Reclamações públicas

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A. C.
02/09/2015

Multa por estacionamento indevido

Fui multada na minha zona de dístico por supostamente ter estacionado num local não destinado para o efeito. Fiquei surpreendida, pois o carro estava estacionado dentro das marcas sinalizadas, sem pisar nenhuma delas e num local onde era permitido.Tirei fotografias e reclamei. Entretanto recebi o Pedido de Identificação de Condutor e só depois, obtive resposta da EMEL no oficio 16331/BPM/2015 em que insistiam que não tinha estacionado no estritocumprimento do Código da Estrada, invocando o n.º 4, artigo 48.º: “Dentro das localidades, a paragem e o estacionamento devem fazer-se nos locais especialmente destinados a esse efeito e pela forma indicada ou na faixa de rodagem, o mais próximo possível do respectivo limite direito, paralelamente a este e no sentido da marcha.” No caso em análise estacionou em local não destinado para esse efeito, existindolugares marcados para esse efeito no pavimento, estacionou sobre marcação prevista no artigo 62º,nº 3 do Regulamento de Sinalização de Trânsito.Voltei a reclamar e responderam reiterando o primeiro oficio.

Encerrada
A. C.
17/08/2015

ESTACIONAMENTO

Exmo(a) Diretor da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária,O meu nome é José Carlos Quintas Peixoto Veiga, tenho a minha residência fiscal na Travessa do Chafariz das Terras, 21A 4A em Lisboa, e o número do meu Cartão de Cidadão é 9479159. Venho desta forma mostrar o meu desagrado pela forma como fui tratado pela EMEL depois de ter sido multado com o meu carro de matrícula 11-08-QI no dia 27-04-2015 pelo Agente 179-PEDRO ARAÚJO na RUA DE BELÉM em Lisboa sob a justificação de ter estacionado em zona de estacionamento de duração limitada sem efectuar o respectivo pagamento.Após chegado ao meu carro reparei que tinha um envelope de côr vermelha no parabrisas do meu carro. Quando abri o envelope reparei que tinha sido multado mesmo tendo o respectivo ticket de estacionamento colocado em lugar visivel como atesta a fotografia tirada por mim no local!Contactei a EMEL através do telefone o que me oi informado pela senhora que estava a representar a EMEL que eu teria que enviar um email a contestar a mesma. Assim fiz com as respectivas cópias e fotografias a comprovar que ui mal multado!!Voltei a contactar a EMEL, o que me foi dito que teria que esperar pela multa pois não poderia fazer nada sem a multa!!! Tudo isto me parece estranho pois se eu tinha a prova em que estava estacionado de uma forma legar não percebia o porquê de ter que esperar pela multa!!! Muito bem, depois de esperar pela multa, voltei a contactar a EMEL o que me foi informado desta vez que tinha que pagar a multa e só depois poderia contestar!!!! Pergunto eu: NÃO TERIA QUE SER RESPONSABILIZADO O AGENTE PEDRO ARAÚJO PELO ERRO QUE COMETEU!?? O AGENTE NÃO FEZ O TRABALHO PARA O QUAL É PAGO PARA FAZER E EU É QUE PAGO PELOS ERRROS DO MESMO??Peço por favor a sua melhor atenção para o assunto uma vez que já não sei o que fazer! Já liguei vezes sem conta para a EMEL e a resposta que recebo é que tenho que pagar uma multa pelo qual não sou culpado!!Em anexo envio comprovativo de pagamento assim como fotografia on estava colocado o respecto ticket.

Encerrada

Danos causados nas jantes do automóvel

Em 24/07/2015, desloquei-me ao centro auto do E.Leclerc, no Entroncamento, a fim de substituir quatro pneus na minha viatura 67-AI-20. Durante o serviço, o funcionário que executava o mesmo, comentou que estava a ser dificil retirar os pneus usados, das respetivas jantes, pois parecia que estavam colados e já eram precisas três pessoas. Perante o comentário, solicitei ao senhor que fizesse o maximo cuidado, pois as jantes eram de liga leve e por isso, poderiam ficar danificadas, tendo o mesmo dito para eu ficar descançado que tal não aconteceria. Curioso com a situação, aproximei-me da minha viatura que se encontrava no elevador, já com dois pneus substituidos e as respetivas rodas montadas e verifiquei que as jantes se econtravam danificadas com mossas, com indicios de ter sido colocado uma alavanca entre o pneu e a jante, forçando a mesma e partindo o rebordo das jantes. Posto isto chamei de imediato o funcionário que se encontrava a montar o 3º pneu, alertei-o para a situação, tendo o mesmo dito que as jantes já se encontravam danificas só que não se via porque os pneus anteriores tinham proteção de jante e escondiam esses danos. Não convencido com argumento, verifiquei e chamei a atenção dos funcionários que se encontravam no local (3 ou 4, não posso confirmar) que a 4ª jante, ainda com o pneu usado, se encontrava em perfeitas condições, assim como todas as outras, tendo sido comentado por um dos funcionários, que por acaso esta até entava em bom estado. Preplexo com a situação e bastamte nervoso, afastei-me para o exterior da oficina, ficando a minha esposa a observar a substituição do 4º pneu, tendo ela ouvido alguns comentários de um funcionário, que roçam a má educação, falta de profissionalismo e de formação e verificado e confirmado aquilo que eu suspeitava. Aplicaram uma alavanca metálica entre o pneu e a jante a fim de criar espaço para intoduzir a máquina, forçaram a mesma, esta saltou e danificou a jante. Posto isto os funcionários, na presença de um elemento, que me pareceu ser seu superior hierarquico, continuaram a retirar o pneu usado e quando este estava fora da jante chamaram-me para me mostrar que aquela jante também estava danifida, tendo justificado, mais uma vez, que os pneus usados eram diferentes dos que estavam a ser montados, pois tinham uma saliencia de proteção para as jantes não roçarem nos passeios nem noutros obstáculos.Perante a situação e alguns argumentos de ambas as partes, decidi deslocar-me à receção, onde sugeri a recolocação de um pneu usado, a fim de confirmar se realmenta o pneu escondia ou não os danos visiveis nas jantes. Pelo responsável pelos serviços gerais, foi-me dito que não podia fazer isso porque podia danificar um pneu novo e além disso, também não tinha tempo para executar esse pedido. Perante a recusa, prontifiquei-me a, caso fosse realizada a troca do pneu e se confirmasse que o mesmo escondia os danos da jante, a pagar o tempo dispendido bem como eventuais estragos nalgum pneu novo, o que de novo foi negado pelo responsável.Perante a situação não tive outra alternativa senão apresentar reclamação por escrito (nº21327880).Para que fique claro, os pneus em causa são Runflatt, os substituidos eram de origem e nunca nenhuma jante nem pneus foram desmontados, senão nesta data..

Encerrada

Veiculo novo conduzido na via pública sem conhecimento/autorização do proprietário antes da entrega

Eu comprei um carro Toyota Auris novo com a matricula 71-PX-84 no stand indicado. No dia da entrega pela confiança depositada no processo e pelo desconhecimento do funcionamento do veiculo novo não reparei no número de kilometros do veiculo. Mas no dia de entrega o vendedor fez o reset do contador de kilometros de inicio de viagem, porque eu vi e ele informou-me o que estava a fazer. Passado uns dias, já familiarizada com o carro e por ausentei-me por uns dias de férias, verifiquei a diferença de 65 km entre o contador de km da viagem e o contador de km real. Contactei o vendedor do stand e este informou-se que o carro tinha sido conduzido na via pública entre o parque de Adroana até ao stand na Av.Républica. E que também não tinha tido conhecimento desta situação na altura, informou-se apenas depois da minha queixa. Eu verifiquei posterioriormente após esta conversa que a distância entre os dois sitios indicados é no máximo 35Km. Quando eu sei que o processo normal de transporte de veiculos novos é através de camiões e que os carros só são conduzidos restritamente dentro das oficinas. Eu apresentei queixa ao serviço de apoio aos clientes Toyota e depois de averiguarem a minha queixa internamente tentaram responsabilizar-me por uma pressão exercida por mim (falsamente) para a entrega do veiculo e considerei que tentaram ridicularizar a minha queixa indicando que um carro novo não tinha 0 Km. Tenho mails trocados como prova. Actualmente eu não tenho queixas do carro, mas não quer dizer não existiram visiveis de forma imediata. A minha principal queixa basea-se no facto de eu ter comprado um carro novo, paguei por isso, e já sendo proprietária do mesmo foi conduzido na via pública sem a minha autorização e conhecimento antes de ser entregue à minha pessoa. Dada a resposta tendênciosa por parte do serviço de apoio aos clientes baseada em adulteração dos factos reais e não coerentes e vagos, decidi apresentar a queixa através deste site.

Encerrada
A. C.
17/07/2015

Queixa falha no compromisso

Exmos Senhores,Quero fazer uma reclamação da Remax Latina II, em particular da vendedora A Sra. Lurdes Vilela.No dia 11 de Junho fui ver uma casa e gostei tanto que tentei de imediato marcar uma segunda visita que ficou logo marcada para dia 15 e Junho. No dia 16 apresentei uma proposta para compra da mesma e foi-me informado que o proprietário teria 5 dias para responder. Na semana seguinte informaram-me que a proposta tinha sido aceite mas que eu teria 10 dias para concluir o processo de aprovação bancária ou caso contrário a casa deixaria de estar reservada. No entanto, só me enviaram os documentos do imóvel no dia 24 de Junho (já tinham passado 2 dias). Na sexta-feira dia 3 de Julho foi-me informado que teria mais 2 dias extra uma vez que tive de aguardar 2 dias pelo envio de toda a documentação, prazo esse que terminaria dia 7 de Julho. Na terça-feira dia 7 de Julho recebi a aprovação do empréstimo e a gestora de conta referiu que iram proceder com a avaliação do imóvel.O meu contacto na Remax a Sra. Margarida Oliveira informou a angariadora do imóvel a Sra. Lurdes Vilela da Remax Latina II da aprovação nesse mesmo dia. A Sra. Lurdes disse à Margarida que estaria tudo ok e que iria informar o proprietário. Nessa noite liguei a Sra. Lurdes para saber os próximos passos e esta informou-me que eu já não teria direito ao imóvel e que nessa manhã já tinha avançado com outra proposta. Ao ser questionado o porquê da situação uma vez que os prazos foram cumpridos, esta informou que tinha sido a decisão do proprietário e que este era um homem muito severo. Tentei perceber a razão mas sem sucesso.Liguei directamente e este informou não saber nada do assunto, que não sabia que eu já tinha o crédito aprovado.Marquei uma reunião com a Sra. Lurdes e a Sra. Catarina Leal (ambas da Remax Latina II) à qual também fizeram questão de comparecer a Sra. Margarida Oliveira e a Sra. Isabel Santos (estas duas últimas para me defender e porque sempre disseram que aquilo era falta de ética e uma grande trapalhada). Nessa reunião a Sra. Lurdes afirmou que a outra proposta foi aceite ainda dentro do meu prazo e que quando a minha aprovação chegou eu já não tinha a casa reservada para mim apesar de ainda estar dentro do meu prazo. Disseram também que a outra proposta tinha os mesmos 10 dias para conseguir marcar a avaliação. Foi-me ontem informado que a outra proposta avançou. No entanto não sei se será verdade é se a outra proposta já tem mesmo a avaliação marcada. A verdade é que ao vender a casa através de mais outro player (Margarida) a Sra. Lurdes teria de dividir a comissão com ela. A Margarida e a Isabel são testemunhas que eu fiz tudo nos prazos e que a própria Lurdes confessou que aceitou a outra proposta dentro do meu prazo sem nos informar.Toda esta história está mal contada e revela uma falta de profissionalismo e ética. O meu banco ficou chocado com o facto de não aceitarem marcar a avaliação e que nunca tinham visto nada igual. Que não se para um processo quando está neste estado. Dissera-me que terão de me cobrar a comissão de abertura do dossier. Contudo, acho que este valor deve ser cobrado a quem falhou e não a mim.

Encerrada
A. C.
08/07/2015

Garantia Motherboard (componentes PC)

Comprei no dia 1 de Junho uma Motherboard MSI na loja PC DIGA Leiria, passados 20 dias de uso o componente deixou de funcionar por completo. Após a avaria, o PC foi levado a uma loja para aferir qual o problema, onde eu assisti a todo o processo e me disseram que a motherboard estava inutilizável. Enviei a motherboard para RMA (onde enviam o componente para o fabricante e ele arranja ou substitui o producto) e foi-me dito que a etiqueta com número de série da motherboard, foi removida - deixando-me assim sem hipótese de re-haver o meu dinheiro ou um producto em boas condições. É bastante fácil neste processo, receber a motherboard e retirar a etiqueta culpando posteriormente o cliente - estou sem alternativas, preciso de ajuda.

Encerrada
N. L.
01/01/0001

Problema com encomenda,

No dia 11/7/2016 fiz uma encomenda á goldpet, de uma saca de ração que tinha um preço de 49,90 €, e que trazia como brinde uma oferta e mais um livro (cool dog). Depois de fazer o pagamento por multibanco, recebi a encomenda dia 16/7/2016. Na guia que acompanhava a encomenda fazia referencia um volume. Mais tarde quando abri a encomenda, constatei que o livro que era oferta não estava lá. Tendo comprado um produto com duas ofertas por 49,90, e tendo recebido só uma , porque segundo a goldpet não tem mais livros (oferta) para entregar, sinto me lesado, pois no final o produto que comprei não tem o valor que paguei, mas sim mais caro.

Encerrada
A. C.
01/01/0001

Devolução do dinheiro da peça

- A peça adquirida veio partidaVenho por este meio expor a minha situação por escrito, relativamente á compra de uma peça na vossa loja ISUVOL do Cartaxo, no dia 01/07/2015, pelas 18horas e 15 minutos.No dia acima referido foi comprada uma peça de referencia PJQ106, Hidráulica/atuação Lucas de valor unitário 134,58€ com desconto ficou em 96,90€ + IVA, paguei 119,19€.A peça inclusive não havia em loja no dia que realmente se pagou, foi pedida á fábrica e só no dia 02/07/2015, estaria disponível ( 1 dia depois da compra). Assim foi, o meu marido, Miguel Silva, pediu um carro emprestado a um amigo, pois estamos em Peniche, temporariamente e com o carro sem embraiagem, dirigiu se á loja do cartaxo para ir levantar a peça nova e levar junto da oficina para reparar o nosso carro.No dia a seguir, dia 03/07, o mecânico ligou para o meu marido no final da manhã, para que se desloca junto da viatura e verificar uma situação... Depois de montar tudo ao experimentar se estava tudo bem com o carro... Não estava. Voltou a desmontar tudo e verificou que a peça estava a verter óleo... Estava partida!O meu marido ligou para a loja Isuvol do Cartaxo e falou com o Sr. Alfredo Paulino, que também falou com o mecânico. Discutindo ao telemóvel. O Sr. Alfredo disse que poderia ter sido mal montada, mas o mecânico garante que não. A peça veio partida já da fábrica. O Sr. Alfredo, pediu que leva-se a peça até á loja para reparação ou substituição da mesma, mas só estaria disponível no dia a seguir. Dissemos lhe que não tinha transporte e como resolveríamos a situação?! Então o Sr. Alfredo disse nos para comprar a peça nessa oficina, para nos desenrascarmos por ali e que devolveria o dinheiro da que comprámos na loja Isuvol do Cartaxo.

Encerrada
M. C.
01/01/0001

Reclamação por incumprimento do contrato de arrendamento pelo Senhorio

- Compromisso de pequenas obras a realizar aquando da contratação e não realizadas.- Problemas detetados nos quartos, os quais foram reportados por telefone, assumindo o compromisso de realizar obras de fundo mas até a presente data- não realizadas.- Contactados por email informando que até as obras não serem efetuadas não seria realizado mais nenhuma liquidação de renda, foi-nos informado por telefone, que teríamos que aguardar pelo tempo bom e aguentar com o frio e continuar a pagar a renda mesmo vivendo precariamente, com bolor e problemas respiratórios vários, muito frio e humidade. Ou então procurar outra casa, porque na falta de pagamento nos iriam levantar uma ação de despejo.Pretendo ajuda, uma vez que não possuo recursos, eu e meu filho fomos abandonados pelo pai, estou a pagar dividas dele e não posso pagar o aconselhamento de um advogado.

Encerrada

Reclamação à empresa Condominios da Vila

Eu sou a Emília Azevedo e, venho por este meio fazer queixa sobre a empresa que administrou o nosso prédio até fim de Junho/2015, esta empresa chama-se -CONDOMÍNIOS DA VILA, situada em, Rua Cimo de Vila, nº 9 4480-158 Azurara Vila do Conde/PORTO-, o responsável é o Sr. Alfredo Santos, vou mencionar 2 incidentes que a empresa CONDOMÍNIOS DA VILA concretizou no n/ prédio, Trv. dos Oleiros nº325 B1 e B2 , Trv. dos Pelames A1 e A2- Gião Vila do Conde. Esta empresa já tinha dado sinais de que as contas eram incoerentes desde á 2 anos atrás, mas , na verdade o que nos levou a destituí-la foi que esta empresa gerida pelo Sr. Alfredo Santos , deixou de pagar as faturas da eletricidade da nossa garagem e, é claro, a EDP fez o corte da luz , e sem que os condóminos se apercebessem que não existia luz na garagem, o Sr. Alfredo pediu ao seu funcionário que fizesse uma ligação clandestina para que tivéssemos luz nas áreas comuns, isto ocorreu desde Maio/2014 a Outubro/2014, ora, ficamos sem faturação elétrica 5 meses. Em Novembro/2014 o Sr. Alfredo fez um contrato com uma nova distribuidora de eletricidade e os técnicos da EDP verificaram que ali havia GATO foi quando os condóminos se aperceberam do decorrido...confrontamos o Sr. Alfredo na reunião de Janeiro/2015 e, ele negou dizendo que tinha sido o seu funcionário...isto é grave.... E existe ainda um outro problema, também grave, uma divida a fornecedor que lhe CONFIAMOS 710,79€ (que muito nos custou a pagar porque, somos condóminos pobres que trabalhamos para fazer face às n/ obrigações) para ele pagar a ligação à rede do saneamento à INDAQUA - Gestão de Águas de Vila do Conde,S.A. e, este Sr. Alfredo não somente ficou com o dinheiro como realizou junto da INDAQUA um contrato em prestações de 24 meses para pagar os 710,79€, mais uma vez, fê-lo sem que nós soubéssemos, este episodio ocorreu em Junho/2015, e quando ele foi destituído é que se descobrir este saque .A Indaqua está agora a pedir-nos o pagamento do valor em divida.

Encerrada

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