Reclamações públicas

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A. L.
14/04/2026

Duvida sobre financiamento

Exmos Senhores tinha um contrato de financiamento de um veículo com a empresa Credibom paguei 22 parcelas e depois disso precisei trocar o segundo titular do contrato e após adicionar o segundo titular ao contrato eles fizeram um novo contrato assim começando do zero e sem contar o aumento do valor das parcelas mas também aumentou o números de parcelas sendo assim as 22 parcelas que paguei não valeram de nada !!!

Em curso
M. G.
08/04/2026

Cobrança indevida após financiamento automóvel – falta de informação e acerto de conta

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o apoio da DECO relativamente a uma situação com a entidade Cofidis, referente a um contrato de financiamento automóvel associado ao veículo com matrícula 47-LI-17. O referido veículo deixou de estar na minha posse há vários anos, tendo sido na altura assinada uma declaração de venda, acompanhada de um documento de extinção de reserva de propriedade emitido pela Cofidis, o que permitiu a transferência legal da titularidade. Desde então, nunca mais tive qualquer controlo sobre o veículo. Recentemente, fui confrontado pela Cofidis com a alegação de existência de dívida, situação que considero injustificada e contraditória, pelos seguintes motivos: - O veículo já não se encontra em meu nome; - A certidão permanente do registo automóvel confirma que não existem ónus ou encargos; - Nunca me foi apresentado qualquer acerto de contas após a entrega ou alienação do veículo; - Nunca me foi comunicado o valor de venda do veículo nem o montante abatido à alegada dívida; - Durante anos, não me foi prestada qualquer informação clara, o que me impediu de regularizar a situação atempadamente. Esta situação causou-me prejuízos, nomeadamente a impossibilidade de organizar a minha vida financeira, bem como a eventual acumulação de juros sem que me fosse dado conhecimento do valor real em dívida. Já apresentei reclamação junto do Banco de Portugal, encontrando-se o processo em análise. Assim, venho solicitar o apoio da DECO para: 1. Analisar a legalidade da atuação da Cofidis; 2. Interceder junto da entidade para obtenção de esclarecimentos completos; 3. Garantir que não estou a ser alvo de cobrança indevida; 4. Apoiar na eventual contestação de juros e valores injustificados. Agradeço desde já a atenção dispensada e aguardo orientação sobre os próximos passos. Com os melhores cumprimentos, Márcio José da Silva Ganhao NIF: 256234205 Email: marcioganhao@gmail.com Telemóvel: 913222610

Em curso
R. L.
31/03/2026

Juros abusivos

Exmos. Senhores, Sou titular do contrato de crédito Nº 1127246 e tenho duvidas relativamente à taxa de juro aplicada. Uma vez que ao pedir um valor para rescisão e não obtive resposta clara porquê não houve abatimento dos juros aplicados ao pedido de esclarecimentos que vos fiz chegar, solicito a vossa resposta ao mesmo com a maior brevidade. Vale lembrar que o valor do bem em questão foi 4.850,00 euros e já foram pagas, 34 parcelas de 124,74 euros, perfazendo uma valor de 4.275,16 euros e segundo a carta anexa resta o valor de 3.079,77 euros, ou seja, quase o valor de outro bem. Cumprimentos.

Em curso
G. A.
30/03/2026
novas finanças

Financiamento

Pedem documentos e icnclusive aprovam o credito atraves de uma plataforma online francesa e depois estao sempre a pedir pagamento de certificaçoes ,seguros e etc .

Em curso
D. M.
25/03/2026

Financiamento falhado, prestação cobrada

Exmos. Senhores, No dia 25/03/2025, realizei a compra de uma TV na pcdiga, usando a forma de pagamento Sequra. No momento da compra e depois de enviar os documentos solicitados, o site não faz loading e diz que houve um erro. Faço de novo o financiamento visto ter havido erro e não ter recebido email da pcdiga e da sequra. No entanto na segunda tentativa falhada, reparei que foram cobradas duas prestações das duas tentativas falhadas. Sinto-me lesado pois considero inadmissível que o financiamento tenha sido "aprovado" e o valor debitado da minha conta antes de a política de risco ser aplicada. Esta sequência de eventos representa uma total falta de respeito para com o consumidor. A empresa não tem obrigação de conceder financiamento e pode e deve aplicar a sua política de segurança, seja ela qual for. No entanto aplicar essa política depois que tira o dinheiro da conta do consumidor é no mínimo, para não dizer outra coisa, vergonhoso. E já que retiram imediatamente, quando cancelam que devolvessem imediatamente também. Até porque com isso posso comprar em outro lugar. Mas usar o dinheiro do consumidor e levar de 1 a 7 dias para devolver é absurdo Agradeço que a situação seja resolvida o mais breve possível, pois o dinheiro está do vosso lado por problemas do vosso site a nível de validações documentos ou outros.

Em curso
V. S.
22/03/2026
Novas financas

Golpe

A empresa Novas financas com site faz simulação de creditos Pede documentos porem sao Uma empresa falsa onde nao existe morada contacto e nem empresa Cuidado com os golpes Segue a baixo a empresa com os dados falsos contato   Av. José R. Sousa Fernandes 221, 3020-210 Coimbra   +351 913 387 418   contact@novasfinancas.com   www.novasfinancas.com

Encerrada
M. C.
15/03/2026

Carro defeituoso e financiamento mal feito

Em Agosto do ano passado minha noiva Gabrielli comprou uma BWM 116d 2016 junto a mãe dela na Rocha Automóveis em Braga, toda negociação foi feita com a vendedora Marta por WhatsApp. Neste dia nasceu um pesadelo que não fazíamos ideia. Em primeiro lugar, a vendedora agiu de má-fé, guiou ambas em um processo de financiamento que foi feito de forma indevida no nome da minha noiva Gabrielli. Minha noiva seria apenas fiadora do veículo e acabou sendo a responsável financeira e responsável no documento. Só soubemos disso quando chegou a primeira cobrança, entramos em contato com a vendedora que logicamente raramente respondeu o WhatsApp ou atendia as ligações, agiu de má-fé, depois de muitas tentativas ela assumiu o erro por WhatsApp e disse que iria corrigir, estamos em Março e isso jamais ocorreu. Antes disso, também antes da retirada do carro, a mesma vendedora prometeu um check-lista da revisão do carro com tudo que havia sigo vistoriado e prometeu que o carro era 100% íntegro e revisado, esse documento também jamais chegou. Segundo problema com o carro, a polia do motor foi avariada em menos de 6 meses de uso do carro, fazendo muito barulho, e aqui nasceu a segunda luta. Entrei em contato com a loja muitas vezes, até achar o tal responsável César que cuida de todo departamento de mecânica da loja, sempre fui cordial e expliquei o problema ao mesmo, me enrolou diversas vezes, levei o carro na loja de Sintra, foi constatado o defeito e mesmo pagando uma garantia adicional da loja, e estando coberto pela LEI, a loja se nega a arrumar o veículo, o César e a Marte pertencem a mesma índole de má-fé, enganam e o mentem o quão necessário seja para ganhar dinheiro e vantagens sobre os clientes, o carro está avariado, pagamos garantia adicional, estamos dentro do direito previsto em lei e mesmo assim se negam a dar um retorno, na ultima ligação César me disse para procurar meus direitos e assim faremos, iremos até o fim para corrigir todo esse mal que nos causaram. Esta é a primeira de muitas reclamações que farei, primeiro que ludibriaram minha sogra e esposa, fizeram uma artimanha que está registrada em WhatsApp a qual ambas foram levadas ao erro, e nunca corrigiram isso. Minha noiva tem um financiamento em seu nome que jamais escolheu. E temos um carro avariado vendido por uma loja de má-fé. Esse é o primeiro passo, caso não resolvam, a ação judicial está pronta e será feita o quanto antes.

Encerrada
L. B.
11/03/2026

Atrasos na prestação de serviços

Eu e o meu marido iniciámos recentemente um processo de crédito habitação junto do Millennium. Numa fase inicial, ainda antes de termos conta aberta no banco, todo o processo decorreu com grande rapidez e eficiência. No entanto, após a abertura da conta, a experiência alterou-se significativamente e o acompanhamento do processo tornou-se extremamente insatisfatório. Importa esclarecer que o nosso crédito foi aprovado e recebemos a respetiva carta de aprovação, válida por 60 dias. Com base nessa aprovação formal, avançámos com decisões importantes, nomeadamente a assinatura do CPCV (Contrato-Promessa de Compra e Venda) da nova casa e a comunicação ao proprietário da casa onde atualmente residimos de que iríamos sair. Posteriormente fomos informados de que o processo teria de “retroceder” para proceder à associação do crédito à nossa conta bancária. Esta informação nunca nos foi transmitida no início do processo, apesar de ser um requisito essencial, uma vez que a existência de conta no banco é um dos pré-requisitos para a concessão de crédito habitação. Sendo este um procedimento interno da instituição, entendemos que o cliente deveria ter sido devidamente informado desde o início, evitando consequências graves. Neste momento, o processo encontra-se pendente há cerca de uma semana apenas para a referida associação entre o crédito aprovado e a conta. Durante este período temos recebido prazos que não são cumpridos e explicações pouco claras ou contraditórias. Esta situação está a colocar-nos numa posição extremamente delicada, pois corremos o risco real de perder a casa que pretendemos adquirir e também a casa onde atualmente vivemos, uma vez que tomámos decisões baseadas na carta de aprovação que nos foi formalmente emitida. Lamentamos profundamente ter de recorrer a este meio para expor a situação, pois sempre defendemos e confiámos no Millennium. Contudo, perante os factos e a ausência de resolução eficaz até ao momento, consideramos necessário formalizar esta reclamação e solicitar uma resolução urgente do processo. Solicitamos, assim, que o nosso processo seja analisado com a máxima prioridade e que nos seja dada uma resposta clara e definitiva sobre a situação do crédito, de forma a evitar prejuízos graves para nós.

Encerrada
D. M.
06/03/2026

Informação não real transmitida durante processo de crédito habitação

Vou expôr uma situação de desonestidade e de informação não verdadeira prestada ao longo de um pedido de crédito habitação, que terminou com a escritura não concretizada devido a um erro do BPI, e ainda com custos adicionais em impostos e comissões para com o cliente, sem que o banco assumisse a responsabilidade na informação falsa que foi passada que levou à anulação do negócio. Resumindo a história, solicitei um empréstimo de crédito habitação no valor de 75,000€, com financiamento a 100%, que foi para decisão superior do BPI e posteriormente aprovado. Antes da marcação da data da escritura, ao enviarem a minuta e a FINE, verifiquei que os valores não estavam correctos e pedi a sua correção. Essa correção foi confirmada por escrito pelo Sr. Paulo Dinis, encarregue do processo, no balcão de Évora. Entretanto, ao falar com o advogado responsável pela emissão da minuta e marcação da escritura, Sr. Manuel Sousa, este afirma que o empréstimo não pode ser a 100% e que não tem sequer conhecimento desta informação. O Sr. Paulo Dinis volta a mencionar, por escrito, que já tinha pedido alteração dos valores e que o advogado já tinha confirmado esta alteração. Houve inúmeras tentativas de alteração dos valores antes da marcação da data da escritura, e a escritura foi marcada com a garantia de que esses valores estavam já alterados. Por diversas vezes, o Sr. Paulo mencionou por escrito que já estava corrigido. No entanto, o advogado contradizia sempre esta afirmação, o que acabou por revelar que ambos os intervenientes tinham informação contraditória sobre o pedido de empréstimo. A escritura nunca chegou a ser concretizada porque o banco não cumpriu a sua proposta e as condições que estavam estabelecidas, nomeadamente o empréstimo a 100% dos 75.000€. Informaram que teriam que rever a situação novamente e fazer nova proposta. Tenho provas de toda esta conversação por escrito, através de email com os diversos intervenientes. O BPI admite ter havido um erro na aprovação do valor a 100%, e diz que já não é possível avançar com esta hipótese. Houve sugestão até de eu mentir no valor da escritura para conseguir avançar com a escritura nas novas condições do banco, opção essa que recusei desde início. Há chamadas gravadas que comprovam esta situação. Devido ao banco ter concedido a pré-aprovação de um empréstimo que antes da data de escritura se verifica que nenhum dos valores da FINE e da minuta está correto e de acordo com o que foi definido, a escritura não foi formalizada, e todo o processo foi anulado. Foi cobrado no dia 05/05/2026 um total de 756,85€ da minha conta bancária, relativo a impostos e comissões do processo de crédito. Este valor deve ser devolvido, tendo em conta que o empréstimo não se concretizou pois o banco passou informação que não era real, e não se conseguiram comprometer com o que tinha sido combinado inicialmente, por escrito. Solicito ajuda para obter a devolução do dinheiro o mais brevemente possível. O dinheiro será necessário para comprar outra habitação, e este débito na minha conta bancária veio prejudicar gravemente o montante total das minhas poupanças e possível compra de nova casa. Considero que já fui prejudicada o suficiente pelo BPI, e que seria importante que o banco fosse responsabilizado por a gestão desonesta e extremamente prejudicial do pedido de crédito habitação. Por último, para além da devolução do valor de 756,85€ que foi debitado na minha conta bancária, gostaria que o Banco de Portugal analisasse a situação da retirada repentina do Sr. Paulo Dinis do decorrer do processo de crédito habitação, sem informação prévia e durante o pior cenário possível, que foi antes da data da escritura e no momento que começaram a surgir informações contraditórias sobre os valores acordados e os valores que constavam na minuta, que nunca foi corrigida de acordo com o combinado, embora o Sr. Paulo Dinis tivesse afirmado várias vezes por escrito que "já pedi a alteração e está corrigido". Após a ausência do Sr. Paulo Dinis do processo, ausência esta que nem me foi comunicada pelo próprio, mas sim pelo Sr. Carlos Quinas do BPI em Évora, o banco não assumiu responsabilidade pela aprovação do empréstimo a 100% e mudou a sua postura sobre os valores propostos. Curioso, após consultar 7 bancos para simulações de valores, a última proposta do BPI foi a pior de todos os bancos que consultei, dando a sensação que há aqui uma tentativa de disvincular o cliente, pois não é normal, na minha perspectiva, o banco dar a pior proposta ao cliente comparativamente com 7 outros bancos. Acima de tudo, exijo a devolução dos 756,85€ e que o banco assuma o erro que fez.

Em curso
F. P.
06/03/2026

reclamação divida as finanças

Exmos. Senhores, Sou a solicitar a devolução dos pagamentos do IUC bem como as respetivas coimas, uma vez que por indicação da Cetelem é de vossa responsabilidade fazer o pagamento dos respetivos IUC bem como as coimas inerentes. Já enviei vários e-mail e sempre foi dito que já se encontra na instrum mandava mail para a instrum e nada, deslocava-me as instalações e a resposta era sempre a mesma aguarde resposta, que alguém lhe vai dizer alguma coisa e ainda espero por respostas o certo é que tenho dividas excessivas relativamente ao IUC nas finanças por causa de um carro que não tenho desde 2018. Cumprimentos.

Encerrada

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