Reclamações públicas

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P. S.
24/02/2026

Devolução integral da caução - Jaime Manuel das Neves Matos Santos

Exmos. Senhores, Na qualidade de familiar direta do doente Jaime Manuel das Neves Matos Santos, venho solicitar esclarecimento formal e devolução integral da caução relativa ao internamento ocorrido em 15/12/2025, às 23h59, no Hospital CUF Porto. Foi paga uma caução no valor de 1.000 €, tendo sido creditado apenas 816 € no dia 05/02/2026. O valor total do internamento foi de 2.889,62 €, já integralmente liquidado. Face ao exposto, solicito: Justificação detalhada e documentada sobre a retenção de 184 €, com discriminação de quaisquer taxas, despesas ou encargos aplicados; Confirmação de que não existem outros valores pendentes relativos ao internamento; Procedimento para devolução imediata da diferença da caução caso não haja fundamento legal ou contratual para a sua retenção. Recordo que, nos termos do Código Civil (artigos 758.º e seguintes – depósito e caução), a caução entregue como garantia deve ser devolvida integralmente, deduzindo-se apenas valores comprovadamente devidos e previamente informados ( o que nunca aconteceu ). Solicito que a resposta seja enviada por escrito para este email, com a máxima brevidade, a fim de regularizar a situação sem necessidade de recurso a meios legais. Com os meus cumprimentos, Paula Campos Telm.: 933303544

Encerrada
C. D.
23/02/2026

Faturação após não comunicação da não compartipação do seguro

Exmos. Senhores, Espero que se encontrem bem. Venho, por este meio, expor a seguinte reclamação: No passado dia 21 de fevereiro de 2026, pelas 19h50, dei entrada na CUF de Cascais. Ao ser chamada à receção/balcão, questionaram se tinha seguro. Respondi afirmativamente. Perguntaram se era o seguro Médis. Ao qual respondi que não, que já não tinha esse seguro e que seria o seguro da SAD PSP. Após ser atendida, recebi uma fatura no email sem qualquer comparticipação da SAD PSP. Liguei para o atendimento da faturação, que me explicou que a SAD PSP já não tinha comparticipação para o atendimento permanente de adulto. Caso esta informação me tivesse sido facultada anteriormente, não teria escolhido a CUF como opção. Não é correto faturarem um valor de 167€ sem comunicarem que o seguro não tem comparticipação. É um direito meu ser informada. Depois desta situação, a minha família deixará de frequentar toda a rede CUF. Com os melhores cumprimentos, Constança Domingues

Encerrada
C. M.
21/02/2026

Serviços não prestados

Venho por este meio fazer uma reclamação desta empresa ! Desde a pandemia que já não estava satisfeita quis rescindir contrato ao qual me dissseram não ser possível pois tinha mais um ano de contrato se não pagaria multa! Paguei o que tinha em falta com uma conta de 600€ enviada pelo um advogado com ameaça de penhora coerciva com a polícia local, paguei e deixei claro que não queria trabalhar mais com a empresa! Passados 2 anos recebo outra carta de um escritório de advogados a exigirem pagamento de 460€ devido aos serviços prestados! Nunca recebi visita nenhuma da empresa e estão a cobrar novamente! Já enviei a carta de rescisão de contrato e fiz um acordo de pagamento mas não posso estar a pagar um serviço do qual não é prestado !

Resolvida
F. C.
19/02/2026

Burla

Boa Tarde, Venho por este meio reclamar da empresa Medicare que hà meses que me tem vindo a perturbar através de mensagens a dizer que exigem pagamento de divida de 300 e tal euros quando eu já nao tenho medicare hà anos, desde 2017/2018 penso eu, na altura ate me certifiquei de cancelar a mesma pois desisti de ter o protocolo e nem sequer cheguei a usar a Medicare em nada. Recebo mensagens constantemente. Agradeço que isto acabe pois caso contrario serei obrigada a dirigir me a PSP e apresentar queixa por burla.

Encerrada
F. M.
18/02/2026

Faturação Indevida e desajustada

Exmos. Senhores, venho pelo presente, ,manifestar o meu total descontentamento e desagrado perante um escândalo enorme na faturação que a CUF está a efetuar aos seu "clientes". É mesmo chocante o que estão a fazer com as pessoas. Vai uma pessoa doente a precisar de ajuda, paga tudo o que tem de pagar e no fim por ter estado sentado no interior de uma sala a espera de algum tipo de recuperação, é logo cobrado o tempo que lá esteve sentado. Mais uma vez, isto é chocante. Sempre que alguém tiver de recorrer a estas entidades, acaba por ir mas preocupada com o tempo que estará sentada na respetiva sala. Aconselho a quem o faça que peça para aguardar cá fora e que lhes relembre para não faturar visto que está fora da sala de espera. Isto é totalmente do mal. Isto é uma forma para contornar tudo, nem colocam os acordos nem nada. É pago logo sem qualquer tipo de acordos, onde dizem que aquele tipo de consulta não tem acordos. quando estão a faturar o tempo que estivemos no interior á espera que a medicação fizesse efeito. MUITO MAU DA CUF. NÃO VÃO PARA A CUF......e mais, quando pedimos para colocar o numero de benificiário do seguro no cimo da fatura, á esquerda e senhora do balcão para atirar área para os olhos coloca o numero nas observações.

Resolvida
A. P.
14/02/2026
Tecnimed

Encomenda não recebida

Realizei a encomenda OCPFLDIGX junto da Curaprox/Curaden Portugal (entidade representada da Tecnimed no passado dia 15 de Janeiro. Durante várias semanas não recebi a encomenda e contactei a empresa. Passados vários dias disseram que ia receber e que o tracking estava em dia. Passados uns dias reparei que estava dado como entregue (sem que eu tenha recebido) e questionei novamente a empresa. Disseram que tinha sido entregue à empresa e que iriam fazer o reembolso. Passada uma semana ainda não tenho reembolso e a empresa deixou de responder aos emails

Encerrada
T. P.
11/02/2026

Burla

Estimados, Venho por este meio solicitar, novamente, o cancelamento do meu contrato com a MEDICARE nº.657037868. O contrato foi celebrado via telefone no dia 16/07/2014. Acontece que eu cancelei este serviço, via telefónica, no dia 16/05/2023 e qual é o meu espanto quando me dizem que tenho 373,50€ em dívida por mensalidade não pagas, pois o contrato renovou automaticamente, mesmo após eu ter cancelado dentro dos prazos de cancelamento. Meus caros, se quiserem vamos para tribunal para responderem pelos crimes de aliciamento e extorsão, estão a tentar cobrar uma dívida inexistente. Esta prática é criminosa. Por não ter havido qualquer confirmação da minha parte por escrito da adesão e muito menos da renovação, invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “. Eu, por não ter assinado nenhum termo onde conste uma fidelização da minha parte com a MEDICARE , Exijo: A imediata cessação de qualquer contacto ou tentativa de cobrança; A anulação dos valores alegadamente em dívida; A confirmação, por escrito, de que não existe qualquer dívida associada ao meu nome. Caso esta situação não seja resolvida de forma célere, irei avançar com reclamação junto do Livro de Reclamações, DECO, Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF) e demais entidades competentes. Aguardo resposta urgente e por escrito. Com os melhores cumprimentos, Tiago Ferreira

Encerrada

Factura para comparticipação sem resposta

Exmos senhores, inseri em 27/1/2026 factura no vosso site para reembolso no valor de 1322,58 eur e até à presente data nem sequer foi analisada por vós. Todas as formas de contacto possiveis remetem para chatbot como única forma de tentar resposta, sem sucesso.preciso de resposta urgente.

Encerrada
N. N.
07/02/2026
Ginásio New life

Cláusula penal abusiva e desproporcional- Ginásio New life Vagos

Venho solicitar o apoio da DECO relativamente a uma situação de cobrança abusiva por parte do ginásio New Life em Vagos. Sou detentora, juntamente com o meu namorado, de um Contrato Family. O contrato tem apenas 2 meses de vigência. O valor base da mensalidade é de 39,99€, sobre o qual nos foi aplicado um desconto de 10% (fidelização), ficando o valor final em 35,99€ por pessoa. Ao solicitarmos o cancelamento, o ginásio exige o pagamento de uma taxa fixa de 120€ por cada um (total de 240€). Considero este valor manifestamente ilegal e abusivo pelos seguintes motivos: Falta de Proporcionalidade: O benefício económico que recebemos foi de apenas 4€/mês cada um (total de 16€ em 2 meses). Exigir uma penalização de 120€ para recuperar um desconto de 8€ (por pessoa) viola o Artigo 19.º, alínea c), do Decreto-Lei n.º 446/85, que proíbe cláusulas penais desproporcionais aos danos sofridos. Ambiguidade e Falta de Informação: No ato da adesão ao "Pack Family", não fomos informados de que as taxas de rescisão seriam individuais e duplicadas, sendo que a informação sobre a taxa está dispersa no contrato. Apesar das mensalidades serem individuais, reforço que os contratos estão juridicamente interligados, uma vez que a manutenção do meu desconto de 10% está contratualmente dependente da permanência do segundo elemento (Pack Family). É, por isso, contraditório e abusivo que o ginásio considere os contratos unidos para efeitos de benefício, mas pretenda tratá-los como isolados para duplicar a taxa de cancelamento, especialmente quando o valor da penalização (120€ por pessoa) é astronómico face ao desconto recebido (8€ acumulados por pessoa). Disponibilizamo-nos para pagar o pré-aviso de 30 dias e a devolução dos descontos usufruídos. Solicito a mediação da DECO para a anulação desta taxa abusiva e para impedir que outros consumidores sejam lesados por esta prática.

Resolvida
M. P.
06/02/2026

Falha na prestação de serviço / Recusa de procedimento clínico solicitado

Venho apresentar queixa contra a médica executante do exame de ecoendoscopia realizado no dia Data 23/01/2026. A paciente, Maria de Lourdes P. Ferreira, foi encaminhada para este exame com o objetivo explícito de realizar uma biópsia a um tumor no pâncreas. Todos os formulários de consentimento e riscos (incluindo o de hemorragia) foram lidos e assinados. No entanto, a médica decidiu não realizar a biópsia, tornando o exame inútil para o diagnóstico e tratamento oncológico urgente da paciente. A médica assistente da paciente, assim como outros quatro médicos consultados, consideram que a decisão de não realizar a colheita foi tecnicamente injustificada e contrária à urgência do caso. Esta omissão obriga a paciente a submeter-se a um novo procedimento invasivo e a um novo gasto financeiro ao qual não tem condições de arcar, além de atrasar perigosamente o início do tratamento. Exijo a devolução imediata do valor pago por um serviço que não cumpriu a finalidade médica solicitada (a biópsia), bem como a assunção de responsabilidade pelo atraso causado no processo clínico da paciente.

Encerrada

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