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Reclamação contra a Galp — aplicação incorreta de saldo de 100 € do Cartão Continente/Mundo Galp
Em março de 2026, utilizei 100 € de saldo disponível na aplicação Cartão Continente/Mundo Galp para abater ao valor das minhas faturas de eletricidade da Galp. No entanto, após analisar as faturas n.º 348080765326 e n.º 364444383584, verifiquei que os movimentos apresentados não permitem confirmar a correta utilização da totalidade do saldo. Na primeira fatura, no valor de 54,38 €, consta um rebate de -54,38 € e um valor a pagar de 0,00 €. Contudo, na mesma fatura, é indicado um débito direto de 44,73 €, que foi efetivamente cobrado, sendo esse valor associado a uma dívida anterior. Esta situação torna pouco clara a forma como o saldo foi aplicado e contabilizado. Na fatura seguinte, consta a utilização de 40,35 € de saldo, ficando 13,67 € a pagar, valor que foi corretamente debitado. Nas duas faturas, os montantes identificados como utilização de saldo totalizam 94,73 €, pelo que permanece por esclarecer a diferença de 5,27 € relativamente aos 100 € utilizados. Acresce que a própria Galp me transmitiu, numa das respostas escritas, que apenas teriam sido utilizados 5,27 € de desconto na primeira fatura, informação que não é clara face aos restantes valores apresentados no documento. Contactei a Galp diversas vezes para tentar resolver esta situação. Durante os contactos telefónicos, os operadores reconheceram o problema e transmitiram-me que a situação seria analisada ou resolvida. No entanto, apesar dessas sucessivas tentativas, nunca obtive uma resolução efetiva. Posteriormente, as respostas recebidas por escrito limitaram-se essencialmente a afirmar que os descontos tinham sido corretamente aplicados nas duas faturas, sem esclarecer de forma coerente as discrepâncias identificadas. Numa das últimas respostas, a própria Galp indicou que deveria contactar o endereço app.mundogalp@galp.com para uma análise mais detalhada, uma vez que não identificava qualquer saldo pendente. Pretendo, assim, que a Galp apresente uma discriminação completa dos movimentos dos 100 € de saldo utilizados, esclareça a contabilização dos valores constantes das duas faturas e justifique a diferença identificada. Caso se confirme que parte do saldo não foi corretamente aplicada, solicito a respetiva regularização. Considero inaceitável ter contactado a empresa repetidamente, ter recebido indicações telefónicas de que o problema seria tratado e continuar sem uma explicação clara e consistente. Solicito, por isso, a intervenção da DECO Proteste para ajudar a obter uma resposta fundamentada e a resolução definitiva desta situação.
Venda enganosa
Exmos. Senhores, Quando um serviço começa mal, dificilmente poderá terminar bem. Exatamente um ano após a minha primeira reclamação, deparamo-nos novamente com uma situação desagradável, que demonstra, mais uma vez, a falta de coerência no serviço prestado. Aquando da contratação do serviço, foi-nos informado que a primeira troca de filtros estaria incluída, sendo que apenas as trocas posteriores teriam um custo associado. Qual não foi a nossa surpresa quando, no momento da primeira manutenção, nos foi solicitado o pagamento de 125 € pela troca dos filtros, precisamente aquela que nos tinha sido garantida como estando incluída. Perante esta situação, contactámos o comercial que nos acompanhou na altura da contratação, tendo o mesmo confirmado que, efetivamente, a primeira troca de filtros estava incluída na aquisição do serviço. Hoje, ao voltarmos a contactar a empresa, deparámo-nos com um novo diretor. Não temos qualquer reclamação relativamente ao anterior, que, na altura, foi exemplar na resolução da nossa primeira situação. Infelizmente, a experiência com o atual responsável foi completamente diferente, tendo recebido uma postura que considerámos arrogante e pouco adequada para com um cliente. É, sem dúvida, um serviço que não voltaremos a contratar nem recomendar. Aliás, esta situação torna-se ainda mais lamentável tendo em conta que, na sequência da nossa experiência inicial, cheguei inclusivamente a dirigir-me à Feira do Bodo, em Pombal, com o intuito de recomendar o vosso serviço a um familiar. Foi acordada com o mesmo uma data para a prestação do serviço, mas ninguém apareceu nem efetuou qualquer contacto para justificar a ausência. Perante essa situação, o meu familiar acabou naturalmente por optar por contratar outra empresa. Consideramos que este tipo de situações demonstra uma clara falta de profissionalismo, acompanhamento e respeito pelo cliente. Esperamos, no mínimo, que esta reclamação seja analisada com a devida atenção e que nos seja dada uma resposta concreta relativamente aos 125 € cobrados pela primeira troca de filtros, uma vez que esta nos foi expressamente apresentada como incluída no serviço contratado.
Assunto: Reclamação formal — Consumo de energia manifestamente anómalo e pedido de revisão imediata
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma **reclamação formal relativamente à faturação emitida pela Endesa**, concretamente à fatura referente ao período de **19 de agosto de 2026 a 26 de setembro de 2026**, no valor de **116,57 €**, correspondente, segundo a vossa faturação, a um consumo de **879 kWh em apenas 39 dias**. Considero este consumo **manifestamente anómalo e incompatível com o meu histórico real de consumo**, pelo que solicito uma explicação concreta, fundamentada e devidamente comprovada sobre a origem destes valores. Até ao dia **18 de agosto de 2026**, era cliente da **MEO Energia**. Apesar de a tarifa praticada pela MEO ser superior à tarifa que me foi apresentada pela Endesa aquando da adesão, a minha fatura mais elevada foi de **70,62 € para um consumo de 353 kWh num período de 30 dias**. Tenho em minha posse várias faturas anteriores que permitem comprovar objetivamente o meu padrão de consumo. Em nenhum momento o meu consumo atingiu os valores que agora me estão a ser atribuídos pela Endesa. Durante o contacto telefónico que mantive com os vossos serviços, e após cerca de **três horas a tentar esclarecer esta situação**, foi-me inclusivamente afirmado por uma das vossas colaboradoras que, anteriormente, o meu consumo com a MEO Energia teria ultrapassado os **600 kWh**. Esta afirmação é **falsa e facilmente comprovável através das minhas próprias faturas**. Não aceito que sejam apresentados aos clientes valores que não correspondem ao seu histórico de consumo como forma de justificar uma faturação manifestamente anormal. A situação torna-se ainda mais absurda quando me foi indicado que, dentro dos 39 dias faturados, teria ocorrido um consumo de aproximadamente **179 kWh em apenas 9 dias**. Pergunto, portanto: **Como é possível justificar um consumo desta dimensão quando o meu histórico demonstra um padrão completamente diferente?** **De onde foram retiradas as leituras que deram origem aos 879 kWh faturados?** **As leituras constantes da fatura são leituras reais ou estimadas?** **Quais eram exatamente as leituras do contador no início e no final deste período?** **Quem realizou essas leituras e em que datas?** Estas são questões básicas às quais a Endesa deve ser capaz de responder de forma objetiva. Ao longo das várias horas em que tentei resolver esta situação convosco, a resposta que obtive foi essencialmente a de que a Endesa apenas efetua a faturação e que deveria contactar a **E-REDES**, por ser esta a entidade responsável pela distribuição e pelas leituras. Não considero aceitável que uma empresa me cobre **116,57 € com base num consumo de 879 kWh** e, perante a minha contestação, simplesmente transfira a responsabilidade para outra entidade sem primeiro apresentar uma justificação concreta relativamente aos valores que constam da fatura. Mais grave ainda, foi-me sugerido que deveria **desligar o contador durante pelo menos 30 minutos para realizar testes**, com o objetivo de tentar perceber se existe algum problema na instalação elétrica. Ou seja, perante um consumo anormal que **nunca ocorreu anteriormente na minha habitação**, a solução apresentada pela Endesa é que seja o próprio cliente a realizar testes e a tentar descobrir a origem de um eventual problema. Não aceito esta abordagem. Se existe uma anomalia de consumo, de leitura, de equipamento, de contador ou de qualquer outro elemento relacionado com o fornecimento, cabe às entidades responsáveis **proceder às verificações técnicas necessárias e apresentar uma conclusão devidamente fundamentada**. É completamente injustificável que, de um momento para o outro, o meu consumo passe de valores historicamente estáveis para **879 kWh em 39 dias**, sem que me seja apresentada uma explicação técnica credível. Importa ainda salientar que esta situação surgiu precisamente após a minha adesão à Endesa, ocorrida em **19 de agosto de 2026**, depois de ter sido contactada com inúmeras propostas comerciais, promoções e descontos que me convenceram a voltar a ser cliente da empresa. Não considero aceitável que, depois de me terem convencido a regressar à Endesa com base numa proposta comercial alegadamente mais vantajosa, me seja posteriormente apresentada uma fatura com um consumo completamente incompatível com o meu histórico e, quando contesto os valores, seja colocada a responsabilidade sobre outra entidade. **Exijo, por isso:** 1. A **reavaliação imediata da fatura de 116,57 €**; 2. A identificação clara das **leituras do contador utilizadas para calcular os 879 kWh**; 3. A indicação expressa sobre se essas leituras são **reais ou estimadas**; 4. A apresentação do histórico de leituras associado ao meu contrato e ao meu contador; 5. A verificação da eventual existência de **erro de leitura, faturação ou qualquer anomalia associada ao contador**; 6. Caso a Endesa considere que o consumo é efetivamente real, que apresente uma **justificação técnica concreta e documentada** para o aumento abrupto do consumo; 7. A correção da fatura caso se confirme qualquer erro; 8. Uma resposta formal e fundamentada à presente reclamação. Enquanto esta situação não estiver devidamente esclarecida e enquanto não me forem apresentados elementos que comprovem a correção dos **879 kWh faturados**, **não considero legítimo que me seja exigido o pagamento de um valor que estou formalmente a contestar**. Não aceito continuar a ser remetida de uma entidade para outra enquanto ninguém assume a responsabilidade de esclarecer o que aconteceu. Tenho faturas anteriores que demonstram claramente o meu histórico de consumo e estou disponível para as apresentar como prova. Se necessário, apresentarei igualmente a situação junto das entidades competentes para defesa dos meus direitos enquanto consumidora. Agradeço que esta reclamação seja analisada com a seriedade que a situação exige e que me seja apresentada uma **resposta concreta, fundamentada e documentada**, e não uma nova tentativa de encaminhar a responsabilidade para outra entidade. Aguardo uma resolução efetiva da situação. Com os melhores cumprimentos,
Fatura de mobilidade elétrica não aplicação do protocolo UVE/EDP
Exmos. Senhores, Desde 01/09/2026, como sócio da UVE tenho direito a beneficiar de uma tarifa exclusiva de 0,47 €/kWh com tudo incluído, nos carregamentos realizados na rede pública EDP. Como podem verificar na fatura de mobilidade elétrica em anexo (FT2026 K2426/240001928945, emitida em 2 de outubro 2026), os carregamentos realizados em postos da EDP foram faturados sem aplicação da tarifa plana exclusiva para associados da UVE, no valor de 0,47 €/kWh. Sou associado da UVE, com as quotas devidamente regularizadas, e os carregamentos em causa foram efetuados em postos pertencentes à rede da EDP. Assim, considero que estão reunidas as condições previstas no protocolo celebrado entre a UVE e a EDP (que envio em anexo) para aplicação da referida tarifa. Solicito, por isso: - A análise detalhada dos carregamentos constantes da fatura - A confirmação da aplicação do protocolo UVE/EDP aos carregamentos efetuados. - A anulação da fatura em questão e emissão de nova fatura, aplicando a tarifa de 0,47 €/kWh aos carregamentos elegíveis. - A indicação, por escrito, da fundamentação caso entendam não ser aplicável a tarifa protocolada. - Devolução de 10% do valor final da fatura pelo incómodo causado por esta situação e pelo facto de ser obriado a escrever esta reclamação para que me sejam cobrados os valores correctos. Junto a esta reclamação o comprovativo de associado da UVE e cópia da fatura de mobilidade, para confirmação da minha elegibilidade para o protocolo com a UVE e dos serviços faturados. Agradeço uma resposta no prazo aplicável e a regularização da situação com a maior brevidade possível.
Cobrança de faturas incorretas
Venho por este meio, fazer uma reclamação contra a Edp. Sempre paguei as faturas no dia. quando decidi alterar de fornecedor de energia, começou a chegar faturas duas foram pagas no valor de 43 euros no total, após já ter pago a última fatura e as suas taxas respetivas. Entretanto num dia chega uma nova fatura no valor de 539 euros ainda referente ao mês que fiz a alteração.. E agora recebi um email em nome de garandez& Moreira advogados a fazer pressão para pagar. Gostaria da vossa ajuda Obrigado
Fatura por estimativa sem justificação
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato nº AG-251013-2852155. Venho por este meio reclamar o facto de a Galp me estar a emitir faturas por estimativa de consumo, passando a explicar o seguinte: Desde julho que estou em autoconsumo de electricidade uma vez que fiz um investimento e instalei painéis solares e baterias para micro produção de energia. Assim, desde essa data que não estou a consumir energia da rede. Conforme podem verificar na fatura de julho (a qual anexo), nao houve praticamente consumo de energia da rede. A 20 de agosto, quando a e-redes informou a galp que eu tinha instalado painéis, a empresa fornecedora passou a estimar os meus consumos, desculpando se que foi nessa altura que a e-redes informou da instalação (ou seja, se estivesse ausente da propriedade não cobravam consumos porque não existiam, mas como instalei painéis solares e continuo sem consumir, estimam consumos porque lhes é mais conveniente) Os contadores são digitais e a e-redes disponibiliza as leituras diárias na minha área de cliente. Inclusive, é possível descarregar o ficheiro Excel diário de consumos (o qual anexo, relativamente ao período em questão), onde se pode verificar mais uma vez que não existe consumo. A Galp está de momento a tirar partido do facto de eu não estar a consumir, para me aplicar uma estimativa de consumo de energia da rede que não só não é verdadeira como nem sequer fui questionado sobre o tema. Além do mais, após várias chamadas, a Galp apenas informou que “faz parte do procedimento” agora que instalei painéis solares, fazerem estimativas de consumo. Creio estar-se perante uma situação de abuso de poder e de roubo mesmo, uma vez que enquanto não foram informados da instalação, me cobraram apenas taxas (pois não tive consumo no mês de Julho e metade de agosto), e quando souberam da instalação, cobraram me estimativas de consumo (conforme podem ver na fatura do mês de agosto). Nesta fatura, estimaram cerca de 350kva de consumo, enquanto que o Excel retirado da minha área de cliente demonstra que o consumo real (no período estimado da Galp) foi cerca de 4kva. Passamos de uma fatura de 30€ em julho, para uma fatura de 110€ em agosto. O investimento que fiz na instalação de painéis é obviamente para poupar dinheiro no consumo da rede, e esse direito está a ser-me retirado. Solicitei correção da fatura, o operador apenas me disse que ia pedir que me enviasse um e-mail a justificar a situação, ao qual eu disse que não queria que me justificassem um assunto que não tem justificação, mas sim que me corrigissem a fatura indevida. Até ao momento não recebi nenhuma comunicação sobre a correção da mesma. Agradecia que mediassem a questão pois não acredito que seja correto cobrarem- me consumos que não fiz e utilizarem a minha necessidade óbvia de estar ligada a rede para utilizarem isso a seu favor. Até ao momento, os vossos serviços mostraram-se ineficientes na resolução do problema. Solicito a correção imediata das faturas e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
Cobranças com mais de 6 meses
Exmos. Senhores, Cliente com o contrato com nº40480/001 e recebi a fatura nº 26080090204237099 Como podem facilmente verificar, a fatura não está correta porque estão a faturar consumos com mais de 6 meses. Como será do vosso conhecimento, a lei determina que o direito ao recebimento do preço do serviço prestado prescreve no prazo de seis meses após a sua prestação, pelo que solicito a correção da fatura em causa. Assim, aguardo emissão da fatura corrigida. Cumprimentos.
Cobrança indevida
Tive assinatura de energia e gás com a edp pois a fatura vinha muito alta fiz a troca para outra empresa, e já faz mais de 2 meses e continuam cobrando uma assinatura que nunca solicitei, tem um escritório de advocacia me ligando e cobrando direto, tá tentei explicar que não estou mais trabalhando com a edp a tempo mesmo assim continua me cobrando e me intimidando
Faturação única de 2 e 3 meses
Exmos. Senhores, Na qualidade de titular do contrato comuniquei-vos já em momentos anteriores o facto de não receber faturas num período de 2 a 3 meses. Esta situação já ocorreu duas vezes: a Galp deixa de emitir/enviar as faturas mensais durante um período e, posteriormente, emite uma única fatura acumulando 2 a 3 meses de consumo (02/10 a 27/12 e 28/12 a 03/03). Esta situação não me é imputável e não corresponde a qualquer pedido ou acordo da minha parte para faturação bimestral/trimestral. De acordo com o artigo 44.º do Regulamento de Relações Comerciais da ERSE, salvo acordo em contrário no interesse do cliente, os comercializadores devem emitir as faturas com periodicidade MENSAL. A acumulação de vários meses numa única fatura cria uma obrigação de pagamento muito superior à que resultaria da emissão regular das faturas mensais, colocando-me numa situação financeira que não existiria se a comercializadora tivesse cumprido atempadamente a sua obrigação de faturação; em suma, para além de pagar as faturas acumuladas através de um plano de prestações, estou, simultaneamente e mensalmente, a pagar as faturas correntes neste momento. Solicito que a presente reclamação seja devidamente registada e que me seja dada resposta escrita e fundamentada, com uma solução, pois não tenho capacidade para continuar a pagar duas faturas de uma só vez todos os meses. Caso não seja apresentada uma solução viável, reservo-me o direito de apresentar a situação junto das entidade legais competentes e responsáveis, incluindo faturas, comprovativos de pagamento, avisos de interrupção e demais comunicações necessárias. Solicito, frisando expressamente e novamente, que, tratando-se de uma falha vossa, me apresentem uma solução viável, pois mesmo com um plano de pagamentos, não minimiza os efeitos no meu orçamento familiar, sendo que estou a pagar, simultaneamente, as faturas correntes neste momento e tendo em conta o motivo principal que levou a esta situação: incumprimento por parte da comercializadora Galp/ Petrogal. Atenciosamente.
Falta de aviso prévio de corte e cobrança indevida
No dia 26 de agosto de 2026, reparei que não tinha água no meu estabelecimento. Não fui previamente informada sobre qualquer corte no abastecimento, pelo que entrei em contacto com o SMAS Sintra logo às 9h da manhã. O atendimento telefónico foi muito insatisfatório, e a funcionária com quem falei afirmou que tinha sido enviado um e-mail, o qual nunca recebi. Também referiu o envio de cartas que, igualmente, não chegaram até mim. Costumo pagar sempre as contas da água atempadamente e, este mês, não recebi nenhuma carta para efetuar o pagamento. Apenas me foi enviada uma mensagem com uma entidade para pagar o valor de 47€, mas, apesar de várias tentativas, o pagamento não foi possível de efetuar. Achei estranho receber este pedido de pagamento por mensagem em vez de carta. Foi-me dito ainda que tinha faturas em atraso desde maio, o que não corresponde à verdade, pois tenho todos os comprovativos dos pagamentos realizados. Para voltar a ter acesso à água, foi-me cobrado um valor adicional de 65€, que não consigo pagar neste momento. Sinto que o atendimento foi muito desagradável, pois fui tratada com arrogância e falta de educação, e a funcionária optou por discutir em vez de ajudar a resolver o problema. A insistência na cobrança destes valores, sem explicação ou aviso prévio de 20 dias – nem sequer recebi qualquer carta ou notificação de possível corte – é inadmissível. Não consigo compreender como podem cobrar mais 65€ além dos 47€, tornando impossível o restabelecimento de um serviço essencial ao meu estabelecimento.
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