Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais

Infiltração

Tenho uma enfiltracao há um ano por resolver que vem do telhado do prédio, até hoje não foi feito nada pela empresa Nogeira e santos gestão de condomínios

Em curso
J. M.
21/02/2026

Cancelamento de contrato

Bom dia, infelizmente estou em situação de desemprego, e desde o dia 1 que contacto o centro da Masterd para efetuar o cancelamento, pois o que estou a receber do subsídio é 630€ e a parcela do Masterd é de 214€ impossível para eu continuar com isso, me pediram os documentos do centro de emprego e eu enviei tudo, mas ainda assim não obtive resposta nenhuma, logo no dia 12 me efetuaram uma cobrança no valor do curso, mesmo eu tendo informado a minha situação, e eu venho mandando várias mensagens e eles fingem que não vem nenhuma! Isso é uma falta de respeito, pois pra oferecerem a formação estão atentos a todos os canais de apoio 24h por dia, e sem falar que o ensino é uma porcaria! Não recomendaria nem para meu pior inimigo!!!!

Em curso
A. S.
21/02/2026

Péssimos serviços prestado

Me admira esta empresa ainda operar neste país... Não há um ÚNICO dia em que não aja atrasos de horários de comboios... Já virou rotina a ineficiência dos serviços prestados por essa companhia, digno de uma VERGONHA. Atrasos que chegam a quase 1h hora sem se quer justificativas plausível, sendo que aos finais de semana, ainda conseguem PIORAR

Em curso
P. C.
21/02/2026

Artigo não original

Venho por este meio apresentar reclamação contra a plataforma Vinted, na qualidade de consumidora, devido à forma como foi tratada uma situação de possível venda de artigo contrafeito ocorrida através do seu serviço. No dia [data da compra], adquiri através da Vinted uma mala anunciada como sendo da marca Love Moschino, original. Antes de efetuar a compra, questionei diretamente a vendedora sobre a autenticidade do artigo, tendo esta confirmado de forma explícita que se tratava de um produto original. Após a receção da encomenda e uma análise cuidada do artigo, verifiquei que o mesmo não corresponde a um produto original da marca anunciada, apresentando acabamentos de fraca qualidade, sinais de deterioração e características incompatíveis com um artigo novo e com os padrões da marca Love Moschino. Contactei o apoio ao cliente da Vinted, expondo a situação e apresentando provas, incluindo imagens do artigo e da comunicação com a vendedora. No entanto, a plataforma recusou qualquer intervenção ou reembolso, limitando-se a invocar o prazo interno de 48 horas após a entrega, ignorando que a venda de artigos contrafeitos é proibida, independentemente de prazos internos ou do estado do pedido. Considero esta atuação inaceitável, uma vez que a Vinted, enquanto plataforma intermediária, permite a publicação de anúncios de marcas registadas, beneficia financeiramente das transações realizadas e, ainda assim, se demite de qualquer responsabilidade quando confrontada com indícios claros de prática comercial enganosa e possível contrafação. Solicito, assim, a análise desta situação, a investigação da conta vendedora em causa e a responsabilização da plataforma pela prestação de um serviço que não assegura a devida proteção ao consumidor.

Em curso
M. R.
21/02/2026

Telemóvel esquecido na viatura e não devolvido

Exmos. Senhores, Eu, M. H. R., portadora do Cartão de Cidadão n.º 06927849, venho por este meio notificar formalmente a Uber para proceder à devolução imediata do meu telemóvel, esquecido na viatura no dia 10 de fevereiro de 2026, pelas 11h42, no serviço “Wait & Save”, Dacia Jogger branca, motorista Rui, trajeto do IEFP em Setúbal para casa. A própria plataforma confirmou, no dia seguinte à ocorrência, que o motorista já se encontrava na posse do meu equipamento. Contudo, volvidos 12 dias, continuo privada do meu telemóvel e recebo informações contraditórias, nomeadamente que o condutor “ainda não teve tempo de procurar no automóvel”. O telemóvel é um instrumento essencial para o meu trabalho, contendo dados profissionais e pessoais relevantes. A sua retenção injustificada, após confirmação de que se encontra na posse do motorista, pode configurar apropriação indevida, nos termos do artigo 205.º do Código Penal. Assim, concedo o prazo máximo de 48 horas, a contar da receção desta comunicação, para: Garantirem a devolução efetiva do meu telemóvel; Prestarem esclarecimento formal e coerente sobre a situação; Indicarem responsável direto pelo acompanhamento do caso. Findo este prazo sem resolução, avançarei imediatamente com participação junto das autoridades policiais e com queixa formal junto das entidades reguladoras competentes, sem novo aviso. Aguardo resolução urgente. M. H. R. Contacto alternativo: +351 931 196 949 - Cristina

Em curso
M. R.
21/02/2026

Telemóvel esquecido na viatura e não devolvido

Exmos. Senhores, Eu, M. H. R., portadora do Cartão de Cidadão n.º 06927849, venho por este meio notificar formalmente a Uber para proceder à devolução imediata do meu telemóvel, esquecido na viatura no dia 10 de fevereiro de 2026, pelas 11h42, no serviço “Wait & Save”, Dacia Jogger branca, motorista Rui, trajeto do IEFP em Setúbal para casa. A própria plataforma confirmou, no dia seguinte à ocorrência, que o motorista já se encontrava na posse do meu equipamento. Contudo, volvidos 12 dias, continuo privada do meu telemóvel e recebo informações contraditórias, nomeadamente que o condutor “ainda não teve tempo de procurar no automóvel”. O telemóvel é um instrumento essencial para o meu trabalho, contendo dados profissionais e pessoais relevantes. A sua retenção injustificada, após confirmação de que se encontra na posse do motorista, pode configurar apropriação indevida, nos termos do artigo 205.º do Código Penal. Assim, concedo o prazo máximo de 48 horas, a contar da receção desta comunicação, para: Garantirem a devolução efetiva do meu telemóvel; Prestarem esclarecimento formal e coerente sobre a situação; Indicarem responsável direto pelo acompanhamento do caso. Findo este prazo sem resolução, avançarei imediatamente com participação junto das autoridades policiais e com queixa formal junto das entidades reguladoras competentes, sem novo aviso. Aguardo resolução urgente. M.H.R. Contacto alternativo: +351 931 196 949 - Cristina

Em curso
A. N.
21/02/2026

Prestação deficiente e incompleta do serviço de limpeza

Venho por este meio manifestar o meu profundo desagrado e insatisfação relativamente aos serviços prestados pela empresa House Shine, os quais considero deficientes e em claro incumprimento do serviço contratado. No dia 20 de dezembro de 2025, contratei a referida empresa para a realização de uma limpeza pós-obras residencial num apartamento T3. Apesar de o imóvel se encontrar em boas condições, foram detetadas falhas graves na limpeza efetuada. Após comunicação dessas falhas, a empresa deslocou-se novamente ao local no dia 22 de dezembro, com o alegado objetivo de concluir o serviço. Contudo, mesmo após essa segunda intervenção, persistiram deficiências, comprovadas por fotografias datadas (Anexo 1), nomeadamente presença de pó no interior de armários, pó na calha da porta do poliban e manchas visíveis em diversos vidros. Nos dias 23 (tarde) e 24 de dezembro de 2025 (manhã), voltei a contratar a empresa para uma limpeza e higienização profunda de um apartamento T1 com garagem. A pedido da própria empresa, enviei previamente um vídeo do imóvel para correta avaliação e elaboração do orçamento, tendo optado pelo orçamento que incluía a limpeza da garagem. Apesar disso, após um dia de trabalho, não foram limpos o quarto, a entrada, a varanda maior nem a garagem, o que constitui incumprimento evidente do serviço contratado. Mesmo nas áreas alegadamente limpas, foram identificadas deficiências, documentadas por fotografias datadas (Anexo 2), incluindo sujidade e manchas de calcário na casa de banho e cozinha, pó nos candeeiros da sala, ausência de limpeza das janelas da sala e vidros sujos na varanda mais pequena. Após contacto com o responsável da empresa, este recusou assumir qualquer responsabilidade pelas falhas, exigindo ainda pagamento adicional para concluir a limpeza. Face ao exposto, considero que foi prestado um serviço manifestamente insuficiente e em desconformidade com o contratado, causando-me prejuízo e transtornos significativos.

Em curso
S. A.
20/02/2026

Burla

Foi me retirado da minha conta sem meu conhecimento 89.99€ da companhia edreams como esse também saíram outros pagamentos da mesma companhia sem meu conhecimento.. Agradecia a resolução do mesmo

Em curso

Atraso da celeridade do processo da renovação de Autorização de residência

Venho através deste espaço prestar uma reclamação contra a AIMA por falta de celeridade e decisão do meu processo de renovação de autorização de residência já que todos os prazos estabelecidos pela AIMA prescreveram além dos 180 dias decorridos do inicio do processo. Com isso muitas situações constrangedoras e desagradáveis acontecerem em minha vida, como a impossibilidade de assinatura de um contrato de trabalho, adiamento de uma viagem por motivos familiares e o adiamento do meu processo de casamento no notário e na Igreja devido a falta de documento válido. Enviei a AIMA vários e-mails, carta registada, e telefonemas se sucesso. a AIMA é uma estrutura que não dá celeridade e não respeita os prazos dos processos. Através do portal Gov.pt acionei o Código de Procedimento Administrativo decreto-lei n.º 4/2015 artigo 130.º solicitando uma certidão de deferimento tácito que aprova automaticamente um pedido se a administração não decidir em prazo legal. Espero que o meu cartão de residência seja emitido com a máxima urgência.

Encerrada
M. G.
20/02/2026

Recusa de devolução de equipamento

Exmos Senhores, No dia 07/02/2026, o meu sogro, José Barata Rodrigues, pessoa idosa, nascido a 12-05-1952, adquiriu um aparelho auditivo na loja Audição Activa na Amadora, após uma abordagem que considero abusiva e enganosa, pois realizaram imensas chamadas a insistir. No dia 7 de Fevereiro ele foi mantido nas instalações para a realização de alegados “exames auditivos”, sem nunca ter sido esclarecido que os funcionários não são médicos nem profissionais de saúde habilitados ao diagnóstico clínico. Foi-lhe transmitido verbalmente que o aparelho auditivo ajudaria a evitar o agravamento da perda auditiva uma vez que um dos ouvidos teria perda auditiva de 101%, afirmação sem fundamento médico, que foi determinante para a decisão de compra. O momento após a suposta avaliação apresentaram lhe os valores do aparelho ao qual o meu sogro diz que no papel constava 480€, e que ficaria a pagar durante 3 meses. Quando chegou a casa pediu para o acompanhar para o ajudar com o crédito e assim o fiz. Mesmo antes de lá chegar ja estavam a ligar novamente a precionar. Quando lá cheguei, já estava os papeis todos prontos. So precisei de dar os meus dados. E deram um tablet para assinarmos ao qual so apresentava a parte da aceitação. E assinamos. Ao qual eu perguntei o número de prestações e disseram me que era de 48 meses a pagar 113,97, ao qual dava um total de 4.845€. Achei muito e achei estranho o meu sogro acritar tal coisa. De seguida meteram lhe os aparelhos ao qual ele ai ja ouvia tudo o que o suposto médico dizia. Após chegar a casa, qual o meu espanto quando o meu sogro pergunta sobre o valor a pagar ao mês e fico espantada, pois não tinha sido esses os valores que ele tinha visto na suposta consulta antes de eu fazer o crédito. Ao ler o contrato/documentação, verificou que consta a indicação de que é sempre aconselhada a consulta prévia de um médico, informação que não foi prestada em momento algum antes da venda, o que constitui omissão relevante e o contrato não esta com a informação completa. A venda ocorreu sob forte pressão psicológica, dizendo que era uma promoção que acabaria naquele dia, sem tempo razoável de reflexão, e que ele mais uns meses ficaria totalmente surdo, configurando uma venda quase forçada, aproveitando-se da vulnerabilidade associada à idade e saúde do consumidor. Fiz o pedido de cancelamento do crédito ao BBVA ao qual eles aguardam prova da entrega do equipamento. Dirijimos-nos a loja da AudiçãoActiva no dia 19-02-2026 e quis entregar o aparelho, ao qual eles negaram aceitação do aparelho e fazendo nova pressão sobre nós, ao qual falei em por advogado. Foi de tal forma a pressão que o meu sogro que é o cliente, intimidado disse que continuaria com o artigo. O suposto médico da primeira consulta não foi o mesmo "médico " ao qual nos recebeu para fazer a devolução. Considero que estes factos constituem uma prática comercial desleal, enganosa e agressiva, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008, motivo pelo qual solicito a anulação do contrato (MIBA_AA6134_403). Visto que tentei entregar o aparelho e comuniquei com o banco antes dos 14 dias, como está na lei. Atentamente, Micaela Gonçalves

Em curso

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