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Prestações a mais
Fiz um contrato de crédito automóvel por 120 meses em 2018 mas a Bicredit quer me cobrar 127 meses sem a minha autorização
Reclamação - cancelamento de tratamento e reembolso
Exmos. Senhores da SEQURA, Venho apresentar uma reclamação relativamente ao financiamento contratado para um tratamento na Clínica Smille Up da Trindade. No dia 1 de agosto, após uma avaliação, aceitei inicialmente o tratamento e, por indicação da clínica, recorri à SEQURA, tendo pago a primeira prestação. Posteriormente, ao comparar o diagnóstico com um relatório de outra avaliação realizada recentemente noutra clínica Smille Up, verifiquei algumas discrepâncias e, por uma questão de segurança, decidi não avançar com os procedimentos propostos. Apenas realizei uma destartarização, correspondente a cerca de 35%–40% do valor da primeira prestação. Comuniquei imediatamente à clínica o cancelamento, tendo-me sido garantido que, no prazo máximo de 15 dias, seria emitida a nota de crédito e posteriormente efetuado o reembolso do valor remanescente. Hoje, 24 de agosto, continuo sem receber o reembolso ou uma confirmação concreta do processo. Além disso, o plano de pagamento da SEQURA continua aparentemente ativo na aplicação. Solicito, por isso, que me esclareçam se e quando a clínica comunicou o cancelamento à SEQURA, qual o estado atual do contrato e como será suspenso/cancelado o plano de pagamentos, garantindo que não serão efetuadas novas cobranças relativamente a um tratamento que foi cancelado e não realizado. Considero que, sendo a SEQURA a entidade financeira indicada pela própria clínica, deve existir uma articulação eficaz entre ambas, não podendo o cliente ficar prejudicado por questões internas entre as duas entidades. Aguardo uma resposta objetiva e a regularização da situação com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, VL
Compra cancelada
Apresento esta reclamação porque, até à presente data, continuo sem conseguir resolver o cancelamento do meu financiamento com a seQura. No dia 06/08/2026, realizei uma compra na PCDIGA, associada ao financiamento com a referência 400894764. Nesse mesmo dia, desisti da compra e solicitei o seu cancelamento diretamente à loja. A PCDIGA confirmou por escrito o cancelamento da encomenda e informou-me que o pedido de reembolso foi registado. Além disso, confirmou-me que, da parte da loja, todo o processo já foi concluído e que o cancelamento do financiamento depende agora exclusivamente da seQura. Tenho todos os comprovativos. No entanto, já passaram vários dias e o financiamento continua ativo, mantendo-se registada a primeira prestação, apesar de a compra ter sido cancelada. Tentei entrar em contacto com a seQura três vezes por email, mas todas as respostas que recebi foram automáticas e não resolveram a situação. As respostas limitam-se a indicar que é a loja quem deve cancelar a compra, quando esse procedimento já foi efetuado pela PCDIGA e devidamente confirmado. Também tentei contactar a seQura por telefone em vários dias diferentes. No entanto, é impossível falar com um assistente. A opção destinada ao atendimento ao cliente não funciona: por vezes a chamada é desligada automaticamente e, noutras ocasiões, nem sequer chega a tocar. Neste momento, encontro-me sem qualquer forma de contactar uma pessoa que possa analisar o meu caso, apesar de ter seguido todos os procedimentos indicados e de possuir documentação que comprova que a loja já cancelou a encomenda. Solicito que a seQura analise urgentemente esta situação, proceda ao cancelamento do financiamento associado à referência 400894764 e confirme, por escrito, que não será efetuada qualquer cobrança relativa a uma compra que foi devidamente cancelada. Anexarei os emails da PCDIGA que comprovam o cancelamento da encomenda e o registo do pedido de reembolso.
Atraso para entrega de documento de circulaçºao de viatura superior a 6 meses
Sou cliente do Banco Montepio e possuo um contrato de financiamento automóvel associado à minha viatura. Quando adquiri o veículo, foi-me entregue pelo stand um documento provisório para circulação, com validade de aproximadamente três meses. Esse documento encontra-se atualmente expirado. Contactei hoje o Banco Montepio para esclarecer onde se encontra o Documento Único Automóvel (DUA)/Certificado de Matrícula da viatura. Durante o atendimento fui informado de que o Banco Montepio apenas me disponibilizará o DUA aproximadamente 14 dias após a liquidação integral do financiamento. Questionei então expressamente qual é o documento válido que devo utilizar para circular com a viatura durante a vigência do financiamento, uma vez que o documento provisório fornecido pelo stand já expirou. Não obtive uma resposta objetiva. Fui apenas encaminhado para contactar o stand. Durante o mesmo atendimento foi ainda mencionado o facto de algumas das minhas prestações terem sido pagas com aproximadamente cinco dias de atraso. Não contesto que eventuais atrasos possam produzir as consequências contratualmente previstas relativamente ao financiamento. No entanto, não me foi explicado qual a relação jurídica ou contratual entre esses atrasos e a retenção do DUA/Certificado de Matrícula. A minha questão permanece sem resposta: Qual é o documento legalmente válido que devo apresentar neste momento caso seja fiscalizado pelas autoridades enquanto conduzo a viatura? Não considero aceitável que um consumidor permaneça durante a vigência de um financiamento sem saber qual documento comprova, para efeitos de circulação, a situação da viatura. Assim, solicito formalmente ao Banco Montepio: Que informe se o DUA/Certificado de Matrícula da minha viatura já foi emitido; Caso tenha sido emitido, que informe em poder de quem se encontra atualmente o documento; Que indique o fundamento contratual e/ou legal para o DUA apenas ser disponibilizado aproximadamente 14 dias após a liquidação integral do financiamento; Que esclareça qual documento válido devo apresentar atualmente numa fiscalização rodoviária, considerando que o documento provisório entregue pelo stand já expirou; Que esclareça qual é a relação entre eventuais atrasos de aproximadamente cinco dias no pagamento de prestações e a disponibilização ou retenção do DUA; Caso exista alguma irregularidade documental ou de registo da viatura, que indique concretamente qual é, quem é responsável pela sua resolução e quais medidas serão tomadas; Que me seja disponibilizado, com urgência, documento válido que permita comprovar a situação da viatura e circular legalmente com a mesma. Saliento que não estou a solicitar a extinção de qualquer reserva de propriedade ou garantia associada ao financiamento. Estou exclusivamente a solicitar que seja esclarecido e regularizado o documento que me permite circular com a viatura durante a vigência normal do contrato. Considero particularmente grave que, após contactar diretamente o Banco para esclarecer esta situação, não me tenha sido possível obter uma resposta objetiva sobre qual documento devo apresentar às autoridades. Solicito resposta escrita e urgente.
Falta de profissionalismo e mal atendimento
Eu Carlos reis fiz uma simulação. Nesta empresa apara simular uma crédito consignado. Quem me enviou um e-mail foi Patrícia Lopes aonde já havia mandado todos meu documento. E ela. Insiste que que ainda faltava fiz perguntas que tinha dúvida não me esclareceu nada. Meu doc foram todos enviado e no e-mail seguinte mandou para mim sem esclarecer dúvidas nem nada que por falta de doc. Será encerrada. A minha solicitação já que havia mandado os documentos e ela não se quer foi profissional em esclarecer nada. Não teve um pingo de profissionalismo e não deixou nem se quer eu ter o tempo de. Enviar o que faltava já que avia mandado todos os doc e não me avisa nunca qual os o que faltava não me deu nem tempo de respirar e já encerrou a solicitação Acho o cúmulo de falta de profissionalismo
Práticas abusivas da go bravo
Exmos senhores Venho por este meio solicitar o vosso apoio jurídico e mediação urgente relativamente a um contrato celebrado com a empresa Go Bravo (Bravo Next, S.L. - Sucursal em Portugal).Contratei os serviços desta empresa com o objetivo de renegociar uma dívida que tenho junto da entidade WiZink. Sob o pretexto de estarem a tratar do processo e de gerirem os pagamentos, foram-me retirados da conta bancária dois valores mensais de 201,00€ cada (num total de 402,00€), através de cobrança recorrente no meu cartão de débito do Millennium bcp.Fui agora contactada diretamente pela WiZink por falta de pagamento. O banco informou-me que desconhece qualquer processo de renegociação e que nenhum valor lhe foi entregue. Mais tomei conhecimento do alerta público emitido pelo Banco de Portugal, que esclarece que a Go Bravo não está habilitada a prestar serviços de pagamento no nosso país. Como associada da DECO, peço o vosso auxílio para:Interpelar judicialmente a Go Bravo para a rescisão imediata do contrato por incumprimento e a devolução integral dos 402,00€ retidos ilegalmente.Encaminhar o meu caso para o vosso Gabinete de Apoio ao Sobreendividado (GAS), de forma a obter apoio seguro na renegociação direta com a WiZink.
Não recebi o reembolso
Bom dia, fiz uma compra junto ao site Estudio.pt com a sequra, porém após a cobrança da primeira parcela o financiamento não foi aprovado, preciso do reembolso. Esta plataforma de pagamentos ( SEQURA) , não é de se confiar, não aceitam os financiamentos mas cobram o valor. tenham cuidado.
Crédito habitação - Comunicação para utilização
Em Setembro de 2025, depois de eu e o meu marido termos visitado uma moradia que estava à venda na aldeia de familiares, que tinha sido completamente renovada, de pedra antiga de 1937, resolvemos recorrer a um financiamento de forma a adquirir o imóvel e foi assim que chegámos ao bankinter (Balcão Amoreiras) que na altura este balcão tinha as melhores condições para nós. Quando iniciamos o processo o consultor que representava a venda e cliente vendedor, confirmou-nos que a documentação do imóvel estaria toda em dia e assim começámos com o processo, nomeadamente pedido de avaliação do imóvel e abertura de conta e só depois é que chegámos à conclusão junto do banco que o imóvel não possuía a documentação necessária, nomeadamente a caderneta predial, certidão permanente a nível de informações como áreas e afectação e sobretudo uma dita licença de utilização. Na altura o que nos foi dito foi para tratarmos de tudo e só depois disso poderíamos avançar com o pedido de financiamento. O banco sabia que a moradia era antiga e que tinha sido alvo de remodelação e nunca nos disse em momento algum que já não emitem licenças de utilização pela regra do simplex, pois agora emitem apenas uma comunicação para utilização, algo que fomos nós que tivemos que descobrir por nós próprios depois de termos pago uma segunda avaliação e uma abertura do processo (rondando os 500€) pois entretanto a primeira avaliação expirou pois a comunicação demorou mais de 6 meses a ser emitida e entretanto passou praticamente 1 ano pois o bankinter dizia que tínhamos que aguardar pela documentação toda e na verdade nunca iriam aceitar a mesma e apenas responderam num ultimo email que só aceitariam o simplex em construção nova. Em tantos documentos assinados e propostas e sabendo do nosso pedido de financimento e dados do imóvel como escapou isto? Esta informação que nos foi dita recentemente era algo que devia ter sido dita logo ao inicio. Foi preciso perdermos tanto tempo e dinheiro para que batesse na trave? Depois de tudo isto ainda existiu um desprezo enorme e nunca foi assumida qualquer responsabilidade e eu acho que no minimo deviam devolver o valor da abertura do processo e o valor da 2a avaliação pois esta situação atrasou o nosso processo de compra e criou gastos desnecessários.
Crédito habitação - Comunicação para utilização
Em Setembro de 2025, depois de eu e o meu marido termos visitado uma moradia que estava à venda na aldeia de familiares, que tinha sido completamente renovada, de pedra antiga de 1937, resolvemos recorrer a um financiamento de forma a adquirir o imóvel e foi assim que chegámos ao bankinter (Balcão Amoreiras) que na altura este balcão tinha as melhores condições para nós. Quando iniciamos o processo o consultor que representava a venda e cliente vendedor, confirmou-nos que a documentação do imóvel estaria toda em dia e assim começámos com o processo, nomeadamente pedido de avaliação do imóvel e abertura de conta e só depois é que chegámos à conclusão junto do banco que o imóvel não possuía a documentação necessária, nomeadamente a caderneta predial, certidão permanente a nível de informações como áreas e afectação e sobretudo uma dita licença de utilização. Na altura o que nos foi dito foi para tratarmos de tudo e só depois disso poderíamos avançar com o pedido de financiamento. O banco sabia que a moradia era antiga e que tinha sido alvo de remodelação e nunca nos disse em momento algum que já não emitem licenças de utilização pela regra do simplex, pois agora emitem apenas uma comunicação para utilização, algo que fomos nós que tivemos que descobrir por nós próprios depois de termos pago uma segunda avaliação e uma abertura do processo (rondando os 500€) pois entretanto a primeira avaliação expirou pois a comunicação demorou mais de 6 meses a ser emitida e entretanto passou praticamente 1 ano pois o bankinter dizia que tínhamos que aguardar pela documentação toda e na verdade nunca iriam aceitar a mesma e apenas responderam num ultimo email que só aceitariam o simplex em construção nova. Em tantos documentos assinados e propostas e sabendo do nosso pedido de financimento e dados do imóvel como escapou isto? Esta informação que nos foi dita recentemente era algo que devia ter sido dita logo ao inicio. Foi preciso perdermos tanto tempo e dinheiro para que batesse na trave? Depois de tudo isto ainda existiu um desprezo enorme e nunca foi assumida qualquer responsabilidade e eu acho que no minimo deviam devolver o valor da abertura do processo e o valor da 2a avaliação pois esta situação atrasou o nosso processo de compra e criou gastos desnecessários.
Falta de Comunicação Prévia de Valores em Dívida
Desconhecia por completo que as transferências não estavam a ser efetuadas com a regularidade prevista. Em momento algum fui contactada por telefone, e-mail ou por qualquer outro meio para informar da existência de pagamentos em falta. A primeira comunicação que recebi foi já a informar que o processo se encontrava em situação de litígio, o que considero desproporcionado e totalmente evitável caso tivesse sido previamente notificada. Esta atuação levanta sérias dúvidas, uma vez que acaba por originar a cobrança de juros e outros encargos que poderiam ter sido facilmente evitados. Acresce que tentei contactar os serviços através dos números de telefone disponibilizados no vosso website, verificando que todos se encontram inativos, impossibilitando qualquer tentativa de esclarecimento ou regularização atempada da situação. Acresce ainda que esta situação teve consequências graves, nomeadamente a comunicação da dívida à Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal, afetando o histórico de crédito e a possibilidade de obter financiamento. Trata-se de um prejuízo que poderia ter sido integralmente evitado caso tivesse sido informada atempadamente da existência de valores em dívida, permitindo a regularização antes de qualquer participação ou instauração de um processo de litígio. Perante o exposto, considero que esta situação resultou exclusivamente da ausência de comunicação prévia por parte da vossa entidade, impedindo-me de regularizar atempadamente qualquer eventual valor em dívida e causando-me prejuízos patrimoniais e não patrimoniais, incluindo a instauração de um processo de litígio, a comunicação da dívida à Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal e todos os transtornos daí decorrentes. Neste contexto, solicito que me seja indicado, por escrito, de que forma pretendem reparar e compensar os danos causados por esta atuação, bem como quais as medidas que serão adotadas para eliminar quaisquer consequências negativas que me tenham sido imputadas, designadamente a remoção de qualquer registo de incumprimento que tenha sido comunicado em consequência desta situação. Caso a presente reclamação não mereça uma resposta satisfatória, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes para defesa dos meus direitos e para exigir a reparação dos prejuízos sofridos.
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