Reclamações públicas

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A. B.
04/07/2026

Porta de embarque alterada sem informação

No dia 04/07/2026 às 19:50, tinha um voo da TAP TP944 com partida do Aeroporto de Lisboa, com destino a geneve. No meu cartão de embarque constava a porta S18. Dirigi-me a essa porta e permaneci à espera do embarque. Só me apercebi de que existia um problema quando surgiu informação de outro voo naquela porta. Dirigi-me então a um colaborador para pedir esclarecimentos e fui informado de que a porta de embarque tinha sido alterada para a S23A. Não recebi qualquer aviso por SMS, e-mail ou outro meio sobre essa alteração. Quando cheguei à porta S23A, o embarque já se encontrava encerrado e fui impedido de embarcar, tendo perdido o voo. Como consequência, fui obrigado a comprar um novo bilhete para o dia 05/07/2026 para poder realizar a viagem, o que me causou um prejuízo financeiro que considero poderia ter sido evitado caso tivesse sido devidamente informado da alteração da porta de embarque. Solicito a análise desta situação e o reembolso dos custos que tive de suportar, bem como uma explicação sobre a falta de comunicação da alteração da porta de embarque. Anexo o cartão de embarque, o comprovativo da compra do novo bilhete e quaisquer outros documentos relevantes. Ps: tenho uma fotografia do documento que fiz a reclamação na tap mais visível. Não é possível enviar por este meio porque o tamanho do MB da fotografia é superior ao disponibilizado pela plataforma. Caso seja necessário me envie um contacto que eu envio a fotografia.

Encerrada
A. M.
04/07/2026

Calor Excessivo

Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente às condições de temperatura verificadas numa viagem efetuada na Metro do Porto. Data da viagem: 04/07/2026 Linha: A (Senhor de Matosinhos) Percurso: Matosinhos Sul → Campanhã Durante todo o percurso, a composição circulou sem qualquer refrigeração percetível, apesar das temperaturas extremamente elevadas que se fizeram sentir ao longo do dia. O ambiente no interior da carruagem era sufocante, com um calor intenso e completamente incompatível com um serviço de transporte público que deveria garantir condições mínimas de conforto e segurança aos seus passageiros. A sensação térmica no interior da composição era extremamente elevada, tornando a viagem penosa e desumana. O ar encontrava-se pesado, abafado e praticamente irrespirável, agravado pela elevada concentração de passageiros. Em vários momentos foi evidente o enorme desconforto dos utentes, sendo notório que muitas pessoas procuravam desesperadamente algum alívio junto das portas ou das poucas janelas com alguma circulação de ar. Não é aceitável que, em pleno verão, uma composição circule sem um sistema de climatização eficaz. Esta situação ultrapassa largamente o mero incómodo. O calor excessivo coloca em risco o bem-estar e a saúde dos passageiros, podendo provocar tonturas, desidratação, fadiga e outros episódios de mal-estar, especialmente em crianças, idosos, grávidas e pessoas com problemas de saúde. Compreendo que possam ocorrer avarias pontuais. No entanto, enquanto utilizador frequente da Metro do Porto, tenho verificado que esta situação se repete demasiadas vezes para poder ser considerada um caso isolado. A perceção transmitida aos passageiros é a de que o problema se tornou recorrente e não está a ser resolvido de forma eficaz. Os passageiros pagam diariamente por um serviço que deve cumprir padrões mínimos de qualidade. É incompreensível que, num sistema de transporte moderno e amplamente utilizado, se continue a assistir a viagens realizadas em condições que, em dias de calor extremo, se tornam quase insuportáveis. Solicito que esta reclamação seja analisada com a máxima seriedade e que sejam adotadas medidas urgentes para garantir o correto funcionamento dos sistemas de climatização em todas as composições. Solicito igualmente que me seja comunicada a causa desta ocorrência, as medidas corretivas que serão implementadas e as ações previstas para impedir que situações desta natureza continuem a repetir-se. Espero uma resposta objetiva e fundamentada, bem como a demonstração de que a Metro do Porto reconhece a gravidade deste problema e está verdadeiramente empenhada em assegurar condições dignas, seguras e compatíveis com um serviço público de qualidade. Com os melhores cumprimentos, Abner.

Encerrada

IMT erro na solicitação certificado tvde VM-E1

Boa tarde Senhores, Venho por meio deste e-mail fazer uma reclamação referente ao certificado de tvde, pois, ao submeter o mesmo aparece um erro por nome VM-E1,enviei um e-mail ao Imt e nao obtive retorno. Peço por gentileza que esse problema venha a ser solucionado , estou impossibilitada de trabalhar por esse motivo e vi também que outras pessoas estão passando pelo mesmo problema. Aguardo retorno urgente, Lais Carvalho.

Encerrada

Reclamação Inspeção

Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao atendimento e ao procedimento adotado durante a inspeção da minha motorizada. Desloquei-me ao centro de inspeções para efetuar a inspeção necessária à substituição da matrícula camarária pelo Documento Único Automóvel (DUA). A minha motorizada não possui número de quadro, facto que é comprovado pelo livrete original, onde esse campo não se encontra preenchido, e pela própria motorizada, que apenas possui o número de aprovação da marca, o qual coincide com o constante no livrete. Quando me desloquei ao IMT do Porto para dar início ao processo, fui informado de que teria de obter junto da Câmara Municipal de Anadia um documento comprovativo do registo da motorizada. Em cumprimento dessa indicação, percorri cerca de 125 km para cada lado, suportando os respetivos custos e perda de tempo, para obter o documento autenticado pela Câmara. Hoje, ao regressar ao centro de inspeções com toda a documentação solicitada, o mesmo inspetor recusou aprovar a inspeção, alegando a inexistência de número de quadro. Esta decisão é incompreensível e contraditória, uma vez que está documentalmente comprovado que este veículo nunca teve número de quadro. Tal facto consta do livrete original e do documento autenticado emitido pela Câmara Municipal de Anadia. Além disso, é do conhecimento técnico que diversos ciclomotores e motorizadas produzidos entre as décadas de 1980 e 1990 foram homologados apenas com o número de aprovação da marca, não possuindo número de quadro gravado. Considero inaceitável que, depois de cumprir todas as exigências que me foram impostas e de suportar deslocações desnecessárias, a inspeção seja recusada com base num requisito que comprovadamente nunca existiu para este veículo. Solicito, por isso, a reapreciação deste processo por um responsável competente, bem como a devida fundamentação legal para a recusa da inspeção. Caso não exista fundamento legal para esta decisão, peço que a situação seja corrigida de imediato e que o processo prossiga sem novos entraves injustificados. Aguardo uma resposta célere e uma resolução adequada para esta situação. João Rodrigues

Encerrada
S. R.
02/07/2026

Autocarro UNIR não passa na paragem

O autocarro que deveria passar junto à Escola secundária de Santa Maria da Feira, às 14:20, aproximadamente, não passou. A minha filha esperou durante meia hora junto à paragem, com 30 graus de temperatura e o autocarro passou para baixo, para supostamente dar a volta e apanhar os clientes na volta para cima, o que não aconteceu. Com a minha filha, estava outra senhora à espera. O mais grave é que o condutor, quando passou para baixo, do outro lado da estrada, viu que havia 2 pessoas para recolher e não voltou para o fazer. Já não é a primeira vez que isso acontece. Este serviço é deplorável. Confiamos num serviço que acaba por não nos oferecer garantias. Se é o que está no programa para cumprir, deve ser cumprido. No meu trabalho, se eu não cumprir os objetivos, sou penalizada.

Encerrada
R. C.
01/07/2026

Bloqueio indevido de conta de motorista TVDE por falso positivo no sistema biométrico.

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Bolt devido ao bloqueio imediato e injustificado da minha conta de motorista parceiro (Associada ao e-mail: rhantunes@hotmail.com . A plataforma alega que a selfie de verificação diária não correspondia à foto de perfil. Contudo, recuso categoricamente esta afirmação. Garanto que a conta nunca foi partilhada ou cedida. A recolha biométrica foi efetuada por mim, sendo o bloqueio um erro técnico exclusivo do algoritmo de leitura facial da aplicação (provocado por condições de iluminação ou foco). Ao suspender a conta de forma automática e sem uma verificação humana prévia, a Bolt está a impedir-me ilegalmente de exercer a minha atividade profissional e a imputar-me uma infração contratual que não cometi. Exijo a intervenção imediata de um operador humano para analisar a conformidade da minha identidade, a reativação da conta e a reposição do meu direito ao trabalho. Já enviei para o suporte os meus documentos e fotografia de validação, aguardando deferimento urgente. Com os melhores Cumprimentos Ricardo Cristovão.

Encerrada
J. R.
30/06/2026
Metro Mondego. S.A

Acidente ocorrido sem 13 de abril de 2026, sem resoluçõa

Dia 13 de Março de 2026, quando fazia uma viagem no Metromondego fui vítima de um acidente, que considero ter sido violento, dada o forma como fui projetada. Sofri dois embates: o primeiro, na posição de sentada, que atingiu o barco esquerdo e o lado esquerdo da cara; o segundo com forte pancada nas costas. As imagens do acidente, segundo informação do condutor, estão gravadas, quer internamente quer externamente. Não permiti que me levantassem até à chegada do INEM por receio de uma lesão na coluna, o que, felizmente, não se confirmou. Contudo, as dores nas costas, na presente data, ainda são muito incómodas. Fui atendida no Hospital da Universidade de Coimbra, cujo relatório anexo. Foi requerido o envio do relatório do INEM. Parece que o metro travou para evitar o embate com uma viatura. Volvidos quase 3 meses da ocorrência, a empresa Metromondego demitiu-se pura e simplesmente de qualquer iniciativa. Entretanto, tive de suportar todos os custos dos medicamentos, médicos e exames médicos. o CHUC aguarda o envio da informação. Pedi cópia da participação do acidente e da participação à PSP. Em relação a estes pedidos o silêncio é total. Em deslocação à PSP da Casa Branca , fui informadq de que não houve intervenção do Polícia e de que, como não houve embate com a outra viatura, o acidente é considerado queda e a responsabilidade é do metro momdego A negligência do Metromondego é notória e incompreensível. A resposta dada até ao momento pela empresa foi feita na sequência da apresentaçaõ de uma queixa no Livro de Reclamações. Resposta esta perfeitamente "cozinhada" numa tentativa frustada de se justificarem.

Em curso

ACIDENTE COM OBJETO NA A1

No dia 28-06-2026, cerca das 19h, circulava na A1 sentido Sul-Norte, km 156,5, quando o meu veiculo embateu com objecto que encontrava-se na faixa de rodagem. O embate provocou varios danos na parte inferior do veiculo, alguns danos ainda por apurar pela oficina. Foi necessario imobilizar o veiculo e contactei a concessionaria pela via em questão para tomar conta da ocorrencia. Foi possivel verificar que o objeto em causa é uma cinta de amarração, a mesma foi encontrada pelo tecnico que veio ao local.. Na sequência do impacto, a viatura sofreu danos visíveis relevantes, incluindo perfuração do resguardo do motor e danos na parte inferior do veiculo. A ocorrência foi comunicada de imediato à Brisa, tendo uma equipa de assistência comparecido no local e efetuado o respetivo registo da ocorrência. Venho por este meio solicitar a abertura do processo de averiguação e responsabilização relativamente aos danos causados na minha viatura, resultantes da presença deste objeto perigoso na faixa de rodagem da autoestrada concessionada. Tenho os elementos e registos fotográficos atualmente disponíveis, ficando desde já reservado o envio posterior de informação complementar relativa à avaliação mecânica e aos danos totais apurados pela oficina. Aguardo o vosso contacto e indicação dos próximos procedimentos. Obrigado.

Encerrada
M. G.
28/06/2026

Cobrança Taxa Check-in no aeroporto

Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação relativamente à cobrança da taxa de 55 € por passageiro (total de 165€ pelos 3 passageiros) pelo check-in efetuado no aeroporto, referente ao voo FR88. Chegámos ao aeroporto com 1h50 de antecedência para efetuar o check-in e despachar a bagagem de porão, tendo sido informados de que o check-in online já se encontrava encerrado e que o check-in presencial implicava o pagamento da referida taxa. No entanto, nunca recebi qualquer informação ou aviso sobre o prazo limite para realizar o check-in online nem sobre os custos associados ao check-in no aeroporto. Nos dois únicos emails recebidos da Ryanair antes do voo (confirmação da reserva e uma comunicação sobre os quiosques de self-service para despacho de bagagem) em lado algum é mencionada a existência desta taxa ou o horário de encerramento do check-in online. Considero que esta informação deveria ter sido comunicada de forma clara e visível, pelo que solicito o reembolso do valor cobrado. Atentamente.

Em curso

Acidente com objeto metálico presente na via da auto estrada

No dia 23-06-2026, cerca das 18:20h , circulava na A1 no sentido Sul – Norte, km 289.4 , quando a minha viatura embateu num objeto metálico de grandes dimensões que se encontrava na faixa de rodagem. O embate foi inevitável e provocou danos significativos na parte inferior da viatura, tendo sido necessário imobilizar o veículo imediatamente após a ocorrência por questões de segurança. Posteriormente, foi possível verificar que o objeto em causa aparentava ser um disco de travão pertencente a um veículo pesado, facto que foi igualmente observado no local pelo colaborador da Brisa que prestou assistência. Na sequência do impacto, a viatura sofreu danos visíveis relevantes, incluindo perfuração do piso do habitáculo e danos estruturais na parte inferior do veículo e possivelmente outras não visíveis no local . De momento, não é ainda possível determinar a totalidade dos danos causados, uma vez que a viatura foi entretanto encaminhada para oficina, encontrando-se em avaliação técnica para apuramento completo dos componentes afetados e respetivo orçamento de reparação. A ocorrência foi comunicada de imediato à Brisa, tendo uma equipa de assistência comparecido no local e efetuado o respetivo registo da ocorrência. Foi igualmente acionada a Guarda Nacional Republicana, que tomou conta da ocorrência e efetuou o respetivo registo no local. Venho por este meio solicitar a abertura do processo de averiguação e responsabilização relativamente aos danos causados na minha viatura, resultantes da presença deste objeto perigoso na faixa de rodagem da autoestrada concessionada. Tenho os elementos e registos fotográficos atualmente disponíveis, ficando desde já reservado o envio posterior de informação complementar relativa à avaliação mecânica e aos danos totais apurados pela oficina. Aguardo o vosso contacto e indicação dos próximos procedimentos.

Encerrada

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