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Voos: reembolso pela bagagem de mão

A Euroconsumers, que reúne as organizações de consumidores de Portugal, Itália, Bélgica, Espanha e Brasil, e de que a DECO PROteste faz parte, vai exigir o reembolso das taxas adicionais cobradas pelo transporte da bagagem de mão aos passageiros.

Reclamações recentes

S. D.
09/08/2026

Cobrança de 89,99 € após tentativa de cancelamento do eDreams Prime

Venho apresentar reclamação relativamente à cobrança de 89,99 €, efetuada pela eDreams e identificada no meu extrato bancário como “eDreams Prime anual”. A questão é particularmente relevante porque tentei cancelar a subscrição eDreams Prime antes da cobrança, através do sistema de chat (por me encontrar fora do continente e com SIM desativado) disponibilizado pela própria eDreams, tendo procurado expressamente proceder ao cancelamento do serviço. Contudo, não consegui concluir o cancelamento através do sistema de chat, apesar de ter manifestado de forma clara a minha intenção de cancelar a subscrição. Tenho, inclusivamente, registos da interação realizada através do chat que comprovam a tentativa de cancelamento. Apesar dessa tentativa, a eDreams procedeu posteriormente à cobrança de 89,99 € referente à anuidade do eDreams Prime. Considero esta situação inaceitável, uma vez que manifestei atempadamente a minha vontade de cancelar o serviço e utilizei precisamente o canal de atendimento disponibilizado pela própria empresa para esse efeito. Não considero razoável que dificuldades ou limitações do sistema de atendimento da eDreams possam resultar numa renovação e cobrança que procurei evitar. Assim, solicito: 1. O reembolso integral dos 89,99 € cobrados; 2. O cancelamento imediato da subscrição eDreams Prime, impedindo qualquer nova renovação ou cobrança; 3. O reconhecimento da minha tentativa de cancelamento efetuada através do chat; Considero que não deve ser imputado ao consumidor o prejuízo resultante da impossibilidade de concluir um cancelamento através do próprio sistema de atendimento disponibilizado pela empresa. Disponho do registo, que data de há 3 dias, do chat e poderei apresentá-los como prova da tentativa de cancelamento. Solicito, assim, a intervenção da DECO PROteste no sentido de me auxiliar na resolução desta situação e na obtenção do reembolso integral dos 89,99 €.

Em curso
J. R.
09/08/2026

Apresentação do preço do Sistema Volta

No dia 09/08/2026, no estabelecimento Pingo Doce do Cais Sodré por volta das 21h, ia comprar uma garrafa de água cujo preço apresentado na etiqueta é 0,39€, ao chegar para pagar na caixa é me acrescentado 0,10€ para minha surpresa, questionei e me foi falado do sistema volta, sendo acrescentada, no momento do pagamento, uma cobrança adicional de 0,10€ é referente ao depósito do Sistema Volta, perfazendo um total de 0,49€. Uma funcionária leva me de volta a onde peguei a água e mostra os referidos 0,10€ na etiqueta com letras super minúsculas praticamente imperceptíveis se não olhar muito perto. A minha questão é do porque a etiqueta apresenta o valor 0,39€ E em tamanho bastante destacado, enquanto a indicação "+ 0,10€ e depósito" surge em caracteres significativamente mais pequenos, arrisco a dizer minúsculo. Considero que esta forma de apresentação pode não proporcionar uma informação suficientemente clara e facilmente percetível sobre o valor efetivamente pago pelo consumidor, particularmente para pessoas com dificuldades de visão ou baixa acuidade visual. Tenho conhecimento de que o depósito do Sistema Volta deve ser cobrado e identificados. A minha reclamação não é contra a existência do depósito, mas contra a forma como o preço final é apresentado ao consumidor nas lojas Pingo Doce. Visto que outras lojas o preço já está incluído no final. Abaixo deixo duas fotos tiradas hoje no dia do acontecimento. No momento em que questionei esta situação no estabelecimento, falei com o gerente responsável Rui Simão, precisamente porque considerei que a forma como o preço está apresentado pode ser misleading (indutora em erro), sobretudo para consumidores com dificuldades de visão ou baixa acuidade visual. Expliquei-lhe que o valor de 0,39 € aparece em destaque, enquanto o acréscimo de 0,10 € surge em caracteres significativamente mais pequenos, podendo dificultar a perceção do valor efetivamente a pagar. Durante a conversa, o gerente Rui Simão apresentou uma postura que considerei dismissiva, limitando-se repetidamente a responder “mas está lá”/“mas está lá escrito”, referindo-se aos 0,10 € do depósito, sem abordar verdadeiramente a questão que eu estava a colocar: o facto de a informação estar apresentada de forma significativamente menos visível e poder ser difícil de perceber para pessoas com falta de visão ou entendimento. Porque estando escrito +0,10 o consumidor não percebe se está ou não incluido nos 0,39€ assim como é feito com o IVA que já está incluído. A minha questão é precisamente se a forma como essa informação é apresentada, em caracteres muito mais pequenos do que o preço principal, é suficientemente clara e acessível para todos os consumidores? Senti que esta preocupação não foi devidamente considerada nem respondida pelo responsável do estabelecimento. Solicito, por isso, que seja verificado se esta forma de apresentação cumpre integralmente as regras relativas à informação sobre preços e à proteção dos consumidores, nomeadamente quanto à clareza, legibilidade e possibilidade de indução em erro. Saliento ainda que existem outros estabelecimentos onde o preço apresentado junto ao produto permite perceber de forma mais imediata o valor a pagar, tornando a informação mais acessível ao consumidor. Solicito esclarecimento sobre a conformidade desta prática e, caso seja considerada inadequada, a sua correção. Com os melhores cumprimentos.

Em curso
D. S.
09/08/2026
WOO

Assunto: Reclamação formal – informações contraditórias sobre pagamento e atendimento WOOGO

Exmos. Senhores, Sou cliente WOO há aproximadamente dois anos e utilizo vários serviços da empresa, nomeadamente dois números móveis pré-pagos e um serviço de internet WOO. Escolhi deliberadamente o serviço pré-pago precisamente por não pretender ficar dependente de pagamentos automáticos ou de um modelo de pagamento semelhante ao pós-pago. A possibilidade de controlar quando efetuo o pagamento e de não manter uma cobrança recorrente foi um dos motivos pelos quais optei por este tipo de serviço. Venho, através desta mensagem, apresentar uma reclamação formal relativamente à forma como os meios de pagamento são apresentados, à dificuldade de regularização de pagamentos após uma cobrança falhar e às informações contraditórias fornecidas pelo atendimento virtual WOOGO. Na aplicação WOO, ao consultar os métodos de pagamento, são apresentadas opções como Débito Direto, cartão de débito/crédito e MB WAY. Contudo, não é apresentada de forma clara, nessa área, a possibilidade de pagamento através de Multibanco/Entidade e Referência. Esta situação é particularmente problemática porque a própria WOO disponibiliza informação segundo a qual os clientes de tarifário móvel pré-pago podem efetuar carregamentos através de Multibanco ou banco online, indicando: Entidade: 21970 Referência: número WOO Ou seja, a modalidade de pagamento por Multibanco existe, mas não é apresentada de forma clara ao cliente no local onde este naturalmente procura os meios de pagamento. Considero esta situação pouco transparente e confusa para o consumidor. DIFICULDADE NA REGULARIZAÇÃO DE PAGAMENTOS A situação torna-se ainda mais problemática quando ocorre uma falha numa tentativa de cobrança automática. No meu caso, na data em que a WOO tentou efetuar a cobrança, não existia saldo disponível na conta à ordem naquele momento, uma vez que mantenho habitualmente o dinheiro numa conta poupança. A cobrança não foi efetuada. Quero deixar claro que isto não aconteceu apenas uma vez. Ao longo da minha utilização da WOO, em várias ocasiões em que não existia saldo disponível no momento da cobrança, a cobrança falhou e, posteriormente, quando tentei efetuar o pagamento através de MB WAY, o sistema apresentou erros e não permitiu concluir o pagamento, tendo eu de tentar várias vezes sem sucesso. Portanto, não estou a reclamar por não querer pagar. Pelo contrário: eu quero pagar e procuro regularizar a situação. O problema é que, depois de uma cobrança automática falhar, o próprio sistema dificulta a regularização do pagamento. Considero particularmente inadequado que, perante uma cobrança que não foi realizada, não exista um percurso simples e evidente que permita ao cliente: “A cobrança automática falhou. Pretende regularizar agora?” seguido das diferentes modalidades de pagamento efetivamente disponíveis para aquele tarifário. ATENDIMENTO ATRAVÉS DO WOOGO Também considero muito fraco e pouco eficaz o funcionamento do atendimento virtual da WOO. Durante o atendimento que realizei, questionei especificamente a possibilidade de utilizar Multibanco para regularizar um pagamento pendente. O próprio WOOGO informou inicialmente que: “Sim, o Multibanco está disponível para regularizar pagamentos pendentes.” Perante essa informação, solicitei que me fossem indicados os dados concretos necessários para efetuar o pagamento, nomeadamente a Entidade e a Referência. Posteriormente, porém, o próprio WOOGO apresentou uma resposta diferente, afirmando que o Multibanco não estava disponível para regularizar o pagamento pendente associado à minha subscrição. Considero particularmente grave que, dentro da mesma conversa, o sistema de atendimento forneça informações contraditórias sobre uma questão tão simples como a forma de regularizar um pagamento. O cliente não está a tentar evitar o pagamento. Está precisamente a tentar pagar. O problema é que o sistema não apresenta uma solução clara e o próprio atendimento não consegue fornecer uma resposta coerente. Para uma empresa que utiliza inteligência artificial no atendimento ao cliente, considero este funcionamento muito abaixo do que seria razoável esperar. Não é necessário um sistema extraordinariamente sofisticado para compreender que: “Não consigo pagar por MB WAY” = “apresente-me outra forma de pagamento.” PEDIDO DE ESCLARECIMENTO Assim, solicito à WOO um esclarecimento formal sobre os seguintes pontos: 1. Quais são efetivamente todos os meios de pagamento disponíveis para clientes com tarifário móvel pré-pago? 2. Se o pagamento por Multibanco está disponível, por que razão essa opção não aparece claramente na aplicação juntamente com os restantes meios de pagamento? 3. Por que motivo a informação sobre Entidade e Referência está disponível numa página específica da Central de Ajuda, mas não é apresentada de forma clara no próprio processo de pagamento? 4. Quando uma tentativa de cobrança automática falha, por que motivo o cliente não dispõe de uma opção simples e imediata para regularizar o valor em falta através de qualquer dos meios de pagamento efetivamente disponíveis? 5. Por que motivo, depois de uma tentativa de cobrança ter falhado, encontrei erros e bloqueios quando tentei efetuar o pagamento posteriormente? 6. Por que motivo o atendimento WOOGO forneceu informações contraditórias relativamente à possibilidade de utilizar Multibanco para regularizar um pagamento pendente? 7. Se o Multibanco está efetivamente disponível para regularização, onde pode o cliente obter a Entidade e a Referência necessárias para efetuar esse pagamento? 8. Que solução concreta a WOO disponibiliza para evitar que esta situação volte a acontecer? Quero deixar uma coisa perfeitamente clara: EU NÃO ESTOU A TENTAR EVITAR O PAGAMENTO. Estou precisamente a tentar pagar. Considero inadmissível que um cliente tenha de enfrentar dificuldades, procurar informação dispersa, tentar diferentes métodos e insistir várias vezes para conseguir pagar um serviço que pretende continuar a utilizar. Sou cliente WOO há cerca de dois anos e utilizo vários serviços da empresa. Justamente por isso, considero que tenho legitimidade para exigir um sistema de pagamento e atendimento claro, funcional e transparente. Não considero suficiente receber uma resposta automática ou genérica. Solicito uma resposta concreta às questões apresentadas nesta reclamação, uma explicação para as informações contraditórias fornecidas pelo WOOGO e uma solução concreta para a situação apresentada. Solicito igualmente que esta reclamação seja formalmente registada e que me seja fornecido o respetivo número de protocolo. Anexo a esta reclamação as capturas de ecrã da conversa mantida com o WOOGO, onde é possível verificar as diferentes respostas fornecidas relativamente à utilização do Multibanco para regularização de pagamentos pendentes. Anexo também a captura de ecrã da aplicação onde são apresentados os métodos de pagamento disponíveis. Com os melhores cumprimentos, Diego Souza Telefone Cliente WOO de dois números móveis pré-pagos e de um serviço de internet desde ja agradeço

Em curso
B. M.
09/08/2026

NOS - Falta de acesso a televisão e internet após instalação de serviço

No dia 2 de julho de 2026, um técnico da NOS foi a casa da minha avó instalar o serviço (rede, box, etc.), porque ela aderiu à companhia. Nesse mesmo dia, antes do técnico ir embora, a minha avó reparou e comunicou-lhe que a qualidade de imagem de uma das três televisões tinha piorado bastante. O técnico ignorou a situação e respondeu que não tinha feito nada e já estava assim. Umas horas depois, percebemos que duas das três televisões tinham má qualidade de imagem e rede, e uma delas nem sinal tinha. No dia seguinte, todas as televisões ficaram sem sinal. Em relação ao WiFi, nunca chegou a haver acesso à internet após a mudança para a NOS. No dia 14 de julho, após termos reclamado numa loja, outro técnico foi lá a casa para avaliar a instalação. De forma pouco clara e nada profissional, disse que o problema era das televisões e que devíamos chamar um técnico especializado em televisões. Isto apesar de todas funcionarem normalmente antes da instalação da NOS. A minha avó tentou várias vezes resolver o problema, foi à loja do Rio Sul Shopping (sem sucesso, pois ninguém assumia a responsabilidade e passavam sempre o assunto de um funcionário para outro) e fez inúmeras chamadas para o apoio ao cliente. Disseram à minha avó que no dia 20 de julho iam contactá-la para tratar do cancelamento do contrato, mas nunca a contactaram. Entretanto, passaram os 14 dias em que seria possível cancelar o contrato sem penalizações. No dia 21 de julho, fui pessoalmente à loja do Rio Sul Shopping para fazer uma reclamação no livro de reclamações e só me apresentaram um livro azul, supostamente interno da NOS, afirmando que o outro livro "não ia resolver nada". Fiz a reclamação e, no dia 30 de julho, a minha avó foi contactada por telemóvel para ir à loja assinar um formulário. Até disponibilizei o meu número de telefone para ser eu a ser contactada, pois a minha avó tem quase 80 anos e não percebe destes assuntos, mas ligaram a ela na mesma. Na loja, o funcionário ajudou a minha avó a preencher e assinar um formulário de cessação de contrato, sem mostrar as cláusulas relativas ao pagamento de taxas. A minha avó acabou por assinar sem perceber. No dia 28 de julho, a NOS debitou quase 70 euros da conta dela, entre taxas e penalizações. Ainda informaram que só vão recolher o material e desligar a rede a 30 de agosto. A minha avó, com quase 80 anos, foi claramente prejudicada por esta situação: pagou por um serviço que nunca teve, ficou sem televisão nem internet, e sofreu bastante com todo o stress causado. O meu avô, que tem 80 anos, é cadeirante, tem esclerose múltipla e demência, e a única coisa que o entretinha era a televisão. Este mês todo esteve sem ela. Não considero justo o que aconteceu e exijo que resolvam esta situação.

Em curso
L. R.
09/08/2026

Condicionamento ilegítimo

Exmos. Srs. Esta mensagem terá de ser analisada por um humano. O Facebook bloqueou quase totalmente a minha ação como utilizador porque partilhei uma informação acerca de uma petição contra a construção e urbanização num local que deveria ser preservado. Este procedimento do Facebook denota que esta rede social asdume uma posição contra a preservação da Natureza; e revela claramente uma negação da liberdade de expressão e dos direitos dos cidadãos portugueses, bem como da medidas a favor a garantia de condições ecológicas e paisagísticas cruciais para o distrito de Lisboa, para Portugal e para o mundo. Consequentemente, solicito de imediato o cancelamento da inibição da minha atividade no Facebook e deveriam emitir uma compensação pecuniária por ter sido lesado no usufruto da rede social Facebook.

Em curso