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Divergências nos valores pagos e na tabela de preços
No passado dia 27 Agosto, dirigi-me a loja da 5asec no Braga Parque de forma a solicitar que me cortassem 4 cortinas (fazer a bainha) cada uma com 1,40 m de largura e 3m de altura. Na funcionária apresentou-me o preço de 14 € por cada cortina, achei caro mas como não tinha noção dos valores praticados paguei. Quando as fui levantar no dia 1 Setembro verifiquei que o preço que estava na tabela de preços para este mesmo procedimento era de 5,90€/m. Quando questionei a funcionário sobre o preço a mesma informou-me que seria cerca de 7€/m. Questionei então como tinha pago eu 10€/m e na tabela de preços tava 5,90€/m e ela estava a dizer-me 7€/m. A funcionária bastante atrapalhada informou que os preços dependiam dos tecidos e da complexidade do trabalho (como cortar bainhas fosse complexo). Uma vez que na tabela de preços não dá a indicação de desde 5,90€/m gostaria de solicitar esclarecimentos da 5asec em relação a este assunto e a ajuda da deco para a resolução deste conflito. Aproveito também para reclamar que pedi fatura com contribuinte e a mesma não me foi entregue.
Reclamação de rebocagem do carro
Venho por este meio apresentar a minha reclamação relativamente à contratação dos serviços da empresa Parques Tejo. No passado dia 8 de setembro de 2016, após sair do trabalho, dirigi-me para o meu carro que estava estacionado no parquímetro 0332, zona vermelha, entidade Oeiras. Quando cheguei ao lugar onde tinha estacionado o carro pelas 9h desse dia, o carro tinha desaparecido. Perante tal situação e uma vez que tinha efectuado o pagamento da avença semanal no dia 7 de Setembro, liguei para o número do Parques Tejo para tentar perceber o sucedido. O senhor Nuno Soares informou-me que o carro tinha sido rebocado e que se encontrava no Parque de Estacionamento Subterrâneo do Centro Cívico de Carnaxide. Ao confirmar o pagamento da avença semanal efetuada na aplicação PaySimplex, descobri que ao alterar a matrícula do carro, tinha-me enganado numa das letras da mesma. Assim, o modelo registado era Renault e a matrícula era 68-90-TB e, no dia 8/09/2016, registei a matrícula 68-90-TV, modelo Renault. Uma vez que por um erro humano, uma das letras da matrícula estava enganada, o senhor Tiago Gonzaga não foi capaz de confirmar no seu sistema que a avença estava paga e consequentemente o parquímetro para o carro com matrícula 68-90-TB. Quando se regista na aplicação a matrícula do carro, é também obrigatório registar o modelo e o número do parquímetro mais próximo que se encontra do estacionamento. Por isso, acredito que com boa vontade, ter-se-ia evitado este mal-entendido, pois penso que não seja assim tão difícil ver a falha humana, que um simples telefonema teria resolvido sem transtornos. Devido a esta falha, o carro foi rebocado, sem aviso, e fui obrigado a pagar trinta euros da contraordenação, oitenta e cinco euros pela remoção paga no depósito e vinte euros de parqueamento, num total de 130 euros. Pelos factos expostos e uma vez que é possível ver no sistema informático da Empresa Parques Tejo que a avença semanal foi paga e nenhuma contraordenação foi executada, gostaria que me devolvessem o meu dinheiro.Uma carta igual a esta foi enviada para a ANSR juntamente com um formulário de defesa.
Reclamação de rebocagem do carro
Venho por este meio apresentar a minha reclamação relativamente à contratação dos serviços da empresa Parques Tejo. No passado dia 8 de setembro de 2016, após sair do trabalho, dirigi-me para o meu carro que estava estacionado no parquímetro 0332, zona vermelha, entidade Oeiras. Quando cheguei ao lugar onde tinha estacionado o carro pelas 9h desse dia, o carro tinha desaparecido. Perante tal situação e uma vez que tinha efectuado o pagamento da avença semanal no dia 7 de Setembro, liguei para o número do Parques Tejo para tentar perceber o sucedido. O senhor Nuno Soares informou-me que o carro tinha sido rebocado e que se encontrava no Parque de Estacionamento Subterrâneo do Centro Cívico de Carnaxide. Ao confirmar o pagamento da avença semanal efetuada na aplicação PaySimplex, descobri que ao alterar a matrícula do carro, tinha-me enganado numa das letras da mesma. Assim, o modelo registado era Renault e a matrícula era 68-90-TB e, no dia 8/09/2016, registei a matrícula 68-90-TV, modelo Renault. Uma vez que por um erro humano, uma das letras da matrícula estava enganada, o senhor Tiago Gonzaga não foi capaz de confirmar no seu sistema que a avença estava paga e consequentemente o parquímetro para o carro com matrícula 68-90-TB. Quando se regista na aplicação a matrícula do carro, é também obrigatório registar o modelo e o número do parquímetro mais próximo que se encontra do estacionamento. Por isso, acredito que com boa vontade, ter-se-ia evitado este mal-entendido, pois penso que não seja assim tão difícil ver a falha humana, que um simples telefonema teria resolvido sem transtornos. Devido a esta falha, o carro foi rebocado, sem aviso, e fui obrigado a pagar trinta euros da contraordenação, oitenta e cinco euros pela remoção paga no depósito e vinte euros de parqueamento, num total de 130 euros. Pelos factos expostos e uma vez que é possível ver no sistema informático da Empresa Parques Tejo que a avença semanal foi paga e nenhuma contraordenação foi executada, gostaria que me devolvessem o meu dinheiro.Uma carta igual a esta foi enviada para a ANSR juntamente com um formulário de defesa.
Problema com moto yamaha Tracer 09
Boa tarde,Exmo sr Tiago Fernandes, Após partilhar a minha experiência com a comunidade Yamaha MT09 Tracer do Facebook,( PORTUGAL TRACER FANS) com 162 membros à data, muitos deles proprietários de Tracer e tambem eu possuidor de uma tracer 900 há já 1 ano e 2 meses, com 8400 kms, gostaria de deixar-lhe aqui algumas considerações: 1. Desde o inicio da compra da mota que esta a partir de uma certa velocidade anda em zig zag de forma muitíssimo acentuada. Tanto que no inicio sem ter ainda lido nada em fóruns de grupos Tracer noutros países, me assustei quando esta situação aconteceu. De referir que tenho 50 anos e tenho motas desde os 17anos, portanto não sou novato nestas andanças nem sou inexperiente! Também eu me queixei ao meu stand e a resposta foi que baixasse a suspensão. Foi o que fiz e na realidade atenuou, mas nem de perto resolveu a situação. São muitíssimos casos relatados em todo o mundo por proprietários, que tudo fazem para resolver, desde retirar as proteções de mão, ao mudar os vidros, baixar as suspensões ou colocar um amortecedor de direção. 2. Quando refere que um ajuste da suspensão em regra geral ajuda a resolver este caso, eu coloco a minha mota à disposição da yamaha portugal, para que me resolva o problema. 3. Quando refere que a grande maioria das motos não apresenta qualquer fenómeno de instabilidade não sei em que se baseia. Se é no número de motos vendidas versus casos relatados, então nunca existirá nenhum problema generalizado em nenhuma marca do mundo! Mas para cada proprietário isso não interessa absolutamente nada. Eu compro um equipamento e espero que ele funcione de acordo e em condições! Acho que fazer uma afirmação dessas é uma generalização descabida e baseada em factos pouco mensuráveis. 4. Quando refere que algumas possivelmente não deixarão nunca de fazer, não posso aceitar como proprietário. Mais uma vez compro uma moto e tenho de me resignar que a mesma treme de forma abrupta, pondo em causa a minha segurança, só porque umas fazem e outras não! Não aceito isso! 5. Quanto à bagagem de produção própria como sabe não é verdade pois tenho falado com várias pessoas que tem as malas originais. Também aqui a solução é usar as malas só de vez em quando e abaixo dos 100 kms hora? Tal como eu existem muitos proprietários com este problema em todo o mundo e a yamaha ainda não o conseguiu resolver e eu recuso-me a ter de gastar 500 ou 600€ num amortecedor de direção para que a situação se resolva. São nestas situações que a marca mais deve estar presente e resolver os problemas pois sei de muitos proprietários (eu próprio) que estão a equacionar vender as motos por causa deste problema, e trocar mesmo de marca! Atentamente, José Carvalho Júnior
(des)organização da viagem
Boa tarde,Venho por este meio apresentar reclamação pela maneira como foi organizada a viagem a Cuba: Havana, Cayo Guilhermo que adquiri na sua agencia de viagens:À chegada a Havana, ninguém se apresentou no aeroporto para nos fazer o acolhimento e encaminhamento para os transferes, sendo que tivemos de procurar no aeroporto uma agencia da Gaviota Tours para este nos levasse até à nossa representante em Havana Sra. Nadai e para que esta providenciasse então o transfere até ao hotel - Tryp Habana Livre. Ao questionarmos a agente sobre a hora do voo e transfere para o Cayo Guilhermo a mesma não nos sabia informar pelo que, ao invés de no fornecer essa informação no hotel por carta ou receção como são os procedimentos habituais, pediu-nos um numero para nos informar por telefone no dia seguinte, obrigando-nos a pagar roaming, na nossa opinião, sem necessidade nenhuma. E mais se não tivéssemos sido nós a perguntar, a Sra. não nos teria informado de nada.Uma vez no hotel, que supostamente seria de 5 estrelas, constatamos que este não apresentava as mínimas condições para ser considerado como tal, pois para além de no seu interior existir um cheiro desagradável, as paredes do hotel estavam literalmente a desintegrar-se e a cair aos bocados.No dia do transfere até ao aeroporto para Cayo Guilhermo o pick up foi às 3h e fomos deixados no aeroporto Playa Baracoa às 4h da manhã, era de noite, o aeroporto estava fechado e fomos deixados às escuras à porta de um aeroporto fechado para sermos picados pelos mosquitos.De volta a Havana no hotel Melia Cohiba assim que fizemos check in perguntamos se teríamos informação sobre o transfere para o aeroporto, no dia seguinte, mas não tinham qualquer informação, no dia seguinte, dia do voo de regresso a Portugal, voltamos a perguntar se teriam informação sobre o transfere e voltaram a responder que não. Perante esta situação decidimos ligar à Sra. Nadai sendo que o número de telefone que nos foi facultado para contatar com a mesma não existia.Durante a estadia neste hotel houve uma avaria no ar condicionado do nosso quarto que começou a verter água para dentro da mala da minha mulher tendo toda a sua roupa ficado molhada. Dirigimo-nos à receção para reclamar pelo que numa total arrogância e ausência de simpatia fomos informados pela funcionária que já iriam resolver o problema do ar condicionado, sem sequer ter pedido desculpa pelo sucedido ou ter encontrado uma solução para a roupa. No hotel deixamos preenchido um questionário de satisfação que nos tinha sido entregue onde demos conta da nossa insatisfação pelo sucedido.No dia da partida, esperamos 3 longas horas no lobby do hotel por um transfere que nunca chegou, assim sendo, fomos obrigados a apanhar um táxi, para nos transportar até ao aeroporto se não quiséssemos perder o voo. À chegada ao aeroporto procuramos mais uma vez o representante da Gaviota Tours que mais uma vez foi imprestável, sem sequer pedir desculpa pelo sucedido e que nos remeteu para a resolução do problema em Portugal.Por tudo o exposto anteriormente, e tendo em conta o valor pago pela viagem, venho declarar a nossa enorme insatisfação pelo serviços prestados, sendo que a Gaviota Tours e a Sra. Nadai, como nossa representante em Cuba, foram completamente imprestáveis, ou seja, pagamos um serviço que não nos foi prestado.Cumprimentos
Bilhetes para o Parque Aquashow
O motivo da reclamação é: na compra dos bilhetes para o Aquashow pela Via Verde é dado um desconto em portagem de 25% e outros. Como é óbvio, tal como qualquer outra pessoa, aproveita que vou de férias para ir ao AquaShow e assim. aproveitar a promoção para usufruir de todos os descontos incluídos. Quando vou a marcar as datas da viagem apenas permite num intervalo de 7 dias. Então são eles que escolhem o período que vou de férias??? Quando reclamo via on-line a resposta é de todo lamentável e insinuosa: O programa em causa bilhetes para o Aquashow é um programa que inclui: entrada no parque Aquashow e associado a esta oferta, proporcionamos aos clientes desconto em gasolina e desconto em portagem.Por isso, só faz sentido existir desconto de combustível, de portagem ou outros, apenas quando associado à utilização em questão, neste caso seria o do dia da visita ao Aquashow, conforme mencionado no voucher.Compreendemos que não foi esse o seu entendimento mas estamos certos que da leitura do programa e do voucher é isto que se conclui, ou seja, o que comprou foi bilhetes para o Aquashow e que os descontos associados a este evento são para ser usufruídos nos dias em que usufruir do programa não em quaisquer outros. No entanto, e para benefício dos clientes, estamos a permitir 7 dias de intervalo entre a data de ida e volta.Embora não seja possível corresponder ao que nos solicita mas, como não queremos que deixe de ser uma cliente Viagens & Vantagens, a título excecional e se assim o desejar, caso não tenha beneficiado de nenhuma das ofertas incluídas no programa poderemos proceder à devolução da compra efetuada.Compreendemos que não foi esse o seu entendimento???Tão mas eu vou entender coisas que não estão escritas em nenhuma parte do site, tal como as fotos que envio em anexo.
Yamaha MT09 Tracer -Trepidação da direcção a partir de determinada velocidade.
Comprei uma Yamaha MT09 Tracer em Outubro de 2015 e verifiquei logo que a partir de uma determinada velocidade o guiador começava a tremer de tal forma que me senti completamente inseguro ao conduzi-la. Informei o concessionário onde comprei e onde me foi informado que era uma situação normal do motociclo em questão. Eu e muitos mais prioritários do mesmo modelo temos vindo a queixar junto dos concessionários onde as adquirimos. Uns dizem que basta rebaixar a suspensão frontal, outros o traseiro... ninguém se entende. A mim aconselharam-me a compra de um amortecedor de direcção no valor de 500€. Não posso aceitar que uma situação de insegurança criada por um construtor de motos me faça desembolsar mais dinheiro para me sentir seguro. Não posso aceitar que uma empresa como a Yamaha não arranje solução para o problema e obrigue clientes e concessionários a inventar.
Falta de vaga na escola da zona de residência, pedido de transfência indeferido.
Exmo. Senhor Delegado Regional de Educação da RLVTDevido a separação dos pais, a minha filha, alterou também a sua residência. Residindo atualmente com a mãe, em Talaíde, São Domingos de Rana, havendo por isso necessidade de se proceder a transferência da Aluna para o agrupamento de escolas da residência atual, Porto Salvo. Após ter tido conhecimento que a aluna não tinha vaga, na Escola do local de residência, Escola básica de Talaíde, foi imediatamente feita uma exposição pela Mãe, a DGEstE DSRLVT, expondo o seguinte:A Aluna tem apenas 8 anos, e não existe transporte escolar para a Escola onde foi colocada e a mesma dista a 5km de distância.A Mãe, que tem a guarda da menor esta a trabalhar por turnos num lar de idosos, e não tem viatura própria, utiliza os transportes públicos, e o trajeto que efetua diariamente não engloba a referida escola.O meu trabalho também é efetuado por turnos, e o meu local habitual de trabalho é na Pontinha, e resido em Salvaterra de Magos.
o Escudo da Garantia
Boa tarde,Infelizmente a minha saga com a Santogal começou com um evento feito no final do ano passado.Adquiri uma viatura junto da Santogal e recebi a mesma no final de Novembro. Começou logo mal pois a viatura foi-me entregue com a tampa do motor com os apoios partidos e com o para-brisas estalado e nem a famosa verificação dos 100 pontos verificou as 2 coisas.Como o vendedor que me atendeu foi 5 estrelas falei com ele que me pediu se me podia deslocar a Pit Stop no Estoril, pedido ao qual eu acedi, apesar de ter o carro ser da Nacional Car de Alfragide, eu trabalhar em Lisboa e morar na Malveira.Após marcação lá me desloquei à Pit Stop para a instalação dos apoios da tampa do motor e para a Glassdrive reparar o para-brisas.Em Março comecei a notar que cada vez mais se ouvir um barulho na suspensão traseira. Liguei para o apoio a cliente que me indicou que me deveria dirigir a uma oficina autorizada para perceber o que se passava. Lá me dirigi à Mercauto conforme marcado onde me foi dito que o problema era o amortecedor traseiro e que a substituição não estava contemplada pela garantia. Erro meu que ouvia o barulho desde o início, se bem que raramente, mas sempre pensei que era algo que tinha na mala. Deveria ter logo reportado quando lfui buscar o carro, mas infelizmente, deixei andar e lá tive de substituir os amortecedores.Em julho o carro começou a tremer e apesar de à primeira vista estar tudo bem com os pneus, coloquei o carro num elevador e verifiquei que os pneus em alguns sítios tinham a lona á mostra, não por uso, mas por que os mesmos tinham rebentado as lonas de lado apesar de ainda estarem com rasto bem acima no mínimo, como podem ver nos anexos, por sorte nenhum dos pneus rebentou causando problemas maiores ainda.Falei com o vendedor que me disse para enviar um e-mail para ele para enviar para o responsável da Nacional Car de Alfragide a expor a situação.Note-se que desde a aquisição da viatura até ter detetado este problema passaram 20.000km.Quando me dirigi à Nacional Car para falar com o responsável do parque fui recebido pelo Sr. Vitor Fonseca que prontamente me disse que já tinha passado 20.000km e que os pneus não estão coberto pela garantia e que podia ter sido eu a cair em buracos fazendo com os pneus estivessem rebentado de lado. Eu tentei explicar com calma, mais do que uma vez, que percebia o ponto mas que a minha preocupação era a qualidade de pneus que a Santogal coloca nos carros que vendia e que podia ter havido um problema mais grave. Disse-lhe várias vezes que a minha preocupação era a qualidade dos pneus e que os mesmos nem sequer são homologados pela marca para serem colocados no carro, não pela sua dimensão mas porque a marca não aconselha esta marca. A partir dai a conversa descambou e ouvi argumentos como: “já vendi mais de 3000 carros”, “para fazer uma reclamação só pelo telefone”, “pode reclamar no livro de reclamações mas isso não adianta por ninguém faz nada”… enfim tenho pena que uma Nacional Car tenha um responsável que se preocupa só com números de vendas e 0 com apoio ao cliente. Contudo, lá no final da conversa lá ficou de validar se os pneus tinham sido colocados pela Santogal ou já vinham no carro. Isto foi no dia 15 de julho e ainda hoje estou à espera dessa informação.Infelizmente não acaba aqui…Dia 16 de julho a caminho de casa acende a luz de motor, contatei o serviço de apoio ao cliente que me disse que se fosse necessário para contatar na 2ªf para o carro ser rebocado para uma oficina. Entretanto a luz apagou e continuei a andar com o carro.Dia 26 de agosto após ser feita revisão do carro, estavam em andamento quando se acendeu, novamente a luz de motor, o carro perdeu potência e acabou por se desligar e não andar mais.Voltei a ligar para o serviço de apoio ao cliente que prontamente enviou um reboque para deslocar o carro para uma oficina. Não havendo carro disponível na oficina foi-me facultado um carro alugado por 2 dias úteis enquanto o meu se encontrava em reparação. Para meu espanto recebo agora um telefonema da Mercauto que me diz que o problema do carro são 2 fios cortados ao pé do filtro de ar e que a garantia não cobre instalação elétrica. Indaguei que os fios estavam cortados ou se por ventura estavam roçados e não tinham sido algo de agora. Foi-me indicado que os mesmo estavam roçados e que não deveria ser algo de agora mas algo que estava roçado e que com a revisão devem ter deixado de fazer contato.Contatei o serviço de apoio ao cliente que me passou para o departamento de garantias que me disse que a garantia não cobria, ao que eu respondi que já tinha reportado algo parecido em julho mas que a luz tinha apagado, ao que me responderam que não tinham nenhuma indicação desse telefone e que não podiam fazer nada…Tenho pena que uma empresa como a Santogal tenha esta atenção para com os seus clientes e os trate como se tivesse sido um favor nos terem vendido um carro.Em suma esta reparação são 322€, mais 300€ para os amortecedores e mais outros 300€ para os pneus…Santogal e Nacional Car nunca mais, erros todos nós cometemos mas como lidamos com eles é que conta…
Queixa mediação na venda de um imóvel
Venho por este meio detalhar o motivo pelo qual fiz uma reclamação no livro na agencia Plano B em Odivelas, tratando-se de uma imobiliária esperei ser tratado e apoiado a todos os níveis na compra da habitação, mas não se verificou. Vi um imóvel com a Sra Conceição e gostei, mostrei o meu interesse, fiz a minha proposta e negociamos o valor. Fomos á agencia para formalizar a promessa de compra-venda na qual me tinha comprometido a pagar o sinal no valor de 10000€ que me foi impossibilitado depois de me dirigir a 3 bancos e estes terem problemas na emissão de cheques, para não me atrasar na hora marcada fui então realizar a promessa de compra-venda e avise sobre este problema, solucionando- o com duas opções poderiam aguardar para ir a outro banco perto da agencia imobiliária e assim tentar mais uma vez retirar o cheque ou eu sinalizava apenas com 2500€ sendo o valor máximo permitido para a transferência bancaria. Foi aceite a segunda opção e procedeu-se a leitura e assinatura da promessa, neste ato conheci a diretora da agencia, D Paula Lopes. Depois deste processo fui-me dirigindo a diversas instituições bancarias afim de conseguir as melhores condições de crédito, e assim que decidi qual a instituição a que me ia dirigir para formalizar o pedido, ainda não tinha quais quer documentos para o fazer. Solicitei então por email que me fossem enviados com brevidade, uma vez que tanto eu como os Srs vendedores tinha urgência. Foram-me então enviados documentos desatualizados e incorretos, pedi solenemente a retificação dos mesmos e foi então que o meu contacto passou a ser só com a diretora Paula e não com a mediadora Conceição, nos primeiros contactos para alem dos documentos desatualizados também me foi dada uma planta que em nada correspondia a realidade do imóvel que me prometera a comprar, por absurdo ate tinha um elevador dentro do imóvel, e apos a diretora me dizer que não havia outra planta era só aquela e unicamente aquela eu não concordei em entregar ao banco um documento que atempadamente sabia ser falso. Pedi aconselhamento na DECO, a jurista que me apoiou disse para pedir a emissão da planta atualizada e atribuir um prazo de 5dias posto isto o contrato de promessa compra-venda indicava que a vendedora tinha de retribuir em dobro o valor do sinal. Durante estes 5 dias troque emails com a diretora que enviou varias plantas não correspondendo nenhuma ao imóvel, chegando mesmo a enviar um esboço feito á mão, atitudes inadmissíveis para uma solução tao simples como emitir uma planta atual. Apos varias trocas de emails totalmente desagradáveis consegui a planta que ia de encontro ao que vi no imóvel. Procedia a entrega dos documentos no banco para se realizar a avaliação do imóvel e assim saber todas as condições de financiamento possíveis. Para a entrega destes documentos aguardei mais 20 dias pela emissão do certificado energético, documento necessário para a instituição bancária e que a D Paula insistia ser para já dispensável, significa que o imóvel estava venda, foi realizada a promessa compra-venda e o certificado ainda não tinha sido pedido, e só o foi após muita insistência da minha parte. Demorando 20 dias a chegar o certificado provisório para entrega no banco. A imobiliária deveria certificar-se que a habitação não se encontrava penhorada ou com dividas que fossem desagradáveis ao negocio, mas não o fez. Não sendo experiente nestes negócios, e sendo a primeira vez que fazia uma compra do género fui obrigado a contactar uma advogada para me certificar que compraria um imóvel sem quaisquer problemas associados a nível burocrático e também certificar-me sobre os meus direitos, nomeadamente ter acesso a uma planta atual. Tive o avalo positivo pela parte da advogada e assim prossegui. Passaram muitos dias e nunca mais fui contactado pela imobiliária, não sabia se a avaliação já tinha sido feita ou como ia o processo. Quando passados alguns dias recebo o feedback muito positivo do banco, ou seja, foi através do gestor de conta que tomei conhecimento que a avaliação já tinha sido realizada. Posto isto, obtive a aprovação do crédito habitação em condições favoráveis, era hora de formalizar o pedido. Quando o banco liga a dizer que precisam do certificado energético finalizado, pois o que tinha enviado era provisório. Tinham passado meses desde o inicio do processo e a imobiliária ainda não me tinha feito chegar o certificado energético final, documento obrigatório e imprescindível. Para mim, comprador, não deveria ter feito a promessa compra-venda sem ver este documento que me permite noção real da qualidade do ar e competência climatérica do imóvel, por uma questão de bom senso e facilitando todo o processo não exigi ver, nunca pensando que nem tinha sido emitido. Solicite então a diretora e esta demorou mais dois dias ate me entregar, atrasando consecutivamente o processo. Para além de que no mesmo certificado a área útil do imóvel era muito inferior á escrita no anuncio da venda, entreguei os documentos ao banco e pedi esclarecimentos sobre as áreas do imóvel e mais uma vez a D. Paula foi totalmente desagradável, arrogante e soberba. De facto o anuncio dizia que se trata de um imóvel com mais de 100m2 e na realidade pouco mas de 80m2 tinha (escrito no certificado energético onde permite total noção de área útil). Como comprador de um imóvel era interessado em saber as condições deste, mas a Sra Paula acha que o certificado energético é um documento simplesmente burocrático sem importância e prescindível para o negocio, opinião pessoal pouco profissional de uma diretora imobiliária. Durante todo o decorrer do processo as conversas com a diretora eram muito displicentes, diversas vezes fui contactado via telemóvel e a Sra Paula gritava comigo e faltava consecutivamente ao respeito, nunca fui tão mal tratado nem nunca ninguém me falou nos modos e no tom daquela Sra, para além disso foi promovendo consecutivamente o meu desentendimento com os então proprietários do imóvel, fazendo-lhe um parecer a meu respeito muito diferente da realidade. Decidi então cortar contactos telefónicos com a diretora da imobiliária uma vez que a Sra insistia em berrar comigo sempre que me ligava como se tivesse algum motivo ou fossem modos de lidar com os clientes. Esta Sra fez de tudo para ter o mínimo trabalho possível, recusando-se constantemente a entregar-me documentos imprescindíveis para o banco e faltando sempre documentos importantes, como por exemplo: identificação dos vendedores. Em acordo com a vendedora alguns eletrodoméstico e móveis iam ficar na habitação, na promessa compra-venda pedi que ficasse registado, a Sra. disse não ser necessário, isto porque lhe daria muito trabalho e partiríamos todo de um bom senso, aceitei, tal como apenas esta presente um dos proprietários do imóvel que também aceitei mas apos o contacto com a minha advogada fui aconselhado a que o mesmo ficasse registado, e passaram mais semanas até consegui a lista dos eletrodomésticos e moveis que ficavam na habitação. Sempre muita burocracia e complicação nos contactos com a imobiliária. Todos os posteriores emails trocados tinham o conhecimento da minha advogada, e sempre que a diretora do Plano B respondia tirava esse mesmo conhecimento, chegamos ao limite de pedir a Certidão de Casamento dos vendedores e a Sra Paula dizer que não era necessário, depois do gestor de conta ligar a pedir este documento imprescindível, fica notória a negligencia da diretora que constantemente decidia dar a sua opinião sobre o que era ou não necessário em vez de tratar dos documentos pedidos, lamentável tanta incompetência que atrasava consecutivamente todo o processo. Este documento a Sra. diretora recusou-se mesmo a entregar, porque em sua opinião não era necessário. Pois foi contatada pela advogada e também decidiu gritar e ofende-la, envergonhando-me com tanta sobranceria que tratou a advogada. Após mais um episodio lamentável e passados dois dias fez-me então chegar o documento que a advogada assim exigiu. E de igual modo indicar os moveis e eletrodomésticos que ficavam na habitação. Todo os documentos solicitados à imobiliária não foram tratados pela mesma mas sim a vendedora do imóvel que tinha de se deslocar e pagar os mesmos, sendo nulo o trabalho da imobiliária.Informo ainda que após todas estas situações só fui contactado pela Sra da mediação, D. Conceição para esta pedir um adiantamento do sinal de 10000€, quando todo o negocio já não tinha risco de realizar e eu me encontrava totalmente descontente com as atitudes. Não trazia nenhuma vantagem para mim e fui totalmente desaconselhado a faze-lo pela parte da advogada, pois o pedido de adiantamento só foi solicitado depois de todos os avalos positivos do banco, isto é quando se tinha certeza do empréstimo e sem qualquer risco (de devolução em dobro) para o vendedor. Para além de o pedido não vir minimamente justificado, queriam mais dinheiro na hora,” só porque sim”.Com toda a burocracia tartada chegou a hora de marcar a escritura, sempre a pedir brevidade em todo o processo. O banco para agilizar a marcação entrou em contacto com a vendedora não se mostrando esta de imediato disponível uma vez que tinha informado a Sra. Paula Lopes que se a escritura não desse antes do inicio de Agosto só tinha disponibilidade no fim do mês de Agosto, informação que não me foi transmitida. E saliento que o processo se atrasou cerca de um mês, ou mais por incompetência da imobiliária. Ficando novamente numa situação constrangedoras, uma vez que pedi brevidade no processo ao banco.O cumulo que me fez apresentar a devida reclamação foi no ato da escritura a Sra Paula não ter preparados os impostos que eu tinha de pagar, nomeadamente o IMT. Sendo da responsabilidade dela trazer toda a documentação para pagar e se realizar a escritura (isto é, entregar-me as respetivas entidade/referencia/montante antes de efetuar a leitura da escritura a fim de que todos os documentos estivessem preparados), ficando mais uma vez presente a incompetência associada à falta de carater da diretora da imobiliária, que ao aperceber-se que a escritura não se realizava sem esses documentos decidiu rir-se perante todos os presentes. Não sendo capaz de solucionar o problema e correndo o risco de pagar uma escritura não realizada e atrasada por total e incompreensível falta de ética desta Sra. Gentilmente tratou depois a Dra do notário de emitir os documentos, que perlongou muito a leitura e conclusão da escritura. Ficando notório mais uma vez, o modo como a D Paula brinca com o trabalho alheio.
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