Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais

Preços alterados. Abuso de Confiança. Desrespeito, discriminação, ameaça física.

Ausendo Silva Pires Meu e-mail: aspires8@hotmail.com Meu Nif.: 143181564 Boa Noite. Comprei um Smartphone na Loja Radio Popular, em Carcavelos. Inicialmente, propuseram-me um valor de: 20,00 euros de mensalidade/prestação. Aceitei. Depois de concluído a compra, com base neste valor, o Responsável da Loja disse-me que, afinal, o valor da mensalidade seria de: 48,00. Recusei, de imediato. Foi-me proposto, depois, o valor de: 24,00 euros mensais. Concordei com este valor. Dias mais tarde, depois de entregar um valor monetário, fui informado, por outro Colaborador, que a mensalidade seria, afinal, de 35,00. Tinham acrescentado o valor de um Seguro do Smartphone, que não pedi e que já está anulado pela Seguradora, de uma película para proteger o aparelho, que também não pedi e que não tenho em meu poder. Informei a Cetelem que o valor a pagar, não era o combinado com o Responsável da Loja Radio Popular. A Cetelem não aceitou as minhas explicações e continua a cobrar-me os 35,00 euros de mensalidade. Reclamei, junto do Responsável daquela Loja. Não atendeu à minha pretensão. Mas, em vez de retificarem o valor da mensalidade do Smartphone, fui, impensável, ameaçado por um Colaborador daquela Loja Radio Popular, de nome Nic. Pedia ajuda a V. Exas. para resolverem este problema. Obrigado. Atentamente, Ausendo Silva Pires

Encerrada

Apolices activas indevidamente

Ja tinha mandado tanto para a medis como para a medis mapfre a anulacao das apolices mandei dois emails para a Medis e medis Mapfre ate ja recebi estorno da desistência das apolices na minha conta bancaria Venho Reforçar mais uma Vez a Anulacao Definitiva da apolice DI 56 25 95 52 que eu tinha mandado dois email desistir e voces nao anularam a apolice Venho reforçar a anulacao Também venho reforçar que a apolice deixe de estar activa no sistema DI 56 25 79 72 e P 00030395 MAIS UMA VEZ VENHO REFORCAR QUE TIREM ESSAS APOLICES DE ACTIVO PORQUE EU MANDEI CANCELAR AS DUAS APOLICES NO PRAZO DOS 14 DIAS NUNCA PENSEI VIR A TER PROBLEMAS COM A MEDIS E MEDIS MARPHE Em ultimo caso avanco com uma advogada da deco e faço queixa num Tribunal arbrital julgados da paz EVORA 3 DE FEVEREIRO DE 2026 Luis António Costa Teixeira

Resolvida
P. M.
03/02/2026

Debito não autorizado

No dia 11/08/2025 eu fiz uma reserva de um voo pela edreams coloquei meus dados e finalizei o pagamento da compra. O site-oficial da edreams ofereceu um desconto na viagem, com 15 dias grátis de teste do serviço edreams prime, após os quais sem qualquer tipo autorização ou sequer informação prévia dos valores em causa, foram descontados exatos 89.99€ do meu cartão de crédito. Realço que não introduziram qualquer informação prévia dos custos do prime na primeira compra, apenas que tinha um período experimental de 15 dias que daria acesso ao desconto aplicado na compra. Agradeço que esta situação seja resolvida brevemente. Não quero pensar que agora a plataforma Edream seja uma fraude. Aguardo resposta a esta mensagem. Com os melhores cumprimentos, Pedro Maia

Resolvida
T. M.
03/02/2026
ERA

Invasão de propriedade privada por colaboradores da ERA

Não sou cliente da ERA. Violação de propriedade privada para deixar publicidade. Envio fotos de panfelto que me foi deixado na porta do meu apartamento pela colaboradora Grazie Oliveira, o que implica a entrada no mesmo e circulação nos corredores privados do prédio. Não foi o primeira colaborador a fazer isso e continuam a ter esta prática. Esse tipo de publicidade deve ser deixado no exterior na caixa de correio. Por outro lado, ao tentar fazer a reclamação no livro online da empresa ERA sou obrigada a aceitar que os meus dados sejam usados para publicidade e contactos por parte da empresa para marketing, não conseguindo prosseguir com a reclamação se não o aceitar. Este facto também me parece abusivo e não respeitante dos direitos do consumidor ao não haver a hipótese " NAO ACEITO" que os meus dados sejam usados para outros fins, nomeadamente marketing. Tornando assim impossível fazer uma reclamação.

Encerrada
T. F.
03/02/2026

Cobrança de serviços não realizados

Exmos. Senhores Há algum tempo que sou contactada por uma sociedade de advogados intitulada Gandarez, Moreira & Associados, que diz que devo 20,63 euros à EDP. Achei desde logo estranho, uma vez que as minhas faturas estão todas regularizadas, não se encontrando nenhum valor em dívida. Neste âmbito, pensei estar perante uma tentativa de fraude. Ignorei. Todavia, em novo email, com data de 30 de janeiro de 2026, esta mesma sociedade ameaçou-me que se não pagasse este valor ia adotar os procedimentos necessários à cobrança coerciva desta dívida. Liguei à EDP a pedir esclarecimentos sobre a veracidade desta dívida e sociedade de advogados. Aquilo que me disseram é que, efetivamente, este valor era devido à EDP, desde 2024. Quando interrogado o funcionário da empresa sobre qual a justificação para essa cobrança, que, repito, não consta das faturas, que estão todas regularizadas, respondeu-me com um vago "Cobrança de serviços"...Gostaria que me fosse explicado, claramente, que serviços foram esses, já que nunca foi necessário chamar um técnico da EDP a casa para reparar seja o que for. Todas as cobranças, sejam de pouco ou muito valor, devem vir claramente discriminadas nas faturas. Que serviços foram esses, em que data, porque só está a ser cobrado agora, porque razão no acerto de contas esses supostos valores em dívida não foram reclamados, etc. Caso contrário, o consumidor fica com a suspeição de que lhe estão a ser cobrados valores indevidamente por alegados "serviços" não especificados. Por fim, tentamos aceder às faturas de 2024, e tal não foi possível por já não se encontrarem na página do cliente da EDP. Neste sentido, gostaríamos do apoio jurídico da DECO na resolução do presente caso. Atenciosamente, Tânia Ferreira

Em curso
M. C.
03/02/2026

FUNCIONÁRIA ROYAL

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à atuação da secretária da Escola de Condução Royal, de nome Beatriz. Ao longo do meu contacto com a referida colaboradora, verifiquei comportamentos que considero graves e incompatíveis com a ética profissional exigida nesta função. Em particular, destaco a alegada transmissão de informações confidenciais dos alunos a terceiros, situação que compromete a privacidade e a confiança que devem existir entre a instituição e os seus formandos. Adicionalmente, a referida colaboradora demonstra falta de empatia no atendimento ao público, bem como ausência de aptidões adequadas para o exercício da função que desempenha, refletindo-se num atendimento pouco profissional e desrespeitoso. Considero que estas situações prejudicam a imagem da escola e afetam negativamente a experiência dos alunos, pelo que solicito que esta reclamação seja devidamente analisada e que sejam tomadas as medidas que considerem adequadas. Fico a aguardar uma resposta e esclarecimento sobre os procedimentos que serão adotados.

Resolvida
E. S.
03/02/2026

Débito indevido

Caro/a utilizador/a Foi submetido o seguinte pedido de contacto: Email: eunice_segurado@hotmail.com Tema: Empresa não responde à sua reclamação Pergunta: Reclamar Reclamações Sobre SIBS - Débito indevido Eunice Segurado apresentou a reclamação 16 de janeiro 2026 Eu venho por este meio reportar um incidente numa caixa multibanco exterior nas antigas instalações do banco Millennium localizada na praceta da independência em Setúbal em que no dia 18 Dezembro por volta das 15H18 tentei fazer um levantamento no valor de 20€ em que não houve reação da máquina! nada resolvido!apesar de queixa à minha entidade bancária montepio para sibs sibs em que não assume erro inclusive fiz reclamação portal da Queixa! Livro reclamações!montepio/bdp) e até hoje ninguém me devolve o que me foi retirado! Com os melhores cumprimentos,

Resolvida

Resumo da Reclamacao – Servico Hertz 24/7

O servico Hertz 24/7 apresentou falha grave de atendimento, com demora excessiva (c. 31 minutos) numa linha de apoio que se anuncia como critica/emergencia e funciona 24/7. Durante esse periodo, o veiculo ficou imobilizado, sem possibilidade de circulacao, devido a bloqueio do sistema, sem alternativa funcional de apoio ao cliente. O atraso na devolucao do veiculo nao resultou de utilizacao indevida, mas exclusivamente da demora no atendimento da Hertz 24/7, situacao documentada por registos de chamadas. O proprio atendente da Hertz 24/7 autorizou verbalmente a entrega com cerca de 30 minutos de atraso, reconhecendo que o atraso foi causado pela falha do servico. Essa autorizacao nao foi refletida na faturacao. Apesar de alegarem "escalacao interna", nao foi identificado qualquer responsavel hierarquico, nem apresentados elementos objetivos ou provas de que essa analise tenha ocorrido, configurando falsa ou nao comprovada escalacao interna. Houve recusa injustificada em rever a fatura, mesmo apos envio de provas que demonstram a reducao efetiva do tempo de aluguer e a inexistencia de culpa do cliente. Verifica-se falta de transparencia, profissionalismo e resistencia no atendimento, nomeadamente por parte da colaboradora Debora Bras, que manteve uma posicao rigida, sem esclarecimento tecnico adequado nem encaminhamento para instancias superiores. Trata-se de um servico faturado por hora, pelo que a cobranca de tempo adicional sem utilizacao efetiva do veiculo e causada por falha do prestador configura cobranca indevida. A situacao representa ainda um risco de seguranca, pois o cliente ficou imobilizado sem apoio eficaz, o que, noutro contexto (local isolado ou via rapida), poderia ter consequencias graves. Pedido final: Revisao da faturacao com anulacao da taxa de atraso, reconhecimento da falha do servico Hertz 24/7 e atuacao adequada ao nivel de qualidade e defesa do consumidor.

Resolvida
M. H.
03/02/2026

ébitos/cobranças indevidas — Fitness UP — sem contrato/adesão

Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação contra a Fitness UP por cobranças indevidas efetuadas na minha conta bancária, associadas à vossa entidade, sem que exista qualquer contrato, autorização, adesão ou consentimento da minha parte. Débitos identificados: 17,50 € em 09/01/2026 22,70 € em 09/01/2026 17,60 € em 23/01/2026 Total: 57,80 € Esclareço que nunca celebrei contrato com a Fitness UP, nunca autorizei débitos diretos, nem subscrevi qualquer serviço/plano que legitime estas cobranças. Pretendo a resolução imediata através de: Devolução integral do montante de 57,80 €. Cancelamento imediato de qualquer registo/adesão/contrato eventualmente aberto em meu nome, com confirmação por escrito de que não existirão cobranças futuras. Esclarecimento formal sobre a origem dos débitos, incluindo: identificação do clube/estabelecimento onde a alegada adesão foi registada, data e forma de adesão, e envio de cópia do contrato e do mandato/autorização SEPA que a Fitness UP alegue existir. Já tentei contacto prévio com a empresa (email e chamadas) sem resposta/solução até ao momento. Aguardo resposta e regularização urgente. Com os melhores cumprimentos,

Resolvida
G. M.
03/02/2026
Creativevannessa7

Fornecimento de produto não conforme e recusa de reembolso

Exmos senhores, venho por este meio apresentar reclamação contra [nome da empresa / nome comercial], relativa ao fornecimento de um produto não conforme e à posterior recusa de reembolso, apesar de este ter sido previamente aceite pela própria empresa. No dia 20 de dezembro de 2025, encomendei um buquê de rosas de cetim, pelo valor de 35€, tendo efetuado o pagamento integral no dia 21 de dezembro de 2025, conforme solicitado pela empresa. A encomenda foi entregue no dia 28 de dezembro de 2025. No entanto, o produto recebido não correspondia ao produto acordado, uma vez que, em vez de rosas de cetim, me foi entregue um buquê composto por rosas artificiais cobertas por glitter, material e acabamento claramente diferentes do contratado. Após contactar a empresa para reportar a situação, fui informada pela responsável (CEO) de que não teria sido ela a produzir o buquê e foi-me confirmada a aceitação do reembolso do valor pago. De boa-fé, aguardei durante cerca de um mês que o reembolso fosse efetuado. Contudo, passado esse período, a empresa passou a negar a responsabilidade, alegando que o buquê entregue não corresponderia ao que foi por eles enviado, atribuindo a situação a uma funcionária, versão que contradiz comunicações anteriores e que considero manifestamente falsa, sendo facilmente demonstrável através das mensagens trocadas e das provas em minha posse. Neste momento, a empresa recusa-se a proceder ao reembolso, apesar de: O produto entregue não ser conforme com o contratado Ter sido reconhecida inicialmente a falha Ter sido aceite expressamente a devolução do valor Considero que esta situação configura uma violação dos direitos do consumidor, nomeadamente no que respeita ao fornecimento de bens conformes e ao incumprimento de um acordo de reembolso. Solicito, assim, o apoio da DECO para a resolução deste conflito, no sentido de ser efetuado o reembolso integral do valor pago (35€) e de serem tomadas as diligências que entendam adequadas. Coloco-me à disposição para fornecer todas as provas necessárias, incluindo comprovativos de pagamento, fotografias do produto recebido e comunicações trocadas com a empresa. Com os melhores cumprimentos, Gilson Monteiro 938005032

Em curso

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.