Reclamações públicas

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M. L.
07/01/2026

Cobrança indevida após cancelamento de contrato e atraso na faturação – Galp

Exmos senhores, Celebrei contrato de fornecimento de eletricidade com a Galp e solicitei o seu cancelamento com efeitos a 31/12/2025, pedido aceite em 02/12/2025. A E-REDES confirmou intervenção remota no contador nessa data. O desligamento não foi efetuado por problemas técnicos da rede (alheios a mim), facto que não me foi comunicado no próprio dia, apenas em 02/01/2026. Foi então agendada intervenção presencial para 06/01/2026. Apesar de o atraso não me ser imputável, a Galp pretende cobrar termo fixo diário após 31/12/2025. Acresce que as faturas de outubro, novembro e dezembro de 2025 continuam por emitir, apesar de sucessivas garantias desde 28/11/2025. Esta situação impede-me ainda de exercer um benefício contratual de 10% por fatura, uma vez que a Galp pretende emitir os valores de forma agregada. Nos termos do art.º 10.º da Lei n.º 23/96 (Lei dos Serviços Públicos Essenciais), atrasos de faturação não podem ser imputados ao consumidor. Já apresentei reclamação no Livro de Reclamações em 18/12/2025, sem resposta até à data. Solicito a intervenção da DECO PROteste para regularização da situação, emissão correta das faturas, não cobrança de valores indevidos e reposição dos meus direitos enquanto consumidora. Atenciosamente, Marcella Lima Pereira

Em curso
C. B.
07/01/2026

FATURAÇÃO INCORRETA E TARDIA

Na sequência da alteração do sistema de faturação da Galp, fui previamente informado de que poderiam ocorrer atrasos na emissão das faturas, contudo tal aviso não pode, em momento algum, justificar falhas no débito direto nem a aplicação de penalizações ao cliente. Foi emitida uma fatura única referente ao período de 20/09/2025 a 25/11/2025, com indicação de débito direto até 18/12/2025, porém, até ao dia 29/12/2025 o débito não tinha sido efetuado, sem qualquer aviso ou explicação, apesar de o pagamento por débito direto constar expressamente no contrato. Posteriormente, em 23/12/2025, foi emitida nova fatura referente ao período de 26/11/2025 a 16/12/2025, inferior a um mês, contendo indicação de “valores em atraso”, proposta de plano de regularização e retirada do vale de desconto, penalização que considero manifestamente indevida, uma vez que o alegado atraso resulta exclusivamente da falha da Galp em executar o débito direto dentro do prazo indicado. Contactei o apoio ao cliente no dia 24/12/2025, tendo-me sido recusado o fornecimento de entidade e referência para pagamento com a justificação de indisponibilidade de sistema, sendo-me pedido que voltasse a ligar, e submeti igualmente reclamação através do formulário do site no dia 23/12/2025, sem qualquer resposta até ao momento. Entretanto, informo que a cobrança em débito direto já foi finalmente realizada, no entanto mantém-se por esclarecer e corrigir a fatura emitida referente ao período de 26/11/2025 a 16/12/2025, cujo valor considero desproporcionado e anormalmente elevado para um período inferior a um mês, acrescendo ainda o facto de constar na mesma a indicação de que não foram aplicados os descontos contratados. Adicionalmente, verifico que o saldo que possuía na aplicação Galp foi removido sem qualquer explicação, agravando ainda mais a situação de prejuízo para o cliente.

Em curso

Faturação incorreta e tardia

Na sequência da alteração do sistema de faturação da Galp, fui previamente informado de que poderiam ocorrer atrasos na emissão das faturas. Contudo, tal aviso não pode, em momento algum, justificar falhas no débito direto nem a aplicação de penalizações ao cliente. Foi emitida uma fatura única referente ao período de 20/09/2025 a 25/11/2025, com indicação de débito direto até 18/12/2025. Apesar disso, até ao dia 29/12/2025 o débito não tinha sido efetuado, sem qualquer aviso ou explicação, embora o pagamento por débito direto conste expressamente no contrato. Posteriormente, em 23/12/2025, foi emitida nova fatura referente ao período de 26/11/2025 a 16/12/2025, inferior a um mês, contendo indicação de “valores em atraso”, proposta de plano de regularização e retirada do vale de desconto. Esta penalização é manifestamente indevida, uma vez que o alegado atraso resulta exclusivamente da falha da Galp em executar o débito direto dentro do prazo indicado. Contactei o apoio ao cliente no dia 24/12/2025, tendo-me sido recusado o fornecimento de entidade e referência para pagamento, com a justificação de indisponibilidade de sistema, sendo-me pedido que voltasse a ligar. Submeti igualmente reclamação através do formulário do site no dia 23/12/2025, sem qualquer resposta até ao momento. Entretanto, informo que a cobrança em débito direto já foi finalmente realizada. No entanto, mantém-se por esclarecer e corrigir a fatura emitida referente ao período de 26/11/2025 a 16/12/2025, cujo valor considero desproporcionado e anormalmente elevado para um período inferior a um mês, acrescendo ainda o facto de constar na mesma a indicação de que não foram aplicados os descontos contratados. Adicionalmente, verifico que o saldo que possuía na aplicação Galp foi removido, sem qualquer explicação, agravando ainda mais a situação de prejuízo para o cliente.

Encerrada
S. M.
07/01/2026

Valores faturação elevados

Exmos srs, Venho por este meio mostrar meu grande desagrado perante o vosso serviços. Apesar de ter pagamento por debito direto, desde outubro do ano passado que a vossa empresa não está a tratar das faturas mensalmente. Por exempo só recebi valor faturação / débito em 19.12 para consumo de dois meses...neste caso o valor a debitar duplicou o esperado . Não é de todo normal essa prática sem alertar os clientes. Valores acumulados acabam por ser exagerados.....estou a pensar seriamente em alterar de fornecedor de energia pois depois deste último valor liquidado ainda não recebi informação do valor a debitar do consumo ref ao mes de dez. Não podemos continuar assim..qual explicação para esta situação?

Em curso

Alteração não solicitada da morada de serviço desconhecida

Boa noite. No dia 16/12/2025 fui ao vosso balcão reportar e pedir a correcção da morada de serviço indicada que não conheço, não é a minha nem nunca foi. Por considerar a situação estranha cancelei o DD e solicitei envio da factura para a minha residência (única morada que alguma vez tive e única onde celebrei contrato Gas e Luz há imensos anos, no caso com a Galp). Ontem recebi por correio a fatura e vejo que a situação se mantém: sem o meu consentimento alteraram efectivamente a morada de fornecimento (já há três meses). Além disso, enviaram junto documentação como se estivesse a fazer um novo contrato. Nunca tive nenhum contrato com a Galp sem ser na Rua Mário Cesariny nº6, 2C 1600-313 Lisboa (nem sequer habitei outra morada sem ser esta.) Solicito o envio da fatura com os dados correctos; o número dos contadores até pode coincidir mas o número do contrato não é o que assinei e a morada de fornecimento não é minha e não quero correr o risco de me ser imputado valores de uma morada de fornecimento que desconheço. Caso não seja possível a Galp efetuar a devida correcção solicito por favor que me indiquem como posso cancelar os serviços na morada que indicam como fornecimento e se ao faze-lo deixo de ser vossa cliente e posso mudar para outro fornecedor. Obrigada Cumprimentos

Em curso
A. G.
06/01/2026

Faturação

Venho por este meio reclamar da Galp energia. Que desde Setembro não faz facturação , devido a alterações no sistema ( segundo a informação que foi dada após nosso contacto) A reclamação incide sobre a falta de respeito por parte da empresa aos consumidores. Pelo facto de não ter havido nenhum contacto, Justificando a situação e qual as alternativas possíveis para colmatar o incómodo financeiro que o atraso na cobrança iria provocar aos consumidores. Ao fim de 4 meses sem fatura apresenta uma fatura com o valor acumulado dos 4 meses, com data de cobrança sem uma única justificativa ; pedido de desculpa pelo situação; alternativas para pagamento ou até mesmo alguma compensação pelo incómodo que a situação provocou ao cliente. apenas a referência bancária, para o pagamento da totalidade do valor. Se for o caso de o cliente atrasar o pagamento da fatura, a energia é cortada. Qual seria a aplicação justa para a empresa que não faz a cobrança sem qualquer justificativa? O atraso não foi do cliente.

Em curso
M. F.
06/01/2026

ATRASO E ERRO NO FATURAMENTO

MEU NOME: MOACYR FILHO, FATURA N: 356767626620. Venho reclamar que, por problemas em seus sistemas, a GALP unilateralmente deixou de faturar-me os serviços de Eletricidade e Gas nos meses de outubro/25 + novembro/25 + dezembro/25, vindo a faturar de uma só vez esses tres meses no dia 31/12/2025. Tudo começou com um atraso na emissao da fatura de outubro/25 até que, no dia 14/nov/25, conforme anexo, a GALP encaminhou-me um email informando sobre a situacao de falha em seus sistemas e que, se fosse do meu interesse, quando a mesma fosse enfim faturar os serviços, estes poderiam ser feitos faseadamente mediante o preenchimento de um requerimento on-line. Conforme anexo, no mesmo dia 14, eu encaminhei o requerimento eletronico solicitando a cobrança faseada, haja vista nao ter ideia de quanto tempo a prestadora levaria para voltar a faturar. Entretanto, no dia 31/12/25, a GALP encaminhou-me a fatura dos tres meses sem atentar para o faseamento na cobrança , ou seja, a possibilidade de pagamento sem juros em tres parcelas mensais (conforme o numero de meses sem faturamento por culpa da GALP) e, alem disso, com os seguintes erros de faturamento: 1) Cobrança indevida de contribuicao audiovisual no valor de 8,55euros: 2) Aumento nas tarifas do Gas sem que houvesse aviso previo. Sendo assim peço os devidos acertos informados e o parcelamento sem juros da fatura em tres parcelas mensais e subsequentes. Obrigado

Em curso
F. F.
06/01/2026

Cobrança de serviço não contratado

Venho, na qualidade de cliente da EDP, manifestar a minha discordância relativamente às cobranças associadas ao serviço “Funciona”, porquanto nunca solicitei, autorizei ou consenti a sua contratação, seja por via telefónica, digital ou presencial. A cobrança de serviços não solicitados é expressamente vedada pela Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96, de 31 de julho), a qual estabelece que o consumidor não fica obrigado ao pagamento de bens ou serviços que não tenha previamente requerido. Acresce que, inexistindo prova de consentimento válido, não pode considerar-se celebrado qualquer contrato, nos termos do Decreto-Lei n.º 24/2014, aplicável aos contratos celebrados à distância e fora do estabelecimento comercial. Mais se refere que a eventual inclusão deste serviço sem aceitação expressa configura prática contrária aos princípios da boa-fé e transparência, bem como ao regime das Cláusulas Contratuais Gerais (Decreto-Lei n.º 446/85), além de poder enquadrar-se como prática comercial desleal, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008. Nestes termos, exijo: O cancelamento imediato do serviço “Funciona”; O estorno integral de todos os valores cobrados a esse título; A confirmação escrita de que o referido serviço se encontra definitivamente desativado, sem quaisquer encargos futuros. Caso a situação não seja regularizada de forma célere, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes, nomeadamente a DECO, Direção-Geral do Consumidor e meios judiciais adequados. Aguardo a vossa resposta no mais curto prazo possível.

Em curso
A. G.
05/01/2026

Facturaçao incorreta e indevida

Bom dia, Estamos com um problema de faturaçao coma Goldenergy, a saber: Em Abril de 2025, a FOLENE fechou o gas no predio devido a um problema de fuga de gas. Isto levou me a retirar do interior do meu apartamento, todos os aparelhos a gas que foram substituidos por aparelhos electricos. E verdade que nao pedimos que o contador fosse retirado, mantendo se no local. No entanto a Goldenergy, continua a faturar consumos de gas quando essa situaçao nao é possivel pelos motivos atras expostos. Para alem do mais, o nosso apartamento foi desde entao alugado a terceiros, que estaqbeleceram os seus proprios contratos de fornecimento de electrecidade directamente, nao tendo eu mais contratos de fornecimento de energia activos. Envi em anexo a leitura do contador de gas que continua instalado e as facturas que a GOldeenergy quer receber e que remeteu a Intrum Portugal solicitando a regularizaçao urgente da divida. Nao nos opomos a liquidar a existencia do contador mas refutamos as faturas de consumos por serem indevidas. Em anexo copia do aviso da FOLENE, leitura do contador e as faturas em causa

Em curso
D. A.
03/01/2026

Cobranças indevidas e ameaças ilegais

No dia 26 de novembro de 2025, contactei a linha de apoio da E-Redes para reportar interrupções e falhas recorrentes no fornecimento de eletricidade, afetando toda a zona (não se tratando de um problema isolado na minha instalação). Expliquei claramente que o problema era geral na rede de distribuição, no entanto, a E-Redes insistiu em agendar uma visita técnica ao contador da minha habitação, marcada para o dia 28 de novembro de 2025.No dia agendado, pelas 16:20, recebi indicação de que o técnico alegadamente esteve no local, mas eu encontrava-me em casa durante todo o período e ninguém tocou à campainha, conforme é obrigação do técnico. Às 16:21 do mesmo dia, enquanto falava ao telefone com um operador da E-Redes a explicar que estava em casa e que o técnico não se anunciou, o próprio técnico procedeu a um reagendamento unilateral para o dia 22 de dezembro de 2025, sem qualquer consulta, autorização ou consentimento da minha parte.De imediato, contactei novamente a E-Redes para cancelar essa marcação, pois não estaria disponível nessa data. Foi-me confirmado que a visita estava desmarcada. No dia 20 de dezembro de 2025, verifiquei novamente e recebi confirmação via WhatsApp da própria E-Redes (assistente virtual): "Não existem visitas técnicas agendadas para esta instalação".No entanto, hoje, dia 2 de janeiro de 2026, recebi uma mensagem a informar que o técnico se deslocou novamente ao local dia 22/12/2025 (obviamente sem sucesso, pois não estava em casa) e procedeu a novo reagendamento unilateral para o dia 23 de janeiro de 2026. Ao contactar hoje a E-Redes para explicar toda esta sequência de eventos e exigir o cancelamento definitivo da visita (pois o problema reportado inicial é na rede geral e não na minha instalação), a resposta foi que "não conseguem cancelar as marcações". Esta situação revela uma total falta de coordenação interna, desrespeito pelo cliente, reagendamentos sem consentimento e incumprimento de confirmações anteriores de cancelamento. Trata-se de um serviço deficiente. Adicionalmente, a E-Redes já procedeu à cobrança indevida de 20€ relativa à alegada deslocação em vão de 28 de novembro de 2025 (quando eu estava em casa e o técnico não se anunciou), valor que foi incluído na minha fatura do comercializador (EDP Comercial). Existe ainda o risco concreto de nova cobrança indevida de 20€ referente à visita de 22 de dezembro de 2025 (que foi cancelada e confirmada como tal pela E-Redes) e potencialmente pela próxima marcação.Tais cobranças são manifestamente abusivas, pois: (i) o problema reportado não requer visita à minha instalação individual; (ii) no dia 28/11/2025 eu encontrava-me em casa e disponível; (iii) as visitas subsequentes foram canceladas ou reagendadas unilateralmente sem consentimento; (iv) houve falhas graves da parte da E-Redes na execução e coordenação das deslocações. Por coincidência, recebi no dia em que escrevi esta reclamação no portal da queixa e no livro de reclamações, uma ameaça por parte da e-redes que, e passo a citar: "Evite a interrupção do fornecimento de eletricidade à sua instalação Se o acesso ao contador de eletricidade continuar a não ser possível, de acordo com a regulamentação em vigor, iremos proceder à interrupção de fornecimento de eletricidade à sua instalação, na data acima indicada. As despesas associadas ao corte e religação da energia elétrica variam entre 29,94 e 146,10 euros (mais IVA à taxa legal), em função dos meios utilizados para sua realização." Podem cortar a rede por nada? Isto devia ser punido, claramente abusivo e infundado. Se precisar de provas, telefonemas, mensagens e emails, tenho tudo guardado, inclusive a confirmação por parte deles de "Consultados os registos técnicos, é possível confirmar que entre os dias 5 a 26 de novembro de 2025 ocorreram 12 interrupções com a duração total de 32 minutos, sem registo de anomalias."

Em curso

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