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Retrocesso no pagamento indemnização
No passado dia 07/04/2026, efectuei participação devido a danos causados pelas chuvas e tempestades que assolaram Portugal em janeiro e fevereiro, foram-me solicitados orçamentos que, solicitei a prestadores de serviços, que espaçados no tempo fui recebendo e reencaminhado para agente de seguros, que os fazia chegar a vocês. O primeiro orçamento que enviei, juntamente com fotografias dos danos, foi referente ao recuperador calor/lareira, que ficou danificada, devido à chuva que entrou pela chaminé, devido às fortes rajadas de vento que “empurravam” a água pelos tubos abaixo, no dia 30/04/2026, recebo um e-mail com o assunto “Pagamento de recibo indeminização”, contactei o meu agente para ter a certeza que isto era a confirmação de que a seguradora suportava os custos com a reparação da lareia, tendo obtido resposta afirmativa, contactei o prestador de serviços, este como estava com pouco serviço perguntou se na segunda-feira, dia 03/05/2026, poderia passar na minha habitação a levantar a lareira e levar para a oficina e reparar, deu o meu ok, ele assim o fez e dois dias depois, já me estava a entregar a mesma reparada e colocou-a no sitio, paguei o serviço no valor de 490€, conforme estava orçamentado. Como o valor da indemnização nunca mais entrava na minha conta, contactei o meu agente de seguros que após entrar em contacto a UNA, me enviou um e-mail a confirmar que o pagamento era referente à lareira, então fiquei sossegado porque tenho a UNA como pessoa de bem, e porque a minha relação com o meu agente de seguros foi sempre de total confiança e transparência. Na quinta-feira, dia 14/05/2026, recebo a visita do perito Sr. José Silva, e durante a nossa conversa inicial, onde ele me explicou o que vinha fazer e fotografar, disse-lhe que sobre a lareira já tinha recebido um e-mail a confirmar o pagamento, então ele disse que se já estava resolvido, inclusive, aconselhou-me a guardar o e-mail com a confirmação (talvez já tivesse conhecimento de episódios semelhantes) que não fazia sentido ver a lareira e apenas fotografou os outros danos que constavam na participação. Nos dias seguintes e como o dinheiro demorava a entrar, contactei o apoio ao cliente da UNA, e depois de uma longa espera ao telefone, porque quem atendeu não me sabia responder, lá vem a resposta “não considere o e-mail”….pedi para falar com o superior dele, foi-me dito que estava ocupado, mas que me devolveriam a chamada, que ainda aguardo a devolução, após desligar voltei a contactar o meu agente de seguros, que após contactar o comercial da UNA, voltou-me a confirmar que eu iria receber o pagamento. E ontem recebo o e-mail a declinar o pagamento da participação na cobertura e depois outro do meu agente a informar que também a lareira foi recusada. Posto isto, sinto-me ENGANADO pela seguradora, porque inicialmente pagavam, era um valor baixo, não havia problema, quando juntei outros orçamentos à mesma participação, mudaram de opinião em relação à lareira, sem que o perito tenha feito uma inspecção à mesma. Como podem decidir sem ter uma avaliação do perito, quando só com a fotografia aceitavam pagar a reparação? Resumindo, se tivesse efectuado participações diferentes, já teria recebido o dinheiro da reparação da lareira.
Prioridade nas caixas
Exmos. Senhores, Quero manifestar o meu desagrado, quanto a obrigatoriedade da prioridade nas caixas. Lojas Loures e Malveira. Sou doente oncologica com 97% de incapacidade, e na maioria dos casos, em que as caixas estao a abarrotar, peco na caixa a prioridade. A resposta obtida, é nos dada de que só temos prioridade no caso dos clientes que estão na fila autorizarem. Os clientes é que autorizam? ou a caixa tem de informar, que têm uma prioridade a atender, pedindo para deixar passar o respetivo carro? Não deixando passar, quando chegamos a caixa, já me disseram muitas das vezes, que nao é pela cara das pessoas, que se vê, se tem ou não a necessidade de prioridade, porque poderá haver na fila, pessoas com maior necessidade que eu e que nao se pronunciam. Outra das respostaé de que posso ter prioridade, nas caixas automáticas. E eu sou obrigada a saber trabalhar com as caixas automaticas? Quando na maioria dos casos a assistente não está presente e nos mandam esperar, que venha alguém. Estou-me a referir a todas as caixas, porque as destinadas à prioridade, estão na maioria dos casos fechadas, ou têm pessoas, que aparentam nao terem necessidade de ali estarem. Já fiz reclamacao na pagina do pingo doce e nunca obtenho resposta. Posso elogiar o pingo doce de frielas, , ou outros que tem fila unica, e nos mandam sempre chegar à caixa. Não seria mais comodo e pratico, satisfazer o cliente assim? Cumprimentos. Maria Delgado
Acidente em voo
Exmos. Senhores, Venho solicitar apoio relativamente a uma situação ocorrida com a companhia aérea EasyJet, relativamente à qual continuo sem obter resposta adequada apesar de já terem passado várias semanas desde o primeiro contacto. No dia 16/04/2026 viajei no voo EJU7626, entre Funchal (Madeira) e Lisboa, durante o qual sofri uma lesão no joelho na sequência de um incidente ocorrido a bordo. A situação foi imediatamente comunicada à tripulação, tendo sido solicitada assistência médica antes da aterragem. À chegada a Lisboa fui encaminhada diretamente do avião para o hospital, onde recebi assistência médica e ficaram registadas as lesões sofridas. Desde então continuo com dores, inchaço persistente, limitação de mobilidade e necessidade de acompanhamento médico. Existe necessidade urgente de realização de ressonância magnética para avaliação da gravidade da lesão e eventual necessidade de cirurgia, fisioterapia e incapacidade temporária para o trabalho. Contactei a EasyJet várias vezes, enviei documentação médica, comprovativos e restantes elementos solicitados, mas até ao momento continuo sem resposta concreta relativamente: * à abertura formal do processo; * à seguradora responsável; * ao apoio/reembolso das despesas médicas; * ou aos próximos passos do caso. Sinto que a situação está a ser ignorada ou sucessivamente adiada, apesar da gravidade clínica e financeira do problema. Solicito assim orientação e apoio da DECO Proteste relativamente aos meus direitos enquanto passageira e consumidora, bem como sobre os meios adequados para obter resposta e acompanhamento do caso. Com os melhores cumprimentos, Ana Pereira
Nota de liquidação não enviada
No passado dia 6 de maio, procedi ao pagamento integral do valor de 1.368,03 € referente ao processo n.º 20_3141015212_ILS (Crédito ao Consumo), gerido pela EOS. Apesar de a dívida estar liquidada, a EOS tem adiado constantemente o envio da Nota de Liquidação / Declaração de Quitação. Sempre que contacto a empresa, dão-me novos prazos de entrega ("daqui a dois dias", "no fim da semana") que acabam por nunca cumprir. A falta deste documento impede-me de fazer prova de que a situação está regularizada e atrasa a atualização do meu nome junto do Banco de Portugal. Solicito, por isso, que a EOS envie com brevidade a respetiva declaração de quitação e confirme o arquivamento definitivo deste processo.
Noite Desagradável
Boa noite, Quero expressar a minha indignação com á Booking sobre uma hospedagem de ontem no Oriente DNA Studios em Lisboa. Eu, meu esposo e mais 3 amigos arrendamos pela booking essa casa com 2 quartos para uma noite, pelo site estavam tudo perfeita e convidativo. Porém as condições do local eram completamente diferente do que estava no anúncio, o local não estava limpo no frigorífico até gelado vencido havia, a casa inteira tinha um mal cheiro horrível de esgoto que dava até dor de cabeça de tão forte e a casa estava infestada de baratas o que fez com que tivéssemos uma noite desagradável e passamos a noite em claro um completo pesadelo. Só não fomos embora porque não conseguimos nenhum lugar por perto para dormir, foi uma noite longa e horrível. Acho um absurdo a booking aceitar um local nessas condições não sei como são verificados os locais mais isso é um absurdo nunca passamos uma noite tão desagradável em um lugar.
Subscrição Prime
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativamente a uma cobrança no valor de 89,90€, referente a uma subscrição “Prime”, efetuada sem a minha autorização expressa. Não autorizei a renovação/subscrição deste serviço nem fui devidamente informada de qualquer débito automático associado. Solicito, por isso: * o cancelamento imediato da subscrição; * o reembolso integral do valor cobrado (89,90€); * o envio de comprovativo da alegada autorização/aceitação da subscrição; * a remoção dos meus dados de pagamento para evitar futuras cobranças. Caso a situação não seja resolvida com brevidade, reservarei o direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes e junto da instituição bancária para contestação do débito. Fico a aguardar resposta urgente. Com os melhores cumprimentos, Ana Roxo
Reclamação e pedido de reembolso – instalação de ar condicionado
No dia 13 de abril , adquiri um ar condicionado na Worten em Évora, no valor de cerca de 700€, com instalação incluída. Antes da compra, questionei expressamente se existiriam custos adicionais caso houvesse alguma complicação na instalação, tendo-me sido garantido que não teria de pagar mais nada além do valor já pago. No dia da instalação, os técnicos deslocaram-se à minha habitação e informaram-me de que teria de pagar mais cerca de 300€ adicionais para conseguirem realizar o serviço, onde colocaram medidas erradas.Além disso, indicaram que iriam mexer no quadro elétrico sem assumir qualquer responsabilidade por possíveis danos ou problemas futuros. Perante esta situação, contactei o apoio ao cliente da Worten, onde me foi indicado que me deslocasse à loja para solicitar o reembolso. No entanto, quando fui à loja, recusaram resolver a situação e informaram que não poderiam proceder ao reembolso conforme anteriormente indicado pelo apoio ao cliente, que a única solução era escrever no livro de reclamações. Considero esta situação extremamente grave e enganosa, uma vez que fui induzida em erro no momento da compra relativamente aos custos da instalação e comprei o equipamento á algum tempo sem usufrir dele. Houve falta de transparência, informações contraditórias entre o apoio ao cliente e a loja, e total ausência de resolução do problema. Pretendo uma resolução urgente desta situação, nomeadamente o cancelamento do serviço com devolução total do valor pago.
Apropriação Indevida de Energia
Exmos. Senhores, Referente ao processo n.º FF0000299416, fui notificado que o meu pedido referente ao pagamento da coima, que continuo a alegar estar inocente em toda a situação, foi indeferido e se a condição proposta por vocês não for aceite o processo será encaminhado para os serviços jurídicos. Uma situação incompreensível. Já estou a pagar algo que não corresponde à verdade e tenho evidencias de outras situações onde o mesmo técnico também agiu da mesma forma e que o cliente também assumiu a culpa, mas a coima foi referente a 12 meses e no meu caso são 36 meses, e que outros já foram reembolsados, porque realmente verificaram que afinal as coisas não eram não tinham sido bem como tinha sido relatadas. As condições que eu apresentei são a realidade no meu agregado familiar, não posso assumir a despesa por vocês apresentada (a que vocês colocam é mais do dobro daquilo que eu propus) tenho dois filhos menores e não posso faltar para com eles. Por isso peço que tenham em consideração tal situação. Cumprimentos.
PACK DE SERVIÇO
Exmos. Senhores, (DESCREVER SITUAÇÃO) Meu pack de serviço (plano de saúde EDP) foi renovado automaticamente no dia 02/05/2026 com fidelidade de mais 01 ano. Eu não quero mais a utilização deste serviço e o cancelamento imediato. Pois sem minha assinatura ou concordância não aceitarei a contração por mais 01 ano. Aguardo, retorno Cumprimentos. Herbert Pereira de Matos
Reembolso do serviço não prestado e venda enganosa
Venho por este meio apresentar pedido de intervenção relativamente a um conflito de consumo com a plataforma Uniplaces. No dia 18 de dezembro de 2025, efetuei uma reserva de um quarto em Lisboa através da plataforma, com base num anúncio que indicava o valor de 310€ por mês. Para confirmar a reserva, foi-me apresentado um valor total de 558€, correspondente ao primeiro mês de renda (310€) e à taxa de serviço da plataforma (248€), valor que foi pago. No entanto, apenas após a conclusão do pagamento foram apresentados outros encargos obrigatórios, que não estavam claramente indicados anteriormente, nomeadamente: Taxa administrativa Depósito de segurança Pagamento antecipado do último mês de renda Taxas adicionais de limpeza Estes custos elevaram o valor total do alojamento para mais de 1500€, alterando completamente as condições inicialmente apresentadas. Adicionalmente, a entidade responsável pelo alojamento (AMS Coliving) apenas foi identificada após a conclusão do pagamento, impossibilitando uma avaliação prévia informada por parte do consumidor. Importa referir que: Nunca usufruí do alojamento Nunca tive acesso ao imóvel Cancelei a reserva imediatamente após tomar conhecimento destes custos adicionais A plataforma recusa o reembolso do valor pago, alegando que os custos estavam mencionados no anúncio, o que não corresponde à forma clara, transparente e acessível exigida por lei, sobretudo no momento pré-contratual. Considero que houve: Falta de informação pré-contratual clara e completa Omissão de custos obrigatórios Prática comercial desleal Desequilíbrio contratual em prejuízo do consumidor Situação que poderá violar: Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor) Decreto-Lei n.º 57/2008 Decreto-Lei n.º 24/2014 Diretiva 2011/83/UE Desta forma, solicito a intervenção deste Centro para: Mediação do conflito Obtenção do reembolso integral do valor pago (558€)
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