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Registo de propriedade de veículo
Em Abril de 2003 adquiri um veiculo automóvel a credito concedido pelo Banco CredibomSa e como garantia de boa fé foi feita uma reserva de propriedade do mesmo. Mas em 2004 tive problemas financeiros e deixei de pagar as prestações e então fui contactado para que entregasses a viatura como forma de pagamento da dívida e de boa fé entreguei a a viatura ao banco.Mais tarde fui contactado por um advogado representante do banco (Dr.António Pedro Rua dos Clérigos nº 64- 3º traseiras, 4050-204 Porto drantoniopedro-4349p@adv.oa.pt) para um acordo de pagamento da dívida uma vez que a viatura tinha sido vendida em leilão e que o valor da venda não cobriu o valor da dívida. Como bom devedor cheguei a um acordo e tenho vindo a pagar em pequenas prestações.Como entreguei a viatura e ela tinha sido vendida pelo banco e tenho estado a pagar a dívida nunca mais pensei no assunto. Até que em 2012 recebi uma carta das finanças para pagar o imposto único de circulação respeitante ao ano de 2008. Perante este facto fiquei indignado e dirigi-me às finanças a explicar a situação onde me disseram que tinha de ir ao IMTT pedir uma declaração em como não tinha a viatura mas chegando lá verifiquei a viatura ainda estava em meu nome e ainda com reserva de propriedade em nome do Banco Credibom. Como não fiquei contente com a situação dirigi-me ao escritório do advogado do banco para mais esclarecimentos. A resposta que me deram foi que era da minha responsabilidade verificar se o novo dono tinha feito o respectivo registo de propriedade e que eu tinha de ir ao IMTT pedir a apreensão do veículo para posterior cancelar a matricula. Ainda no escritório do advogado tive acesso aos dados do comprador do veículo que era um stand de venda automóvel e que em contacto com este stand fiquei a saber que já tinha vendido o veículo a outro.Como não tinha outra opção tive de me dirigir às finanças e pagar todos os impostos do veículo em atraso mais as coimas respectivas por pagamento atrasado e como não tenho muitas facilidades económicas não pude pagar tudo de uma vez e tive de ir pagando aos poucos fazendo aumentar as coimas. Entretanto fui ao IMTT fazer a apreensão do veiculo e passado meio ano (que era o tempo de espera) tornei a ir lá para cancelar a matricula e aí pediram-me a extinção de reserva, documento que o banco só imite após a dívida estar liquidada.Foi então que percebi que não tinha responsabilidade dos impostos pois se a viatura ainda tinha reserva de propriedade o comprador nunca conseguia mudar o registo de propriedade.
Intervenção técnica Peugeot 207 sw 35-HA-86
Boa tarde, No passado dia 20/06/2016 dirigi-me ao reparador autorizado Peugeot, de nome Germacar, em Caminha, para uma intervenção técnica no meu veículo (peugeot 207 sw, 1.4 gasolina) devido a uma avaria no sistema de refrigeração que provocava sobreaquecimento. Esteve em oficina quase 2 semanas, pois por tentativas não conseguiam descobrir a origem da avaria. Após verificação da junta da colaça do motor, constatou-se que a mesma teria de ser substituída e o motor submetido a uma rectificação. O trabalho foi realizado e o sistema de refrigeração ficou finalmente a funcionar. Paguei por este serviço 1.024€. No dia 29/06/2016, o veículo foi-me entregue, mas com um problema ainda maior que o Inicial: o motor estava partido, e a fazer-se no interior, tendo por causa a rectificação que lhe fizeram, supostamente mal feita. Tenho o veículo imobilizado e também a minha vida pessoal. A oficina (reparador autorizado da marca) não assume a responsabilidade pois alega que era um risco inerente a essa intervenção, muito embora em momento algum me informaram desse mesmo risco. Reclamei à marca PEUGEOT pelos canais que me disponibilizam como cliente, e a resposta é a mesma, não assumem qualquer tipo de responsabilidade pois o carro já estava fora da garantia, sendo a mesma imputável exclusivamente ao interveniente (oficina). No fundo ninguém me dá garantia da intervenção técnica nem assume responsabilidade no problema. Entreguei um carro com uma avaria no sistema de refrigeração e recebi da PEUGEOT um carro com o motor a desfazer-se. Junto anexo o mail enviado à marca, a descrever a situação:Boa noite,No passado dia 20/06/2016 dirigi-me ao vosso reparador autorizado Germacar, em Caminha, com um problema de sobreaquecimento no motor do meu Peugeot 207 sw. Foi-me entregue no dia 29/06/2016 com um problema ainda maior que o inicial: a completa inutilização do motor! Não pretendo reclamar da qualidade do serviço prestado pela Germacar, que aliás muito me tem ajudado, tendo sido sempre excelentes profissionais e disponiveis. Honestamente, recomendaria sem hesitar esta oficina a qualquer pessoa! Passo a descrever o sucedido:Algum tempo antes do sobreaquecimento, notei que a temperatura no painel não subia, efectivamente podia fazer 100 km seguidos e colocar a mão no motor e verificava que o mesmo estava quase frio. Pouco tempo depois, sobreaqueceu e logo que apareceu sinal de avaria foi de reboque para a oficina. Já não era a primeira vez que sucedia este mesmo problema, e mudando sempre o termostato tudo voltava ao normal. Realço que este motor é novo, tendo sido substituído aos 125.000 km, ao abrigo da garantia.Na oficina, após um primeiro diagnóstico, os técnicos acreditaram tratar-se de um problema no termostato, que de facto já estava derretido. Foi colocado um novo. Testaram o carro, e continuava com temperatura excessiva. Colocaram uma bomba de água nova e o problema persistia. Colocaram um radiador novo (que se facto já precisava) e o problema persistia. No fundo colocaram um novo conjunto de peças do sistema de refrigeração, e nada parecia fazer terminar com esta avaria. Por exclusão de hipóteses, optaram por abrir o motor e verificar a junta da colaça. Não estava realmente em bom estado e o bloco do motor foi então para rectificar. Após este serviço e posteriores testes efectuados em estrada pelos técnicos, estava finalmente em condições. Fui levantar o carro e sim, a temperatura estava no nível normal. Paguei por este serviço 1.024 €!Acontece que logo no mesmo dia acendeu o aviso de pressão de óleo insuficiente, voltei e conseguiram eliminar o erro. Após alguns kms, começou a dar avisos de erros no motor. Voltei e novamente eliminaram os erros. Uma vez mais, após alguns kms o carro começou a soluçar e com o ruído do motor a bater. Mais uma vez voltei. Mas desta vez retiraram as electrovalvulas e as mesmas estavam cobertas de limalha. O técnico acreditou que poderia tratar-se de restos que poderiam ter ficado do trabalho de rectificação do motor. O óleo foi mudado novamente, mas constatou-se que após ser filtrado não apareciam limalhas. Consegui ainda andar um dia sem problemas, no entanto começou a gastar liquido de refrigeração.. E voltou a soluçar e com o motor a bater... Voltei à oficina e retiraram novamente as electrovalvulas. Estavam outra vez cobertas de limalha, o que originava o mau funcionamento do motor. A explicação que me deram é que o motor, de alguma forma, se estava a desfazer no interior, e que certamente estava rachado pelo que misturava já a água no óleo, isto como consequência provável do trabalho de rectificação do motor, pois esteve sujeito a uma pressão enorme para poder ser retificado. Comentaram-me que não era muito normal, mas seria possível. Após isto voltei ainda mais 2 vezes para me ajudarem com a batida do motor e o soluçar, e após abertura da tampa do motor foi visível que realmente a água do sistema de refrigeração se estava a misturar com o óleo. Estava confirmado que o motor estava rachado. Não me foi dada outra opção senão investir num motor novo, ou num novo veículo!!! O que é facto, é que nunca antes a água se tinha misturado com o óleo (aliás passava constante e directamente no circuito, impedindo que o motor aquecesse) nem nunca o motor teve aquela batida que mais parecia um tractor.. Neste momento tenho o meu veículo imobilizado e também a minha vida pessoal... Não consigo andar 5 km sem ir aos soluços e até o carro vai abaixo, mesmo em andamento, pois deixou de ter pressão suficiente sequer para aguentar um arranque. O motor está literalmente inutilizavel! O que aqui pretendo reclamar é que não acho de todo justo suportar as consequências de uma intervenção técnica, que deveria resolver o problema do sobreaquecimento, mas no final fiquei com o motor a desfazer após rectificar a junta da colaça. Paguei o serviço que a Peugeot me prestou e trouxe para casa uma factura ainda maior! Agradeço que me esclareçam das responsabilidades da marca neste caso. Volto a referir que NÃO estou a reclamar do serviço da Germacar, fizeram tudo o que estava ao seu alcance pois são excelentes profissionais. Apenas pretendo apurar responsabilidades, pois estou lesado pela imobilização e patrimonialmente, por um problema que surgiu pela intervenção técnica da Peugeot.Com os melhores cumprimentos,Marco CoelhoReclamação n:#160714-000030
'Troca' de dinheiro via PaySafe Card para PayPal
O motivo pela qual estou a apresentar esta queixa contra a dita empresa é o seguinte.A troca de dinheiro de PaySafe Card's para PayPal faria-me bastante jeito pois bastantes sites de compras online não tenhem opção de pagamento via PaySafe Card, (e eu não confio em muitos sites a ponto de colocar la as minhas informações do cartão de credito pois podem ter scripts que os quais possam conseguir fazer transições de dinheiro automaticamente sem a minha permição), então com um pouco de pesquisa encontrei esse site de cambio de dinheio de PaySafe Card's para PayPal.Depois de ter lido todos os termos e a propria 'guatantee'(garantia) que é uma aba que o site apresenta não encontrei nenhuma informação em relação ao minimo de dinheiro que era necessário colocar em pins de PaySafe Card, sendo assim depositei um montante de 25.00€ que era o que eu necessitava transferir para PayPal e em mais ou menos 8 horas recevi um email no qual explicava que tinha ocorrido um erro e que o minimo de dinheiro que poderia colocar era 50.00€ ficando-me assim o site com os 25.00€ e falando que poderia fazer outra transição com outros pin de PaySafe Card, de certa forma 'roubando-me' e obrigando-me a depositar mais dinheiro no site.
Reclamação à empresa Condominios da Vila
Eu sou a Emília Azevedo e, venho por este meio fazer queixa sobre a empresa que administrou o nosso prédio até fim de Junho/2015, esta empresa chama-se -CONDOMÍNIOS DA VILA, situada em, Rua Cimo de Vila, nº 9 4480-158 Azurara Vila do Conde/PORTO-, o responsável é o Sr. Alfredo Santos, vou mencionar 2 incidentes que a empresa CONDOMÍNIOS DA VILA concretizou no n/ prédio, Trv. dos Oleiros nº325 B1 e B2 , Trv. dos Pelames A1 e A2- Gião Vila do Conde. Esta empresa já tinha dado sinais de que as contas eram incoerentes desde á 2 anos atrás, mas , na verdade o que nos levou a destituí-la foi que esta empresa gerida pelo Sr. Alfredo Santos , deixou de pagar as faturas da eletricidade da nossa garagem e, é claro, a EDP fez o corte da luz , e sem que os condóminos se apercebessem que não existia luz na garagem, o Sr. Alfredo pediu ao seu funcionário que fizesse uma ligação clandestina para que tivéssemos luz nas áreas comuns, isto ocorreu desde Maio/2014 a Outubro/2014, ora, ficamos sem faturação elétrica 5 meses. Em Novembro/2014 o Sr. Alfredo fez um contrato com uma nova distribuidora de eletricidade e os técnicos da EDP verificaram que ali havia GATO foi quando os condóminos se aperceberam do decorrido...confrontamos o Sr. Alfredo na reunião de Janeiro/2015 e, ele negou dizendo que tinha sido o seu funcionário...isto é grave.... E existe ainda um outro problema, também grave, uma divida a fornecedor que lhe CONFIAMOS 710,79€ (que muito nos custou a pagar porque, somos condóminos pobres que trabalhamos para fazer face às n/ obrigações) para ele pagar a ligação à rede do saneamento à INDAQUA - Gestão de Águas de Vila do Conde,S.A. e, este Sr. Alfredo não somente ficou com o dinheiro como realizou junto da INDAQUA um contrato em prestações de 24 meses para pagar os 710,79€, mais uma vez, fê-lo sem que nós soubéssemos, este episodio ocorreu em Junho/2015, e quando ele foi destituído é que se descobrir este saque .A Indaqua está agora a pedir-nos o pagamento do valor em divida.
Pedido de reembolso do curso de Técnico Auxiliar de Farmácia
Venho por este meio apresentar queixa sobre a empresa Intelectus pelo Incumprimento das cláusulas contratuais. Matriculei-me em Janeiro, para uma formação de Técnico Auxiliar de Farmácia que a empresa fez publicidade através da rede social (Facebook) e de uma página na Internet, que entretanto já apagaram. Após contacto telefónico transferi o valor da formação (550 euros) para a conta bancária que me enviaram (tenho o comprovativo da transferência) e pedi que me enviassem a factura/recibo referente ao curso e valor pago (tenho a factura/recibo e respectivo envelope). Na altura de realizar a formação a Sª Rita Fontes entrou em contacto comigo para me informar que o inicio da formação tinha sido adiada, quando estava quase a chegar a nova data para o inicio da formação voltou a contactar-me para me informar que afinal tinha sido cancelada por falta de formandos. Perguntei então quando seria reembolsada com o dinheiro que tinha pago e a Sª Rita informou-me que dentro de um prazo de 90 dias iriam efectuar a transferência do dinheiro. Infelizmente o reembolso do curso, que nem sequer cheguei a frequentar porque foi cancelado pela Intelectus, e que já devia ter sido efectuado à imenso tempo, visto que me inscrevi em Janeiro e já vamos nos finais de Setembro, nunca chegou a ser efectuado. Após muita insistência consegui estabelecer contacto com esta empresa para saber o dia do reembolso, no qual a D. Sara Simões me informou que esse assunto já tinha sido encaminhado para a contabilidade para efectuar o pagamento, prazo que entretanto passou e não obtive reembolso. Os números de telefone estavam sempre incontactáveis e não respondiam aos email que enviava, apenas iam dando novos prazos, que nunca cumpriram, através de email`s pré defenidos e de envio automático. Entretanto, todos os contactos quer telefónicos, redes sociais, email foram apagados. Existe aqui uma enorme falta de respeito e consideração por parte desta empresa pois além de não terem devolvido o dinheiro ( 550 euros ) dentro do estipulado nunca se disponibilizaram para me fornecer uma data de reembolso real, ou seja, atrevo-me a dizer que desde o inicio tudo isto não passou de um esquema de burla por parte desta empresa.
Pedido Troca de Produto
Produto em péssimo estado. Aquisição de um shaker marca Prozis, com boca ligeiramente queimada, para além de a tampa não vedar correctamente.
Discrepância do valor do contrato e a divida existente no Banco de Portugal
Exmos. SenhoresOs meus melhores cumprimentosVou começar por explicar que este assunto remonta ao ano 2010, quando pedi insolvência de uma loja de roupa com o nome de Cartesa.A empresa tinha uma carrinha Opel Safira, a qual com a insolvência devolvi ao Administrador da insolvência Dr. Rui Manuel Conde Morais Silva, para abater nas dívidas existentes da loja.Como eu e o meu marido éramos fiadores da carrinha, assinamos um contrato com a Sofinloc para pagar o restante que faltava (em anexo).Acontece que nestes últimos anos a nossa vida teve uma grande reviravolta, a empresa para onde trabalhamos fechou e ficamos no desemprego, e só a dois anos é que com o dinheiro do desemprego montamos o nosso próprio negocio (uma empresa de limpeza que felizmente está a correr bem e queríamos limpar o nosso nome no Banco de Portugal).Voltando à Sofinloc, deixamos de cumprir com o acordo em Novembro de 2015 e enviamos emails (em anexo) a solicitar ajuda, os quais nunca nos responderam.Estamos bastante preocupados com a ausência de noticias por parte da Sofinloc, temos medo do que possa vir de lá.Estranhamos que no nosso mapa de responsabilidades do Banco de Portugal, existe sim uma dívida com o Banco Finantia, SA = Sofinloc (mesma morada) no valor de 981,00€ (não compreendo a disparidade do valor)Será que o Administrador da insolvência abateu o valor na divida e a Sofinloc está a cobrar-me uma exorbitância?Preciso da V/ ajuda para interceder por mim, não sei o que fazer, uma vez que assinei um contrato de uma valor de 17.900,00€.O meu nome: Teresa Maria Oliveira de Carvalho Vigário e Carlos Manuel Cardoso Vigário - telefones 910070030 (Teresa) e 967553581 (Carlos).Morada: R. Várzea da Lapa, Lote 41 - Nº 12 2665-620 Venda do PinheiroNota: Envio também os emails que enviei à Sofinloc a pedir ajuda.Aguardo resposta sff. e muito obrigada pela atenção.ObrigadaTeresa Vigário - Sócia 4460452-04Nota: Em anexo não consegui enviar mais ficheiros de comprovativos de pagamento: Dez/14 Jan./15Fev/15 Março/15 Abril/15 Maio/15 Junho/15 e Nov./15.Mas tenho gravado.
Prolongamento para poder pagar a prestação
Venho por este meio citar que a qualiforma formação &consultaria entrou com um processo de arremesso sobre os meus bens matérias por não ter pago os restante valor em dívida sobre a formação que estava a frequentar em 2015 de auxiliar dentário. já fui notificado pela agência de penhoras não dando qualquer alternativa sobre os valores a pagar , de momento encontro me desempregado e com baixos rendimentos . Quero também mencionar que o meu pai faleceu por isso não tive forma financeira para prosseguir no curso .
Problema com encomenda,
No dia 11/7/2016 fiz uma encomenda á goldpet, de uma saca de ração que tinha um preço de 49,90 €, e que trazia como brinde uma oferta e mais um livro (cool dog). Depois de fazer o pagamento por multibanco, recebi a encomenda dia 16/7/2016. Na guia que acompanhava a encomenda fazia referencia um volume. Mais tarde quando abri a encomenda, constatei que o livro que era oferta não estava lá. Tendo comprado um produto com duas ofertas por 49,90, e tendo recebido só uma , porque segundo a goldpet não tem mais livros (oferta) para entregar, sinto me lesado, pois no final o produto que comprei não tem o valor que paguei, mas sim mais caro.
Problema com a fatura de cobrança de prestação.
Boa tarde,N.º de associada: 4400286-75Venho por este meio, solicitar que seja averiguado se a taxa de IVA que está a ser cobrada na comissão de gestão (23%), que é a taxa em vigor no Continente, uma vez que o crédito, em causa foi feito no Balcão da Ilha Terceira, situada no Arquipélago dos Açores, onde a taxa a ser aplicada é de 18%.Já fiz várias reclamações para o banco, UNIDADE DE INCIDENCIAS (helpdesk.incidencias@santander.pt), onde pela última resposta que me facultaram foi a seguinte, passo a citar: Exma. Sra. Dª Sandra Espírito Santo,Agradecemos antes de mais o seu contacto.Relativamente ao assunto exposto, conforme referido anteriormente, nos termos do Código do IVA, o Banco Santander Totta (BST) é um sujeito passivo misto uma vez que, no exercício da sua atividade, efectua operações que conferem direito a dedução e operações que não conferem direito a dedução.Por seu turno, o cliente Paulo Espírito Santo, é uma pessoa singular que não é enquadrada nos termos do artigo 2.º do Código do IVA, motivo pelo qual não é um sujeito passivo sendo considerado consumidor final.Assim sendo, e nos termos do artigo 6.º, n.º 6, alínea b) do CIVA, quando um sujeito passivo, no caso o BST, presta serviços de SFAC a um consumidor final, os seus serviços consideram-se localizados onde o prestador tem a sede, ou seja, na situação em análise a operação será tributada no Continente, uma vez que é neste local que o BST se encontra sediado.Consequentemente, e uma vez que esta operação não se enquadra nas excepções previstas nos n.os 7 a 15 do artigo 6.º do CIVA, conclui-se que a taxa aplicável deverá ser 23%, nos termos do artigo 18.º, n.º 1, alínea c) do Código do IVA.Notamos que a regra geral do artigo 6.º, n.º 6, alínea b) do CIVA tem exceções de aplicação que se encontram espelhadas nos termos dos n.os 7 a 15 do referido artigo 6.º do CIVA. Neste sentido, de facto, em certas operações, como é o caso das telecomunicações (artigo 6.º, n.º 10, alínea h) do CIVA), poderá aplicar-se a tributação do domicílio do destinatário, não sendo essa a operação em causa – prestação de serviços de SFAC.Em face ao exposto, e considerando a complexidade do artigo 6.º do CIVA, a localização da tributação de prestações de serviços, em sede de IVA, depende efectivamente:(i) do destinatário dos serviços que está em causa – se se qualifica como sujeito passivo ou como consumidor final e(ii) do tipo de operação que está em análise.Os dois elementos supra identificados são essenciais para apurar a localização da tributação de prestações de serviços, sendo que varia dependendo do destinatário e da operação – cfr. artigo 6.º, n.os 6 a 15 do CIVA.Deste modo, a posição do Banco Santander Totta cumpre os termos da lei acima mencionados e a prestação de serviços de SFAC deverá ser tributada nos termos da regra geral do artigo 6.º, n.º 6, alínea b) do CIVA.Para qualquer esclarecimento adicional, lembramos estar ao inteiro dispor.Com os melhores cumprimentos,Sofia GouveiaContact CenterBanco Santander TottaChamo também a atenção, para a identificação do 1º titular da conta ser o meu marido: Paulo Fernando da Silva do Espírito Santo, com o NIF 175192332.Com os melhores cumprimentos,Sandra Espírito Santo (NIF 206956487)
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