Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Cobrança indevida a meio do contrato
Exmos. Senhores, Apresento reclamação referente à , por cobrança indevida e falta de resposta. Após um sinistro sem feridos, autorizei a reposição do capital seguro. Fui então surpreendido com dois débitos diretos: 22,76 € e 49,09 €. Contactei a Tranquilidade telefonicamente por duas vezes para esclarecer a situação. Os assistentes confirmaram que os 22,76 € correspondem à reposição de capital, mas não souberam justificar a origem da cobrança dos 49,09 €. Face a isto, foi aberto um pedido de esclarecimento a 20 de fevereiro. Já passaram 13 dias sem qualquer resposta e, entretanto, o débito de 49,09 € foi executado na minha conta. Ao analisar a cobrança, é evidente que os 49,09 € correspondem ao agravamento do prémio cobrado proporcionalmente aos cerca de 166 dias que faltam para a renovação. A diferença anual entre o prémio antigo (658,03 €) e o novo (766,00 €) é de 107,97 €; o cálculo proporcional para os dias restantes até 28/07/2026 resulta exatamente nos 49,09 € faturados. Se for esta a razão da cobrança, há a violação a Cláusula 15.ª, n.º 2 das Condições Gerais, que determina que: "A alteração do prémio por aplicação (...) dos agravamentos por sinistralidade (...) é aplicada no vencimento seguinte à data da constatação do facto." As Condições Particulares também estipulam que o cálculo por sinistralidade afeta as "anuidades subsequentes". A cobrança de agravamento a meio da anuidade é ilícita. Exijo a devolução imediata dos 49,09 €. Com os melhores cumprimentos.
Cancelamento de inscrição antes do inicio do curso
Senhores, solicitei o cancelamento do curso e devolução do pagamento da matrícula uma vez que foi realizada somente a inscrição e nao foi iniciada nenhuma aula, tampouco tive acesso aos materiais do curso. Tendo sido feito tudo virtualmente e devido a algumas dificuldades que eu como mae solo de 3 crianças acabei encontrando para conseguir comparecer ao curso, sendo dentre eles o adoecimento de dois dos meus filhos que impossibilitaram a minha ida, e apos o fato de não conseguir comparecer pela distancia e falta de siporte que enfrentei. Por essas razões peço o cancelamento e a devolução da matrícula.
Cobrança de 12,47 € após contrato encerrado
O meu contrato com a Repsol terminou em 18/06/2025 (Cliente 80041001/002 — CPE PT0002000103269006EK). Na resposta à minha reclamação 14530918, a Repsol confirma que: A fatura 25060760107636699 (34,81 €) incluiu dias indevidos após a cessação (19/06/2025–20/06/2025) e foi paga por mim. No momento do fecho do contrato, eu tinha pago um total de 192 kWh (estimativa), enquanto a própria Repsol indica depois que o consumo real até 18/06/2025 era 180 kWh. Ou seja, no fecho eu tinha pago por mais kWh do que o real e, nesse momento, a situação era a meu favor. Posteriormente, a Repsol anulou a fatura paga (nota de crédito 25070760103965899 – 34,81 €) e efetuou vários recálculos internos, emitindo e anulando documentos sucessivos. Por fim, afirma que a “Fatura Final Corrigida” 25080760109655999 (180 kWh, 47,28 €) gera um “remanescente” de 12,47 €. Contesto este valor porque o contrato já estava cessado e regularizado, e a própria Repsol reconhece erro na faturação inicial. Considero inaceitável que, após eu ter pago no fecho por mais kWh do que o real, seja criado posteriormente um “saldo em dívida” através de recálculos internos e documentos emitidos após a cessação. Peço à DECO que intervenha para que a Repsol: apresente base contratual/documental clara que justifique a exigibilidade dos 12,47 € após a cessação; ou em alternativa, anule a cobrança e confirme por escrito a inexistência de dívida associada ao contrato cessado.
Bloqueio ao tentar levantar ganhos e pedido de dados de conta bancaria
DIa 02/03 joquei na plataforma corgibet18.com tive um ganho de 150 euros tento levantar ai começa o problema exigem cartão cidadão ,self com documento extrato báncario de movimentação,iban documentos em pdf isso é burla e invasão de dados essa plataforma ta agindo mal com os clietes.finalizando não consigo fazer o levantamento pois fica impedido alegando que só posso levantar se mandar tudo que querem sobre minha conta bancaria.já fiz as verificações exigida mais meus dados jamais . Com o ibam não liberam o depósito porque não querem, querem burla.
Reembolso não recebido Encomenda DP16183
Exmos. Senhores, Fiz uma compra com a digiplanet no dia 24/11/2025. Estava a demorar mais do que o previsto então decidi pedir informações ,responderam prontamente , no entanto, disseram me que não ia ser possível entregar e que iriam proceder com o reembolso , pediram me o IBAN , o qual forneci. Entretanto apesar dos diveros emails enviados, nunca recebi o reembolso e deixaram de dar resposta. Cumprimentos.
Estorno não efetuado após falecimento
Boa tarde, Contratei o serviço de apoio domiciliário da Cruz vermelha. No dia 1 de Fevereiro paguei a mensalidade do respectivo mês. No dia 21 do referido mês, o meu pai faleceu. Comuniquei o falecimento à entidade e solicitei o reembolso do valor respeitante aos 7 dias em que não houve prestação do serviço. A resposta que recebi através da assistente social afeta à entidade foi que não haveria lugar a qualquer reembolso, uma vez que o meu pai tinha falecido na segunda quinzena do mês. Verifiquei o contrato e verifiquei que a única cláusula que menciona o não reembolso, indica que se por qualquer motivo o cliente prescindisse do serviço não seria reembolsado. Considero que esta cláusula não se pode aplicar à situação. O cliente não prescindiu do serviço. O cliente faleceu. Solicito análise e reembolso. Obrigada
Alteração do valor contratualizado
Contratualizei com a NOS um serviço de telefone, televisão e internet por um determinado valor e ao fim de 6 meses aumentaram o valor contratual em período de fidelização, justificando a alteração devido à inflação dos serviços, alegando que no contrato assinado se encontra a uma clausula que prevê situações como esta. No contrato essa clausula não é explicita relativamente ao motivo de "inflação". Querendo então rescindir o contrato devido a este aumento, informaram-me que tinha de fazer o pagamento do restante valor do contrato do período de fidelização. Então a NOS quebra o contrato com um aumento do valor em período de fidelização, justificando uma clausula pouco explicita, e eu que quero rescindir o contrato devido a este aumento aleatório tenho de pagar o restante valor da fidelização?! Estas empresas podem alegar o que quiserem e alterarem valores contratualizados sem consequências!?! Para não entrar em questões éticas, que estão fora desta jurisdição.
Cobrança indevida e exorbitante de €1387,62 por consumo inexistente de gás (leitura de apenas 21 m³)
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal e urgente relativamente a uma cobrança indevida e totalmente infundada efetuada pela Goldenergy, no valor total de 1387,62 euros, debitada da minha conta bancária. O montante cobrado baseia-se num suposto consumo de gás na minha propriedade, o que é factualmente impossível e demonstrado pelas seguintes provas: Imóvel Desabitado: A casa associada a este contrato encontra-se sem qualquer morador há mais de 4 anos. Não existiu qualquer consumo de gás que justificasse uma fatura desta magnitude. Contador a 21 m³: No mesmo dia em que o valor foi retirado da minha conta, desloquei-me ao local para verificar o contador de gás (Pietro Fiorentini). A leitura real e atual do contador é de apenas 21 m³. Juntei uma fotografia do contador com data e hora que comprovam este facto. Uma fatura de mais de 1380 euros é, portanto, matematicamente e logicamente impossível com este nível de consumo acumulado ao longo de anos. A própria fatura detalha €921,00 para gás, um valor absurdo para o consumo real. Esta situação demonstra uma negligência grave na faturação e na gestão de leituras, resultando num prejuízo financeiro avultado e num enorme transtorno. O valor foi cobrado por débito direto, sem qualquer aviso prévio ou possibilidade de contestação. Aguardo um contacto telefónico ou por e-mail da vossa parte para efetuar a resolução do problema. Caso esta situação não seja resolvida a bem e de forma célere, serei forçado(a) a recorrer às vias legais e à Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) para reaver o meu dinheiro e exigir compensação pelos danos causados.
74
elisabete
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
