Reclamações públicas

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R. G.
22/10/2025

Pós venda

Eximos Senhores venho através desta fazer minha reclamação sobre uma compra que fiz de uma rebarbadora da Dexter de 125mm e em menos de um mês a rebarbadora avariou e não tem como eu ultiliza_la em meu trabalho diário e fui até a loja da leroy do mar shopping em loulé e a atendente só a enviou pra reparação, se tem menos de um mês eles teria que devolver o dinheiro ou me dar outra rebarbadora nova ,porque eu comprei pra mim usar e não pra ficar em reparação sei lá por quanto tempo. Ficarei contente se esse caso dor solucionado o mais breve possível certo disso já externo minha gratidão

Encerrada
A. F.
22/10/2025

Burla - Não devolve valor por artigo devolvido

Dia 23/09/25 comprei ao user alberto9503 2 tapetes cada um, supostamente, com 3 metros. Ao receber a encomenda confirmo que um deles não chega a 3 mt, outro pouco mais de 1 mt tem. Falo com o vendedor (Itália) que com muita insatisfação aceita a devolução tendo eu de pagar os portes de volta do artigo quando o erro não foi meu por ter comprado algo que não foi corretamente publicitado de acordo com fotografias e descrição. Quando o vendedor recebe o artigo de volta recebo apenas a notificação em como foi recebido e ao questionar pelo meu valor que não foi reembolsado a Vinted responde-me que o vendedor notificou que recebeu o artigo danificado e que, desta forma, irá recebeu fundos e ficar com o artigo de volta. Sendo obrigatório o pagamento de uma taxa de proteção em cada compra acho lamentável em como a Vinted se ausenta de qualquel responsabilidade nas vendas da sua plataforma permitindo que o comprador pague por uma encomenda e portes de um artigo que não recebe e que um vendedor desonesto fique com um artigo que não vende e mesmo assim receba dinheiro por este. Alerto que a devolução do artigo foi feito prontamente e na mesma embalagem em que me foi entregue e tendo em conta o material em que estava condicionado e o tapete em questão, não acredito que tenha sido danificado e nunca me foi apresentada qualquer prova em foto destes danos. Não recomendo de todo o uso desta plataforma de vendas e não usarei mais o serviço.

Encerrada

Recusa de pagamento

Nº do Processo: 25AA136556/003 Apólice: 756381804 Venho por este meio reclamar a minha insatisfação com a seguradora FIDELIDADE. No dia 17 de Junho sofri um acidente de viação, sem culpa, com um cliente vosso. A declaração amigável foi preenchida pela esposa do senhor que me bateu que não estava no local do acidente. Desloquei-me até ao local de trabalho dela para fazer o preenchimento. Nessa altura comentei com a senhora que tinha uma cadeira e base de bebé dentro do carro e que estava a apitar, no entanto, como nunca tinha sofrido outro acidente não sabia como proceder. O conselho da senhora foi colocar a cadeira e a base noutro carro para ver se deixava de apitar, mas como se trata da segurança do meu filho, fui á loja onde comprei a cadeira e base e foi-me informado que a partir do momento em que a cadeira esteja envolvida em qualquer tipo de impacto não garantem que esteja em perfeito estado e continue a ser segura. Com esta informação entrei em contacto com a fidelidade para explicar a situação e enviar uma fatura proforma da cadeira e da respetiva base, para pagamento da mesma, no entanto foi recusado por não haver prova que a cadeira estava no carro e por não haver um relatório de um técnico especializado que prove que a cadeira ficou danificada e que não cumprirá a sua função no futuro. Imediatamente dirigi-me à oficina onde o meu carro esteve a arranjar para pedir uma declaração em como a cadeira estava dentro do carro ( por lapso na declaração da oficina diz que dispararam os airbags frontais , o que não está correto. O que disparou foram os do banco do pendura e o da lateral direito), no entanto o que importa na declaração da oficina é se a cadeira estava ou não dentro do carro na altura do acidente. Fui novamente à loja onde comprei a cadeira pedir uma declaração da marca. Essa declaração diz que as cadeiras têm que passar por inúmeros testes, antes de sair da fábrica, no entanto, a partir do momento em que a cadeira auto seja envolvida em qualquer tipo de impacto, não podem garantir que a cadeira se encontre em perfeito estado e continue a ser segura para o meu filho. Com o impacto podem causar fissuras na estrutura da cadeira que nem sempre são visíveis a olho nú. A recomendação da marca é que se deixe de utilizar qualquer cadeira Cybex que tenha estado envolvida em qualquer tipo de acidente. A garantia da cadeira expira assim que a mesma tenha estado envolvida num acidente. Enviei toda a documentação para a fidelidade, em que me foi pedido fotografias da cadeira e foi enviado. A resposta final da seguradora é ir contra as informações que me foram dadas pela marca em que dizem que a cadeira não foi afetada diretamente pelo impacto e que não foi afetada pelos componentes que deflagraram dentro da viatura, no entanto tudo se deflagrou no lado direito onde estava a cadeira.. Nessa mesma informação a fidelidade diz que os airbags deflagraram pelo cinto, o que não é verdade. Os airbags do banco do pendura e o da lateral direito deflagraram pelo impacto do acidente uma vez que não ia ninguém do lado direito que fizesse os airbags dispararem, e não foi um acidente de raspão, como foi dito pela fidelidade, senão os airbags não abriam e o carro não tinha ficado bloqueado na estrada. Como é possível a fidelidade ir contra a recomendação da marca e afirmar que é tudo por interesse comercial? Estamos a falar da segurança de uma criança e que o impacto pode ter provocado danos na cadeira e na base não visíveis a olho nú. Esta será a minha última reclamação feita á Fidelidade. ESTAMOS A FALAR DA SEGURANÇA DO MEU FILHO e não tenho que sair prejudicada de um acidente ao qual não tive culpa.

Resolvida
L. O.
22/10/2025
Caetano Urban

Serviço garantia Skoda Kamiq

Bom dia, caro Deco. No dia 21/09/2022, procedi à aquisição de uma viatura Škoda Kamiq Ambition DSG, para a qual está previsto um prazo de garantia de 3 anos. Tendo em conta que este ano se aproxima o final desse período de garantia, solicitei à concessionária Škoda de Aveiro (onde foi efetuada a compra) a realização de um check-up de final de garantia, com o objetivo de verificar o estado da viatura e algumas situações que já haviam sido identificadas. O pedido foi feito com antecedência, no dia 01/09/2025, mas apenas obtive resposta após insistência, no dia 09/09, sendo-me indicada disponibilidade apenas para 23/09. Por motivos de agenda de ambas as partes, o serviço acabou por ser agendado para o dia 06/10. Nessa data, desloquei-me à oficina da concessionária e deixei a viatura para a respetiva peritagem. Após ser notificado para levantar a viatura, fui confrontado com uma cobrança no valor de 147,71 €, referente a “Localização assistida de avarias”. Tendo de imediato questionado o motivo, foi-me indicado que o valor se devia ao facto de o período de garantia já se encontrar expirado. No entanto, esclareci que tal apenas aconteceu porque a primeira data disponibilizada pela própria oficina já ultrapassava o termo da garantia, o que considero injusto. Para além deste facto, na peritagem realizada foram sinalizadas anomalias em alguns dos pontos que referi — nomeadamente Ponto 1 e Ponto 2 — tendo-me sido apresentado o respetivo orçamento (em anexo), novamente com o argumento de que a garantia já tinha terminado. Relativamente ao Ponto 3, sobre sinais de corrosão, apenas após a minha insistência foi registado que os componentes identificados com corrosão “são de ferro e, portanto, é normal que apresentem esse estado”. Atendendo a todo este enquadramento, solicito a vossa melhor atenção, análise e indicação sobre a legalidade da situação, bem como orientações sobre como deverei proceder. Agradeço desde já o tempo dispensado. Por impossibilidade de upload de documentos segue os descritivos: Doc Num: WFJ/6730/2025 OR: WOK/3149/2025 Matricula: AT86FU Com os melhores cumprimentos,

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
B. F.
22/10/2025

Indenização por acidente auto

Exmos. Senhores Venho por este meio reclamar da seguradora Mapfre relativa a um acidente auto do qual fui sinistrado e que fiquei com o veiculo imobilizado. Resumidamente, fui abalruado pelo cliente da Mapfre dentro de uma rotunda com transito parado no dia 15.09, conduzia uma mota e encontrava parado na rotunda e o cliente Mapfre bateu de lado na mota, ficando logo com a mota imobilizada até ao corrente dia. A Mapfre indica que só tenho direito a 150€ dias referentes a dia 17/09 a dia 01/10. No entanto por contacto telefonico, com autorização da gravaçao do audio, quando foi altura de seleccionar a oficina as que me foram facultadas não reparam motas, logo escolhi a oficina onde adquiri a moto. E questionei se seria prejudicado ao ser eu a selecionar a garagem relativamente a algum tipo de veiculo de substituiçao ao que me foi indicado que não e que deveria apresentar todas as despesas relacionadas com o transporte enquanto a mota estivesse imobilizada. Aparentemente não tenho direito a veiculo, pois como fui eu a selecionar a oficina não tenho direito a veiculo de cortesia (apesar de ter sido uma mota, logicamente tenho carta de carro), mas não foi a informação que me foi facultada via telefonica. Não tenho direito ao valor das despesas de gasolina que usei no meu carro que se não fosse o acidente não teria necessidade de as ter. Informação também oposta ao que me foi indicado telefonicamente. Envio em anexo a info que foi passada pela seguradora. Basicamente neste momento encontro-me ainda sem veiculo e a seguradora apresenta apenas o valor de 150€ como indenização. Cumprimentos e obrigado Bruno Fonseca

Encerrada
N. S.
22/10/2025
MRW

Encomenda não recebida

Exmos. Senhores, Venho comunicar uma situação que ocorreu com a entrega de uma encomenda na minha morada. A encomenda foi registada que ia ser entregue hoje, pelo que deixei a porta do prédio aberta, tendo tido atenção se ela se mantinha aberta para facilitar o processo de entrega de uma encomenda. A encomenda foi registada como não entregue às 12h07 quando a porta estava aberta desde as 10h45 da manhã. Quando liguei para questionar o que se tinha passado, informaram que tinham fotografia em como a porta do prédio estava fechada (não estava), e quando disse que era impossível a situação que me reportavam desligaram-me a chamada. Tentei ligar inúmeras vezes de seguida e não me atenderam. Já não é a primeira vez que tenho problemas com a empresa MRW e continuam a passar a culpa para cima do cliente, quando é sempre uma falha deles. Pago um serviço para me obrigarem a deslocar-me às instalações da empresa para ter só assim ter acesso à minha encomenda.

Resolvida
J. F.
22/10/2025

obrança indevida de taxa por utilização de cartão físico (Solinca Alvalade)

Reclamação – Cobrança indevida de taxa por utilização de cartão físico (Solinca Alvalade) Entidade reclamada: Solinca Alvalade Assunto: Cobrança de 1€ por utilização de cartão físico – prática abusiva ou desproporcional Exposição dos factos: Sou cliente da Solinca Alvalade e, por duas vezes, foi-me cobrado o valor de 1€ pela utilização do cartão físico de acesso. Embora a Solinca refira que esta cobrança consta do contrato, considero a prática excessiva, desnecessária e desajustada à realidade atual. Em 2025, a utilização de meios digitais (app, QR code, etc.) é amplamente disponível, e penalizar o uso de um simples cartão físico não tem fundamento técnico nem económico. Esta cobrança repetida de 1€ não corresponde a qualquer custo real suportado pela empresa, e parece ter apenas um caráter punitivo ou dissuasor, o que considero uma prática comercial agressiva e contrária aos princípios da boa-fé previstos na Lei de Defesa do Consumidor. Não é o valor em si que está em causa, mas sim a atitude e a falta de razoabilidade na aplicação desta taxa. Pedido: Solicito que a DECO e/ou a Direção-Geral do Consumidor analisem a legalidade desta prática, e que seja recomendada à Solinca a eliminação desta taxa injustificada, promovendo maior transparência e equidade na relação com os consumidores. (ou mesmo eu ser compensado por isso) pois muitas aulas também foram desmarcadas em cima da hora e eu não recebi dinheiro) para não falar da balança que nao esta calibrada etc)

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
D. X.
22/10/2025

Taxas Inexplicávies, Entregas não realizadas

Para uma empresa de encomendas acho que nunca recebi uma encomenda em casa. Todas as vezes tenho de me deslocar até ao aeroporto para a conseguir a apanhar. Hoje era para receber uma encomenda e sem sequer me ligarem colocaram a morada como errada. A FedEx também tem a mania de colocar taxas para o cliente pagar e depois não é capaz de dar uma justificação sobre a mesma.

Encerrada
L. M.
22/10/2025
MEO

Devolução em dobro paga pela MEO

Gostaria de partilhar a minha experiência com uma compra online na loja MEO, que resultou na devolução em dobro do valor pago, para que outros consumidores conheçam os seus direitos. (A Encomenda e o Incumprimento do Prazo) Numa terça-feira, efetuei a compra de uma Smart TV Samsung na loja online da MEO, com a indicação de um prazo de entrega de 3 dias úteis. Chegada a sexta-feira, e sem qualquer tentativa de entrega, fui contactado diretamente pela Samsung para agendar a mesma. A data proposta era apenas para o final da semana seguinte. Informei que, por motivos profissionais, só poderia receber a encomenda após as 16h00, horário que não foi aceite pela transportadora. Perante a impossibilidade de chegar a um acordo, e uma vez que o prazo inicial já tinha sido ultrapassado, comuniquei de imediato a minha intenção de cancelar a encomenda. (O Atraso no Reembolso e o Direito à Devolução em Dobro) A MEO aceitou prontamente o pedido de cancelamento. No entanto, o reembolso do valor pago demorou mais de 14 dias para ser processado. De acordo com o Artigo 12.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, que regula os contratos celebrados à distância, após o cancelamento de uma encomenda, o vendedor dispõe de um prazo máximo de 14 dias para devolver a totalidade do valor pago. Se este prazo não for cumprido, o mesmo artigo (n.º 6) estabelece que o consumidor tem o direito de exigir a devolução em dobro do montante. Inicialmente, a MEO recusou-se a pagar o valor em dobro, alegando que existiram várias tentativas de agendamento (o que era falso) e que a culpa da não entrega era minha, por não ter aceitado as novas datas. (A Resolução do Conflito) Mantendo a convicção de que a lei me assistia, decidi apresentar o caso ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa. A MEO manteve a sua posição irredutível até à véspera da audiência de julgamento, altura em que, finalmente, recuou e efetuou o pagamento em dobro, conforme a lei exige. Moral da História: 1. O prazo de entrega é vinculativo. O comprador não é obrigado a aceitar um novo agendamento se o prazo inicial, acordado no momento da compra, não for cumprido pelo vendedor. 2. Os Termos e Condições reforçam a lei. No meu caso, os próprios termos da loja MEO indicavam que um novo agendamento só deveria ocorrer após uma primeira tentativa de entrega falhada, o que nunca aconteceu. 3. A persistência compensa. A legislação de defesa do consumidor, como os Decretos-Lei n.º 24/2014 e n.º 84/2021, existe para ser cumprida. Recorrer aos centros de arbitragem é um mecanismo eficaz e gratuito para fazer valer os nossos direitos. Fica aqui a prova de que vale sempre a pena reclamar.

Resolvida
N. T.
22/10/2025

ncumprimento contratual e retenção indevida de caução

Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação contra a empresa ARF - Peças Auto Usadas, Lda, com sede na Rua Comandante José Carvalho, 3 Lt.C, 2005-198 Santarém, e contacto através do email arf-pecas-usadas@jpsf.pt, devido ao incumprimento contratual relativamente à compra e entrega de um motor Skoda Octavia 2009 2.0 Tdi Rs 170CV. No dia 10/01/2025 efetuei o pagamento de 1.472,93€ relativo a 50% do valor do motor, acrescido de 400€ de caução, conforme acordado com a empresa. Posteriormente, a 11/03/2025, efetuei o pagamento dos restantes 1.475,93€ no ato de entrega do motor novo, cumprindo integralmente as minhas obrigações contratuais. Desde 27/06/2025, data em que informei a empresa de que o motor poderia ser recolhido, não foi realizada qualquer recolha, apesar de inúmeras tentativas de contacto da minha parte através de emails enviados a 27/06/2025, 04/07/2025, 26/09/2025 e 10/10/2025, sem qualquer resposta concreta. Apesar de ter apresentado reclamação no livro de reclamações, a resposta da empresa, emitida por um colaborador do departamento de marketing, alegou diversas tentativas de recolha sem sucesso devido à minha alegada indisponibilidade, o que é falso. Em nenhuma das datas mencionadas recebi contacto por telefone, email ou qualquer outro meio, e a empresa não agendou data concreta para a recolha do motor. A comunicação foi adiada entre departamentos, sem que houvesse qualquer resolução, demonstrando grave falta de profissionalismo e incumprimento contratual. Relembro que os 400€ de caução permanecem retidos pela empresa desde 27/06/2025, devendo ser devolvidos acrescidos dos juros legais de mora desde essa data, conforme estabelecido no Código Civil português. Exijo igualmente indemnização pelos prejuízos sofridos, incluindo os danos morais e incómodos causados pelo incumprimento da empresa e pelo atraso na recolha do motor. Todos os factos descritos estão documentados nos anexos: comprovativos de pagamento, troca de emails com a empresa, fatura pró-forma e registo da reclamação no livro de reclamações. Solicito à DECO que intervenha de forma a garantir a devolução imediata da caução com juros de mora e a indemnização pelos prejuízos decorrentes do incumprimento, e que a empresa proceda à recolha do motor no prazo mais curto possível. Caso a situação não seja regularizada, reservarei o direito de recorrer aos meios legais adequados, incluindo ação judicial, para exigir a restituição da caução com juros e a indemnização pelos danos sofridos, salvaguardando todos os meus direitos enquanto consumidora. Com os melhores cumprimentos, Nádia Tafula

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste

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