Reclamações públicas

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N. A.
22/04/2026

Fatura abusiva

Boa tarde Venho por este meio reclamar relativamente a atuação da Endesa, celebrei o contrato com a Endesa a cerca de um mês para um apartamento a qual sou nova, fiz as mudanças e o contrato com a Endesa. A quando da data do envio da leitura houve um erro da minha parte enviei a leitura do vizinho. Quando recebo a fatura no valor de 394,13 relativamente a um único mês, pelo que ligo para a empresa a questionar o porquê de uma fatura tão alta ao que me apercebo de que a leitura enviada pertence ao vizinho. Neste sentido tentei a todo custo enviar a minha real leitura ao que me é dito ser impossível uma vez que a fatura já foi enviada, dizem que tenho de proceder ao pagamento e a posterior eles enviarão uma nota de crédito quando se confirmar que a leitura enviada não é a minha. Ora isso é inadmissível uma vez que a data limite de pagamento é só para 21 de Maio porquê que a empresa não pode efetuar uma retificação? Este valor é altíssimo para as minhas condições fico privada dos meus direitos económicos porque a empresa quer apenas utilizar uma nota de crédito em vez de retificar a fatura para que eu posso pagar o valor real da mesma. Tentei a todo custo sem resposta da empresa a qual dizem que devo apenas pagar a fatura e a posterior receber uma nota de crédito. Não faz sentido uma empresa agir assim uma vez que falta muito tempo para o pagamento e eu sou uma cliente nova. Solicito ajuda para a resolução desta situação que me priva dos meus direitos económicos.

Encerrada
M. J.
22/04/2026
Yourfit Equipment

Reembolso não feito na totalidade

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a YOURFIT EQUIPMENT, lda, devido ao incumprimento no reembolso de uma devolução. No dia 18/2/26, comprei uma passadeira y1800, no valor de 699,99€, fatura nº FR2026YOURFITEQ/12. Dia 20/2/26, logo após a recepção, o equipamento foi montado e o elevador do tapete batia no apoio lateral direito. No mesmo dia que a encomenda chegou, foi enviado um e-mail à marca, ao qual só me responderam no dia 4/3/2026. Um problema que parecia pouco relevante no inicio, passou a ser mais grave, porque foi constatado que o equipamento levantava do solo no lado direito e fazia ruídos anormais, revelando muita falta de qualidade. Com muita insistência, a equipa técnica veio ao local no dia 23/3/24 (1 mês depois) e trouxeram outra passadeira, tendem riscado o material quando o colocaram dentro do espaço. No momento da montagem parecia estar tudo em conformidade, além dos riscos, mas no dia seguinte, o segundo equipamento, começou a apresentar os mesmo problemas que o primeiro equipamento tinha. Foi pedida a devolução, tendo a marca aceitado e no dia 1/4/26 o equipamento foi enviado e foi entregue no dia seguinte. O reembolso foi feito no dia 22/4/2026, 13 dias úteis após a devolução. No entanto o valor do reembolso não coincide com o valor total pago anteriormente. O valor devolvido foi 636,42€, sendo que o valor pago foi de 699,99€. Possuo vídeos, imagens, comprovativos e e-mails como prova. Devolvi um artigo que não estava em conformidade, não devolvi por arrependimento, entendo que a marca deve assumir responsabilidade de devolver a totalidade paga.

Encerrada
G. P.
22/04/2026
GAS SU

Faturação e falta de contagem de consumo

Este mail serve para expor/reclamar/mostrar indignação pelos procedimentos adotados pela PORTGÁS Relativamente às contagens de consumo, bem como à GAS SU pela sua inercia na resolução de faturação. Passo a explicar Sou cliente GAS SU com o nº 70131401. Todos os meses esta empresa, envia-me a fatura que é paga por transferência bancária. Como tal os valores apresentados são pagos à data do Débito. Em 18/03/2026 sou confrontado com uma fatura no valor de 629,15€ e depois de falar com o serviço de apoio da GASSU fui informado que todas as faturas desde outubro de 2025 que paguei eram estimativas, e que até fevereiro de 2026 não houve leitura real por parte da PortGÁS, que terá sido feita apenas agora a 20/02/2026. Ou seja, andei sempre a pagar valores estimados desde 22/10/2025 até 20/02/2026. Inadmissível quando, segundo o próprio site da PortGás diz que “O operador da rede de distribuição (Portgás) deve assegurar uma leitura do contador em cada dois meses.” Porque o valor da fatura era elevado, a GAS SU tem o procedimento de facionar a mesma ate 8 meses, a pedido do cliente. Foi o que fiz, no dia 02/04/2026 nessa chamada telefónica solicitei o fracionamento da mesma em 5 vezes. A fatura iria para debito em 09/04/2026. No dia 20/04/2026 fui informado pela GASSU que “No seguimento do seu pedido, informamos que o valor de 629,15€, se encontra liquidado, pelo que, não é possível efetuar o acordo de pagamento”. Voltei a reclamar por telefone e no dia 21/04/2025 a GAS SU envia-me a seguinte resposta: “Após análise ao exposto, informamos que a Gás SU, dispõe de um período de 15 dias úteis para dar resposta aos pedidos, conforme pode verificar no website Serviços, prazos e compensações. Informamos ainda que, no dia 7, aquando da tentativa de formalização do acordo, se verificou que a fatura em questão se encontrava no estado “Enviada ao Banco”, o que impossibilita qualquer alteração à mesma.”. Portanto temos aqui duas empresas que não assumem as suas responsabilidades, uma (GAS SU) que por atrasos injustificados não conseguiu fracionar o valor, tal como acordado e a outra (PORTGÁS), porque falha redondamente nos prazos da comunicação das leituras reais aos operadores.

Encerrada
V. S.
22/04/2026

Faturação Indevida de Eletricidade e Gás e Pedido de Rescisão de Contrato

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à faturação dos serviços de eletricidade e gás associados ao meu contrato. Durante o período compreendido, aproximadamente, entre outubro e fevereiro, não me foram enviadas quaisquer faturas. Posteriormente, foi-me emitida uma fatura no valor de cerca de 500 e poucos euros, referente a consumos acumulados desse período. Mais recentemente, no mês passado (ou no presente mês, não me sendo possível precisar), foi ainda emitida uma nova fatura no valor de cerca de 300 euros, alegadamente referente a um acerto. Importa referir que esta situação não me é imputável, uma vez que a ausência de faturação atempada constitui uma falha do vosso serviço. Acresce que, apesar de já ter sido estabelecido um acordo de pagamento relativamente ao valor anterior, esta nova fatura foi emitida sem qualquer consideração pela minha capacidade financeira, exigindo o pagamento integral imediato, o que me é impossível cumprir. Face ao exposto, venho por este meio exigir: A rescisão imediata do contrato sem penalizações; A revisão e regularização da dívida, tendo em conta a falha na emissão atempada das faturas; Uma solução justa e equilibrada que tenha em consideração a minha situação económica. Dados do titular do contrato: Nome: Baltazar Santos NIF: 157349470 Morada: Rua Magalhães Lima, nº 7, 4º Direito Código Postal: 475-178 Braga Aguardo uma resposta célere e a resolução desta situação com a máxima urgência. Com os melhores cumprimentos, Baltazar Santos

Resolvida

Valores faturados indevidamente

Exmos. Senhores, Na fatura da Vodafone, este mês, tenho um valor total de 34.20 de serviços de valor acrescentado que não faço ideia o que é. A pesquisar na internet soube que é um serviço de valor acrescentado (VAS) frequentemente associado a cobranças indevidas na fatura de telemóvel, operado pela Go4Mobility. Trata-se de um serviço de concursos/quizzes por SMS, que envia mensagens pagas (aprox. 1,71€ cada) sem consentimento explícito claro dos utilizadores. Liguei para a Vodafone, que insiste em dizer que contratei este serviço, e mais, que nem sabe dizer quando o subscrevi, uma vez que só tem acesso a seis meses para trás. Eu estou a pagar uma coisa que não faço ideia, há mais de seis meses. Solicito a vossa ajuda por forma a reaver este valor, uma vez que nunca olhei para as faturas com olhos de ver, logo foi-me sempre debitado na conta.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste

Serviço Playono

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa à ativação indevida de um serviço associado ao Playono no meu telemóvel, sem o meu consentimento. Desde novembro de 2025, tem-me sido cobrado o valor de 4,20€ por semana, sem que em momento algum tenha autorizado a subscrição de qualquer serviço. Apenas tomei conhecimento da origem destas cobranças após contacto com a Vodafone, que identificou o Playono como responsável pelas mesmas. Importa salientar que nunca aceitei qualquer adesão, nem respondi a mensagens que pudessem justificar a ativação deste serviço, pelo que desconheço totalmente de que forma foi o mesmo associado ao meu número. Apesar de a Vodafone ter procedido ao reembolso parcial de 12€, o valor total cobrado indevidamente ao longo deste período é significativamente superior. Face ao exposto, solicito: A devolução integral de todos os montantes cobrados indevidamente; O cancelamento imediato de qualquer serviço associado ao meu número; Um esclarecimento detalhado sobre o modo como este serviço foi ativado sem o meu consentimento. Aguardo uma resolução célere desta situação. Com os melhores cumprimentos

Resolvida
J. C.
21/04/2026

Fatura indevida

Exmos. Senhores, A/C: Exmo(a). Senhor(a) Vera Sandra Monteiro Costa joserodcosta@sapo.pt Processo Endesa: CA-27734366 Refª DECO: 14613015 Assunto: Exposição apresentada pelo(a) Exmo(a). Senhor(a) José Rodrigues Costa Boa tarde, cumprimentos Quero, informar, que a resposta,, dada pela Endesa , é de conteúdo falso, pois, não corresponde a verdade, pelo, que peço a vossa intervenção. Saliento, que ja reclamei ,no livro de Reclamações, com o seguinte conteúdo . Reclamação Processo Endesa nº CA-27734366 Processo Livro Reclamações Online nº ROR00000000045536438 Refª ERSE nº 1/10515/2026 Processo Endesa: CA-27734366 Refª DECO: 14613015 Exmos. Senhores a resposta, dada, nas reclamações a cima mencionadas, são falsas, tudo, não passa de uma mentira o que se passou foi o seguinte. Como a fatura. Fatura: FAC 0210312026/0049043579 Data: 22 jan 2026 ATCUD: J6JKTHVP-0049043579 Era de 604;57€, ultrapassava o limite definido, para o debito bancário. (O debito bancário esta bloqueado a valores superiores a 250€ motivo pela qual o pagamento foi rejeitado ) liguei para a Endesa a pedir, se era possível, dividir o valor em 3 prestações, o que me informaram, que a fatura, já estava no sistema, para pagamento, que devia deixar a fatura ser devolvida e de seguida, fazer o pedido de desdobramento, fui o que eu fiz,, a fatura ultrapassava o limite, foi devolvida a Endesa e o banco, deram essa informação e de imediato, fiz o pagamento, com referência multibanco, abdicando de pedir o desdobramento. Pergunto,, como poderia haver corte se isto tudo se passou em uma semana? Como cortaram se, nem uma ameaça de corte houve? Pergunto quando há um corte, não ficamos sem Gás? tal nunca aconteceu. Saliento, corta-se o Gás, por uma fatura devolvida e imediatamente paga? Meus senhores sejamos sérios, nas afirmações ,que fazemos, pois o motivo que invocam é completamente falso . Pelo o exposto, peço, que façam de imediato o crédito do debito José Costa Pelo o exposto agradeço o vosso aconselhamento obrigado Jose Costa

Encerrada
P. J.
21/04/2026
MEO

Cancelamento de contas

Apesar de as minhas contas terem sido canceladas pela MEO, continuo a receber faturas da MEO. A MEO alega que apenas uma das minhas contas foi cancelada e continua a cobrar-me pela outra conta, que se esqueceu de encerrar. Como se pode ver claramente na carta da MEO e na minha fotografia, a MEO confirmou ter recebido todo o seu equipamento de mim, de ambas as minhas contas, em endereços diferences (uma na Rua Vila Viçosa 49, a outra na Rua Francisco Bras 50, ambas em Vila Viçosa, Elvas, Portalegre). No entanto, a MEO não cancelou ambas as minhas contas, mas apenas uma. Não enviarei à MEO mais nenhum cêntimo e apagarei quaisquer faturas adicionais que receba da MEO por e-mail. Com todas estas provas, a MEO pode levar-me a tribunal se assim o desejar... mas eu processarei a MEO por negligência, assédio e incumprimento do dever.

Encerrada
M. S.
21/04/2026

Fraude via Session Hijacking – Falha de Segurança da Klarna e Violação da Diretiva PSD2

Venho por este meio expor uma situação de fraude informática e a subsequente postura negligente da entidade Klarna Bank AB, que se recusa a reconhecer uma transação indevida apesar de todas as evidências técnicas apresentadas. Fui alvo de um ataque informático (malware Infostealer) que resultou na exfiltração de tokens de sessão do meu browser. Utilizando estes dados, terceiros usurparam a minha identidade para realizar uma compra fraudulenta no valor de €"41,85"eur (Fatura 680VTM5L - 1) junto do comerciante ShopTo.Net. Apresento os seguintes factos que demonstram a responsabilidade da Klarna: Diferença de Localização (IP): O comerciante confirmou que a transação foi realizada a partir do IP 188.82.255.159. No entanto, os meus acessos legítimos (domésticos e móveis) ocorrem sob gamas de IP totalmente distintas, facto que prova que a operação foi executada por terceiros a partir de uma ligação externa. Incumprimento da Diretiva PSD2 (Falta de SCA): Apesar de ter a autenticação por SMS ativa, a Klarna processou este crédito sem me solicitar ou enviar qualquer código de verificação. Segundo a Diretiva de Serviços de Pagamento (PSD2), a responsabilidade por transações efetuadas sem a devida Autenticação Forte (SCA) recai sobre a instituição financeira. Admissão de Fraude pelo Comerciante: O próprio vendedor já reconheceu a natureza criminosa da operação e bloqueou a conta por fraude. Contudo, a Klarna insiste em cobrar o valor ao consumidor. Diligência do Consumidor: Reportei a situação de imediato, apresentei queixa-crime na Polícia Judiciária e forneci todos os dados técnicos. Em resposta, a Klarna limitou-se a enviar uma comunicação genérica afirmando que sou "obrigado a pagar", sem qualquer fundamentação ou análise dos IPs envolvidos. É inaceitável que uma instituição financeira permita que um "Session Token" roubado contorne todas as camadas de segurança e, após ser alertada com provas técnicas e policiais, tente transferir o prejuízo do crime para a vítima. Exijo o cancelamento imediato deste plano de pagamentos e o estorno da quantia de €13,95eur já debitada indevidamente na minha conta bancária. Aguardo uma resposta célere e adequada à gravidade dos factos.

Resolvida
T. R.
21/04/2026

Cobrança indevida

Em 2022 fui contactada telefonicamente pela empresa Medicare e aderi a um plano no valor inicial de 29€. Nunca recebi contrato, cartões ou qualquer documentação formal do serviço. Tentei cancelar várias vezes logo no início, mas nunca foi permitido. Após o período de fidelização, o contrato foi renovado automaticamente sem o meu consentimento. Nunca utilizei o serviço e não tenho acesso a área de cliente nem email associado. Atualmente, a dívida apresentada é de 1596,80€, valor com o qual não concordo. Considero que houve falta de transparência, práticas abusivas e violação dos meus direitos enquanto consumidora. Solicito o cancelamento imediato do contrato e a anulação da dívida.

Encerrada

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