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Voos: reembolso pela bagagem de mão
A Euroconsumers, que reúne as organizações de consumidores de Portugal, Itália, Bélgica, Espanha e Brasil, e de que a DECO PROteste faz parte, vai exigir o reembolso das taxas adicionais cobradas pelo transporte da bagagem de mão aos passageiros.
Reclamações recentes
Verificação conta
Venho manifestar a minha profunda insatisfação em relação ao processo de validação de conta e à retenção dos meus fundos nesta plataforma. Enviei todos os documentos solicitados, de acordo com as indicações dadas sobre legibilidade e formato, mas até ao momento o envio tem sido ignorado. Se esta situação não for resolvida rapidamente, terei de avançar com uma reclamação junto do SRIJ (Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos). Aguardo uma resposta célere e definitiva, e não mais uma mensagem automática. O apoio ao cliente é zero. Não existe.
Bagagem com Danos
No dia 23 de junho de 2026, viajei no voo TP1697 entre Lisboa (LIS) e o Funchal (FNC). A minha bagagem é uma mala da Paco Martínez adquirida pelo valor de 250€ que foi entregue para transporte em perfeito estado de conservação. A TAP perdeu a minha bagagem, tendo apenas procedido à sua entrega na minha residência aproximadamente 36 horas após o voo, conforme comprovado pelo PIR emitido no aeroporto. Este atraso causou-me transtornos significativos, incluindo a impossibilidade de aceder a bens pessoais essenciais durante esse período. Quando a bagagem foi finalmente entregue, verifiquei que apresentava danos materiais graves e evidentes que não existiam no momento do embarque, nomeadamente: - Suporte da base inferior partido, tornando a mala instável e inutilizável em posição vertical; - Rasgo e furo na face principal da mala; - Deterioração acentuada dos reforços de couro nos cantos superiores e inferiores. Todos os danos foram devidamente fotografados no momento da receção e submetidos à TAP como prova. Apresentei reclamação formal à TAP em 25/06/2026. A resposta recebida em 29/06/2026, foi completamente insatisfatória: a TAP limitou-se a classificar os danos como “menores” e resultantes de “desgaste natural durante o transporte”, recusando qualquer indemnização. Esta decisão é inaceitável e carece de qualquer fundamento, pelos seguintes motivos: 1. A mala foi entregue em perfeito estado de conservação: os danos são posteriores ao transporte e da exclusiva responsabilidade da TAP; 2. A própria TAP perdeu a bagagem durante 36 horas, o que é prova inequívoca de mau manuseamento e tratamento negligente: como pode a mesma transportadora que perdeu a mala alegar que os danos são de desgaste natural? 3. Os danos não são superficiais: comprometem estruturalmente a integridade e funcionalidade da bagagem; 4. A TAP não realizou qualquer peritagem objetiva nem solicitou documentação adicional antes de encerrar o caso unilateralmente.
Cruzeiro cancelado pela Costa Cruzeiros
Em janeiro de 2027 teria início um cruzeiro no navio Costa Pacífica, com embarque e desembarque no Funchal, associado às reservas n.º 35496266, 35496088 e 35496158 (7 passageiros). A Costa Cruzeiros alterou unilateralmente o navio, prometendo um crédito de 100€ por passageiro como compensação. Posteriormente informou que o novo navio não faria escala nem embarque no Funchal, tornando a viagem impraticável a partir do porto de origem acordado. A compensação prometida nunca foi cumprida. O valor da reserva foi reembolsado através da agência de viagens, mas este reembolso não cobre os danos reais causados: despesas adicionais com reorganização das férias, meses de coordenação entre 7 pessoas, perda de datas e planos importantes, desgaste emocional e impossibilidade prática de reorganizar uma viagem desta dimensão. Apresentei reclamação formal à Costa Crociere, ao abrigo do Regulamento (UE) n.º 1177/2010, exigindo indemnização proporcional aos danos materiais e morais sofridos. A resposta da empresa foi considerar o assunto encerrado apenas por ter havido reembolso pela agência, ignorando por completo o incumprimento contratual, a alteração unilateral das condições essenciais e a falta de cumprimento da compensação prometida. Considero a resposta da Costa Cruzeiros insatisfatória e desproporcional à gravidade da situação.
Encomenda não efetuada entregue à cobrança
Efetuei uma encomenda à cobrança de um par de sapatos online no site https://nenenver.com/?country=PT. Posteriormente, a empresa foi-me enviando por e-mail pretensas atualizações do estado do envio da encomenda e, nos últimos dias, avisando-me de que a encomenda estava prestes a chegar. Ontem, os CTT entregaram-me à cobrança (55 euros) uma encomenda que prontamente recebi e paguei, sem ter reparado no remetente da mesma, dado que estava à espera da entrega da encomenda acima referida. Quando abro a embalagem verifico que não contém o par de sapatos que encomendei, mas qualquer coisa como um casaco. Verifico de seguida que o remetente da encomenda é a "empresa" Integrity Supermarket que desconheço por completo e à qual não fiz qualquer encomenda, nem à cobrança, sei apenas que a encomenda foi entregue em CTT Express Madrid, Centro Operacional, Avenida da Europa, nº 9, Coslada, Cod. Postal 28821, Madrid. Deveria ser obrigatório os CTT revelarem a identidade do remetente para o trazerem à responsabilidade. Entretanto, consultando o Portal da Queixa na internet, verifico que recentemente abundam queixas de casos semelhantes ao meu. Não posso deixar de associar as duas encomendas -- a que me foi entregue e não fiz, com a dos sapatos, que ainda não me foi enviada -- como parte do mesmo esquema para me venderem algo que não pretendia comprar.
Cessação de contrato
Prezados(as), Venho, por meio desta, apresentar formalmente a minha reclamação relativamente ao contrato de formação que celebrei com a CEAC. A contratação ocorreu após a visita de um vendedor à minha residência, ocasião em que me foi apresentada uma realidade completamente diferente daquela que encontrei ao iniciar a formação. Durante a venda, foi-me garantido que o curso teria conteúdos constantemente atualizados, acompanhamento frequente por parte dos professores e uma experiência de aprendizagem de elevada qualidade. No entanto, após iniciar o curso, verifiquei que essas informações não correspondiam à realidade. O curso de Barbeiro Profissional apresenta conteúdos claramente desatualizados, incluindo aulas referentes à pandemia da COVID-19, com informações de 2020, sem qualquer atualização relevante para a prática profissional atual. Tal situação contraria diretamente aquilo que me foi prometido durante a contratação. Outro ponto que considero extremamente grave diz respeito ao acompanhamento pedagógico. Foi-me transmitido que teria acompanhamento contínuo ao longo da formação. Contudo, as poucas comunicações que recebi ocorreram praticamente até ao término do prazo legal para exercer o direito de cancelamento. Posteriormente, esse acompanhamento deixou de existir na forma como havia sido prometido. Além disso, para avaliar a qualidade do apoio da professora, realizei deliberadamente uma avaliação com diversas respostas incorretas. A resposta recebida limitou-se a uma recomendação genérica para "melhorar a leitura", sem qualquer análise das questões erradas, explicação dos erros ou orientação pedagógica adequada. Essa experiência demonstrou a ausência do acompanhamento personalizado que me foi garantido no momento da venda. Também me foi explicado que, à medida que utilizasse a plataforma, os módulos seriam desbloqueados progressivamente. Na prática, isso fez com que apenas tivesse acesso aos conteúdos mais avançados após o prazo de cancelamento. Se tivesse podido visualizar antecipadamente o conteúdo do terceiro módulo, teria cancelado o contrato dentro do prazo, pois teria percebido que a formação não correspondia ao que me foi vendido. O curso é composto por oito módulos, tendo eu interrompido a formação no quarto módulo, precisamente por considerar que o conteúdo não corresponde às expectativas criadas pelo vendedor nem ao serviço anunciado pela CEAC. Desta forma, entendo que houve uma clara divergência entre as condições apresentadas durante a venda e o serviço efetivamente prestado. Solicito, por isso, que a CEAC analise a atuação dos seus vendedores, uma vez que a venda realizada na minha residência criou expectativas que não foram cumpridas pela formação disponibilizada. Reitero que não me recuso a assumir a responsabilidade pela parte da formação que efetivamente utilizei. Estou disponível para pagar apenas o valor correspondente ao período e aos conteúdos de que usufruí. Contudo, considero injustificado e desproporcional exigir o pagamento da totalidade do contrato, tendo em conta que o serviço prestado não correspondeu ao que me foi apresentado no momento da contratação. Solicito, assim, uma análise cuidadosa do meu caso e uma solução justa, baseada no efetivo consumo da formação e nas circunstâncias acima descritas. Com os melhores cumprimentos
