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faturaçao incorreta
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato de fornecimento de serviços de comunicações eletrónicas com o nº FT101/10297049 de contrato e nº de cnta 315226051 . Alerto-vos para o erro existente na(s) fatura(s) enviadas – a operdadora nao esta cumprindo com os valores acorado no plano de pagamento, (que esta registrado por gravaçao na ligaçao com propria), no qual disse incluir os messes de setembro e outubro para parcelamento, alem dos valores ecessivos a ser cobrado como, valor diferencial na intalaçao e taxa de serviço. Solicito a correção imediata da(s) fatura(s) e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
Pagamento indevido
Exmos senhores, Venho por este meio solicitar a vossa ajuda na resolução do meu processo. No mês de agosto subscrevi o canal dazn para assistir a um jogo de futebol. Antes de completar os 30 dias cancelei a subscrição e fiquei descansada, pois pensei que estava tudo bem. Acontece que no mês de outubro foi-me debitado da conta o valor correspondente a uma mensalidade, nesta altura enviei email para a dazn a questionar a situação. A resposta foi que o meu serviço foi cancelado no entanto tenho que pagar durante 11 meses. Mediante isto não sei que possa fazer, preciso da vossa ajuda. Grata pela vossa colaboração Ana Fernandes
Cancelamento de subscrição
Olá bom dia, eu à uns bons meses utilizei a subscrição gratuita de 1 mês da plataforma dazn e ontem fui à aplicação e reparei que me tinham cobrado o valor mesmo eu a já tendo cancelado. Gostaria de saber o porquê de ao fim de dois meses é que me começaram a cobrar sendo que eu já a tinha cancelado sendo que na informação da subscrição não falava de duração de nenhum contrato.
Reembolso e Cancelamento
Exmo.(a) Senhor(a), Venho por este meio apresentar reclamação relativamente à subscrição efetuada na plataforma DAZN, no âmbito da campanha “1 mês grátis”. No momento da adesão, a informação disponibilizada foi insuficiente, ambígua e não destacava de forma clara e explícita que a oferta do “mês grátis” estava associada a um compromisso mínimo de 12 meses. Esta condição não estava visível de forma inequívoca nem destacada, violando o dever de informação pré-contratual previsto no Decreto-Lei n.º 24/2014, nomeadamente os artigos 4.º, 5.º, 6.º e 8.º, que obrigam à apresentação clara, compreensível e destacada de todas as condições contratuais relevantes, incluindo a duração mínima do contrato e eventuais fidelizações. Após descobrir que afinal existia um compromisso anual, tentei cancelar a subscrição, mas fui informado de que estaria vinculado durante 12 meses, apesar de nunca ter sido informado de forma transparente dessa fidelização. Assim, considero que houve prática comercial enganosa e falta de cumprimento do dever de informação, anulando a validade da fidelização imposta. A existência de várias reclamações públicas na DECO Proteste por situações idênticas demonstra que este problema é recorrente. Deste modo, solicito: 1. O cancelamento imediato da minha subscrição; 2. A anulação da fidelização aplicada, por falta de comunicação clara e insuficiência da informação pré-contratual; 3. A não cobrança de quaisquer valores futuros, uma vez que não houve consentimento válido para um contrato com duração mínima obrigatória. Solicito ainda confirmação por escrito do cancelamento e garantia de que não serão debitados montantes adicionais. Aguardo resposta dentro do prazo legal.
Subscrição Anual
Perfeito. Aqui tens uma reclamação pronta a copiar e colar no Livro de Reclamações Eletrónico, escrita da forma mais eficaz possível para este tipo de casos. ⸻ 📌 Reclamação formal – DAZN (mês grátis com fidelização não informada) Assunto: Contestação de fidelização e pedido de cancelamento sem encargos Exmo.(a) Senhor(a), Venho por este meio apresentar reclamação relativamente à subscrição efetuada na plataforma DAZN, no âmbito da campanha “1 mês grátis”. No momento da adesão, a informação disponibilizada foi insuficiente, ambígua e não destacava de forma clara e explícita que a oferta do “mês grátis” estava associada a um compromisso mínimo de 12 meses. Esta condição não estava visível de forma inequívoca nem destacada, violando o dever de informação pré-contratual previsto no Decreto-Lei n.º 24/2014, nomeadamente os artigos 4.º, 5.º, 6.º e 8.º, que obrigam à apresentação clara, compreensível e destacada de todas as condições contratuais relevantes, incluindo a duração mínima do contrato e eventuais fidelizações. Após descobrir que afinal existia um compromisso anual, tentei cancelar a subscrição, mas fui informado de que estaria vinculado durante 12 meses, apesar de nunca ter sido informado de forma transparente dessa fidelização. Assim, considero que houve prática comercial enganosa e falta de cumprimento do dever de informação, anulando a validade da fidelização imposta. A existência de várias reclamações públicas na DECO Proteste por situações idênticas demonstra que este problema é recorrente. Deste modo, solicito: 1. O cancelamento imediato da minha subscrição; 2. A anulação da fidelização aplicada, por falta de comunicação clara e insuficiência da informação pré-contratual; 3. A não cobrança de quaisquer valores futuros, uma vez que não houve consentimento válido para um contrato com duração mínima obrigatória. Solicito ainda confirmação por escrito do cancelamento e garantia de que não serão debitados montantes adicionais. Aguardo resposta dentro do prazo legal.
Fatura - cobrança indevida
Exmos. Senhores da DECO PROTESTE, Venho, por meio desta, solicitar o vosso apoio relativamente a uma situação de cobrança indevida por parte da operadora Vodafone. No momento da contratação dos serviços da Vodafone, foi-nos claramente informado que, ao término do período de fidelização, caso optássemos por mudar de operadora, o cancelamento dos serviços seria efetuado de forma automática após a realização da portabilidade, não sendo necessário qualquer pedido adicional da nossa parte. No dia 09/09/2025, solicitámos a mudança do serviço da Vodafone para a Digi. Em 14/10/2025, o equipamento da Digi foi instalado na minha residência e, no dia 16/10/2025, foi concluída a portabilidade do meu número de telemóvel. De acordo com a informação prestada aquando da adesão, entendíamos que este processo resultaria automaticamente no cancelamento dos serviços da Vodafone. No entanto, no dia 05/11/2025, recebi por e-mail uma fatura da Vodafone. Ao analisar o documento, verifiquei que o período cobrado não correspondia aos serviços efetivamente prestados. Por esse motivo, no dia 18/11/2025, desloquei-me à loja Vodafone no Montijo em busca de esclarecimentos. Para minha surpresa, fui informada de que o serviço não tinha sido desativado e que a cobrança continuaria até que fosse efetuado um pedido formal de denúncia — procedimento que nunca nos foi comunicado e que contradiz diretamente o que nos foi garantido no momento da contratação. Fui ainda alertada de que, além da fatura já emitida, uma nova cobrança seria gerada, dado que apenas em 18/11/2025 foi possível realizar a denúncia do contrato e proceder à devolução dos equipamentos. Diante do exposto, solicito que a cobrança seja ajustada, considerando apenas os serviços efetivamente prestados, nomeadamente até 14/10/2025 (TV e Internet) e até 16/10/2025 (data da portabilidade da linha móvel). Em anexo, envio: o e-mail da Vodafone confirmando a realização da portabilidade; o pedido de denúncia de contrato datado de 18/11/2025; a fatura emitida, com o respetivo detalhamento. Solicito, assim, o vosso apoio e esclarecimento quanto à legalidade destas cobranças por serviços não prestados e à discrepância entre a informação fornecida no momento da contratação e o procedimento exigido pela Vodafone. Com os melhores cumprimentos,
Facturação indevida. Burla aos clientes
Exmos. Senhores da DIGI, Venho, por este meio, apresentar a minha reclamação relativamente à decisão recentemente comunicada por V. Ex.as, referente ao problema recorrente com um dos meus contactos e à falta de resolução adequada do serviço prestado. Desde o início da situação, procurei sempre resolver o problema pelos meios disponíveis: dirigi-me aos vossos stands, contactei a linha telefónica diversas vezes e apresentei reclamações formais. No entanto, a resposta era sempre a mesma — que teria de aguardar — e, cada vez que ligava, acabava por esperar meses sem qualquer solução efetiva. Assim, não se tratou de falta de tentativa da minha parte, mas sim da inexistência de resolução por parte da vossa equipa. Em junho deste ano, após mais uma reclamação agora enviada por e-mail, recebi finalmente uma resposta confirmando que iriam proceder ao acerto dos valores cobrados indevidamente. Contudo, apesar do acerto efetuado, não me foi enviado um novo cartão funcional. Opção vossa!!!! Não minha!!!! recebi um cartão defeituoso que nunca foi substituído, mantendo o contacto inoperacional. Aguardei pacientemente até novembro por uma solução concreta, mas sem qualquer avanço e não sendo admissível continuar a aguardar por um serviço ao qual não tinha acesso, decidi cancelar não apenas um, mas ambos os serviços associados. E agora em forma de retaliação da vossa parte, a desculpa que me dão em relação a toda esta questão é que tenho de pagar porque pedi os códigos de portabilidade e já não quero ser vossa cliente. Sendo que é um direito meu, visto que os vossos serviços não me foram prestados em concordância com o primeiro contato que vos fiz. De acordo com o artigo 9.º, n.º 4 da Lei n.º 24/96 (alterada pela Lei 47/2014), não estou obrigada a pagar por serviços que não foram efetivamente prestados. Deste modo, venho solicitar: A faturação correta apenas do período em que o serviço do cartão operacional esteve efetivamente ativo e funcional até ao dia de hoje; A correção da fatura em conformidade com a legislação aplicável, que determina que não pode ser cobrado qualquer valor relativo a um serviço que não foi prestado. Agradeço desde já a atenção e aguardo a regularização desta situação com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Tânia Mileu
Reembolso não efectuado
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato de fornecimento de serviços de reembolso com a encomenda Nª Encomenda 5825-901370-9055-A Face ao problema detetado, não entrega de mercadoria no valor de 957,30€, e depois de vários contactos tanto por email como telefónicos e resposta de departamento correspondente á questão de que o reembolso seria feito no dia 7 de Novembro, ainda não me foi enviado o mesmo ou nota de crédito. solicito a vossa ajuda em relação ao reembolso da quantia em causa. Solicito a correção imediata da situação e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
Cobrança indevida
Exmos. Senhores, No início deste ano, celebrei um contrato com a Digi que incluía dois números. No entanto, um dos cartões enviados nunca funcionou desde o primeiro momento. Assim que o recebi, entrei em contacto telefónico com o apoio ao cliente para reportar o problema e, adicionalmente, dirigi-me a vários stands da Digi em centros comerciais. Fui informada de que já existia uma reclamação em aberto e que deveria aguardar o contacto da vossa equipa. Passado um mês sem qualquer resolução, voltei novamente a um dos stands para pedir uma solução, uma vez que necessitava do cartão operacional. Solicitei a substituição do cartão por um novo, mas, mais uma vez, fui informada de que precisava aguardar a conclusão da reclamação existente. Ainda assim, o problema nunca foi resolvido. Em junho, após não conseguir uma solução nem por telefone nem presencialmente, enviei um e-mail a relatar novamente toda a situação. Nesse momento, fui informada de que tinham refeito as contas e que, de facto, não iriam cobrar o cartão que não funcionava — apenas o outro número ativo. Contudo, apesar deste reconhecimento, nunca me foi enviado um cartão novo, e portanto o serviço continuou impossibilitado de ser utilizado. Agora, quase um ano depois, estão a solicitar o pagamento do valor total referente aos dois cartões, sendo que um deles jamais foi utilizado porque nunca funcionou e nunca foi substituído, apesar de todas as minhas tentativas de resolução. Desta forma, solicito: A regularização imediata da faturação, eliminando qualquer cobrança relativa ao cartão que nunca funcionou. A correção dos valores em dívida, considerando apenas o cartão efetivamente utilizado. Uma resposta formal sobre o motivo pelo qual, após tantos contactos, nunca foi providenciada a substituição do cartão defeituoso. Aguardo uma resolução célere. Com os melhores cumprimentos, Tânia Mileu
Cobrança Indevida sem Autorização de Seguro
Acabei de verificar na minha fatura da NOS que me encontro a pagar um seguro do qual não fazia qualquer ideia de que se tratava. Decidi verificar faturações anteriores e verifiquei que desde Julho que estou a ser cobrada. Apos contactar o serviço ao cliente disseram-me que a ativação foi feita (acredito) dia 18 de Julho de 2025. Eu perguntei como e qual o nome da pessoa que ativou pois precisada de reclamar dado que não autorizei nada. O assistente teve a "lata " de me dizer, como se nada fosse, que não fazia ideia pois ou documento a provar a autorização nem sequer existia na minha fixa. Perguntei como é que era possível estarem a cobrar-me um valor sem no mínimo um documento que comprove que ele existe e de forma ilegal aparentemente. Ele disse que também não estava a perceber mas que no sistema dele dizia que não havia, mas como os sistemas são diferentes alguém teria. Depois disse-me que EU fui a uma loja fazer o seguro pois a informação que têm é que eu fiz pessoalmente numa loja da NOS. Ora ainda mais interessante, eu respondi que não só aparentemente, não existe documento a comprovar isso, como por acaso eu nem me encontrava em Portugal nessa data para o poder ter feito portanto ou alguma coisa de errada se passa ou alguém se fez passar por mim com a minha documentação a autorizar um seguro no documento que nem existe. Depois informou-me que afinal não foi por loja que pode ter sido por telefone mas que de facto também não existia chamada nenhuma nesse dia nos meus registos. Pedi para falar com alguém que tivesse a informação dado que o "sistema dele não tinha" e de repente os sistemas já são todos iguais e ninguém tem e que apenas restava falar com o supervisor dele. Fiz o pedido e agora estou a aguardar dita chamada. Pedi também a gravação da chamada como prova de que foi confirmado que não existe documento que comprove a minha autorização da assinatura do seguro. Igualmente o assistente disse que ia fazer o pedido mas não me soube dizer quando nem como iria receber a gravação. Acabei por pesquisar online que não sou o primeiro caso de cobrança de seguro indevido. Preciso de perceber como resolvo esta situação pois acredito ser ilegal. Obrigado pela atenção.
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