Reclamações públicas

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S. S.
29/09/2021

Intimidação e ameaça

Exmo(a) Senhor(a)Tenho um crédito na cofidis que atualmente devido às minhas condições financeiras tenho tido dificuldade em pagar,pois, perdi o meu emprego na TAP e recebo 2 vezes menos do que recebia.Entrei em contacto com a empresa em questão para ver quanto teria de pagar porque não me sinto bem com esta situação. Os valores apresentados são elevados ,os quais dificilmente consigo pagar atualmente. Contudo, disse para aguardarem pelo final do mês para ver a minha situação financeira. Falei com a Sra Irina Freitas que sempre se mostrou pouco reticente obrigando me a pagar 600 euros de uma só vez.No dia 29/09/2021 , recebo uma chamada da senhora em questão que não consegui atender por estar a trabalhar. A senhora Irina, liga me para o meu emprego, um telemóvel da empresa e para clientes, a dizer que como eu não lhe atendia que tinha todo o direito de ligar para o meu emprego porque estava a dever à sua empresa. O qual eu referi para não me contactar para o meu emprego porque questões pessoais são pessoais e não quero perder o meu emprego. A senhora Irina logo responde que tem o direito de ligar para o meu emprego e que faria isso , bem como ia ao meu emprego para que eu pagasse o que devo.Ora bem, acho que isto é uma falta de respeito, é uma intimidação e ameaça. Sinceramente estou com medo de ir trabalhar porque penso que essa senhora irá aparecer no meu emprego e fazer me um espetáculo no qual possa vir a ser despedido.Creio que por lei isto não pode ser possível , não nos devemos sentir intimidados quando existem meios legais e juridicos num país desenvolvido para que se possam resolver as coisas.Resumidamente, sofro de ansiedade e atualmente tenho medo de ir trabalhar e sinto me contrangido devido a esta situação que acho grave. Nem todos somos iguais e eu sinto-me triste e ameaçado por esta senhora e a sua empresa.Deixo assim a minha reclamação para que possa ser analisada.Muito obrigado--

Encerrada
C. C.
27/09/2021

banco bpi e imposto de selo

recebi esta carta com um aviso de dedução que me parece ilegal....preciso da vossa ajuda Exma. Senhora Dra. Maria Helena F C S Chrystello,Devido a anomalia técnica de que pedimos desculpa, o Banco BPI não debitou, nas operações de crédito ao consumo abaixo indicadas, o Imposto do Selo devido, à taxa de 4% sobre juros, nos termos previstos na Tabela Geral do Imposto do Selo (17.3.1).O Imposto do Selo é um encargo que, por imposição legal, incide sobre os clientes das instituições financeiras, nos termos do artigo 3º, nº1 e nº3 alínea g) do Código do Imposto do Selo. Estava por isso previsto no cálculo da TAEG e no plano de amortização da operação contratada por V.Exa, bem como na informação que lhe foi em devida altura disponibilizada, designadamente através de Ficha de Informação Normalizada (FIN). Também nos termos da lei, cabe ao Banco, como sujeito passivo do imposto, proceder à cobrança e à entrega ao Estado dos respetivos valores.Nestes termos, em conformidade com o previsto nas condições gerais do contrato de abertura de conta que mantemos com V.Exa. e com a informação anteriormente disponibilizada, vimos comunicar que o Banco BPI irá proceder ao débito na sua conta à ordem do Imposto do Selo em dívida relativo às operações abaixo indicadas, no montante de EUR 125,19:4084524830001: imposto do selo relativo ao período compreendido entre 29-01-2018 e 30-03-2021Para minimizar eventuais transtornos, o débito será feito em 6 prestações mensais, as 5 primeiras no valor de EUR 25 e a última no valor de EUR 0,19, com início em 30/09/2021.Renovamos as nossas desculpas e ficamos à disposição para qualquer esclarecimento através do telefone +351 21 720 71 20 ou do seu Centro Premier ou Balcão BPI.

Resolvida
M. M.
27/09/2021

Reclamação na lyconet - Empurram para lyones

A minha reclamação é o seguinte:AGORA A LYCONET EMPURROU PARA A LYONESS POR ISSO AQUI VAI...- Foi-me vendido por parte das pessoas que faziam parte da equipa Lyconet - Cashbackworld o negócio de aderir as CLOUDS.Exemplo: compra de uma CLOUD Italiana, investia nessa cloud, passado uns anos os dividendos lucrados nessa Cloud eram-lhe entrega consoante o seu investimento.Chegou a data de começar a fazer-me os pagamentos dessas mesmas clouds, adiaram para uma data, depois cancelaram e adiaram para outra data e agora já vai noutra data... Agora pergunto... (deixaram de responder a Email)Tenho provas por Email e testemunhas ( as pessoas que me venderam a ideia) já falei com elas e serão minhas testemunhas...No meu caso o investimento foi de 5.000€ onde a Cloud mais importante é a Italiana...Tentei resolver da melhor maneira possível... exigindo que cumprissem o que foi acordado...Até agora nada... VERGONHOSO...Informo que o Email de registo foi feito com um email criado propositado para a empresa (como aconselhado por quem vendeu).O meu registo é:MarcoM.lyconet@gmail.comID: 351.000.144.017isto Customer Cloud (CC) é um incentivo gratuito adicional que foi dado a qualquer pessoa que solicitou um voucher específico no passado é mentira... tenho todos os pagamentos que o comprovam e as pessoas que me venderam também como testemunhas do que se esta a passar.Aguardo,Informo também já ter apresentado queixa na Deco.Junto envio fotos desses pagamentos. (aqui só da para enviar 1 documento) mas já foi tudo enviado mais do que uma vez para a LYCONET Portugal e internacional.Aguardo,Marco Moreira

Encerrada
J. S.
27/09/2021

Interromper processo de contrato

Venho por este meio pedir para interromper um processo de adesão ao cartão Unibanco Atitude, visto que não há nenhum email disponível para que possa fazer a reclamação mais directamente, com base nos seguintes factos:No passado domingo, dia 26-09-2021, esteve um stand da Unibanco montado num evento Canino e Felino em Aveiro, que terminaria às 18h. Eu e o meu namorado, por volta das 18:05, quando nos dirigíamos para a saída fomos abordados por uma senhora, que não se identificou, que nos perguntou de imediato os nosso nomes, as nossas funções profissionais e pediu-nos o cartão de cidadão.Sem entendermos muito bem do que é que se tratava visto que ela estava a falar demasiado apressada de baixo de muito barulho do pavilhão, e antes de lhe dar o meu cartão de cidadão, perguntei do que se tratava. Ela falou por breves palavras sobre um cartão do Unibanco, que dava para fazer compras, e repetiu varias formas de compras que se podia fazer com o cartão, encaminhando-nos para uma mesa do stand da Unibanco, muito apressadamente.Eu abri a carteira, perguntando algumas coisas básicas como anuidades, manutenções de cartão e fidelização, enquanto ela pegava nuns papeis e documentos muito rapidamente. Falou que não tinha nada dessas exigências, e tirou-me o cartão de cidadão das mãos, comentando a seguir um cartão de credito de outro banco que eu tinha na minha carteira, criticando as desvantagens do mesmo. Eu falei que não estava interessada em quaisquer cartões de credito nem no que ela me estaria a tentar vender, e a resposta dela foi: Faça-me só esse favorzinho para eu poder apresentar trabalho ao meu chefe. Pediu-me de seguida a carta de condução, que também me tirou das mãos apressadamente, e tirou fotos a ambos os cartões com um telemóvel, sem o meu consentimento. Em seguida, pediu-me para fazer 2 assinaturas nos documentos, que não explicou o que é que eu estaria a assinar. Entregou-me um folheto alusivo ao cartão, não me entregou quaisquer copias do que eu assinei, nem me apresentou documentos de normas e regulamentações do cartão. Falou para posteriormente lhe enviar o recibo de vencimento quando chegasse a casa, algo que não fiz claro.Tudo isto foi feito em menos de 3 minutos, sem nos permitir pensar, ver ou ler do que é que se tratava e que tipo de cartão era este que a senhora apenas mencionava que dava para fazer compras.Assim sendo venho pedir que não dêem seguimento a este tipo de contrato que alguém identificada como colaboradora do unibanco, me fez assinar documentos apressadamente e aderir a este cartão que nem sei do que se trata, de uma forma rude e brusca, sem copias e comprovativos, tirando fotos não autorizadas aos meus cartões identificativos.

Resolvida
D. V.
26/09/2021

Débitos indevidos na minha conta

Ocorreram débitos da minha conta do BPI, no valor de 18,68 € mensais, que não autorizei. Constato que a empresa Chubb European Group SE - Sucursal em Portugal, debitou 9 mensalidades a partir do dia 2/12/2019 na minha conta, enquanto era menor de idade. Apenas tomei conhecimento deste facto esta semana, quando me dirigi ao Banco BPI para formalizar os papeis, dado que completei 18 anos.Solicito a devolução do dinheiro retirado ilegalmente.

Encerrada
L. S.
25/09/2021

Integração em PERSI – Procedimento Extrajudicial de Regularização de Situações de Incumprimento rela

Em jul 2021 a universo reconheceu o grave erro de contabilização e comprometeu-se à sua rápida resolução. Tenciono continuar a cumprir os contratos que assino, no entanto, apenas pago o valor contratualizado. O débito direto ao banco está por mim autorizado até ao montante acordado, mas este mês por razões que desconheço, nem sequer chegou à minha instituição bancária qualquer ordem de débito.

Encerrada
C. R.
24/09/2021

Burla

Serve o presente para relatar que fui alvo de uma burla por parte da Credistar. Fiz um pedido de crédito, enviei toda a documentação, recebi um telefonema a dizer que tinha sido aprovado mas tinha que pagar 96€ antes de me enviarem o contrato já assinado e para eu assinar. Apesar de muito desconfiada, e por isso não fiz logo o pagamento, acabei, infelizmente por faze-lo, pois a necessidade falou mais alto. Paguei, recebi o contrato e enviei novamente os documentos que já tinha enviado. Os dias passaram e eu não tinha qualquer informação por parte deles. Liguei para a Credistar onde me disseram que estavam a analisar o processo... Ainda fiquei mais desconfiada pois tinha-me sido dito telefonicamente que o crédito estava aprovado. Se estava aprovado, estavam a analisar o quê? Obviamente que não recebi dinheiro nenhum e fiquei sem 96€. Claro que não consigo provar nada, pois o ok à concessão do empréstimo não foi por escrito, foi telefonicamente. Acho inacreditável, aproveitarem-se de quem precisa, sim porque só quem precisa é que pede um crédito e quem está nesta situação, 96€ é muito dinheiro

Encerrada
J. R.
23/09/2021

Avaria viatura segurada pela Tranquilidade

Boa tarde, venho por este meio, expor uma reclamação que efetuei para a Europ Assistence, devido a uma avaria da minha viatura, na qual me deslocava na A1 ao km 120.5 na direção Porto-Lisboa (região de Pombal), na companhia da minha esposa, no dia 04 de setembro de 2021, por volta das 12:30H, que passo a descrever.Efetuei a primeira chamada para o número de contato 213863322, que se encontrava na folha do seguro da Tranquilidade, por volta das 12:45H, a qual foi atendida por uma funcionária que referiu pertencer à Europ Assistance, onde descrevi a ocorrência tendo manifestado necessidade de reboque para a viatura e sendo questionado pela mesma se também necessitava de táxi para transporte para a morada do veículo, à qual respondi afirmativamente, referiu para esperar que o reboque e o táxi iam ser acionados. Posteriormente recebi uma chamada do táxi a informar que as indicações que tinha era para deslocar-nos não para a morada da viatura, mas para Fátima, ao qual pensei que fosse engano, visto ter recebido a informação anterior de que seria transportado para a morada da viatura segurada. Contactei de novo o número acima referido (por volta das 13:22H), ao qual me responderam que nós seríamos transportados, para Fátima, para apanhar um expresso para regressar a casa. Questionei sobre quais os meus direitos, referiram, que eu teria direito a veículo de substituição ou a ser-mos encaminhados a casa por expresso. Após encaminhamento a Fátima, fui contatado por outra assistente, onde a informei que requeria uma viatura de substituição para retornar, ao qual me respondeu que não havia viatura disponível!!!!, por as locatárias já terem encerrado, se fosse fora do horário do expresso, já podia vir de táxi ( o segurado paga e ainda tem de escolher o dia e hora em que a viatura avaria), voltei a responder que me era impossível vir de expresso pois, além de isto tudo, a minha esposa foi intervencionada ao ombro direito em Junho ultimo, e nem condições tinha para transportar o que quer que fosse, pois tinha imobilização do ombro, não tendo eu condições para transportar tudo, fui informado que retornariam a contatar-me para mais informações, o que não voltou a acontecer. Por volta das 15:30H e sem mais contatos da companhia, tive que requerer um táxi para retornar, junto com a minha esposa e bagagem, à morada da viatura desembolsando à minha conta 242,40 euros.Dia 9 de setembro, já no meu agente de seguros, reclamei telefonicamente com um responsável superior da Europ Assistance, que me indicou para o envio do recibo para ser analisado, ao qual questionei se seria necessário efetuar reclamação escrita, ao que me respondeu que não, sendo o recibo enviado para ASSISTENCIA24H@eap.pt.Dia 14 de setembro recebi um email da Qualidade, a referir que seria reembolsado por cheque na quantia de 26,99 euros???,questiono eu baseado em quê, e em que cálculos.Questiono-me também, onde ficam os direitos do consumidor, no fim disto tudo??? A lei só existe para se pagar??? Não se cumpre nem o que está estipulado no seguro, nomeadamente carro de substituição para nos encaminhar para a morada do seguro da viatura???Venho de novo pedir intervenção nesta situação, para ser ressarcido do restante do gasto que tive com o táxi, (conforme fatura recibo).Estes são fatos a que na minha ótica eu sou completamente alheio, nomeadamente no encerramento das locatárias aos fins de semana, aquando da contratualização do seguro, nunca nada disto nos é informado ou esclarecido.Atenciosamente,Joaquim Ramos

Encerrada
R. P.
23/09/2021

Quebra de Sigilo Bancário

Proc nº 062/17 DAIQuebra de Sigilo Bancário(reclamações nº 01917003384, 01918008241 e 01818008397)Venho por este meio expor a seguinte situação:Eu a 17 de Fevereiro de 2017 dirigi-me ao balcão da CGD Monte dos Burgos a pedir que me fosse realizada uma auditoria à minha conta, por suspeita de terem acedido a mesma sem meu consentimento.Tudo isto veio no desenrolar de um processo de violência doméstica: a 31 de Agosto de 2016 abandonei o meu domicílio da altura (Odemira), com os meus dois filhos e vim para a casa dos meus pais na Senhora da Hora – Matosinhos. No dia seguinte apresentei queixa na PSP. Quando vim, encontrava-me numa situação de particular fragilidade (violência doméstica psicológica desde a gravidez – de gémeos – até à data), o meu ex-companheiro tinha ameaçada a minha vida e a dos nossos filhos no dia anterior. O medo era tanto que nesses primeiros dias nem ficamos na casa dos meus pais, fomos para casa de familiares que o meu ex-companheiro não conhecia. Tive todos os cuidados para não ser localizada: encerrei todas e quaisquer contas de redes sociais que pudesse ter, cancelei cartão crédito e conta de Novo Banco que era em conjunto. Só fiquei com a conta da CGD da qual era a única titular e conta que já tinha há mais de 30 anos.Processo de violência doméstica à parte, fui tentando reconstruir a minha vida e reerguer-me. Em Fevereiro falei com amigas que deixei em Odemira, que já não falava desde que vim, e qual é o meu espanto quando uma me diz para ter cuidado com a minha conta pois “eles” (ex-companheiro e família) sabiam onde anda a gastar dinheiro, quanto recebia da Segurança Social do Abono dos miúdos e até sabiam que andava no ginásio Solinca. Fiquei atónita com a descoberta. Para mim não havia duvida que tinham acedido a minha conta (e até sei quem foi – só não posso provar). Foi nesse dia que elaborei o documento entregue a 17/02/2017 no CGD. A CGD esteve um ano a enrolar entre cartas e telefonemas realizados por uma Dr.ª Débora que dava a entender que já tinham confirmado a minha suspeita, mas “são processos morosos, com muitas diligências por isso ainda não temos resposta”. Aguardei mas como a resposta era sempre a mesma fiz nova reclamação no Balcão a 27 de Abril 2018. A 30 de Abril de 2018, e porque não gostei da postura do gerente aquando da minha segunda reclamação, fui novamente a CGD e pedi o Livro de Reclamações e fiz nova reclamação.O Departamento de Auditoria Interna da CGD respondeu-me finalmente a 23-05-2018 e apuraram ter havido consultas à minha conta de qual sou a única titular, sem terem encontrado explicação para tais acessos e informaram-me que foram tomadas providências no sentido de evitar repetição de situações idênticas.Como lesada gostaria de saber onde e quem acedeu à minha conta sem a minha autorização, quais foram as providencias tomadas e as sanções impostas ao infrator em relação ao Crime de Quebra de Sigilo Bancário (muito mais sendo para saber a minha localização num processo de violência doméstica que estava a decorrer).Devido a todo o sofrimento, dor e medo que me fizeram sentir por mim e pelos meus filhos quero saber se acham mesmo que um pedimos desculpas e uma palmadinha nas costas é forma de terminarem este processo??Como lesada tenho e quero saber o desfecho deste processo passo a passo e quero se ressarcida por todos os danos morais e psicológicos a que fui sujeita.Aguardo uma resposta V/,AtentamenteRaquel Pereira

Encerrada
B. T.
22/09/2021

Problemas com Seguro Telemóvel

No passado mês de Abril, adquiri um IPhone 12 Pro de 256GB, que muito me custou a comprar. Na loja MEO, venderam-me um seguro contra roubo e danos, uma vez que o equipamento tem um valor alto, incentivaram-me a contratar o mesmo ao que eu aceitei, pensando que seria uma mais valia e uma maneira de estar precavido contra este tipo de acidentes.Acontece que, numa viagem de trabalho até à Noruega no passado dia 15 de Setembro de 2021, num ferry boat que faz a ligação entre Kiel (Alemanha) e Oslo (Noruega), o mesmo telemóvel me foi furtado do bolso do casaco fechado com fecho (impossível perder), num espaço comum do navio. Bastaram 5min para dar pela falta dele, ao que de imediato contactei as autoridades do Navio para tentar ajudar na procura através das camaras de vigilância. As autoridades do navio através das câmaras não conseguiram identificar ninguém, sendo assim procedi ao icloud para tentar localizar e dar modo perdido do mesmo, sem apagar o conteúdo do equipamento através do site da Apple. Através do icloud o telefone estava como Desativado/Offline (uma vez que me encontrava no mar do Norte em águas internacionais - sem rede). Deixei uma e-mail, no site do navio, nos perdidos e achados, caso fosse encontrado no navio dias depois, mas ao que me responderam que o mesmo não foi encontrado. Sendo assim, iniciei a papelada que o seguro pedia (bloqueio do cartão, queixa na Policia, pedido de 2º via do SIM, Bloqueio do equipamento, etc...). Tudo foi feito da minha parte, para tentar apresentar todos os documentos ao seguro CHUBB dentro do tempo estipulado pela companhia, mesmo estando na situação difícil de não me encontrar no País, tendo de recorrer a familiares para ajudar a resolver tudo, neste caso o meu irmão mais velho.O seguro, renunciou ao meu pedido e cancelou de imediato a apólice, pois segundo eles não foi usada força nem violência para me furtarem o equipamento (isso não dizem eles aquando da celebração do contrato, apenas dizem que estou coberto em caso de acidente ou roubo – Por exemplo, um carteirista rouba as pessoas sem usar a força ou algum tipo de ameaça física).Agora, fico sem telemóvel, sem dinheiro e sem nada. Sinto-me enganado pelo seguro CHUBB e pela MEO, promovendo/vender nas suas lojas um serviço que é lesivo para os clientes. Ficaram com todo o meu dinheiro que gastei para comprar o telemóvel e pagar um serviço que nada me serve quando preciso.Ou seja, por outras palavras, paguei todos os meses um serviço de seguro, nunca faltando às minhas obrigações e quando necessito, é me negado o serviço e cancelado a apólice.Fui sincero com a companhia de seguros em tudo o que se passou. Sentindo-me completamente enganado primeiramente pela CHUBB e também com a MEO, uma vez que foram eles que me venderam este seguro aquando da compra do equipamento.Gostaria de pedir a vossa ajuda e aconselhamento acerca deste assunto.Junto em anexo toda a documentação que troquei com o Seguro.

Encerrada

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