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Reclamação – DAZN / Cancelamento de Período Gratuito
Exmos. Senhores, No dia 28 de agosto de 2025, aderi ao serviço DAZN Portugal, aproveitando a campanha de “1 mês grátis, com possibilidade de cancelamento em qualquer altura durante esse período”. Cancelei a subscrição ainda dentro do prazo promocional, conforme indicado na vossa oferta. No entanto, ao verificar a minha conta, constatei que me foi atribuída uma fidelização até agosto de 2026, algo que nunca aceitei nem me foi claramente comunicado no momento da adesão. Esta situação é inaceitável e contraria não só a publicidade da promoção, como também a legislação de defesa do consumidor em vigor em Portugal, nomeadamente: • O direito de livre resolução (Decreto-Lei n.º 24/2014), que assegura ao consumidor a possibilidade de desistir de contratos celebrados à distância no prazo de 14 dias, sem penalizações; • A promessa expressa de que o período de teste seria gratuito e sem compromissos, podendo ser cancelado sem custos; • A obrigação de prestar informação clara e transparente quanto a eventuais fidelizações, obrigação essa que não foi cumprida; • A nulidade de cláusulas abusivas que imponham vinculações não consentidas ou contraditórias com a publicidade feita. Deste modo, venho exigir: 1. O cancelamento imediato e definitivo da minha subscrição, sem encargos futuros; 2. A remoção de qualquer fidelização associada à minha conta; 3. O reembolso de eventuais valores já cobrados indevidamente. Se a situação não for corrigida no prazo máximo de 10 dias úteis, apresentarei queixa formal junto da Direção-Geral do Consumidor, ASAE e do Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo. Fico a aguardar resposta escrita e a regularização da situação. Com os melhores cumprimentos, David Prazeres
Facturação indevida
Tendo o meu filho com 8 meses dado sinais de ter alergia a produtos com leite e ovos, decidi contactar a trofa saude para proceder a um teste de alergia. Quando contactei a trofa saude para a marção da consulta através do telefone, foi indicado que era necessário marcar uma consulta com o médico da especialidade e que durante a consulta faria então os testes de alergia necessários. Assim foi, passei a consulta na recepção (antes de entra), fui à consulta onde foram feitos os testes e no final fui embora sem mais informação relevante. Para meu espanto, uma horas mais tarde recebo uma factura da Trofa Saude para pagar extra (exame de alergia 80euros e " PISO DE SALA COMPREENSIVO AMBULATÓRIO NÍVEL I" 30 euros). Fiquei completamente incrédulo como é possivel enviarem uma factura à posteriori sem que em qualquer momento me tivesse sido informado que o teste teria um custo extra e qual seria esse mesmo custo para poder então decidir se queria proceguir com o mesmo ou não. Ainda mais espanto e revolta foi o papel em cima da marquesa custar TRINTA EUROS, isto é completamente má fé e abuso. Contactei a secção de facturação da Trofa Saude, expus a situação mas sem qualquer resultado, simplemente disseram que teria de pagar. Esta prática é a meu ver completamente abusiva e inademissivel, não pode ser legal cobrarem por algo sem que eu como cliente tenha conhecimento do seu valor.
Reclamação sobre faturação e perda da confiança
Exmos. Senhores, Venho por este meio expressar a minha total insatisfação com a vossa conduta recente. Recebi a mensagem a informar a perda da Tarifa Social de eletricidade, benefício que nunca tive em toda a minha vida desde que vivo em Portugal. Considero esta comunicação uma forma de preparar o cliente para aumentos sucessivos na fatura, criando a ilusão de que existia um desconto aplicado. A prova disso está clara: em julho a minha fatura foi de 56,97€ e, em agosto, passou para 100,69€. Está evidente que o vosso objetivo nunca foi manter um preço justo e transparente, mas sim aumentar os valores mês após mês, sob o pretexto de um benefício que, na prática, nunca existiu. Para agravar a situação, quando entrei em contacto com o vosso apoio ao cliente e pedi que me enviassem a informação que a Goldenergy alegadamente recebeu da DGEG, a resposta foi que não poderiam enviar-me essa documentação. Esta recusa demonstra falta de transparência e apenas reforça a perceção de que o cliente está a ser enganado. Trata-se de uma jogada desleal e pouco séria para com o cliente. Por este motivo, informo que irei rescindir o contrato com a Goldenergy e expor esta situação à DECO PROTESTE, para que todos tenham conhecimento da forma como estão a atuar no mercado. Cumprimentos,
COBRANÇAS INDEVIDAS
A Vodafone realizou descontos do meu saldo , bem como débitos da minha conta bancária por uso de dados móveis após esgotar o meu limite. Contudo, não recebi nenhuma mensagem sobre o consumo total do plafond e muito menos que estaria sendo cobrada. Fiz reclamação no Livro e a resposta padrão não esclarece ou justifica o motivo das cobranças, deixando claro o descumprimento de normas legais da Lei de Comunicação. 1- A Vodafone não prova que foi enviado SMS a informar que o meu plafond de dados móveis havia se esgotado e que passariam a cobrar em caso de uso. 2- A Vodafone não prova que enviou SMS a alertar o consumo realizado após a cobrança, uma vez atingido o limite; 3- A atendente do chat no dia 04/08/2025 prestou informação incorreta ao informar que as cobradas eram devidas às chamadas realizadas fora do meu plafond. Se a mesma tivesse prestado informação correta, no sentido de que eram, na verdade, por dados moveis e não por minutos excedentes (chamadas), a situação não teria se repetido. 4- O crédito de 15€ então fornecidos, para todos os efeitos, não estava relacionado ao uso de dados móveis, mas sim de minutos excedentes, de acordo com a informação prestada pelo chat Vodafone no dia 04/08/2025. 5- A Vodafone informa que a partir de 15/08/2025 as comunicações de dados moveis passaram a ser cobradas e descontadas do saldo, contudo, conforme já demonstrado, essas cobranças e descontos ocorreram muito antes desta data, tanto que no dia 04/08/2025 eu reportei tais cobranças e foi efetuado o crédito. 6- A Vodafone está a descumprir normas legais, decisão final da ANACOM de 22/07/2025, pois está proibida de realizar cobranças e débitos automáticos por uso de dados móveis, sem ao menos alertar ao cliente de que passará a ser cobrado. A Vodafone praticou atos de irregularidade, fora o descaso, já que tentei falar no chat por 4x e em todas as vezes, por não ter resposta, encerrou a conversa. Desejo que a situção seja resolvida, com a restituição do saldo, bem como dos valores descontados à minha conta bancária.
Cobrança indevida
Exmos. Senhores, Sou titular do cartão Nº 4064750902637961 e tenho duvidas relativamente ao extrato emitido em (28/07 a 28/08). Sendo que não obtive resposta ao pedido de esclarecimentos que vos fiz chegar, solicito a vossa resposta ao mesmo com a maior brevidade. Cumprimentos.
Não cumprimento da Apólice
Sou cliente Advancecare e como a mesma não está a cumprir o contrato, deixo exposto aqui o caso. No documento contratual, na cobertura de Despesas, consta expressamente: “Terapia da Fala: 16 € por sessão (em Rede)” “Fora da Rede: sem comparticipação” Em nenhum momento é feita qualquer referência a valores distintos caso a Terapia da Fala seja prestada através da chamada “Rede Bem-Estar”. Assim, a cobrança de 27,50 € por sessão, justificada com base nessa distinção, não encontra suporte contratual e viola o disposto na apólice. Recordo que: Nos termos do art. 6.º e art. 8.º da Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor), tenho direito a informação clara e adequada, não podendo ser prejudicada por lapsos ou informações incorretas prestadas pelo segurador. Nos termos do art. 18.º e 24.º do DL n.º 72/2008 (Regime Jurídico do Contrato de Seguro), a seguradora está vinculada às condições da apólice e, em caso de dúvida ou omissão, deve prevalecer a interpretação mais favorável ao consumidor. Deste modo, peço reembolso integral da diferença indevidamente cobrada em todas as sessões futuras de terapia da fala realizadas na Policlínica Villas de Palmela, já que o valor contratual aplicável é de 16 € por sessão.
Consumos estimados contínuos
Exmos Senhores Durante vários anos fui cliente da Medigás até ao fim do ano transacto. O serviço ao cliente era simples, viável e transparente, bastava ligar 800 507 516 aos dias 18 a 20 de cada mês, com info. do consumo de gás natural. A factura recebida tinha exacto valor dos mts3 comunicados. A entrada da Floene em Portugal, pela "mão" da empresa parceira, veio alterar os procedimentos usuais. A facturação é baseada em estimativas, ora variação esta com pouca lógica e muita nebulosidade. Empresas de serviços só activam tal, no caso do cliente de férias, ou esquecimento etç A 16 Agosto enviei mensagem a mostrar a discrepância, entre os mts3 de consumo real e os estimados. Alvitrei que se poderia fazer o acerto na próxima fatura. A resposta veio célere, mas evasiva e inconsequente. Feitas as contas, consumo efectivo e facturado, desde 20 Janeiro a 20 Agosto, tenho o prejuízo de cerca 14 mts3, cobrados a mais. O consumo facturado de 77 mts3 aprox. e o consumo real 63 mts3. Peço o obséquio aos estimados/as juristas da Deco darem seguimento à reclamação. Antecipadamente grato António da S. Feijão
Não cancelamento do plano na vigencia do contrato
Desde dezembro de 2024 que por telefone quando tentaram me oferecer um plano mais caro, eu manifestei o encerramento do contrato na vigência. Informado por uma assistente que só poderia solicitar em abril de 2025. solicitei que registrasse o pedido de não renovação do contrato. uma vez que não fizeram, Entretanto fiquei desempregada e solicitei cancelamento do plano e mais uma vez foi me negado. Então desativei o debito direto por não ter dinheiro para pagar o plano. Por vezes fui confrontada pelos assistentes em tom de ameaça que ficaria com a dívida. Falei pode cobrar, mas uma vez manifestei o meu não interesse pelo plano por ter um custo a mais que não consigo cumprir. Mais uma vez saliento que estou desempregada e não tenho condições de pagar o plano, não vou deixar de comer e dar de comer a minha filha para pagar plano de saúde. É um dos piores planos de saúde que já tive na vida. Porque já tive outros e nunca passei a maior dor de cabeça. Porque não me dão o direito de cancelar o plano só porque querem. EU APENAS QUERO CANCELAR O PLANO. Registei no fale conosco, por telefone das vezes que me ligaram. Mais ninguém regista nada, não fica nada escrito. Só dizem que não tem pedido nenhum, nenhum registo nada. Quero a gravação de todas as ligações desde de maio de 2024. Porque vou pedir apoio jurídico - DECO e/ou segurança social, porque não vou ficar com uma dívida de algo que não posso pagar
Leitura de contador não controlável
Exmos Senhores Temos vindo a detetar um aumento significativo do valor da fatura da eletricidade. Inclusivamente, a fatura anexa cujo período de faturação foi 25 de fevereiro a 25 de março deste ano no valor de 102,76€ corresponde a um período em que estivemos ausente de casa. Desde que instalámos painéis fotovoltaicos a GALP deixou de nos informar a leitura do contador. Contactada a GALP da loja do Cidadão de Cascais informam-nos que apenas se limitam a debitar o consumo que lhes é comunicado pela REN o que não permite o nosso controlo de leituras. Para efeito do controlo da fatura só vemos 2 alternativas: 1 - A GALP/REN passam a informar na fatura a leitura realizada (que é realizada remotamente), 2 - Voltar ao sistema antigo de comunicação de leitura pelo cliente (alternativa recusada na loja do cidadão).
Cobrança Indevida de Mensalidade Após Atestado Médico e Cesariana de Emergência por risco de vida
Desde que a minha filha nasceu que tenho tentado tratar com o Holmes Place esta situação, sendo os meus emails ignorados e as chamadas realizadas com o apoio ao cliente, completamente inconclusivas, referindo que "estão a tratar do meu processo" mas estão a dizer a mesma coisa há 4 meses. Fui sócia do Holmes Place de Cascais ao longo da minha gravidez toda, mas porque a minha saúde se deteriorou durante a mesma e consequentemente, corria riscos tanto para mim como para a vida do meu bebé, tive de interromper as minhas idas ao ginásio. Era subscritora de um plano sem fidelização, vale referir. Não era situação que a própria equipa Holmes Place Cascais não estivesse a par, porque já tinha vindo a informar verbalmente no balcão da minha situação, mas disseram-me para ficar descansada, que as condições estabelecidas para pessoas no meu caso (gravidez) e em situação de doença não eram as mesmas para os demais e que bastava entregar a documentação necessária quando tivesse necessidade para tal e a situação ficaria resolvida, na condição de pagar uma taxa única para interrupção da minha subscrição para que, quando estivesse pronta para voltar a treinar, bastasse informar e retomar sem problema. Depois de uma consulta com o obstetra de caráter urgente e fora das que estavam planeadas até ao fim da minha gravidez, foi-me me pedido para interromper qualquer atividade física porque corria fortes riscos de entrar em trabalho de parto e eu não podia porque tinha placenta prévia, ou seja, se efetivamente entrasse em trabalho de parto, tinha uma hemorragia interna muito grande e corria risco de vida, como podia também por a vida do meu bebé em risco. Pedi ao médico para me passar um documento formal para entregar ao ginásio de forma a justificar esta interrupção repentina e assim o fez. Enviei a mesma no final de abril à Sales Manager do Holmes Place Cascais e fiquei descansada porque já tinha falado da possibilidade disto acontecer com os colegas de front office, por isso nada indicava que fossem agir de má fé. A minha filha nasceu efetivamente prematura via cesariana de emergência no dia 1 de maio, sendo que só tinha DPP para o final do mês. - já se encontrava em sofrimento quando cheguei à maternidade pela perda abrupta de líquido amniótico. Qual foi o meu espanto quando fui ver o extrato dos últimos tempos e me apercebi que não só cobraram o mês de maio, como me cobraram o mês de junho. Porquê se eu tinha informado a tempo, ANTES do mês de abril acabar e a minha situação era claramente inesperada. Pensei eu que se tratasse de um engano, por isso contactei o ginásio, que me passou ao telefone à Sales Manager, que voltou atrás com a palavra dos colegas que tinham falado comigo presencialmente a meio do mês de abril e que me disse que se eu queria não ter pago o mês de Maio, que "deveria ter avisado com pelo menos 30 dias de antecedência que o queria fazer, mesmo no meu caso específico - GRÁVIDA e com um parto PREMATURO". Agora expliquem-me - como é que eu poderia ter avisado com 30 DIAS DE ANTECEDÊNCIA que a minha filha ia nascer PREMATURA? Será que sabem algo que eu não sei e a ciência avançou ao ponto de agora se adivinhar este tipo de coisas? Não frequentei o ginásio NENHUM dia do mês de maio pois como disse entrei no bloco operatório para o parto no dia 1 de maio e mal me conseguia levantar da cama depois da cirurgia, quanto mais fazer exercício físico nas instalações Holmes Place. Enviei um email no mês passado que até HOJE, dia 27 de Agosto, continuo à espera de sequer uma acusação de receção do meu email, quanto mais uma resposta. É de uma falta de tudo, mas principalmente de ética e sensibilidade que um clube que se diz uma referência no mercado fazer isto a uma grávida, a uma recém mãe, e especialmente a alguém que passou por tudo o que eu referi acima e que como toda a gente porque somos SERES HUMANOS, jamais poderia adivinhar da situação em que iria estar com 30 dias de antecedência para poder dar um aviso prévio. Não se trata de alguém que já não lhe apetece ir treinar, trata-se de uma gravidez! Agradeço uma resolução rápida à minha situação, sob pena de ter de escalar a situação às vias judiciais.
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