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Alteração valor da fatura sem aviso prévio
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, expressar formalmente a minha profunda insatisfação relativamente à alteração dos valores faturados nos meses de agosto e setembro, que passaram para o montante de 41,49€, sem que tal me tenha sido comunicado previamente. No final de junho, contactei os vossos serviços com o objetivo de solicitar a alteração de morada e instalação de nova BOX. Durante a chamada, foi-me claramente indicado que as condições contratuais se manteriam inalteradas, sendo o único custo adicional o pagamento de 50€ relativos à deslocação e instalação. Contudo, após análise das faturas seguintes, verifiquei com perplexidade que os valores mensais foram alterados, contrariando o que foi acordado. Quando expressei esta situação à MEO, as soluções apresentadas foram: Aguardar a audiência da gravação da chamada para eventual retificação do valor — o que, repito, não constitui solução, mas apenas uma correção de um erro cometido pela MEO, sem qualquer compensação para o cliente, prejudicando seriamente a relação de confiança estabelecida; Falar com o operador que poderia reduzir novamente o valor da mensalidade, mas implicando o início de um novo contrato com novo período de fidelização, o que considero totalmente inaceitável. Não pretendo prolongar qualquer vínculo contratual com uma empresa que altera os valores contratados sem qualquer aviso prévio. Foi-me posteriormente dada razão após análise da gravação da chamada, o que comprova que o valor cobrado estava incorreto. Como “compensação”, foi-me oferecida, a título excecional, uma mensalidade gratuita, o que considero manifestamente insuficiente, dado que a responsabilidade do erro foi da MEO. O mínimo exigível seria, além da devolução dos valores cobrados indevidamente, uma compensação adicional pela situação criada, tendo em conta que o valor do meu pacote atual já não é competitivo face à oferta de mercado. De forma ainda mais preocupante, após nova análise das minhas faturas, constatei que a mesma situação se verificou já no início do ano, com valores incorretamente faturados nos meses de dezembro, janeiro e fevereiro. Isto revela um padrão de faturação incorreta, sistemático e lesivo para o cliente, que coloca seriamente em causa a transparência e seriedade da vossa atuação. Face ao exposto: Solicito a correção imediata de todos os valores faturados indevidamente; Solicito a devolução ou crédito em fatura dos montantes cobrados indevidamente nos meses em questão; Solicito uma compensação adicional pela falha contratual e pela quebra de confiança causada por estas sucessivas situações. Mais informo que, perante a recorrência destes incidentes e a falta de uma resposta verdadeiramente justa e adequada por parte da MEO, estou seriamente a considerar a rescisão do contrato e a mudança para outro operador, com ofertas mais competitivas e maior respeito pelo cliente. Aguardo resposta célere e eficaz à presente reclamação.
FRAUDE
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato nº 145 717 21 38. Alerto-vos para o erro existente na(s) fatura(s) enviadas com o seguinte fundamento: Aderi a um serviço de internet movel para PC/Tablet em 10/05/2025 com o nº 965126924. Na fatura relativa ao mês de junho constava um valor de 9,969€ referente a consumos que desconheço. Em Liguei para o 16200 e não me sabendo dizer do que se tratava disseram que iriam emitir uma nota de credito desse valor e que iriam bloquear quaiquer subscrições. No entanto nos meses seguintes continuaram a debitar esses valores. FT A/847724675 de 14/ago/25 FT A/849767908 de 14/set/25 Todos os anos a MEO tenta roubar-me 9,969€ por mês no serviço de internet móvel que contrato para a minha casa de férias uma vez que nunca souberam dizer exatamente do que se trata. Desconheço a origem destes valores e por isso solicito a correção imediata da(s) fatura(s) e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
Cobrança indevida
Desempregados, meu marido e eu, fomos pedir auxílio do Google para fazer um curriculum. Encontramos a empresa CV maker, o valor de 2€ por um currículo e razoável. Pois nos inscrevemos. Porém, o site só deixava fazer a inscrição se colocasse um cartão de crédito. Colocamos na confiança.. Isso, foi no dia 08/09.. mês passado, mais ou menos Depois de uns dias caiu uma cobrança de 20€ Hj dia 02/10, outra cobrança de 20€ Esse cartão tinha o limite de 180€ para fazermos o mercado do mês. Pois como menciono acima, estamos desempregados, eu sou uma mulher neuro divergente, autista, para achar um trabalho e muito mais difícil, e agora não temos mais o dinheiro para o mercado. Entrei em CTT com a empresa eles se negam a fazer a devolução dos valores cobrados, isso e ilegal e desumano, por gentileza gostaria de ter nosso 40 € de volta no cartão
SANTANDER
Tinha um cartao de credito no santader que tinha gasto os 1000€ de plafond, Na altura não tinha como pagar pois recebia bastante pouco de salario e estava complicado em termos financeiros. O banco contratou uma empresa totalmente desconhecida que me ligava para me ameaçar e pedir dados pessoais nunca atendi porque nao atendo a números desconhecidos, Este mes dou conta que o banco me meteu a divida do cartao de credito como saldo negativo na conta principal ou seja o que aconteceu é que recebi o meu salario e fiquei sem um centimo porque o banco levou tudo sabendo que isto é um acto ilegal em portugal, liguei para o banco preocupado e a resposta que tive foi uma senhora a falar mal educadamente e sem nenhuma humanidade para entender a situação.... Isto é uma vergonha irei avançar com o tribunal, Por falta de respeito e tambem por actos ilegais nunca recebi um mail a dizer que o meu saldo da conta principal ficaria em negativo...
Plano Anual Cancelamento DAZN PORTUGAL
Exmos. Srs, No dia 30/08/2025, aderi ao serviço DAZN através de uma campanha que anunciava um mês grátis. Anunciavam na website 1 mês de oferta para uso do serviço, sem em qualquer indicação ao consumidor de que para ter acesso ao referido mês experimental teria de ficar associado a um plano anual, que não permitem ser cancelado antes de se passar o referido ano de contrato. Tentei explicar esta situação aos assistentes da DAZN que se recusam em entender a situação alegando que quando me registei para ter um mês grátis, os termos estavam claros, termos esses que expliquei que nem sequer estavam disponíveis para consulta. Contudo para não sair prejudicada paguei mais uma mensalidade no dia de hoje 2/10/2025 conforme imagem em anexo para não existir qualquer tipo de constrangimento para o meu lado, visto isto gostava de obter o reembolso desse valor 16.99€ Acresce ainda que nos termos do artigo 11.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, encontro-me dentro do prazo legal de 14 dias para exercer o meu direito de livre resolução, sem qualquer custo ou penalização. Friso que nesse mesmo dia que aderi realizei o cancelamento do serviço devido a não ter gostado do mesmo. Todavia, ao tentar exercer esse direito, a DAZN não disponibilizou um processo simples e imediato de cancelamento, como a lei exige, criando entraves indevidos ao consumidor. Assim, exijo o cancelamento imediato da subscrição, sem quaisquer custos associados, bem como a devolução de qualquer valor que me cobrem. Aliás, já informei a DAZN que NÃO irei utilizar os serviços deles.
Débito direto retirado da conta bancária
Venho por este meio comunicar que a Domestic and General insurance é uma empresa fraudulenta que me debitou 7,99€ por 4 meses seguidos da conta sem autorização. Agora quero que me reembolsem por completo até ao fim do dia de hoje e que me garantam que nunca mais iram cobrar nada da minha conta, caso contrário irei tomar as medidas legais necessárias para terminar por completo esta empresa.
Cobrança indevida
Venho por este meio reclamar a cobrança indevida de 5€ por um suposto plano experimental que não me foi concedido. Inicialmente teria realizado um plano experimental há cerca de um ano e quando voltei a instalar a aplicação, venderam-me um novo pack de 5€ dizendo que era um novo plano experimental. Porém, só após o pagamento é que a aplicação detetou que já teria usufruído de um período experimental prévio, bloqueando-me acesso a todas as aulas e não me permitindo obter o reembolso (apesar de o erro ter sido da aplicação), dizendo que para usufruir da aplicação teria agora de comprar um pack normal de 50€. A meu ver, o problema foi a aplicação me ter cobrado os 5€ desde logo, quando deveria ter avisado desde início que já não seria candidata a esse pacote.
Fatura com valores indevidos
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, reforçar a minha reclamação junto da empresa Lusíadas SA, relativamente a uma fatura emitida de forma incorreta na sequência de uma consulta realizada no dia 4 de julho de 2024. Conforme comunicado anteriormente junto desta empresa, nesse dia fui informada de que o sistema informático da Multicare estava indisponível, tendo-me sido emitida uma fatura com valor incorreto, sem qualquer aviso prévio sobre o procedimento adotado. Após questionar a Multicare sobre esta situação, a seguradora referiu que o procedimento quando o sistema não está operacional passa pelo operador do prestador do serviço contactar a seguradora via telefone, de forma a aplicar os valores correctos na fatura. Tal não aconteceu e a prestadora do serviço emitiu uma fatura com valores tabela, completamente diferentes dos acordados com a seguradora. Após várias reclamações, a Lusíadas SA continua a insistir que devo pagar a fatura incorreta e posteriormente solicitar reembolso junto da Multicare, o que se revelou falso, uma vez que a seguradora me esclareceu que a fatura deve ser anulada e substituída por outra correta, emitida manualmente pela própria Lusíadas SA. Até hoje, apesar das várias tentativas de resolução, a Lusíadas SA não procedeu à emissão da fatura correta, impedindo-me de regularizar a dívida conforme é meu propósito desde o início. Ressalvo que esta situação tem-me causado um grande transtorno, pois não sou pessoa de ficar a dever e sempre procurei cumprir com as minhas obrigações de pagamento de forma correta e atempada.
Induzida falsamente a ficar com auriculares
Venho, por este meio, manifestar a minha indignação e contestar as mensagens insistentes e de teor ameaçador que tenho recebido do Credibom Os técnicos da empresa OMD Auditivo, vieram a minha casa e insistiram que ficasse com os aparelhos auditivos e que se não me habituasse eles recolhiam o equipamento e não tinha de pagar. Sou uma pessoa idosa, com 89 anos, vivo sozinha numa aldeia e tenho sérias limitações de mobilidade. Fui induzida a assinar um contrato de compra de uns auriculares que nunca utilizei e que procurei, desde o início, devolver. Apesar das minhas tentativas de devolução, sempre me foi dito para voltar a tentar em momento posterior, o que inviabilizou a resolução da situação dentro do prazo devido. Por fim deixaram de me atender e continuaram a debitar a minha conta Os bens permanecem intactos e nunca foram recolhidos Não aceito, por isso, ser alvo de pressões e muito menos através de mensagens com tom ameaçador. Tal conduta, para além de abusiva, poderá configurar assédio perante uma consumidora idosa e vulnerável. Passaram 5 anos e finalmente a minha filha descobriu e soube que eu nunca tinha comunicado o meu problema por vergonha pois fui enganada no valor superior a 4000€ Assim, exijo a devolução integral de todas as quantias que paguei desde 2020, incluindo os valores adicionais que foram exigidos por mensagens, bem como a cessação imediata de quaisquer cobranças. Devo ainda mencionar que passados estes anos ainda não necessito de aparelho auditivo. Sem outro assunto, subscrevo-me, Atentamente, Maria Carlota Simões Feliciano Contribuinte 153826312
Publicidade Enganosa
No dia 31/08/2025, aderi ao serviço DAZN através de uma campanha que anunciava um mês grátis. Contudo, após a subscrição, fui surpreendida com a informação de que a minha conta ficou vinculada a um contrato anual com fidelização de 12 meses, no valor de 16,99 €/mês, com término apenas em 30/08/2026. Entrei em contacto com o apoio ao cliente para cancelar a subscrição, mas fui informada de que, apesar do cancelamento da renovação automática, continuarei obrigada a pagar durante todo o período contratual, mesmo não querendo utilizar o serviço. Esta prática considero-a abusiva e enganosa, pelos seguintes motivos: A publicidade destacava apenas o “mês grátis”, sem indicar de forma clara e visível que implicava uma fidelização obrigatória de 12 meses; A informação contratual foi prestada de forma pouco transparente e apenas confirmada após a adesão; O consumidor tem de ter acesso a informação clara, completa e destacada antes da conclusão da subscrição, conforme o disposto no Decreto-Lei n.º 24/2014 (contratos à distância) e no regime da publicidade enganosa. Neste caso, fui induzida em erro, acreditando que poderia usufruir do mês gratuito e cancelar sem custos, como é comum em campanhas semelhantes de serviços de streaming.
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