Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
S. S.
05/04/2019

Dívida com meo

Venho por este meio solicitar a vossa ajuda com uma dívida com meo que agora está com a intrum em 26 de fevereiro deste ano entrei em contato com a intrum para poder fazer

Resolvida
N. H.
01/04/2019

Cartão Pré-pago

Venho por este meio reclamar sobre o meu cartão pré-pago nº 4796 2700 0014 7156, nomeadamente nos pagamentos nos terminais e nos levantamentos por multibanco.No dia 26 transferi um montante da minha conta para o cartão pré-pago, acontece que ao fazer um pagamento de 34€ num supermercado no dia 29/03 o mesmo deu não autorizado, quando tinha saldo suficiente para esse valor. Desloquei-me a um multibanco e não foi possivel fazer o levantamento, tendo dado a informação que não era possível fazer aquela operação. Entrei em contacto com o BPI NET e a informação que me deram foi que era um problema da SIBS e não poderiam fazer nada. A funcionária que me antendeu disse que ia reportar a situação, e que a mesma deveria ficar solucionada o mais breve possivel. no dia 30/03 fui novamente a um supermercado e a mesma situação aconteceu ao tentar fazer um pagamento de 1,15€.Tentei ir ao multibanco e deu-me a mesma informação. Este cartão é um cartão pré-pago se têm saldo o mesmo têm que dar sempre desde que a pessoa tenha saldo. É inadmissível esta situação, e o atendimento é deplorável.Exijo que seja ressarcido valor da anuidade do cartão.Sem mais,

Encerrada
P. V.
21/03/2019

Marketing enganoso no seguro de vida habitação tranquilidade - hábitos saudáveis

Venho por este meio expor a comercialização de um seguro de vida para crédito habitação, em que numa proposta inicial de simulação é assumido na consideração de hábitos de vida saudáveis uma bonificação de 19,9% (valor mensal de 70,80€ vs considerando hábitos saudáveis 56,67€), no entanto após contratualização com todos os passos exigíveis e descriminados, de avaliação médica, analítica e por tele-entrevista exigíveis perante o valor do empréstimo, foram aceites os termos, com a nota particular de exclusão de cobertura relativo a eventos associados a patologia pré-existentes (p.e. do foro osteo-articular: num titular – lesão traumática limitada com tratamento medico conservador do menisco), sem referencia a qualquer não consideração para bonificação por hábitos de vida saudável.Na consideração já de anormal a exclusão sobre patologia pré-existente, mais anormal será, pelo claro marketing enganoso, a nao bonificação para hábitos de vida saudável, uma vez que estes se observam, ainda mais considerando a definição geral de hábitos como costumes/práticas rotineiras atuais e não como eventos passados isolados e considerando hábitos saudáveis na vertente clínica, a prática de alimentação saudável e exercício físico regular, evicção de factores de risco cardiovasculares como tabagismo ativo etecetera. Considerando a não plausibilidade da não elegibilidade foi feito o contacto, através da mediadora, sobre as razões desta não elegibilidade, ao que foi respondido indirectamente, por colaborador da tranquilidade, mediante documento que sugere ser apenas uma ficha de produto interna, que deverá não haver qualquer problema identificado na tele-entrevista. Foi então contactada diretamente a seguradora por lugar próprio no site da mesma, na data de 3 de Janeiro elucidando que e passo a citar “em simulação foi sugerido em nota se confirmação de hábitos de vida saudáveis uma bonificação de 19% sobre o prémio. No entanto, sem que nada nas condições particulares ou gerais da apólice o diga, estão a excusar-se de bonificar, após contacto com a mediador, justificando-se que deverá não haver qualquer problema identificado na tele-entrevista. No entanto, isso é publicidade enganosa uma vez que hábitos saudáveis se referem a costumes/práticas rotineiras actuais e não se refere a eventos passados isolados. Tendo em conta a exclusão sobre os problemas identificados, não fará sentido, a exclusão dos hábitos saudáveis por esses mesmos problemas. Assim, serve a presente reclamação, como oportunidade de resolução sem recurso a terceiras entidades”. Por ausência de resposta foi feito novo contacto, por activacao de pedido de esclarecimento no site a 3 de Janeiro, ao qual foi respondido a resposta típica de: informamos que o mesmo foi registado ... tendo sido encaminhado para tratamento. Daremos resposta com a maior brevidade possível.” Apesar de novo contacto telefónico a postura foi semelhante, a ausência de resposta. Entretanto foi efectivada um pedido de mediação pelo Centro de Informação, Mediação, Provedoria e Arbitragem de Seguros (CIMPAS) mas que assume que requer participação voluntária dos intervenientes e, por ausência de resposta da seguradora, viu-se obrigado a encerrar o processo. Perante a manutenção da atitude de não resposta à presente data, serve o presente contacto para requer a mediação/resolução do quadro, sendo que a par já foi feita reclamação à Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões.

Encerrada
A. C.
18/03/2019

Aplicativo sempre com saldo negativo mesmo sempre tendo saldo em conta

Aplicativo sempre a faltar dinheiro saldo sempre duplicado desatualizado saldo negativo no visor da aplicação mesmo tendo saldo em conta

Resolvida
J. Q.
06/03/2019

Cobrança de fatura indevidamente

Em setembro de 2018 foi feito um pedido de alteração de morada na loja MEO no Oeiras parque, da rua Antonio Sergio n.3 7esq. 2780-188 para a rua Raul Brandão n.42 1 esq. 8800-595, ficou marcado para dia 23 de outubro a ligação na nova casa. No dia da instalação o técnico verificou que não havia vaga na caixa de cabos, não fez a instalação e após dois meses e muitas reclamações na loja e por telefone cancelei o serviço. Agora a MEO enviou uma factura para pagar a totalidade do contrato quando sabem melhor que eu que são obrigados a prestar o serviço ao cliente não podendo passar 5 dias sem ter o serviço activo que leva ao cancelamento automático do contrato por não cumprirem com a sua parte da fidelização visto que paguei pelo serviço. Como devem saber não tenho de pagar absolutamente mais nada visto que quem não cumpriu com o contrato foi a MEO já que se comprometeram a instalar o serviço na nova morada no dia 28 de outubro de 2018 como não o fizeram no tempo devido o contrato automaticamente foi cancelado, sabendo isso ainda têm a lata de enviar uma factura de 500 e tal euros. Agora recebi uma mensagem e um email desta empresa Intrum a cobrar me por parte da MEO o valor total do contrato que não foi cumprido pela MEO e não por mim, na óptica deles acham que se estivesse um ano á espera do instalação do serviço o contrato ainda estaria válido, quando sabem que têm 5 dias para pôr o serviço disponível ao cliente.

Resolvida
N. B.
28/02/2019

Cobrança indevida - serviço de utilização tranquila plus

Ao consultar o meu extracto online do cartão de crédito do Novo Banco, observei que no dia 18.02.2019, tinha um débito no cartão de crédito, no valor de 60,00€ respeitante ao serviço “SERVIÇO DE UTILIZAÇÃO TRANQUILA PLUS” e 2,40€ de “IMP.SELO S/SERV.UTILIZ.TRANQUILA” .Desconhecendo por completo que serviço me estava a ser cobrado, fui consultar o site oficial do Novo Banco (https://clientebancario.bportugal.pt/sites/default/files/precario/0007_/0007_pre.pdf) e no preçário pode ler-se:“Os titulares dos seguintes cartões de crédito podem, por sua opção, aderir aos Serviços Utilização, Tranquila e Tranquila Plus: NB Verde (VISA e American Express), NB Branco SE 18.31, NB Gold (VISA e American Express). A adesão tem o custo anual mencionado no quadro acima..”Ora acontece que nunca me foi comunicada a activação deste serviço, nunca subscrevi este serviço nem assinei nenhuma alteração ao contrato do cartão de crédito a autorizar este serviço, pelo que solicito que me sejam restituídos os montantes cobrados indevidamente com efeitos imediatos.É lamentável que depois de tantos anos como cliente, ainda seja confrontado com este tipo de situações em que são cobrados serviços e comissões sem informação ao cliente de forma clara e transparente e sem ter o acordo explícito deste para as referidas alterações.Esta reclamação foi também formalmante apresentada via e-mail e correio registado junto do Banco de Portugal, Direcção Geral do Consumidor e Portal da Queixa.Com os melhores cumprimentos,Nuno Baptista

Encerrada

Spread acima dos valores de mercado

Em abril de 2012 celebrei com a instituição financeira supracitada um contrato de mutuo com hipoteca com uma taxa de juro EUR06TM+4,5% e Spread de 4,5%.1 - No tocante ao contrato de mutuo celebrado com a instituição nada se pode apontar aos termos do mesmo e da sua validade apesar das vicissitudes do contrato durante a sua existência.2 - Contudo, é de bom grado e bom tom e de boa fé, conforme refere o artigo 227º/1 do Código Civil que na vigência do contrato se proponham condições mais favoráveis ao cliente assim que as condições do mercado o permitam. Aqui se demonstra a boa-fé para com o cliente, parte menos atenta às variações domercado, “sob pena de responder pelos danos que culposamente causar à outra parte» 227º/1 in fine. 3 - Ora numa altura em que a taxa Euribor está a valores negativos a prestação mensal não tem conhecido quaisquer variações, quando existem recomendações do Banco Central Europeu e do Banco de Portugal no sentido de que serão as instituições de crédito a suportar os custos daí advenientes.4 – Está mais que evidente e mais que claro que a CCAM se aproveitou da situação e deixou correr para o seu bolso, até que eu me insurgisse por essa situação e injustiça.5 - Por outro lado, o spread agora proposto é reduzido em apenas um ponto percentual o que fica muito aquém do spread praticado noutras instituições bancárias para o mesmo produto financeiro.Neste contexto, pergunto-me então o porquê de mais do mesmo, ou seja, baixar o spread em apenas um ponto percentual quando existem instituições que o praticam muito mais baixo não indo ainda assim contra as recomendações do regulador e às regras do mercado e conseguem ter o seu lucro traduzido no spread.6 – Daqui se retira que a CCAM lucrou comigo mais de 100% durante os anos de vigência do contrato até à data. Porquê então continuar com a politica de asfixia.7 - Neste sentido então existe usura, juros usurários e enriquecimento sem causa.A v/ instituição está a enriquecer injustificadamente á minha custa contrariando tendências do mercado financeiro, e impondo-me a livre arbítrio condições desfavoráveis, que o não seriam se assim o quisessem, sem contudo se prejudicarem.8 - A Jurisprudencia vai no sentido de que basta apenas que a instituição de crédito tenha um enriquecimento indevido, injustificado. « Relação de Lisboa (Ac. 05.12.1996, BMJ, 462, p. 478)»De acordo com o ilustre professor Antunes Varela : « As causas referidas no n.º 2 do art.º 473.º do Código Civil são meramente exemplificativas e não taxativas (cfr. Antunes Varela, CC Anotado, vol. I, p. 402)Além disso, resulta do disposto no art.º 479.º do mesmo Código, designadamente da expressão tudo quanto se tenha obtido não ser necessário uma efectivação diminuição do património, bastando que se verifique um enriquecimento indevido à custa de outrem, já que nem sempre a obtenção de vantagem de alguém à custa de outrem se exprime no empobrecimento correlativo do património do lesado (Antunes Varela, ob. cit., p. 410).»9 – Solicito assim que intervenham neste processo a fim de que eu seja ressarcido dos danos financeiros causados até à data bem como na reposição da prestação em valores equivalentes ao de outras instituições eliminando assim o livre arbítrio da CCAM – Cantanhede de fixar ao seu critério spreads desproporcionados para a atual conjuntura do mercado.Paulo Manuel Baía Claro

Encerrada
D. F.
31/01/2019

MAPFRE - SEGURO DE VIDA UNIVERSAL LIFE - Regularização

Boa tarde,E e a minha mulher contratamos com a Mapfre em 20/07/2012 uma aplicação financeira (8601291600017 / 0 e 8601291600018 / 0), trata-se de um seguro de vida + conta poupança.Em 2017 através do mediador habitual da maphre efectuou-se a alteração do pagamento de mensal para anual. Em Julho de 2018 não recebi qualquer notificação para efectuar o pagamento, através do meu mediador tentei obter várias vezes uma forma de efectuar o pagamento mas nunca consegui receber qualquer forma de pagamento do mesmo.Tentei directamente através do website da Maphre (https://multiservicos.mapfre.pt/particulares/pedidos.do?execution=e2s1) efectuar o contacto, após várias trocas de mensagens sem resolução do problema fui aconselhado a enviar por carta uma reclamação de forma a conseguir regularizar a situação. Meses após o envio da carta não recebi qualquer feedback. Entrei em contacto então via telefónica com a sede em Lisboa, fui informado que o problema estava em análise na agencia do Porto e iriam verificar e entrar em contacto. Passaram-se de novo semanas sem receber qualquer tipo de contacto por parte da Maphre, contactei de novo a sede e disseram que ainda não tinha recebido feedback da agencia do porto e iriam verificar e entrariam em contacto, caso não contactassem significaria que ainda não teria sido obtido solução para o caso.Encontro-me neste momento desde Agosto de 2018 a tentar regularizar o pagamento da aplicação contratada sem sucesso, não sei o que mais posso fazer, tentei por email, pela aplicação web da Mapre, por carta registada, por telefone e sempre sem sucesso.

Encerrada
M. C.
29/01/2019

Cobrança abusiva e contínuo desrespeito no contacto ao cliente

Venho por este meio expor a minha situação, de forma a obter a ajuda que infelizmente não consigo pagar e que me vem sendo recusada por parta desta instituição, tanto em relação à prestação de informação e fundamento como no que toca à justa renegociação do pagamento.A minha indignação e que passo a explicar a seguir, fundamenta-se por aquilo que sei relativamente a estes assuntos, que é pouco ou quase nada, e é também esse o grande motivo do meu contacto, que se baseia, além do mais, em obter ajuda nestas questões legais que envolvem estas situações.A Servdebt ''comprou'' a minha divida - crédito pessoal 10.000€ ao BCP efetuado em 2007 - (eu e o meu fiador - o meu marido - recebemos correspondência ainda dirigida pelo banco BCP, em que nos dava a conhecer a cedência de nossa divida à instituição, correspondência essa datada a 8 de Março de 2018) pelo montante de 3792€ (de acordo com mapa de crédito BdP, já que na carta não vinham descritos quaisquer valores) já depois de vários acordos com o banco que acabavam por ser quebrados por mim, (mas que, como certamente enquanto vinham sendo cumpridos, os valores dos mapas da Central de Crédito do Banco de Portugal sofriam as devidas atualizações mensalmente, indo exatamente de encontro aos recibos dos depósitos em conta que possuo) porque de facto as prestações excediam o meu orçamento e, por erro e desleixe meu, acabei por nunca renegociar com o banco.O ultimo depósito bancário foi efetuado (com comprovativo do BdP e comprovativo bancário do depósito) em Julho de 2015.Comprometi-me telefonicamente em acordo com esta instituição, ao pagamento da primeira prestação com o valor de 100€, e restantes prestações (depois de muito esforço da minha parte devido à falta - ou negação - de compreensão da minha situação por parte desta instituição) com o valor de 70€ . Assim o fiz. Em Novembro do ano que passou efetuei a prestação de entrada (100€) e em Dezembro a primeira prestação de 70€.No início de Janeiro os senhores contactaram-me por ter falhado ao meu compromisso, afirmando que tínhamos acordado uma prestação mensal fixa de 100€.Confrontada, desmenti e exigi aos senhores a consulta da gravação das chamadas que me tinham realizado a mim e ao meu marido, e não efetuei pagamento do restante para perfazer os 100€, porque eu paguei para o valor que me comprometi, 70€.Estes senhores negam providenciar informações exigindo abusivamente o pagamento do montante de 9800€ de acordo com as últimas chamadas e já depois deste alegado incumprimento, já que nos contactos iniciais o valor dado à divida por estes senhores coincidia exatamente com os valores dos registos do BdP.Os senhores (e neste caso a suposta advogada da firma, que também entrou recentemente em contacto connosco - eu e o meu marido - com o objetivo de intimidar e fim de chantagear a transferência da minha divida para contencioso caso não efetuasse pagamento de um ''valor rechonchudo'', passando a expressão da advogada, e que no caso seriam no mínimo 5000€) afirmam que possuem prova de que deixei de pagar em 2013.Em 2014, (o passado mais recente a que tenho acesso nos registos do BdP) o valor da minha divida era de 4364€. Em Julho de 2015 (data do ultimo pagamento) a minha divida apresentava o valor de 3792€ na Central de Responsabilidades de Crédito.Que garantias tenho que estes senhores gravam, como afirmam, as chamadas que fazem aos clientes? Em que momento poderei eu solicitar acesso a estas chamadas para prova do que digo?Fui, inclusivamente, abordada de forma muito pouco profissional e extremamente desrespeitosa por parte do senhor que acompanha o nosso processo que me questionava inúmeras vezes, nas inúmeras chamadas que me fazia, se eu me encontrava confortável no meu espaço e no uso de algum bem pessoal de lazer. O senhor questionou-me, numa das chamadas que me fez, se eu estava ''sentadinha a ver TV'', afirmando de seguida que não seria por muito tempo já que a televisão me seria retirada. Sugeriu também, ele e outros agentes de cobrança da instituição com que falávamos, que eu questionasse e incumbisse os nossos familiares e amigos - os meus e os do meu marido - ao pagamento da nossa dívida.Não tenho o poder para dar a volta a esta situação, e por muito que queira, não a consigo resolver com estes senhores enquanto me negarem informação ou fundamento àquilo que me dizem.Estou desempregada e não posso sujeitar-me a pagar uma divida desta maneira e com este calibre, só porque estes senhores assim o dizem. Estaria a pagar o crédito que fiz em 2010, quando este já estava pago a mais de metade, porque apesar dos meus incumprimentos eu fui sempre amortizando o valor.O que posso fazer nesta situação? A minha preocupação passa pela recusa destes senhores em negociarem uma prestação justa de acordo com a minha situação, continuando a insistir em formas e montantes de pagamento que eu nunca vou conseguir cumprir dada a situação em que me encontro. Se os senhores continuam a recusar negociar comigo, eu vou continuar a recusar o pagamento nas condições impostas pelos senhores. Neste momento e com esta situação, não me interessa comprometer-me a um acordo para o qual não tenho orçamento para cumprir.A instituição pode agir desta forma? Agradeço a vossa atenção ao meu caso.Melhores Cumprimentos.

Encerrada

Veículo de substituição

Fui enganada quanto às condições de carro de substituição em caso de sinistro ou avaria uma vez que a companhia refere que a minha apólice apenas tem assegurado 5 dias de carro de substituição pela fidelidade assistence e não assegurando a reparação do veículo em questão dentro do prazo de 5 dias que têm disponível o carro de substituição. Informam que para os restantes dias de reparação têm um protocolo com a oficia conferindo um carro de cortesia. Tal na está notificado na apólice bem como a questão da Gama ser 3x inferior ao carro assegurado.

Resolvida

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