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NewFeet - Burla nas compras online
No dia 16/12/2025, fiz a aquisição online dum par de ténis na plataforma NEW FEET, pelo preço de € 75,50, encomenda N2404F, para oferta de natal a um familiar. Todavia a factura-recibo N.º FR M/438, de 16/12/2025 relativa à compra, foi emitida pela empresa SMOOTH SATURDAY, com sede na Rua Augusto Rosa, 79, 4000-098 PORTO. O prazo de entrega era de 1 a 5 semanas. Mas, passadas as 5 semanas, ainda não a tinha recebido. Como já estava ultrapassado o prazo legal para a entrega já não estava interessado na compra, enviei um mail à empresa em 22/01/26 a pedir a resolução do contrato e a devolução do valor pago, com o que a vendedora concordou por mail de 23 do mesmo mês, pedindo desculpas pelo ocorrido e que iriam ser breves na devolução. Apesar de várias insistências, para a devolução do valor devido, a última das quais em 20/03/2026, à qual a empresa respondeu em 23/03/2026 dizendo, como sempre fez, que me iria reembolsar. Todavia, tal ainda não aconteceu. Ainda fiz uma reclamação online, que já foi arquivada, em que o único efeito, foi receber mais um mail da New feet a dizer que ia pagar. Saliento que neste portal existem dezenas de queixas idênticas à minha.
Reembolso
Venho por este meio formalizar uma reclamação relativamente ao incumprimento do prazo de reembolso associado à devolução de uma máquina de café adquirida no vosso website. A encomenda 0020087102 foi realizada no dia 27 de fevereiro e entregue apenas a 6 de março. A devolução foi efetuada no dia 7 de abril, dentro das condições exigidas e sem qualquer utilização do produto, embora condicionada pelo atraso da transportadora, que apenas permitiu a recolha nessa data. De acordo com a legislação aplicável e com as vossas próprias condições, o reembolso deveria ter sido efetuado no prazo máximo de 14 dias úteis, prazo esse que já foi amplamente ultrapassado, sem qualquer justificação ou comunicação da vossa parte. Adicionalmente, tentei por diversas vezes contactar o vosso apoio ao cliente, quer por email, quer por via telefónica, sem sucesso, o que demonstra uma clara falha no vosso serviço. Face ao exposto, solicito a regularização imediata da situação, com o reembolso integral do valor pago. Informo que, caso não obtenha resposta no prazo máximo de 5 dias úteis, irei avançar com a apresentação de reclamação junto da DECO Proteste, do Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo, bem como proceder à formalização da situação no Livro de Reclamações Eletrónico. Sem prejuízo disso, reservo ainda o direito de recorrer aos meios judiciais competentes para salvaguarda dos meus direitos enquanto consumidor. Aguardo resolução com carácter de urgência.
Arrendamento de imóvel
Sou o sócio 43.928-0 do Sporting Clube de Portugal e fui contactado pelo responsável das modalidades para arrendar um apartamento de que sou proprietário, através da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP). Este responsável apresentou dia 2 de julho de 2024, uma proposta para alugar o apartamento e colocar atletas. Essa proposta seguiu por email e tenho-a guardada, podendo ser facultada. A proposta foi aceite, e comunicado telefonicamente no dia 8 de julho. Nesse mesmo dia e conforme posso comprovar, foi transmitido ao responsável que iria rejeitar outras propostas e retirar o apartamento do mercado, o que efetivamente aconteceu. Acordei com ele e com os funcionários da ALP elaborar 1 contrato de arrendamento de 5 anos. Seguiu-se troca de informação, recebi os dados de certidão permanente do SCP, por email e vários dados para redigir o contrato, o que se iniciou. No dia 15 de julho, o responsável transmitiu-me que afinal já não poderia avançar para o apartamento. Desta forma fiquei gravemente prejudicado, apresentei reclamação e pedido de compensação no livro de reclamação físico e online do Sporting, sem ter nenhuma resposta concreta até hoje, o que acho muito grave.
Worten - Reclamação sobre devolução de produto no worten marketplace – direito de livre resolução e
No dia 17 de Abril de 2926, recebi em minha casa uma encomenda feita noMarketplace da Worten. Ao constatar que o produto não corresponde às características que eu procurava iniciei o processo de devolução. Dentro do prazo de 14 dias, previsto no artigo 9.º da Diretiva 2011/83/UE sobre os direitos dos consumidores, bem como no Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro (transposição da mesma Diretiva para a ordem jurídica portuguesa), exerci o meu direito de livre resolução do contrato. Contactei a Worten para acionar o processo de devolução, inclusive através do formulário de recolha ao domicílio indicado na sua Política de Devoluções para produtos de grandes dimensões. Contudo, fui informado pela Worten de que, tratando-se de um produto Marketplace, deveria tratar a devolução diretamente com o vendedor. O vendedor, por sua vez, limitou-se a enviar uma morada em Espanha e a informar que eu próprio teria de contratar e suportar os custos da transportadora internacional para devolver o ar condicionado. Na prática, isso significa impor-me custos de devolução desproporcionados e superiores ao que seria uma devolução normal em Portugal. Recordo que, de acordo com a Diretiva 2011/83/UE, o profissional tem o dever de informar claramente, antes da celebração do contrato, se o consumidor terá de suportar os custos da devolução e, no caso de bens que, pela sua natureza, não possam ser devolvidos normalmente pelo correio, o custo exato dessa devolução. Mais ainda, a mesma Diretiva estabelece que o consumidor suporta apenas o custo direto da devolução dos bens, salvo se o profissional tiver aceitado suportar esse custo ou se não tiver informado previamente o consumidor de que este teria de o suportar; e, quando o bem foi entregue ao domicílio e não pode ser normalmente devolvido pelo correio, o profissional é responsável pela recolha. Em Portugal, estas regras encontram-se refletidas no Decreto‑Lei n.º 24/2014, nomeadamente nos artigos relativos ao direito de livre resolução e às obrigações de informação e de recolha de bens de grandes dimensões. Entendo, por isso, que não é conforme à legislação europeia e nacional exigir que um consumidor português organize e pague, por sua conta, um transporte internacional para Espanha, sobretudo quando adquiri o produto através da plataforma da Worten em Portugal. Acresce que, segundo a própria informação disponível no site da Worten, para produtos vendidos via Marketplace o cliente mantém o direito de livre resolução no prazo de 14 dias, devendo a devolução ser tratada com o vendedor, mas sempre em conformidade com a legislação de proteção do consumidor em vigor. Os Termos e Condições do Marketplace impõem igualmente ao vendedor o cumprimento da legislação nacional e comunitária aplicável. Assim, solicito que: Seja reconhecido o meu direito de livre resolução, nos termos da Diretiva 2011/83/UE e do Decreto‑Lei n.º 24/2014. Seja garantido que não me são impostos custos de devolução desproporcionados ou contrários ao da Diretiva (nomeadamente obrigar-me a contratar à minha custa um transporte internacional para Espanha). Seja assegurado que o vendedor/Marketplace apresenta uma solução conforme à lei, designadamente através de recolha do equipamento no meu domicílio em Portugal ou outra forma de devolução que não transfira para o consumidor o ónus de organizar e suportar um transporte internacional.
Comprei um colágeno tipo II,não tinha a informação de conter pimenta preta,e a amazon não aceitou!!!
ID do pedido AMAZON :408-6571086-0389913 Comprei um colágeno tipo II,que sempre comprava na amazon com o mesmo vendedor,mudaram a formula do mesmo acrescentando pimenta preta,que meu marido é alérgico e cardíaco e não pode fazer uso do mesmo!!A embalagem colocada no site era de imagem muito ruim,não conseguia ler essa informação.Tentei fazer devolução e o vendedor não aceitou me gerar uma etiqueta paga!!Pedi a AMAZON o meu direito da garantia de A a Z !!A mesma não me ouviu ,não averiguou o que estava falando,abandonando o cliente nas mãos do vendedor,sendo que comprei no site da AMAZON e não com HSN cuidados articulares!!!Mesmo assim enviei paguei o envio pelo CTT e até hoje não recebi meu dinheiro de volta,cada dia o vendedor me faz uma exigência nova!!Tenho comprovante do envio e agora tenho que ir no CTT,pegar o nome de quem recebeu e carimbo!!Isso é revoltante!!!
Exercer o direito de livre de resolução. - Jogo impossível de jogar [Incident: 260413-003928]
Exmos. Senhores, Em 08/04/2026 comprei-vos, através do vosso site, um jogo Assassin's Creed Anniversary Edition Mega Bundle por €39,58. A referência da encomenda é 52378308488. Já foi comunicado que o jogo é impossível de jogar. Ao momento de abrir o jogo no nintendo switch 2 aparece uma mensagem de erro. Já foram tentadas todas al sugestões e o problema com o jogo continua. Em 21/04, portanto ainda dentro do prazo legal para o efeito, exerci o meu direito de pôr termo ao contrato. Exijo, portanto, a devolução do valor que paguei ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
encomenda desconforme
No dia 7 de abril de 2026, efetuei uma compra online no site www.maria-douro.pt, correspondente à encomenda n.º 1638, referente a um conjunto anunciado como sendo ”de linho”, no valor de 39,95 €. Após a receção do produto, verifiquei que o artigo não corresponde à composição anunciada (não é linho) e apresenta defeitos visíveis de fabrico nos acabamentos, o que configura falta de conformidade nos termos do Decreto‑Lei n.º 84/2021. Contactei a empresa de imediato, enviando provas fotográficas, solicitando a resolução do contrato e reembolso total, conforme a lei prevê em caso de produto defeituoso ou não conforme. Apesar disso, a empresa: Recusou reiteradamente o reembolso integral, invocando “diretrizes internas”; Apenas apresentou propostas de reembolso parciais (10%, 15% e 20%), contrariando a legislação aplicável; Pretende que eu suporte os custos da devolução, apesar de o defeito e a desconformidade serem imputáveis ao fornecedor. Considero que esta conduta viola os direitos do consumidor, nomeadamente: O dever de conformidade do produto; O direito à resolução do contrato e reembolso integral; A proibição de limitação de direitos legais por políticas internas. Face ao exposto, solicito a análise da atuação deste operador económico por eventual prática comercial ilegal e violação da legislação de defesa do consumidor. Documentos anexos Troca completa de emails com a empresa
Reembolso não recebido
Exmos. Senhores, Em 23/09/2025 comprei-vos, através do vosso site, umas sapatilhas New Balance 530 e umas sandálias Birkenstock Arizona pelo valor de 151,14€. O número da encomenda é 141528. Dentro do prazo legal, exerci o meu direito de livre resolução e procedi à devolução do artigo. Posteriormente, foi-me confirmado por vós, em 05/11/2025, que o reembolso seria efetuado e que o processo já se encontrava a cargo do departamento financeiro. Contudo, até à presente data, o valor não me foi restituído, encontrando-se já ultrapassado o prazo legal de 14 dias para o efeito. Não aceito este incumprimento e exijo a restituição imediata do montante pago. Caso a situação não seja regularizada com a maior brevidade, irei recorrer às entidades competentes para defesa dos meus direitos. Cumprimentos, Bruna Pratas
Reembolso não recebido
Exmos Senhores Venho apresentar reclamação contra a empresa Rádio Popular por incumprimento do direito de livre resolução. Efetuei a compra de um tablet no dia 8/4/2026 através da loja online, no dia 11/4/2026 levantei o equipamento na loja do Barreiro, e no dia 12/4/2026 exerci o direito de livre resolução dentro do prazo legal de 14 dias, nos termos do Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro. O equipamento apresentava anomalias de funcionamento, tendo sido esse o motivo do contacto com a empresa. No entanto, independentemente dessa situação, exerci o direito de livre resolução dentro do prazo legal. O produto foi entregue dia 14/4/2026 na loja do Barreiro para devolução, mas foi-me imposto que o mesmo teria de ser sujeito a análise técnica/assistência antes de qualquer decisão de reembolso. Não aceito tal procedimento, uma vez que o direito de livre resolução não pode ser condicionado a qualquer verificação técnica, análise de defeito ou intervenção de assistência. A empresa está, assim, a recusar proceder ao reembolso sem submeter o produto a assistência técnica, o que constitui uma violação do disposto no Decreto-Lei n.º 24/2014. Até hoje, dia 21/4/2026, continuo sem qualquer tipo de resposta por parte da empresa relativamente a esta situação. Solicito: - O reconhecimento imediato da devolução ao abrigo do direito de livre resolução - A não sujeição do processo a qualquer análise técnica - O reembolso integral do valor pago dentro do prazo legal Caso a situação não seja regularizada, solicito a intervenção das entidades competentes, nomeadamente a ASAE. Data: 21/4/2026 N.º da encomenda: 26053433 Nota de serviço: 131030448 Produto: Tablet Lenovo Idea Tab 11 (4G/ 256GB) + Capa + Pen
Insatisfação com o produto
Exmos. Senhores, Em 16/04/2026 comprei-vos, através do vosso site, uma ALMOFADA por 40,00 EUROS. A referência da encomenda é CTT (DD409788175PT). Em 20/04/2026, portanto ainda dentro do prazo legal para o efeito, exerci o meu direito de pôr termo ao contrato. Não recebi nenhuma fatura ou comprovativo de compra. Apenas foi pago aos CTT em efetivo. Exijo, portanto, a devolução do valor que paguei ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos. Ana Filipa Coelho Amores
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