Reclamações públicas

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J. T.
18/04/2026

Recusa de Garantia legal de 3 anos na reparação do comando dualsense da consola ps5

No dia 14/03/2024 adquiri uma consola PlayStation 5 na empresa Worten, encontrando-se o equipamento ainda dentro do prazo legal de garantia de 3 anos, conforme previsto no Decreto-Lei n.º 84/2021. Após deslocar-me à loja Worten de Amarante para resolver o defeito do meu equipamento (comando dualsense) adquirido juntamente com a consola e dentro da mesma garantia legal de 3 anos fui informado de que a garantia legal não seria aplicada. Foi-me transmitido, verbalmente em loja, que a Worten não assume qualquer responsabilidade no 3.º ano de garantia, alegando que a Sony apenas oferece 2 anos de garantia. Tal posição não tem qualquer fundamento legal. A garantia legal de 3 anos é contínua e automática, não dependendo de ativações ou reparações anteriores, sendo o vendedor legalmente responsável durante todo o prazo de garantia, independentemente de decisões do fabricante. Face ao exposto, solicito o cumprimento do Decreto-Lei n.º 84/2021, com a aceitação do equipamento ao abrigo da garantia legal. Assim, solicito: A aceitação do equipamento ao abrigo da garantia legal; A avaliação técnica sem custos para o consumidor; A reparação, substituição ou outra solução legalmente prevista, caso se confirme defeito de fabrico.

Encerrada
R. S.
18/04/2026

Garantia recusada

Boa tarde dia 2/4/2026 digiri me a darty para mandar um iPhone 14 pro max para substituir a bateria que ainda se encontra na garantia Dia 9/4/2026 dirigi me novamente a loja porque tinha recebido um orçamento de 75€ para substituição da bateria. Neguei o orçamento porque o temível ainda se encontra em garantia Eles alegaram que o orçamento veio da aplle a dizer que a bateria era considerada uma peça de desgaste e por isso tinha que cobrar a reparação Comprei o iPhone na darty antiga media market dia 2/08/2023 tendo garantia de 3 anos acabando a garantia dia 2/08/2026. Agradecia que me ajudassem neste problema Obrigado

Encerrada
L. H.
18/04/2026

Defeito persistente não resolvido – Tesla Model Y (reparações falhadas)

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente a um veículo Tesla Model Y adquirido em 2025. O veículo apresenta um defeito persistente no sistema de fecho da bagageira, que não fecha corretamente e exige intervenção manual, comprometendo a utilização normal e segura do veículo. O veículo foi entregue em 30 de maio de 2025 e o defeito surgiu em julho do mesmo ano, mantendo-se até à presente data. Apesar de várias tentativas de reparação por parte da Tesla, incluindo intervenções técnicas, diagnósticos e substituição de componentes, o problema nunca foi definitivamente resolvido. Em várias ocasiões, os processos foram encerrados sem que o defeito estivesse efetivamente corrigido. Assim, durante a maior parte do período de utilização, o veículo apresentou um defeito grave que compromete a sua funcionalidade e segurança. Adicionalmente, esta situação causou perda significativa de tempo, múltiplas deslocações ao centro de assistência e transtornos contínuos. A utilização do veículo não foi normal, uma vez que o defeito existia desde a entrega e nunca foi resolvido. Assim, o veículo nunca esteve em conformidade com o contrato, não sendo admissível qualquer dedução por utilização. Nos termos da Diretiva (UE) 2019/771 e da legislação portuguesa aplicável, quando a reparação não resolve o defeito após várias tentativas, o consumidor tem direito à substituição do bem ou à resolução do contrato. Deste modo, venho exigir uma solução definitiva, nomeadamente: - A substituição do veículo por outro equivalente em perfeitas condições; ou - A resolução do contrato com reembolso integral do valor pago. Caso o veículo tenha de permanecer na assistência, a disponibilização de um veículo de substituição equivalente é obrigatória. A disponibilização de um veículo de substituição não constitui uma solução definitiva para o problema. Solicito uma resposta formal no prazo máximo de 14 dias. Caso não haja resolução dentro deste prazo, reservo-me o direito de avançar com meios legais adicionais, incluindo arbitragem de consumo e vias judiciais. Os documentos comprovativos encontram-se disponíveis e serão apresentados sempre que solicitado. A sua não submissão neste momento deve-se a um erro técnico ocorrido durante o processo de carregamento dos ficheiros. Com os melhores cumprimentos, L.H.

Encerrada
P. T.
17/04/2026

Colchao

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativa a um colchão modelo HULDA FIRM (150x190), adquirido no dia 10/11/2025 na loja JYSK de Matosinhos, o qual apresenta defeito evidente, nomeadamente rasgo na espuma, sem qualquer utilização indevida. Após contacto com a loja, foram solicitadas fotografias e vídeos do produto, os quais enviei conforme pedido. Posteriormente, fui informado de que o caso seria analisado pela fábrica e, mais tarde, de que a substituição do colchão seria efetuada ao abrigo da garantia. Contudo, de forma contraditória, fui posteriormente informado de que a substituição já não seria realizada, alegando a perda dos ficheiros enviados e uma nova análise que não reconhece o defeito. Esta situação é inaceitável, uma vez que: * Os elementos solicitados foram devidamente enviados; * A própria loja confirmou previamente a substituição do produto; * A eventual perda de ficheiros é da responsabilidade da loja, não podendo prejudicar o consumidor. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, os bens de consumo têm garantia de 3 anos, sendo que, nos primeiros 2 anos, presume-se que qualquer defeito já existia à data da entrega. Assim, tenho direito à reposição da conformidade do bem, nomeadamente através da sua substituição sem quaisquer custos. Face ao exposto, solicito a resolução imediata da situação, com a substituição do colchão por um novo em conformidade. Com os melhores cumprimentos, [O seu nome]

Resolvida
S. O.
17/04/2026
UP Móveis

Mesa de jantar de papel

Comprei uma MESA DE JANTAR na loja Up Móveis e tive uma experiência MUITO NEGATIVA. Logo no primeiro jantar, coloquei uma simples jarra de sumo em cima da mesa. Quando a retirei, passei um pano seco para limpar — algo completamente normal. Para meu espanto, parte do revestimento da mesa saiu, como se o material fosse extremamente frágil (como papel!). Entrei em contacto com a loja para reportar a situação, mas recusaram-se a assumir qualquer responsabilidade, alegando “mau uso” e dizendo que a garantia não cobria o sucedido. Sinceramente, custa aceitar esta justificação. Uma mesa de jantar deve estar preparada para o contacto com líquidos — isso não é mau uso, é a utilização mais básica que se pode fazer de um produto destes. Fica aqui o alerta para quem estiver a pensar comprar: tenham atenção à qualidade dos materiais e ao apoio pós-venda, porque no meu caso deixou muito a desejar. Jamais comprarei qualquer artigo na UP Móveis. Muito fraco mesmo! Deixo a fotografia para comprovarem.

Encerrada
A. M.
17/04/2026

tenis novos que abriram rasgo

A dez de Março do presente ano de 2026, adquiri um par de ténis na loja ECCO do Norte Shopping. Ao fim de duas ou três utilizações, apareceu um rasgo ao longo de uma costura lateral, como pode ver-se nas fotos. Uma vez que resido a cerca de 100 km da referida loja, entrei em contacto telefónico com a mesma a fim de, numa próxima visita minha, terem preparada a troca ou, não sendo possível, a devolução do valor pago (110 €). Foi-me então referido que o assunto deveria ser reportado ao departamento de qualidade da fábrica. Solicitei a indicação de e-mail ou outro meio pelo qual eu pudesse enviar fotos do ténis deficiente a fim de que, a partir da loja, as submetessem ao referido departamento de qualidade. A sete de Abril, compareci na loja ECCO do Norte Shopping, onde havia adquirido os ténis, na legítima expectativa de ter resolvida a situação. Para minha surpresa, as atendentes transmitiram-me que o departamento de qualidade da fábrica estava persuadido de que o referido rasgo não resultaria de defeito de fabrico mas de algum acidente ocorrido no uso e, portanto, da responsabilidade da cliente. Na opinião da ECCO eu teria rasgado o calçado e, oportunisticamente, tentava obter um novo par a fim de colmatar um prejuízo decorrente da minha imprevidência. Fiquei perplexa. Ao longo da minha vida, já longa, nunca havia sido acusada de desonestidade. Contive a revolta (quem não se sente não é filho de boa gente) e sugeri que encaminhassem os ténis ao departamento de qualidade para exame mais seguro do que aquele que teriam efectuado baseado nas fotos que eu havia enviado. Para o efeito, os ténis foram deixados na loja, que os recebeu. Foi registada reclamação em suporte papel. Junto a fatura de compra bem como um cartão que me foi entregue como comprovativo de ter deixado os ténis na loja. Ao fim de uma semana desde aquela visita à loja, foi-me comunicado, em diálogo telefónico entabulado por minha iniciativa, que o departamento de qualidade da ECCO continuava a não reconhecer o defeito de fabrico como causa do mencionado rasgo. Foi por mim solicitado que me fosse enviada por escrito, através de e-mail, a referida posição do departamento de qualidade, sendo retorquido que o não fariam. O que não se entende! Não é necessário ser grande especialista em sapataria para perceber que um rasgo que ocorre exatamente abaixo e ao longo de uma costura indica que a agulha danificou as fibras do material durante a produção ou que a tensão do fio era excessiva. Por outro lado, o material não apresenta escoriações, sujidade ou outros sinais de que "prendeu" em algo no curso de um acidente durante o uso. Ora, cabe ao vendedor provar que o defeito foi causado por mau uso, e não ao comprador provar o contrário. Entretanto, estou sem os ténis e sem o dinheiro que entreguei na compra. Solicito pois a devolução dos 110 € ou o envio para o meu endereço de um novo par idêntico ao adquirido. Aguardo notícias da Ecco, através do meu e-mail ou telemóvel , solicitando a maior urgência. Ana Moreira

Encerrada
E. V.
17/04/2026

Registo da compra eliminado na conta de cliente

Sou cliente da marca Salsa há vários anos e adquiri um casaco que apresenta um defeito de qualidade após utilização normal. A compra foi efetuada há mais de um ano, no entanto, a conta de cliente associada à compra foi eliminada pela própria empresa, tendo perdido acesso ao histórico de compras. Por esse motivo, não me é possível apresentar comprovativo de compra nem identificar a data exata ou extrato bancário. Apesar de ter colaborado com a empresa e fornecido todos os dados disponíveis, foi recusada qualquer análise do artigo com base na ausência de comprovativo. Apresentei igualmente reclamação no Livro de Reclamações, tendo a empresa mantido a recusa. Considero que esta situação me prejudica enquanto consumidora, uma vez que a impossibilidade de apresentar comprovativo não resulta de uma falha minha, mas de limitações do sistema da própria empresa. Solicito apoio na análise da situação e na tentativa de resolução junto da empresa

Encerrada
M. C.
17/04/2026

Produto entregue com defeitos\danificado

Exmos. Senhores, Em 06/12/2025 adquiri, um sofá modelo: KKG-1702S1I CALARY LATERAL 2 PL 2X70 (16 1cm) IZQUIERDA 1.700,30 euros. A referência da encomenda é: CR CR-17-1/906. No dia 09/02/2026 nos foi entregue e ao desembalá-lo já percebemos que este produto chegou danificado e com defeito nos seguintes itens: - O mecanismo móvel de chaise não funciona, não trava e os assentos deslizam assim que sentamos. - O mecanismo de reclinagem do encosto no canto direito está danificado. -Todos os pés estão riscados e sem proteção. - Os forros estão rasgados. Comuniquei-vos de imediato o problema, em 10/02/2026 , para que procedessem à reparação. Essa solicitação foi feita via e-mail e via site da loja sob o número: incidência Tienda física KENAY LISBOA Código pedido: CR CR-17-1/906 e foi recebido pelo serviço pós-venda da Kenay Home. Ainda assim, o artigo encontra-se na minha morada e até agora já se passaram mais de 60 dias sem que o artigo seja reparado e sem troca de peças danificadas. Exijo, portanto, que procedam à reparação imediata do artigo defeituoso. Se tal não acontecer, considerarei o contrato incumprido da vossa parte, pelo tomarei todas as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Encerrada
J. S.
16/04/2026

Ruído ao virar a direção

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa ao meu Cupra Formentor, matrícula AU 47 AR, o concessionário autorizado a que me tenho deslocado é Irmãos Leite - Comércio de Veículos Automóveis S.A. Após cerca de 2 ou 3 meses de ter comprado o veículo, este começou a fazer um barulho/ruído anormal proveniente da zona da direção, especialmente ao virar o volante. O problema já foi avaliado no concessionário autorizado, onde foi aplicada apenas lubrificação, solução que se revelou temporária, uma vez que o ruído regressou pouco tempo depois. De entra as 11 queixar que já efetuei presencialmente ao concessionário, por vários problemas desta viatura, 7 delas são sempre referentes a este barulho/ruído na zona da direção. Nunca em concreto me foi dito do que se tratava, uma vez foi me dito que era a lubrificação de uns apoios, outra vez era umas borrachas, outra os foles... Nunca me foi entregue qualquer relatório técnico, tendo-me sido comunicado, desta última vez, que este comportamento é uma “característica” do veículo, levando a cabo apenas a solução do costume, que é lubrificar não sei o quê e a indicação que futuramente irá ocorrer o mesmo problema e que o concecionário não tem uma solução definitiva para o problema. Tendo em conta que comprei o veículo novo, sem este barulho, e já efetuei 7 queixas sobre este problema, tendo o veículo sempre ido ao concessionário oficial, nunca me ter sido dado uma solução definitiva, solicito formalmente: 1. Diagnóstico técnico completo, por escrito, identificando a origem do ruído. 2. Intervenção adequada em garantia, que resolva o problema de forma definitiva. Saliento ainda que esta situação tornasse extremamente cansativa para mim, tanto física, como mental e financeira, pois para me deslocar ao concessionário tenho de realizar cerca de 85km e perder um dia de trabalho, realço que já são 7 queixas com este problema e nenhuma solução definitiva! Aguardo resposta por escrito com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, José Santos

Encerrada
J. L.
16/04/2026

Encomenda não devolvida

Exmos. Senhores, O artigo encontra-se na vossa posse há cerca de dois mesee mas até agora já se passaram mais de 30 dias sem que me devolvessem o artigo reparado. Exijo, portanto, que procedam à reparação imediata do artigo defeituoso. Se tal não acontecer, considerarei o contrato incumprido da vossa parte, pelo tomarei todas as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Encerrada

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