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Cobrança Indevida
Criei um CV e quando fui para descarregar o mesmo recebi indicação que teria um custo de 1.99€, valor esse que aceitei pagar. Este mês foi-me cobrado um valor de 24.99€ por uma suposta subscrição, que em momento algum aceitei. Solicito que seja feito o reembolso do valor cobrado indevidamente.
ASPE: Cobrança abusiva de 553,50€, retenção de sócio e reativação ilícita de débito direto
Venho por este meio denunciar as práticas abusivas e a conduta de má-fé da ASPE – Associação Sindical Portuguesa dos Enfermeiros. Fui sócio cumpridor desta associação desde o início de 2023, tendo pago todas as minhas quotas mensalmente. Em novembro de 2023, solicitei o apoio jurídico que é publicitado pelo sindicato como um benefício gratuito para os associados. Após mais de um ano de total inércia por parte do sindicato, e sem que o processo tivesse qualquer avanço ou entrada em tribunal, decidi exercer o meu direito constitucional de desfiliação. O processo de abuso desenrolou-se da seguinte forma:Pagamento da Taxa de Saída: No dia 26/03/2026, procedi ao pagamento da "Taxa de Cancelamento de Filiação" de 40,00€ exigida pela ASPE, tendo recebido a respetiva Fatura-Recibo (FR 2026/219).Tentativa de Extorsão: Três dias após o pagamento da desfiliação, a ASPE enviou-me uma nota de honorários no valor de 553,50€ (com IVA), alegando "6 horas de trabalho" da advogada. É inadmissível cobrar 92€/hora por um serviço que deveria ser coberto pelas quotas pagas desde 2023 e que nunca foi concluído por inércia do próprio sindicato.Reativação Ilícita de Débito Direto: Após eu ter cancelado o mandato de débito direto, a ASPE reativou-o efetivamente sem a minha autorização. Fui obrigado a intervir junto do meu banco para colocar a entidade em LISTA NEGRA, de forma a impedir a apropriação indevida de fundos da minha conta bancária.Impedimento de Desfiliação: A ASPE recusa-se a formalizar a minha saída enquanto eu não liquidar este valor abusivo, violando o Artigo 55.º da Constituição da República Portuguesa (Liberdade Sindical).Exigência:Exijo a anulação imediata da fatura de honorários indevida e a confirmação por escrito da minha desfiliação definitiva. Alerto todos os colegas enfermeiros, especialmente os novos profissionais, para que tenham o máximo cuidado com esta entidade que utiliza táticas de coação financeira e abusos bancários contra os seus próprios associados.
Retirada de juros e erro deles culpavilizando-me a mim
Juntei-me ao Unibanco por achar que tinham cartões de crédito vantajosos, primeiro mês com eles em Abril, extrato fechava a dia 18, utilizei os 2000€ limite, acordo para pagamento no dia 8 de Maio na sua totalidade ao qual cumpri e tenho prints e comprovativos do mesmo, retiraram logo o valor e dizem que não retiraram e cobram me juros e valores de recuperação de divida que nao tive. Para além disto, falei com uns 10 operadores via telefone ao qual disseram que estava tudo a ser tratado e que se tinham enganado e pelos vistos tudo mentira. Em anexo, mostro o comprovativo. Péssima primeira experiência com Unibanco
Faturação indevida
Bom dia, No dia 16 de fevereiro fui com o meu filho, que tem como subsistema a ADSE, a uma consulta de urgência à CUF de Santarém (como já fomos a algumas). Surpreendentemente, enviam duas faturas, que eu paguei sem verificar o que era. Quando fui verificar, porque achei estranho, vi que me cobraram a consulta de urgência (certo), os exames que o meu filho fez (certo) e, depois, 72€ por "Diárias de S.O. de 2 a 4 horas" (o meu filho esteve cerca de 1 hora), o que se cobra, normalmente, a quem não tem subsistema de saúde. Reclamei, via telefone, 3 vezes, em duas semanas, sem obter qualquer feedback (diziam sempre que iriam ligar de volta). Reclamei no site da CUF, e só obtive resposta depois de vários telefonemas e de me ter dirigido lá pessoalmente, em que enviaram nova Fatura que diz "Diárias de S.O. até 2 horas". A Fatura está paga, mas em lado nenhum diz que tem de se pagar por "estar a ocupar uma cadeira da sala de espera", nem na sala de urgência está afixada qualquer informação sobre este pagamento. Já fui a algumas urgências e foi a primeira vez, com ADSE, que foi cobrado este valor.
faturação indevida
Venho por este meio apresentar uma queixa formal contra a empresa GALP POWER (ELECTRICIDADE) na qualidade de anterior cliente, relativamente à irregularidade que tenho enfrentado na faturação INDEVIDA e A NÃO alteração de tarifário. Desde setembro de 2025, a GALP deixou de emitir faturas mensais, passando a fazê-lo trimestralmente, sem o meu consentimento mesmo após várias reclamações da minha parte. Em 27 de janeiro de 2026, contactei a linha de apoio ao cliente da GALP para mais uma reclamação e achei que os valores apresentados eram indevidos, considerando o meu histórico de consumo e devida faturação. Aproveitei e solicitei a alteração do meu tarifário de bi-horário para simples na esperança de baixar os valores apresentados. No entanto, após três meses, ao receber a primeira fatura após a minha solicitação, verifiquei que a alteração não foi efetuada, mantendo-se o tarifário anterior. Insatisfeita com a gestão dos serviços prestados, optei por mudar de operador a 15 de abril de 2026. Após essa mudança, fiz uma exposição por escrito à GALP, à DECO E NO PORTAL DA QUEIXA, a qual, para meu espanto, respondeu reconhecendo que a alteração do tarifário não tinha sido processada como solicitado POR ERRO DELES mas acrescentaram isto: "Por conseguinte, para efeitos de faturação, foi necessário calcular a diferença entre o valor faturado e o valor que seria faturado com a tarifa simples (...) Acrescentamos que, o remanescente de 138,82 €(...) Considero esta cobrança não apenas injusta, mas também ilegal, dado que não concordei com a alteração na periodicidade da faturação, nem com a não execução da alteração do tarifário, o que levou à faturação indevida. Desta forma, venho por este meio expressar a minha recusa em pagar o montante exigido e solicito a vossa intervenção para regularizar esta situação.
Falta de transparência
Conforme pedido de cancelamento presencial efetuado em 06/04/2026 (anexo), venho solicitar a retificação da faturação de abril para o valor proporcional ao usufruto do serviço tendo o contrato cessado a 06/04, o valor devido é de 9,49€ (4,46€ + 5,03€). Relembro que, nos termos da Lei das Cláusulas Contratuais Gerais," A cláusula 2.3, ao prever a retenção total de mensalidades durante o pré-aviso após o pagamento de uma taxa de rescisão fixa (50€), cria um desequilíbrio contratual e uma dupla penalização, o que é nulo nos termos do Artigo 18.º do Decreto-Lei n.º 446/85." qualquer cobrança de serviços não prestados após a rescisão é considerada abusiva e constitui enriquecimento sem causa. Aguardo os dados para pagamento do valor correto para darmos o processo por encerrado." Anexo o comprovativo de pagamento da taxa de cancelamento (Fatura VD 63058/100431), liquidada a 08/04. Dado que a própria fatura emitida pela Wellnesspath, Lda. refere que a taxa cobre o período até 2099, considero qualquer vínculo contratual e obrigação de pagamento posteriores a 06/04 totalmente liquidados e sem fundamento legal. O contrato não se sobrepõe à lei. Já paguei a taxa de rescisão de 50€, pelo que a cobrança de dias não gozados constitui uma penalização dupla e abusiva. Verifica-se, desde logo, a existência de incorreções no contrato da minha filha, nomeadamente na data de nascimento, o que compromete a fiabilidade dos dados contratuais e levanta dúvidas quanto à correta aplicação das condições associadas. Por outro lado, não existiu qualquer benefício ou contrapartida efetiva associada a uma eventual fidelização, sendo que foi já pago um montante de 50€ a título de cancelamento. A exigência de valores adicionais, sem utilização do serviço após o pedido de cancelamento, revela-se manifestamente desproporcional. Fico a aguardar os dados (9,49€) para regularizar esta quantia e dar o processo por encerrado."
CONTRATO NÃO ASSINADO
A Medicare pretende que eu faça o pagamento de um contrato que nunca assinei. De acordo com o DL 24/2014 DR os contratos feitos pelo telefone deverão sempre ser completos com a documentação assinada em suporte duradouro físico e ou assinatura digital por forma a proteger o consumidor de propagandas pouco claras e vendas agressivas on-line ou pelo telefone. No meu caso pouca seriedade por parte da empresa promotora, pois o produto em causa já havia sido contratado pela minha esposa, no entanto o promotor Medicare se mostrou irredutível exigindo que eu cumpra com um contrato que nunca assinei, pois já tínhamos essa cobertura, contacto inicial foi feito por parte da Medicare. O qual me pareceu bem, mas no final do dia constatei que a minha família já tinha este produto, por esta razão nunca devolvi a cópia do contrato assinada… após contato por parte do departamento financeiro da Medicare por falta de pagamento, expliquei que tal não fazia sentido pois nunca assinei o contrato e que já tínhamos o plano contratado, no entanto a assistente mostrou-se irredutível quanto a nossa situação e nada interessada em de facto compreender que a minha família já tinha o produto proposto, e somente procurava cobrar por mais um contrato… considero esta uma abordagem comercial pouco séria e enganosa visando unicamente a faturação e nada a satisfação do cliente.
Roaming
Exmos srs, venho por este meio apresentar a meu desagrado com a situação ocorrida no mês de março de 2026. No passado mês de março do corrente ano o meu filho deslocou se a França, onde passou alguns dias, num dos dias fez uma deslocação ao Mónaco e só se apercebeu que estava fora da zona abrangida pela cobertura de roaming quando recebeu um SMS com a indicação de que lhe iriam cobrar 49.512 euros. Mais IVA. Não concordo com esta situação, se o Mónaco está fora da zona de roaming incluído no plafond não concordo com esta ativação sem consentimento do cliente.
Promoção não aplicada, Cobranças indevidas, recusa de cancelamento gratuito
Exmos. Senhores, Em 28 de Novembro de 2025, após ver propaganda no Instagram de 6 meses sem mensalidades, fiz a inscrição para a Fitness Up Leiria. Certo é que passaram a ser efetuados descontos na minha conta corrente, tais quais: referencia 00278634115 16/12/25 - 15.14 09/01/26 - 17.60 23/01/26 - 17.60 06/03/26 - 17.60 20/03/26 - 17,60 30/04/26 - 17.60 Quando percebi que estes estavam a ser feitos, contrários à promoção que adquiri, tentei cancelar, porém me foi imposta uma multa de 50 euros para tal. NUNCA fui na academia presencialmente, NUNCA assinei qualquer contrato que não fosse o da oferta de seis meses online.. Fato é que a empresa em questão age CONTRA A BOA-FE DAS RELAÇÕES DE CONSUMO. Oferece uma promoção que não cumpre e oferta pelo cancelamento do serviço que NUNCA foi contratado de tal forma. Venho assim requerer que seja efetuada a devolução dos valores pagos INDEVIDAMENTE, visto que tais valores não estavam na propaganda, bem como que seja cancelado o serviço, o qual NUNCA seria contratado se não fossem os 6 meses de oferta gratuita.
SALDO EM C/C indevidos
Boa tarde, após diversos contactos telefónicos através do portal fale connosco da galp, procederam-me á redução de potencia de electricidade a qual religaram após novo contacto e envio de documentos comprovativos á data de hoje á cerca de 1h a Galp efectuou o corte de gás na minha residência. A situação prende-se com valores de 2025 que me solicitaram e emitiram avisos de corte referente a valores indevidos, os mesmo até estavam em plano feito em Set.2025, através do portal fale conosco enviei o texto abaixo assim como comprovativos de pagamento da 1ª e 2ª prestação desse mesmo plano. No aviso de corte indica as facturas que estão neste plano e continuam a dizer que está em dívida, o qual hoje culminou no corte de gás. Tenho uma filha de 11 anos e neste momento estou sem gás na minha residência. É inadmissivel a forma como a Galp tem tratado os clientes após estar meses consecutivos sem facturação e vir um balúrdio de valores todos juntos por pagar ainda agem desta maneira e não se dignam sequer a ter um telefonema, não fui contactada uma única vez sobre o caso, após cerca de 6/7 telefonemas meus onde por diversas vezes mencionaram que iriam solicitar a correcção /análise da conta e que iria ser contactada após isso. Como disse após ter revisto e ter recolhido toda a informação para fazer prova do pagamento verifiquei que a 3ª prst do plano não foi paga, foi precisamente na altura em que deixaram de emitir facturas e avisaram estar com problemas no sistema facturação, assim fiz o pagamento do valor de 34,08€ que estava num dos avisos de corte pro ser semelhante do valor devido da 3ª prst de 36,91€, telefónicamente ao indicar isto foi-me dito que iriam verificar e solicitar a diferença, facto que até á data não o fizeram. Texto enviado á galp a 17.04 :"Conforme já contactado diversas vezes a v/linha pelas mensagens e avisos de corte de valores indevidos cobrados sendo a última ao dia de hoje por redução de potência venho por este meio enviar comprovativos em anexo: Como podem ver as facturas constantes do aviso de corte que me pedem estavam em plano de pagamentos, junto para isso comprovativo em anexo, referente a este plano de 3 prestaçoes foi paga a 1ª e a 2ª por débito directo, a 3ª é a unica que esta em falta,e é devida e correcta o seu pagamento o débito não ocorreu, mas não é o valor que me pedem! após esta data recebi a 09.10.25 uma ncr no valor de 14,19€ e só volto a receber nova factura a 03.02.2026! esta factura ultima tive de proceder a plano pelo valor exorbitante da mesma. Percebo que tenham trocado de programa e facturação mas acho um absurdo este funcionamento, agradeço que verifiquem e tenham em atenção que estou neste momento com redução de potência!" ( anexo os documentos comprovativos da situação e enviados á Galp)
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