Reclamações públicas

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T. S.
06/01/2026

Encomenda não entregue, investigação sem resposta e falta de apoio ao cliente

No âmbito de uma encomenda enviada através da UPS, com entrega prevista para o dia 12/12, venho apresentar reclamação pela forma como todo o processo tem sido conduzido. A encomenda nunca foi entregue, tendo a UPS informado posteriormente que não consegue localizar a mesma, motivo pelo qual foi aberta uma investigação. No entanto, até à presente data continuo sem qualquer resposta concreta, atualização relevante ou prazo para resolução. Apesar de vários contatos efetuados, a UPS limita-se a indicar que o processo se encontra em investigação, sem demonstrar qualquer preocupação com o impacto causado ao cliente. Esta ausência de acompanhamento e de informação transmite uma clara falta de consideração pelas pessoas a quem as encomendas deveriam ser entregues. Considero inaceitável que uma empresa de transportes desta dimensão não consiga prestar esclarecimentos claros nem assumir responsabilidades perante uma encomenda supostamente "desaparecida".

Em curso

Reclamação – Atraso grave e injustificado na emissão de Cartão de Residência (AIMA / INCM)

Venho, por este meio, apresentar reclamação formal contra a AIMA – Agência para a Integração, Migrações e Asilo e a Imprensa Nacional – Casa da Moeda, pelo atraso excessivo, grave e injustificado na emissão do meu cartão de residência, apesar de o processo se encontrar devidamente aprovado. Identificação do processo • Processo AIMA: ID MI 92317307 Linha temporal dos factos • O meu processo de autorização de residência foi submetido em 06/12/2024. • Foi inicialmente indeferido em 26/03/2025, mas posteriormente aprovado, encontrando-se desde então em estado válido. • Desde a aprovação, todas as informações prestadas pela AIMA (Loja do Cidadão do Ghandi – Lisboa e Delegação dos Anjos) indicam que o cartão se encontra pendente de impressão pela Imprensa Nacional – Casa da Moeda, sem qualquer evolução ou previsão concreta. • Em 06 do corrente mês, perfaz 1 ano desde a submissão do processo e 6 meses desde a aprovação, sem que o cartão tenha sido emitido. Este atraso tem causado prejuízos graves e contínuos na minha vida pessoal, profissional e familiar, uma vez que não disponho de título físico válido, indispensável para o exercício dos meus direitos fundamentais, nomeadamente: • acesso ao trabalho, • acesso à saúde, • mobilidade, • integração social, afetando não apenas a mim, mas também o meu filho menor. Apesar de múltiplos contactos e deslocações, não me é apresentada qualquer solução, nem comprovativo provisório oficial que me permita exercer plenamente os meus direitos enquanto aguardo um documento cuja emissão já deveria ter ocorrido. Saliento que esta situação viola os princípios da legalidade, proporcionalidade, celeridade e eficiência, consagrados no art.º 267.º da Constituição da República Portuguesa e no Código do Procedimento Administrativo, revelando uma atuação administrativa manifestamente desadequada. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO PROTeste para: 1. Interceder junto das entidades responsáveis no sentido da emissão urgente do cartão de residência; 2. Exigir a disponibilização imediata de um comprovativo provisório oficial, enquanto o cartão não é entregue; 3. Obter uma resposta formal e escrita sobre o estado real da impressão e um prazo concreto de conclusão. Agradeço desde já a atenção e a intervenção da DECO PROTeste, por considerar que esta situação ultrapassa largamente os limites do aceitável numa Administração Pública.

Em curso
R. S.
06/01/2026

Termoacumulador avariado

Em 3/2/2023, fui a loja BRICOMARCHE, na Marinha Grande, efetuei uma compra de um termoacumulador de 120 litros... Agora no final do ano em dezembro, ainda dentro da garantia de 3 anos, meu equipamento apresentou uma vazamento de água por cima... Entrei em contato com a marca (VULCANO), e mais tarde fui contactado por uma empresa especializada, no qual me pediu detalhes do equipamento, enviei foto, vídeo... foi aí que tive uma surpresa desagradável, pois a resposta foi que meu equipamento não dá garantia, devido uma tal válvula de segurança, e manutenção no equipamento, no qual, nunca na minha vida, eu sabia de tal procedimento, pois nunca fui informado pela loja, na hora da compra, nem pelo instalador...

Em curso
J. A.
06/01/2026

Cobrança abusiva

Mesmo após pedir por e-mail cancelamento da minha inscrição o ginásio exige que compareça a instalação para preencher formulário, sendo que quando fui apenas saber o valor foram muito meiguinhos e informei que não podia começar de imediato pois havia acabado de tirar um tumor ao cérebro. Paguei todas as taxas, e o último pagamento efetuado foi dia 25/11/25 e dia 29 enviei um e-mail pedindo cancelamento. Mesmo assim insistem em continuar cobrando um serviço que nunca usei sequer uma única vez. Não tem lógica continuar a cobrança de um serviço que nao usei porque querem que vá até o ginásio para assinar, sendo que dia 03/11 por e-mail pedi que enviassem que eu o reenviaria assinado uma vez que estava muito gripada e por recomendação médica evitasse sair por estar com imunidade baixa. Mesmo sabendo disso continuam cobrando causando-me imensa ansiedade e stress por essa situação, pois me sinto constrangida com o fato.

Em curso

Generali - Tranquilidade: Perda total abusiva e incumprimento contratual

Ex.mos Senhores Venho, por este meio, apresentar reclamação contra a seguradora acima identificada, na qualidade de tomadora de seguro e condutora lesada, em virtude da forma como foi gerido o sinistro automóvel ocorrido em 06‑01‑2025, em Lisboa, e do consequente incumprimento das obrigações contratuais, com grave prejuízo patrimonial e não patrimonial para mim. Síntese dos factos • Em 06‑01‑2025 o meu veículo Skoda Citigo, matrícula 25‑NL‑77, foi embatido quando me encontrava dentro do cruzamento da Av. Prof. Gama Pinto com a Alameda da Universidade, em Lisboa, por uma carrinha Mitsubishi L200 de caixa aberta, que se aproximou pela direita em velocidade excessiva, tendo o respetivo condutor assumido estar com pressa dado que a sua esposa ia ser operada dentro de instantes no Hospital Santa Maria. • Eu era titular da apólice n.º 1022375170, com cobertura de choque, colisão e capotamento até ao capital de 2.500 €, bem como cobertura de despesas de tratamento do condutor até ao montante de 3.750 €. • A seguradora mandou realizar peritagem, que apurou um custo de reparação de 2.542,00 €, tendo expressamente indicado que o veículo não era irrecuperável. • A seguradora declarou unilateralmente “perda total”, alegando que o custo de reparação excederia o capital seguro, e fixou o valor do salvado em 1.200 €, pagando‑me apenas 1.000 € (capital seguro de 2.500 € menos franquia de 300 € e salvado de 1.200 €). • Obtive um primeiro orçamento detalhado de oficina credenciada (Metalúrgica de Carriche), que demonstra ser possível reparar integralmente o veículo por 2.491,29 € (IVA incluído), valor inferior ao capital seguro contratado. • Obtive um orçamento alternativo da LHSL – Serviços Unipessoal Lda, que me reparou o veículo por 2.090,95 € (IVA incluído), tendo este sido entregue, totalmente reparado, no dia 09-05-2025. • Apesar de confrontada com os dois orçamentos, a seguradora recusou‑se a reconsiderar a perda total e a autorizar a reparação, mantendo o pagamento de apenas 1.000 €. • No âmbito das despesas de saúde, a seguradora informou‑me que o plafond para tratamento do condutor seria de 350 €, quando as condições particulares da apólice preveem despesas de tratamento do condutor até ao limite de 3.750 €, o que constitui erro grave e violação do dever de informação. • Em fase posterior, a seguradora chegou mesmo a comunicar por escrito que não teria direito a estorno do prémio anual pago em 31‑12‑2024, tendo, contudo, procedido ao estorno e transferência para a minha conta em 07‑04‑2025, sem explicação, revelando falta de coerência e transparência na gestão do contrato. • Para poder continuar a trabalhar – sou trabalhadora comercial e o veículo é instrumento essencial da minha atividade – fui obrigada a suportar os custos de reparação, no valor constante da fatura junta, bem como diversas despesas de saúde devido a problemas provocados e/ou acentuados pelo acidente (ortopedia, acupuntura, osteopatia, psicoterapia e medicação), e sofri um impacto relevante no meu desempenho profissional, não tendo recebido, em 2025, o prémio anual a que vinha acedendo nos anos de 2021 a 2024 (média de 12.000 €/ano). Fundamentos da reclamação Entendo que: • A classificação de “perda total” é abusiva e não encontra suporte nas próprias peças da seguradora, uma vez que: o A peritagem indica veículo “não irrecuperável”; e o O orçamento de reparação por 2.090,95 € situa‑se abaixo do capital de 2.500 €, inexistindo excesso relevante face ao capital seguro. • A seguradora violou as condições do contrato ao recusar a reparação até ao limite do capital seguro e ao não atender a um orçamento credenciado mais baixo, insistindo numa perda total lesiva para o segurado. • A indicação de um limite de 350 € para despesas de tratamento do condutor constitui violação frontal das condições particulares, que estabelecem um limite de 3.750 €, traduzindo (uma tentativa de incumprimento) contratual e violação de deveres de informação e boa‑fé. • O conjunto de contradições (estorno de prémio, plafonds, comunicação deficiente) e a recusa em ressarcir a totalidade dos danos patrimoniais e não patrimoniais consubstanciam uma atuação desconforme com as boas práticas do setor segurador. Atentamente, Maria de Castro

Em curso
D. T.
06/01/2026

Encomenda não recebida

Boa noite, venho por este meio reclamar desta empresa Razu pois efetuei uma encomenda no dia 25 de Novembro de 2025 no valor de 80€ o qual paguei por MbWay e até hoje não a recebi.. ja enviei alguns emails a pedir informações, ja tentei ligar para o número que eles têm e esta sempre indisponivel.. Como estava "associada" à Deco pensei que fosse credível mas pelos vistos não é.. Espero que nao burle mais ninguém.. Com os melhores cumprimentos Duarte Torres

Em curso

Inatividade total da empresa

Exmos Senhores Apresento reclamação contra a empresa cidadeplan localizada em Alcochete por inatividade total no acompanhamento do condomínio. Não realiza as reuniões regulares de condomínio, a ultima realizada foi em 2023, não resolve junto do empreiteiro contratado a não realização da obra contratada e supostamente paga em setembro 2024, não aciona ou sugere ações contra o empreiteiro pela nãorealização da obra, não apresenta contas do condomínio, não informa se os pagamentos dos condóminos para a obra e para a manutenção do condomínio foram efetuados, em suma a empresa não desempenha as funções para a qual foi contratada.

Em curso
T. P.
05/01/2026
Glowshopt.com

Encomenda com produto trocado

Exmos senhores, Fiz uma compra no site glowshopt no entanto a encomenda entregue nada tem a ver com o produto encomendado. Infelizmente não conferi antes as avaliações do site em questão, só após a chegada da encomenda errada é que fui pesquisar e há imensas queixas do mesmo e da qual não se obtém respostas. Queria obter a devolução do dinheiro ou pelo menos os produtos que paguei. E que não voltem a enganar mais ninguém.

Em curso
I. C.
05/01/2026
Évora Hotel

Mau serviço prestado

Exmos. senhores Agradeço que transmitam à gerência do Évora Hotel para os devidos efeitos o seguinte: sou (era) cliente do hotel com várias boas experiências aí vividas nomeadamente em passagens de ano, páscoa e outras. Nem eu, nem a minha família, nem as muitas famílias que aí escolheram fazer a passagem do ano mereciam o que lhes aconteceu. Muito menos que quando confrontados com as queixas apresentassem a desculpa miserabilista de "contenção de custos". Até porque do lado dos clientes não houve contenção de custos, uma vez que pagamos e bem um serviço sem qualidade e que não respeitou o espírito da época e não fez o cliente sentir que estava a viver um momento especial e diferente. No jantar dito de gala houve pouco jantar e pouca "gala". Serviço caótico, ao contrário do ano passado optaram por servir já os pratos individuais e assim assistimos aos empregados a descerem aos magotes e em correria as escadas de acesso à sala equilibrando vários pratos nos seus dois braços. Não se conseguia começar a comer ao mesmo tempo. A comida já chegava fria e mais fria ficava. O tempo de espera entre pratos quase dava para iniciar a digestão entre cada um. Quando se chegou perto do fim do serviço já era quase meia-noite. Eramos cinco quartos na mesa (11 pessoas), porém, não queriam deixar uma garrafa de vinho tinto e uma de branco na mesa, com o argumento de que eram as ordens que tinham, mesmo que essa solução até permitisse poupar pessoal e agilizar o serviço, em vez de mais uma vez dar uma imagem de pretensa poupança miserabilista. Aliás, idêntica postura aconteceu quando do champanhe para o fim do ano, aí só querendo disponibilizar uma garrafa por mesa. Quanto ao menu, o folhado de pato com o pato frio e gordurento, bacalhau que seria quanto muito um quarto de posta, carne também fria e um bolo que mais era uma pasta de açúcar seca. Já era quase meia-noite quando o serviço ficou perto do final. Meia-noite que, para cúmulo, esteve desfasada nos ecrãs três minutos da hora apresentada nos telemóveis. As animações nos ecrãs eram muito pobres e foram apagadas antes do fim da festa ficando nos seus lugares a imagem de fundo dos computadores/sistema. Quanto à Abaladiça entendo que devia haver vergonha pelo que apresentaram este ano, uma ofensa aos hóspedes e ao espírito da época e onde todos nos devíamos sentir especiais. Tudo colocado (lançado) sobre duas pequenas mesas separadas quais pequenas ilhas na sala de ligação. Nada de qualquer decoração, qualquer arranjo, qualquer cuidado no empratamento dos poucos géneros apresentados. Os camarões cozidos (secos e com a casca colada ao corpo) lançados numa travessa, podiam estar arranjados em pirâmide, uma qualquer atenção, nada. O leitão então, dado até estarmos no Alentejo seria de esperar que estivesse muito bom, estava completamente emaciado, mole mesmo, nada crocante e enjoativo. Açorda? Não vi, mesmo que estivesse uma terrina recordo que estavam bem mais de cem pessoas. Em suma, da Abaladiça não comi nada, repito e afirmo, nada. E tinha fome (depois de um jantar de gala é obra, não é?). E quanto ao almoço de ano novo? Podia ser de um outro dia qualquer de um qualquer outro buffet, servido num espaço frio de ligação entre salas, sem qualquer decoração alusiva na mesa e onde os restos do camarão e do leitão da véspera reforçavam visualmente a zona de saladas frias. O prato forte do almoço de ano novo um gordurento estufado/grelhado??? de pontas de potra em cebolada com batatas assadas aguadas e encruadas e uma carne assada escura. Para cúmulo e para a despedida cobraram-me no check- out por uma garrafa de água consumida no quarto e que não teria pago. Releva-se que a garrafa de água em causa foi reposta sem qualquer pergunta se pretendia uma nova garrafa de água em substituição da que se encontrava no quarto à chegada e muito menos me foi alertado para que caso optasse pelo seu consumo a teria de pagar. Nova gerência? Contenção de custos? Enfim.....Adeus Évora Hotel. Ele há coisas que é difícil ultrapassar.

Em curso
A. F.
05/01/2026

Tommy Hilfiger - Qualidade de serviço ao cliente

Fiz uma encomenda a 09/12/2025 de um casaco tamanho M, o qual foi rececionado no dia 18/12/2025. Logo após a receção da encomenda, verifiquei que o tamanho do artigo recebido não correspondia ao tamanho pretendido, sendo mais pequeno do que o esperado. De imediato iniciei contactos com o apoio ao cliente com o objetivo de proceder à troca do artigo. A encomenda terá sido entregue numa embalagem um pouco danificada, sendo que, por esse motivo, ou até mesmo por descuido meu, perdi a etiqueta de retorno para efetuar a devolução. No entanto, apesar de várias tentativas insistentes de contacto, tanto por telefone como por email, nunca obtive qualquer resposta. As chamadas não foram atendidas e os emails enviados ficaram sem qualquer resposta, demonstrando uma total falta de acompanhamento e de respeito pelo consumidor. As chamadas telefónicas ficam sempre no atendedor a dizer "Welcome to Tommy Hilfiger Costumer Service" insistentemente sem qualquer resposta do outro lado. Após horas e horas de tentativas de contacto, nunca obtive uma resposta. Mesmo no site, não é possível imprimir a etiqueta, pois não aparece a opção, sendo que o produto é legível para troca. Serviço ao cliente paupérrimo.

Resolvida

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