Reclamações públicas

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N. R.
01/01/0001

Água Marca Continente Imprópria para consumo

Venho deste modo reclamar/alertar que a Água de Nascente, marca Continente em garrafa de 1,5l, com o lote LT17016 se encontra com sabor e cheiro desagradável, que impossibilita o seu consumo.Após contacto com a loja onde foi feita a compra, foi - me indicado que não posso efectuar a devolução da mesma, pois foram ultrapassados os 15 dias disponíveis para devolução de artigos.Considero grave a situação, pois falamos de um produto de primeira necessidade que se encontra improprio para consumo e dentro da validade (Jun 2018). Mais estranho a falta de responsabilidade da marca, após alerta enviado com indicação do lote em causa.

Encerrada
R. C.
01/01/0001

Não comparência da equipa técnica para início e também para fim de contrato

Estou a começar novo contrato numa habitação e ao mesmo tempo a terminar contrato na habitação anterior. No primeiro caso já houve dois agendamentos e a equipa técnica não compareceu em nenhum deles. No caso da habitação da qual vou sair já houve um agendamento e igualmente não compareceram. Depois de vários telefonemas efectuados para a EDP, soube, na EDP Distribuição, que em todos os casos as indicações que têm é que os técnicos não deram com os locais, tendo tentado contactar-me e que eu não atendi. No entanto eu estive sempre nos locais no intervalo de tempo combinado e com o telemóvel ligado, próximo de mim, e os locais têm rede. O meu número de telemóvel foi fornecido em ambas as situações. De agendamento em agendamento não tenho ainda luz na nova casa, e na casa anterior o término do contrato também se vai adiando ad eternum. Consequências: a demora na mudança para a nova casa. A demora na saída definitiva da casa anterior, que já devia ter sido feita (beneficio da bondade da senhoria...). Mais, o imenso tempo perdido, as deslocações com gasto de gasolina, e ainda o facto de estar a pagar renda da nova casa e não poder habita-la, uma vez que ainda não possuo acesso a esse bem absolutamente essencial que é a electricidade.Telefonei algumas vezes para o serviço que mediou o agendamento das visitas técnicas (EDP Comercial), o qual me deu como solução apenas um novo agendamento. Telefonei também algumas vezes para o serviço responsável pela distribuição, a EDP Distribuição. Após alguns telefonemas, alguém me conseguiu dizer qual o motivo invocado pelos técnicos para não acederem aos locais. Após mais telefonemas, alguém me sugeriu, finalmente, e após insistência minha, que fossem incluídas nas próximas ordens de serviço agendadas indicações mais precisas sobre os locais, nomeadamente a inclusão de pontos de referência e também a referência escrita de que os técnicos deviam contactar para o meu número em caso de dúvida na localização. Para cada um dos incumprimentos apresentei reclamação. Fui também à loja EDP local, em que me sugeriram que fizesse uma reclamação por escrito, e assim o fiz também. Alguém da EDP telefonou entretanto para mim, verificou as reclamações que fiz pelo telefone e disse que alguém as considerou resolvidas, logo arquivadas! Disse-me então que ia reportar essa situação (uma vez que as reclamações, obviamente, ainda não tinham sido resolvidas, nem o cliente tinha tido ainda uma resposta oficial às mesmas). Reparei que existe um problema na comunicação e aferição das situações, uma vez que não há qualquer comunicação entre as diferentes secções da EDP e entre estas e as empresas que realizam os serviços técnicos - a não ser por mensagem electrónica formatada. A própria EDP Distribuição (como o próprio nome indica, a parte que distribui energia) não sabe, ou pelo menos não nos transmite, qual a empresa que vai efectuar o serviço! Assim torna-se difícil para o cliente apurar responsabilidades, assim como as reclamações produzirem efeito. Na prática, os técnicos continuam sem aparecer nos locais. Hoje será o 2ºagendamento para o local de término de contrato, veremos se vêm ou não, vou gastar mais 3h30 do meu tempo (incluindo o tempo de deslocação ao local), gasolina e portagens.

Encerrada
A. C.
01/01/0001

Pedido Troca de Produto

Produto em péssimo estado. Aquisição de um shaker marca Prozis, com boca ligeiramente queimada, para além de a tampa não vedar correctamente.

Encerrada
N. L.
01/01/0001

Emissores Térmicos NeverCold

Boa tarde.Adquiri 2 emissores térmicos fluidos, na loja Leroy Merlin da Maia, no passado mês de Novembro. Foi-me dito pelo funcionário da loja que me atendeu, que estes equipamentos possuem regulador de potência, ou seja, que me permitiriam selecionar a potência com que iriam funcionar, alterando consequentemente o valor da energia consumida, por exemplo, se eu selecionasse 800W consumiria X, e se selecionasse 1500W, consumiria muito mais. Esta mesma questão, coloquei mais tarde por email à Leroy Merlin, que mais uma vez, me confirmou este facto, como podem ver em documento anexo. Os equipamentos têm de facto um display de seleção de potência e o mesmo é mencionado no manual de instruções. Acontece que, no início deste ano, fui surpreendido com uma fatura elevadíssima de eletricidade. Obviamente que comecei a tentar verificar a minha instalação elétrica e todos os equipamento ligados à mesma, e decidi também medir os consumos dos referidos equipamentos. Qual não é o meu espanto, ao verificar tecnicamente, que os emissores térmicos em causa, consomem exatamente a mesma energia elétrica independentemente da potência selecionada, ou seja, o dito regulador de potência, na realidade não existe/funciona!! Apresentei a minha reclamação do caso, por email, à Leroy Merlin, solicitando que me pagassem o valor extra de energia elétrica que não seria suposto eu ter pago, bem como o valor pago pelos equipamento+ acessórios e a possibilidade de devolução dos mesmos. A resposta da Leroy Merlin, foi que os equipamentos não possuem regulador de potência e que por isso eu não tenho nada a reclamar... Recusam-se a pagar o valor por mim pedido. Em anexo seguem também a resposta à reclamação, as faturas das compras e o relatório de reclamação que enviei à empresa, elaborado por mim, que além de cliente sou Técnico de Eletrotecnia.

Encerrada
J. D.
01/01/0001

Apresentação de denúncia à ASAE

No Pingo Doce Sassoeiros comprei um bacalhau à Gomes de Sá que segundo me parece não estava em condições, pois depois tive uma potente diarreia. Isto foi no Sábado.Para denunciar esta situação tentei contactar a ASAE.Assim liguei por volta das 15h para o 213119800. Só à 2a tentativa é que me atenderam, dizendo que este não era o número para a queixa. Teria de ligar para o 707502723.Provavelmente a seguir tentei apresentar queixa pelo site http://www.asae.pt/?cn=5591AAAAAAAAAAAAAAAAAAAA, mas o formulário deu erro. Tentei enviar várias vezes, mas o formulário deu sempre erro.Assim, a seguir liguei para o número que me foi indicado. Fiquei pendurado 40 min com uma gravação. Nessa gravação diziam que para outros assuntos podia contactar o e-mail info@asae.ptParei a chamada quando a bateria do meu telefone foi abaixo.Assim, fui forçado a contactar o e-mail. No entanto este e-mail parece indicado para pedidos de informações e não denúncias, como decorre do nome.

Encerrada
. N.
01/01/0001

Problemas com a fatura da Luz

Não estou de acordo com os valores que foram faturados na fatura emitida em 26-08-2016 com o nº 05 1601/00378269. Na fatura de 25-04 tinha os seguintes valores: Leitura anterior: 107.837 Leitura Atual: 109.357 Cons Real: 1.520Kw, com o valor de 209,59 . Na fatura de 24-06 tinha os seguintes valores: leitura anterior: 109.895 leitura atual: 110.518 Con.estimado: 623Kw, com o valor 240,04. Na fatura de 21-07 tinha os seguintes valores: leitura anterior: 110518 leitura atual: 111.097 Cons.estimado: 579Kw, com o valor de 220,62. Como é que posso receber uma fatura em 26-08 com o valor de 675,44 supostamente de acertos sendo o periodo de (Leitura anterior 109.357 - Leitura atual 113.091) com o consumo estimado de 3.734Kw. Tem de haver claramente um erro nesta fatura.

Encerrada
P. M.
01/01/0001

uso de cartão de crédito fraudulento, CGD exige pagamento

Bom dia,eu resido nos EUA, o que tem dificultado ainda mais esta situação, mas brevemente, trata-se do seguinte. O meu cartão Ímpar da CGD foi usado de forma fraudulenta durante o mês de Junho, Julho e Agosto. Assim que a situação foi detectada, o cartão foi cancelado, e uma reclamação feita. A falta de meios de controle e segurança relativos ao uso do cartão assustou-me: o cartão foi usado em vários países diferentes para fazer, por vezes, pagamentos em montantes exorbitantes, foi usado em sites duvidosos, e o plafond foi ainda ultrapassado. Ou seja, a CGD não parece ter quaisquer meios de monitorização do dinheiro dos clientes. Como disse, quando a situação foi detectada no mês passado, foi logo uma reclamação. Tenho entretanto estado em contacto com a D. Helena Serras Pereira da minha agência de Abrantes, que se tem prontificado a seguir a situação e ajudar. Só que, apesar de também ela apresentar pedidos sistemáticos de esclarecimento e seguimento da minha situação, nem sequer a ela a CGD tem respondido! Enfim, hoje, recebi na minha morada portuguesa (onde reside a minha mãe) uma primeira carta de incumprimento. Após abordarmos a situação, e após a minha mãe se ter dirigido à agência de Abrantes, a D. Helena telefonou para vários departamentos, até que alguém (isto aconteceu em frente da minha mãe), lhe disse que os atrasos no processamento das reclamações eram normais, e que o normal mesmo era que o cliente pagasse primeiro, a reclamação fosse processada, para então ser ressarcido depois (sendo que nada disto, foi acompanhado com a mínima referência a um horizonte temporal máximo para a resolução da situação). Eu voltei a insistir, e já fiz outra reclamação hoje. No entanto, não tenho qualquer garantia que o meu nome não seja lançado na tal da lista negra do Banco de Portugal. Acho isto incompreensível e inadmissível. Mas acho também de um desplante incrível que a CGD pretenda que eu pague primeiro, reclame depois, e eventualmente que eu seja ressarcida. Mas, também acho inacreditável que o cliente seja responsabilizado pela clara negligência e falta de celeridade (até interna) da CGD na resolução destes assuntos. O que esperar de uma instituição que nem responde à gerente da agência de Abrantes?! PS: como a forma de comunicação da Caixa não é muito clara, ainda me resta perceber se não é a caixa que já me está a dever dinheiro a mim.

Encerrada

Extravio de encomenda pelos CTT, valor da indmenização

Enviei uma encomenda (uma cana de pesca no valor de 86€) pelo cttexpresso, foi notificado para saber que queria fazer com a encomenda extraviada, foi-me entregue na morada e eu reclamei do extravio do artigo que foi prontamente declarado negligência/acidente por parte dos ctt. Mais tarde foi-me solicitada uma factura com o valor do objecto enviado, que enviei conforme pedido (fatura no valor de 86€), porem passados 7 dias e alguma insistência junto dos serviços telefónicos, la me foi enviado um e mail onde segundo os ctt iria ser indmenizado pelo valor do peso da encomenda. Deixo abaixo o texto com a descrição do que me irão indeminazar e a justificação: No que concerne ao processo de reclamação por danos no EMS EA145015864PT, vimos por este meio declarar que a indemnização foi processada, encontrando-se neste momento a aguardar emissão e envio do respetivo cheque de indemnização. O seguro contratualizado (gratuitamente disponibilizado no ato de subscrição do serviço EMS), contempla um limite máximo de 10,00€ por kg de mercadoria para extravios, furtos e danos, pelo que foram reunidas condições para desenvolvimento processual de carácter indemnizatório no valor de 17,87€ (peso do objeto 1,787kg), acrescido do montante pago pelo envio (6,19€). Ou seja foi considerado o peso do objecto em vez do seu valor real, apesar de me ter sido solicitada fatura do mesmo, rectifiquei o regulamento dos CTT expresso que diz o seguinte na alinea 12.2 : . A responsabilidade máxima da CTT Expresso por quaisquer prejuízos comprovadamente sofridos em consequência da perda ou danos na Mercadoria será a seguinte:- Por objeto/mercadoria: indemnização monetária nos termos da legislação em vigor para o transporte rodoviário nacional de Mercadorias.Pelo que nada refere que tenha q ser indeminado pelo peso...sinto-me lesado pela falta de cuidado com o objecto que tive o cuidado de referir que era fragil, e ainda pelo facto de que ser restituido um valor irrisorio tendo em conta o prejuizo que tenho, agardecia auxilio na resolução desta situação, os meus mais sinceros agradecimentos estimados cumprimentos

Encerrada
M. M.
01/01/0001

Problemas de qualidade no fabrico. Defeito.

Depois de encomendar as sapatilhas Sanjo, chegaram com problemas graves a nível de acabamentos.Defeitos a nível das costuras e sola. Contactei os serviços da SON que me responderam que antigamente o produto era feito no Oriente, mais concretamente na China e que neste momento eram feitas em Portugal, tendo mudado o aspecto da sapatilha em questão que em nada tem a ver com o que podemos ver no site quando encomendamos e pagamos o mesmo.

Encerrada
M. S.
01/01/0001

Declaração para desagregação de reserva de propriedade de veiculo

Comprei em 1999 um veiculo, com credito de Credibanco, feito no concessionário. Paguei-o e em 2006 entreguei-o a um conhecimento vago do meu ex-marido, não tendo ficado com documentos nenhuns da viatura. Nessa altura não existiam centros de abate. Posteriormente, a autoridade tributária obrigou-me a continuar a pagar os impostos de selo anuais desse veiculo. Tendo entretanto descoberto que a Credibanco foi entretanto adquirida pelo Millennium BCP, dirigi-me ao Millennium de Tavira para pedir a declaração acima referida. Fui recebida com simpatia e consideração, mas após umas horas telefonaram-me a dizer que os serviços pedem um pagamento de 80 euros para entregar a referida declaração. Esses 80 euros não correspondem a nenhuma divida da minha parte, mas ao agamento do serviço de declarar que não lhesdevo nada, o que me parece um contra-senso.

Encerrada

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