Reclamações públicas
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Recibo 24142
No dia 17 Agosto consultamos os serviços da Warmrental no sentido de reservarmos por uma noite uma vivenda para efetuar uma festa de aniversário para um grupo de 20/25 pessoas, transmitindo que teria de ser isolada (não em banda) bem como possuir piscina. No dia seguinte recebemos da vossa parte a sugestão da vivenda Bacuri, a qual já tinha sido falada na véspera (entre muitas outras) e que para efetuar a reserva bastaria transferir 20% do valor, rápido e simples como referiram no vosso email.Após a normal consulta ao mercado no dia 24 Agosto voltamos ao vosso contacto telefónico, informando que iriamos avançar com a reserva desse mesmo imóvel e solicitamos o NIB para o qual poderiamos concretizar a mesma. Foi-nos enviado um email com os dados e procedemos à transferência. Dois dias depois quando estavamos a informar os convidados da localização do imóvel, verificamos que a vivenda que mencionavam no email onde faziam constar os vossos dados bancários era diferente, sendo que menor dimensão e com uma piscina que era... partilhada! Ora como isso não era o pretendido, voltamos ao vosso contacto telefónico informando que não poderia ser, e solicitámos alternativas, apesar de não termos ficado convencidos com nenhuma, solicitamos a reserva de outra vivenda, a Aloe (no dia 26 Agosto). Contudo como o numero de participantes aumentou, este imovel não apresentava condições para receber o evento, sendo-vos tal comunicado no dia 02 Setembro (passados 7 dias). Mais informo que em nenhuma altura nos foi enviado fatura ou recibo, tendo o mesmo ter de ser requisitado por três vezes e apenas no dia 07 de Setembro foi emitido pela Warmrental, não cumprindo com o disposto por lei.
Mau atendimento telefónico. Uso de contacto pessoal como pedido de justificação a reclamação
Venho por este meio formalizar uma reclamação já efetuada telefonicamente devido ao péssimo atendimento por parte de um funcionário da loja Shoping Cidade do Porto, Sr. Gonçalo Mota.Passo a relatar o sucedido: Dia 21 de Julho fiz uma encomenda através de contacto telefónico de uma Camera GoPro Hero3+ Silver Edition, a qual foi devidamente encaminhada , sem qualquer queixa a relatar. O prazo máximo de entrega descrito na promoção era dia 29.08.2015 que iria de encontro ás minhas necessidades e objectivos.Dia 29, sem que tivesse qualquer notificação e preocupada como prazo resolvi telefonar. Fui atendida pela funcionária Rita Almeida, que me garantiu abrir o processo para o fornecedor no sentido de agilizar a entrega da encomenda referindo que seria notificada por sms aquando de alguma resposta pelo fornecedor.Dia 31 de Julho, de manhã, voltei a contactar telefonicamente a Odisseias na loja shoping Cidade do Porto, tendo sido atendida pelo Sr. Gonçalo Mota após bastante tempo de espera.Iniciei o relato desta situação, foi-me pedido o n. da encomenda e informado que o processo estaria já aberto e que teria que aguardar. Referi que a encomenda seria uma prenda de aniversário e que estava com receio que não chegasse a tempo da data, que será hoje (5.08.2018). O sr. Gonçalo Mota respondeu-me de forma arrogante que o que estaria em questão não seria o aniversário, mas situações de atraso de encomendas para quem precisa delas para trabalhar. Referiu -me com o mesmo tom de voz que teria apenas duas hipóteses de resolução, sendo uma delas a reclamação e a outra o pedido de devolução do dinheiro - 237 euros.Admirada com o trato, concordei que merecia, sim uma reclamação e mais uma vez contactei a Odisseias selecionando a opção reclamações. Esta referiu-se á forma com fui atendida pelo funcionário Gonçalo Mota.Nessa mesma manhã ás 12:14h recebi uma chamada do n. 210348800, do Sr. Gonçalo Mota a referir que eu havia entrado em contacto com a Odisseias uns minutos atrás , se por acaso pretendia falar com ele...Eu referi que a razão do meu telefonema teria sido, como ele bem sabia, a reclamação pela arrogância, falta de profissionalismo no atendimento aos clientes e desvalorização da situação. Continuando este senhor a reagir contra mim, informei-o de que não poderia usar o meu contacto pessoal, fornecido á Odisseias, apenas para encomendas e informação das mesmas, pois que o uso pessoal e impessoal desses dados para outros fins. Só apenas nesse momento me passou ao suposto Coordenador da Logística, Sr. Paulo Vaz, que me informou educadamente que teria havido uma ruptura de stock da Camera por excesso de encomendas.Referi que deveriam os clientes ter sido notificados, pois que a importância das encomendas está relacionada com o objectivo que nos levou a fazê-las, sem juízos ou avaliações dos funcionários.Além da compra, do atraso, dos gastos com contactos telefónicos, estou absolutamente aborrecida com o facto de não selecionarem os profissionais e de não ter sido notificada em nenhuma situação , sem que houvesse á priori um contacto meu.A encomenda ficou realmente mais cara com os gastos que tive em contacta-los.Não posso aceitar este tipo de atendimento.A minha informação pessoal deve apenas ser usada para fins de encomendas.A resposta á reclamação foi meramente informativa dos termos e condições da empresa, descritas pela D. Ana Nevado, como se tivessem cumprido na integra todo o procedimento.Estimada SP,Esperamos que este email a encontre bem.Agradecemos o seu contacto que mereceu a nossa melhor atenção.Como tal, informamos que a data dada ao cliente aquando da compra se trata sempre da indicação que o fornecedor concede à Odisseias, pois como o nome indica, trata-se de uma estimativa.Assim, e como indicado nos termos e condições, a data prevista de entrega poderá sofrer alterações que a Odisseias procurará, dentro das suas possibilidades, dirimir num prazo razoável para o efeito comunicando, sempre que possível, com a maior antecedência qualquer alteração à previsão inicialmente conferida.Neste caso e como indicado pelo coordenador Paulo Vaz, ocorreu uma ruptura de stock e nestas situações o cliente é informado do atraso na entrega, sendo que após as 48h úteis, visto ainda não se ter indicações a respeito, o serviço de apoio ao cliente procurou de imediato dar resposta a esta solicitação.Desta forma e utilizando os seus dados para a poder informar depois de confirmada a previsão da entrega, foi contactada pelo colega Gonçalo Mota, pois trata-se também de um elemento do departamento de logística.Mais informo que os dados fornecidos e registados pelos clientes em ocasião alguma são utilizados para qualquer outro fim que não a satisfação e informação ao próprio.Relativamente à entrega do artigo, uma vez solicitada na loja do Shopping Cidade do Porto, assim que o produto se encontre nas instalações, será enviada uma notificação para efectuar o respectivo levantamento.Ficamos ao dispor caso persista alguma questão adicional.Ana NevadoCustomer Service
Restituição de caução - aluguer de viatura
Os motivos da queixa devem-se ao facto de eu não concordar com a explicação dada pela empresa. No meu entender não podem presumir que o pneu foi rasgado por negligência da minha parte. Presumem ainda que poderá ter sido na entrada para o parque do hotel, assim, todas as viaturas que entrassem naquele parque com esta medida de pneus teriam os pneus rasgados e para isso os clientes teriam de ser obrigados a alugar viaturas 4x4. Após análise das fotos, é visível que o pneu está careca, logo o seu próprio estado poderia levar à situação que motivou a cobrança de um orçamento indevidamente. Segundo opinião de um profissional na área, a subida de um passeio, ainda que motivasse o rasgão do pneu, nunca seria do lado interior e sim exterior. Pode sim, ter sucedido que o veiculo circulou com os pneus vazios antes do aluguer da viatura, a tela estar danificada e provocou uma bolha que deu origem ao rasgão interior.Logo, não se aplica negligência da minha parte, mas sim má-fé e desleixo da parte da empresa.Tentei expor a situação à gerência da empresa em questão e a mesma apenas limitou-se a enviar uma presumível causa que para mim não é satisfatória e na ausência da minha decisão sobre o meio de pagamento que deixei claro que não estava de acordo em pagar, a empresa pura e simplesmente fechou o processo no mesmo dia (30MAR17) e debitou o valor de 103.49€ do meu cartão de crédito. Tenho anexos em PDF se necessário. ---------------------//------------------- Boa tarde. Venho por este meio informar devido à logística, tivemos que proceder ao encerramento do processo em causa e respectivo débito através da franquia autorizada no inicio do aluguer. Aproveito também para lhe enviar os respectivos documentos referentes ao processo em causa. Cumprimentos, Regards João Lemos REGO COSTA & TAVARES, LDA.Aeroporto João Paulo II, s/n9500 - 749 Ponta Delgada (Açores)Phone: (+351) 296 304 800Phone Direct: (+351) 296 684 360Mobile: (+351) 965 977 799Fax: (+351) 296 684 892Email: rentivapt@ilhaverde.com-------------------------//----------------------- De: Rent IV APTEnviada: 30 de março de 2017 15:16Para: 'Leonardo.Silva@Portway.pt'Cc: Departamento de Reservas IV Joao Xavier Jaime CabralAssunto: Processo de orçamento de Pneu. Boa tarde Senhor Leonardo Silva. Pedimos desde já as nossas pela demora mas foi um processo demoroso. Após falar com o Departamento de Gestão de Frota, a recepção das fotografias e ainda após a indicação do responsável pelo departamento indicado, o pneu encontra-se com um corte na parte interior do mesmo que poderá ter sido causado por um lancil de um passeio. Tendo em conta que a viatura saiu do aeroporto com o pneu cheio e que se encontrava no parque já à algum tempo antes do levantamento da mesma, e como também chegou ao Hotel com o pneu ainda com pressão sendo somente detectado na manhã seguinte, presumimos que poderá ter “trincado” o pneu ao subir o acesso para o Hotel que ficou hospedado, pois o lancil do mesmo é muito elevado e de difícil circulação ou a estacionar a viatura junto a algum passeio. Após a analise do processo e após indicação do responsável do departamento de gestão de frota, envio o orçamento e as fotografias. Aproveito também para questionar em relação à forma de pagamento, se pretende utilizar o mesmo cartão em que ficou a franquia ou se pretende utilizar outro meio de pagamento. Cumprimentos, Regards João Lemos-----------------------//-------------------- Boa tarde,A/CSrª. Andreia Alegre (ou outro colaborador) / Chefia de ServiçoAinda estou a aguardar as fotos que me iam enviam relativamente ao pneu que teve de ser substituído e ao qual eu recuso o pagamento extra, não entrando em pormenores em relação ao valor ridículo que me foi apresentado. Como boas referências que tenho da vossa empresa e espero continuar a ter, agradeço que não tentem me enviar fotos de um outro pneu que não o respectivo porque eu tenho fotos originais no meu telefone.Relembro que continuo a recusar o pagamento a não ser que me provem com factos satisfatórios que o pneu ficou inutilizado devido a negligência da minha parte.A caução no meu cartão de crédito continua pendente e agradeço que seja removida o quanto antes.Fico a aguardar feedback.Obrigado.Cumprimentos,Leonardo Silva
Burla
Exmºs Senhores,Venho por este meio, expor uma situação que ocorreu comigo hoje, e passo a explicar.Eu e o meu noivo estamos à procura de locais para casar, e como tal o site casamentos.pt é o local ideal para procurarmos fornecedores, para podermos começar a organizar o mesmo.Chamou-me particularmente à atenção uma quinta chamada Quinta do David, uma vez que a mesma tinha um bom espaço, uma decoração bonita, e um preço bastante acessível (min 25 euros por pessoa), visto isso, solicitei através do site casamentos.pt informações sobre a quinta, visto existir apenas uma ementa disponível, e um único preço para a mesma.Visto ter alguma urgência na procura de quinta, decidi ligar hoje de manhã, para poder entender melhor os preços por eles praticados, qual não é o meu espanto quando em chamada, a Senhora que me atendeu através do nº 936322518, explica-me que para conhecermos mais pormenores acerca da quinta, teremos que fazer uma visita à mesma, indicando também que não iria enviar os menus através de email, pois não faz parte do procedimento deles.Solicitei portanto, o preço do menú mínimo para confirmar que se tratava do mesmo preço por eles colocado no site casamentos.pt, ao que a Srª me responde que o preço mínimo da ementa de casamentos será de 60 euros por pessoa e o máximo rondará os 80 e poucos, e que a ementa dos 25 euros é apenas para jantares de empresas.A minha questão é: As empresas vão procurar no casamentos.pt fornecedores para jantares de grupo?Claramente que isto é uma falta de respeito pelo consumidor! Obviamente mostrei a minha insatisfação em relação a esta mesma situação, uma vez que os preços (por eles) colocados no site, não são os que efectivamente são por eles praticados, e isto leva-me a pensar até onde é que “exploram” o consumidor?Eu própria posso responder a esta questão! Até onde o consumidor deixar! De acordo com o decreto lei 330/90 , existe uma violação do respeito pelo consumidor nomeadamente em relação ao principio da veracidade, publicidade enganosa, e principio do respeito pelos direitos do consumidor.
Burla
Comprei bilhetes online neste site, de bom aspeto, para o Meo Marés Vivas. Desde logo que reparei em algo estranho: não era possível anular a compra, mas sim colocar os bilhetes comprados à venda para outras pessoas mos comprarem. Decidi investigar sobre o site e suas críticas. Deparei me com comentários positivos falsos e comentários reais em que se queixam do não envio dos bilhetes e burla.
Burla neste ginásio.
No passado dia 27 e Junho, desloquei-me ás instalações do ginásio Factor Físico de nome comercial Fit One para iniciar e usufruir de serviços de saúde e bem-estar daquele espaço.Ao fazer a inscrição, junto do que julguei, sem questionar, serem profissionais sérios e de excelência, fui comercialmente aliciado e incentivado a fazer o pagamento de um trimestre de serviços no valor de 95,21€ beneficiando assim da vantagem comercial do Não Débito Direto em que se recusaram colocar o meu NIF.Realizei unicamente 2 treinos em 2 deslocações que fiz ás instalações onde me inscrevi.Na 3ª deslocação, para o meu 3º treino no dia 3 de Julho, fui informado por uma nova funcionaria de nome Raquel, que eu não podia realizar treino por não estar inscrito naquela empresa (nova por sinal, de nome elite4u) como se estivesse a visitar pela 1ª vez. A mesma funcionária disse, à data, que havia cerca de 50 queixas semelhantes. A página da antiga gerência no Facebook foi eliminada, o telemóvel que consta na factura vai para o voicemail e não há mais nenhum tipo de resposta, nem forma de contacto possível. Fui ainda aliciado com uma nova proposta comercial da nova empresa se tomasse nova decisão por impulso (descontos na inscrição, cartão, seguro, debito directo), que naturalmente recusei.Efetuei queixa na semana passada à arbitragem de consumo contudo não obtive qualquer resposta até agora.
Interpass - Resolução Contrato Vitalício
Interpass - Resolução do Contrato VitalícioContrato nº 142031Eu, Valdemar Martins Lamúria, sócio do Clube Interpass nº 142031-0 e seu cônjuge Catarina Alexandra Fernandes de Oliveira Cortiço 142031-1, e restantes elementos agregados a este contrato vimos por este meio resolver o contrato celebrado com a empresa Cif - Clube Internacional de Férias S.A.A nossa decisão deve-se a vários motivos e razões:Os preços, propostas, bem como serviços associados que proporcionam a nós sócios estão longe de ser concorrenciais com a grande maioria dos operadores turísticos, quer nacionais quer internacionais.Há muitos meses que pagamos uma taxa de momento, acima das nossas possibilidades, sem que tenhamos usufruído de algo que nos faça continuar com este contrato ativo, nem mesmo usufruindo dos vouchers de oferta.Juntando a isto, está o valor, que é extremamente exagerado, pago durante vários meses, fazendo muitos sacrifícios e, que ao momento não são de todo possíveis, bem como justificativos a médio e a futuro tempo com condições de exceção altamente vantajosas.Neste momento a nossa condição financeira não permite continuar com este contrato.Bem como os fantásticos descontos que proponham ao cliente sócio, perante as vossas parcerias com outras empresas.Após me informar com a Deco o que podia fazer para cancelar este serviço eles apresentaram-me o artº 50º-A do DL 275/93, de 5 de Agosto (com as alterações do Dec. Lei 37/2011, de 10 de Março, art.º 16.º) a partir do pagamento da segunda prestação, o titular tem o direito de resolver o contrato sem sofrer qualquer sanção, desde que informe a empresa no prazo de 14 dias seguidos a contar da receção do pedido de pagamento de cada prestaçãoNeste sentido, pretendemos resolver este mesmo contrato desde já, não advindo das mesmo quaisquer outras responsabilidades ou direitos para qualquer das partes. Mais recordo, relativamente a contratos vitalícios, o disposto no Dec. Lei 446/85, de 25 de Outubro, capitulo V, art.º 18, als. e) j), e no capítulo IV - Nulidade das cláusulas contratuais gerais, art.º 12, (cláusulas proibidas), sendo que não podem existir clausulas contratuais perpétuas e que, existindo, são consideradas NULAS.Por todas as razões acima descritas consideramos rescindido o contrato com o Clube Interpass.
Rescisão de contrato
Boa tarde,Venho por este meio reclamar da exigência de pagamento do mês seguinte ao mês em que requeri a rescisão de contrato do ginásio Be Fit The Fitness Company, NIPC 513369546. De acordo com o contrato que assinei a 2 de janeiro de 2017, norma 4, alínea f O sócio tem direito a rescindir o presente convénio sem qualquer prazo de fidelização desde que o comunique presencialmente no clube, até ao dia 8 do mês da comunicação com 30 dias de antecedência face à data em que pretenda que a rescisão produza efeitos, obrigando-se a pagar os valores em dívida até à data. O meu contrato é sem fidelização pelo que, ingenuamente, não previ que existissem clausulas deste tipo.No passado dia 18 de julho de 2017 desloquei-me ao ginásio a fim de cancelar o contrato com efeitos a partir do mês de Agosto. Foram-me apresentadas as clausulas do contrato que me obrigariam a pagar o mês de Agosto mesmo não o frequentando por já passar do dia 8 do mês de julho. Como alternativa e numa tentativa de me reter como cliente, apresentaram-me a opção de suspensão de um mês de contrato, a qual assinei. No documento de acordo de suspensão de contrato está claro que O 2º outorgante fica isento de qualquer custo de mensalidade durante esse periodo de tempo, retomando o pagamento assim que retome as suas atividades no ginásio, atividades estas que não pretendo retomar.No dia 7 de agosto de 2017 desloquei-me novamente ao ginásio, cumprindo a clausula 1, alínea f, para rescindir definitivamente o contrato em questão. No entanto, isto não foi possível porque argumentaram que como o mês de agosto teria sido suspenso teria que pagar esse mesmo mês se queria rescindir o contrato. Considero que esta exigência não está de acordo com o contrato que assinei pelo que me recusei a pagar o mês de Agosto. A situação foi reencaminhada para a gerente do ginásio que reencaminhou para o departamento de cobrança que mantiveram a mesma posição.Neste momento o débito direto está cancelado e não efetuei qualquer pagamento.
Contratos vitalicios
O motivo da minha queixa é basicamente o querer cancelar um contrato da qual me dizem que é vitalícia, coisa que pelo entendi é ilegal. Gostaria imenso de desfazer me deste contrato pois não usufruio por não ter nenhum tipo de regaliasÉ de salientar que neste contrato estão 4 pessoas que em conjunto queremos cancelar.
Burla Keyclub
No dia 22 de maio de 2007 ligaram-me a disser que tinha ganho um prémio, seria um fim de semana, apenas tinha de me deslocar a um hotel da zona. Assim o fiz, depois de passar várias horas numa sala foi me oferecido um produto do qual podia desistir a qualquer momento e o valor pago seria devolvido. Depois de pagar durante algum tempo fiquei com problemas financeiros e enviei uma carta a cancelar o contrato (fevereiro 2009). Passados alguns meses comecei a receber cartas com valores para pagar ás quais não respondi. Recebi outro valor para pagar que era de umas anuidades de um cartão do qual não tinha conhecimento. Já me fizeram várias penhoras no ordenado mas depois fiquei desempregado, quando voltei a ter emprego voltaram a penhorar, actualmente só tenho part-time.Agora recebo telefonemas de advogados que exigem que lhes pague a dívida. Propuseram-me um acordo onde pagaria 1500€ e mensalmente 100€ até perfazer cerca de 6000€. O problema é que não tenho o valor é não é justo pagar por um produto do qual não usufrui .
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