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Falta de Comunicação Prévia de Valores em Dívida
Desconhecia por completo que as transferências não estavam a ser efetuadas com a regularidade prevista. Em momento algum fui contactada por telefone, e-mail ou por qualquer outro meio para informar da existência de pagamentos em falta. A primeira comunicação que recebi foi já a informar que o processo se encontrava em situação de litígio, o que considero desproporcionado e totalmente evitável caso tivesse sido previamente notificada. Esta atuação levanta sérias dúvidas, uma vez que acaba por originar a cobrança de juros e outros encargos que poderiam ter sido facilmente evitados. Acresce que tentei contactar os serviços através dos números de telefone disponibilizados no vosso website, verificando que todos se encontram inativos, impossibilitando qualquer tentativa de esclarecimento ou regularização atempada da situação. Acresce ainda que esta situação teve consequências graves, nomeadamente a comunicação da dívida à Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal, afetando o histórico de crédito e a possibilidade de obter financiamento. Trata-se de um prejuízo que poderia ter sido integralmente evitado caso tivesse sido informada atempadamente da existência de valores em dívida, permitindo a regularização antes de qualquer participação ou instauração de um processo de litígio. Perante o exposto, considero que esta situação resultou exclusivamente da ausência de comunicação prévia por parte da vossa entidade, impedindo-me de regularizar atempadamente qualquer eventual valor em dívida e causando-me prejuízos patrimoniais e não patrimoniais, incluindo a instauração de um processo de litígio, a comunicação da dívida à Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal e todos os transtornos daí decorrentes. Neste contexto, solicito que me seja indicado, por escrito, de que forma pretendem reparar e compensar os danos causados por esta atuação, bem como quais as medidas que serão adotadas para eliminar quaisquer consequências negativas que me tenham sido imputadas, designadamente a remoção de qualquer registo de incumprimento que tenha sido comunicado em consequência desta situação. Caso a presente reclamação não mereça uma resposta satisfatória, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes para defesa dos meus direitos e para exigir a reparação dos prejuízos sofridos.
Oney CRMINOSA
Prezados Senhores. A Oney operando juntamente com Auchan aplica um "golpe" nos clientes que utilizam o contacles para fazer pagamentos... Ao utilizar essa forma de pagar, a ONEY por sua conta transforma os pagamentos em "conta permanente", e aplica juros sobre as parcelas, masmo que eu tenha optado pela modalidade "finaldo mes"... Cuidado ao utilizar o cartão Oney Auchan pois os juros são altos e pagar o saldo em divida se torna muito difícil. Fiz algumas transferencias em dinheiro para minha conta pelo cartão Oney Aucham, e siplesmente as informações referentes a essas transferencias são impossíveis de verificar de forma clara no site Oney... Enfim, uma tremenda armadilha financeira criada para extorquir consumidores !! Vou reclamar aonde for possível para alertar as pessoas sobre esse abuso. Não sei como as autoridades financeiras não tomam providencias... A falta de informações por parte do Auchan é gigantesca... Muito cuidado ao utilizarem o cartão Oney Auchan !!
Falta de Comunicação Prévia de Valores em Dívida e Pedido de Reparação de Danos
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, manifestar a total insatisfação com esta entidade. Até à receção da vossa carta, desconhecia por completo que as transferências não estavam a ser efetuadas com a regularidade prevista. Em momento algum fui contactada por telefone, e-mail ou por qualquer outro meio para informar da existência de pagamentos em falta ou de qualquer anomalia. A primeira comunicação que recebi foi já a informar que o processo se encontrava em situação de litígio, o que considero desproporcionado e totalmente evitável caso tivesse sido previamente notificada. Esta atuação levanta sérias dúvidas, uma vez que acaba por originar a cobrança de juros e outros encargos que poderiam ter sido facilmente evitados. Acresce que tentei contactar os serviços através dos números de telefone disponibilizados no vosso website, verificando que todos se encontram inativos, impossibilitando qualquer tentativa de esclarecimento ou regularização atempada da situação. Acresce ainda que esta situação poderá ter consequências graves para o consumidor, nomeadamente a comunicação da dívida à Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal, afetando o seu histórico de crédito e a possibilidade de obter financiamento. Trata-se de um prejuízo que poderia ter sido integralmente evitado caso tivesse sido informada atempadamente da existência de valores em dívida, permitindo a sua regularização antes de qualquer participação ou instauração de um processo de litígio. Perante o exposto, considero que esta situação resultou exclusivamente da ausência de comunicação prévia por parte dessa entidade, impedindo-me de regularizar atempadamente qualquer eventual valor em dívida e causando-me prejuízos patrimoniais e não patrimoniais, incluindo a instauração de um processo de litígio, a eventual comunicação da dívida à Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal e todos os transtornos daí decorrentes. Neste contexto, solicito que me seja indicado, por escrito, de que forma essa entidade pretende reparar e compensar os danos causados por esta atuação, bem como quais as medidas que serão adotadas para eliminar quaisquer consequências negativas que me tenham sido imputadas, designadamente a remoção de qualquer registo de incumprimento que tenha sido comunicado em consequência desta situação. Caso a presente reclamação não mereça uma resposta satisfatória, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes para defesa dos meus direitos e para exigir a reparação dos prejuízos sofridos.
Reclamação por cobrança indevida e incumprimento dos prazos de resposta
Boa tarde, Exmos. No dia 1 de abril de 2026 verifiquei que o valor da prestação do meu crédito à habitação no Abanca tinha aumentado de 331,57 € para 360,34 €, situação que já se havia verificado na prestação do mês de março. Isto corresponde a um aumento de aproximadamente 9%. Tendo contratado um crédito com taxa fixa até janeiro de 2027, não deveria existir qualquer alteração no valor da prestação. Perante esta situação, solicitei de imediato esclarecimentos ao banco. No próprio dia 1 de abril contactei telefonicamente o meu gestor de conta e, no dia 2 de abril, enviei-lhe um e-mail onde expus a situação de forma detalhada. Paralelamente, em data posterior, enviei comunicações para o endereço de apoio ao cliente do banco e apresentei reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico, tendo o ABANCA ultrapassado o prazo legal para responder à mesma. A resposta chegou apenas no dia 8 de junho de 2026, ou seja, mais de dois meses após o meu primeiro pedido de esclarecimento sobre o tema. Nessa resposta, o banco apresentou três justificações para o aumento da prestação, que se demonstraram incorretas ou por provar, dada a falta de evidência: 1. Alegou que não possuo seguro de vida, o que é manifestamente falso. Tenho seguro de vida desde o início do contrato de crédito. 2. Alegou que o seguro multirriscos não se encontra associado ao crédito, o que também é falso. 3. Alegam ainda que, para poder beneficiar das bonificações concedidas pelo Banco, a conta à ordem durante o período de leitura, no sistema do Banco, tinha de ter registadas duas entradas de um determinado valor e só há apenas registo de uma. Solicitei esclarecimentos sobre o período de referência utilizado pelo banco, uma vez que esta informação não corresponde à realidade em nenhum dos meses de 2026, altura em que se deu o aumento da prestação. Perante esta resposta, maioritariamente assente em pressupostos incorretos ou pouco fundamentados, respondi ao ABANCA, no dia 9 de junho de 2026, solicitando esclarecimentos adicionais e a respetiva fundamentação. Contudo, à data da presente reclamação (14 de julho de 2026), passou já mais de um mês sem que tenha recebido qualquer resposta. Considero absolutamente inadmissível a demora do banco na prestação de esclarecimentos e o facto de, mais de três meses após a minha primeira comunicação, continuar sem uma explicação satisfatória ou sem a resolução de um problema que afeta diretamente o valor da prestação do meu crédito à habitação. É igualmente grave que as justificações apresentadas contenham informações objetivamente falsas relativamente aos seguros associados ao contrato, circunstância que revela uma análise deficiente do processo e coloca em causa a fiabilidade da resposta prestada. Assim, solicito: 1. O esclarecimento detalhado e documental da origem do aumento da prestação; 2. A indicação dos critérios e do período temporal considerados para a alegada perda de bonificações; 3. A correção imediata da prestação, caso se confirme a existência de erro por parte do banco; 4. A devolução de todos os montantes cobrados indevidamente, acrescidos dos respetivos juros legais. A confiança numa instituição bancária assenta na transparência, no rigor da informação prestada e no cumprimento dos prazos de resposta aos clientes. Neste caso, o ABANCA falhou em todos esses aspetos, obrigando-me a sucessivos contactos e reclamações para obter um esclarecimento que continua por prestar, mantendo uma situação de incerteza quanto aos valores que me estão a ser debitados mensalmente.
Não funcionamento de financiamento
Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativamente ao serviço prestado pela Sequra. No dia 07 de julho de 2026 em que tentei efetuar a compra de uma máquina através do financiamento da Sequra, o pedido foi sucessivamente recusado. Durante mais de seis horas foram realizadas várias tentativas, utilizando diferentes cartões Multibanco e até com dados de diferentes pessoas, sem qualquer sucesso. Ao longo desse período contactámos o apoio ao cliente por telefone em duas ocasiões, na esperança de obter ajuda ou uma explicação para o problema. Em ambas as chamadas, a resposta foi apenas que "não conseguem fazer nada para ajudar", sem qualquer tentativa de analisar a situação, apresentar uma solução ou esclarecer o motivo das recusas. Considero inaceitável que uma empresa que presta serviços de financiamento não consiga prestar qualquer apoio aos clientes quando ocorre um problema desta natureza. A falta de assistência e de informação causou perda de tempo, frustração e impediu a concretização da compra. Solicito que a Sequra analise o sucedido, esclareça os motivos destas recusas e adote medidas para garantir que situações semelhantes não voltem a acontecer, prestando um apoio ao cliente mais eficaz e transparente.
Fraude
ANTONIO RODRIGUES Para: Resolvasuadivida/Gobravo Número de caso - 12545308 22/04/2025 Exmos. Senhores, Desde 11/06/2024, entreguei os meus créditos bancários à empresa: RASD Resolva sua divida- Portugal, GOBRAVO, pensando que o Consultor Bruno Thomaz,(bruno.thomaz@gobravo.pt), me iriam ajudar a resolver os créditos, como publicitado, na redução de 50% da divida e renegociando as prestações mensais. Até 30-06-2024, não estava em incumprimento das minhas obrigações mensais sendo que o Srº Diogo Fernandes do serviço a clientes me indicou para não efectuar mais qualquer mensalidade às 3 ( três ) entidades COFIDIS, BANKINTER e UNIVERSO.. No inicio de 2025 e após questionar em que situação se encontravam as negociações indicaram-me que os processos estavam entregues ao Drº Pedro Silva (pedro.silva@gobravo.pt) o negociador. Entrei em contacto com o Pedro e iria ver os meus processos e que posteriormente me ligava até hoje nada. No inicio de Abril 2025 por email desvendei que a Empresa RASD / Gobravo não está autorizada e habilitada à concessão de créditos intermediação de créditos e à consultoria sobre contratos de crédito, pelo que pedi de imediato o reembolso do valor que exigiram no valor de 421,34€ X 6 meses= 2.528,04€ o que até hoje nada fizeram. Solicitava a vossa ajuda. Cumprimentos António Rui Alves Rodrigues NIF 160945798 Número de identificação fiscal (NIF): 516391720 Anexos: Sem anexos Ver menos
Desmarcação de escritura na véspera e falha no dever de informação
Venho denunciar publicamente a conduta negligente e a falta de transparência desta instituição bancária no âmbito do meu processo de crédito à habitação, que resultou em danos financeiros significativos para mim. Após a aprovação definitiva do financiamento e a emissão da respetiva Ficha de Informação Normalizada Europeia (FINE), a escritura pública de compra e venda foi formalmente agendada. Contudo, menos de 24 horas antes do ato, o banco informou-me que não iria emitir as minutas nem comparecer, desmarcando a escritura sem uma explicação satisfatória. A justificação dada apontou para um erro informático interno relacionado com a inclusão de uma fração autónoma de garagem na garantia hipotecária, mesmo quando a avaliação bancária e o cálculo de risco incidiram apenas sobre o apartamento. Considero absurdo que a operação tenha sido bloqueada por causa de uma fração não financiada, o que demonstra uma falha grave por parte do departamento de formalização. Garantiram-me a marcação de uma nova escritura para a semana seguinte, mas, desde então, todo o processo foi marcado por uma passividade que considero inaceitável. O banco limitou-se a pedir-me documentos que não eram necessários e nunca mostrou um real empenho em resolver os prejuízos logísticos e financeiros que esta desmarcação me causou. O exemplo mais flagrante de amadorismo aconteceu quando, após conseguir coordenar uma nova data entre todas as partes envolvidas, o banco não conseguiu garantir essa marcação junto do notário, deixando o processo novamente num impasse. É evidente que o banco não tem mecanismos de recurso eficazes para proteger o cliente em situações de quebra de confiança e de falhas nos seus deveres de diligência. A linha de apoio limita-se a adiar respostas e, apesar de múltiplos contactos, nunca me conseguiram encaminhar para uma estrutura com poder de decisão acima do balcão. Junte-se a isso o Provedor do Cliente, que não responde em tempo útil e é praticamente impossível de contactar pela linha de apoio. Considero inaceitável que um cliente com um processo aprovado seja deixado nesta situação, totalmente dependente da inércia de um balcão que não resolve e de uma estrutura central inacessível. Exijo uma resolução imediata e que sejam apuradas responsabilidades pela má gestão deste processo. Esta experiência deixa claro que existe uma cultura de desrespeito pelos clientes e de falta de mecanismos para acompanhar e resolver falhas graves por parte do banco
Venda abusiva de veículo à revelia do cliente, falta de transparência e cobrança indevida de saldo r
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a instituição financeira BNP Paribas Personal Finance, S.A. (Cetelem) devido a uma conduta assente na total falta de transparência, omissão de informação e manifesta má-fé na gestão do meu contrato de crédito automóvel n.º CRE 9687247. 1. O Histórico e a Proposta de Dação em Pagamento Em janeiro de 2026, por motivos de força maior decorrentes de dificuldades financeiras e impossibilidade de suportar os encargos mensais sem comprometer a subsistência do meu agregado familiar, submeti à Cetelem uma proposta formal de Dação em Pagamento. Nessa proposta, estabeleci uma condição clara: a entrega voluntária do veículo seria feita em troca da quitação integral e definitiva do saldo devedor. Na sequência deste contacto, e sem nunca recusar formalmente as condições por mim apresentadas, a financeira agendou a recolha do veículo. O carro — um Fiat Tipo SW Diesel de 2022 (Matrícula AV-76-AA) — foi efetivamente recolhido no dia 30 de março de 2026 através do vosso responsável, o Sr. Rui. O veículo encontrava-se parado, em perfeito estado de conservação, rigorosamente imaculado e com baixa quilometragem. O seu valor real e justo de mercado estimava-se em, pelo menos, 15.000 €. 2. A Omissão de Informação e a Exigência de Devolução Durante mais de dois meses, a Cetelem manteve o bem na sua posse sem emitir qualquer resposta formal à minha proposta. Perante este silêncio e a continuação da cobrança indevida de prestações e juros de mora referentes a meses em que o carro já não estava comigo, enviei uma nova comunicação escrita a 11 de junho de 2026. Nesse e-mail, fui perentório: se a Cetelem não aceitasse os termos da dação em pagamento, exigia a devolução imediata do veículo. Caso o devolvessem, eu próprio procederia à venda do bem pelos meus próprios meios para liquidar de forma autónoma e justa o financiamento, protegendo o meu património. 3. A Atuação Abusiva e a Venda à Revelia Ignorando por completo as minhas comunicações e agindo em claro abuso de direito (Artigo 334.º do Código Civil), a Cetelem alienou o veículo a 23 de junho de 2026. Para meu total espanto e indignação, recebi uma carta datada de 29 de junho de 2026 informando que o carro foi vendido pelo valor ridículo de 6.900 € — menos de metade do seu valor real de mercado. Com esta venda opaca, realizada em leilões internos sem qualquer aviso prévio ou transparência sobre as condições, a Cetelem imputa-me agora um saldo residual abusivo de cerca de 11.000 €, pretendendo que pague por um bem que já não possuo e cuja venda autónoma me foi vedada pela própria instituição. Para agravar o cenário, a linha de apoio ao cliente contactou-me telefonicamente sugerindo, como "única solução", o refinanciamento deste saldo residual. Recuso-me categoricamente a assinar um novo contrato de crédito para branquear uma atuação abusiva por parte da financeira. 4. Impacto Social e Erro na Central de Responsabilidades de Crédito Esta situação ganha contornos dramáticos uma vez que o meu agregado familiar inclui uma filha pequena. Não tenho, de todo, condições financeiras para suportar uma prestação mensal de cerca de 200 € até ao ano de 2032 por um veículo que a Cetelem decidiu liquidar ao desbarato. Adicionalmente, verifico com gravidade que a instituição mantém o meu nome registado na Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal em situação de incumprimento puro desde janeiro, ignorando que o bem foi entregue em março e que a dívida se encontra sob profundo litígio. Pedidos Formais à DECO e à Cetelem: Face ao manifesto desrespeito pelos deveres de informação, transparência e boa-fé contratual, exijo: A intervenção da DECO junto da Cetelem para a anulação total do saldo residual de 11.000 € que me está a ser imputado, face à recusa da devolução do bem que inviabilizou a sua venda por um preço justo de mercado; A retificação urgente do meu registo na Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal, devendo o contrato constar com a menção de "Em Litígio". Melhores cumprimentos, Carlos Eduardo da Rosa
Cobrança abusiva e oculta de comissão de amortização de crédito
Exmos. Senhores Juristas da DECO, Na qualidade de associada, venho solicitar a vossa intervenção e mediação jurídica urgente face a uma prática comercial abusiva e opaca por parte da Volkswagen Financial Services (VWFS). Pretendo liquidar antecipadamente o meu contrato de crédito automóvel. Contudo, a simulação emitida pela VWFS exige o pagamento de uma comissão manifestamente desproporcionada de 7.425,81 € sobre um capital em dívida de 30.254,26 €. A VWFS admitiu por escrito (prova em anexo) que este valor corresponde à retenção de "80% dos fluxos vincendos (juros futuros)". Esta regra abusiva não consta do Contrato nem da FIN assinados no concessionário, remetendo o contrato de forma genérica para um "Preçário" online, o que consubstancia a imposição de comissões remuneratórias excessivas e a violação grosseira dos deveres de informação pré-contratual. O contrato foi formalizado com a afetação a Empresário em Nome Individual (ENI). Contudo, a recusa do departamento jurídico da VWFS (documento em anexo) ignora que a Lei das Cláusulas Contratuais Gerais (Decreto-Lei n.º 446/85) – nomeadamente os artigos 5.º, 6.º, 8.º, 15.º e 19.º, alínea j) – protege de forma imperativa os profissionais contra cláusulas não comunicadas e comissões desproporcionadas impostas por entidades predisponentes. Houve, ainda, clara omissão desta tarifa por parte do intermediário de crédito (ZMOV Auto Lda) no momento da venda, configurando misselling. O processo já foi escalado internamente na VWFS e seguiu hoje como denúncia para o Compliance do Grupo Volkswagen na Alemanha. Solicito a vossa análise aos dois PDFs em anexo (que contêm a nossa oposição fundamentada e a prova documental da infração confessada pela instituição) e a abertura de um processo de mediação para exigir a anulação desta cláusula excluída por lei. Com os melhores cumprimentos, Luísa Maria Pires Martins Nelson Rodolfo Ferreira de Carvalho
CGD só respondeu após queixas no site DECO, Livrod e Reclamações e Portal da Queixa
Tenho o meu projeto aprovado por 2 vezes pela entidade CASES. A gestora da CGD Alcochete ignorou-me durante mais de 2 anos no primeiro projeto e, no segundo, ficou 4 meses sem responder ao meu e-mail de 29 de janeiro de 2026. A resposta só chegou hoje, 3 de junho de 2026 - e apenas porque apresentei queixa no Livro de Reclamações Online, na DECO Proteste e no Portal da Queixa. A CGD só age quando é fiscalizada. Isto é gravíssimo. A resposta recebida é genérica, sem fundamento técnico, e desrespeita a aprovação da CASES. A gestora já tinha admitido a mim presencialmente "má vontade dos colegas" na primeira recusa. PRETENDO: Apoio jurídico para participação ao Banco de Portugal e ação judicial por negligência sistemática e danos morais. Resposta Pretendida: Orientação legal e mediação com a CGD.
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