Reclamações públicas

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A. C.
01/01/0001

Rescisão de contrato

Boa tarde,Venho por este meio reclamar da exigência de pagamento do mês seguinte ao mês em que requeri a rescisão de contrato do ginásio Be Fit The Fitness Company, NIPC 513369546. De acordo com o contrato que assinei a 2 de janeiro de 2017, norma 4, alínea f O sócio tem direito a rescindir o presente convénio sem qualquer prazo de fidelização desde que o comunique presencialmente no clube, até ao dia 8 do mês da comunicação com 30 dias de antecedência face à data em que pretenda que a rescisão produza efeitos, obrigando-se a pagar os valores em dívida até à data. O meu contrato é sem fidelização pelo que, ingenuamente, não previ que existissem clausulas deste tipo.No passado dia 18 de julho de 2017 desloquei-me ao ginásio a fim de cancelar o contrato com efeitos a partir do mês de Agosto. Foram-me apresentadas as clausulas do contrato que me obrigariam a pagar o mês de Agosto mesmo não o frequentando por já passar do dia 8 do mês de julho. Como alternativa e numa tentativa de me reter como cliente, apresentaram-me a opção de suspensão de um mês de contrato, a qual assinei. No documento de acordo de suspensão de contrato está claro que O 2º outorgante fica isento de qualquer custo de mensalidade durante esse periodo de tempo, retomando o pagamento assim que retome as suas atividades no ginásio, atividades estas que não pretendo retomar.No dia 7 de agosto de 2017 desloquei-me novamente ao ginásio, cumprindo a clausula 1, alínea f, para rescindir definitivamente o contrato em questão. No entanto, isto não foi possível porque argumentaram que como o mês de agosto teria sido suspenso teria que pagar esse mesmo mês se queria rescindir o contrato. Considero que esta exigência não está de acordo com o contrato que assinei pelo que me recusei a pagar o mês de Agosto. A situação foi reencaminhada para a gerente do ginásio que reencaminhou para o departamento de cobrança que mantiveram a mesma posição.Neste momento o débito direto está cancelado e não efetuei qualquer pagamento.

Encerrada
A. C.
01/01/0001

paysafecard com saldo utilizado (fraude)

No passado dia 28/07/2016 efetuei a compra de 10 talões de paysafecard, no valor de 100€ cada. Quando fui a utilizar, 3 dos talões não tinham saldo disponível e segundo indicações já tinham sido utilizados. Estes talões no valor total de 300€, desde que mos entregaram na loja onde comprei, nunca saíram da minha posse nem mostrei a ninguém.Já efetuei a reclamação para a paysafecard, que se alheou do facto e aconselhou-me a efetuar queixa na polícia, que também efetuei.No entanto contínuo lesado pelo produto que comprei, o qual a empresa se deveria responsabilizar perante o consumidor.

Encerrada
S. S.
01/01/0001

Problema com cancelamento de encomenda

No passado dia 2 de Maio, realizei uma encomenda, com o número 400019376 (anexo 1), correspondente a um relógio Tommy Hilfiger Calan 1791087, pelo valor de 114,50€. O relógio está ainda à venda no seguinte link: http://www.luxo24.com/relogios-tommy-hilfiger-quartzo-calan-relogio-para-homem-1791087.htmlEstava descrito no site que o relógio estava disponível (anexo 2), como se pode ver no arquivo enviado em anexo. Consultando o tempo de envio normal no site, percebi que não seria superior a 3 dias (anexo 3). Fiz a encomenda, paguei-a com mbnet e, no dia seguinte, dia 3 de Maio, recebo um e-mail a informar que o produto encomendado fazia parte de uma campanha promocional e que o prazo para expedição era de 21 dias após a data da encomenda (anexo 4). Manifestei o meu desagrado e pedi imediatamente o cancelamento da encomenda. Obtive resposta no mesmo dia, tentando que trocasse o meu artigo por outro que estivesse disponível para envio imediato, o que recusei, pedindo o reembolso. Obtive nova resposta, dizendo que então o reembolso seria feito via PayPal, quando o pagamento foi feito via MBnet. Esclareci que não tinha PayPal e que queria o reembolso na mesma forma de pagamento. Até hoje, ainda não o obtive. A encomenda aparece no site como cancelada (anexo 5), mas não fui reembolsada nem voltei a ser contactada pela empresa.Ora, em primeiro lugar, parece-me que este site é enganoso. Se um produto está disponível e não é referido em lado algum que o tempo de expedição é de 21 dias, parece-me que se baseiam na desonestidade de informação perante o cliente. Em segundo lugar, cancelaram a encomenda, a meu pedido, e nunca mais me devolveram o dinheiro.

Encerrada

credito automovel

Sendo fiadora fiquei com uma divida de um credito.Todas as horas extras trabalhadas sao descontadas para essa divida, sendo eu mae solteira e com 2 filhos a carga. sendo que o valor da divida inicial seria de 5220,23 EUROS... Eu nunca fui notificada para o pagamento dessa divida ate me comecarem a descontar dinheiro passando agora a divida para 8127,04 EUROS isto trata uma divida do ano 2003/04/21.Fizemos tentativas de acordo metendo uma advodaga nao sendo aceite.

Encerrada
R. J.
01/01/0001

impossibilidade de concorrer devido ao valor limite d renda não corresponder ao real

Não se trata bem de uma queixa mas de um alerta para tentarem resolver a situação. Eu tal como muitos jovens neste pais tive que iniciar uma nova etapa da minha vida longe da minha residencia. Após vários anos a tentar arranjar emprego na área que me licenciei, perto de casa não tive sucesso e tive que me deslocar cerca de 200 km de distancia, ou seja de coimbra para a covilhã. Sendo as despesas muitas tanto em viagens como arrendamento pensei em concorrer a unica ajuda que tenho conhecimento- porta 65 jovem. No entanto encontrei logo de inicio um grande obstaculo, as rendas altissimas que se encontravam de momento na Covilhã devido ao crescimento e procura da UBI. A mudança teria que ser rápida pois a empresa assim o exigia mesmo assim estive um mês numa procura exaustiva de uma renda mais acessível. Rendas inferiores a 300 euros com o minimo de condições eram difíceis de encontrar sendo que segundo o portal 65 jovem o limite máximo de renda é 294 euros. neste momento pago uma renda de 330 euros de um T0.

Encerrada
A. S.
01/01/0001

Reclamação por negação de acesso a docmento

O meu nome é Anabela Maria de Sousa e Silva, sou de Santo Tirso e venho por este meio colocar uma questão relativamente á minha situação que irei especificar. Eu estava a trabalhar em uma empresa de Santo Tirso desde 29 de Junho de 2015, nomeadamente a CSM Ibéria através da empresa de trabalho temporário Randstad ( NIF: 503299006), e tive dores no pulso poucos meses depois, a empresa marcou uma consulta com a Clitirso, situada também em Santo Tirso, que é a clínica associada á empresa e seguradora também. Nessa consulta foi me dito que teria uma Tendinite no pulso esquerdo derivada ao esforço no trabalho dessa empresa, mas na altura o médico simplesmente me informou da minha situação, dizendo para simplesmente colocar creme e voltar a trabalhar. Há cerca de 4 meses num exame feito exterior á clínica e á empresa, vim a descobrir que esse mesmo problema se agravou passando a um quisto, entre outras coisas. Agora no passado dia 28 de Novembro essa empresa me despediu então dirigi-me ao Tribunal do trabalho, para saber os meus direitos relativamente a este acidente de trabalho acontecido na empresa embora já não estivesse a trabalhar na empresa. No Tribunal do Trabalho informaram-me que necessitavam do relatório clínico da consulta em questão que tive na Clítirso, e que se o fosse pedir á clínica que tinha direito a ter acesso ao mesmo. Hoje dirigi-me então á Clítirso e fiz então o pedido do relatório dessa mesma consulta, em primeiro lugar diziam que não percebiam o que eu queria, quando eu disse que me tinham dito no tribunal do trabalho que podia pedir disseram me então que quem poderia ter acesso era a empresa e não eu porque a consulta foi pedida através da empresa, depois de muita insistência disseram que me forneciam o relatório mediante a marcação de uma consulta na clínica com o médico que me teria atendido na outra consulta, e que aí pedia directamente ao médico o relatório, mas o problema de ir por essa forma é que ao marcar a consulta terei que a pagar como uma consulta normal só para ter aceso a um simples relatório clínico. Então, por isso estou a entrar em contacto com vocês porque realmente acho um absurdo não poder ter acesso a um relatório clínico, que é de uma consulta minha, são os meus dados, é o meu acidente de trabalho, e está-me a deixar bastante revoltada quererem que eu pague por este acesso. Exposto isto, a minha questão perante vocês é se por lei tenho direito ou não a ter acesso a este relatório clínico, ou se só a empresa têm, e se realmente tenho que pagar o valor de uma consulta simplesmente para obter um papel que é a cópia das notas colocadas pelo médico relativamente a dita cuja consulta.

Encerrada
R. A.
01/01/0001

Problema com substituição de torneira ao abrigo da garantia

No dia 2/3/2017 adquiri no IKEA, juntamente com outros materiais, uma torneira misturadora para o lava louça da cozinha. A referência da torneira é 501-286-66 e o modeloTarnan (39,95€).Recentemente a torneira teve uma fuga no tubo extensível. Entrei em contacto com o IKEA no dia 28/12/2016 para solicitar a substituição ao abrigo da garantia de 10 anos que anunciavam na compra da torneira. Posteriormente no dia 2/1/2017 fui visitado por um técnico que confirmou o estrago da torneira e que estaria prevista a sua substituição por modelo idêntico ao abrigo da garantia, uma vez que o modelo em causa havia sido descontinuado.Hoje, dia 4/1/2017 fui contactado três vezes pelos serviços de apoio ao cliente do IKEA informando que a empresa estaria disponível para substituir a torneira mas por um modelo de valor idêntico(39,95€) ou no caso de pretender a substituição por um modelo parecido com o que tenho actualmente, que teria que pagar a diferença de valor entre ambos os modelos.Actualmente à venda no IKEA e mais parecida (se não idêntica) com a torneira que tenho actualmente e que foi descontinuada é o modelo YTTRAN com a referência 403-059-47 (79,99€). Ou seja, para que a torneira ao abrigo da garantia seja substituída por um modelo idêntico o IKEA está a pedir-me que pague 40,04€.Questionei, então, se pelo menos me seria dada uma nova garantia de 10 anos uma vez que na prática estaria a assumir o coo-pagamento de uma nova torneira. A resposta foi negativa e que a garantia seria apenas de 3 anos, período de tempo que falta para perfazer os 10 anos de garantia da minha actual torneira.Não aceitei essa situação e o IKEA disponibilizou-se para devolver o dinheiro da torneira estragada o que não me parece suficiente pois adquiri uma torneira, com 10 anos de garantia, com o compromisso de substituição em caso de avaria e ninguém alertou para a possibilidade de descontinuidade do produto e sua substituição por um produto com custo mais elevado.Por fim foi-me ainda dito que deveria de ter havido um lapso no momento da compra pois o preço que paguei pela torneira era de torneira sem tubo extensível, o que não corresponde de todo à verdade pois a encomenda foi feita na loja, processada por funcionários e paga na loja e a entrega foi feita em casa posteriormente. Acresce ainda que numa pesquisa pela internet, todos os manuais disponíveis para a torneira modelo Tarnan demonstram que só existe um modelo com tubo extensível.

Encerrada

Discrepância do valor do contrato e a divida existente no Banco de Portugal

Exmos. SenhoresOs meus melhores cumprimentosVou começar por explicar que este assunto remonta ao ano 2010, quando pedi insolvência de uma loja de roupa com o nome de Cartesa.A empresa tinha uma carrinha Opel Safira, a qual com a insolvência devolvi ao Administrador da insolvência Dr. Rui Manuel Conde Morais Silva, para abater nas dívidas existentes da loja.Como eu e o meu marido éramos fiadores da carrinha, assinamos um contrato com a Sofinloc para pagar o restante que faltava (em anexo).Acontece que nestes últimos anos a nossa vida teve uma grande reviravolta, a empresa para onde trabalhamos fechou e ficamos no desemprego, e só a dois anos é que com o dinheiro do desemprego montamos o nosso próprio negocio (uma empresa de limpeza que felizmente está a correr bem e queríamos limpar o nosso nome no Banco de Portugal).Voltando à Sofinloc, deixamos de cumprir com o acordo em Novembro de 2015 e enviamos emails (em anexo) a solicitar ajuda, os quais nunca nos responderam.Estamos bastante preocupados com a ausência de noticias por parte da Sofinloc, temos medo do que possa vir de lá.Estranhamos que no nosso mapa de responsabilidades do Banco de Portugal, existe sim uma dívida com o Banco Finantia, SA = Sofinloc (mesma morada) no valor de 981,00€ (não compreendo a disparidade do valor)Será que o Administrador da insolvência abateu o valor na divida e a Sofinloc está a cobrar-me uma exorbitância?Preciso da V/ ajuda para interceder por mim, não sei o que fazer, uma vez que assinei um contrato de uma valor de 17.900,00€.O meu nome: Teresa Maria Oliveira de Carvalho Vigário e Carlos Manuel Cardoso Vigário - telefones 910070030 (Teresa) e 967553581 (Carlos).Morada: R. Várzea da Lapa, Lote 41 - Nº 12 2665-620 Venda do PinheiroNota: Envio também os emails que enviei à Sofinloc a pedir ajuda.Aguardo resposta sff. e muito obrigada pela atenção.ObrigadaTeresa Vigário - Sócia 4460452-04Nota: Em anexo não consegui enviar mais ficheiros de comprovativos de pagamento: Dez/14 Jan./15Fev/15 Março/15 Abril/15 Maio/15 Junho/15 e Nov./15.Mas tenho gravado.

Encerrada
J. M.
01/01/0001

Prolongamento para poder pagar a prestação

Venho por este meio citar que a qualiforma formação &consultaria entrou com um processo de arremesso sobre os meus bens matérias por não ter pago os restante valor em dívida sobre a formação que estava a frequentar em 2015 de auxiliar dentário. já fui notificado pela agência de penhoras não dando qualquer alternativa sobre os valores a pagar , de momento encontro me desempregado e com baixos rendimentos . Quero também mencionar que o meu pai faleceu por isso não tive forma financeira para prosseguir no curso .

Encerrada
R. R.
01/01/0001

Reparação na garantia ultrapassou os 30 dias

Dirigi-me á loja da Phone House no Parque nascente no passado dia 20/11/16 para reparar o meu Iphone, encontrando-se o mesmo ainda dentro da garantia. Durante os 30 dias seguintes não obtive qualquer tipo de informação em relação ao estado do meu equipamento.Volvidos 30 dias (20/12/16), regressei à loja e ainda não tinham nenhuma solução para o meu caso (nem qual era o estado do meu equipamento, nem um novo equipamento). Foi-me ainda informado que durante a manhã do dia 20/12/16 me iriam contactar dando uma solução, o que veio a não acontecer.Não estando satisfeita com o Serviço Técnico desta empresa e visto que foram ultrapassados os 30 dias do prazo legal para uma resolução dentro da garantia, solicitei a devolução da quantia paga, em dinheiro (799,00€) e escrevi no livro de reclamações a minha situação.Hoje efectuei uma chamada para o numero de assitencia da Phone House (800783333) onde me foi informado que agora as responsabilidades eram da parte da Apple, visto que tinham enviado para lá o meu telemóvel para reparação. Liguei para a Apple (800207983) onde me foi informado que não tinham recebido nenhum aparelho com o IMEI que indiquei e que os aparelhos vendidos na Phone House são reparados pela prórpia empresa.Visto ainda não ter sido feito nenhum contacto pela Phone House para me indicar a maneira de ser ressarcido do valor pago deixo aqui esta exposição.

Encerrada

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