Reclamações públicas

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B. M.
18/09/2026

Incumprimento de prazo de entrega e cobrança indevida de portes de envio — Encomenda n.º 16703850

Exmos. Senhores, Vem o presente expor e reclamar formalmente o incumprimento contratual e a prática comercial incorreta por parte da livraria online WOOK (Grupo Porto Editora), com base nos seguintes factos e cronologia: Cronologia dos Factos: 14/09/2026 (Data da Compra): Realizei a compra de 3 livros no site da WOOK (Encomenda n.º 16703850). No momento da compra, todos os artigos apresentavam o estatuto de "entrega imediata", com previsão de entrega explicitamente indicada no site para o dia útil seguinte, 15/09/2026. A decisão de efetuar a compra na WOOK decorreu inteiramente da garantia desta rapidez e celeridade na entrega, uma vez que os livros se destinavam a uma oferta de aniversário no dia 17/09/2026. 15/09/2026 (Primeiro Contacto - 11:30:33): Ao verificar o estado da encomenda, constatei com surpresa que a data de entrega tinha sido alterada unilateralmente para o dia 22/09/2026, com a justificação de que um dos livros afinal dependia de encomenda ao fornecedor (contrariando a informação de disponibilidade imediata prestada no ato da compra). Contactei o apoio ao cliente a expor a situação e solicitei a entrega imediata dos 2 livros disponíveis sem qualquer custo adicional, visto que o atraso se devia a um erro de stock/informação do próprio site. 16/09/2026 (Segundo Contacto - 09:58:43): Sem qualquer resposta formal à minha mensagem do dia anterior, recebi um e-mail automatizado a exigir o pagamento de portes de envio adicionais para efetuar a separação da encomenda (envio parcial). Enviei novo contacto ao apoio ao cliente a reiterar que não aceitava nem iria proceder ao pagamento de qualquer valor extra por um erro imputável exclusivamente à WOOK. Resposta da WOOK (Serviço de Apoio ao Cliente): A Sra. Susana Novais, em representação da WOOK, respondeu de forma desfasada e desprovida de sensibilidade comercial, alegando que a divisão da encomenda implicava o pagamento de portes adicionais no livro "Confissão", por este ter valor inferior a 16 €, ignorando que a separação do pedido só foi necessária por incumprimento da informação de disponibilidade prestada na venda original. Resposta do Consumidor (Tratamento Final): Reforcei que a opção de desmembramento da encomenda apenas ocorreu como tentativa de mitigar o prejuízo causado pelo incumprimento da data de entrega prometida. Reiterei a minha recusa em pagar qualquer valor adicional e concedi prazo para resolução voluntária, sem que a empresa tivesse resolvido o problema a contento. Fundamentação Legal e Pedido: Erro na Informação e Oferta Vinculativa: De acordo com o Decreto-Lei n.º 24/2014 (Regime dos Contratos Celebrados a Distância), a informação relativa à disponibilidade do bem e ao prazo de entrega integra a proposta contratual vinculativa. O consumidor comprou confiando na disponibilidade imediata anunciada. Proibição de Imposição de Custos Adicionais: O atraso no fornecimento de um dos artigos por erro de inventário ou de indicação de stock da WOOK não pode, sob qualquer pretexto, gerar custos suplementares (portes de envio) para o consumidor. Face ao exposto, exijo: O envio imediato do artigo em falta (livro "Confissão") sem a cobrança de qualquer taxa ou porte de envio adicional. Aguardo a resolução célere da presente reclamação. Com os melhores cumprimentos, Bruno Martins

Em curso
P. L.
18/09/2026

Compra FNAC com seguro SPB- Extraviada

Exmos. Srs., Na continuação das várias tentativas de resolução desta situação por email com a Fnac em conjunto com a companhia de seguros SPB e posteriormente através de reclamação formal, enviada por email e colocada no livro de reclamações online, ambas não respondidas, nem resolvidas, relativamente ao processo de sinistro associado ao meu computador portátil Lenovo, adquirido na FNAC, situação que permanece sem resolução. Recordo que o dano acidental no equipamento foi participado no dia 4 de Julho, ao abrigo do seguro contratado através da SPB, tendo o portátil sido posteriormente recolhido pela transportadora para análise no âmbito do respetivo processo de sinistro. No dia 7 de Agosto, recebi uma encomenda que me foi indicada como estando relacionada com o processo. Contudo, ao abrir a embalagem, verifiquei que a mesma continha apenas o carregador do portátil, não tendo sido devolvido o equipamento. Acresce que a embalagem se encontrava envolvida em película preta e aparentava ter sido previamente aberta e posteriormente reembalada, circunstância que considero relevante e que solicitei anteriormente que fosse esclarecida. (Fotos solicitadas enviadas) Após a receção dessa encomenda, efetuei diversos contactos com os serviços da FNAC, tendo-me sido sucessivamente indicado que a situação seria analisada e resolvida. Contudo, até à presente data, continuo sem o meu computador e sem uma explicação concreta sobre o seu paradeiro e sobre o que efetivamente aconteceu ao equipamento. Importa ainda salientar que apresentei uma reclamação através do Livro de Reclamações Online no passado dia 31 de Agosto, relativamente a esta mesma situação, à qual, até à presente data, não obtive qualquer resposta da FNAC. Entretanto, contactei igualmente a SPB, tendo recebido uma resposta na qual esta entidade esclarece que atua enquanto mediadora de seguros e que o processo foi encaminhado para o respetivo Serviço Técnico para recolha de informação. Esta resposta, contudo, não resolve a questão fundamental relativamente ao meu equipamento. Assim, solicito à FNAC uma resposta formal, concreta e por escrito, esclarecendo: Onde se encontra atualmente o meu computador portátil Lenovo; Qual a entidade que tem ou teve a posse do equipamento desde a sua recolha; O que aconteceu ao equipamento durante o processo de análise/reparação; Por que motivo me foi enviado apenas o carregador; Se o portátil foi efetivamente analisado e, em caso afirmativo, qual foi o resultado dessa análise; Qual o estado atual do processo de sinistro; Qual a solução que a FNAC pretende apresentar para resolver definitivamente esta situação; Qual o prazo concreto previsto para a resolução do processo e para a restituição do equipamento ou, caso tal não seja possível, para a correspondente solução ao abrigo do seguro. Solicito igualmente que esta reclamação seja encaminhada internamente para o responsável pelo processo e, se necessário, para a entidade responsável pela gestão do sinistro, não devendo o assunto ficar sem resposta por existir uma relação entre a FNAC, a SPB e a companhia seguradora. Reitero que a minha reclamação não se prende apenas com a decisão relativa à cobertura do dano. Existe uma questão prévia e objetiva que continua por esclarecer: o meu computador foi entregue/recolhido no âmbito de um processo de sinistro e, até ao momento, não me foi devolvido nem me foi apresentada uma explicação concreta sobre o seu paradeiro. Considero, por isso, inadmissível que, após todo este período e depois de vários contactos, continue sem o equipamento e sem uma resposta objetiva. Solicito que a FNAC responda por escrito à presente reclamação e que a resposta identifique claramente a situação atual do equipamento e as medidas que serão tomadas para a resolução definitiva do processo. Com os melhores cumprimentos, Paulo Luis

Em curso
I. P.
18/09/2026

Encomenda com defeito após montagem

Compra efetuada integralmente online, em 27 de julho de 2026, através do sítio eletrónico www.beliani.pt, tendo por objeto uma cama, entregue em 4 de setembro de 2026. DESCRIÇÃO DOS FACTOS No dia 11 de setembro de 2026, sete dias após a entrega, a cama partiu devido a defeito do material de que é constituída, tornando-se imprópria para o uso a que se destina. No mesmo dia 11 de setembro de 2026 apresentei reclamação junto do fornecedor, por via eletrónica, com fotografias do estado do bem e da rotura verificada. Desde essa data tenho contactado o fornecedor por escrito, diariamente, solicitando o reembolso integral do valor pago. O fornecedor recusa-se a proceder ao reembolso do valor pago, propondo unicamente a emissão de um vale de compras (voucher), alternativa que não aceito e que não corresponde ao meu pedido. FUNDAMENTO DA RECLAMAÇÃO A falta de conformidade do bem manifestou-se dentro do prazo de 30 dias a contar da entrega, pelo que, nos termos do Decreto-Lei n.° 84/2021, de 18 de outubro, assiste-me o direito de exigir diretamente a resolução do contrato, sem necessidade de aceitar previamente uma tentativa de reparação ou substituição do bem. A falta de conformidade manifestada dentro de dois anos a contar da entrega presume-se existente já à data da entrega, cabendo ao profissional, e não ao consumidor, ilidir essa presunção. Exercida a resolução do contrato, o profissional tem a obrigação legal de reembolsar o consumidor do preço pago, através do mesmo meio de pagamento utilizado na compra, no prazo de 14 dias a contar da comunicação da decisão de resolução, sem que possa substituir esse reembolso por um vale de compras sem o meu acordo expresso. PEDIDO Face ao exposto, comunico, através da presente reclamação, a minha decisão de resolver o contrato de compra e venda celebrado com a Beliani.pt relativo à cama identificada, e solicito: 1. O reembolso integral do valor pago pela cama, através do mesmo meio de pagamento utilizado na compra, no prazo legal de 14 dias; 2. A indicação de como e quando o fornecedor pretende proceder à recolha do bem, cujo custo lhe incumbe, dada a sua natureza e dimensão; 3. A não aceitação de qualquer vale de compras (voucher) como forma de reembolso, por não corresponder ao meio de pagamento original nem ter sido por mim aceite. Mais informo que, na ausência de resposta favorável e do reembolso dentro do prazo legal, me reservo o direito de recorrer a uma entidade de resolução alternativa de litígios de consumo e, se necessário, à via judicial. ANEXOS Fotografias do estado do bem e da rotura verificada; cópia da correspondência trocada com o fornecedor desde 11 de setembro de 2026.

Em curso
P. B.
18/09/2026

Reembolso pendente

Venho apresentar uma reclamação formal relativamente a um reembolso que se encontra pendente há mais de dois meses, sem que, até à presente data, a Worten tenha conseguido concretizar o pagamento ou apresentar uma solução. Apesar de a própria Worten indicar um prazo máximo de 10 dias úteis para a realização de reembolsos, esse prazo foi largamente ultrapassado. Tenho contactado repetidamente o Apoio ao Cliente ao longo deste período, sem resolução. No contacto mais recente, realizado em 9 de setembro de 2026, foi-me novamente indicado que o pagamento teria sido efetuado em dinheiro, mas que a Worten não encontra qualquer registo dessa operação na sua plataforma. Foi ainda referido que já terá existido uma tentativa de processamento do reembolso, mas que essa operação terá sido devolvida. É incompreensível que, após quase dois meses e vários contactos, a Worten não consiga identificar de forma clara o estado do processo nem concretizar o reembolso, limitando-se a sucessivos encaminhamentos internos. Solicito, por isso, a regularização imediata e definitiva da situação, através da devolução do valor que me é devido, preferencialmente pelo meio de pagamento originalmente utilizado (cartão de débito) ou, caso tal não seja possível, por transferência bancária. Solicito igualmente uma explicação formal sobre o motivo pelo qual o reembolso não foi efetuado dentro do prazo indicado pela própria Worten e sobre as razões pelas quais, até ao momento, não existe um registo claro da operação. Considero inaceitável que, após este período de espera, continue sem uma solução concreta para um reembolso que deveria ter sido processado num prazo máximo de 10 dias úteis. Anexo o comprovativo do meu pagamento, a 13 Julho 2026.

Em curso
J. C.
18/09/2026

Falta de transparência e não benefício de desconto

Boa tarde.  Serve este email para apresentar formalmente uma reclamação do V/ consultor Márcio Raposo.  No passado dia 14/09/2026, pelas 21H00, desloquei-me à V/ loja do C.C. Colombo, a fim de adquirir um par de óculos para o meu filho.  Realizou-se a consulta e, logo de seguida, fui encaminhado para o consultor Márcio Rosa. Tal como me tinham transmitido na triagem, usufruiria de 30% na aquisição dos óculos (armação+lentes), por ser beneficiário da ADSE. Voltei a questionar o Sr. Márcio, que me confirmou esta informação.  Já tendo escolhido antecipadamente a armação (194€), foi-me apresentado um preço para as lentes de quase 400€ (cuja tabela não me foi mostrada, limitando-se o Sr. Márcio a fazer contas numa máquina de calcular e a apresentar-me o preço final, já com desconto, numa folha de papel com a sua letra), não tendo especificado a razão por que as lentes tinham este valor.  Respondi que aquele preço estava fora de questão e que, sendo professor, não tinha um orçamento ilimitado.  Manifestamente perturbado, disse que tinha umas lentes por cerca de metade do preço (não especificando o que estas diferiam relativamente às primeiras), mas que não tinham em stock (ao contrário das primeiras) e que demorariam no mínimo 10 dias úteis a chegar.  Como necessitava dos óculos com urgência, transmiti que levaria apenas a armação, o que o deixou visivelmente nervoso.  Quando me preparava para pagar, fiquei espantado por o preço não incluir o desconto de 30% que me tinha sido apresentado. Confrontado, disse-me que só beneficiaria do desconto se incluísse também as lentes. Sou professor de português, mas detenho a capacidade de fazer contas básicas; se os 30% de desconto incidiriam sobre o preço total (lentes + armação), por que razão apenas a armação não inclui este desconto?  Apresentei queixa no livro de reclamações, paguei os 194€ e disse que iria fazer queixa de si - sobretudo pela falta de transparência, tendo começado a levantar a voz, numa postura rude e desafiadora.  À falta de transparência neste episódio, numa loja da qual sou cliente há décadas, soma-se a manifesta deselegância, má-fé e de vendedor de feira do V/ consultor Márcio Raposo - não coincidindo com a imagem que a Grand Optical sempre adotou.   Solicito um pedido de desculpas formal e o justo reembolso dos 30% do valor pago pela armação.  Melhores cumprimentos,  Jorge Cerejeira

Em curso
D. B.
17/09/2026

Novo pedido de intervenção – bloqueio recorrente de conta Amazon.es | Caso anterior n.º 15209498

Exmos. Senhores, Venho solicitar novamente a intervenção da DECO PROteste relativamente ao bloqueio recorrente da minha conta Amazon.es. Já tinha anteriormente aberto um processo junto da DECO PROteste sobre esta mesma situação, com o n.º 15209498, que acabei por cancelar porque, entretanto, a Amazon aparentou ter resolvido o problema. Na altura, a solução passou pela eliminação da conta anterior e criação de uma nova conta com o mesmo endereço de e-mail. Aceitei essa solução por considerar que o problema ficaria resolvido. No entanto, com a eliminação da conta anterior, perdi o acesso ao histórico de compras, faturas e restante documentação associada às encomendas efetuadas nessa conta. Criei então uma nova conta com o mesmo e-mail, essencialmente para continuar a utilizar serviços Amazon, nomeadamente a Alexa. Esta nova conta praticamente não teve atividade comercial e não foi utilizada por mim para realizar compras, encomendas ou pedidos de reembolso. Apesar disso, cerca de duas semanas depois, esta nova conta foi novamente suspensa. A Amazon não me apresentou qualquer motivo concreto. Nas comunicações recebidas, limitou-se a indicar genericamente que eu poderia ter fornecido informação imprecisa ou utilizado a conta em violação das Condições de Utilização. Solicitei uma revisão e pedi que fosse identificada a informação ou conduta concreta que justificava o bloqueio. Expliquei também que a conta era recente, não tinha sido utilizada para compras ou encomendas e era usada essencialmente para serviços Alexa. A Amazon respondeu que não tinha conseguido verificar os detalhes da conta, manteve a suspensão e considerou a decisão definitiva, sem identificar qualquer operação, compra, reembolso ou comportamento específico. Na prática, o suporte da Amazon não me permite resolver a situação: o apoio ao cliente não consegue reverter a decisão nem explicar a sua origem, e não me é disponibilizado um meio efetivo para esclarecer ou corrigir um eventual erro. Perante esta situação, recorri também à entidade de resolução extrajudicial ADROIT, tendo sido aberto o processo n.º 3360503148. Foi apenas durante esse processo que surgiu, pela primeira vez, uma alegação concreta. Segundo a decisão da ADROIT, a Amazon afirmou que a suspensão estaria relacionada com “identified refund abuse”, ou seja, alegado abuso de reembolsos. Esta justificação nunca me tinha sido comunicada diretamente pela Amazon e causa-me especial perplexidade porque a nova conta em causa não tinha sido utilizada por mim para efetuar compras nem para solicitar reembolsos. A ADROIT acabou por considerar a reclamação inadmissível por entender que, segundo a qualificação apresentada pela Amazon, a questão estava relacionada com comportamento do utilizador e não com uma decisão abrangida pelo âmbito daquele mecanismo. Importa referir que a ADROIT não apreciou o mérito da alegação, ou seja, não concluiu que tivesse existido abuso de reembolsos. Apresentei ainda recurso à ADROIT, salientando que a alegação de “refund abuse” apenas tinha surgido durante o processo e que não me tinha sido dada oportunidade de responder previamente a essa fundamentação. O recurso foi igualmente considerado inadmissível por razões processuais, encontrando-se essa via encerrada. Neste momento encontro-me, portanto, numa situação em que: a conta anterior foi bloqueada sem explicação concreta; essa conta foi eliminada como tentativa de resolução; perdi o acesso ao histórico de compras e faturação da conta anterior; criei uma nova conta com o mesmo e-mail; cerca de duas semanas depois, a nova conta foi novamente bloqueada; essa nova conta não tinha sido utilizada para compras ou reembolsos; a Amazon continua sem me indicar diretamente o motivo concreto; a alegação de “refund abuse” apenas surgiu perante a ADROIT; continuo impedido de utilizar normalmente a minha conta e serviços associados, nomeadamente a Alexa. O caráter recorrente destes bloqueios leva-me a questionar se existe alguma associação automática entre os meus dados/e-mail e a conta anterior, algum registo interno ou sinalização automática da Amazon que esteja a provocar novos bloqueios independentemente da atividade da nova conta. Solicito, por isso, a intervenção e apoio jurídico da DECO PROteste para esclarecer: qual o motivo concreto e comprovável do bloqueio; quais os factos, operações ou reembolsos que sustentam a alegação de “refund abuse”; como pode existir alegado abuso de reembolsos numa conta que não foi utilizada para compras ou reembolsos; se a nova conta foi associada à conta anterior ou a algum outro registo interno; que meios tenho para exercer contraditório e corrigir um eventual erro; se, não existindo infração concreta, a Amazon deve permitir a utilização normal da conta; e como poderei recuperar o acesso às faturas e documentação da conta anterior eliminada. O que pretendo é uma solução definitiva, que permita esclarecer e corrigir a origem destes sucessivos bloqueios e voltar a utilizar normalmente uma conta Amazon e os serviços associados. Processo anterior DECO PROteste: n.º 15209498 Processo ADROIT: n.º 3360503148 Junto documentação relativa às comunicações com a Amazon e ao processo da ADROIT. Com os melhores cumprimentos, David Marques Barreiros E-mail associado à conta Amazon: david29barreiros@gmail.com

Em curso
J. C.
17/09/2026

Fiat tipo

Boa tarde, desde abril 2026, que comprei o meu carro Fiat na flexicar em Setúbal que tenho tido problemas com o mesmo , começou por o que ficou escrito para fazerem em 15 dias após a aquisição do mesmo nada foi feito , no dia do levantamento do carro reparei que estava na mesma tudo para reparar. Saio do stand o comando do carro não trabalha , entretanto foi a bateria que não era própria do carro não tinha o sistema star stop e o carro tem , teve que ser trocada o comando tive que ir a santa iria da Azóia perder um dia de trabalho, gasóleo portagens, outro dia mandaram ir a Sacavém por a bateria nova mais um dia de trabalho perdido + gasóleo e portagens, entretanto o senhor da oficina que me disse que a bateria que vinha no carro não era para ele , alertou me que o para xoques da frente e o farol estava com os encaixes partidos e o carro devia ter tido um acidente, como podem ver não tenho registos de acidentes com o carro . Outro dia mandaram me ir a Cascais por outras peças no carro mais um dia de trabalho perdido+ gasóleo e portagens, um dia fui alertada pela polícia tinha o carro relativamente a pouco tempo, que tinham os pneus muito gastos e tinham que ser trocados o mais breve possível, investi 400€ em 4 pneus alinhar direção etc, e agora ainda se encontra pendente a situação do para xoques e farol , estou a aguardar orçamento e aprovação do stand para fazerem a reparação do mesmo visto que eu já me queixo á uns meses desta situação. Como podem ver estou muito insatisfeita com o stand e tudo isto .

Em curso
M. M.
17/09/2026

Pedido de Intervenção / Mediação de Conflitos – Incumprimento de Garantia e Prazos Legais pela Worte

Exmos Senhores, Venho por este meio solicitar o vosso apoio e mediação no sentido de resolver um conflito de consumo com a Worten de Vila Franca de Xira e a Samsung, motivado pelo incumprimento dos prazos legais de garantia. 1. No passado dia 02/06/2023, adquiri uma máquina de lavar roupa Samsung (modelo WW80FG3M05AWEP) na referida loja. Após poucas utilizações, o equipamento manifestou um defeito de fabrico (acumulação contínua de água no tambor enquanto desligado). 2. Foi solicitada a assistência técnica oficial da Samsung, que confirmou o defeito (falha nas válvulas de entrada de água) e determinou formalmente a substituição do equipamento, emitindo a Nota de Crédito n.º 4295391916/EP 0008686802 em 09/07/2023. 3. Após a emissão da Nota de Crédito e por indicação do Apoio Técnico (Refri Serviço), desloquei-me à loja para formalizar o pedido de substituição. Contudo, o processo arrastou-se, uma vez que os funcionários da Worten alegam não ter outra forma de contactar o fornecedor além do portal interno, e a Samsung não respondia aos pedidos de confirmação (faltando um visto de validação). 4. Após várias insistências e deslocações à loja, foi finalmente agendada a recolha e para o dia 15/09, entre as 08:00h e as 14:00h. Para o efeito, assegurei a presença de terceiros na habitação. Contudo, a transportadora (Rhenus) falhou a recolha; apesar de ter enviado uma mensagem às 13:40h a indicar estavam a caminho e previam chegar nos próximos 90 minutos, acabaram por não comparecer e não efetuar a recolha do equipamento. Junto em anexo a Fatura, a Guia da visita do Técnico e a Nota de Crédito. Mais informo que pretendo apresentar reclamação no Livro de Reclamações da loja. Grata pela atenção dispensada. Atentamente, Madalena Prates Sócio Nº 0507062-43 NIF : 190 592 419

Em curso
T. A.
17/09/2026
FixPart

Devolução e reembolso não efetuado

No dia 06/08/2026 efetuei uma compra online à empresa FIXPART B.V., sediada nos Países Baixos, tendo adquirido uma borracha de vedação para a porta do meu frigorífico, identificada na fatura como “Bosch Siemens 00238375 vedação da porta - borracha porta geladeira Balay (#95734)”. De salientar que a referida borracha de vedação foi recomendada pela FIXPART, tal como troca de e-mails do dia 24/07/2026. A compra corresponde à fatura n.º FT 2026/12733, no valor total de 87,29 €, integralmente pago no dia 06/08/2026, incluindo o valor do produto e os respetivos custos de processamento e envio. Após receber o produto e proceder à sua instalação, constatei que a borracha fornecida não é compatível com o meu frigorífico, uma vez que não permite o correto fecho hermético da porta. Consequentemente, o produto não cumpre adequadamente a finalidade para a qual foi adquirido. Desde que detetei o problema, contactei a FIXPART em diversas ocasiões, solicitando a resolução da situação mediante a devolução do produto e o respetivo reembolso. Nas respostas entretanto recebidas, a FIXPART informou que estaria a aguardar uma resposta do seu fornecedor. Contudo, esta é uma questão interna da relação comercial entre a FIXPART e o respetivo fornecedor, à qual sou totalmente alheio. A minha relação contratual é com a FIXPART, entidade à qual efetuei a compra e o pagamento. Apesar das várias comunicações efetuadas, a situação permaneceu sem resolução. Perante a ausência de uma solução concreta, enviei uma nova comunicação à FIXPART no dia 07/09/2026, reiterando o pedido de devolução do produto e reembolso e concedendo um prazo adicional de 5 dias úteis para apresentação de uma solução. Até à presente data, 17/09/2026, não obtive qualquer resposta da FIXPART a essa última comunicação, nem recebi instruções para devolução do produto ou qualquer reembolso. Considero, assim, que já foram efetuadas diversas tentativas razoáveis para resolver a situação diretamente com o comerciante, sem sucesso. Pretendo exercer os meus direitos enquanto consumidor relativamente ao produto não conforme e solicito a intervenção do Centro Europeu do Consumidor para tentar obter uma resolução extrajudicial do conflito. A minha pretensão é: 1. A aceitação da devolução do produto não conforme, sem qualquer custo para mim; 2. O fornecimento das instruções necessárias para proceder à devolução; 3. O reembolso integral do valor pago, no montante de 87,29 €, incluindo os custos de processamento e envio suportados na aquisição; 4. A resolução definitiva da situação, sem que esta fique dependente de uma eventual resposta ou decisão do fornecedor da FIXPART. Estou disponível para devolver o produto imediatamente após receber as instruções adequadas para o efeito. Anexo à presente reclamação a fatura da compra e o histórico das comunicações mantidas com a FIXPART, incluindo a comunicação de 07/09/2026, à qual não obtive qualquer resposta.

Em curso
N. J.
17/09/2026

Falsa promessa!

Após ver uma publicação no site da empresa, sobre um veículo da marca Citroen, que se encontrava para venda, cujo o valor era negociável, decidi submeter um pedido de contacto. Este foi logo atendido no dia 18.05.2026. Fui atendido - via WhatsApp e chamada telefónica - pelo Sr. Pedro Sousa, que se mostrou muito prestável, marcamos logo visita. Após chegar ao local este senhor não acompanhou a compra diretamente, mas sabe perfeitamente de todo o processo, vi uma outra viatura que não a anunciada mas que foi do meu agrado e decidi avançar com a compra. Qual seria o meu espanto, quando sentado a preencher a papelada, que a viatura não iria ser negociada, pois existia uma campanha em loja, que oferecia um vale de hotel para 5 noites para duas pessoas, em hotéis em Portugal continental e ilhas, aceitei até porque tencionava usar este vale nas minhas próximas férias - que já passaram, aceitei as condições e foi-me dito que o vale seria enviado para a minha casa, coisa que não aconteceu até à data desta reclamação 17.09.2026. Falei por diversas vezes pelo responsável de contacto e compra - Pedro Sousa - que me garantiu que o vale iria ser enviado. Semanas após semana a promessa era a mesma, até que um dia, envia-me uma fotografia com um envelope com a minha morada e informou-me que tinha enviado o vale, coisa que não aconteceu, até porque a morada escrita carecia de informações. Chamei a atenção e foi-me comunicado pelo Sr. Pedro Sousa, que, no passado dia 24/08/2026, procedeu ao reenvio do vale. Até ao dia de hoje não recebi tal vale, nem me foi comunicado mais nada por parte da empresa, não tive também o valor da viatura negociado por imposição desta grande “vantagem”.

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