Reclamações públicas

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Problema com preço da consulta

Ex.mos senhores venho expor o seguinte o meu marido marcou uma consulta para ortopedia pela ADSE a qual ficava por 3.99€como explicou na sua reclamação, a quando da sua consulta de ortopedia, o medico pediu para a alteração de (danos corporais)sabendo como funcionam os hospitais e sabendo das nossas possibilidades de pagamento, perguntou no ato de alteração se tinha custos adicionais, tendo me sido dito que não, tendo então feito a consulta, quando se dirigiu ao balcão para pagar apresentaram a conta de 120 €ele disse a menina que havia qualquer erro pois a pessoa a quem perguntou no ato da alteração disse que não tinha custos adicionais.Perguntou pela pessoa responsável pela recepção tendo lhe sido dito que vinha muito mais tarde que podia reclamar através de um formulário e foi o que ele fez, so passado meses é que recebeu a resposta.Quero perguntar o seguinte, o erro não foi dele ele paga sim a consulta que pediu como disse sempre que pagava , tem consigo a msn que mandaram da confirmação da consulta, a resposta da parte do hospital a dizer que a colega que forneceu a informação errada pede imensa desculpa pelo erro como podem confirmar.Suspenderam me os serviços e ameaçar com o tribunal.Gostaria de saber se o meu marido tem que pagar por um erro que nao foi deleo meu muito obrigada

Encerrada
J. O.
01/01/0001

Urgência Pediátrica

No dia 12 Junho 2015 o meu filho sofreu uma queimadura e dirigimo-nos à urgência do Hospital CUF Porto. Passou na triagem às 20h31, tendo sido observado pela médicapediatra pelas 20h58. Esta observação durou um máximo de 1 minuto na sala de triagem e, após pagar e ver a discriminação dos actos médicos facturados percebi que esse minuto custo 60eur. Foi convocada a especialidade de Cirurgia Pediátrica para orientação da situação clínica. Foi realizada, pelas 21h10, a consulta pelo Cirurgião Pediátrico de apoio, culminando aobservação clínica com desbridamento e aplicação de penso com sulfadiazina.Não tenho nada a dizer dos procedimentos necessários, mas reclamei electronicamente do pagamento da consulta de urgência pediátrica ao qual reconheceram todos os factos e referiram o seguinte:Desta forma foram assegurados todos os cuidados clínicos que se impunham observar.Concretamente, em relação à exposição apresentada, informamos que todas as crianças que recorrem ao APP são sempre avaliadas em consulta médica em primeiro lugar pelos médicos pediatras de serviço, os quais, quando necessário, como foi o caso, solicitam um pedido de consulta de especialidade. No presente caso, excecionalmente, a observação sumária da pediatra ocorreu na sala de triagem, para aproveitar a presença física do Cirurgião Pediátrico no APP e desta forma permitir uma resposta mais célere e confortável para a criança. Como tal, e apenas por esta circunstância, o CUF Porto Hospital entendeu proceder à isenção da consulta de Pediatria.Nesse sentido, foi solicitado de imediato ao serviço de Faturação a emissão de um cheque reembolso, no valor de 60€, a ser enviado para a morada que consta na ficha do Cliente, via CTT, juntamente com a respectiva, e nova, fatura recibo.Foi enviada a nova factura (0000135257) e nunca cheguei a receber o cheque. Gostaria de saber o que posso fazer para dar fim a esta situação.

Encerrada
R. T.
01/01/0001

Cancelamento do Contrato

Fui contactado por parte da medicare para fazer um plano de saúde. Disseram-me que ia receber um email com a documentação do contrato e em carta para eu assinar. Como não recebi nada decidi cancelar o meu contrato enviando um email no portal da queixa online.Recebi um email por parte da medicare a dizer que os 14 dias já tinha passado e que já nada havia a fazer.Porém eu não quero continuar com este contrato pois fui enganado pela pessoa que me contactou.

Encerrada
A. C.
01/01/0001

cancelamento da inscrição

Bom dia,Venho por este meio solicitar a vossa ajuda na seguinte situação:Em Dezembro do ano de 2014 foi solicitado no balcão do ginásio holmes place em braga o cancelamento da minha inscrição devido a problemas de saúde, nomeadamente uma cirurgia, que me impedia de frequentar o referido ginásio, Foi me dito no momento que estava tratado e nada mais seria precisava fazer. Por minha surpresa e surpresa essa desagradável quando começo a receber telefonemas que tinhas um valor em dívida pendente, logo de imediato foi dãoo por mim que já tinha solicitado o cancelamento e como tal não procederia ao seu pagamento. Pelo que entendi a referida empresa alega que teria de ter feito o pedido por escrito mas a mim nada me foi pedido no momento que procedi ao cancelamento ao balcão. Não fui informada da situação e depois começo a ser incomodada com telefonemas desagradaveis a pedir o pagamento dos valores em divida. Considero que fui mal informada e não tenho qualquer culpa pelo sucedido, e como tal solicito a vossa ajuda na resolução da situação.Obrigada pela atenção.

Encerrada
A. S.
01/01/0001

Reclamação por negação de acesso a docmento

O meu nome é Anabela Maria de Sousa e Silva, sou de Santo Tirso e venho por este meio colocar uma questão relativamente á minha situação que irei especificar. Eu estava a trabalhar em uma empresa de Santo Tirso desde 29 de Junho de 2015, nomeadamente a CSM Ibéria através da empresa de trabalho temporário Randstad ( NIF: 503299006), e tive dores no pulso poucos meses depois, a empresa marcou uma consulta com a Clitirso, situada também em Santo Tirso, que é a clínica associada á empresa e seguradora também. Nessa consulta foi me dito que teria uma Tendinite no pulso esquerdo derivada ao esforço no trabalho dessa empresa, mas na altura o médico simplesmente me informou da minha situação, dizendo para simplesmente colocar creme e voltar a trabalhar. Há cerca de 4 meses num exame feito exterior á clínica e á empresa, vim a descobrir que esse mesmo problema se agravou passando a um quisto, entre outras coisas. Agora no passado dia 28 de Novembro essa empresa me despediu então dirigi-me ao Tribunal do trabalho, para saber os meus direitos relativamente a este acidente de trabalho acontecido na empresa embora já não estivesse a trabalhar na empresa. No Tribunal do Trabalho informaram-me que necessitavam do relatório clínico da consulta em questão que tive na Clítirso, e que se o fosse pedir á clínica que tinha direito a ter acesso ao mesmo. Hoje dirigi-me então á Clítirso e fiz então o pedido do relatório dessa mesma consulta, em primeiro lugar diziam que não percebiam o que eu queria, quando eu disse que me tinham dito no tribunal do trabalho que podia pedir disseram me então que quem poderia ter acesso era a empresa e não eu porque a consulta foi pedida através da empresa, depois de muita insistência disseram que me forneciam o relatório mediante a marcação de uma consulta na clínica com o médico que me teria atendido na outra consulta, e que aí pedia directamente ao médico o relatório, mas o problema de ir por essa forma é que ao marcar a consulta terei que a pagar como uma consulta normal só para ter aceso a um simples relatório clínico. Então, por isso estou a entrar em contacto com vocês porque realmente acho um absurdo não poder ter acesso a um relatório clínico, que é de uma consulta minha, são os meus dados, é o meu acidente de trabalho, e está-me a deixar bastante revoltada quererem que eu pague por este acesso. Exposto isto, a minha questão perante vocês é se por lei tenho direito ou não a ter acesso a este relatório clínico, ou se só a empresa têm, e se realmente tenho que pagar o valor de uma consulta simplesmente para obter um papel que é a cópia das notas colocadas pelo médico relativamente a dita cuja consulta.

Encerrada
P. A.
01/01/0001

Queimadura após sessão de depilação a laser - Clínica Pêlo da Parede

No mês de Maio de 2017 fui realizar a 8 sessão de depilação a laser na Clínica do Pêlo na Parede.Durante a sessão alertei a Técnica que estava a realizar o tratamento que me tinha queimado na zona genital. A Técnica disse-me que era a sensação normal do laser ao que eu respondi que nas outras sessões nunca tinha sentido algo assim. Passados poucos segundos comecei a sentir um ardor e dor enorme na zona em que me tinha queixado e alertei a técnica, esta disse que poderia ser uma zona com mais pêlo, aplicou biafine e continuou a sessão. Eu confiei nas palavras da técnica e esperei que passasse.A sessão acabou e ao longo desse dia tive dores fortes e ardor na zona em questão, coloquei biafine como foi aconselhado e foi ai que reparei que para além da zona que me doía, tinha a zona genital e das virilhas toda queimada. Dessa forma entrei em contacto com a clínica e depois dirigi-me lá pessoalmente e não me conseguiram explicar o porquê disto ter acontecido.Por causa dessas queimaduras na pele, não consegui ir trabalhar, isto porque trabalho numa piscina e com a pele naquele estado não conseguia andar nem vestir-me, e muito menos poderia entrar dentro de água.Desde o dia da reclamação, a clínica do pêlo não se dignou a dar qualquer tipo de resposta e até hoje estou à espera de um contacto.

Encerrada

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