Reclamações públicas

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M. R.
08/11/2024

Crime de omissão

No dia 28 de Outubro acompanhei a minha mãe, Celeste Conceição Ferreira Ricardo, para uma operação às cataratas. Esta operação foi marcada pelo doutor André barata, mas o médico responsável no dia da operação foi Rafael José marques pires. Chegamos às 15 horas onde dirigimos aos serviços de unidade cirurgia. Apartir daqui a minha mãe ficou nas mãos dos profissionais deste serviços. Informaram que iriam telefonar quando operação acabasse. Por volta das 18.50 desloquei-me para a unidade de cirurgia ambulatório onde foi operada. Aqui tive com a minha mãe ainda a andar pelos seus próprios pés. Estava ao lado dela quando me informou que sentia uma dor de cabeça enorme. Foi aqui que chamei a enfermeira que estava de serviço e pedi para tirar a tensão. Então verificou que estava 200/99, e fiquei a saber que 1 hora antes de ser operada a sua tensão estava 164/71 às 16.00. Apartir daqui a enfermeira deu um medicamento para baixar a tensão e mandou me para esperar na sala de espera. Passado mais ou menos 30 minutos chamou-me e perguntou se a minha mãe tinha por hábito de perder a memória e falar de uma forma lenta, eu disse que não e quando a vi já estava encostada e completamente diferente, com a cara mais enchada, olhos e a boca de lado a arrastar a voz, já não conseguia dizer a simples palavra casaco e dizia "cacaco" . Percebi logo que se tratava de um avc ou algo parecido e alertei desse facto, mas as enfermeiras dizeram que estava nervosa e para me acalmar que devia ser da anestesia. Foi aqui que chamaram o anestesista que teve presente na operação. (O nome vai no relatório que ainda não me enviaram) o próprio anestesista verificou que poderia ser efectivamente uma avc. Mas o resto da equipa continuava a mexer na minha mãe como não fosse uma avc. Levantaram-na e tentaram que ela andasse,mas ela nem conseguiu. Apartir daqui deram a alta e dizeram que ali não podiam fazer nada e eu tinha que dirigir às urgências e tirar uma senha para ir à triagem e dar entrada nas urgências. Então foi a correr para as urgências e tirei a senha! Aqui demoraram muito tempo porque não tinham desbloqueado informaticamente a alta da operação às cataratas, fui a correr para junto da minha mãe que se encontrava já numa maca no meio do corredor virada de lado e a vomitar já mais inchada e frustrada mas tentava dizer parq irmos embora. Falei com o médico de serviço, André pina Monteiro Pereira, o qual me disse que nada podia fazer enquanto a ficha não fosse desbloqueada do outro departamento, e como não tinha a ficha dela no sistema das urgências não podia ajudar. Então tive a explicar que ela vinha de dentro do hospital de uma operação às cataratas, mas ele continuava a dizer que não podia fazer nada, nisto tudo a minha mãe já estava a perder os sentidos. Desdas 19.00 até às 21.00 a minha mãe permaneceu no corredor das urgências à espera de ser atendida. Fui obrigada a preencher um formulário para dar consentimento para realizar um tac, só depois é que ela pode fazer o tac, eu só dizia "como é possível colocar as burocracias há frente de uma vida humana" estava incrédula. Finalmente levaram a minha mãe para realizar o tac, deviam ser 21.15. Quando minha mãe voltou do tac já o comportamento dos enfermeiros e do médico foi diferente. Mas ainda queriam levanta-la para vestir e despir mas a enfermeira Bárbara "passou-se" e gritou para não mexerem nela "ela tem de ficar quieta". Aqui chamaram-me e dizeram.que se tratava de um Avc hemorrágico e que ela tinha que ir para uci, mas primeiro tinha de efectuar o pagamento, que no principio eram 750 euros, mas depois o mesmo médico foi ter comigo à recepção e disse que seria operada e aqui o valor passou a ser 4000 euros. Efectuei o pagamento para a minha mãe ir para uci. Apartir daqui deixaram-me sozinha num gabinete sem estar acompanhada deviam ser umas 22.00 e durante este tempo perguntei se podia estar com a minha mãe. por volta das 23.00 dizeram que podia ir ver a minha mãe a uci (unidade de cuidados intensivos). Foi sozinha para este serviço. Quando deixaram entrar vi a minha mãe ligada e entubada a respirar através de bomba de oxigénio. Fiquei em choque. Perguntei se iam operar e dizeram.que o neurocirurgião ainda não tinha chegado mas já tinham chamado. Este só chegou passdo algum tempo. Foi quando ele chamou-me, o doutor Lino Vieira Fonseca, por volta das 00.00 reuniu-se comigo e mais a enfermeira de serviço e informou-me que não ia operar a minha mãe dada a idade 78 anos e pelo facto de já ter tido um avc anterior achou que não devia operar. Este dia terminou desta forma onde estive todo tempo sozinha nesta situação tão complicada, sem apoio de ninguém. No dia seguinte recebo um telefonema da mesmo médico (Lino Vieira Fonseca) a pedir para decidir se devia operar ou não. Se não fosse operada acabava por morrer em horas e se operar se ela sobrevivia mas não sabia qual as sequelas que poderia ficar. Fiquei sem saber o que dizer, senti que estava nas minhas mãos a decisão da vida da minha mãe. Tive que consultar os meus irmãos, mas dizeram que tunha pouco tempo. Então passado ums 10 minutos telefonei a dizer para operar. Nesse dia quando cheguei aos serviços uci a minha mãe encontrava-se em coma enduzido. Tive sozinha uma reunião com 3 médico um era o mesmo da noite anterior (Lino Vieira Fonseca) o outro era Rui e o outro não consegui obter o nome, e informaram que o estado da minha mãe era um diagnóstico muito reservado, aqui o discurso do facto da minha mãe ter 78 anos já não veio à conversa, nem o médico queria bater nesse assunto. Mas questionei, como era possível na noite anterior não era para operar pelo facto de se tratar de uma pessoa de 78 anos e no dia seguinte ser pressionada para ser operada? Depois foram 5 dias ( pagar 980 euros só pelo internamento sem o resto das despesas) . sempre nos serviços unidade de cuidados intensivos, onde vimos a minha mãe a morrer aos poucos e no último de vida é que decidiram falar na hipótese de colocar num quarto onde o valor era mais baixo, e foi aqui que acabou por morrer., no dia 2 de Novembro a minha mãe faleceu. Já fiz o pedido de todos os relatórios desde o dia da operação às cataratas até ao dia da sua morte e até hoje não obtive nenhuma informação, só tenho o papel da alta e da factura do pagamento dos 4000 euros. Como é possível a minha mãe que foi operada e teve este episódio antes da alta e deram a alta, para depois obrigarem a fazer um percurso como ela viesse do exterior e entrasse pela urgências como uma nova doente? Não actuaram e nem usar o corredor AVC. Isto tudo tem um nome crime de omissão e negligência médica por terem operado uma paciente com hipertensão e a tensão alta.

Encerrada
A. A.
07/11/2024

Não houve assistência após compra

Exmos. Senhores, (DESCREVER SITUAÇÃO)Comprámos um aparelho auditivo que um dos audios se avariou numa pequena queda e que ainda estava na garantia, depois de várias tentativas cá veio uma técnica e levou o dito para arranjar e com o jtempo a passar (meses)e vários telefonemas disseram que vinha cá um técnico fazer um molde do ouvido para fazer um novo porque aquele não tinha arranjo. Depois de varias semanas sem dizerem nada e após mais telefonemas recebo a triste notícia de que já não faziam aquele aparelho e que me iam devolver o avariado e claro a garantia já tinha passado (não admira estiveram meses a queimar tempo)e claro disseram que tinham agora uns aparelhos novos e mais modernos que poderia comprar,só que eu estou ainda a pagar por uns aparelhos a módica quantia 4400 euros +pelo empréstimo bancário =5009,56 euros sem nenhum usufruto. Cumprimentos. António Amaral

Encerrada
D. T.
04/11/2024

Médico não resolveu o problema

Exmos. Senhores, Venho por este meio expressar a minha indignação e insatisfação com a clínica smile up. Marquei consulta na smile up para hoje de manhã para reconstituir um dente da frente que estava partido. Informei da urgência da situação porque estava a faltar ao trabalho. Entretanto o médico após a ecografia chamou provavelmente uma comercial ou gestora de clientes para lhe fazer uma lista daquilo que eu precisava. Não fez absolutamente nada e mandou-me para a sala com essa comercial onde me foi apresentado um orçamento para colocar uma coroa no meu dente. Sendo um tratamento com o valor significativo eu disse que não iria tomar uma decisão no próprio dia, o que me interessava mesmo era reconstituir o dente para poder fazer a minha vida normal. Ao qual me foi dito que se eu não quisesse avançar com o tratamento então o médico não teria disponibilidade para me reconstruir o dente porque tinha agenda ocupada. Ou seja se eu quisesse lá deixar muito dinheiro ele tinha disponibilidade para mim mas como eu apenas queria reconstruir o dente ele já não tinha. Vim embora com o dente partido e com uma pilha de nervos. Tanto apregoam que se preocupam com a saúde dos clientes e o seu bem estar mas é tudo publicidade enganosa apenas querem que compremos os seus serviços, e só se interessam com vendas. Perdi um dia inteiro de trabalho porque tive de ir procurar outra dentista que se disponibilizou na hora para me reconstruir o dente. Cumprimentos.

Encerrada
D. C.
04/11/2024

Encomenda não recebida

Exmos. Senhores, Fiz uma encomenda no dia 09.10.2024 com a referência HDEAERLWO a qual não recebi. Já enviei 3 e-mails sem qualquer resposta. Pretendia o reembolso. Cumprimentos. Daniela Cerqueira

Encerrada
G. B.
03/11/2024

Tentativa de cancelamento de contrato

Exmos. Senhores, Já estou mais uma vez na tentativa de contacto para cancelamento de contrato na qual foi submetido a fidelização automática. Estou a meses enviando e-mails, tenho provas e apenas ignoram e continuam a me débito em contas. Alego o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 o qual refere “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “. Porque não assinei nenhum termo onde conste uma fidelização, agradeço que procedam ao cancelamento imediato do meu contracto. Caso não resolvido seria obrigada a entrar com uma queixa formal para devolverem as mensalidades a mim cobradas..

Encerrada

Cirurgia

Exmos. Senhores, (DESCREVER SITUAÇÃO) Cumprimentos. Venho através dessa com indignação pelo transtorno que senti no hospital São Bernardo , me marcaram uma exterioscopia para fazer no dia 15/10 fui fazer o procedimento onde não me aplicaram anestesia e a médica não conseguiu fazer , pediu que eu assinasse uma autorização para que ela marcasse uma próxima data para fazer o mesmo procedimento porém com anestesia, até onde sei é pesquisei esse exame não pode ser feito sem anestesia pois é muita dor , quase morri de tanta dor acho isso um descaso , pois se é necessário anestesia porque já não solicitou? Agora recebi uma carta de confirmação de estar escrita na lista de espera pra daqui há 6 meses, (180 dias) um absurdo um descaso com o ser humano estou sangrando cheia de pólipo no útero desde o mês de abril , mas sou imigrante e os médicos dizem que não tenho direito a especialista , outro absurdo portanto venho solicitar que a direção do hospital muda a data dessa cirurgia para que eu possa ser atendida e o procedimento seja feito o mais rápido possível, esse sangramento está me preojudicando sem contar que o fato de está a tanto tempo perdendo sangue estou anémica e a responsabilidade é do hospital por não me dar o atendimento devido, já liguei e ninguém pode fazer nada, desligam o telefone na minha cara, atendimento muito ruim .

Encerrada
D. C.
31/10/2024

Pagamentos por Factoring

Bom dia, No dia 29.10.2024 dirigi-me à DEPIL CONCEPT da Avenida Marquês de Pombal em Leiria, em hora agendada previamente, para me informar sobre as campanhas de Halloween referentes à depilação definitiva. Após ter sido informada que havia a possibilidade de pagar um tratamento de várias sessões por mensalidade, através de um "factoring" com a COFIDIS, aceitei o plano. Infelizmente, no prazo de 48h, ou seja, hoje de manhã, surgiu um imprevisto financeiro que me irá sobrecarregar até Março do próximo ano. Como estou desempregada, e recebo apenas 585€, não vou ter como dar seguimento ao tratamento depilatório, muito menos possibilidade de pagar uma mensalidade de 47€, que ficara combinada. Contactei o centro de estética, e fui informada que não podem cancelar o processo, por já estar finalizado. No entanto, não fiz ainda nenhum tratamento, nem ainda foi efectuado nenhum débito por parte da Cofidis. Estes débitos estavam agendados para serem feitos a partir do dia 1 de Dezembro, e a primeira sessão seria em Novembro, mas ainda sem qualquer data. Gostaria de saber se isto é legal, pois a empresa recusou-se terminantemente a cancelar este processo. Tenho em minha posse os produtos de um kit que disseram ser obrigatório, bem como outros que fizeram pressão para eu comprar. Contudo, está tudo selado e intocado, e eu gostaria de os devolver. Podem ajudar-me, por favor?

Encerrada
M. C.
29/10/2024

Falta de resposta

Exmos Senhores, Desde o dia 28 de maio que tentamos saber quando o plano da Medicare cessa, pois cancelámos o mesmo, mas até à data não respondem, continuando a Medicare a debitar o valor mensal do plano. Damos ainda nota que no passado dia 18 de outubro tentámos pedir um médico ao abrigo do plano, no entanto apesar de nos ter sido informado que um médico nos iria contactar em 15 minutos, nada aconteceu até hoje.

Resolvida
O. P.
29/10/2024

Ausência de resposta a reclamação de abuso de confiança

Exmos. Senhores Presidente dos Lusíadas SGPS, SA Doutor Vasco Antunes Pereira C/c: Serviço de Apoio ao Cliente, Dr. Miguel Alves Venho reclamar uma resposta ao processo de reclamação sobre o funcionamento dos serviços de imagiologia, administrativos e de faturação do Hospital dos Lusíadas, Alto dos Moinhos, que V. Exª preside. A reclamação deu entrada no passado dia 23 de setembro de 2024, gerando uma referência automática dos vossos serviços que recebi, também por email [AUTO] 'ID=034-568-898' RECLAMAÇÃO". Fui vítima de abuso de confiança por parte dos vossos serviços e passo a enumerar os erros graves cometidos e para os quais não mereci, até à data, nem um pedido de desculpa: - dirigi-me ao Serviço de Imagionolo para realizar duas ressonâncias, uma delas a Angio RM Cerebral, ambas marcadas previamente para o dia 26/7/2024; - foi-me cobrada a ressonância AngioRM Cerebral, no valor de 313€, no mesmo dia da sua suposta realização; - pedi os resultados, presencialmente, na receção principal do Hospital, mais do que uma vez; - dia 9/9/2024, consegui uma resposta conclusiva junto do serviço de imagiologia: o exame não tinha sido realizado e seria contactada pelos serviços para resolver o assunto; - dia 18/09/2024, sem qualquer contacto dos serviços, fui ressarcida parcialmente do valor do exame via transferência bancária; - 19/09/2024 - dirigi-me ao Serviço de Apoio ao Cliente e verifico que foi descontado, no valor do exame não realizado, 41€ referente a uma tele consulta que desconheço. Efetivamente recebi 3 chamadas da enfermeira do Serviço de Oftalmologia do mesmo Hospital , onde sou seguida, e em momento algum me foi dito que se trataria de uma tele consulta. As chamadas serviram para combinar horários, dar algumas indicações e pedir para levar comigo exames médicos - nomeadamente a ressonância que não me foi realizada - para serem consultados no dia da cirurgia oftálmica a que me sujeitei naquele hospital no passado dia 9/9/2024. Muito gostaria de receber um pedido de desculpa e sentir alguma empatia por todos os inconvenientes que me foram provocados: falta de exame de diagnóstico antes de uma cirurgia, deslocação à ADSE para reposição da comparticipação e o facto de ser tratada com leviandade num serviço que desejava que se mantivesse de referência.

Resolvida
M. G.
28/10/2024

Cancelamento negado

Exmos. Senhores No começo do mês entrei em contato com a medicare pra solicitar o cancelamento por problemas financeiros e pelo fato de não ter médico pediatra 24 horas onde moro, pois o motivo de ter feito foi exatamente esse pois tenho um filho de 6 anos, os mesmo alegaram que eu poderia solicitar um medico a domicílio pois em caso de emergência ele viria até o local em um prazo de até 4 horas, infelizmente nesse fim de semana precise utilizar pois meu filho passou mal de madrugada e me foi informado que o médico não poderia vim no dia e poderia demorar até dois dias, fui com ele até o hospital que tem onde moro, porém não tem pediatra e o clinica geral que lá estava não atendia a idade do meu filho, depois de muita conversa consegui o atendimento. Quero cancelar o plano pois pra mim não tem serventia nenhuma e me sinto enganada pois quando fiz o plano enfatizei que era importante ter pediatra em urgência pois onde moro não tem no hospital publico Cumprimentos.

Encerrada

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