Reclamações públicas

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R. C.
11/10/2026

Contrato regularizad

Exmos. Senhores da DECO, Venho solicitar apoio e orientação relativamente ao meu crédito automóvel, uma vez que estou a enfrentar dificuldades na regularização dos valores em atraso. Tenho intenção de cumprir as minhas obrigações e regularizar a dívida, mas o banco exige um valor que ultrapassa a minha capacidade financeira atual. Apesar de pretender resolver a situação, não consigo aceitar uma proposta que me obrigue a pagar um montante incomportável e que me impeça de manter os pagamentos seguintes em dia. O meu objetivo é chegar a um acordo com o banco que me permita pagar um valor mensal compatível com a minha capacidade financeira, incluindo uma solução para os valores em atraso, de forma que a dívida não continue a acumular enquanto as novas prestações vencem. Já tentei encontrar uma solução diretamente com a instituição financeira, mas até ao momento não consegui chegar a um acordo viável. Assim, solicito o vosso apoio na análise da minha situação e na tentativa de negociação com o banco, para encontrar um plano de pagamento sustentável que me permita regularizar os valores em atraso e manter o contrato em cumprimento. Estou disponível para apresentar os documentos necessários, incluindo o contrato de crédito, o histórico de pagamentos, o saldo em dívida e a proposta apresentada pelo banco. Agradeço a vossa atenção e aguardo orientação sobre os próximos passos. Com os melhores cumprimentos, Richard Carvalho

Em curso
S. S.
09/10/2026

Devolução do meu dinheiro

Eu no dia 25/05/2025 fiz um contrato do a Go Bravo para me ajudar a pagar as minhas duas dividas que tenho com duas Entidades de empréstimos me disseram que eu teria um desconto de 60% das minhas duas dividas e que não pagaria juros e que pagaria uma mensalidade mais baixa do que estava a pagar nas Entidades do empréstimo e me disseram se um dia eu não quisesse mais o apoio deles que me davam o dinheiro de volta então eu ainda paguei 17 meses a Go Bravo o valor de 505.83€ para pagar as duas entidades onde tenho as duas dividas mas só estavam a pagar a só uma entidade no valor de 290€ por mês e a outro nunca chegou a ser paga nem uma vez então a Go Bravo entrou em contacto com agente para pedir mais dinheiro mas agente não aceitou a proposta deles então os mesmos cancelaram o contrato com agente e devolveram as duas dividas para agente pagar Então agente pedimos o nosso dinheiro de volta o que estava lá presos sem ser as dívidas pagas mas eles não querem devolver os meus direitos estou com as dividas e sem o meu dinheiro para o pagar

Em curso
C. P.
07/10/2026

Burla

Boa tarde. Há cerca de 3 meses que tenho vindo a efetuar pagamentos no valor de 211,64€ para liquidar uma dívida, mas até ao momento não obtive qualquer resposta concreta, apenas me dizem para aguardar pois está tudo a ser tratado. Além disso, tenho recebido várias chamadas da Cofidis, onde me informaram que a PT BRAVO não tem indicação ou reconhecimento por parte do Banco de Portugal, o que me deixou ainda mais preocupada. Depois de confirmar junto do próprio banco, verifiquei que esta informação é verdadeira. Por este motivo, estou a reclamar, pois quero reaver o valor que já paguei, visto que tenho os comprovativos de todos os pagamentos. Na Cofidis, a dívida continua a aumentar e a PT BRAVO não fez nada para resolver a situação, nem me dá uma resposta concreta. Ao fim de 3 meses, considero inaceitável que isto ainda não esteja regularizado. Por isso, exijo a devolução do montante total que paguei, 634,92€, caso contrário terei de recorrer a outras formas para resolver a situação. Aguardo resposta.

Em curso
L. M.
06/10/2026

COBRANÇAS INDEVIDAS DE CRÉDITO AUTOMÓVEL REGULARIZADO

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a um crédito automóvel contratado junto do Banco BPI, S.A., o qual foi integralmente liquidado em janeiro de 2026. Apesar de o crédito ter sido liquidado, continuamos a receber cobranças relativas a este contrato, situação que consideramos inadmissível, uma vez que a dívida se encontra totalmente regularizada desde janeiro. Desde então, temos contactado repetidamente o BPI com o objetivo de esclarecer e resolver esta situação. No entanto, apesar dos vários contactos efetuados, a situação mantém-se sem resolução. Inclusivamente, temos efetuado contactos telefónicos praticamente todas as semanas, nos quais nos é informado que irão “pedir satisfações” internamente, que a situação será analisada e que voltarão a entrar em contacto connosco. Contudo, ninguém volta a contactar-nos e o problema permanece por resolver, apesar de já terem decorrido vários meses desde a liquidação do crédito. Consideramos particularmente grave que, após a liquidação integral do financiamento, continuem a ser efetuadas cobranças e que, perante as nossas sucessivas reclamações, o banco não apresente uma solução concreta nem nos dê uma resposta definitiva. Assim, solicitamos a intervenção do Banco de Portugal no sentido de analisar esta situação e averiguar se os procedimentos adotados pelo BPI estão de acordo com as suas obrigações enquanto instituição de crédito, nomeadamente relativamente à cobrança de valores após a liquidação integral de um financiamento. Solicitamos igualmente que seja apurada a razão pela qual o contrato continua a gerar cobranças e que o BPI seja instado a proceder à regularização imediata da situação, bem como à devolução de quaisquer valores que tenham sido indevidamente cobrados após a liquidação do crédito. Dispomos dos comprovativos da liquidação do crédito, bem como dos registos dos contactos efetuados com o BPI, que poderemos disponibilizar para efeitos de análise. Agradeço desde já a atenção dispensada e aguardo uma resposta relativamente à presente reclamação. Com os melhores cumprimentos, Luísa Pereira

Em curso
T. B.
25/09/2026

Reclamação – Processo de Crédito Habitação Jovem

Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação formal relativamente à forma como foi conduzido o meu processo de Crédito Habitação Jovem junto do Banco BPI. O objetivo era adquirir um imóvel no valor de 185.000 €. Numa fase inicial, foi-nos indicado um financiamento aprovado de aproximadamente 205.000 €, informação com base na qual avançámos para a assinatura do CPCV e pagamento de 5.000 € de sinal. Posteriormente, após a avaliação do imóvel, foi-nos solicitado um fiador e o financiamento foi reduzido para 166.500 €. Apesar de termos apresentado dois fiadores e toda a documentação solicitada, o processo prolongou-se durante várias semanas, com sucessivos pedidos e reenvios de documentos, incluindo documentos que já se encontravam na posse do banco. Finalmente, fomos informados de que a taxa de esforço era insuficiente, algo que consideramos que deveria ter sido identificado e comunicado numa fase muito anterior do processo. Como consequência, perdemos a oportunidade de concretizar a aquisição e ficámos numa situação de risco relativamente aos 5.000 € de sinal, além de todo o desgaste financeiro e emocional causado. Enquanto cliente do BPI há 5 anos, considero que esta situação ficou muito aquém do profissionalismo, transparência e rigor que esperava de uma instituição bancária, especialmente num processo tão importante como a aquisição da primeira habitação. Espero que esta reclamação seja devidamente analisada e que sejam tomadas medidas para evitar que outros clientes sejam prejudicados por falhas semelhantes na análise, comunicação e acompanhamento de processos de crédito habitação. Com os melhores cumprimentos, Thamyres Brum

Em curso
L. S.
18/09/2026

Spread

Exmos. Senhores, Sou titular do contrato de crédito Nº 1021362 e conforme já tive oportunidade de vos dar conhecimento, verifiquei que houve lugar ao agravamento spread do meu contrato de (introduzir spread anterior) para (introduzir spread com agravamento). Sendo que não obtive resposta ao pedido de esclarecimentos que vos fiz chegar, solicito a vossa resposta ao mesmo com a maior brevidade, bem como a reposição do spread. Cumprimentos.

Encerrada
R. B.
17/09/2026

Financiamento liquidado, ausência de baixa e tentativas de débito – Contrato n.º 1960119400

Reclamação urgente – Financiamento liquidado, ausência de baixa e tentativas de débito – Contrato n.º 1960119400 Exmos. Senhores, Venho apresentar nova reclamação formal, na sequência da reclamação anteriormente apresentada relativamente ao contrato de financiamento automóvel n.º 1960119400, uma vez que, até à presente data, a situação permanece sem resolução e, entretanto, tornou-se ainda mais grave. Para que fique devidamente registado todo o histórico da situação, importa esclarecer que, na sexta-feira anterior 11/09/26, entrei em contacto telefónico com o Banco BPI precisamente para saber qual seria o procedimento mais rápido para proceder à liquidação do financiamento e obter a respetiva baixa. Expliquei ao banco que o veículo já se encontrava vendido e que tinha necessidade urgente de concretizar a transferência de propriedade para os compradores. Durante essa chamada, fui informado pelo BPI de que, para que o processo fosse tratado da forma mais rápida possível, deveria dirigir-me presencialmente a uma agência BPI, efetuar o pagamento do financiamento e, dessa forma, o banco procederia à baixa ali junto ao gestor de forma imediata onde já me disponibilizaria a documentação necessária para permitir a transferência do veículo no mesmo dia. Confiando nas informações que me foram transmitidas pelo próprio banco, combinei com os compradores que nos encontraríamos na segunda-feira, às 8h30, na agência BPI de Vila Verde. Importa esclarecer que os compradores residem em Vila Verde, enquanto eu resido em Apúlia. Por esse motivo, desloquei-me de Apúlia até Vila Verde para realizar todo o procedimento juntamente com os compradores, tendo combinado encontrarmo-nos diretamente na agência BPI. Na segunda-feira, encontrei-me com os compradores em Vila Verde e, juntamente com eles, dirigi-me à agência BPI de Vila Verde, com o objetivo de efetuar o pagamento conforme as instruções recebidas na sexta-feira, obter a baixa do financiamento e concluir a venda e a transferência do veículo. Contudo, quando chegámos à agência BPI de Vila Verde e fomos atendidos pelo gestor, fomos confrontados com uma informação completamente diferente daquela que me tinha sido transmitida telefonicamente. Foi-nos informado, nessa ocasião, que a baixa do financiamento poderia demorar até 10 dias úteis, impossibilitando a concretização imediata da transferência do veículo. Esta situação colocou-me numa posição extremamente complicada perante os compradores, que também se deslocaram comigo à agência, de boa-fé e acreditando que o procedimento indicado pelo próprio banco permitiria concluir a operação. Apesar de todo este transtorno, o financiamento foi efetivamente pago. O valor devido foi liquidado, pelo que o contrato deveria ter sido imediatamente reconhecido como quitado e encaminhado para a respetiva baixa. No entanto, o problema não só permanece como se agravou. Até hoje, o BPI não efetuou a baixa definitiva do financiamento e, apesar de o valor já ter sido pago, o banco continua a tentar efetuar o débito desse mesmo valor na minha conta bancária. Ou seja, tenho um financiamento que já foi liquidado, mas o banco continua a apresentar tentativas de cobrança relativamente a um valor que já recebeu. Esta situação é particularmente grave porque, em consequência destas tentativas de débito e da situação que permanece pendente, estou impossibilitado de utilizar normalmente a minha conta bancária, ficando condicionado na movimentação dos meus próprios fundos por uma situação que não deveria existir, uma vez que o financiamento já se encontra pago. Não existe, portanto, qualquer incumprimento da minha parte relativamente ao financiamento. O pagamento foi efetuado. O que permanece por resolver é exclusivamente a regularização interna do processo, a baixa definitiva do financiamento e a emissão/disponibilização da documentação necessária. Não considero aceitável que, depois de ter contactado previamente o banco para saber qual seria a forma mais rápida de resolver a situação, ter seguido as instruções que me foram transmitidas, ter efetuado o pagamento e ter-me deslocado de Apúlia a Vila Verde para tratar pessoalmente de tudo juntamente com os compradores, continue até hoje sem uma solução. Mais grave ainda é o facto de o banco continuar a tentar debitar na minha conta um valor que já foi pago, causando-me constrangimentos adicionais e impedindo a utilização normal da conta bancária. Esta situação está também a prejudicar diretamente a venda do veículo, uma vez que continuo sem conseguir concluir todos os procedimentos necessários para a transferência de propriedade para os compradores. Desta forma, solicito, com caráter de máxima urgência, que o Banco BPI: 1. Confirme imediatamente o recebimento do valor pago referente ao contrato n.º 1960119400; 2. Efetue a baixa definitiva do financiamento, sem mais atrasos; 3. Cesse imediatamente qualquer tentativa de débito relativa ao valor que já foi liquidado; 4. Proceda à imediata regularização da situação da minha conta bancária, permitindo a sua utilização normal; 5. Disponibilize a documentação necessária para permitir a transferência de propriedade do veículo; 6. Me informe formalmente sobre o motivo pelo qual, apesar do pagamento já efetuado, continuam a ser realizadas tentativas de débito; 7. Indique, por escrito, a data concreta em que toda a situação ficará definitivamente regularizada. Solicito ainda que esta reclamação seja encaminhada imediatamente para a área responsável e que seja tratada com caráter prioritário, considerando que esta é uma situação que já foi anteriormente comunicada ao banco e que continua sem resolução. Reforço que procurei antecipadamente o BPI para obter orientação sobre o procedimento mais rápido, tendo seguido exatamente as instruções que me foram dadas pelo banco. Desloquei-me de Apúlia a Vila Verde, encontrei-me com os compradores que residem naquela localidade e os mesmos acompanharam-me à agência BPI, tendo eu efetuado o pagamento na expectativa legítima de que a baixa seria processada conforme me havia sido informado. Apesar disso, continuo sem a baixa do financiamento e, inexplicavelmente, continuam a ser efetuadas tentativas de cobrança de um valor que já foi pago. A situação está a causar-me prejuízos, transtornos e, neste momento, impede-me inclusive de utilizar normalmente a minha conta bancária, pelo que solicito uma resolução imediata e definitiva. Aguardo resposta formal e a regularização urgente de toda a situação. Com os melhores cumprimentos

Em curso
D. R.
14/09/2026

Resoluçao de contrato por crédito coligado- veículo com defeito grave

Apresento reclamação contra a Bicredit por estar associada a um crédito coligado de um veículo totalmente defeituoso vendido pelo stand CAR 2000. Devido a um processo oncológico em curso, esta situação tornou-se física e economicamente insustentável.Histórico com o veículo SEAT Ibiza 99-IA-31 • 12/13 Fev: Entrega com comando avariado e apenas uma chave (promessa de envio de segunda chave nunca cumprida). • 04 Mar: Falha de bateria. Instruído a ligar o carro "de empurrão". • 21 Mar: Mecânico diagnostica bateria degradada e pastilhas de travão gastas. Imobilização por segurança. • 02/03 Abr: Falha elétrica total bloqueia portas. Contratei serralheiro. Comprei bateria com o meu dinheiro (promessa de reembolso). • 06/07 Abr: Fumo branco denso e falhas eletrónicas graves. Carro parado para evitar danos.05 Mai: Stand recolhe o carro para reparação em garantia. 28/29 Ago: Devolução após 116 dias na oficina do stand, violando gravemente o prazo máximo legal de 30 dias (Art. 15.º do DL 84/2021). Declaração emitida comprova intervenção profunda e falhada no bloco de motor, radiadores e distribuição. Além disso, o stand retirou a minha bateria nova com garantia, trocando-a por uma usada. 03 Set: Apenas 5 dias após a entrega, o motor sofreu avaria catastrófica ao regressar do centro de saúde. Ouvido estrondo metálico interno, o motor desligou e deixou rasto de óleo de 10 metros, expelindo pedaços de ferro do motor na via pública (bloco/cárter perfurado). O reboque já recolheu o carro. Face ao perigo de vida, má-fé na troca de peças e colapso imediato do motor reparado, invoco o meu direito à RESOLUÇÃO IMEDIATA DO CONTRATO DE COMPRA E VENDA (DL 84/2021). Exijo a extinção do contrato de crédito coligado com a Bicredit relativo a este veículo, mantendo-se unicamente a dívida do meu carro anterior. Anexo a queixa formal já submetida no Livro de Reclamações (ROR00000000045727918).

Em curso
L. S.
03/09/2026

Prestações a mais

Fiz um contrato de crédito automóvel por 120 meses em 2018 mas a Bicredit quer me cobrar 127 meses sem a minha autorização

Encerrada
V. L.
24/08/2026

Reclamação - cancelamento de tratamento e reembolso

Exmos. Senhores da SEQURA, Venho apresentar uma reclamação relativamente ao financiamento contratado para um tratamento na Clínica Smille Up da Trindade. No dia 1 de agosto, após uma avaliação, aceitei inicialmente o tratamento e, por indicação da clínica, recorri à SEQURA, tendo pago a primeira prestação. Posteriormente, ao comparar o diagnóstico com um relatório de outra avaliação realizada recentemente noutra clínica Smille Up, verifiquei algumas discrepâncias e, por uma questão de segurança, decidi não avançar com os procedimentos propostos. Apenas realizei uma destartarização, correspondente a cerca de 35%–40% do valor da primeira prestação. Comuniquei imediatamente à clínica o cancelamento, tendo-me sido garantido que, no prazo máximo de 15 dias, seria emitida a nota de crédito e posteriormente efetuado o reembolso do valor remanescente. Hoje, 24 de agosto, continuo sem receber o reembolso ou uma confirmação concreta do processo. Além disso, o plano de pagamento da SEQURA continua aparentemente ativo na aplicação. Solicito, por isso, que me esclareçam se e quando a clínica comunicou o cancelamento à SEQURA, qual o estado atual do contrato e como será suspenso/cancelado o plano de pagamentos, garantindo que não serão efetuadas novas cobranças relativamente a um tratamento que foi cancelado e não realizado. Considero que, sendo a SEQURA a entidade financeira indicada pela própria clínica, deve existir uma articulação eficaz entre ambas, não podendo o cliente ficar prejudicado por questões internas entre as duas entidades. Aguardo uma resposta objetiva e a regularização da situação com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, VL

Resolvida

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