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Pontos BP retirados sem prémio
Bom dia no princípio do mês junho foram retirados 2000 mil pontos do meu cartão, quando me percebi entrei em contacto com a linha de apoio BP e foi dito que retiraram os pontos devido a uma campanha, mas eu não usufrui dessa mesma campanha e disseram que não tinham de devolver os pontos. Onde esses mesmos pontos foram juntos por abastecimentos que eu faço. Isso é legal fazerem ou estão a enganar o cliente? Muito atentamente obrigado.
Avaria e intervenção técnica
Exmos. Senhores, Adquiri uma máquina de lavar de marca Hoover, na Rádio Popular, no dia acima referido. Em abril a máquina deixou de funcionar corretamente, liguei para a assistência técnica da marca, veio um sr., o qual substituiu peças que não resolveram o erro, uma vez que segundo o sr., este substituiu os batentes da máquina e o problema era o fato de não escoar a água (não tenho provas da intervenção realizada pelo técnico, uma vez que ainda hoje aguardo os relatórios), mas a máquina continuou a não funcionar bem. Voltei a contactar a marca e o técnico voltou a vir a casa, mas fez saber que se não pagássemos as substituições anteriores não levantava a máquina. Uma máquina com 3 meses não deve ter substituições de peças e ainda mais dentro da garantia. Voltei a entrar em contacto com a marca a qual não me deu solução para o assunto. Dirigi-me à Rádio Popular, onde adquiri a máquina, e esta fez saber que uma vez que foi a marca que fizemos a queixa da avaria, teria que ser com a marca a sua resolução. Sem quaisquer relatórios das intervenções, uma vez que nada me foi entregue, solicitei os mesmos por mail dirigido à marca. Nunca os recebi, enviei vários mails, anexos, fiz vários contactos telefónicos, a pagar, sem resolução, sem resposta. Já levo mais de uma ano a lavar roupa fora (a pagar), a aguardar a resolução do caso. A máquina está na garantia e já nem quero que a reparem mas sim que a substituem . Também já fiz reclamação junto da CIMAAL, e esta também não teve qualquer resposta da empresa. Cumprimentos.
Danos na entrega do veículo após manutençao
No dia 24 de junho de 2026, entreguei o meu veículo BMW com matrícula 52-PL-56 nas instalações da BMW Caetano Baviera Portimão para a realização de uma ação de recall relacionada com o airbag e para a substituição do líquido dos travões. O veículo foi entregue às 09h27. Antes da entrega, filmei o interior do automóvel e os seus componentes, por precaução, devido a experiências anteriores menos positivas com esta oficina. Nessa gravação é possível verificar, entre outros aspetos, que tinha uma embalagem com 7 pastilhas elásticas no interior do veículo. Regressei para levantar o automóvel às 17h48. Numa primeira inspeção exterior não detetei quaisquer danos aparentes. No entanto, após iniciar a viagem e percorrer cerca de 2 km, comecei a notar várias situações anormais no interior do veículo. Em primeiro lugar, verifiquei que a embalagem de pastilhas elásticas continha apenas 5 unidades, quando tinha 7 no momento da entrega do veículo. Embora o valor das pastilhas seja irrelevante, o facto de terem desaparecido levanta dúvidas sobre a utilização indevida dos meus pertences pessoais. Em seguida, ao tentar abrir a consola central, constatei que um cabo de carregamento se encontrava preso de forma desorganizada, impedindo parcialmente a abertura. Sou particularmente cuidadoso com a organização do interior do veículo e esta situação indicava claramente que alguém tinha mexido nos meus objetos pessoais. Por fim, ao tentar abrir o cinzeiro/compartimento onde habitualmente guardo moedas para a lavagem do veículo, verifiquei que o mecanismo já não funcionava corretamente. Após inspeção mais atenta, constatei que a peça se encontrava partida. Perante esta situação, regressei imediatamente às instalações da BMW Caetano Baviera Portimão e solicitei que o problema fosse analisado. Inicialmente fui informado pela rececionista de que seria chamado o chefe de oficina, o Sr. Nuno Fernandes Guerreiro. O referido responsável observou a peça danificada e reconheceu que seria necessária alguma força para provocar aquele tipo de dano. Contudo, após alegadamente falar com o técnico que efetuou a intervenção no veículo, informou-me de forma categórica que a oficina não assumiria qualquer responsabilidade pelos danos, alegando que o técnico não tinha reportado qualquer incidente. Durante a conversa, expus também que os meus pertences pessoais tinham sido mexidos e que tinham desaparecido duas pastilhas elásticas da embalagem existente no veículo. Em resposta, foram feitas várias referências às pastilhas de forma que considerei inadequada para o contexto de uma reclamação de um cliente, desviando a atenção do problema principal: a existência de um dano no interior do veículo após este ter permanecido durante todo o dia sob responsabilidade da oficina. Foi igualmente referido que existiam fotografias tiradas à entrada do veículo e que, segundo a oficina, o cinzeiro já aparentava estar danificado. Após observação dessas fotografias, mantive a minha posição de que as mesmas não demonstram qualquer dano existente antes da intervenção. Recordo ainda que já tive uma experiência anterior negativa com esta oficina, na qual o veículo me foi entregue com riscos após uma reparação de valor elevado, situação que também não teve um esclarecimento satisfatório. No final da conversa, fui informado de que a única solução seria suportar eu próprio o custo da substituição da peça danificada, estimado em cerca de 36 €, acrescido da mão de obra de montagem. Considero inaceitável que um veículo seja entregue à oficina em determinado estado e devolvido com danos no interior, sem que seja efetuada qualquer averiguação séria ou assumida qualquer responsabilidade. Além disso, a perceção de que os meus pertences pessoais foram manuseados sem necessidade contribuiu para uma quebra total de confiança no serviço prestado. Gostaria ainda de manifestar o meu profundo desagrado pela forma como a situação foi tratada pelo chefe de oficina, Sr. Nuno Fernandes Guerreiro. Para além da recusa em analisar devidamente os factos relatados, senti uma postura de desvalorização constante das minhas preocupações enquanto cliente, bem como comentários e respostas que considerei inadequados e pouco profissionais para o cargo que ocupa. Em diversos momentos, tive a perceção de que as minhas observações estavam a ser tratadas com ligeireza e algum tom de escárnio, o que apenas agravou o meu sentimento de frustração perante uma situação já desagradável. Enquanto cliente de uma marca premium como a BMW, esperava ser tratado com respeito, seriedade, transparência e empatia. Considero que cargos de responsabilidade e contacto direto com clientes exigem elevados padrões de profissionalismo, capacidade de escuta e gestão de conflitos. Infelizmente, a postura demonstrada durante este episódio não correspondeu às expectativas que tenho de uma oficina oficial BMW, contribuindo significativamente para a perda de confiança no serviço prestado e na forma como a reclamação foi conduzida.
Prazo para denuncia do contrato
À MGEN Exmo Senhores: O nº 2 do Artigo 14º das Condições Gerais e Especiais 2026 da MGEN, abaixo reproduzido, diz-me que posso, mediante comunicação escrita à MGEN e com 30 (trinta) dias de antecedência em relação à data 1 Fevereiro 2027 da renovação do meu contrato, denunciar livremente este contrato. Ora a minha interpretação deste prazo é que posso comunicar isto com PELO MENOS 30 (trinta) dias de antecedência, em particular que posso fazer tal comunicação por exemplo agora, em Junho 2026. Senão, qual outra interpretação será possível e razoável ? Que tenho de comunicar isto com EXATAMENTE 30 dias de antecedência, ou seja no dia 2 Janeiro 2027 ? Porque se comunicar isto no dia 3 Janeiro 2027 ou em dia posterior então estarei claramente a falhar o prazo, pois tal dia não é com 30 dias de antecedência relativamente a 1 Fevereiro 2027 ! Assim, comunico hoje, por este meio escrito, à MGEN que denuncio o meu contrato, e solicito à MGEN que confirme agora que o meu contrato não será renovado em 1 Fevereiro 2027. Agradeço muito, cordialmente, António Costa de Ornelas Gonçalves, NIF 139 323 309. Nota: O motivo para esta minha reclamação é o facto de a MGEN me ter comunicado por escrito, em 18 Junho 2026, o seguinte: ‘’ verificamos que a renovação sua Apólice nº 26098 ocorre no dia 01-02-2027, sendo que os referidos 30 dias não estão salvaguardados, pelo que sugerimos que remeta novamente este pedido 30 dias antes da data de renovação.’’ Anexo: CONDIÇÕES GERAIS E ESPECIAIS 2026 ARTIGO 14.° - Denúncia do Contrato 2. O Tomador do Seguro pode, mediante comunicação escrita à MGEN e com 30 (trinta) dias de antecedência em relação à data de renovação, denunciar livremente o Contrato. ARTIGO 13.º - Início, Duração e Renovação do Contrato 1. O Contrato é celebrado por 1 (um) ano e produzirá efeitos a partir da data prevista nas Condições Particulares do mesmo. 2. Tratando-se de seguro em que o Tomador do Seguro seja uma pessoa singular, o Contrato considera-se aceite, em caso de não resposta da MGEN e nos termos e limites legais, no 14° (décimo quarto) dia a contar da data de receção da Proposta e dos documentos solicitados pela MGEN, exceto se o proponente for notificado da recusa ou da necessidade de esclarecimentos adicionais (a aprovação fica dependente do envio e análise dos elementos solicitados). 3. O Contrato será anualmente renovado por período e em condições correspondentes às inicialmente contratadas, salvo comunicação prévia por parte da MGEN, por escrito, em suporte papel ou outro meio duradouro, enviada, pelo menos, 30 (trinta) dias antes da data de renovação do mesmo. 4. Se o Tomador do Seguro não concordar com as condições propostas pela MGEN para a renovação do Contrato, deverá comunicar a sua discordância à MGEN, cessando o mesmo no fim da anuidade em curso.
Demora excessiva na resolucao de problemas
Exmos. Senhores Sou proprietario de uma habitacao que recentemente se deparou com problemas de humidade proveniente do vizinho de cima que é cliente desta seguradora. Ja ando á mais de um mes á espera que me resolvam o problema. A seguradora enviou um perito, mas agora recusa-se a pagar o arranjo porque supostamente o meu vizinho tem de indicar no orçamento o local exacto da fuga. Entao o que foi o perito lá fazer? Entretanto a humidade já se estendeu a outras divisoes da casa e o valor que o perito me ofereceu ja nao chega para o arranjo de todas as divisoes. Ninguem resolve nada, empurram uns para os outros e vao obrigar-me a ir para a justiça para resolver este problema.
Reclamação por cobrança indevida de serviço incluído em voucher
Venho solicitar a intervenção da DECO relativamente a uma situação que considero lesiva dos meus direitos enquanto consumidora. Adquiri através da plataforma Mygon um voucher para um serviço de "Manicure e Pedicure com Aplicação de Verniz Gel" a realizar no estabelecimento Studio Seven, localizado em Benfica, Lisboa. De acordo com a descrição da oferta, o voucher incluía expressamente manicure, pedicure, remoção de verniz anterior, remoção de calosidades, tratamento de cutículas e aplicação de verniz gel. O serviço foi previamente agendado e realizado sem que me tivesse sido comunicada qualquer limitação ou custo adicional relativamente ao conteúdo do voucher. Contudo, após a conclusão do tratamento, foi exigido o pagamento adicional de 20,00 €, tendo sido emitida uma fatura-recibo pela entidade Suzane Ferari Leal (NIF 295983094), com a descrição "Pedicure Completa". Considero esta cobrança indevida, uma vez que a pedicure constituía um dos serviços expressamente incluídos no voucher já adquirido e pago antecipadamente. Não solicitei qualquer serviço extra nem fui previamente informada da existência de qualquer valor adicional. O pagamento apenas foi exigido após a prestação do serviço. Entendo que esta situação configura falta de transparência na informação prestada ao consumidor e incumprimento das condições anunciadas no momento da aquisição do voucher. Acresce que, ao tentar exercer o meu direito de reclamação através do Livro de Reclamações Online, não consegui localizar a entidade responsável nem pelo nome comercial Studio Seven nem pelos dados constantes da fatura emitida. Pretendo obter: O reembolso do valor de 20,00 € cobrado adicionalmente; O esclarecimento das responsabilidades da Mygon e do estabelecimento prestador do serviço; A reposição dos meus direitos enquanto consumidora. Junto à presente reclamação: Cópia do voucher adquirido através da Mygon; Cópia da fatura-recibo de 20,00 € emitida após a prestação do serviço. Agradeço a análise da presente situação e a orientação que entendam adequada. Com os melhores cumprimentos
Verisure exige pagamento até ao final da renovação anual apesar de denúncia do contrato
Celebrei um contrato de prestação de serviços de segurança com a Verisure/Securitas Direct em 2015, associado ao meu NIF pessoal, relativo a um sistema de alarme instalado no imóvel onde exercia atividade e, posteriormente, também residência. Em maio de 2026 manifestei telefonicamente a minha intenção de cessar o contrato, cumprindo o pré-aviso contratualmente exigido. Nessa comunicação foi-me indicado que o contrato apenas poderia cessar em 14 de agosto de 2026, mantendo-se a obrigação de pagamento até essa data. Na sequência desse contacto, enviei comunicação escrita formal de denúncia do contrato, reafirmando a minha intenção de cessação e contestando a data indicada pela empresa. Posteriormente, recebi resposta escrita da Verisure/Securitas Direct, na qual a empresa confirma a manutenção do contrato até 14 de agosto de 2026, com base em cláusulas de renovação automática e no alegado incumprimento de prazos de denúncia. Nessa comunicação, a empresa refere igualmente a necessidade de apresentação de documentação relativa ao encerramento de atividade para eventual análise de cessação antecipada. Perante esta situação, apresentei reclamação no Portal da Queixa, tendo recebido apenas uma resposta automática e genérica, sem análise concreta da situação. De seguida, recorri ao Livro de Reclamações Eletrónico, no qual expus detalhadamente o caso. A empresa respondeu reiterando a sua posição contratual, mantendo a data de cessação em 14 de agosto de 2026 e insistindo na necessidade de documentação adicional que considero não aplicável ao meu caso, uma vez que nunca foi comunicado o encerramento de atividade profissional, mas apenas a saída do imóvel e cessação da sua utilização. Importa ainda referir que, desde 2018, o imóvel passou igualmente a ser utilizado como habitação permanente, tendo a própria empresa procedido à instalação e configuração de equipamentos em divisões habitacionais, como sala e quartos, situação que foi sempre do seu conhecimento. Na sequência da resposta ao Livro de Reclamações, reiterei por email a minha posição através dos canais oficiais da empresa (livrodereclamacoes@securitasdirect.pt e atcpt@securitasdirect.pt), contestando os fundamentos apresentados e solicitando esclarecimentos adicionais, sem que tenha ocorrido alteração da posição da empresa. Face à manutenção do diferendo, irei avançar com queixa junto do Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa (CACCL), enquanto mecanismo de resolução alternativa de litígios. Este relato é partilhado não apenas como exposição do caso concreto, mas também com o objetivo de ajudar outros consumidores que enfrentem situações semelhantes em contratos de longa duração com renovações automáticas e dificuldade na cessação contratual, apesar de denúncia expressa.
Cancelamento indevido da minha conta do Instagram
Exijo a devolução imediata da minha conta legítima de Instagram com 8 anos de histórico: @asartesdorubito. O meu perfil verdadeiro foi injustamente desativado por filtros automáticos errados. Eu tenho todos os chats com a minha falecida esposa lá memórias e familiares. Já eliminei as contas secundárias que causavam conflito e o meu e-mail está totalmente limpo. Quero o meu caso revisto por técnicos humanos e o acesso restabelecido já. QUE ISTO ME ESTÁ A ESGOTAR MAIS EMOCIONALMENTE E COMO RETIRARAM A MINHA QUEIXA EU NAO SEI PORQUE ENTAO VOU MANDAR AS VEZES QUE FOREM PRECISAS...
Cancelamento indevido da minha conta do Instagram
Exijo a devolução imediata da minha conta legítima de Instagram com 8 anos de histórico: @asartesdorubito. O meu perfil verdadeiro foi injustamente desativado por filtros automáticos errados. Eu tenho todos os chats com a minha falecida esposa lá memórias e familiares. Já eliminei as contas secundárias que causavam conflito e o meu e-mail está totalmente limpo. Quero o meu caso revisto por técnicos humanos e o acesso restabelecido já. QUE ISTO ME ESTÁ A ESGOTAR MAIS EMOCIONALMENTE E COMO RETIRARAM A MINHA QUEIXA EU NAO SEI PORQUE ENTAO VOU MANDAR AS VEZES QUE FOREM PRECISAS...
óculos enviados sem graduação e não resolvem a situação
Venho apresentar uma reclamação relativamente à minha encomenda de óculos graduados efetuada em 31/05/2026. Recebi os óculos sem a graduação encomendada e paga, pelo que tive de os devolver para correção devido a um erro da vossa responsabilidade. Os óculos foram recebidos nas vossas instalações no dia 08/06/2026, segundo email que me enviaram. Apesar das várias solicitações de informação efetuadas desde então, continuo sem uma resposta clara sobre o estado do processo. No último e-mail fui informada de que os óculos ainda aguardavam ser enviados para colocação da graduação, mas não me deram uma data. Passaram já mais de duas semanas desde a receção dos óculos por parte da vossa empresa e quase um mês desde a data da encomenda, sem que me tenha sido indicada qualquer data prevista de conclusão ou envio. Solicito que me informem com urgência: Se os óculos já foram enviados para montagem das lentes; Em que fase se encontra atualmente o processo; Qual a data concreta prevista para expedição. Se os óculos não forem esta semana para montagem das lentes, solicito a devolução imediata do valor, pois acho inadmissível o tempo e a falta de respostas concretas para solucionar o meu problema. Referência: SUNOOP
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