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Cobrando um valor que desconheço
Exmos. Senhores, Sou titular do contrato de crédito Nº (80003996499) e tenho duvidas relativamente à taxa de juro aplicada. Sendo que não obtive resposta ao pedido de esclarecimentos que vos fiz chegar, solicito a vossa resposta ao mesmo com a maior brevidade. Cumprimentos.
Unicre - Financiamento Duplicado com apenas uma assinatura digital
Boa tarde, nos finais do mês de julho fiz um pedido de simulação de crédito num valor de 5500€ para consolidar as contas que tinha. Não assinei nenhum documento e com o não obtive resposta nunca mais quis saber disso. Mais tarde contactei com uma entidade para fazer algumas simulações de crédito e foi me autorizado um pedido de crédito consolidado num valor de 5568€ na entidade unicre Dia 30 ou 31 recebi os emails para fazer a assinatura digital o qual efetuei de imediato. Acerca de 2 dias os meus cartões de crédito foram consolidados e ainda recebi um valor de 5500 euros na conta hoje Achei estranho ao momento mas pensei que depois esse valor iria ser novamente retirado para o banco. Contactei o apoio ao cliente que muito rude não me demonstrou muito interesse no problema, mas após muitas tentativas disseram que tinha dois créditos pedidos. Um pessoal de 5500€ e outro consolidado de 5568€. Desde logo fiquei desconfiado porque recordo-me de ter feito algumas simulações nas quais me recordo valor de 5500€ mas nunca fiz a assinatura digital para esse crédito. A única assinatura digital que fiz após receber email no dia 30 ou 31 de julho foi o do crédito consolidado porque estava em contacto com a entidade que fez as simulações e no momento que me disseram que ia receber um email para assinatura foi o momento que assinei o contrato. Que recebi dois emails de assinatura digital. Recordo-me apenas de ter assinado um e fiquei com dois créditos onde apenas pretendia um. Desde modo como me encontro no tempo de livre resolução de crédito pretendo que a revogação do crédito pessoal seja efetuada. Na área pessoa da Unicre, tem a opção de amortização de crédito e a opção da razão tem a livre resolução, mas fico espantado que fazendo a livre resolução eles informam que a primeira mensalidade irá ser descontada e só depois é que é retirado o valor total da conta onde foi debitado. É impossível falar com alguém por chamada sobre este assunto e apenas dizem para enviar email e aguardar resposta. Se ficar a aguardar resposta acredito que o tempo de livre resolução seja ultrapassado .
Falta de proposta de reestruturação proporcional
Venho por este meio apresentar reclamação contra o Santander Consumer Finance, no âmbito de um contrato de crédito automóvel que tenho com a instituição. Estou atualmente em incumprimento de algumas prestações e, em cumprimento da lei, fui integrado no processo PERSI. Enviei todos os documentos solicitados, demonstrei total colaboração e manifestei por várias vezes a minha intenção de regularizar a dívida através de um plano de reestruturação ajustado à minha atual situação financeira. Apesar de todos os elementos fornecidos e da evidente boa-fé demonstrada, o Santander recusou apresentar qualquer proposta viável. A única “alternativa” dada foi a entrega voluntária da viatura para leilão — uma medida extrema, que me deixaria sem o bem e ainda responsável pelo pagamento do valor remanescente, sem considerar as minhas condições reais. Adicionalmente, informei que estou prestes a encerrar outro crédito (Banco Oney), o que aumentará a minha disponibilidade mensal. Ainda assim, a instituição manteve a recusa, de forma inflexível e sem apresentar opções intermédias. Reclamei também junto do Banco de Portugal, mas recebi como resposta que não têm competência para resolver litígios ou impor medidas corretivas. Peço por isso o apoio da DECO para pressionar a instituição a apresentar uma proposta justa, proporcional e de boa-fé, de acordo com o espírito do PERSI, evitando assim um desfecho injusto que afeta a minha estabilidade financeira e familiar. Agradeço desde já a atenção.
Crédito Automóvel
Eu André da Silva Martins Pedreirinho , com contribuinte 222558865 venho por este meio reclamar da empresa Bicredit que fez comigo um contrato de crédito automóvel , pois eu não tinha rendimentos suficientes para fazer um contrato de crédito e fui enganado pelo vendedor do carro que me vendeu um carro com problemas e não quis resolver os problemas do carro em questão , sendo que eu na altura fiquei de cancelar o respetivo crédito e pedi a bicredit para cancelar o contrato de crédito e os mesmos não fizeram o cancelamento do contrato dento dos 14 dias que tinha para o fazer , ficando eu com um carro velho com problemas e que agora está desvalorizado e inclusive está com reserva de propriedade sendo que não posso vender o mesmo e sou obrigado a manter o mesmo com problemas . Para além de ter sido enganado pelo vendedor do carro fui enganado também pelo banco bricredit que não deu baixa do contrato em questão e que inclusive fez um contrato comigo sem eu ter suficiência econômica para pagar o credito em questão . Fico a aguardar uma solução para esta situação , meus melhores cumprimentos, André da Silva Martins Pedreirinho.
Financiamento a painéis solares relativo ao programa
Exmos Senhores Relativo ao programa de financiamento e incentivo à aquisição de painéis solares ao qual me candidatei em 2023, Aviso 05/C13-i01/2023 – “Programa de Apoio a Edifícios mais Sustentáveis 2023 (1.º Aviso)”. não foi ainda objecto de análise e reembolso.
Crédito Habitação sem Bonificação e Seguros Não Solicitados
> Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra o Crédito Agrícola, com base nas seguintes situações: 1. Celebrei um crédito habitação em outubro de 2018. À data já possuía 75% de incapacidade permanente, comprovada através da declaração de IRS. Esta informação foi entregue ao banco, mas nunca foi aplicada a bonificação prevista no Decreto-Lei n.º 230/80, o que considero uma omissão grave com impacto direto nas minhas finanças. 2. Foram-me cobradas despesas associadas ao crédito no valor de cerca de 3.000 €, cujo detalhe nunca me foi devidamente explicado. Considero que, se o crédito tivesse sido bonificado desde o início, essas despesas poderiam ter sido significativamente reduzidas ou mesmo evitadas. 3. Foi-me exigido um valor adicional de 250 € para a remoção do ónus notarial, o que só se tornou necessário porque o banco não aplicou o regime bonificado logo no início. Assim, estou a ser penalizado por um erro que não me é imputável. 4. Identifiquei também a existência de seguros associados em meu nome e em nome da minha mãe (fiadora), os quais nunca foram por nós subscritos, assinados ou autorizados. No meu caso, os prémios são debitados da minha conta bancária. No caso da minha mãe, embora o seguro seja debitado da conta dela, foram retiradas prestações da minha conta, mesmo sendo ela uma pessoa idosa e debilitada, o que considero um abuso grave. Estas situações foram já comunicadas ao banco, ao provedor e ao Banco de Portugal, mas até ao momento não obtive uma resolução satisfatória. Solicito a correção integral destes erros, com aplicação retroativa da bonificação, devolução dos valores indevidamente cobrados e cancelamento de apólices não consentidas. Com os melhores cumprimentos, Armindo Dias Cracel N.º Crédito Habitação: 61008616095
Falta diálogo juros e spresad elevados
Exmos. Senhores, Assunto: Pedido Urgente de Apoio e Reavaliação de Situação de Empréstimo Habitação Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar, com a máxima urgência, a vossa intervenção e apoio relativamente à minha situação com o empréstimo habitação que mantenho junto do Banco Santander. Encontro-me em situação de incumprimento desde dezembro, devido a uma penhora das Finanças, situação esta que, felizmente, já consegui regularizar. No entantoo ano passado, solicitei através da plataforma digital a alteração para prestação fixa, com o objetivo de reduzir o valor da mensalidade e assim conseguir manter o pagamento regular. Infelizmente, só mais tarde percebi que essa alteração implicava o pagamento apenas de juros — o que agravou substancialmente o valor em dívida. De momento, estou a ser confrontada com propostas de acordo que exigem o pagamento integral de juros altíssimos (cerca de 500 euros mensais), o que considero desproporcional, tendo em conta o valor do empréstimo original (€95.000) e o valor atual da dívida (€130.000), quando o imóvel em causa tem um valor de mercado estimado em €230.000. Esta situação coloca em risco não só a minha estabilidade financeira como também a manutenção da minha habitação própria permanente. Informo ainda que estou a aguardar um reembolso de seguro que poderá permitir-me regularizar parte ou a totalidade das prestações em atraso, embora ainda não tenha data confirmada para o recebimento. Tenho tentado, de forma insistente, obter uma resposta através de e-mails ao balcão e solicitei reunião presencial, mas até à data não obtive retorno eficaz ou esclarecedor. Dado o contexto e a boa-fé da minha parte na tentativa de resolução, solicito: A reavaliação urgente das condições do acordo proposto; A possibilidade de renegociação dos juros em atraso, ou sua diluição nas prestações futuras ou no final do contrato: Uma reunião presencial ou via chamada com um gestor de conta para resolver esta situação com transparência; Indicação de alternativas que evitem o reporte ao Banco de Portugal por incumprimento, o que agravaria ainda mais a minha situação pessoal e financeira. Estou inteiramente disponível para apresentar documentação de suporte, comprovativos de regularização da penhora anterior e prova de entrada futura referente ao reembolso do seguro. Agradeço desde já a atenção e aguardo uma resposta célere, dada a urgência e gravidade da situação. Com os melhores cumprimentos Emília ascensão carvalho rocha N.º de conta 0003 14539613020 Contacto 934 564 321 Mail emiliaroc@gmail.com Emilia Rocha
Consolidação de créditoss
Bom dia Estou a tentar junto da Cofidis uma consolidação de créditos porque tive um problema grave na coluna durante um ano meio que me impediu de trabalhar e apesar de já ter explicado a situação ao provedor, continuam a recusar por causa da taxa de sobreendividamento. Neste momento não tenho praticamente despesas em Portugal, e não tenho dívidas. Não entendo como é que reduzir o valor da prestação pode implicar incumprimento, tendo também em consideração que logo que poude amortizei mil euros do empréstimo. Podem tentar resolver a questão? Obrigado Margarida Bon de Sousa
Candidatura nº14396 PAE+S 2023 - Candidatura Anulada Injustamente
Exmos. Senhores, Na sequência do vosso email com o título "Candidaturas anuladas (14396) INC-548106-Y8V6K3", venho, por este meio, solicitar que me seja fornecida prova documental que justifique a decisão tomada, nomeadamente evidência de que as duas últimas Cadernetas Prediais Urbanas por mim submetidas não correspondem à minha morada fiscal à data do concurso. Gostaria igualmente de compreender de que forma chegaram a essa conclusão, uma vez que não corresponde à realidade. Agradeço desde já a vossa atenção e aguardo o vosso esclarecimento. E venho também por este meio pedir para desbloquearem o meu endereço de e-mail. Com os melhores cumprimentos, Alexandre Gandarinho
Recusa de transferência de titularidade de crédito automóvel
Venho por este meio apresentar queixa contra a Cofidis, na sequência de várias tentativas de resolução de uma situação de crédito automóvel, relativamente ao qual sou 2.ª titular. O crédito em questão foi adquirido para um veículo que, na prática, é utilizado e pago pelos meus pais, sendo o meu desejo sair como co-titular, mantendo-se o crédito ativo, mas com a alteração de titularidade para os meus pais, que sempre suportaram os encargos do mesmo. Contactada a Cofidis, foi-me indicado que a única forma de me desvincular seria através de: -Liquidação total do crédito, ou -Um pedido de novo crédito em nome dos meus pais, para pagamento do atual. Ora, esta solução implica novos encargos e juros adicionais para a mesma operação, quando seria possível tecnicamente dar continuidade ao crédito existente com alteração de titularidade, mediante nova análise de risco aos novos propostos titulares. Considero esta postura abusiva e sem razoabilidade, obrigando a custos desnecessários para os clientes quando o contrato em vigor poderia prosseguir sem interrupções, apenas com alteração de titularidade, não colocando em causa a segurança do crédito para a instituição, uma vez que os pagamentos continuam a ser efetuados pelos mesmos responsáveis. Solicito que esta situação seja analisada, considerando que a recusa injustificada de alteração de titularidade configura uma prática que penaliza desnecessariamente o consumidor, sendo uma forma indireta de obrigar ao pagamento de novos juros e comissões para uma operação que poderia ser resolvida de forma justa e transparente. Aguardo a vossa análise e resposta
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