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Pós venda
Eximos Senhores venho através desta fazer minha reclamação sobre uma compra que fiz de uma rebarbadora da Dexter de 125mm e em menos de um mês a rebarbadora avariou e não tem como eu ultiliza_la em meu trabalho diário e fui até a loja da leroy do mar shopping em loulé e a atendente só a enviou pra reparação, se tem menos de um mês eles teria que devolver o dinheiro ou me dar outra rebarbadora nova ,porque eu comprei pra mim usar e não pra ficar em reparação sei lá por quanto tempo. Ficarei contente se esse caso dor solucionado o mais breve possível certo disso já externo minha gratidão
Burla - Não devolve valor por artigo devolvido
Dia 23/09/25 comprei ao user alberto9503 2 tapetes cada um, supostamente, com 3 metros. Ao receber a encomenda confirmo que um deles não chega a 3 mt, outro pouco mais de 1 mt tem. Falo com o vendedor (Itália) que com muita insatisfação aceita a devolução tendo eu de pagar os portes de volta do artigo quando o erro não foi meu por ter comprado algo que não foi corretamente publicitado de acordo com fotografias e descrição. Quando o vendedor recebe o artigo de volta recebo apenas a notificação em como foi recebido e ao questionar pelo meu valor que não foi reembolsado a Vinted responde-me que o vendedor notificou que recebeu o artigo danificado e que, desta forma, irá recebeu fundos e ficar com o artigo de volta. Sendo obrigatório o pagamento de uma taxa de proteção em cada compra acho lamentável em como a Vinted se ausenta de qualquel responsabilidade nas vendas da sua plataforma permitindo que o comprador pague por uma encomenda e portes de um artigo que não recebe e que um vendedor desonesto fique com um artigo que não vende e mesmo assim receba dinheiro por este. Alerto que a devolução do artigo foi feito prontamente e na mesma embalagem em que me foi entregue e tendo em conta o material em que estava condicionado e o tapete em questão, não acredito que tenha sido danificado e nunca me foi apresentada qualquer prova em foto destes danos. Não recomendo de todo o uso desta plataforma de vendas e não usarei mais o serviço.
Recusa de pagamento
Nº do Processo: 25AA136556/003 Apólice: 756381804 Venho por este meio reclamar a minha insatisfação com a seguradora FIDELIDADE. No dia 17 de Junho sofri um acidente de viação, sem culpa, com um cliente vosso. A declaração amigável foi preenchida pela esposa do senhor que me bateu que não estava no local do acidente. Desloquei-me até ao local de trabalho dela para fazer o preenchimento. Nessa altura comentei com a senhora que tinha uma cadeira e base de bebé dentro do carro e que estava a apitar, no entanto, como nunca tinha sofrido outro acidente não sabia como proceder. O conselho da senhora foi colocar a cadeira e a base noutro carro para ver se deixava de apitar, mas como se trata da segurança do meu filho, fui á loja onde comprei a cadeira e base e foi-me informado que a partir do momento em que a cadeira esteja envolvida em qualquer tipo de impacto não garantem que esteja em perfeito estado e continue a ser segura. Com esta informação entrei em contacto com a fidelidade para explicar a situação e enviar uma fatura proforma da cadeira e da respetiva base, para pagamento da mesma, no entanto foi recusado por não haver prova que a cadeira estava no carro e por não haver um relatório de um técnico especializado que prove que a cadeira ficou danificada e que não cumprirá a sua função no futuro. Imediatamente dirigi-me à oficina onde o meu carro esteve a arranjar para pedir uma declaração em como a cadeira estava dentro do carro ( por lapso na declaração da oficina diz que dispararam os airbags frontais , o que não está correto. O que disparou foram os do banco do pendura e o da lateral direito), no entanto o que importa na declaração da oficina é se a cadeira estava ou não dentro do carro na altura do acidente. Fui novamente à loja onde comprei a cadeira pedir uma declaração da marca. Essa declaração diz que as cadeiras têm que passar por inúmeros testes, antes de sair da fábrica, no entanto, a partir do momento em que a cadeira auto seja envolvida em qualquer tipo de impacto, não podem garantir que a cadeira se encontre em perfeito estado e continue a ser segura para o meu filho. Com o impacto podem causar fissuras na estrutura da cadeira que nem sempre são visíveis a olho nú. A recomendação da marca é que se deixe de utilizar qualquer cadeira Cybex que tenha estado envolvida em qualquer tipo de acidente. A garantia da cadeira expira assim que a mesma tenha estado envolvida num acidente. Enviei toda a documentação para a fidelidade, em que me foi pedido fotografias da cadeira e foi enviado. A resposta final da seguradora é ir contra as informações que me foram dadas pela marca em que dizem que a cadeira não foi afetada diretamente pelo impacto e que não foi afetada pelos componentes que deflagraram dentro da viatura, no entanto tudo se deflagrou no lado direito onde estava a cadeira.. Nessa mesma informação a fidelidade diz que os airbags deflagraram pelo cinto, o que não é verdade. Os airbags do banco do pendura e o da lateral direito deflagraram pelo impacto do acidente uma vez que não ia ninguém do lado direito que fizesse os airbags dispararem, e não foi um acidente de raspão, como foi dito pela fidelidade, senão os airbags não abriam e o carro não tinha ficado bloqueado na estrada. Como é possível a fidelidade ir contra a recomendação da marca e afirmar que é tudo por interesse comercial? Estamos a falar da segurança de uma criança e que o impacto pode ter provocado danos na cadeira e na base não visíveis a olho nú. Esta será a minha última reclamação feita á Fidelidade. ESTAMOS A FALAR DA SEGURANÇA DO MEU FILHO e não tenho que sair prejudicada de um acidente ao qual não tive culpa.
Serviço garantia Skoda Kamiq
Bom dia, caro Deco. No dia 21/09/2022, procedi à aquisição de uma viatura Škoda Kamiq Ambition DSG, para a qual está previsto um prazo de garantia de 3 anos. Tendo em conta que este ano se aproxima o final desse período de garantia, solicitei à concessionária Škoda de Aveiro (onde foi efetuada a compra) a realização de um check-up de final de garantia, com o objetivo de verificar o estado da viatura e algumas situações que já haviam sido identificadas. O pedido foi feito com antecedência, no dia 01/09/2025, mas apenas obtive resposta após insistência, no dia 09/09, sendo-me indicada disponibilidade apenas para 23/09. Por motivos de agenda de ambas as partes, o serviço acabou por ser agendado para o dia 06/10. Nessa data, desloquei-me à oficina da concessionária e deixei a viatura para a respetiva peritagem. Após ser notificado para levantar a viatura, fui confrontado com uma cobrança no valor de 147,71 €, referente a “Localização assistida de avarias”. Tendo de imediato questionado o motivo, foi-me indicado que o valor se devia ao facto de o período de garantia já se encontrar expirado. No entanto, esclareci que tal apenas aconteceu porque a primeira data disponibilizada pela própria oficina já ultrapassava o termo da garantia, o que considero injusto. Para além deste facto, na peritagem realizada foram sinalizadas anomalias em alguns dos pontos que referi — nomeadamente Ponto 1 e Ponto 2 — tendo-me sido apresentado o respetivo orçamento (em anexo), novamente com o argumento de que a garantia já tinha terminado. Relativamente ao Ponto 3, sobre sinais de corrosão, apenas após a minha insistência foi registado que os componentes identificados com corrosão “são de ferro e, portanto, é normal que apresentem esse estado”. Atendendo a todo este enquadramento, solicito a vossa melhor atenção, análise e indicação sobre a legalidade da situação, bem como orientações sobre como deverei proceder. Agradeço desde já o tempo dispensado. Por impossibilidade de upload de documentos segue os descritivos: Doc Num: WFJ/6730/2025 OR: WOK/3149/2025 Matricula: AT86FU Com os melhores cumprimentos,
Indenização por acidente auto
Exmos. Senhores Venho por este meio reclamar da seguradora Mapfre relativa a um acidente auto do qual fui sinistrado e que fiquei com o veiculo imobilizado. Resumidamente, fui abalruado pelo cliente da Mapfre dentro de uma rotunda com transito parado no dia 15.09, conduzia uma mota e encontrava parado na rotunda e o cliente Mapfre bateu de lado na mota, ficando logo com a mota imobilizada até ao corrente dia. A Mapfre indica que só tenho direito a 150€ dias referentes a dia 17/09 a dia 01/10. No entanto por contacto telefonico, com autorização da gravaçao do audio, quando foi altura de seleccionar a oficina as que me foram facultadas não reparam motas, logo escolhi a oficina onde adquiri a moto. E questionei se seria prejudicado ao ser eu a selecionar a garagem relativamente a algum tipo de veiculo de substituiçao ao que me foi indicado que não e que deveria apresentar todas as despesas relacionadas com o transporte enquanto a mota estivesse imobilizada. Aparentemente não tenho direito a veiculo, pois como fui eu a selecionar a oficina não tenho direito a veiculo de cortesia (apesar de ter sido uma mota, logicamente tenho carta de carro), mas não foi a informação que me foi facultada via telefonica. Não tenho direito ao valor das despesas de gasolina que usei no meu carro que se não fosse o acidente não teria necessidade de as ter. Informação também oposta ao que me foi indicado telefonicamente. Envio em anexo a info que foi passada pela seguradora. Basicamente neste momento encontro-me ainda sem veiculo e a seguradora apresenta apenas o valor de 150€ como indenização. Cumprimentos e obrigado Bruno Fonseca
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Venho comunicar uma situação que ocorreu com a entrega de uma encomenda na minha morada. A encomenda foi registada que ia ser entregue hoje, pelo que deixei a porta do prédio aberta, tendo tido atenção se ela se mantinha aberta para facilitar o processo de entrega de uma encomenda. A encomenda foi registada como não entregue às 12h07 quando a porta estava aberta desde as 10h45 da manhã. Quando liguei para questionar o que se tinha passado, informaram que tinham fotografia em como a porta do prédio estava fechada (não estava), e quando disse que era impossível a situação que me reportavam desligaram-me a chamada. Tentei ligar inúmeras vezes de seguida e não me atenderam. Já não é a primeira vez que tenho problemas com a empresa MRW e continuam a passar a culpa para cima do cliente, quando é sempre uma falha deles. Pago um serviço para me obrigarem a deslocar-me às instalações da empresa para ter só assim ter acesso à minha encomenda.
obrança indevida de taxa por utilização de cartão físico (Solinca Alvalade)
Reclamação – Cobrança indevida de taxa por utilização de cartão físico (Solinca Alvalade) Entidade reclamada: Solinca Alvalade Assunto: Cobrança de 1€ por utilização de cartão físico – prática abusiva ou desproporcional Exposição dos factos: Sou cliente da Solinca Alvalade e, por duas vezes, foi-me cobrado o valor de 1€ pela utilização do cartão físico de acesso. Embora a Solinca refira que esta cobrança consta do contrato, considero a prática excessiva, desnecessária e desajustada à realidade atual. Em 2025, a utilização de meios digitais (app, QR code, etc.) é amplamente disponível, e penalizar o uso de um simples cartão físico não tem fundamento técnico nem económico. Esta cobrança repetida de 1€ não corresponde a qualquer custo real suportado pela empresa, e parece ter apenas um caráter punitivo ou dissuasor, o que considero uma prática comercial agressiva e contrária aos princípios da boa-fé previstos na Lei de Defesa do Consumidor. Não é o valor em si que está em causa, mas sim a atitude e a falta de razoabilidade na aplicação desta taxa. Pedido: Solicito que a DECO e/ou a Direção-Geral do Consumidor analisem a legalidade desta prática, e que seja recomendada à Solinca a eliminação desta taxa injustificada, promovendo maior transparência e equidade na relação com os consumidores. (ou mesmo eu ser compensado por isso) pois muitas aulas também foram desmarcadas em cima da hora e eu não recebi dinheiro) para não falar da balança que nao esta calibrada etc)
Taxas Inexplicávies, Entregas não realizadas
Para uma empresa de encomendas acho que nunca recebi uma encomenda em casa. Todas as vezes tenho de me deslocar até ao aeroporto para a conseguir a apanhar. Hoje era para receber uma encomenda e sem sequer me ligarem colocaram a morada como errada. A FedEx também tem a mania de colocar taxas para o cliente pagar e depois não é capaz de dar uma justificação sobre a mesma.
Devolução em dobro paga pela MEO
Gostaria de partilhar a minha experiência com uma compra online na loja MEO, que resultou na devolução em dobro do valor pago, para que outros consumidores conheçam os seus direitos. (A Encomenda e o Incumprimento do Prazo) Numa terça-feira, efetuei a compra de uma Smart TV Samsung na loja online da MEO, com a indicação de um prazo de entrega de 3 dias úteis. Chegada a sexta-feira, e sem qualquer tentativa de entrega, fui contactado diretamente pela Samsung para agendar a mesma. A data proposta era apenas para o final da semana seguinte. Informei que, por motivos profissionais, só poderia receber a encomenda após as 16h00, horário que não foi aceite pela transportadora. Perante a impossibilidade de chegar a um acordo, e uma vez que o prazo inicial já tinha sido ultrapassado, comuniquei de imediato a minha intenção de cancelar a encomenda. (O Atraso no Reembolso e o Direito à Devolução em Dobro) A MEO aceitou prontamente o pedido de cancelamento. No entanto, o reembolso do valor pago demorou mais de 14 dias para ser processado. De acordo com o Artigo 12.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, que regula os contratos celebrados à distância, após o cancelamento de uma encomenda, o vendedor dispõe de um prazo máximo de 14 dias para devolver a totalidade do valor pago. Se este prazo não for cumprido, o mesmo artigo (n.º 6) estabelece que o consumidor tem o direito de exigir a devolução em dobro do montante. Inicialmente, a MEO recusou-se a pagar o valor em dobro, alegando que existiram várias tentativas de agendamento (o que era falso) e que a culpa da não entrega era minha, por não ter aceitado as novas datas. (A Resolução do Conflito) Mantendo a convicção de que a lei me assistia, decidi apresentar o caso ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa. A MEO manteve a sua posição irredutível até à véspera da audiência de julgamento, altura em que, finalmente, recuou e efetuou o pagamento em dobro, conforme a lei exige. Moral da História: 1. O prazo de entrega é vinculativo. O comprador não é obrigado a aceitar um novo agendamento se o prazo inicial, acordado no momento da compra, não for cumprido pelo vendedor. 2. Os Termos e Condições reforçam a lei. No meu caso, os próprios termos da loja MEO indicavam que um novo agendamento só deveria ocorrer após uma primeira tentativa de entrega falhada, o que nunca aconteceu. 3. A persistência compensa. A legislação de defesa do consumidor, como os Decretos-Lei n.º 24/2014 e n.º 84/2021, existe para ser cumprida. Recorrer aos centros de arbitragem é um mecanismo eficaz e gratuito para fazer valer os nossos direitos. Fica aqui a prova de que vale sempre a pena reclamar.
ncumprimento contratual e retenção indevida de caução
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação contra a empresa ARF - Peças Auto Usadas, Lda, com sede na Rua Comandante José Carvalho, 3 Lt.C, 2005-198 Santarém, e contacto através do email arf-pecas-usadas@jpsf.pt, devido ao incumprimento contratual relativamente à compra e entrega de um motor Skoda Octavia 2009 2.0 Tdi Rs 170CV. No dia 10/01/2025 efetuei o pagamento de 1.472,93€ relativo a 50% do valor do motor, acrescido de 400€ de caução, conforme acordado com a empresa. Posteriormente, a 11/03/2025, efetuei o pagamento dos restantes 1.475,93€ no ato de entrega do motor novo, cumprindo integralmente as minhas obrigações contratuais. Desde 27/06/2025, data em que informei a empresa de que o motor poderia ser recolhido, não foi realizada qualquer recolha, apesar de inúmeras tentativas de contacto da minha parte através de emails enviados a 27/06/2025, 04/07/2025, 26/09/2025 e 10/10/2025, sem qualquer resposta concreta. Apesar de ter apresentado reclamação no livro de reclamações, a resposta da empresa, emitida por um colaborador do departamento de marketing, alegou diversas tentativas de recolha sem sucesso devido à minha alegada indisponibilidade, o que é falso. Em nenhuma das datas mencionadas recebi contacto por telefone, email ou qualquer outro meio, e a empresa não agendou data concreta para a recolha do motor. A comunicação foi adiada entre departamentos, sem que houvesse qualquer resolução, demonstrando grave falta de profissionalismo e incumprimento contratual. Relembro que os 400€ de caução permanecem retidos pela empresa desde 27/06/2025, devendo ser devolvidos acrescidos dos juros legais de mora desde essa data, conforme estabelecido no Código Civil português. Exijo igualmente indemnização pelos prejuízos sofridos, incluindo os danos morais e incómodos causados pelo incumprimento da empresa e pelo atraso na recolha do motor. Todos os factos descritos estão documentados nos anexos: comprovativos de pagamento, troca de emails com a empresa, fatura pró-forma e registo da reclamação no livro de reclamações. Solicito à DECO que intervenha de forma a garantir a devolução imediata da caução com juros de mora e a indemnização pelos prejuízos decorrentes do incumprimento, e que a empresa proceda à recolha do motor no prazo mais curto possível. Caso a situação não seja regularizada, reservarei o direito de recorrer aos meios legais adequados, incluindo ação judicial, para exigir a restituição da caução com juros e a indemnização pelos danos sofridos, salvaguardando todos os meus direitos enquanto consumidora. Com os melhores cumprimentos, Nádia Tafula
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