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Encomenda não entregue
Tenho uma encomenda que está atrasada dos correios Express , primeiro foi dada como entregue e não recebi , depois como devolvida porque o destinatário não se encontrava em casa , eu estive em casa e não esteve lá ninguém Tento contactar não consigo contactar um operador humano emails ninguém responde.
cobrança indevida edreams prime
Exmos. Srs, O que passo a relatar deve ser algo habitual com esta plataforma. Fiz uma compra na plataforma edreams com uma conta prime (por isso é que, voto e frisar, fiz a compra numa conta prime). Hoje deparo-me com débito de 89,99€ (renovável automaticamente??? - nunca autorizei tal movimentação) relativo à subscrição "edreams prime"... Na altura da compra eu queria receber tudo no meu email, mas tal foi-me vedado e apenas era possível receber emails da compra na conta associada... Em suma: - pagamento automático de uma subscrição que não autorizei -subscrição de uma conta "edreams prime" numa mesma conta com "edreams prime" subscrito... conta essa que não é minha. O caricato é que na minha conta bancária há um pagamento "edreams prime" 20 Janeiro 2026... Na altura facultei dados de um cartão a uma familiar infoexcluída e cobraram tb subscrição "edreams prime". Nem me chateei, porque assumi que foi um descuido da minha familiar. Agora desta vez... é apenas má fé. Segundo pesquisei, as reclamações são em catadupa... ao ponto de, em Itália, ter existido condenação e pagamento de multa (vide link infra): https://sicnoticias.pt/mundo/2026-02-04-concorrencia-italiana-multa-edreams-por-praticas-enganosas-4a464864 Contactei edreams tlfonicamente onde dizem que apenas podem fazer devolução de duas formas: - voucher no valor - devolução de 45€ e voucher com remanescente a ser utilizado numa compra superior a 150€ Isto parece uma forma de enganar clientes e de os fidelizar... Apenas quero ser ressarcido com os 89,99€. Fico a aguardar resposta. Com os melhores cumprimento, NOTA: enviei este email para endereço paypal@contact.edreams.com Começo a achar que nos devíamos juntar e pedir indemnização. Caso haja lugar a pagamento de indemnização (que deve ser na ordem dos milhões, tal como em Itália), este valor deve reverter para instituições de solidariedade social.
bloqueamento de conta de forma insjuta
Estou farta de dizer que não faço venda comercial, sugeriram me colocar anuncios em conjunto e agora bloqueram a minha conta. já me aconteceu estam sempre com essas desculpas de ser conta pro. irei fazer centena de queixa até er reolvido. eu nao tenho uma empresa apenas tenho muitos itens acumulados que quero vender. Esse suspotamente é o objeto da plataforma, não é? Mas aparentemente querem me forçar a ser pró e bloqueiam os meus, nesta ultima vez sugeriram agrupar artigos da mesma categoria, agrupei todos aneis que tinha e fui bloqueada
2ª vez na garantia
Comprei uma ferro a caldeira no dia 12/05/2025 na cecotec onde passado uns meses ele começou a verter agua pela base do ferro,pensei que fosse passageiro e como tenho 2 filhos e precisava do ferro para tratar da roupa deles deixei passar mais uns dia a pensar que ia se resolver mas depois o problema começou a agravar onde a 9 de Novembro do 2025 contacto a cecotec a reportar o problema onde eles me informaram que o ferro teria de ir para a garantia. Eles e que trataram de pedir recolha pela empresa MRW, ao qual so a 18 de Novembro de 2025 recebo notificação da parte de que rececionaram o ferro e iriam iniciar a reparação.mas o ferro saiu da minha casa bem antes de dia 18. No dia 25 recebo notificação que o ferro foi reparado e que iria ser enviado de novo nesse mesmo e-mail anexam o relatório de reparação. O ferro chegou e passado uma semana mais ou menos no maximo duas começa de novo a verter agua pela base(mesmo problema que ele foi enviado em novembro) no dia 14 de Janeiro de 2026 liguei para a cecotec a informar o que estava a acontecer de novo e eles informaram que teria de recolher novamente o ferro. Como na primeira vez embalei o ferro muito bem embalado e foi recolhido pela empresa MRW. No dia 26 de Janeiro recebo informação que o ferro chegou às instalações da cecotec e iria dar inicio ao processo de reparação. Não obtenho nenhuma resposta da parte deles no dia 11 de Fevereiro tentei contacta-los mas eles nao atendia ao fim de várias tentativas desisti. Voltei a tentar no dia a seguir dia 12 de Fevereiro de 2026 ao qual consegui falar com ele e falei da situação que nao me tinham dito nada ate aquele dia e se comprei o ferro e porque precisava mesmo dele que tinha 2 filhos e que tinha de andar a mandar a roupa passar fora ao qual a menina me respondeu que tinha de esperar os 45 dias que eles tinha para poder reparar o ferro. Como a menina viu que eu estava chateada com toda a situação disse que ia reportar internamente a situação. Não e que nesse mesmo dia recebo um e-mail da cecotec a dizer que a garantia nao abrangia a reparação porque nao cobria problemas de mau uso...ao qual respondi no imediato que o ferro foi comprado em Maio do ano anterior e que esteve ja quase 2 meses nas poses deles e que sempre tive cuidado com o ferro...e que ja tinha ido para a garantia a primeiro vez por esse mesmo motivo.ao qual eles me respondem que o ferro chegou la partido e me apresentam um orçamento de reparação. Ao qual eu lhe respondo que me foi informado que o ferro chegou às instalações da cecotec a 26 de Janeiro de 2026 e eles so me informam que o ferro está partido a 12 de Fevereiro de 2026 após uma chamada telefónica minha a exigir que me resolvessem o problema. Penso que eles teriam de ter avisado que ele tinha a carcaça quebrada a receção do mesmo e nao após quase 3 semanas. Por mais que eu lhe explique que eu embalei o ferro muito bem como a primeira vez e eles também deveriam ter reparado bem o ferro na primeira vez que ele foi para a garantia.
Acidente Auto
Tive um acidente com uma segurada da UNA no dia 16/12/2025 e até à data não está resolvido. Primeiro porque não queriam assumir a responsabilidade e agora não respondem aos emails, nem atendem o telefone. Estamos 45 minutos à espera e depois desligam. É inaceitável e ninguém faz nada.
Encomenda não recebida
Eu Carla Sousa, venho por este meio apresentar uma queixa formal contra a empresa , SMOOTH SATURDAY, LDA com o NIF: 518870995 e Morada Fiscal: Rua Augusto Rosa, N.º 79 4000-098 Porto, devido ao mau serviço prestado no âmbito de uma encomenda efetuada a 27 de Novembro de 2025.A encomenda não foi entregue dentro do prazo previsto, que seria a 13 de Dezembro 2025. Durante os meses de Dezembro, Janeiro e Fevereiro, enviei vários emails à empresa a solicitar informações sobre o estado da mesma, uma vez que não recebia qualquer notificação nem explicação relativamente ao atraso. As respostas que obtive foram vagas, limitando-se a indicar que existiam atrasos, mas que a encomenda seria enviada “em breve”. Após ter ultrapassado o tempo estipulado de entrega, solicitei o reembolso da encomenda, tendo-me sido comunicado pela empresa respostas que nada tinha haver com o que pretendia que era o reembolso dando sempre respostas muito vagas e sem fundamento para o que eu pretendia, ou seja resposta dada por IA. Considero esta situação extremamente grave, marcada por atrasos injustificados, ausência de informação ao consumidor, incumprimento de prazos e falta de resposta por parte da empresa. Nunca experienciei um serviço com um nível tão elevado de desorganização e desrespeito pelos direitos do consumidor. Com esta reclamação,pretendo também, alertar futuros clientes estarem atentos. Também critico a empresa Ginova, com o nome que têm a nível nacional,servem de engodo aos clientes, recebem os valores das encomendas e depois nada respondem. Solicito o apoio da DECO para a resolução desta situação, nomeadamente para a concretização do reembolso, bem como para a análise da conduta da empresa. Com os melhores cumprimentos. Carla Sousa
Telemóvel Substituição
Exmos. Senhores, Tenho um seguro, que o iniciei na WORTEN, por uma compra que fiz lá de um Iphone 17 pro. Entretanto, o meu Iphone estragou e na Worten não me deram um telefone de substituição. Liguei ao seguro (que pago mensalmente) para pedir um e disseram que não tenho direito. Como faço, não tendo um telefone extra para me comunicar durante o tempo que não o terei? Trabalho com necessidade de estar contactável e não faz sentido nenhum contratanto um seguro, que não é barato não ter direito a isto. Fico sem palavras realmente, e sem saber o que fazer. Para além de que tenho os meus cartões virtuias sem os poder usar. Agradeço a resposta, Uxue
contra conduta de funcionários e cobrança indevida de bagagem
Reclamação contra conduta de funcionários e cobrança indevida de bagagem Local: Aeroporto de Budapeste (BUD) Data do Incidente: [18-02-2026] Voo: [W62393] Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa ao tratamento humilhante e à cobrança indevida de que fui alvo no Aeroporto de Budapeste por parte de duas funcionárias [da companhia aérea/da empresa de handling] no portão de embarque. 1. Cobrança Indevida e Abuso de Poder Fui impedido(a) de levar dois casacos no braço, tendo sido obrigado(a) a colocá-los dentro da mala de cabine, o que resultou numa cobrança suplementar por excesso de volume/peso. De acordo com as normas da IATA e as práticas comuns de aviação civil, vestuário transportado junto ao corpo ou nos braços não deve ser contabilizado como volume de bagagem extra. A exigência foi arbitrária e sem fundamento regulamentar claro. 2. Conduta Antiprofissional e Falta de Civilidade As funcionárias em questão demonstraram uma total ausência de profissionalismo, agindo com extrema rudeza. A postura adotada foi agressiva, com modos rudes e ordens autoritárias, assemelhando-se a um ambiente militar e não a um serviço de apoio ao cliente. Tal comportamento ultrapassou todos os limites do respeito e da dignidade humana. 3. Recusa de Identificação Ao solicitar a identificação das funcionárias para verificar se o número de funcionário constante no recibo era verídico, ambas recusaram exibir os seus cartões de identificação. Recordo que, por normas de segurança aeroportuária e transparência no atendimento ao público, qualquer funcionário em zona restrita deve estar devidamente identificado e não pode recusar o acesso a esses dados quando solicitado por um passageiro em litígio. Conclusão e Pedido Este incidente revela uma grave lacuna na formação destas funcionárias, que desconhecem tanto as regras europeias de transporte como as normas básicas de etiqueta no atendimento. Face ao exposto, exijo: O reembolso imediato do valor pago pela bagagem (150€), uma vez que a cobrança foi forçada pela recusa ilegal de transporte de vestuário no braço; O apuramento de responsabilidades e a aplicação de medidas disciplinares/formação às funcionárias envolvidas. Aguardo uma resposta célere sobre as medidas tomadas.
Pedido de Reavaliação – Artigo com Defeito ao Abrigo da Garantia
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o vosso apoio relativamente a uma situação de incumprimento dos meus direitos enquanto consumidora. No mês passado adquiri um anel à empresa Tesouros da Júlia (loja online). Pouco tempo após a entrega, o artigo deixou de apresentar a cor preta original, verificando-se uma alteração significativa no acabamento, o que demonstra falta de conformidade com as características apresentadas no momento da compra. Contactei o fornecedor, enviei comprovativo de compra e fotografias do artigo, solicitando reparação, substituição ou acionamento da garantia. Contudo, a empresa recusou o pedido alegando que foi ultrapassado o prazo de 30 dias previsto na sua política de devoluções. Considero que esta resposta é inadequada, uma vez que não se trata de uma devolução por desistência, mas sim de um defeito do produto, situação que está abrangida pela garantia legal dos bens de consumo. Assim, venho solicitar a intervenção da DECO no sentido de me esclarecer sobre os meus direitos e, se possível, mediar esta situação junto do fornecedor. Anexo envio: • Comprovativo de compra • Fotografias do artigo • Cópia da troca de emails Com os melhores cumprimentos, Sonia Pinto
Burla
Venho por este meio expor, de forma detalhada, toda a situação que vivi enquanto cliente da CENTURY21 Arquitectos, sediada na Avenida da Carvalha, 564, em Gondomar, por entender que os factos ocorridos merecem ser conhecidos e devidamente ponderados por quem esteja a considerar recorrer aos serviços desta agência. Sou cliente desta empresa e a minha esposa, além de cliente, exerce funções como designer gráfica na mesma há mais de seis anos. Em 2019 vendi a minha primeira habitação com a consultora Carla Silva e todo o processo decorreu dentro da normalidade, razão pela qual mantive confiança na profissional e na agência. Em 2021 equacionei vender novamente a minha casa e voltei a contactar a consultora Carla Silva. Foi realizada uma reportagem fotográfica ao imóvel, mas acabei por não avançar com a venda nessa altura. Já em 2025 decidimos efetivamente colocar o imóvel no mercado. A consultora Carla Silva informou-nos que não seria necessária nova sessão fotográfica, uma vez que as imagens anteriores permaneciam em sistema. Esclareci que, entretanto, tinham sido feitas pequenas alterações, nomeadamente pintura de paredes e outros ajustes que, apesar de não estruturais, alteravam o aspeto do imóvel. Ainda assim, foi-nos transmitido que tal não constituía problema e avançámos com a comercialização. A divulgação online teve enorme adesão: realizámos mais de dez visitas num único dia e recebemos várias propostas, algumas acima do valor anunciado. A consultora Carla Silva aconselhou-nos a aceitar a proposta de um comprador que, segundo nos foi indicado, pretendia adquirir o imóvel para arrendamento. Foi-nos transmitida a ideia de que se tratava de alguém com capitais próprios, o que aumentaria a probabilidade de concretização célere e segura do negócio. Posteriormente verificámos que o comprador recorreu a crédito bancário. A proposta aceite resultou de partilha interna da mesma agência, sendo o comprador representado pela consultora Rosana Costa. Durante o pagamento do sinal relativo ao contrato-promessa de compra e venda, o comprador não cumpriu a data inicialmente estipulada, embora tenha regularizado posteriormente o valor. Optámos por não levantar qualquer questão quanto a esse atraso, mantendo a boa-fé no processo. Entretanto encontrámos a casa que pretendíamos adquirir, a qual incluía todo o recheio. Tendo isso em conta, a minha esposa questionou as colegas responsáveis pela transação se poderíamos deixar alguns móveis no imóvel vendido, explicando que o sofá e o colchão não se encontravam em excelente estado. Foi-nos dito que não haveria inconveniente. A consultora Rosana Costa referiu que, sendo o imóvel destinado a arrendamento, o comprador decidiria posteriormente se aproveitaria ou não o mobiliário. Desde o início, a mesma deu a entender tratar-se de alguém do seu círculo de conhecidos, circunstância que poderá ser demonstrada se necessário. A escritura realizou-se a 5 de novembro de 2025, pelas 9h00, na Caixa Geral de Depósitos, na Rua Gonçalo Cristóvão, no Porto. Às 10h49 desse mesmo dia, o comprador contactou-me diretamente — sem que eu tivesse autorizado a cedência do meu contacto — solicitando que nos deslocássemos ao imóvel, alegando que já tinha falado com o advogado e que iria pedir a revogação da escritura. Perante tal afirmação, eu e a minha esposa dirigimo-nos de imediato ao local. Encontravam-se presentes o comprador e outras pessoas da sua parte. Foi-nos dito que a casa estava suja, que não correspondia às fotografias e que o sofá e o colchão estavam em mau estado. Importa referir que o comprador não tinha visitado pessoalmente o imóvel, tendo sido representado por uma senhora na visita prévia, facto confirmável pela consultora Carla Silva. Propusemos limpar integralmente a casa e contratar um contentor para recolha dos móveis, explicando que a permanência do mobiliário tinha sido validada pela consultora Rosana Costa. Quando esta chegou ao local, o comprador afirmou, na sua presença, que teríamos de entregar 5.000€, sob pena de avançar com a revogação da escritura. Foi-nos transmitido de forma expressa que, caso não pagássemos esse montante, a escritura seria alvo de revogação. Desconhecendo naquele momento o enquadramento jurídico aplicável e temendo consequências graves para o negócio já celebrado — incluindo a compra da nossa nova casa — sentimo-nos sob forte pressão. O pagamento dos 5.000€ foi efetuado exclusivamente por receio da ameaça proferida, e não por reconhecimento de qualquer dívida ou obrigação contratual. Posteriormente, após consulta jurídica, foi-nos esclarecido que não existia fundamento legal que nos obrigasse a qualquer pagamento adicional após a escritura, nem seria juridicamente viável proceder à sua revogação nos moldes invocados. A consultora Rosana Costa não nos prestou qualquer esclarecimento jurídico, referindo tratar-se de um “ato de boa-fé”. Informámos que assumiríamos a limpeza e ficou acordado que nos seria apresentado orçamento. Contudo, no dia seguinte, foi enviado e-mail à minha esposa a solicitar 250€ para limpeza e recolha, informando que os trabalhos já tinham sido iniciados pela mãe da consultora, sem orçamento prévio ou comunicação antecipada. No próprio dia da escritura, como o valor da venda ainda não se encontrava disponível na nossa conta, informámos que não dispúnhamos de saldo para transferir os 5.000€. Foi-nos dito que o pagamento teria de ser feito até às 12h. A própria consultora Rosana Costa transferiu temporariamente 5.000€ para a nossa conta para que pudéssemos transferir o valor ao comprador, montante que lhe devolvemos posteriormente. A minha esposa expôs toda a situação por e-mail à sócia-gerente Joana Resende. A resposta desvalorizou os factos, sugerindo que aproveitássemos a nova casa e não nos preocupássemos mais com o assunto. Relativamente aos 250€, e apesar de entendermos não existir obrigação de pagamento, a consultora Carla Silva referiu que o tema estava a ser comentado internamente e que a minha esposa precisava do trabalho, sugerindo que aceitássemos pagar, indicando inclusive o teor do e-mail a enviar. Sentimo-nos novamente pressionados. Solicitámos por diversas vezes comprovativo dos 5.000€ recebidos pelo comprador, inclusive por carta registada, sem qualquer resposta. A consultora Rosana Costa informou não possuir recibos nem da limpeza nem da recolha. A 11 de fevereiro de 2026 apresentámos queixa no Livro de Reclamações. A resposta da sócia-gerente afastou responsabilidade da empresa quanto a factos posteriores à escritura, alegando que a consultora já não se encontrava como prestadora de serviços. Tal posição causou-nos perplexidade. Cerca de uma hora após essa resposta, recebi mensagem do comprador informando que tinha duas cartas na minha morada antiga. Estranhei a coincidência temporal, dado que o único contacto anterior tinha ocorrido no dia da escritura. Sem retirar conclusões definitivas, considerei a situação incomum. A minha esposa ficou profundamente abalada, sentindo-se desvalorizada enquanto colaboradora e cliente, tendo recorrido a baixa médica por motivo psicológico. Todos os factos descritos encontram-se suportados por documentação: e-mails, registos bancários, mensagens e áudios. A situação está a ser analisada pelos meios legais competentes. Partilho este testemunho em portais públicos para que outras pessoas possam conhecer a nossa experiência e agir com prudência nas suas decisões.
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