Reclamações públicas

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J. S.
05/10/2025

Publicidade enganosa

No dia 30 de agosto de 2025, subscrevi o serviço DAZN através de uma campanha promocional que destacava a oferta de um mês gratuito. No entanto, após concluir a adesão, fui surpreendido com a informação de que a minha conta tinha ficado associada a um contrato anual com fidelização obrigatória de 12 meses, no valor de 16,99 € por mês, com termo apenas em 30 de agosto de 2026. De imediato, contactei o serviço de apoio ao cliente para solicitar o cancelamento da subscrição. Contudo, fui informado de que, embora a renovação automática tenha sido cancelada, continuarei responsável pelo pagamento integral do contrato até ao final do período de fidelização, mesmo sem pretender usufruir do serviço. Considero esta prática abusiva e enganosa, pelas seguintes razões: A campanha publicitária destacava apenas o “mês grátis”, sem mencionar de forma clara e visível a existência de uma fidelização obrigatória de 12 meses; A informação contratual foi apresentada de forma pouco transparente, sendo apenas revelada após a concretização da subscrição; De acordo com o Decreto-Lei n.º 24/2014, relativo aos contratos celebrados à distância, e com o regime aplicável à publicidade enganosa, o consumidor deve ter acesso a informação clara, completa e destacada antes de concluir a adesão. Neste contexto, considero que fui induzido em erro, uma vez que a oferta do mês gratuito me levou a acreditar que poderia experimentar o serviço e cancelar sem custos prática habitual em promoções de plataformas de streaming.

Encerrada
V. F.
05/10/2025

Cobrança de Serviço não utilizado - Via Verde

Bom dia, Eu aluguei um carro com a OK Mobility entre 14 e 27 de Agosto. Aquando da recolha do carro foi-me dito que me iriam cobrar a Via Verde, eu entendo que tenham que aprovisionar-se nestes casos e equipar os carros com este dispositivo, no entanto, como eu sabia que seria um serviço que eu não iria usar coloquei logo a questão se me iriam fazer a devolução desse montante (20.91€) quando entregasse o carro? O colaborardorar disse prontamente que sim, negando se a deixar uma nota como eu tinha pedido, visto "ser natural fazer os reembolsos nestes casos". Obviamente que quando fui devolver a viatura me disseram o contrário e que o valor estava na lei e que eu teria que pagar. Já entrei em contacto com o costumer seervice e recusam se a devolver o dinheiro visto ser um serviço que automaticamente providenciam para podermos andar nas auto estradas sem os cleinte terem problemas. Existem vários problemas aqui: 1 - o colaborador forneceu me informações erradas no acto do contracto 2 - recusou se a colocar uma nota para evitar que o cliente tenh conflitos futuros na entrega da viatura pois as informações divergem, mesmo dentro da própria empresa 3- imputam indevidamente os clientes por "serviços" que não são obrigatoriedade do cliente pagar e se fosse um serviço que deveria ser "obrigatoriamente" imputado deveria estar reflectido no preço de aluguer 4 - não existem base legal nenhuma que obrigue o cliente a pagar este mesmo serviço 5 - não se encontra descrito em lado nenhum dos seus termos e condições que o valor não é reembolsável Por estes motivos queria o reembolso deste valor.

Encerrada
A. P.
04/10/2025
Florere Game Limited

Bloqueio de conta e práticas abusivas após reembolso parcial no jogo Dark War Survival

Sou utilizador do jogo Dark War Survival, desenvolvido pela empresa Florere Game Limited e disponibilizado na Google Play Store, onde realizei diversas compras no valor total aproximado de 1382,35 €, pagas através da Caixa Geral de Depósitos. Nos últimos meses, o jogo tornou-se extremamente pay-to-win e com ambiente tóxico, havendo ameaças, assédio e discurso de ódio entre jogadores, sem qualquer moderação eficaz. Relatei estas situações ao suporte do jogo, mas as respostas foram genéricas e não resultaram em qualquer ação concreta. Devido a isto, solicitei um reembolso à Google Play, justificando: Práticas de monetização abusivas (pressão psicológica para gastar dinheiro); Falta de segurança e moderação no jogo; Produto digital que se tornou impraticável e prejudicial ao utilizador. A Google analisou o caso e, por cortesia, aprovou um reembolso de 10% (138,23 €) do valor total gasto. Após o reembolso, o desenvolvedor bloqueou completamente a minha conta, exibindo a seguinte mensagem dentro do jogo: “Detectamos recentemente uma atividade de reembolso em sua conta. Sua pontuação de crédito atual: -120. Para restaurar a experiência de jogo, é necessário reintegrar o valor reembolsado através de compras adicionais.” Atualmente, não consigo jogar, sendo-me exigido o pagamento de valores absurdos para “restaurar créditos” (por exemplo, 1 ponto = 1,19€, 100 pontos = 114,99€). O jogo apresenta ainda itens permanentes não consumíveis (personagens, armas e skins), que poderiam ser removidos caso o reembolso fosse justo — mas optaram por simplesmente bloquear o acesso total, o que é abusivo e desproporcional. Tanto a Google como a Florere Game Limited foram contactadas: Google (Case ID: 9-1468000039761) — confirmaram o reembolso e informaram que o bloqueio seria decisão exclusiva do desenvolvedor. Florere Game Limited (support@darkwar-survival.com ) — responderam que “os itens foram utilizados” e recusaram qualquer reavaliação, mesmo sendo itens permanentes. Enquadramento legal Esta situação viola claramente: O Decreto-Lei n.º 84/2021, que transpõe a Diretiva Europeia (UE) 2019/770, referente ao fornecimento de conteúdos e serviços digitais; O Decreto-Lei n.º 24/2014, sobre direitos dos consumidores em contratos celebrados à distância; O Regulamento (UE) 2022/2065 (Digital Services Act), quanto à falta de moderação e riscos sistémicos; E configura uma prática comercial desleal e restrição abusiva de acesso a produto pago. Provas enviadas Cópia das mensagens trocadas com o suporte da Google e da Florere Game Limited; Prints do bloqueio de conta e dos valores exigidos para “restaurar crédito”; Lista completa de IDs de transações (GPA.************); Comprovativos do total gasto no jogo; Prints de comportamentos ofensivos no chat do jogo e falta de moderação. Solicito: Que seja avaliada a conduta da empresa Florere Game Limited e, se necessário, encaminhado o caso ao Centro Europeu do Consumidor (CEC Portugal); Que seja analisada a responsabilidade da Google Ireland Ltd, enquanto intermediária europeia da transação; Que seja obtida compensação adequada ou reembolso total/parcial justo, atendendo aos itens permanentes pagos e ao bloqueio indevido da conta; Que esta prática de “créditos negativos” seja investigada como mecanismo abusivo de coerção financeira sobre consumidores. Nome: António Marques Email associado à conta: antoniobaguitodearroz13@gmail.com ID da conta no jogo: 1945982069000134 Nome no jogo: LazyUnchifer

Encerrada
R. C.
04/10/2025

Informação errada dada pela loja várias vezes, prazo de entrega ultrapassado

Fui à Worten em Setembro de 2022 comprar um iphone SE 2022, na loja ao lado o mesmo artigo encontrav-se mais barato e disseram então que igualavam o preço, depois afinal já não podiam porque era considerado dumping o preço praticado pela Rádio Popular. Foi-me dito que o telefone tinha 3 anos de garantia e comprei. Este ano, o telemovel deixou de funcionar no lado direito, fui à Worten e voltaram a confirmar a garantia de 3 anos e que podia enviar o artigo para reclamação ao abrigo da mesma. Deixei o telefone e passado uma semana e meia verifiquei que nada tinhaa sido feito com o mesmo, disseram que era por estar na cloud e que tinha que remover, enviaram email a mostrar como fazer, fiz, mas deu indicação que só seria removido passad um mês, liguei para a worten e disseram que se assim era nada poderiam fazer, porque o técnico só poderia mexer no telefone sem estar ligado à cloud, disse que já me deviam ter informado disso na loja, pediram desculpa mas que nada podiam fazer. Removi completamente o telemovel da cloud e ligaram no mesmo dia a dizer que tinham um orçamento e que segundo um artigo qualquer, a garantia de 3 anos era apenas para equipamentos que se tinham danificado nos primeiros 2 e que teria que pagar quase metade do valor do telefone para o repararem. No dia seguinte fui à loja, disseram que realmente não era justo mas que a Apple funcionava assim e que nunca davam razão ao consumidor. Pedi a devolução e foi-me dito que o telefone já estava a caminho, 1 semana e pouco depois voltam a ligar a perguntar se queria pagar e eu disse que não, que queria a devolução, nada aconteceu, contactei novamente e disseram que havia um problema no transporte mas me iriam informar, não recebi nenhuma chamada, hoje enviaram-me uma mensagem a dizer que o telemovel estava lá. Já passaram mais de 30 dias úteis, e o telefone ainda estava coberto pela garantia dos 3 anos

Encerrada
N. S.
04/10/2025

Problemas com a Devolução

Exmos. Senhores, No dia 31 de agosto, efetuei uma encomenda no site NOALISBOA (https://www.noalisboa.pt ). O pedido foi entregue no dia 22 de setembro, mas, após a recepção, verifiquei que o produto não correspondia às minhas expectativas. No dia 23 de setembro, ou seja, no dia seguinte à entrega e dentro do prazo legal de 14 dias, manifestei à loja a minha intenção de proceder à devolução, seguindo as instruções constantes na política de devolução e reembolso publicada no website (https://www.noalisboa.pt/pages/politica-de-devolucao-e-reembolso). De acordo com essa política, o processo deve ser iniciado através do envio do formulário de devolução para o e-mail info@noalisboa.pt , sendo o endereço de devolução indicado o seguinte: Rua Manuel Belmarço 12, 8000-417 Faro, Algarve, Portugal. Contudo, ao contactar a loja, fui informado de que o endereço de devolução se encontra fora da União Europeia (na China) e que os custos de envio rondariam os 30-40€, acrescidos de taxas alfandegárias e uma taxa de reabastecimento de 25%, o que não está mencionado no site. Em alternativa à devolução, a loja apresentou-me três opções não previstas na política publicada: Reenvio de outro produto mediante pagamento adicional; Reembolso parcial de 10%; Código de desconto de 50% para futura compra. Reforcei junto da loja que, segundo o próprio website, o endereço de devolução indicado é em Faro (Portugal) e que o cliente tem direito à livre resolução com reembolso total, conforme previsto na legislação europeia. No entanto, a loja manteve as condições acima descritas, tornando a devolução mais cara do que o valor do produto. Considero esta situação abusiva e contrária aos direitos do consumidor, pois as condições apresentadas não correspondem às divulgadas no website, impossibilitando o exercício efetivo do direito de devolução. Assim, solicito a vossa intervenção para que me seja permitido devolver o produto e obter o reembolso integral. Em anexo envio o formulário de devolução e as trocas de e-mails com a NOALISBOA. Cumprimentos, Nuno Santos

Encerrada
G. M.
04/10/2025

Candidatura anulada PAE+S 2023

A minha candidatura foi anulada e eu quero contestar (mais uma vez, pois no site pelos vistos é quase impossível) a decisão e fazer uma reclamação. Na adjudicação do orçamento para a substituição de janelas foi pago à empresa 50% via transferência, mas os restantes 50% ficou combinado serem pagos em dinheiro no dia da instalação, dia 20/10/2023. Após a instalação e o pagamento (dia 20/10/2023) pedi, por várias vezes, a fatura à empresa mas esta só me enviou a fatura no dia 26/10/2023. Não reparei que a fatura vinha com essa data quando a submeti. E por este lapso da fatura a minha candidatura não foi aceite e foi anulada. Contestei várias vezes e nada mudou. Numa das últimas justificações, disseram que podia ter anexado um comprovativo bancário (eu já tinha dito que o valor remanescente foi pago em mão no dia da instalação), que comprovasse que o pagamento foi feito antes da submissão da candidatura. De forma a provar que realmente foi pago no dia 20/10/2023 pedi à empresa para me enviar uma declaração que prove , eles enviaram e eu enviei de imediato para o Fundo Ambiental (inclusive já tinha enviado todos os emails trocados com a empresa como prova), que continua a não aceitar. Acho injusta toda a situação.

Encerrada

Publicidade Enganosa / Descontos Falsos

Exmos(as). Senhores(as), Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a uma situação ocorrida na loja Auchan de Paço de Arcos no dia 04/10/2025. Ao analisar os preços dos aspiradores Bosch Unlimited 7 e Rowenta X-Force Flex 9.6 Allergy, verifiquei que o valor apresentado como "promocional" era igual ao preço original, o que configura publicidade enganosa. Em anexo, envio fotografias que comprovam a situação descrita. Solicito que a loja ajuste os preços de forma correta e transparente. Agradeço a vossa atenção e aguardo uma resposta breve. Com os melhores cumprimentos.

Encerrada
N. S.
04/10/2025
Mário Vasconcelos Miranda Unipessoal, Lda (Best Bytes)

Incumprimento de garantia legal, cobrança indevida e atraso na reposição da conformidade

Exmos. Srs. Em 30/11/2023, a minha esposa Guida Lopes, adquiriu o computador HP EliteBook 1040 G6 x360 (recondicionado grau A), com extensão de garantia a 2 anos (documento 1). Em 24/02/2025 denunciamos defeito de imagem e foi aberto o ticket n.o 145. Seguiram-se dois envios por conta do cliente, dado que a empresa não providenciou o transporte, para reparação em 18/06/2025 (8,34 EUR) e 30/07/2025 (9,73 EUR), continuando sem resolução eficaz (ecran com sombra, teclado e touchpad não funcionante. Em 12/09/2025 a empresa emitiu o documento Encomenda 13 108/397 (150,00 EUR por “diferenca de troca” e portes), cobrança que contestei por o bem se encontrar sob garantia. Em 23/09/2025 recebi substituto “usado grau A” com novas não conformidades (amolgadela no aro do ecrã que afeta camera, falta de pixelização no ecran e porta HDMI sem sinal). Ocorreu alegada falha de recolha, sem contacto útil, mantendo-se a privação de uso do computador. Requeiro reposição da conformidade sem encargos, com substituição definitiva em prazo certo, e reembolso dos custos indevidos pagos (8,34 EUR e 9,73 EUR). Pretensão/Pedidos (1) Substituição imediata por equipamento equivalente, já escolhido em 05/09/2025: HP 1040 G8 x360 i7-1185G7 32 GB, totalmente funcional e sem custos. (2) Anulação do documento Encomenda 13 108/397 (150,00 EUR). (3) Reembolso de todos os portes suportados, incluindo 8,34 EUR (18/06/2025) e 9,73 EUR (30/07/2025). Confirmação escrita do plano e prazo de resolução. Anexos sugeridos Documento 1: Fatura n. 483/1042 (30/11/2023) e Encomenda 13 108/397 (150,00 EUR). Documento 2 e 3: Emails trocados

Encerrada
S. A.
04/10/2025

Recusa de troca de equipamento dentro da garantia

Exmos Senhores. Venho reportar uma reclamação que ando a tratar desde Maio deste ano e acho que já chega de tanto esperar. No ano de 2021 no mês de Março comprei uma placa de vitrocerâmica a um revendedor da Meireles,a dita placa avariou 3 vezes pelo mesmo motivo o qual a Meireles me deu outra igual a primeira,até aqui tudo certo A segunda placa de vitrocerâmica que é do mesmo modelo da anterior, avariou 4 vezes pelo mesmo motivo,mas sempre que eu reportava as avarias a Meireles mandava o técnico reparar,até aqui tudo certo,como já vamos na 4 avaria pelo mesmo motivo exigi uma nova a Meireles o qual me dizem que a minha casa deve ter algum problema com a instalação elétrica e que não me facultam mais nenhuma placa,a única solução que dão é fazerem uma nota de crédito ao revendedor pelo valor que este lhe comprou, claro está que eu não comprei pelo mesmo valor pois a loja tem que retirar o seu lucro, então tudo isto escrito por mails e provas documentais,por último na sexta feira enviaram me um mail a dizer que vão me facultar outra placa mas que está só terá 1ano de garantia. Não aceito, não aceito estas condições,todo o produto eletrônico tem 3anos de garantia, já me aconteceu com a marca Haeger,com a marca Sonny e todos eles trocaram por novo equipamento,ou vale pelo mesmo valor da compra e a garantia começa com 3 anos do equipamento adquirido. EXIJO OS MEUS DIREITOS

Encerrada
J. N.
04/10/2025
Hotel Gat Rossio

Worst hospitality ever!!

This was not only the first stop of a two-week trip—it was also our very first visit to Portugal, a country we had long looked forward to experiencing. Sadly, the distressing events during our stay severely impacted our impression of Portugal and left my wife emotionally shaken for the remainder of our travels. What should have been a joyful introduction became a deeply unsettling experience, to the point that we now feel reluctant to return. 1. Misleading Advertising and Accessibility Issues The hotel listing clearly stated that elevator access was available. However, upon arrival, we were assigned a room that required climbing two flights of stairs. We were traveling with two 25kg suitcases, and this misrepresentation caused immediate physical strain and frustration. When we requested a room change, the front desk staff informed us that no alternatives were available. This misleading claim broke our trust in the hotel from the outset. 2. Severe Safety Breach On 17 September, we left our room early with the cleaning sign clearly displayed. Upon returning around 5 PM, we found the floor-to-ceiling window wide open, facing an accessible back balcony. The room was in a mess, and we were alarmed by the possibility of a break-in. We immediately contacted the front desk staff, Fabio, who visited the room and struggled to lock the window. He offered no explanation for the condition of the room and casually claimed that “no one could have entered,” without checking CCTV footage or advising us to inspect our belongings. There was no concern for our safety, no urgency, no accountability. He simply promised maintenance would fix the window the next day. We were so concerned that we filed a written incident report at the front desk—clearly stating what had happened. But even that wasn’t enough. On 18 September, we returned to the room to find the window wide open again. Though the room had been cleaned, the security risk remained unresolved. We contacted the front desk again, and Denise arrived but was also unable to secure the window. Her response was disturbingly indifferent: she repeatedly stated that there was “nothing she could do” because the manager and maintenance staff were off-duty. She even suggested that we stay in the room all night to prevent a break-in. We were left feeling unsafe and helpless. We considered relocating to another hotel, but due to limited availability, we had no choice but to endure another sleepless night. To make matters worse, while we were at the front desk that same evening, another guest reported that the electrical box in her room had burnt out and requested a room change. Denise gave her the same dismissive response: “There’s nothing I can do.” This pattern of neglect raises serious concerns about the hotel’s commitment to guest safety. 3. Unprofessional Conduct and Staff Dishonesty On 19 September, we requested to speak with the hotel manager, Andreia, upon returning from breakfast. She arrived with a defensive attitude, claiming the window had been opened for ventilation and that her staff had found no issue. I explained that both Fabio and Denise had failed to secure the window and that we had spent three nights in a room with compromised security. I reminded her of the written report we had submitted. She refused to acknowledge it. Andreia repeatedly interrupted me, refused to listen, showed me an extremely rude attitude and ultimately said, “If you have to go, just go! I am not talking to you anymore.” This level of disrespect and hostility from a hotel manager is appalling. She refused to provide her business card directly and told us to retrieve it from the front desk. What was even more disturbing was that, in front of Andreia, the staff began lying outright. They claimed they had cleaned the room and found no issue with the window—statements that directly contradicted what we had witnessed and what they had told us earlier. It was clear they were trying to protect themselves rather than tell the truth. Watching hotel staff lie in front of their manager, while she accepted their version without question, was deeply insulting and unacceptable. 4. Deliberate Delay and Missed Transportation Andreia was fully aware that we had a scheduled transportation to catch. Yet she deliberately dragged the conversation by locking herself in the staff room, refusing to resolve the issue efficiently or respectfully. Her stalling tactics left us with no time to bargain or escalate the matter further, and as a result, we missed our transportation. This added further stress and financial burden to an already traumatic experience. This was not merely a case of poor service—it was a complete breakdown of basic hospitality, safety standards, and professional conduct. We felt vulnerable, dismissed, and disrespected throughout our stay. The emotional toll on my wife was significant, and the experience cast a shadow over the rest of our trip. As first-time visitors to Portugal, this experience has unfortunately discouraged us from considering a return in the future.

Encerrada

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