já me atribuiu a perda total definitiva, mas ao outro condutor ainda não tornou essa decisão oficial. Considero inadmissível a seguradora Fidelidade atribuir a perda total definitiva porque já sou cliente há vários anos, nunca tinha tido um acidente e estou a pagar um seguro de todos os riscos da Fidelidade dispendioso (85 €/mês). Recentemente a apólice do seguro foi renovada para 2019, com o agravamento do montante total, o que constitui uma burla porque a decisão de perda total definitiva anula imediatamente a apólice do seguro. Eu contactei a minha oficina de referência (Oficina Miguel Onofre, S.B. Messines, 282 330405) e o dono referiu que a reparação do automóvel é exequível, o orçamento é mais económico e nunca ultrapassará o valor comercial do automóvel. Eu já contactei um advogado especialista em seguros de automóveis e ele considera que esta decisão não tem fundamentação plausível e portanto trata-se de uma fraude.

Encerrada

Débito direto

A conta que era utilizada para cobrança (débito direto) já não é utilizada e pedi à fidelidade para alterar o número de conta. Enviaram-me a documentação, mas não me foi possível tratar do assunto em tempo útil e já tinha desativado o débito direto da conta antiga. Por isso, entrei em contacto com a fidelidade para pagar de forma alternativa. Deram-me um NIB para o qual teria de fazer a transferência e um email para onde deveria enviar o comprovativo de pagamento. Assim fiz, mas continuaram a tentar cobrar-me por débito direto os valores já pagos no mês seguinte (e assim sucessivamente todos os mês, ou seja, já vai em centenas de euros). Esta situação com a Fidelidade aconteceu em junho de 2018. À exceção desse mês, em que o pagamento foi feito depois da data prevista, todos os outros pagamentos (que fiz por transferência bancária e enviei o comprovativo) foram feitos na data prevista do débito direto, mas continuam todos os meses a tentar fazer a cobrança por débito direto dos valores desde junho. Como se não bastasse, há cerca de uns dias, recebi 2 cartas registadas, datadas de 10 de setembro de 2018, acusando-me de falta de pagamento, o que é totalmente falso (apresentando-me centenas de euros para pagar). Já entrei em contacto 2 vezes com a fidelidade para acabar com o débito direto (email + telefone), mas dizem-me que não há outra forma de pagamento e que é o que está previsto no contrato que assinei.

Resolvida

reclamação resolução sinistro em habitação

Pretendo demonstrar o meu desagrado e reclamar:· da seguradora Fidelidade perante a falta de feedback relativo ao meu pedido de inabitabilidade (direito explícito no meu contrato de seguro) e à inércia face a tudo o que envolveu este processo.· da CARES (entidade subcontratada pela Fidelidade para a reparação do sinistro) quanto à má gestão do processo.No passado dia 6 de Agosto ocorreu um sinistro (infiltração) no meu WC. Nesse mesmo dia foi activado o seguro multi-riscos. Desde esse dia e por prevenção o WC não foi mais utilizado (até se perceber de onde era a fuga). No dia 10 de Agosto saí da minha habitação pois era incomportável não usar o WC durante as horas que estou na habitação, ao fim do dia e durante a noite).Pois o facto é que estou até hoje, dia 3 Outubro, fora de casa, passados quase 2MESES!!!Resumo os factos que aconteceram durante todo este período:1. 1ª vistoria foi feita por um Técnico Cares e não por um perito, e a não verificação das necessidades reais de reparação/da obra levou a um derrapar de tempo totalmente desnecessário para a resolução e acabamento da obra.2. O desalinhamento entre Seguradora Fidelidade e Cares é incompreensível.3. A quantidade de equipas Cares que veio iniciar/continuar/retomar a obra é inexplicável. Este facto aliado à má gestão do processo desde o início fez com que a obra fosse supostamente terminada a 19 Setembro... Explico: - sanita colocada junto ao lavatório com espaço muito limitado para passar - portas duche pregadas à parede tortas sem estarem alinhadas com base banheira (para além de 0 alinhamento visual , dificuldade em fechar e isolar água) - azulejos mal colocados/alinhados - mau acabamento janela e má colocação do betume em todo o WCFoi chamado um supervisor CARES à obra para poder comprovar presencialmente o estado terminado da obra... foi pedida uma nova equipa para fazer reparação da obra. 4. Até ao dia de hoje, não recebi qualquer contacto oficial do Departamento de Assistência ao Lar sobre a confirmação/negação do pedido de inabitabilidade. Todos os pedidos de contacto relativos a este tema (via email e telefone) foram feitos por minha e exclusiva vontade. Todos os factos descritos demonstram que efectivamente foram tomadas medidas para resolver o sinistro que decorreu, mas a existência de tantas lacunas e incongruências que são totalmente alheios à minha pessoa fizeram com que este processo fosse inexplicavelmente demorado e com consequências negativas única e exclusivamente para mim, a lesada e tomadora do seguro. A nível pessoal tive despesas extras de alimentação, de combustível, de portagens devido aos trajectos adicionais entre o trabalho e as casas das pessoas onde fui pernoitando durante dois meses!!! Adicionalmente, a totalidade de tempo gasto em todas as idas e vindas para abrir/fechar a porta aos senhores das obras, a quantidade absurda de telefonemas para Seguradora e Cares, o desperdício de dias de férias, o custo de contratar uma equipa de limpeza para o pós-obra e por fim o completo desgaste emocional que toda esta situação provocou.. são totalmente desconsiderados pela Seguradora Fidelidade. De que forma posso ser compensada por todo este transtorno?

Resolvida

Não aceitam a regularização ao abrigo da convenção CIDS

Venho por este meio reclamar relativamente ao sinistro ocorrido no passado dia 9-04-2018 e que os serviços ( FIDELIDADE ) deram como resposta Não aceita a regularização ao abrigo da Convenção CIDS.Processo n°AU20180027729, apólice n° 0045.20.729914 , viatura 37-48-PN . Em que foi a lesada e que a vossa cliente ( FIDELIDADE ) não assume e nega estar envolvida no sinistro, uma vez que mando fotos de ambas viaturas e respectivos danos.Revolta o facto de haverem provas e testemunhos e estas ficarem sem efeito uma vez que as seguradoras não resolvem nada.Solicito análise da minha situação.

Encerrada

Anulaçao de Seguro sem Pre Aviso

No passado dia 12/08/2018 circulava eu no veiculo do qual minha esposa e proprietária, veiculo esse que so circula 2 a 3 vezes por mes em viagevns mais longas, quando as autoridades me dao ordem de paragem numa operação Stop.Após verificarem toda a documentação informam que a Carta Verde nao e valida havia caducado a 18/06/2018.Como a Fidelidade sempre havia enviado a carta verde atempadamente e como uso o veiculo poucas vezes nao me apercebi que o seguro havia terminado .Expliquei ao agente que o método de cobrança era automático pois tratava-se de uma conta poupança Auto e que certamente teria havido extravio da carta verde pois ainda nao a tinha recebido mas o seguro estava valido.O Agente apos consultar a base de dados imforma-me que o seguro se encontrava anulado , ao qual eu respondi que certamente teria ocorrido um erro por parte da seguradora Fidelidade.O agente começou a preencher o Auto e me diz :Terá de pagar uma coima no valor de 30€ por falta da carta verde e que disponha de um prazo de 8 dias para apresentar a Carta Verde Valida caso contrario a minha esposa como proprietaria teria de pagar 500€ de coima.No dia 13/08/2018 dirigime ao meu mediador de seguro para saber o que havia ocorrido.Questionei o porque de ter o seguro anulado?Após consultar via telefone com a Fidelidade me responde que me tinham anulado o seguro devido a uma selecção de carteira de clientes.Questiono mas como me podem anular um seguro por selecção de carteira de clientes se nunca tive um acidente e apenas pedi assistência em viagem 2 vezes das quais so usei o veiculo de substituição 2 dias?Nao me soube responder.Questiono mas legalmente tem de avisar o cliente com a antecedencia legal que o seguro nao vai ser renovado e nao o fizeram.Anularam-me o seguro mas continuaram a retirar a mensalidade para a Conta Poupança Auto.Após consultar novamente com a Fidelidade informa-me que havia ocorrido um erro por parte da Fidelidade ao nao me ter enviado um Pre Aviso e ao continuar a retirarem a mensalidade para o pagamento do seguro.Pedi para que reactivassem o seguro com data dando continuidade a carta verde anterior para poder apresentar as autoridades.o mediador de seguro ficou de tentar resolver o problema ate a data de hoje 16/06/2018 ainda nao conseguiu restando-me apenas 24 horas para apresentar o documento ou pagar a coima de 500€ + 30€.

Resolvida

Reembolso do Seguro Multiriscos

Boa tarde, Tenho um seguro multirriscos Caixa Seguro Lar cuja apólice é MR63013503. Foi pago por transferência bancária o período de 22-05-2018 a 22-05-2019. A 29-06-2018 foi feita a transferência do crédito a habitação para outro banco e feito um novo seguro multirriscos. Tentei cancelar o seguro da Fidelidade e pedir o reembolso do valor já pago entre 30-06-2018 e 22-05-2019. Disseram-me que tal não era possível.

Resolvida

Prémios a pagamento da Apólice 5100503058

No dia 07/06/2018 enviei um email à FIDELIDADE – Companhia de Seguros, a dizer o seguinte: “Tendo dado conhecimento no dia 25/05/2018 do falecimento da pessoa segura, Ana Maria Martins Silva Rocha, ainda tenho de continuar a pagar o prémio de seguro mensalmente e, se o fizer, que procedimentos tenho de tomar para pedir o estorno, pois entendo que tendo falecido a pessoa segura e de tal tendo dado conhecimento à Companhia de Seguros Fidelidade, não haverá mais direito à cobrança dos prémios mensais referentes à Apólice 5100503058 mas sim ao pagamento por parte da Companhia de Seguros Fidelidade do valor estabelecido em contrato respeitante ao seguro contratado entre ambas as partes.”Além de continuar à espera do prometido esclarecimento via e-mail, não só não recebo qualquer comunicação desde 19/06/2018, em que me respondiam que a minha solicitação já estava em tratamento, como emitem novo Aviso/Recibo n.º 88370147554 com data de aviso de 26/06/2018 e com data de pagamento de 19/07/2018.Saliento que foi comunicado, no balcão da Agência de Clientes da Boavista da FIDELIDADE – Companhia de Seguros , no dia 25/05/2018 o falecimento da pessoa segura, Ana Maria Martins Silva Rocha, NIF 143849832, Apólice 5100503058, Ramo/Produto Caixa Proteção Familiar.Mais tarde, e por e-mail enviado por mim em 07/06/2018, torno a informar V. Ex.as do facto do falecimento ocorrido a 22/05/2018, da pessoa segura.Assim, para além de já ter pago o Aviso Recibo n.º 88360952759 em 19/06/2018, já depois da morte da pessoa segura, o que penso ser ilegal, não só não recebi o estorno desse pagamento como recebo novo aviso de pagamento para este mês.Enquanto isso, não recebo qualquer informação do Processo Sinistro n.º 51/000395 cujos documentos exigidos pela apólice foram entregues na dita Agência de Clientes da Boavista no dia 06/06/2018.

Resolvida

pagamento de deslocação ao km

Venho por este meio reclamar da Seguradora em questão, a Fidelidade.é inamissível o valor que a seguradora paga por cada km nas deslocações de tratamento de sinistro.acabo de receber o cheque com o pagamento , relativo a 168km feitos de duas presenças em consultas no Hospital da CUF de Torres Vedras (desde Peniche), fiquei parvo com o valor. 10.92 euros é o valor do cheque. Acho que é a gozar com o pobre. Literalmente. Gostaria de saber se os valores estão correctos, pois 0.06 cêntimos ao km, nem me dá para a gasolina.obrigado

Resolvida

Processo de sinistro encerrado sem pagamento, contacto ignorado

1. Ocorreu sinistro no imóvel segurado - rotura de cano. Contactamos a assistência com o número que consta na apólice no dia 31/10/2017 que mobilizou um serviço de piquete no mesmo dia para fazer a contenção da fuga com a empresa Daniel Carvalho Ferreira Constr. Unip, Lda. Foi dada instrução de pagar a essa empresa e pedir reembolso. Neste dia, fizemos o pagamento em cash a esta empresa no valor de 212,18 euros mediante a apresentação de uma folha de obra com o logotipo da Fidelidade. A empresa que fez a contenção só enviou a fatura deste pagamento muito mais tarde, após diversas insistências, no dia 24/11/2017 e foi enviada para a Fidelidade.2. Na semana seguinte ao sinistro, realizou-se uma visita do perito da Fidelidade que comprovou a necessidade de reparar a parede e de pintar. Deu indicação de que se deveria fazer a reparação com a mesma empresa e que o orçamento deveria ser enviado para a Fidelidade.3. O orçamento da reparação chegou no dia 24/11/2017, no valor de 486,83 euros. Foi dada indicação por telefone por parte da empresa Daniel Carvalho Ferreira Constr. Unip, Lda (Sr. Daniel Carvalho) de que eles enviariam o documento para a Fidelidade através da plataforma online da seguradora. Em contacto posterior, fomos informados de que não tinha sido possível submeter o orçamento na plataforma da Fidelidade porque O PROCESSO ESTAVA MARCADO COMO ENCERRADO mesmo sem terem recebido nenhum documento relativo às intervenções, nem informado o cliente a esse respeito.5. Foi contactado o call center da Fidelidade que nos informou que o caso estava encerrado e que havia um cheque para levantar numa agência da Fidelidade SEM AVISO AO CLIENTE, SEM TEREM RECEBIDO os documentos e o valor da reparação. Ora este cheque não cobre os custos.6. Os documentos deste processo (fatura do trabalho de contenção e orçamento da reparação) foram enviados no dia 4/12/2017 e no dia 28/12/2017. Neste último email, foi feito um resumo do processo, esperando a sua reabertura e pagamento de todos os valores.7. A resposta a este email 17MR043640 / 001 (de 2/1/2018) da Sra. Susana Sabino IGNOROU TODA A EXPLICAÇÃO DA SITUAÇÃO, informando novamente o processo estava encerrado e enviado o PDF do reembolso previamente emitido que NÃO COBRE O ORÇAMENTO de reparação dos danos. Depois de voltar a contactar, tivemos indicação de que seríamos contactos no dia seguinte... até hoje dia 11.O buraco que ficou na parede comunica com o exterior e entra frio dentro de casa.O MOTIVO DA QUEIXA é a ineficiência do processo e má fé, fechando o caso sem receber a informação necessária e sem contactar ou avisar o cliente. Não se entende com que critério é atribuído prémio A Escolha do Consumidor!

Encerrada

Recusa da companhia de seguros em accionar seguro Multiriscos

Estive ausente no Algarve de 14 a 26 de agosto, ao chegar à minha residência a minha televisão, no valor de 500€, entrava-se caída no chão e partida com perda total do equipamento. Não sei a causa do acontecido e participei à seguradora para que esta através do seguro Multiriscos de que sou titular assumi-se a indemnização correspondente.No entanto a seguradora diz que este equipamento não está coberto pela apólice porque não foi descriminado, eu informei que não o foi porque me disseram não ser necessário. Posteriormente informaram-me que o ocorrido não se enquadra em nenhuma das minhas coberturas. Eu discordei e evoquei a cobertura de DANOS ESTÉTICOS.Esta cobertura garante o pagamento, até ao limite do valor fixado nas Condições Particulares, de despesas adicionais, com a reparação ou substituição dos bens seguros, como consequência direta de qualquer sinistro, salvo se garantido pela cobertura obrigatória de incêndio, abrangido pelas coberturas efetivamente contratadas, que sejam necessárias para os seguintes fins: a) Continuidade e harmonia estética do edifício ou fração seguro b) Coerência e harmonia estética do conjunto de bens móveis do mesmo tipo integrados no conteúdo ou recheio seguro de que o bem danificado faça parte.

Encerrada

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