Reclamações públicas
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Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Venho comunicar uma situação que ocorreu com a entrega de uma encomenda na minha morada. A encomenda foi registada que ia ser entregue hoje, pelo que deixei a porta do prédio aberta, tendo tido atenção se ela se mantinha aberta para facilitar o processo de entrega de uma encomenda. A encomenda foi registada como não entregue às 12h07 quando a porta estava aberta desde as 10h45 da manhã. Quando liguei para questionar o que se tinha passado, informaram que tinham fotografia em como a porta do prédio estava fechada (não estava), e quando disse que era impossível a situação que me reportavam desligaram-me a chamada. Tentei ligar inúmeras vezes de seguida e não me atenderam. Já não é a primeira vez que tenho problemas com a empresa MRW e continuam a passar a culpa para cima do cliente, quando é sempre uma falha deles. Pago um serviço para me obrigarem a deslocar-me às instalações da empresa para ter só assim ter acesso à minha encomenda.
obrança indevida de taxa por utilização de cartão físico (Solinca Alvalade)
Reclamação – Cobrança indevida de taxa por utilização de cartão físico (Solinca Alvalade) Entidade reclamada: Solinca Alvalade Assunto: Cobrança de 1€ por utilização de cartão físico – prática abusiva ou desproporcional Exposição dos factos: Sou cliente da Solinca Alvalade e, por duas vezes, foi-me cobrado o valor de 1€ pela utilização do cartão físico de acesso. Embora a Solinca refira que esta cobrança consta do contrato, considero a prática excessiva, desnecessária e desajustada à realidade atual. Em 2025, a utilização de meios digitais (app, QR code, etc.) é amplamente disponível, e penalizar o uso de um simples cartão físico não tem fundamento técnico nem económico. Esta cobrança repetida de 1€ não corresponde a qualquer custo real suportado pela empresa, e parece ter apenas um caráter punitivo ou dissuasor, o que considero uma prática comercial agressiva e contrária aos princípios da boa-fé previstos na Lei de Defesa do Consumidor. Não é o valor em si que está em causa, mas sim a atitude e a falta de razoabilidade na aplicação desta taxa. Pedido: Solicito que a DECO e/ou a Direção-Geral do Consumidor analisem a legalidade desta prática, e que seja recomendada à Solinca a eliminação desta taxa injustificada, promovendo maior transparência e equidade na relação com os consumidores. (ou mesmo eu ser compensado por isso) pois muitas aulas também foram desmarcadas em cima da hora e eu não recebi dinheiro) para não falar da balança que nao esta calibrada etc)
Taxas Inexplicávies, Entregas não realizadas
Para uma empresa de encomendas acho que nunca recebi uma encomenda em casa. Todas as vezes tenho de me deslocar até ao aeroporto para a conseguir a apanhar. Hoje era para receber uma encomenda e sem sequer me ligarem colocaram a morada como errada. A FedEx também tem a mania de colocar taxas para o cliente pagar e depois não é capaz de dar uma justificação sobre a mesma.
Devolução em dobro paga pela MEO
Gostaria de partilhar a minha experiência com uma compra online na loja MEO, que resultou na devolução em dobro do valor pago, para que outros consumidores conheçam os seus direitos. (A Encomenda e o Incumprimento do Prazo) Numa terça-feira, efetuei a compra de uma Smart TV Samsung na loja online da MEO, com a indicação de um prazo de entrega de 3 dias úteis. Chegada a sexta-feira, e sem qualquer tentativa de entrega, fui contactado diretamente pela Samsung para agendar a mesma. A data proposta era apenas para o final da semana seguinte. Informei que, por motivos profissionais, só poderia receber a encomenda após as 16h00, horário que não foi aceite pela transportadora. Perante a impossibilidade de chegar a um acordo, e uma vez que o prazo inicial já tinha sido ultrapassado, comuniquei de imediato a minha intenção de cancelar a encomenda. (O Atraso no Reembolso e o Direito à Devolução em Dobro) A MEO aceitou prontamente o pedido de cancelamento. No entanto, o reembolso do valor pago demorou mais de 14 dias para ser processado. De acordo com o Artigo 12.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, que regula os contratos celebrados à distância, após o cancelamento de uma encomenda, o vendedor dispõe de um prazo máximo de 14 dias para devolver a totalidade do valor pago. Se este prazo não for cumprido, o mesmo artigo (n.º 6) estabelece que o consumidor tem o direito de exigir a devolução em dobro do montante. Inicialmente, a MEO recusou-se a pagar o valor em dobro, alegando que existiram várias tentativas de agendamento (o que era falso) e que a culpa da não entrega era minha, por não ter aceitado as novas datas. (A Resolução do Conflito) Mantendo a convicção de que a lei me assistia, decidi apresentar o caso ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa. A MEO manteve a sua posição irredutível até à véspera da audiência de julgamento, altura em que, finalmente, recuou e efetuou o pagamento em dobro, conforme a lei exige. Moral da História: 1. O prazo de entrega é vinculativo. O comprador não é obrigado a aceitar um novo agendamento se o prazo inicial, acordado no momento da compra, não for cumprido pelo vendedor. 2. Os Termos e Condições reforçam a lei. No meu caso, os próprios termos da loja MEO indicavam que um novo agendamento só deveria ocorrer após uma primeira tentativa de entrega falhada, o que nunca aconteceu. 3. A persistência compensa. A legislação de defesa do consumidor, como os Decretos-Lei n.º 24/2014 e n.º 84/2021, existe para ser cumprida. Recorrer aos centros de arbitragem é um mecanismo eficaz e gratuito para fazer valer os nossos direitos. Fica aqui a prova de que vale sempre a pena reclamar.
ncumprimento contratual e retenção indevida de caução
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação contra a empresa ARF - Peças Auto Usadas, Lda, com sede na Rua Comandante José Carvalho, 3 Lt.C, 2005-198 Santarém, e contacto através do email arf-pecas-usadas@jpsf.pt, devido ao incumprimento contratual relativamente à compra e entrega de um motor Skoda Octavia 2009 2.0 Tdi Rs 170CV. No dia 10/01/2025 efetuei o pagamento de 1.472,93€ relativo a 50% do valor do motor, acrescido de 400€ de caução, conforme acordado com a empresa. Posteriormente, a 11/03/2025, efetuei o pagamento dos restantes 1.475,93€ no ato de entrega do motor novo, cumprindo integralmente as minhas obrigações contratuais. Desde 27/06/2025, data em que informei a empresa de que o motor poderia ser recolhido, não foi realizada qualquer recolha, apesar de inúmeras tentativas de contacto da minha parte através de emails enviados a 27/06/2025, 04/07/2025, 26/09/2025 e 10/10/2025, sem qualquer resposta concreta. Apesar de ter apresentado reclamação no livro de reclamações, a resposta da empresa, emitida por um colaborador do departamento de marketing, alegou diversas tentativas de recolha sem sucesso devido à minha alegada indisponibilidade, o que é falso. Em nenhuma das datas mencionadas recebi contacto por telefone, email ou qualquer outro meio, e a empresa não agendou data concreta para a recolha do motor. A comunicação foi adiada entre departamentos, sem que houvesse qualquer resolução, demonstrando grave falta de profissionalismo e incumprimento contratual. Relembro que os 400€ de caução permanecem retidos pela empresa desde 27/06/2025, devendo ser devolvidos acrescidos dos juros legais de mora desde essa data, conforme estabelecido no Código Civil português. Exijo igualmente indemnização pelos prejuízos sofridos, incluindo os danos morais e incómodos causados pelo incumprimento da empresa e pelo atraso na recolha do motor. Todos os factos descritos estão documentados nos anexos: comprovativos de pagamento, troca de emails com a empresa, fatura pró-forma e registo da reclamação no livro de reclamações. Solicito à DECO que intervenha de forma a garantir a devolução imediata da caução com juros de mora e a indemnização pelos prejuízos decorrentes do incumprimento, e que a empresa proceda à recolha do motor no prazo mais curto possível. Caso a situação não seja regularizada, reservarei o direito de recorrer aos meios legais adequados, incluindo ação judicial, para exigir a restituição da caução com juros e a indemnização pelos danos sofridos, salvaguardando todos os meus direitos enquanto consumidora. Com os melhores cumprimentos, Nádia Tafula
Promoção "Snoopy"
Exmos/as Srs/as Promoção "Snoopy" válida até 02.Nov.2025, nos supermercados Mini Preço Auchan Promoção interrompida, por não existirem selos, para colocar na caderneta, e também não ser possível obter os brindes da respectiva promoção (Falta de Stock)
Nao devolveram o dinheiro
Exmos. Senhores, Fiz a compra no dia 07-02-2024. O meu reembolso nunca foi feito, fiz muitas tentativas pelos meios todos existentes e só tive uma vez uma resposta para dar o meu NIB ao qual respondi mas a seguir nada outra vez, ignorado até agora Peço a resolução urgente Gheorghe
OFENSA
Venho por este meio reportar uma ocorrência grave relativa a um contacto telefónico recebido hoje, 21/10/2025, às 20:20, proveniente do número 961208134. O operador, que se identificou como Francisco, afirmou ser do departamento de renovação contratual da MEO. Quando recusei a renovação por telefone e solicitei o envio das condições por email, o operador negou o pedido, alegando não ser possível. Perante a sua insistência, afirmei que estava a perder o meu tempo. A resposta do vosso colaborador foi a seguinte expressão, profundamente ofensiva e vulgar: 'Os minutos são como o c*, pode a dar a toda a gente' Considero esta linguagem absolutamente inaceitável. Assim, peço a vossa ajuda e intervenção junto da entidade MEO. Nota: Censurada a palavra.
Alteração da titularidade do contrato
Exmos. Senhores, Em 30/06/2025 solicitei a alteração da titularidade do contrato com a Galp Solar para meu nome, após a compra de uma habitação, cujo anterior proprietário tinha contrato com a V/ empresa. Fiz telefonemas para o nº 210058800 em 30/06, 03/07 e 11/07, 08/09 e, enviei mail para suporte@galpsolar.com em 21/07, para tentar resolver esta situação. Até à data ainda não foi concretizado o pedido de mudança da titularidade para meu nome. Em anexo envio pdf os comprovativos. Cumprimentos JLP 21/10/2025
Correio não distribuído
Exmos Srs. verificando que o correio ( carta registada ) que tinha como destinatário a minha pessoa e a minha morada ( rua Bernardino Correia Teles nº48 , 3850 057 Albergaria a Velha ), não me foi entregue já que foi deixado aviso em morada distinta, no dia 20 Outubro, no nº 45 da mesma rua; por não ser a primeira vez que acontece esta situação entendo dever denunciar o procedimento havido. Tratando-se de notificação para liquidar imposto deve ser exigido aos agentes de distribuição do correio a máxima responsabilidade no dever de atuação correta. Por altura das notificações do IMI este ano, foi detetado correio não distribuído e abandonado numa linha férrea desativada que ao ser descoberto foi entregue aos destinatários por um cidadão que passou pelo local e ao constatar o sucedido, procedeu ele à distribuição por quem conhecia. É lamentável ter um serviço publico a não funcionar ou a funcionar com erros graves com consequências que podem lesar os interesses dos cidadãos. Por tal razão devem ser responsabilizados os CTT e os agentes que intervém no processo.
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